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Morador de Cotia relata falta de atenção com atendimento primário na Saúde
Créditos da imagem: Reprodução redes sociais
Nossa redação foi procurada por munícipe que reclama sobre providências na Saúde pública de Cotia
por Redação
Marcelo é morador do Jardim Mirante da Mata e questionou que na última quarta-feira, 29/04/23 enfrentou dificuldades no período noturno ao necessitar dos serviços da UPA (Unidade de Pronto Atendimento).
“Fui até a UPA levar meus dois filhos que estavam apresentando sintomas alérgico. Ao chegar por volta das 21:00 horas, aparentemente não estava lotada para justificar a imensa espera que tive no atendimento. Somente na recepção amarguei 40 minutos para passar por uma enfermeira, que aparentemente não se entendia bem com o computador. Entretanto, uma outra que visivelmente era estagiária que tudo perguntava como devia fazer. Enfim, vamos esperar pelo médico, que aí eu comecei a ficar bravo. Mesmo porque, foi mais uma hora na unidade totalmente sucateada e suja. Posteriormente, veio o descaso do médico que nem examinou as crianças e passou um medicamento que não tinha na farmácia. E ao voltar na sala dele para perguntar se o mesmo poderia passar alguma medicação para tomar na UPA, ele me disse que estavam sem antialérgico para fazer nos pacientes. Então, ele trocou a receita para um outro medicamento que deveria ter na farmácia da unidade e novamente, fui informado que não tinha, que também estava em falta. Como assim em falta? Fui até o portal da transferência de Cotia e para a minha surpresa olhei o contrato que a secretária de Saúde tem para fornecimento de medicamentos. E surpresa, existe um contrato de milhões para fornecimento”, narrou o munícipe.
A redação apurou os fatos e anexou o contrato aqui.
Embora o desabafo de Marcelo, ainda se percorreu durante a entrevista. “Indago aqui que pagamos impostos e como podemos passar por um atendimento e não ser medicado? Como assim não ter medicamentos para os pacientes? Fora que descobri que a terceirizada que administra a UPA ganhou novamente a concorrência com um valor de contrato de 9 milhões. Pasmem! Será que com esse montante, não é possível ter médicos de qualidade, equipamentos sem ter aluguéis, remédios de ponta e melhorar esse péssimo atendimento? Como assim Cotia???”, concluiu.
Veja abaixo os contratos:

A redação tentou contato com a prefeitura de Cotia para entender o caso, mas até o fechamento dessa matéria não obtivemos resposta.


