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	<title>pessoas &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Ludmilla reúne público recorde de 30 mil pessoas no Arraiá de Barueri 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 16:40:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[Arraiá de Barueri 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nem o frio e a chuva da noite de domingo (14) foram capazes de afastar o público do Arraiá de Barueri 2026. A apresentação de Ludmilla atraiu cerca de 30 mil pessoas ao evento, tornando-se, até o momento, o show de maior público desta edição, segundo dados da Secretaria de Segurança Urbana e Defesa Social (SSUDS). [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft" src="https://servicos.barueri.sp.gov.br/cms/Upload/Noticia/Sh13_639173713381970237.jpg" alt="" width="338" height="225" />Nem o frio e a chuva da noite de domingo (14) foram capazes de afastar o público do Arraiá de Barueri 2026. </strong>A apresentação de Ludmilla atraiu cerca de 30 mil pessoas ao evento, tornando-se, até o momento, o show de maior público desta edição, segundo dados da Secretaria de Segurança Urbana e Defesa Social (SSUDS).</p>
<p><strong>A cantora carioca subiu ao palco interpretando “Sou Má” e, na sequência, embalou os fãs com sucessos como “Rainha da Favela” e outros grandes hits de sua carreira.</strong> Ao longo da apresentação, o público acompanhou as músicas em coro e exibiu faixas com pedidos para ser convidado ao palco.</p>
<p><strong>O espetáculo contou com a participação de quatro bailarinas e dois bailarinos. </strong>Além disso, um elaborado sistema de iluminação, efeitos especiais e recursos pirotécnicos ajudaram a transformar a noite em um dos momentos mais marcantes do Arraiá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Público acompanha show de diferentes pontos do evento</strong></p>
<p>Com a área próxima ao palco lotada, muitos espectadores acompanharam a apresentação pelos telões instalados no recinto. Alguns até buscaram espaços alternativos para assistir ao show, como o muro que separa o estacionamento do Ginásio Poliesportivo José Corrêa da Rua Adelino Cardana.</p>
<p>Durante o show, Ludmilla brincou com o público que ocupava essa área, chamando o local de “camarote”, o que arrancou aplausos e comemoração dos presentes.</p>
<p>Vanessa Santana, de 43 anos, assistiu à apresentação ao lado do filho Gael, de seis anos, próximo a um dos telões instalados na entrada do ginásio. “Não posso dizer que estou satisfeita. Gostaria de estar lá pertinho do palco, mas não deu para chegar mais cedo”, comentou.</p>
<p><strong><img decoding="async" class="alignleft" src="https://servicos.barueri.sp.gov.br/cms/Upload/Noticia/Sh17_639173713435020237.jpg" alt="" width="291" height="194" />Abertura valorizou artistas locais</strong></p>
<p>A programação da noite começou com apresentações do DJ Brazza, tradicional animador de eventos da cidade, e do grupo Forró Fluência, do Parque Viana. As cantoras Luíza e Fabiana Roque interpretaram clássicos do repertório junino e aqueceram o público antes da atração principal.</p>
<p>A banda de apoio de Ludmilla foi formada por Rainier Santana (guitarra), Adalberto Miranda (baixo), Dedê Silva (bateria), Rafael Castilhal (teclados) e Carol (backing vocal). O corpo de dança contou com Ana, Carol, Giovana, Emily, Caio e Yuri.</p>
<p><strong>Intérpretes de Libras ganham destaque</strong></p>
<p>As intérpretes de Libras Cleusa Araújo, Fran Silva e Luana Larissa também chamaram a atenção do público durante o evento. Em um dos momentos da apresentação, Ludmilla acompanhou parte da interpretação realizada por Luana, destacando o trabalho desenvolvido pelas profissionais. “Não é a primeira vez que isso acontece. A gente tem que entregar o máximo no nosso trabalho”, afirmou Luana, orgulhosa com o reconhecimento.</p>
<p><strong>Opiniões do público</strong></p>
<p>Rosângela Ferreira, de 66 anos, compareceu ao evento acompanhada da filha, da neta e do namorado. “Já vim a outros shows aqui. Gosto muito da Ludmilla, mas prefiro as músicas mais suaves”, disse.</p>
<p>Já a jovem Marta Rodrigues aproveitou a proximidade com o palco para registrar diversos momentos da apresentação. “Conseguimos um lugar legal bem perto do palco. Está todo mundo morrendo de inveja das minhas postagens”, brincou, quase sem voz após cantar os sucessos da artista.</p>
<p><strong>Público acumulado ultrapassa 48 mil pessoas</strong></p>
<p>De acordo com a Secretaria de Segurança Urbana e Defesa Social (SSUDS), os três primeiros shows do Arraiá Barueri 2026 reuniram aproximadamente 48 mil pessoas. A cantora IZA abriu a programação com público estimado em 8 mil pessoas, seguida por Dennis, que atraiu cerca de 10 mil espectadores. Já Ludmilla estabeleceu o recorde da edição até o momento, com aproximadamente 30 mil presentes.</p>
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		<title>Cotia recebe doação de protetores auditivos para pessoas com sensibilidade a ruídos</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/cotia-recebe-doacao-de-protetores-auditivos-para-pessoas-com-sensibilidade-a-ruidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 11:02:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotia]]></category>
		<category><![CDATA[Doação]]></category>
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		<category><![CDATA[protetores auditivos]]></category>
		<category><![CDATA[sensibilidade a ruídos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Equipamentos serão destinados a famílias que necessitam de mais conforto e bem estará em situações de exposição a sons intensos A Prefeitura de Cotia, por meio do Fundo Social de Solidariedade, recebeu a doação de 120 protetores auditivos destinados a pessoas com sensibilidade a ruídos, especialmente crianças dentro do espectro autista. Os equipamentos foram doados [&#8230;]</p>
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<div class="elementor-widget-container"><em><strong>Equipamentos serão destinados a famílias que necessitam de mais conforto e bem estará em situações de exposição a sons intensos</strong></em></div>
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<p class="isselectedend">A Prefeitura de Cotia, por meio do Fundo Social de Solidariedade, recebeu a doação de 120 protetores auditivos destinados a pessoas com sensibilidade a ruídos, especialmente crianças dentro do espectro autista.</p>
<p class="isselectedend">Os equipamentos foram doados pela empresa Camper, de Santa Catarina, e têm como objetivo proporcionar mais conforto e bem-estar em situações de exposição a sons intensos, como músicas em volume elevado, fogos de artifício, estampidos e outros ruídos que podem causar desconforto ou crises sensoriais.</p>
<p class="isselectedend">De acordo com a presidenta do Fundo Social, Gleides Sodré, os protetores auditivos serão disponibilizados as pessoas que necessitam do recurso. “Assim traz conforto para quem precisa também e para quem as acompanha”, destacou Gleides.</p>
<p class="isselectedend">O primeiro equipamento foi entregue nesta terça-feira (9). Os interessados em solicitar os protetores auditivos podem entrar em contato com o Fundo Social de Solidariedade pelo telefone (11) 4616-0466, ramal 2019.</p>
<p>A iniciativa reforça as ações de inclusão e acessibilidade desenvolvidas no município, contribuindo para que pessoas com hipersensibilidade auditiva possam participar de atividades sociais e culturais com mais tranquilidade e segurança.</p>
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		<item>
		<title>Osasco antecipa Operação Inverno e acolhe 30 pessoas no Centro Pop  </title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/osasco-antecipa-operacao-inverno-e-acolhe-30-pessoas-no-centro-pop/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 11:04:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[acolhe]]></category>
		<category><![CDATA[Centro POP]]></category>
		<category><![CDATA[operação inverno]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo segundo ano seguido a Secretaria de Assistência Social (SAS) da Prefeitura de Osasco antecipou para a segunda-feira, 1º de junho, o início da Operação Inverno, que ocorre geralmente a partir da segunda quinzena do mês. A operação é deflagrada sempre que institutos meteorológicos indicam noites/madrugadas com temperatura igual ou inferior a 13 graus. Foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<div>Pelo segundo ano seguido a Secretaria de Assistência Social (SAS) da Prefeitura de Osasco antecipou para a segunda-feira, 1º de junho, o início da Operação Inverno, que ocorre geralmente a partir da segunda quinzena do mês.</div>
<div></div>
<div>A operação é deflagrada sempre que institutos meteorológicos indicam noites/madrugadas com temperatura igual ou inferior a 13 graus. Foi o que ocorreu na madrugada do dia 2 e por essa razão equipes do serviço de abordagem foram às ruas para entregar cobertores e lanches e conscientizar pessoas em situação de rua a buscarem os centros de acolhimento da cidade. A operação acontecerá até 15 de setembro sempre que a temperatura chegar a 13 graus ou menos.</div>
<div></div>
<div>Embora a operação tenha sido lançada oficialmente dia 1º, desde meados de maio a SAS já vinha entregando cobertores às pessoas em situação de rua. Nos primeiros dias já haviam sido entregues 169 cobertores e, no dia 1º, à noite, foram mais 81. Ao todo, 30 pessoas aceitaram pernoitar no Centro Pop (Rua Martin Afonso, 244, Jardim Piratininga).</div>
<div></div>
<div>O local tem capacidade para abrigar 40 pessoas durante a operação inverno. Os que aceitam ser acolhidos podem tomar banho no local, recebem um kit lanche e dormem em beliches confortáveis com travesseiros e cobertores.</div>
<div></div>
<div>No Centro Pop só é possível pernoitar durante a vigência da Operação Inverno, pois o local funciona apenas para atendimento diurno, das 8h às 17h. Lá, durante o dia, as pessoas em situação de rua podem se alimentar, tomar banho e lavar suas roupas.</div>
<div></div>
<div>A Prefeitura conta com três centros de acolhimento provisório: um no centro (Rua da Estação, 211), e dois na zona Norte, na Rua Belo Horizonte, 87, Jardim Rochdale. Um deles é feminino e para famílias (casais com filhos) e outro apenas para homens adultos.</div>
<div></div>
<div>Esses locais abrigam pessoas em situação de vulnerabilidade 24 horas todos os dias e neles elas podem pernoitar, com direito a banho, refeições e higienização das roupas. O prédio conta com espaço para abrigar os pets dos que passam o dia nas ruas e apenas pernoitam no local.</div>
<div></div>
<div>Três equipes de acolhimento, compostas por educador social, assistente social e psicólogos,  atuam à noite durante a Operação Inverno e contam com o apoio de agentes da Defesa Civil do município. Eles atuam no centro e nas zonas Norte e Sul da cidade.</div>
<div></div>
<div>Os munícipes também podem auxiliar no acolhimento a essas pessoas durante a Operação Inverno – sempre que houver queda acentuada nas temperaturas, com previsão de 13 graus ou menos. Basta ligar para o telefone 156 da Prefeitura e informar onde essas pessoas se encontram, que uma equipe da abordagem social será enviada ao local.</div>
<div></div>
<div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Kart Terapia leva emoção, inclusão e sensação de liberdade às pessoas com deficiências</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/kart-terapia-leva-emocao-inclusao-e-sensacao-de-liberdade-as-pessoas-com-deficiencias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 15:26:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotia]]></category>
		<category><![CDATA[deficiências]]></category>
		<category><![CDATA[emoção]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[Kart Terapia]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na quarta edição do projeto 80 participantes, entre crianças, jovens e adultos com deficiência física e intelectual, participaram da atividade Emoção no ar, olhinhos brilhando, sorrisos largos e o vento no rosto — ainda que em velocidade moderada. O Pequeno Cotolengo de Dom Orione foi palco, no domingo (26), de uma experiência que ultrapassou qualquer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-element elementor-element-25054ba elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="25054ba" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
<div class="elementor-widget-container"><em><strong>Na quarta edição do projeto 80 participantes, entre crianças, jovens e adultos com deficiência física e intelectual, participaram da atividade</strong></em></div>
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<p>Emoção no ar, olhinhos brilhando, sorrisos largos e o vento no rosto — ainda que em velocidade moderada. O Pequeno Cotolengo de Dom Orione foi palco, no domingo (26), de uma experiência que ultrapassou qualquer definição técnica: a quarta edição do projeto Kart Terapia.</p>
<p data-start="496" data-end="804">Fruto de uma parceria entre a Secretaria da Mulher, Inclusão e Neurodiversidade de Cotia e o piloto Gene Fireball, o projeto permite que pessoas com deficiência — inclusive cadeirantes — vivenciem a experiência de andar em karts adaptados, em um circuito pensado para acolher, emocionar e incluir de verdade.</p>
<p data-start="806" data-end="1097">Nesta edição, 80 participantes, entre crianças, jovens e adultos com deficiência física e intelectual, participaram da atividade. Entre eles, internos do Cotolengo e moradores da comunidade, todos unidos por uma mesma expectativa: sentir, nem que por alguns minutos, a liberdade de acelerar.</p>
<p data-start="1099" data-end="1110">Acostumado com altas velocidades nas pistas, Gene Fireball e sua equipe fizeram o movimento inverso: desaceleraram. Os karts adaptados percorrem o circuito a cerca de 10 a 20 km/h. Mas quem acha que isso diminui a experiência claramente nunca viu a vibração de quem participa. A emoção não depende do velocímetro.</p>
<p data-start="1778" data-end="2026">A largada simbólica ficou por conta do prefeito de Cotia, Welington Formiga, que reforçou o compromisso da gestão com políticas públicas inclusivas. “A Kart Terapia é muito mais que kart adaptado para pessoas com deficiência, é amor puro”, afirmou.</p>
<p>Joelma Aparecida esperou mais de duas horas na fila. Tempo suficiente para testar a paciência de qualquer um. Mas ali, o relógio parecia outro. Quando finalmente entrou na pista, não teve dúvida: “Eu queria extravasar”. E conseguiu. “A sensação foi de liberdade”, contou, ainda com o sorriso aberto, daqueles que falam antes das palavras.</p>
<p data-start="1463" data-end="1776">No fim, ninguém saiu igual. Nem quem participou, nem quem assistiu.</p>
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<div class="gallery-icon landscape"><a href="https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-14.25.41.jpeg" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="attachment-large size-large lazyautosizes lazyloaded" src="https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-14.25.41-1449x1080.jpeg" sizes="379px" srcset="https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-14.25.41-1449x1080.jpeg 1449w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-14.25.41-450x335.jpeg 450w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-14.25.41-768x572.jpeg 768w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-14.25.41-750x559.jpeg 750w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-14.25.41-1140x850.jpeg 1140w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-14.25.41.jpeg 1500w" alt="" width="1449" height="1080" data-src="https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-14.25.41-1449x1080.jpeg" data-sizes="auto" data-srcset="https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-14.25.41-1449x1080.jpeg 1449w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-14.25.41-450x335.jpeg 450w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-14.25.41-768x572.jpeg 768w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-14.25.41-750x559.jpeg 750w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-14.25.41-1140x850.jpeg 1140w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-14.25.41.jpeg 1500w" data-expand="700" data-pin-no-hover="true" /></a></div>
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		<title>USP discute cotas PcD para vestibular de 2028</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/usp-discute-cotas-pcd-para-vestibular-de-2028/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 11:46:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Universidade de São Paulo (USP) está em um momento crucial para aprimorar sua política de inclusão, com a criação de um Grupo de Trabalho dedicado a definir as diretrizes para a implementação de cotas para pessoas com deficiência (PcD) em seus processos seletivos de graduação. Essa iniciativa responde diretamente à legislação estadual que estabelece [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade de São Paulo (USP) está em um momento crucial para aprimorar sua política de inclusão, com a criação de um Grupo de Trabalho dedicado a definir as diretrizes para a implementação de cotas para pessoas com deficiência (PcD) em seus processos seletivos de graduação. Essa iniciativa responde diretamente à legislação estadual que estabelece a reserva de vagas para este grupo nas universidades paulistas. O objetivo é assegurar que a universidade, reconhecida por sua excelência acadêmica, se torne também um espelho da diversidade da sociedade, garantindo o acesso e a permanência de estudantes PcD. A medida, que afetará o vestibular de 2028, representa um avanço significativo na busca por uma educação superior mais equitativa e representativa.</p>
<p> Avanço na inclusão e a criação do grupo de trabalho</p>
<p>Em conformidade com a Lei Estadual 18.167, publicada em julho do ano passado, que estabelece a reserva de vagas para pessoas com deficiência (PcD) em cursos técnicos e de graduação das instituições estaduais paulistas, a Universidade de São Paulo (USP) instituiu um Grupo de Trabalho (GT) especializado. Este grupo tem a missão fundamental de traçar o roteiro para a efetivação dessa política de inclusão nos diversos formatos de ingresso da universidade: Fuvest, Provão Paulista e Enem-USP. A implementação das cotas PcD é vista como um passo vital para que a USP não apenas cumpra a legislação, mas também reforce seu compromisso com a representatividade e a pluralidade em sua comunidade acadêmica.</p>
<p>A constituição do GT reflete uma abordagem abrangente e colaborativa, reunindo vozes diversas e especializadas. Seus membros incluem representantes da Pró-Reitoria de Graduação (PRG) e da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento (PRIP), além de integrantes de coletivos de pessoas com deficiência da própria USP e especialistas externos no tema. Esta composição multifacetada garante que as diretrizes sejam formuladas com base em um profundo conhecimento das necessidades e desafios enfrentados pelas pessoas com deficiência, bem como das melhores práticas de inclusão em ambientes universitários.</p>
<p> Composição e autonomia do GT</p>
<p>O pró-reitor de Graduação, Marcos Neira, enfatizou a importância e a autonomia do Grupo de Trabalho. Segundo ele, o GT foi formado por discentes, docentes e servidores, indicados por membros do Conselho de Graduação (CoG) e do Conselho de Inclusão e Pertencimento (CoIP), pelas próprias Pró-Reitorias envolvidas e pelos coletivos de pessoas com deficiência. Neira destacou que essa estrutura confere ao grupo &#8220;total autonomia para elaborar uma proposta de resolução voltada à implementação da política&#8221;. Ele complementou, afirmando que a iniciativa é &#8220;uma ação fundamental para que a USP avance, em conformidade com a legislação, na ampliação da representatividade das pessoas com deficiência na comunidade universitária&#8221;. A diversidade de perspectivas dentro do GT é um pilar para a criação de uma política robusta e eficaz, que realmente atenda às demandas de inclusão.</p>
<p> Detalhamento do processo e cronograma</p>
<p>O Grupo de Trabalho tem um prazo de 120 dias para cumprir sua tarefa. Durante esse período, os membros se dedicarão à análise aprofundada dos dispositivos legais existentes, à discussão dos critérios mais adequados para a reserva de vagas e, por fim, à elaboração da minuta da resolução. Este documento será a base para a implementação das cotas PcD e passará por um rigoroso processo de aprovação dentro da estrutura da Universidade de São Paulo, garantindo que a proposta final seja amplamente debatida e validada por diversas instâncias colegiadas.</p>
<p>O caminho para a aprovação da resolução é estruturado e envolve várias etapas. Primeiramente, a minuta elaborada pelo GT será submetida à avaliação da Câmara de Cursos e Ingressos da PRG e da Câmara para Políticas de Inclusão de Pessoas com Deficiências da PRIP. Essas câmaras, com suas respectivas especialidades, analisarão a proposta sob diferentes ângulos, garantindo sua adequação pedagógica e inclusiva. Após os ajustes necessários e a validação nessas duas instâncias, o documento seguirá para discussão e votação no Conselho de Graduação (CoG) e no Conselho de Inclusão e Pertencimento (CoIP).</p>
<p> Cronograma de aprovação e entrada em vigor</p>
<p>A aprovação final da resolução é um processo que demanda tempo e múltiplas validações. Somente após ser aprovada em ambos os conselhos – o CoG e o CoIP – é que a proposta será apresentada ao Conselho Universitário (CoC). O Conselho Universitário é a instância deliberativa máxima da Universidade e sua aprovação é essencial para que a resolução entre em vigor. A previsão é que esta etapa final ocorra ainda no primeiro semestre de 2027. Uma vez aprovada, a política de reserva de vagas para pessoas com deficiência passará a valer para o vestibular que selecionará os estudantes que ingressarão na USP no ano de 2028. Este cronograma detalhado demonstra o compromisso da universidade com a transparência e a legitimidade de suas ações.</p>
<p> A legislação por trás das cotas PcD</p>
<p>A implementação das cotas PcD na USP é uma resposta direta à Lei Estadual 18.167. Esta legislação é um marco significativo para a educação paulista, pois garante a reserva de vagas para pessoas com deficiência não apenas em cursos de graduação, mas também em cursos técnicos oferecidos pelas instituições estaduais. A pró-reitora de Inclusão e Pertencimento, Patrícia Gama, destacou a relevância dessa medida para a USP. &#8220;A abertura de cotas para estudantes com deficiência representa um marco nas ações direcionadas à inclusão na USP e responde à Lei 18.167&#8221;, afirmou. Ela reconhece que este é um &#8220;passo desafiador em diferentes aspectos&#8221;, mas reitera a &#8220;importância de garantir o acesso e tornar a Universidade ainda mais plural&#8221;. A expectativa é de que, com essa nova política, a universidade se enriqueça com novas perspectivas e experiências.</p>
<p>O percentual de vagas a ser reservado é um ponto crucial da Lei 18.167. A legislação estabelece que este percentual deve ser, no mínimo, igual à proporção de pessoas com deficiência na população do Estado de São Paulo, conforme os dados do último censo da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa determinação garante que a reserva de vagas seja proporcional à representatividade desse grupo na sociedade, buscando uma inclusão justa e baseada em dados demográficos concretos.</p>
<p> Impacto e critérios de implementação</p>
<p>Um dos aspectos práticos da lei é a gestão das vagas reservadas. Caso as vagas destinadas às pessoas com deficiência não sejam preenchidas de acordo com os critérios estabelecidos, a legislação prevê que essas vagas remanescentes poderão ser ocupadas por outros candidatos. Essa flexibilidade visa garantir que nenhuma vaga seja desperdiçada e que a capacidade da universidade seja plenamente utilizada, ao mesmo tempo em que prioriza a inclusão.</p>
<p>Além disso, a Lei 18.167 contempla um suporte essencial para os estudantes com deficiência que forem aprovados nos processos seletivos. Em situações de comprovada necessidade, a legislação assegura o direito a um acompanhante especializado. Essa provisão é vital para garantir que os estudantes PcD tenham o apoio necessário para se desenvolver academicamente e integrar-se plenamente ao ambiente universitário, superando barreiras e fomentando a autonomia. A pró-reitora Patrícia Gama expressou otimismo quanto ao processo, afirmando: &#8220;Certamente, iremos aprender muito durante este processo e com todas as pessoas que chegarem à USP pelo novo sistema&#8221;, sinalizando um compromisso contínuo com a adaptação e a melhoria das políticas de inclusão.</p>
<p> Um futuro mais inclusivo na USP</p>
<p>A implementação das cotas PcD no vestibular da USP, a partir do ingresso em 2028, representa um compromisso sólido da instituição com os princípios da equidade e da inclusão. Esta iniciativa não se limita ao cumprimento de uma exigência legal, mas sim à concretização de uma visão de universidade mais diversa, acessível e representativa da sociedade. Ao garantir o acesso de pessoas com deficiência, a USP não apenas abre portas para novos talentos, mas também enriquece o ambiente acadêmico com uma pluralidade de vivências e perspectivas, fundamentais para a formação de cidadãos e profissionais mais conscientes e preparados para os desafios contemporâneos. É um passo audacioso e necessário em direção a um futuro educacional mais justo para todos.</p>
<p> FAQ</p>
<p>1. Qual é o principal objetivo da criação do Grupo de Trabalho na USP?<br />
O principal objetivo do Grupo de Trabalho é definir as diretrizes e elaborar uma proposta de resolução para a implementação das cotas para pessoas com deficiência (PcD) nos processos seletivos de graduação da USP, em conformidade com a Lei Estadual 18.167.</p>
<p>2. Quando as cotas PcD começarão a valer na USP?<br />
As cotas PcD começarão a valer para o vestibular que selecionará os estudantes que ingressarão na Universidade de São Paulo no ano de 2028. A resolução final deve ser aprovada pelo Conselho Universitário no primeiro semestre de 2027.</p>
<p>3. Qual o percentual de vagas reservadas para pessoas com deficiência?<br />
O percentual de vagas reservadas será, no mínimo, igual ao percentual de pessoas com deficiência na população do Estado de São Paulo, de acordo com os dados do último censo do IBGE.</p>
<p>4. O que acontece se as vagas reservadas não forem preenchidas?<br />
No caso de não preenchimento das vagas reservadas para pessoas com deficiência, as vagas remanescentes poderão ser preenchidas pelos demais candidatos que concorrem ao vestibular.</p>
<p>5. A lei prevê algum suporte para estudantes PcD aprovados?<br />
Sim, a Lei 18.167 prevê que, em casos de comprovada necessidade, as pessoas com deficiência aprovadas nos concursos seletivos terão direito a um acompanhante especializado.</p>
<p>Para mais informações sobre as políticas de inclusão e os próximos passos deste importante processo, acompanhe os canais oficiais da Universidade de São Paulo.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Feirão de Emprego de Cotia foi um sucesso e recebeu mais 300 pessoas em busca de oportunidades</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/feirao-de-emprego-de-cotia-foi-um-sucesso-e-recebeu-mais-300-pessoas-em-busca-de-oportunidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 16:50:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotia]]></category>
		<category><![CDATA[Feirão de Empregos]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidades]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 300 pessoas passaram pelo Feirão de Emprego promovido pela Prefeitura de Cotia, por meio da Secretaria de Trabalho e Renda, em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho. O evento reuniu empresas de pequeno, médio e grande porte, que realizaram, no próprio local, a pré-seleção de candidatos para diversas áreas. Entre as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 300 pessoas passaram pelo Feirão de Emprego promovido pela Prefeitura de Cotia, por meio da Secretaria de Trabalho e Renda, em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho. O evento reuniu empresas de pequeno, médio e grande porte, que realizaram, no próprio local, a pré-seleção de candidatos para diversas áreas.</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-57525 alignleft" src="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-10.06.56-1-1440x1080-1-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-10.06.56-1-1440x1080-1-300x225.jpeg 300w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-10.06.56-1-1440x1080-1-1024x768.jpeg 1024w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-10.06.56-1-1440x1080-1-768x576.jpeg 768w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-10.06.56-1-1440x1080-1-150x113.jpeg 150w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-10.06.56-1-1440x1080-1.jpeg 1440w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Entre as vagas oferecidas pelas quase 20 empresas participantes estavam oportunidades nos setores de serviços, logística, linha de produção, atendimento e vendas. Os candidatos, de diferentes idades e níveis de escolaridade, puderam apresentar seus currículos e participar de entrevistas em mais de uma empresa, ampliando as chances de contratação.</p>
<p>Para muitos, o feirão representou o primeiro contato direto com o mercado de trabalho. Foi o caso de Carlos Eduardo, de 21 anos, estudante de Arquitetura, que buscava sua primeira oportunidade.</p>
<p>“Eu vim procurar vagas que não exijam experiência, já que é meu primeiro emprego. Não tenho uma área específica ainda, mas estou cursando arquitetura, então talvez algo relacionado, como logística ou lojas de construção”, contou.<br />
Carlos participou de três entrevistas durante o evento e aprovou a iniciativa. “Achei maravilhoso. A organização é ótima, são boas empresas. Vale muito a pena, principalmente porque é acessível e perto do terminal”, disse, confiante na possibilidade de contratação.</p>
<figure id="attachment_89010" class="wp-caption alignright" aria-describedby="caption-attachment-89010"><img decoding="async" class="wp-image-89010 size-medium" src="https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-10.06.55-450x338.jpeg" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" srcset="https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-10.06.55-450x338.jpeg 450w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-10.06.55-1440x1080.jpeg 1440w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-10.06.55-768x576.jpeg 768w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-10.06.55-1536x1152.jpeg 1536w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-10.06.55-750x563.jpeg 750w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-10.06.55-1140x855.jpeg 1140w, https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp-image-2026-04-27-at-10.06.55.jpeg 1600w" alt="" width="450" height="338" data-pin-no-hover="true" /><figcaption id="caption-attachment-89010" class="wp-caption-text"><strong>Representantes da Balducco aproveitaram o Feirão para selecionar funcionários para nova loja em Cotia/ Sonia Marques</strong></figcaption></figure>
<p>O feirão também foi estratégico para as empresas. Kátia Soares e Júlio Neto Representantes da Balducco, que deve inaugurar uma loja na região do km 39 da Rodovia Raposo Tavares, aproveitaram a ação para recrutar novos colaboradores. A previsão é de que a unidade seja aberta em maio.</p>
<p>A empresa busca preencher sete vagas, distribuídas entre funções como auxiliar geral, auxiliar de limpeza, operadora de caixa, fiscal de caixa e conferente. Segundo os recrutadores, o evento facilita o processo de seleção.</p>
<p>“A iniciativa ajuda muito os dois lados. Para quem procura emprego e para a empresa, que consegue agilizar a contratação e encontrar profissionais com o perfil que precisa”, destacaram. A expectativa é de que parte das vagas seja preenchida ainda a partir das entrevistas realizadas no feirão.</p>
<p>Entre os candidatos, a jovem Dulce Maria, de 18 anos, também buscava o primeiro emprego e saiu otimista. “Aqui a gente tem contato direto com as empresas, o que aumenta muito a expectativa. Antes eu mandava currículo pela internet e não tinha certeza se chegava. Agora estou mais confiante”, afirmou.</p>
<p>Para o secretário de Trabalho e Renda, Michel Alves, o saldo do evento foi positivo, tanto pela adesão do público quanto pelo número de empresas participantes e oportunidades oferecidas. A proposta, segundo ele, é continuar promovendo ações que aproximem empregadores e trabalhadores, facilitando o acesso ao mercado de trabalho na cidade que vem se destacando no ranking entre que mais empregam no Estado de São Paulo.</p>
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		<title>Projeto incentiva ações de prevenção e busca a pessoas desaparecidas em Osasco</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/projeto-incentiva-acoes-de-prevencao-e-busca-a-pessoas-desaparecidas-em-osasco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 15:31:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Municipal de Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[desaparecidas]]></category>
		<category><![CDATA[incentiva]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Plenário aprova quatro projetos e acata um veto na 20ª Sessão Ordinária O Plenário da Câmara Municipal de Osasco aprovou nesta quinta-feira (23), durante a 20ª Sessão Ordinária, projeto que toca em um tema devastador para milhares de famílias brasileiras: o desaparecimento de pessoas. Proposto pelo vereador Guilherme Prado (PRD), o Projeto de Lei 222/2025 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><em>Plenário aprova quatro projetos e acata um veto na 20ª Sessão Ordinária</em></div>
<div>
<p>O Plenário da Câmara Municipal de Osasco aprovou nesta quinta-feira (23), durante a 20ª Sessão Ordinária, projeto que toca em um tema devastador para milhares de famílias brasileiras: o desaparecimento de pessoas.</p>
<p>Proposto pelo vereador Guilherme Prado (PRD), o Projeto de Lei 222/2025 visa promover conscientização, mobilização social e o fortalecimento de políticas públicas locais destinadas à prevenção, busca e apoio às famílias de pessoas desaparecidas.</p>
<p>A matéria institui uma nova data no calendário oficial do município &#8211; o Dia da Pessoa Desaparecida, a ser celebrado anualmente em 30 de agosto, em consonância com o Dia Internacional das Vítimas de Desaparecimentos Forçados, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2010.</p>
<p>Ao explanar a proposta na Tribuna, Guilherme Prado apresentou dados sobre pessoas desaparecidas no Brasil e em Osasco. “Só no Brasil, temos mais de 84 mil pessoas desaparecidas por ano. Na cidade de Osasco, nos últimos 3 meses, tivemos 65 pessoas desaparecidas. Dá quase uma pessoa desaparecida por dia”, lamentou.</p>
<p>O parlamentar espera que a nova data ajude o poder público a criar políticas públicas preventivas e informativas, além de aprimorar respostas, reduzindo o sofrimento das famílias.</p>
<p>Como foi aprovado em primeiro turno, o projeto deve passar por nova votação antes de ser encaminhado para apreciação do prefeito Gerson Pessoa (PODE).</p>
<p><strong>Outros projetos</strong></p>
<p>O plenário aprovou outros quatro itens nesta quinta-feira. Foram três Projetos de Decreto Legislativo (PDLs) e um veto do Executivo. De autoria do vereador Délbio Teruel (União), o PDL 94/2025 trata da concessão de Cartão de Prata ao presidente da CMTO, Fábio Grossi. De iniciativa da vereadora Lúcia da Saúde (PODE), o PDL 75/2025 concede Cartão de Prata à pastora Ninfa Cândida Alves Pereira. Já o PDL 65/2025, do vereador Alexandre Capriotti (PL), dispõe sobre a concessão de Título de Cidadã Osasquense à ativista social Elza Pereira Lopes Sena, da Associação Gente Inocente, que atua na luta por moradia.</p>
<p>Já o veto total ao Projeto de Lei 143/2025 foi acatado com oito votos favoráveis, quatro contrários e uma abstenção. A matéria instituiria a Semana QuitaOz no calendário oficial da cidade e foi vetada devido a vício de iniciati</p>
</div>
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		<title>São Paulo: Sessões Azuis impulsionam inclusão cultural para o público TEA</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/sao-paulo-sessoes-azuis-impulsionam-inclusao-cultural-para-o-publico-tea/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 20:03:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[azuis]]></category>
		<category><![CDATA[culturais]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[sessões]]></category>
		<category><![CDATA[TEA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Abril, reconhecido como o mês de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), lança luz sobre uma realidade vivida por milhões de brasileiros. Dados do último censo demográfico do IBGE indicam que aproximadamente 2,4 milhões de pessoas no país convivem com o autismo, representando cerca de 1,2% da população. Para além da crucial necessidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Abril, reconhecido como o mês de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), lança luz sobre uma realidade vivida por milhões de brasileiros. Dados do último censo demográfico do IBGE indicam que aproximadamente 2,4 milhões de pessoas no país convivem com o autismo, representando cerca de 1,2% da população. Para além da crucial necessidade de acesso a tratamentos, terapias e políticas públicas de saúde e educação, a garantia do direito à cidadania plena e à cultura é igualmente fundamental. No entanto, as particularidades do TEA, especialmente a hipersensibilidade sensorial, podem transformar experiências culturais em desafios complexos e até dolorosos. Para superar essas barreiras e promover a inclusão, as sessões azuis surgem como uma iniciativa transformadora, adaptando ambientes para acolher pessoas com TEA em eventos culturais.</p>
<p><strong>Compreendendo o TEA e os desafios sensoriais</strong></p>
<p>O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição neurobiológica que afeta o desenvolvimento e o funcionamento do cérebro, manifestando-se de diversas formas em cada indivíduo. Caracteriza-se por padrões de comunicação e interação social distintos, bem como por interesses restritos e comportamentos repetitivos. Uma das características mais marcantes e desafiadoras para muitas pessoas com TEA é a hipersensibilidade sensorial. Esta condição se manifesta como uma resposta intensificada a estímulos que, para a maioria das pessoas, seriam triviais ou imperceptíveis. Sons rotineiros podem se tornar ensurdecedores, luzes normais podem parecer ofuscantes, e até mesmo toques, texturas ou cheiros podem provocar desconforto extremo.</p>
<p>Essa sobrecarga sensorial pode desencadear crises de ansiedade, dores de cabeça intensas, irritabilidade e um profundo mal-estar, transformando ambientes públicos e culturais em fontes de angústia em vez de lazer. Um cinema lotado com som alto e luzes piscando, um museu com muitas pessoas e estímulos visuais complexos, ou um teatro com efeitos sonoros e visuais impactantes, podem ser experiências insuportáveis para indivíduos com autismo, inviabilizando sua participação e o acesso a um direito social fundamental. A ausência de adaptações nesses espaços perpetua a exclusão, marginalizando uma parcela significativa da população e suas famílias.</p>
<p><strong>A importância do ambiente adaptado</strong></p>
<p>É nesse contexto que as sessões azuis surgem como uma solução inovadora e empática. Elas representam a criação de ambientes culturais especificamente adaptados para atender às necessidades do público com TEA, mitigando os estímulos que causam desconforto e promovendo uma experiência acolhedora e segura. A adaptação envolve a redução drástica do volume do som e da intensidade da iluminação, criando um ambiente de meia-luz que minimiza a sobrecarga sensorial visual e auditiva. Além disso, essas sessões permitem uma maior liberdade de movimento e expressão, contrastando com as normas mais rígidas de silêncio e imobilidade geralmente esperadas em eventos culturais.</p>
<p>A permissão para conversar, andar pela sala ou expressar emoções sem julgamento alivia a pressão social, um fator que muitas vezes contribui para a ansiedade em pessoas com autismo. A redução do número de espectadores também contribui para um ambiente mais tranquilo e menos opressor. Essas modificações não apenas tornam a experiência cultural possível, mas também a transformam em um momento de prazer e inclusão, permitindo que indivíduos com TEA e suas famílias desfrutem de filmes, peças de teatro, exposições e outras manifestações artísticas em um contexto de maior conforto e compreensão. O engenheiro Rafael Portugal, pai de uma criança neurodivergente, descreve a experiência como &#8220;um ambiente mais confortável para autistas&#8221;, destacando a relevância dessas adaptações.</p>
<p><strong>A expansão das sessões azuis pelo Brasil</strong></p>
<p>A iniciativa das sessões azuis tem ganhado força e reconhecimento em todo o território nacional, com a implementação dessas adaptações em diversos espaços culturais. Teatros, museus e grandes redes de cinema em diferentes cidades brasileiras já oferecem programações especiais que contemplam o público com TEA. No Rio de Janeiro, por exemplo, o Aquário Marinho e o BioParque adotaram horários específicos em dias determinados, garantindo visitas mais confortáveis e acessíveis. Grandes redes de cinema têm expandido suas ofertas, não apenas reduzindo o som e a luz, mas também diminuindo a quantidade de trailers e propagandas antes dos filmes, que podem ser fontes adicionais de estímulos intensos.</p>
<p>Essa expansão demonstra uma crescente conscientização e um compromisso com a inclusão. Recentemente, a rede Kinoplex, em sintonia com o Abril Azul, organizou uma programação especial para o público com autismo e suas famílias, exibindo filmes em sessões adaptadas em todo o país. Outras redes de cinema também têm promovido iniciativas semelhantes, solidificando a prática das sessões azuis como um componente essencial da agenda cultural inclusiva.</p>
<p><strong>Além do lazer: um direito fundamental</strong></p>
<p>A garantia das sessões azuis transcende a mera oferta de lazer; ela se configura como a efetivação de um direito social e cultural. A capacidade de participar de eventos culturais não é apenas uma questão de entretenimento, mas um aspecto intrínseco à cidadania plena e ao desenvolvimento humano. A cultura é um veículo para a aprendizagem, a interação social, a expressão de identidade e o senso de pertencimento. Ao remover as barreiras de acesso para pessoas com TEA, as sessões azuis valorizam a diversidade do público e promovem uma sociedade mais equitativa e compreensiva.</p>
<p>Atualmente, a obrigatoriedade das sessões azuis já é assegurada por lei em cidades como Fortaleza e nos estados de São Paulo e Distrito Federal, refletindo um avanço legislativo importante. Contudo, existe um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados que busca estender essa obrigatoriedade para todo o território nacional, garantindo que a inclusão cultural para pessoas com TEA não seja uma exceção, mas uma regra em todo o Brasil. Essa medida representa um passo crucial para consolidar o acesso à cultura como um direito inalienável para todos os cidadãos, independentemente de suas condições neurobiológicas, promovendo a plena participação e o bem-estar da comunidade autista.</p>
<p><strong>O futuro da inclusão cultural para o autismo</strong></p>
<p>As sessões azuis representam um avanço significativo na jornada em direção a uma sociedade mais inclusiva e sensível às necessidades de todas as pessoas, especialmente aquelas no espectro autista. Ao adaptar ambientes culturais, essas iniciativas não apenas abrem portas para o lazer e a arte, mas também reforçam a importância de reconhecer e valorizar a neurodiversidade. O crescimento e a consolidação das sessões azuis em todo o Brasil, impulsionados pela conscientização e pela legislação, são um testemunho do compromisso coletivo em garantir que a cultura seja um espaço acessível e prazeroso para todos. A expectativa é que, com o avanço da legislação e o engajamento contínuo de instituições e da sociedade civil, a inclusão cultural para o público TEA se torne uma realidade ainda mais abrangente e permanente em todo o país.</p>
<p>FAQ</p>
<p>O que são sessões azuis?<br />
Sessões azuis são eventos culturais (como exibições de filmes, peças de teatro ou visitas a museus) adaptados para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). As adaptações incluem som reduzido, luz mais baixa, liberdade de movimento e menor número de pessoas, visando proporcionar um ambiente mais confortável e menos estimulante.</p>
<p>Por que as sessões azuis são importantes para pessoas com TEA?<br />
Muitas pessoas com TEA sofrem de hipersensibilidade sensorial, o que torna ambientes com muitos estímulos (sons altos, luzes intensas, multidões) desafiadores e estressantes. As sessões azuis mitigam esses estímulos, permitindo que indivíduos com autismo e suas famílias desfrutem da cultura sem ansiedade ou desconforto.</p>
<p>Onde posso encontrar sessões azuis?<br />
Sessões azuis são oferecidas em diversas cidades e estados do Brasil. Grandes redes de cinema, alguns teatros, museus e parques (como o Aquário Marinho e o BioParque do Rio de Janeiro) já contam com programações especiais. É recomendável verificar a programação de instituições culturais locais para informações atualizadas.</p>
<p>As sessões azuis são garantidas por lei em todo o Brasil?<br />
Atualmente, as sessões azuis são garantidas por lei em algumas localidades, como no Distrito Federal, São Paulo e Fortaleza. Existe um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados que visa estender essa obrigatoriedade para todo o território nacional, buscando universalizar o acesso à cultura para pessoas com TEA.</p>
<p>Para se manter informado sobre as próximas sessões azuis e apoiar a causa da inclusão cultural, siga as redes sociais das instituições culturais de sua região e participe ativamente da promoção de ambientes mais acolhedores para todos.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Estudo recomenda ampliação de cotas raciais em Santa Catarina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 03:01:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[santa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo recente aponta para a necessidade urgente de expandir as políticas afirmativas de recorte racial no ensino superior e no mercado de trabalho em Santa Catarina. A pesquisa defende que essa ampliação é crucial para acelerar a erradicação das profundas desigualdades raciais ainda presentes no estado. Essa recomendação, contudo, contraria diretamente a Lei Estadual [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo recente aponta para a necessidade urgente de expandir as políticas afirmativas de recorte racial no ensino superior e no mercado de trabalho em Santa Catarina. A pesquisa defende que essa ampliação é crucial para acelerar a erradicação das profundas desigualdades raciais ainda presentes no estado. Essa recomendação, contudo, contraria diretamente a Lei Estadual nº 19.722, de 2026, que vetou a adoção de ações afirmativas e cotas de vagas para o ingresso de estudantes e a contratação de profissionais em instituições de ensino que recebem verbas públicas. O cenário levanta um debate significativo sobre a legislação e a eficácia das cotas raciais, com desdobramentos já sendo observados no sistema judiciário.</p>
<p> O paradoxo das políticas raciais em Santa Catarina</p>
<p> Controvérsia entre pesquisa e legislação estadual</p>
<p>A recomendação para a ampliação de políticas afirmativas em Santa Catarina surge de um estudo aprofundado, que clama por ações contundentes para reduzir as disparidades raciais existentes. Esta orientação colide frontalmente com a Lei Estadual nº 19.722, de 2026, que implementou uma proibição explícita no estado, impedindo a reserva de vagas ou qualquer modalidade de cota, como vagas suplementares e medidas semelhantes, para o acesso de estudantes ou a contratação de docentes, técnicos e outros profissionais em instituições de ensino superior públicas ou que dependam de verbas públicas.</p>
<p>A norma estadual, sancionada pelo governador Jorginho Mello, filiado ao Partido Liberal (PL), estabelece, contudo, algumas exceções importantes. A proibição não se aplica à reserva de vagas destinadas a Pessoas com Deficiência (PCD), nem àquelas baseadas estritamente em critérios econômicos, ou para estudantes egressos de instituições estaduais públicas de ensino médio. Essa especificidade da lei é um ponto de crítica, uma vez que, segundo especialistas, ela aborda desigualdades sem reconhecer explicitamente o componente racial como um fator predominante de afligição para grupos como pessoas negras, quilombolas, indígenas ou trans.</p>
<p>A aprovação da lei é avaliada por coordenadores do estudo como tendo um caráter acentuadamente político e ideológico. Eles sugerem que tal medida pode servir para estimular uma base eleitoral refratária à discussão da questão racial, lamentando que o processo legislativo – desde a elaboração até a sanção – tenha ocorrido sem a devida realização de estudos prévios ou consulta à sociedade civil organizada, incluindo a ausência de audiências públicas.</p>
<p> As raízes da desigualdade: dados do mercado de trabalho e ensino</p>
<p> Impacto da lei e dados alarmantes de Santa Catarina</p>
<p>A análise do estudo reforça que a redução ou restrição de políticas destinadas à equidade racial, bem como a diminuição do acesso de pessoas negras ao ensino superior, pode ter um impacto negativo de longo prazo. A pesquisa prevê que essa limitação dificultará inevitavelmente a ascensão de indivíduos negros a posições estratégicas no mercado de trabalho, contribuindo para a perpetuação das desigualdades históricas entre negros e brancos.</p>
<p>Os dados do mercado de trabalho em Santa Catarina, coletados entre 2012 e 2023, revelam um cenário de persistente disparidade. O percentual de pessoas negras em situação de desocupação foi quase o dobro do de pessoas brancas, evidenciando uma vulnerabilidade acentuada. Em 2023, a presença de pessoas negras em cargos gerenciais era de apenas metade do que sua proporção na população total do estado sugeriria, enquanto pessoas brancas ocupavam quase 90% desses cargos, mesmo representando 76,3% da população catarinense. A discrepância se estende à renda: a renda média das pessoas negras, considerando todas as fontes, correspondia a menos de dois terços da renda das pessoas brancas. Preocupantemente, essa diferença se mantém mesmo para aqueles com escolaridade superior; em 2023, pessoas negras com nível superior recebiam, em média, R$ 4.987,16, contra R$ 5.824,52 de pessoas brancas.</p>
<p> A eficácia comprovada das ações afirmativas</p>
<p>Em contraste com os dados de desigualdade, a avaliação do estudo atesta a notável eficácia das políticas afirmativas para promover uma maior inclusão de estudantes pretos ou pardos no ambiente universitário. Em um intervalo de sete anos, entre 2016 e 2023, a presença de estudantes negros nos cursos de graduação de Santa Catarina mais que dobrou, passando de 8,8% para 20,2%.</p>
<p>Ao focar nos discentes de ensino superior na faixa etária adequada (18 a 24 anos) para a graduação, o estudo também registra um avanço significativo na participação de pessoas negras, que saltou de 7,7% para 15,7% no mesmo período. A pesquisa sublinha que esse crescimento não ocorreu de maneira espontânea, mas está diretamente associado à implementação e ao fortalecimento de políticas de ações afirmativas no ensino superior, destacando o sistema de cotas raciais no setor público e programas como o Prouni e o Fies no setor privado, como pilares fundamentais para esses resultados positivos.</p>
<p> Desdobramentos políticos e jurídicos da lei</p>
<p> Questionamentos e o caminho no judiciário</p>
<p>O panorama em torno da Lei Estadual nº 19.722, de 2026, que proíbe as cotas raciais em Santa Catarina, rapidamente se transformou em um campo de batalha jurídica. No dia seguinte à sua sanção pelo governador, a Justiça de Santa Catarina agiu prontamente, decidindo pela suspensão da aplicação da norma, em um movimento que sinaliza a complexidade e a controvérsia gerada pela legislação.</p>
<p>Paralelamente, a questão escalou para a mais alta corte do país. A lei foi levada à consideração do Supremo Tribunal Federal (STF) por meio de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN). O julgamento dessa ADIN teve seu início no plenário virtual da Corte, com a análise dos ministros em andamento. Esses desenvolvimentos no judiciário indicam a seriedade das preocupações levantadas sobre a constitucionalidade e o impacto social da proibição das cotas, especialmente diante das evidências de desigualdade racial apresentadas pelo estudo.</p>
<p> Perspectivas para a equidade racial em Santa Catarina</p>
<p>O debate sobre as políticas afirmativas e a Lei Estadual nº 19.722/2026 em Santa Catarina representa um momento crítico na busca pela equidade racial. Enquanto o estudo aponta para a necessidade urgente de ampliação de cotas para combater as profundas desigualdades no ensino e no mercado de trabalho, a legislação estadual se move em sentido contrário. Os desdobramentos políticos e jurídicos, com a suspensão da lei e a análise pelo STF, demonstram a relevância e a complexidade da questão, que exige um olhar atento da sociedade. O futuro da inclusão e da justiça social em Santa Catarina pode depender diretamente do desfecho desses embates, reforçando a importância de decisões embasadas em dados e na realidade social para construir um estado verdadeiramente equitativo.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre cotas e desigualdade em SC</p>
<p>Qual a principal recomendação do estudo sobre políticas raciais em SC?<br />
O estudo recomenda a ampliação das políticas afirmativas de recorte racial no ensino superior e no mercado de trabalho em Santa Catarina, visando a erradicação acelerada das desigualdades raciais.</p>
<p>Quais dados o estudo aponta sobre a desigualdade racial no mercado de trabalho catarinense?<br />
A pesquisa revela que o percentual de pessoas negras desocupadas foi quase o dobro do de pessoas brancas; a presença de negros em cargos gerenciais era de cerca de metade de sua proporção populacional; e a renda média de pessoas negras correspondia a menos de dois terços da renda de pessoas brancas, mesmo com escolaridade superior.</p>
<p>A lei estadual que proíbe as cotas já está em vigor?<br />
Não. A Lei Estadual nº 19.722, de 2026, foi suspensa pela Justiça de Santa Catarina no dia seguinte à sua sanção e está sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF) em uma Ação Direta de Inconstitucionalidade.</p>
<p>Quais os argumentos contra a lei, segundo o estudo?<br />
O estudo e seus coordenadores argumentam que a lei ignora a dimensão racial das desigualdades, possui caráter político-ideológico e foi elaborada e sancionada sem estudos prévios ou consulta à sociedade civil e sem a realização de audiências públicas.</p>
<p>Como as ações afirmativas impactaram o ensino superior em SC?<br />
O estudo demonstra que, entre 2016 e 2023, a presença de estudantes negros na graduação aumentou de 8,8% para 20,2%, e a participação de estudantes negros na idade adequada (18 a 24 anos) em cursos superiores cresceu de 7,7% para 15,7%, evidenciando a eficácia dessas políticas.</p>
<p>Para se aprofundar nos detalhes dessa importante discussão e acompanhar os desdobramentos futuros, continue acessando informações e análises sobre o tema.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>São Paulo abre inscrições para curso gratuito sobre direitos de autistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:45:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[são]]></category>
		<category><![CDATA[TEA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo (SEDPcD), em colaboração com a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), anunciou a abertura de inscrições para o curso gratuito sobre direitos das pessoas autistas intitulado “Entendendo o TEA”. Esta iniciativa educacional visa capacitar familiares, educadores e o público em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo (SEDPcD), em colaboração com a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), anunciou a abertura de inscrições para o curso gratuito sobre direitos das pessoas autistas intitulado “Entendendo o TEA”. Esta iniciativa educacional visa capacitar familiares, educadores e o público em geral, aprofundando o conhecimento sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), suas características, desafios e, fundamentalmente, os direitos garantidos por lei. As inscrições estão abertas até o dia 17 de abril, oferecendo uma oportunidade essencial para promover a inclusão e a compreensão. Com uma carga horária de 20 horas e formato totalmente online, o curso é assíncrono, permitindo flexibilidade aos participantes, e culmina na emissão de um certificado. A proposta integra o programa Escola da Inclusão, uma vertente do governo paulista dedicada à ampliação do conhecimento e à construção de uma sociedade mais acolhedora e equitativa.</p>
<p> Curso &#8220;Entendendo o TEA&#8221;: Detalhes e objetivo</p>
<p>O curso &#8220;Entendendo o TEA&#8221; é uma ferramenta valiosa para desmistificar o Transtorno do Espectro Autista e equipar os participantes  Desenvolvido para ser acessível a uma vasta gama de pessoas, desde pais e cuidadores até profissionais da educação e cidadãos interessados, o programa foi meticulosamente estruturado em quatro módulos progressivos. Estes módulos foram desenhados para construir uma compreensão abrangente do TEA, partindo dos fundamentos e avançando para aspectos mais complexos, como os direitos e as estratégias de intervenção. A modalidade de Educação a Distância (EAD) assíncrona garante que os interessados possam acessar o conteúdo no seu próprio ritmo e conveniência, eliminando barreiras geográficas e de horário.</p>
<p> Formato e conteúdo programático</p>
<p>O curso tem uma carga horária total de 20 horas, divididas em quatro módulos que guiam o aluno por uma jornada de aprendizado sobre o Transtorno do Espectro Autista. As aulas serão disponibilizadas a partir de 22 de abril, permitindo que os inscritos iniciem seus estudos após o período de matrícula. Ao final do curso, os participantes que completarem as atividades propostas receberão um certificado de conclusão, atestando a aquisição de conhecimento sobre o tema.</p>
<p>Os módulos são:</p>
<p>1.  O que é TEA: Este módulo introdutório foca em apresentar o conceito do Transtorno do Espectro Autista, suas definições históricas e a diversidade dentro do espectro. Explora as características comuns e a ampla variabilidade que define o TEA, desfazendo mitos e fornecendo uma base sólida para o entendimento.<br />
2.  Identificando e entendendo o TEA: Aprofunda-se nos critérios diagnósticos, sinais precoces e manifestações do autismo em diferentes idades. Aborda como o TEA pode influenciar a comunicação social, comportamentos repetitivos e interesses restritos, e oferece ferramentas para a observação e compreensão das particularidades de cada indivíduo.<br />
3.  Direitos e garantias legais: Este é um pilar fundamental do curso, detalhando a legislação vigente que protege e garante os direitos das pessoas autistas no Brasil, com foco nas leis estaduais de São Paulo. São discutidos tópicos como acesso à educação inclusiva, saúde, trabalho, transporte e a importância da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA).<br />
4.  Estratégias e intervenções: O módulo final concentra-se em abordagens práticas para promover a inclusão e o bem-estar de pessoas com TEA. Aborda estratégias de comunicação, adaptações ambientais, intervenções comportamentais e educacionais baseadas em evidências, e o papel da família e da comunidade no suporte ao desenvolvimento.</p>
<p> Impacto e relevância das políticas públicas</p>
<p>A oferta deste curso gratuito não surge isolada, mas integra um conjunto mais amplo de políticas públicas que o Governo do Estado de São Paulo tem implementado para beneficiar as pessoas com Transtorno do Espectro Autista. O secretário de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marcos da Costa, ressaltou a importância dessas iniciativas, afirmando que &#8220;ampliar o conhecimento da sociedade sobre o autismo é um passo essencial para garantir que os direitos conquistados se traduzam em mudanças reais na vida das pessoas.&#8221; Ele enfatizou que a informação qualificada é crucial para &#8220;reduzir barreiras, promover o respeito às diferenças e construir ambientes mais acessíveis e acolhedores em todo o estado.&#8221; A meta é transformar avanços legislativos em melhorias concretas no cotidiano.</p>
<p> Avanços legislativos e exemplos práticos</p>
<p>O estado de São Paulo tem sido proativo na regulamentação de leis que visam ampliar os direitos e fomentar a inclusão das pessoas com TEA. Essas medidas refletem um compromisso em criar um ambiente mais sensível e adaptado às necessidades da comunidade autista. Entre as iniciativas mais notáveis, destacam-se:</p>
<p>   Salas de regulação sensorial em shopping centers: A obrigatoriedade de salas de regulação sensorial em shoppings com grande circulação de pessoas visa oferecer um ambiente calmo e controlado para indivíduos com TEA que podem sofrer sobrecarga sensorial. Estes espaços são projetados para minimizar estímulos excessivos, proporcionando um refúgio seguro e contribuindo para que as pessoas autistas e suas famílias possam frequentar esses locais com maior conforto e segurança.<br />
   Protetores auriculares para estudantes na rede estadual: A autorização para o fornecimento de protetores auriculares a estudantes com autismo na rede estadual de ensino reconhece a hipersensibilidade auditiva que muitos indivíduos com TEA possuem. Esses equipamentos são fundamentais para criar um ambiente de aprendizado mais focado, reduzindo as distrações e o desconforto causados por ruídos excessivos, facilitando a concentração e o processo de ensino-aprendizagem.<br />
   Sessões mensais de cinema adaptadas: A garantia de sessões mensais de cinema adaptadas em todo o estado promove o acesso à cultura e ao lazer para pessoas com TEA. Essas sessões são realizadas em ambientes com som mais baixo, luzes levemente acesas e maior liberdade de movimento, criando uma experiência cinematográfica mais inclusiva e agradável para aqueles que se sentem desconfortáveis em salas de cinema convencionais.</p>
<p>Essas ações, em conjunto com o curso “Entendendo o TEA”, buscam mitigar barreiras sensoriais, aprimorar o bem-estar e ampliar o acesso à educação e à cultura, solidificando um cenário de maior atenção e responsabilidade para com as necessidades da população autista. A promoção do conhecimento e a aplicação de políticas eficazes são pilares para a construção de uma sociedade verdadeiramente inclusiva, onde a diversidade é valorizada e os direitos de todos são assegurados.</p>
<p> Chamado à inclusão e conhecimento</p>
<p>A iniciativa de oferecer o curso “Entendendo o TEA” de forma gratuita e acessível sublinha o empenho do governo de São Paulo em democratizar o conhecimento sobre o autismo. Essa estratégia é vital para desconstruir preconceitos, promover o respeito e assegurar que as pessoas com Transtorno do Espectro Autista sejam plenamente integradas à sociedade. A capacitação de familiares, educadores e da população em geral é um investimento direto na qualidade de vida e na autonomia dos indivíduos autistas, fortalecendo a rede de apoio e compreensão em todo o estado. O conhecimento é a chave para a empatia e a ação efetiva na promoção de uma sociedade mais justa e inclusiva para todos.</p>
<p> Perguntas Frequentes (FAQ)</p>
<p>1. Como faço para me inscrever no curso &#8220;Entendendo o TEA&#8221;?<br />
As inscrições para o curso &#8220;Entendendo o TEA&#8221; estão abertas até o dia 17 de abril. Para se inscrever, os interessados devem acessar o link de inscrição disponibilizado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, geralmente encontrado no site oficial da secretaria ou da Univesp.</p>
<p>2. Quem pode participar do curso e qual a sua carga horária?<br />
O curso é voltado para familiares de pessoas com TEA, educadores e o público em geral interessado em aprender mais sobre o Transtorno do Espectro Autista. A formação tem uma carga horária total de 20 horas, distribuídas em quatro módulos, e é oferecida no formato EAD assíncrono.</p>
<p>3. Quais são os principais tópicos abordados no curso &#8220;Entendendo o TEA&#8221;?<br />
O curso é dividido em quatro módulos principais: &#8220;O que é TEA&#8221;, &#8220;Identificando e entendendo o TEA&#8221;, &#8220;Direitos e garantias legais&#8221; e &#8220;Estratégias e intervenções&#8221;. Esses tópicos cobrem desde a conceituação do transtorno até aspectos práticos de inclusão e direitos.</p>
<p>4. Este curso oferece certificado ao final?<br />
Sim, os participantes que concluírem o curso &#8220;Entendendo o TEA&#8221; e cumprirem os requisitos estabelecidos terão direito a um certificado de conclusão, que atesta a sua participação e o conhecimento adquirido sobre o tema.</p>
<p>5. Quais outras iniciativas São Paulo tem para pessoas com TEA?<br />
Além do curso, o Governo do Estado de São Paulo implementou outras políticas, como a obrigatoriedade de salas de regulação sensorial em shopping centers, a autorização para fornecimento de protetores auriculares a estudantes com autismo na rede estadual e a garantia de sessões mensais de cinema adaptadas em todo o estado.</p>
<p>Não perca a chance de se capacitar e contribuir ativamente para uma sociedade mais inclusiva. Inscreva-se já no curso &#8220;Entendendo o TEA&#8221; e faça a diferença!</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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