Eleições 2026: Advocacia-Geral da União detalha condutas proibidas a agentes públicos
A COCRED fortalece governança com o Comitê de Ativos e Passivos
G1
Em um movimento estratégico que redefine os padrões de governança no cooperativismo de crédito brasileiro, a COCRED anuncia a instituição do seu Comitê de Ativos e Passivos (ALCO – Asset and Liability Committee). A medida pioneira posiciona a cooperativa como a primeira do setor a adotar tal estrutura, consolidando sua trajetória de mais de 56 anos no mercado com um foco ainda maior na segurança e previsibilidade para seus mais de 90 mil cooperados. A iniciativa reflete o compromisso da COCRED em navegar por cenários macroeconômicos desafiadores, complexidade regulatória e juros elevados com robustez, protegendo o patrimônio e assegurando um crescimento sustentável. Essa inovação sublinha a busca incessante da instituição por mecanismos avançados de gestão de riscos e excelência em sua administração.
Governança e solidez em cenário desafiador
Em um cenário econômico global e nacional marcado por volatilidade e a necessidade crescente de previsibilidade, instituições financeiras maduras como a COCRED priorizam a adoção de mecanismos avançados de gestão de riscos. A cooperativa, com sua longa história no mercado, tem investido constantemente em decisões técnicas e uma leitura antecipada do ambiente, implementando controles robustos que visam reduzir a volatilidade e proteger o patrimônio de seus cooperados.
Reconhecimento e fundamentos robustos
Esse posicionamento proativo é amplamente reconhecido, tanto em âmbito nacional quanto internacional. Em 2025, a Fitch Ratings, uma das mais prestigiadas agências de classificação de risco de crédito do mundo, elevou o rating nacional de longo prazo da COCRED de ‘A(bra)’ para ‘A+(bra)’, mantendo o rating de curto prazo em ‘F1(bra)’, com perspectiva estável. Essa avaliação favorável é reflexo de fundamentos sólidos, sustentados por uma notável eficiência operacional e receitas recorrentes. Tal patamar é usualmente atribuído apenas a instituições com elevada capacidade financeira, alto nível de liquidez e um baixo risco de crédito, evidenciando a robustez da cooperativa.
Diversificação estratégica e gestão de riscos
A solidez da COCRED não se manifesta apenas em seus ratings. Sua carteira de cooperados, embora com raízes históricas no agronegócio, é hoje amplamente diversificada. Com mais de 90 mil membros, a base inclui empresários, profissionais liberais, produtores rurais e diversos outros perfis econômicos. Essa diversificação é uma estratégia fundamental para reduzir riscos de concentração setorial e geográfica, tornando a instituição menos vulnerável a choques específicos da economia ou eventos climáticos. Ademir Carota, diretor executivo da COCRED, reitera a importância dessa abordagem. “Crescer de forma sustentável exige disciplina e visão de longo prazo. Na COCRED, as decisões são tomadas não apenas com foco no resultado imediato, mas na preservação do patrimônio dos cooperados ao longo do tempo e na perenidade da cooperativa. Esse direcionamento está profundamente enraizado em uma governança estruturada”, afirma Carota, sublinhando a estratégia de gestão de riscos da cooperativa.
COCRED no segmento S3: maturidade e rigor regulatório
O modelo de gestão e governança da COCRED a levou a integrar o segmento S3 do Banco Central. Esta classificação é reservada a um seleto grupo de aproximadamente 60 instituições financeiras de grande porte no país, caracterizadas por uma elevada complexidade operacional. O enquadramento no S3 é um atestado de maturidade de processos, governança eficiente e uma capacidade comprovada de absorção de riscos.
Estrutura de comitês estratégicos
Instituições classificadas no segmento S3 estão sujeitas a um arcabouço regulatório mais rigoroso, com exigências ampliadas em áreas como gestão integrada de riscos, capital, governança corporativa e transparência. Para atender a esses parâmetros de excelência, a COCRED estruturou uma série de comitês estratégicos, diretamente vinculados ao seu Conselho de Administração. Dentre eles, destacam-se os Comitês de Auditoria e de Riscos, cruciais para assegurar a integridade operacional, a conformidade regulatória e a sustentabilidade financeira da cooperativa. Adicionalmente, o Comitê de Remuneração foi implementado com a missão de manter o equilíbrio entre incentivo, desempenho, e os mais altos padrões de governança, transparência e controle. Carota enfatiza a importância dessa complexa estrutura: “Destacamos a complexidade da estrutura de governança da COCRED porque ela impacta diretamente todo o funcionamento da cooperativa e sustenta o crescimento mesmo diante das variáveis da economia brasileira. São mais de cinco décadas honrando a confiança de nossos cooperados”.
Pioneirismo do comitê de ativos e passivos (ALCO)
Em abril de 2025, a COCRED deu um passo ainda mais significativo e pioneiro em sua jornada de maturidade ao instituir o Comitê de Ativos e Passivos (ALCO). Essa implementação a torna a primeira cooperativa de crédito do Brasil a adotar uma estrutura com esse desenho e atribuições específicas. O ALCO atua assessorando a Diretoria Executiva, realizando uma análise integrada do cenário macroeconômico e avaliando riscos de mercado, liquidez, capital e precificação. Seu principal objetivo é fortalecer a tomada de decisões estratégicas da cooperativa com base em evidências robustas, assegurando a perenidade da COCRED. Isso representa uma camada adicional de proteção para o cooperado, que conta com uma instituição proativa e sempre à frente no mercado.
Roberto Dumas Damas, economista especialista em negócios internacionais e membro do ALCO, com mais de 30 anos de experiência em economia e geopolítica, explica o impacto dessa estrutura. “Quando falamos de ALCO, estamos falando de um comitê em que pessoas capacitadas e com visão de mercado se reúnem para reduzir assimetrias de decisão e aumentar a previsibilidade financeira, algo fundamental para instituições que lidam com negócios e recursos de longo prazo.” O diretor executivo Ademir Carota, que também coordena o comitê, reforça a visão. “Ao reforçar essa capacidade de antecipação dos movimentos do mercado, essa estrutura protege o cooperado e sustenta a longevidade da cooperativa. Confiar recursos à COCRED é optar por uma instituição que trata risco e capital com o rigor técnico e a seriedade que investidores experientes exigem”, complementa.
Resultados financeiros e visão de longo prazo
A eficácia dessa lógica de governança e gestão avançada de riscos é consistentemente confirmada pelos resultados financeiros da COCRED. Mesmo diante da desaceleração econômica observada no último ano, a cooperativa conseguiu manter um crescimento patrimonial robusto.
Crescimento patrimonial e captação
O volume de ativos da COCRED, por exemplo, demonstrou um crescimento notável, evoluindo de R$ 12,9 bilhões para R$ 14,2 bilhões. Este avanço é um claro indicativo da capacidade da instituição de absorver choques macroeconômicos e preservar a estabilidade em um ambiente desafiador. A carteira de investimentos também apresentou um avanço significativo, com os depósitos totais alcançando R$ 11,5 bilhões, representando um crescimento de 15% em relação ao ano anterior. Produtos financeiros como o Recibo de Depósito Cooperativo (RDC) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) foram responsáveis por uma parcela expressiva desse desempenho, refletindo a confiança contínua dos cooperados na segurança das aplicações e na consistência da estratégia financeira da cooperativa.
Índice de Basileia e segurança para o cooperado
Além do crescimento patrimonial e da expansão da base de depósitos, a COCRED também se destacou em outro indicador crucial para investidores: o Índice de Basileia. Este índice mede a capacidade de uma instituição financeira absorver riscos sem comprometer sua solvência. Em 2025, o índice da cooperativa atingiu um patamar de 17,67%, posicionando-a mais de 60% acima do mínimo regulatório exigido pelo Banco Central. Esse resultado notável evidencia um elevado nível de capitalização, conforto prudencial e uma ampla capacidade de sustentar a expansão das operações, mesmo em cenários econômicos adversos. Em conjunto com todos os demais indicadores, a maturidade da governança, a robustez da gestão de riscos e o compromisso histórico da COCRED com a perenidade institucional se tornam inegáveis, solidificando sua posição como referência no sistema financeiro cooperativo.
COCRED: inovação e confiança para o futuro
A trajetória da COCRED, marcada por mais de cinco décadas de atuação, culmina em um momento de consolidação de sua liderança e inovação no cenário do cooperativismo de crédito brasileiro. A implementação pioneira do Comitê de Ativos e Passivos (ALCO), aliada ao reconhecimento em ratings internacionais, à diversificação estratégica e à rigorosa classificação no segmento S3 do Banco Central, reforça o compromisso inabalável da cooperativa com a segurança e a previsibilidade. Os resultados financeiros robustos, evidenciados pelo crescimento patrimonial e por um Índice de Basileia superior às exigências regulatórias, confirmam que a COCRED não apenas preserva, mas também faz prosperar o capital de seus cooperados. A instituição demonstra uma capacidade notável de antecipar e mitigar riscos, garantindo a perenidade e a solidez que investidores experientes procuram, e reafirma sua posição como um parceiro estratégico para o crescimento sustentável.
Perguntas frequentes
O que é o Comitê de Ativos e Passivos (ALCO) da COCRED?
O ALCO (Asset and Liability Committee) é um comitê estratégico instituído pela COCRED para analisar de forma integrada o cenário macroeconômico, riscos de mercado, liquidez, capital e precificação. Seu objetivo é fortalecer a tomada de decisões estratégicas da cooperativa com base em evidências, garantindo maior previsibilidade financeira e a perenidade da instituição. A COCRED é a primeira cooperativa de crédito do Brasil a implementar essa estrutura.
Por que a COCRED é considerada uma instituição financeira sólida?
A COCRED é considerada sólida devido a uma combinação de fatores, incluindo mais de 56 anos de atuação, governança estruturada, reconhecimento internacional (rating ‘A+(bra)’ pela Fitch Ratings), uma carteira de cooperados amplamente diversificada, robusta gestão de riscos e excelentes resultados financeiros, como o crescimento de ativos e um Índice de Basileia de 17,67% em 2025, significativamente acima do mínimo regulatório.
Qual a importância da classificação da COCRED no segmento S3 do Banco Central?
A classificação no segmento S3 do Banco Central indica que a COCRED é uma instituição financeira de grande porte e alta complexidade operacional. Esse enquadramento demonstra maturidade em seus processos, governança eficiente e capacidade comprovada de absorver riscos, além de sujeitá-la a um arcabouço regulatório mais rigoroso, o que reforça a segurança e transparência para seus cooperados.
Descubra como a COCRED pode ser a parceira ideal para seu crescimento e a segurança de seu patrimônio. Conheça as soluções e o diferencial de uma cooperativa pioneira em governança.
Fonte: https://g1.globo.com