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Tarcísio participa da convenção nacional do PL e reforça apoio ao palanque nacional
Governador afirma que o legado de Jair Bolsonaro será honrado e São Paulo será protagonista da mobilização nacional
O pré-candidato à reeleição ao Governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), participou neste sábado (25), no Mercado Pago Hall (Arena Pacaembu), em São Paulo, da convenção em que o PL oficializou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
O evento reuniu também os pré-candidatos ao Senado André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP), o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e o presidente da Argentina, Javier Milei, convidado internacional da convenção.
“A gente vai eleger uma pessoa que vai honrar seu pai, que vai honrar o legado, que vai ter compromisso”, disse Tarcísio de Freitas. “O Brasil merece ser grande, merece reencontrar as suas vocações. O Brasil merece crescer e prosperar”, completou.
“O Brasil foi sequestrado e a gente vai libertar o nosso país desse cativeiro. Que nação sobrevive a um imposto novo criado a cada três dias?”, questionou o pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro.
Tarcísio também defendeu uma mudança de rumo na condução do governo federal, com maior responsabilidade sobre as contas públicas, enfrentamento firme à criminalidade e políticas capazes de gerar emprego, renda e oportunidades. Durante a convenção, o governador citou São Paulo como exemplo de que uma administração baseada em planejamento, responsabilidade e capacidade de execução pode produzir resultados concretos para a população. E reforçou a importância da eleição de senadores da direita por São Paulo.
“Nós fizemos diversas políticas públicas aqui em São Paulo, com os deputados, com a base do governo, ao lado do governador Tarcísio, que está fazendo uma transformação no nosso Estado”, lembrou André do Prado, pré-candidato do PL ao Senado.

Já Javier Milei, em seu discurso, declarou apoio aos candidatos da direita no Brasil e falou sobre a importância da austeridade fiscal. “Hoje o Brasil caminha para uma crise de dívida pública derivada do fato de que Lula não fez o ajuste fiscal que a situação exigia. E esperamos que ele pague pelo que causou, perdendo nas urnas em outubro”, disse o presidente argentino.