CBG anuncia seleção brasileira de ginástica rítmica para 2026

 CBG anuncia seleção brasileira de ginástica rítmica para 2026

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A Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) divulgou recentemente os nomes das atletas que integrarão a seleção brasileira de ginástica rítmica para o ciclo competitivo de 2026. A notícia, que veio na última segunda-feira, dia 22, define as representantes do Brasil tanto nas provas de conjunto quanto nas disputas individuais. A estratégia para o próximo ano é de continuidade, buscando consolidar os resultados expressivos alcançados em 2025, um ano de grande destaque para a modalidade. A técnica Camila Ferezin, que também atua como coordenadora geral de seleções de GR, enfatizou a importância de manter a excelência e a estrutura de trabalho que levou o país a conquistas históricas, como as duas medalhas de prata no Mundial do Rio de Janeiro, solidificando o desempenho brasileiro no cenário internacional.

Estratégia de continuidade e excelência

Para o ano de 2026, a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) optou por uma abordagem que valoriza a continuidade e a manutenção de um alto nível de desempenho. A técnica da seleção brasileira adulta de ginástica rítmica de conjunto e coordenadora geral de seleções de GR, Camila Ferezin, decidiu repetir o número de ginastas convocadas em 2025, um ano marcado por sucessos notáveis. Essa decisão estratégica visa preservar a coesão e a sinergia dos grupos que trouxeram tantas glórias para o esporte nacional. A manutenção de talentos e a aposta em equipes já entrosadas são vistas como pilares para sustentar a competitividade do Brasil no cenário mundial da ginástica rítmica.

A visão de Camila Ferezin

Camila Ferezin explicou a lógica por trás da manutenção do número de atletas e da estrutura de trabalho. “Nosso objetivo é manter tudo que deu certo neste ano tão vitorioso”, afirmou a técnica. Ela ressaltou que, em 2025, a seleção conseguiu desenvolver dois grupos de trabalho com excelência, um feito que demonstrou a profundidade e a qualidade do talento brasileiro. “Dessa maneira, fomos vice-campeãs mundiais com um grupo e campeãs pan-americanas com o outro”, complementou Ferezin, destacando a capacidade de gestão e o sucesso multifacetado alcançado. Essa abordagem permite à equipe técnica explorar diferentes talentos e estratégias, garantindo que o Brasil possa competir em alto nível em múltiplas frentes e manter uma reserva de talentos para o futuro. A intenção é não apenas repetir, mas aprimorar as performances, consolidando o Brasil como uma potência na ginástica rítmica.

O legado vitorioso de 2025

O ano de 2025 foi inegavelmente um marco para a ginástica rítmica brasileira, com conquistas que ressoaram internacionalmente e elevaram o patamar do esporte no país. O brilho da seleção de conjunto no Mundial, realizado em agosto na Arena Carioca 1 do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, permanece vívido na memória. A performance brasileira foi um testemunho de dedicação, talento e uma sintonia impecável entre as atletas.

Conquistas históricas no mundial do Rio

Em solo carioca, o conjunto brasileiro demonstrou maestria e emoção, especialmente na final da série mista, que combinava três bolas e dois arcos. Ao som da icônica canção “Evidências”, as ginastas Duda Arakaki, Nicole Pircio, Sofia Madeira, Mariana Gonçalves e Maria Paula Caminha encantaram o público e os jurados, executando uma apresentação deslumbrante que lhes garantiu a medalha de prata. A coreografia, a precisão e a expressividade do grupo foram amplamente elogiadas, solidificando a presença do Brasil no pódio mundial. Esse feito memorável veio apenas um dia após o país ter assegurado uma inédita medalha de prata na prova geral. A prova geral é um dos momentos mais aguardados da competição, pois sua nota é composta pelo desempenho na série mista e na desafiadora série de cinco fitas, exigindo consistência e excelência em diferentes aparelhos. Ambas as medalhas representaram um salto qualitativo para a ginástica rítmica brasileira, mostrando a capacidade das atletas de competir entre as melhores do mundo e sinalizando um futuro promissor para a modalidade.

As estrelas de 2026

Com a estratégia de continuidade e o olhar voltado para a excelência, a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) anunciou as atletas que terão a responsabilidade de representar o país em 2026. A lista inclui um seleto grupo de talentos, distribuídos entre as provas de conjunto e as disputas individuais, refletindo a profundidade e a qualidade do celeiro de ginastas no Brasil.

Conjunto brasileiro: Força e união

O conjunto brasileiro, reconhecido pela sua sincronia e força coletiva, contará com quatorze atletas para o ciclo de 2026. São elas:
Andrielly Letícia Cichovicz – La Bella CRC (SC)
Bárbara Vitória Urquiza Galvão – Sesi (AL)
Isabella Anselmo – Aginat América (RN)
Julia Beatriz Silva Kurunczi – Unopar (PR)
Keila Vitoria Lima de Souza Santos – Gorba (BA)
Maria Eduarda de Almeida Arakaki – Marista de Maceió (AL)
Maria Fernanda Lucio Moraes – AABB (RJ)
Maria Paula Pereira Caminha – Gorba (BA)
Mariana Vitoria Goncalves Pinto – Agir (PR)
Marianne Giovacchini dos Santos – Clube Espéria (SP)
Nicole Pircio Nunes Duarte – Unopar (PR)
Rhayane Vitoria Ferreira Brum – Agito (PR)
Sofia Madeira Pereira – Incesp (ES)
Victória Anderson Santana Borges – C. Sportivo Sergipe (SE)

Este grupo diversificado, proveniente de diferentes clubes e estados, simboliza a abrangência do talento nacional na ginástica rítmica. A união dessas ginastas, muitas das quais já com experiência internacional, é fundamental para manter o alto nível das apresentações e a busca por novos pódios. A repetição de algumas atletas do conjunto vitorioso de 2025 garante a manutenção da experiência e da química que se provaram tão eficazes.

Talentos individuais: Brilho próprio

Nas disputas individuais, onde a performance e a expressividade de cada ginasta são o foco principal, o Brasil será representado por três talentosas atletas. Essas ginastas têm a missão de levar o nome do país a patamares ainda mais elevados através de suas performances únicas e tecnicamente elaboradas. As convocadas são:
Barbara de Kassia Godoy Domingos – Agir (PR)
Geovanna Santos da Silva – Incesp (ES)
Maria Eduarda Alexandre – Agito (PR)

Cada uma delas traz consigo um histórico de dedicação e resultados, prometendo encantar os jurados e o público com suas habilidades e carisma nas competições de 2026. A expectativa é que essas atletas continuem a desenvolver seu potencial, consolidando a presença brasileira no pódio das provas individuais internacionais.

Perspectivas para 2026

A formação da seleção brasileira de ginástica rítmica para 2026, com a estratégia de continuidade e a manutenção de talentos, é um testemunho da ambição e do planejamento da Confederação Brasileira de Ginástica. O sucesso de 2025 serviu como uma poderosa plataforma, e a aposta na base que trouxe resultados expressivos demonstra uma visão clara de futuro. Com equipes sólidas, tanto no conjunto quanto no individual, o Brasil se posiciona para um ano desafiador e, ao mesmo tempo, repleto de oportunidades. A experiência combinada com a renovação pontual de talentos oferece uma perspectiva otimista para a ginástica rítmica nacional, prometendo performances que emocionarão e inspirarão. A expectativa é de que as ginastas continuem a elevar o nome do Brasil no cenário internacional, adicionando novos capítulos à história de sucesso da modalidade.

Perguntas frequentes

1. Quem foi convocada para a seleção brasileira de ginástica rítmica de conjunto para 2026?
Foram convocadas 14 atletas para o conjunto: Andrielly Letícia Cichovicz, Bárbara Vitória Urquiza Galvão, Isabella Anselmo, Julia Beatriz Silva Kurunczi, Keila Vitoria Lima de Souza Santos, Maria Eduarda de Almeida Arakaki, Maria Fernanda Lucio Moraes, Maria Paula Pereira Caminha, Mariana Vitoria Goncalves Pinto, Marianne Giovacchini dos Santos, Nicole Pircio Nunes Duarte, Rhayane Vitoria Ferreira Brum, Sofia Madeira Pereira e Victória Anderson Santana Borges.

2. Qual foi a principal conquista da seleção brasileira de ginástica rítmica em 2025 mencionada?
A principal conquista foi a obtenção de duas medalhas de prata no Mundial de ginástica rítmica realizado no Rio de Janeiro. Uma das medalhas foi na prova geral e a outra na série mista (três bolas e dois arcos).

3. Qual é a estratégia da técnica Camila Ferezin para a seleção de 2026?
A estratégia de Camila Ferezin é manter a continuidade, repetindo o número de ginastas convocadas em 2025. O objetivo é preservar e aprimorar o trabalho de excelência que permitiu ter dois grupos de alto nível, resultando em vice-campeonato mundial com um e campeonato pan-americano com outro.

4. Onde o Brasil conquistou as medalhas de prata no Mundial de 2025?
As medalhas de prata foram conquistadas no Mundial de ginástica rítmica, disputado na Arena Carioca 1 do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro.

Acompanhe de perto a jornada da seleção brasileira de ginástica rítmica e vibre com cada apresentação que promete levar o nome do Brasil ao pódio.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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