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Plano da petrobras projeta investimentos de us$ 109 bilhões até 2030
© Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo
O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, em reunião unânime realizada nesta quinta-feira (27), o Plano de Negócios para o período de 2026 a 2030. O plano prevê um montante total de US$ 109 bilhões em investimentos. Desse total, US$ 91 bilhões serão destinados a projetos já em fase de implantação, enquanto os US$ 18 bilhões restantes serão alocados na Carteira em Avaliação, que engloba oportunidades com um grau de desenvolvimento menor.
O plano atual representa uma leve redução de 1,8% em comparação com o Plano de Negócios anterior, referente ao período de 2025 a 2029. Naquela ocasião, a Petrobras havia aprovado investimentos no valor de US$ 111 bilhões, com US$ 98 bilhões direcionados à Carteira de Projetos em Implantação e US$ 13 bilhões à Carteira de Projetos em Avaliação. Esta última é composta por oportunidades que demandam estudos adicionais de financiabilidade antes de sua execução.
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, destacou a importância dos investimentos para a economia brasileira. “Nossos investimentos somam um volume significativo para a economia brasileira, US$ 109 bilhões, que representam 5% dos investimentos totais no país. Nossos projetos têm o potencial de gerar e sustentar 311 mil empregos diretos e indiretos e vamos contribuir com R$ 1,4 trilhão em tributos para municípios, estados e União nos próximos cinco anos”, afirmou.
Chambriard também enfatizou que a empresa manterá sua trajetória como líder na transição energética justa, promovendo o desenvolvimento sustentável do país, contribuindo para a segurança energética nacional, gerando valor e compartilhando os resultados com a sociedade.
Para garantir a solidez financeira e a flexibilidade necessárias para responder às flutuações do mercado, o Plano introduz um novo mecanismo para a Carteira em Implantação. Essa carteira será dividida em duas categorias: “Carteira em Implantação Base”, com US$ 81 bilhões, que abrange projetos com orçamento aprovado no plano, mesmo que ainda não sancionados, cujos investimentos ainda terão seu mérito econômico avaliado; e “Carteira de Implantação Alvo”, com US$ 10 bilhões adicionais, que dependem da confirmação do orçamento e da análise de financiabilidade.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br