<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Médica &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
	<atom:link href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/tag/medica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br</link>
	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 29 Apr 2026 18:12:10 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/cropped-facebook1-32x32.jpg</url>
	<title>Médica &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
	<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Beto Piteri apresenta médica e Coronel PM como as duas novas secretárias municipais de Barueri</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/beto-piteri-apresenta-medica-e-coronel-pm-como-as-duas-novas-secretarias-municipais-de-barueri/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 18:12:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[barueri]]></category>
		<category><![CDATA[Beto Piteri]]></category>
		<category><![CDATA[Coronel Catarina Sanches Prestes]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Luciane Patricia Amaral]]></category>
		<category><![CDATA[Médica]]></category>
		<category><![CDATA[secretarias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/?p=57627</guid>

					<description><![CDATA[<p>O prefeito de Barueri, Beto Piteri, apresentou as duas novas secretárias municipais que comandarão as pastas de Saúde e de Segurança Urbana e Defesa Social.   &#160; A primeira posse aconteceu no dia 27 de abril, na Secretaria de Segurança Urbana e Defesa Social, pela coronel da Polícia Militar, Catarina Sanches Prestes, que atuava no 18º [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/beto-piteri-apresenta-medica-e-coronel-pm-como-as-duas-novas-secretarias-municipais-de-barueri/">Beto Piteri apresenta médica e Coronel PM como as duas novas secretárias municipais de Barueri</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>O prefeito de Barueri, Beto Piteri, apresentou as duas novas secretárias municipais que comandarão as pastas de Saúde e de Segurança Urbana e Defesa Social.  </strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A primeira posse aconteceu no dia 27 de abril, na Secretaria de Segurança Urbana e Defesa Social, pela coronel da Polícia Militar, Catarina Sanches Prestes, que atuava no 18º Grupamento de Bombeiros de Barueri desde 2018, e, em 2024, assumiu o comando do grupamento, tornando-se a primeira mulher a liderar a unidade.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-57628 alignleft" src="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_8745.JPG-1-300x200.jpeg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_8745.JPG-1-300x200.jpeg 300w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_8745.JPG-1-1024x683.jpeg 1024w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_8745.JPG-1-768x512.jpeg 768w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_8745.JPG-1-1536x1024.jpeg 1536w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_8745.JPG-1-2048x1365.jpeg 2048w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_8745.JPG-1-600x398.jpeg 600w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_8745.JPG-1-150x100.jpeg 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>No dia seguinte, foi a vez da Secretaria de Saúde receber para o comando da pasta, a Dra. Luciane Patricia Amaral, médica com carreira consolidada em diretoria hospitalar e diretoria médica corporativa, tanto na saúde suplementar quanto na saúde pública.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Segurança</strong></p>
<p>Coronel Catarina Sanches Prestes comandava o 18º Grupamento de Bombeiros de Barueri e, em abril deste ano, após mais de 35 anos de dedicação à Polícia Militar de São Paulo, passou para a reserva (aposentou-se). Na ocasião, recebeu a honraria do Título Cidadã Benemérita de Barueri, em 23 de abril.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Formada em Direito com mestrado em “Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública” pela Academia de Polícia Militar do Barro Branco, coronel Catarina Sanches Prestes é pós-graduada em “Segurança Pública” e em “Gestão de Pessoas” pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, “Gestão da Administração Pública” pelo Instituto Venturo e “Gestão de Políticas Preventivas da Violência, Direitos Humanos e Segurança Pública” pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com cursos e estágios de especialização em “Força Tática”, “Técnicas Operacionais de Patrulhamento Integrado”, “Resgate e Emergências Médicas”, “Salvamento Terrestre”, “Direitos Humanos Internacional e Humanitário”, entre outros, a nova secretária da pasta de Segurança Urbana e Defesa Social de Barueri comandou interinamente, em 2022, como major o 1º Grupamento de Bombeiros, unidade centenária, que atendia a região centro /sul do município de São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda como oficial superior, foi chefe do Centro de Operações dos Bombeiros cumulativamente com o chefe do Estado Maior do Corpo de Bombeiros Metropolitano de São Paulo, em 2022; gerenciou todo o sistema de atendimento e despacho de ocorrências de incêndio, resgate e salvamento de oito Grupamentos de Bombeiros, que engloba a região central e metropolitana do Estado de São Paulo e a partir de 2024, assumiu o comando do 18º Grupamento de Bombeiros, sendo a primeira mulher a assumir o comando do Grupamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Saúde</strong></p>
<p>Dra. Luciane Patricia Amaral é médica “Especialista em cuidados paliativos” pela Universidade de Oxford (Reino Unido) com MBA em “Gestão de Saúde”, pela Faculdade Getúlio Vargas e MBA de “Auditoria Médica”, em andamento, pela AMED Academia Médica, além de experiências em residências em oncohematologia e clínica médica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Especialista em auditoria de processo e operação, com foco em resultados, a médica Luciane Patricia Amaral atuou como diretora dos hospitais Santa Helena, Antônio Prudente e Aldeota. A nova secretária municipal é executiva em saúde, com atuação desde 2004, nas áreas de:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>-Gestão Hospitalar, com foco em alcance de resultados, qualidade, governança clínica e equilíbrio orçamentário; experiência em estruturar unidades hospitalares da base, inaugurando vários hospitais públicos e privados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>-Gestão de unidades de saúde públicas e privadas, com foco em atenção básica, linhas de cuidados, navegação do cuidado, gestão de crônicos, estruturação de serviços de cuidados paliativos, adulto e pediátrico; experiência em estruturar serviços em rede em entidades públicas (Regulados / NIR) e privadas (Gestão de Leitos e Gestão de Acesso).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>-Gestão de linhas de cuidados de alta complexidade e alto custo, serviços de Home Care e atenção domiciliar, serviços de oncohematologia, serviços de Transtorno de Espectro Autista (TEA) e demais neurodivergências. Atuou na criação dos programas de pacientes crônicos e desospitalização das empresas Santa Helena Assistência Médica, Amil e Hapvida. Unidades que também desenvolveu a telemedicina e telemonitoramento de pacientes crônicos e saúde mental.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>_ _ _</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Crédito das fotos: Matheus Rocha</strong></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/beto-piteri-apresenta-medica-e-coronel-pm-como-as-duas-novas-secretarias-municipais-de-barueri/">Beto Piteri apresenta médica e Coronel PM como as duas novas secretárias municipais de Barueri</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Morte de médica no Rio: Indignação e questionamentos marcam apuração</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/morte-de-medica-no-rio-indignacao-e-questionamentos-marcam-apuracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 15:01:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[andréa]]></category>
		<category><![CDATA[marins]]></category>
		<category><![CDATA[Médica]]></category>
		<category><![CDATA[Policiais]]></category>
		<category><![CDATA[Pública]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/morte-de-medica-no-rio-indignacao-e-questionamentos-marcam-apuracao/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O sepultamento da médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, vitimada por disparos da Polícia Militar em uma abordagem na zona norte do Rio de Janeiro, no último domingo, deixou um rastro de profunda indignação e clamor por respostas. A profissional, atingida por tiros de fuzil ao retornar da casa de seus pais, teve seu [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/morte-de-medica-no-rio-indignacao-e-questionamentos-marcam-apuracao/">Morte de médica no Rio: Indignação e questionamentos marcam apuração</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sepultamento da médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, vitimada por disparos da Polícia Militar em uma abordagem na zona norte do Rio de Janeiro, no último domingo, deixou um rastro de profunda indignação e clamor por respostas. A profissional, atingida por tiros de fuzil ao retornar da casa de seus pais, teve seu veículo confundido com o de criminosos. Um dia após sua despedida, a comoção se mantém viva, ecoando em diversas esferas da sociedade. O caso reacende o debate sobre a segurança pública, a conduta policial em operações e as repercussões de conflitos armados na vida de cidadãos inocentes, especialmente para os profissionais de saúde. A comunidade médica e órgãos de defesa dos direitos humanos exigem clareza e responsabilização.</p>
<p> A tragédia e o clamor por justiça</p>
<p>A morte da médica Andréa Marins Dias não é apenas mais um número nas estatísticas da violência carioca; é um símbolo doloroso da vulnerabilidade da população diante de operações policiais mal-sucedidas. A tragédia, ocorrida em uma noite de domingo, quando a médica voltava para casa, chocou o Rio de Janeiro e o país, gerando uma onda de repúdio e um insistente pedido por justiça e por uma apuração transparente e rigorosa dos fatos.</p>
<p> Detalhes do incidente e a vítima</p>
<p>Andréa Marins Dias era uma profissional dedicada, com 61 anos de idade e uma vasta experiência na área da saúde. Atuante no Sistema Único de Saúde (SUS), ela representava, em sua geração, um exemplo notável da presença de mulheres negras na medicina. No fatídico domingo, ela dirigia pela zona norte da cidade quando seu carro foi erroneamente identificado como sendo o de criminosos envolvidos em roubos na região. Em uma abordagem da Polícia Militar, Dr. Andréa foi atingida por tiros de fuzil, falecendo no local. A confusão de veículos e a letalidade da resposta policial são pontos centrais da investigação e da indignação pública. A comunidade lamenta a perda de uma colega altamente especializada, cujo compromisso com o cuidado e a competência clínica eram amplamente reconhecidos, tornando sua partida ainda mais impactante para o sistema de saúde e para a sociedade como um todo.</p>
<p> A voz do Sindicato dos Médicos</p>
<p>A vice-presidente do Sindicato dos Médicos do Estado do Rio de Janeiro, Gabrielli Vanderlinde, expressou o profundo pesar e a revolta da categoria. Em suas palavras, os conflitos armados no estado não apenas ceifam vidas, mas repercutem diretamente na saúde pública, afetando a integridade física e mental de todos os cidadãos. No entanto, Gabrielli ressaltou que, quando a vítima é um profissional de saúde, como Andréa, o impacto se torna ainda mais representativo e devastador. &#8220;Quando a vida de uma colega médica, altamente especializada, atuante no SUS, é ceifada pela insegurança pública, esse impacto ainda é mais representativo&#8221;, afirmou Vanderlinde. Ela também enfatizou a perda da competência clínica e do compromisso com o cuidado que a Dra. Andréa demonstrava, além de sua rara representatividade como mulher negra na medicina de sua geração. O sindicato exige que as autoridades investiguem a fundo as circunstâncias da morte e garantam que tal tragédia não se repita.</p>
<p> Investigação e questionamentos</p>
<p>A repercussão da morte de Andréa Marins Dias rapidamente escalou para o âmbito político e institucional, com pedidos formais de esclarecimento e o início de uma rigorosa apuração por parte das autoridades competentes. A sociedade espera que a investigação seja imparcial e que todas as falhas sejam identificadas e corrigidas.</p>
<p> Ação da Alerj e as dúvidas protocolares</p>
<p>Diante da gravidade do caso, a Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) agiu prontamente, enviando ofícios ao Comando e à Corregedoria-Geral da Polícia Militar. O objetivo é obter esclarecimentos detalhados sobre a ação que culminou na morte da médica. Entre os questionamentos levantados pela Alerj, estão a observância do protocolo de abordagem policial – crucial para garantir a segurança tanto dos cidadãos quanto dos próprios agentes – e a justificativa técnica para a realização de disparos antes da identificação da ocupante do veículo. A Alerj busca entender se os procedimentos padrão foram seguidos e, caso contrário, quais foram as razões para tal desvio, evidenciando a necessidade de revisão e aprimoramento das estratégias de segurança pública para evitar a repetição de incidentes como este. A pressão legislativa visa assegurar que a investigação não apenas determine culpados, mas também contribua para a formulação de políticas mais eficazes e humanizadas.</p>
<p> O mistério das câmeras corporais</p>
<p>Um dos pontos mais controversos e cruciais para a elucidação dos fatos é o status das câmeras corporais dos três policiais militares envolvidos na abordagem. Equipamentos essenciais para a transparência e a accountability em operações policiais, as câmeras corporais deveriam registrar toda a ação. Contudo, a própria corporação admitiu que as baterias dos dispositivos estavam descarregadas no momento da ocorrência, o que significa que não há registros visuais diretos do fatídico encontro. Essa falha levanta sérias dúvidas sobre a conduta dos policiais e a manutenção dos equipamentos, intensificando a indignação e a desconfiança pública. Os policiais envolvidos foram afastados de suas funções nas ruas enquanto a apuração dos fatos segue em andamento. A falta de imagens dificulta a reconstituição dos eventos e torna a versão dos policiais o único relato imediato disponível, reforçando a necessidade de uma investigação minuciosa e independente para desvendar o que realmente aconteceu.</p>
<p> O legado de Andréa e o clamor por justiça</p>
<p>A morte da médica Andréa Marins Dias transcende a esfera individual, tornando-se um catalisador para discussões urgentes sobre segurança pública, treinamento policial e a proteção da vida de cidadãos inocentes. O sentimento de indignação que permeia o dia seguinte ao seu sepultamento não é apenas um luto pela perda de uma vida valiosa, mas um reflexo da exaustão social com a violência e a falta de responsabilização. O legado de Andréa, como uma médica dedicada ao SUS e uma figura de representatividade, intensifica o clamor por justiça e por mudanças estruturais que garantam a segurança de todos. A apuração dos fatos, com a pressão do Sindicato dos Médicos e da Alerj, se torna um teste para as instituições fluminenses, que precisam demonstrar compromisso com a verdade, a transparência e, acima de tudo, a preservação da vida.</p>
<p> FAQ</p>
<p> O que aconteceu com a médica Andréa Marins Dias?<br />
A médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, foi morta por tiros de fuzil da Polícia Militar na zona norte do Rio de Janeiro. Seu carro foi confundido com o de criminosos durante uma abordagem policial enquanto ela retornava da casa de seus pais. O incidente gerou grande comoção e indignação na sociedade.</p>
<p> Quais foram as reações ao caso?<br />
A morte da médica provocou forte indignação do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, que criticou o impacto da insegurança pública nos profissionais de saúde. A Comissão de Direitos Humanos da Alerj também solicitou esclarecimentos ao Comando e à Corregedoria-Geral da PM, questionando o protocolo da abordagem e a justificativa para os disparos.</p>
<p> Por que a ausência de imagens das câmeras corporais é um problema?<br />
A ausência de imagens das câmeras corporais dos policiais militares envolvidos é um grande problema para a elucidação dos fatos, pois esses equipamentos são cruciais para a transparência e a accountability das operações. A Polícia Militar admitiu que as baterias das câmeras estavam descarregadas no momento da ocorrência, dificultando a reconstituição exata dos eventos e levantando dúvidas sobre a conduta dos agentes.</p>
<p>Para mais informações sobre o avanço das investigações e debates sobre segurança pública, continue acompanhando nossas publicações.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/morte-de-medica-no-rio-indignacao-e-questionamentos-marcam-apuracao/">Morte de médica no Rio: Indignação e questionamentos marcam apuração</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MEC estabelece calendário nacional para matrícula na residência médica</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/mec-estabelece-calendario-nacional-para-matricula-na-residencia-medica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 13:01:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Médica]]></category>
		<category><![CDATA[Programas]]></category>
		<category><![CDATA[residência]]></category>
		<category><![CDATA[semestre]]></category>
		<category><![CDATA[vagas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/mec-estabelece-calendario-nacional-para-matricula-na-residencia-medica/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) publicou uma nova resolução que padroniza o calendário nacional para a matrícula e as atividades dos programas de residência médica (PRM) em todo o país. Essa medida, formalizada pela Resolução nº 1/2026, visa trazer maior clareza e organização para os médicos que buscam especialização, definindo períodos fixos para ingresso e [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/mec-estabelece-calendario-nacional-para-matricula-na-residencia-medica/">MEC estabelece calendário nacional para matrícula na residência médica</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) publicou uma nova resolução que padroniza o calendário nacional para a matrícula e as atividades dos programas de residência médica (PRM) em todo o país. Essa medida, formalizada pela Resolução nº 1/2026, visa trazer maior clareza e organização para os médicos que buscam especialização, definindo períodos fixos para ingresso e conclusão das formações. A iniciativa é crucial para garantir que todas as instituições credenciadas sigam um cronograma unificado, impactando diretamente milhares de profissionais que anualmente buscam vagas em programas de residência médica. Com a regulamentação, espera-se otimizar os processos seletivos e a gestão dos programas, beneficiando tanto os residentes quanto as entidades formadoras e a qualidade da formação especializada.</p>
<p> Novas diretrizes para a matrícula e o início das atividades</p>
<p>A Resolução nº 1/2026 do Ministério da Educação (MEC) estabelece um marco regulatório fundamental para a organização dos programas de residência médica no Brasil, definindo prazos claros e inalteráveis para a matrícula e o início das atividades dos selecionados. Essa padronização nacional visa eliminar as variações regionais e institucionais que por vezes geravam incerteza, garantindo um processo mais transparente e equitativo para todos os médicos em formação. A medida é um passo importante para a gestão eficiente da oferta de especialidades médicas e para a jornada educacional dos futuros especialistas.</p>
<p> Prazos semestrais para ingresso</p>
<p>Conforme a nova regulamentação, as instituições credenciadas para ofertar programas de residência médica deverão realizar a matrícula dos médicos selecionados em períodos específicos, divididos por semestre. Para aqueles que ingressarão no primeiro semestre do programa, o período de matrícula foi fixado entre os dias 10 de fevereiro e 31 de março. Já para os futuros residentes que iniciarão suas atividades no segundo semestre, as matrículas deverão ser efetuadas entre 10 de agosto e 30 de setembro. Esses prazos buscam alinhar o calendário acadêmico das residências com as demandas de formação em nível nacional, assegurando que o processo de ingresso seja previsível e bem estruturado.</p>
<p> Início e término padronizados dos programas</p>
<p>Além dos períodos de matrícula, a resolução também padroniza as datas de início e término das atividades nos programas de residência médica. Para os programas iniciados no primeiro semestre, as atividades terão início em 1º de março e se estenderão até 28 de fevereiro do ano subsequente, ou 29 de fevereiro em anos bissextos. Já para os residentes que ingressarem no segundo semestre, o início das atividades será em 1º de setembro, com término previsto para 31 de agosto do ano seguinte. Essa definição de datas fixas garante não apenas a uniformidade na duração dos programas, que podem variar de dois a cinco anos, mas também a conformidade com a carga horária mínima e os períodos de férias previstos na legislação, sendo responsabilidade das Comissões de Residência Médica (Coremes) das instituições assegurar esses ajustes.</p>
<p> Regras para desistência e troca de especialidade</p>
<p>A nova resolução do MEC não apenas organiza os calendários de matrícula e atividades, mas também estabelece diretrizes claras sobre situações de desistência e a possibilidade de troca de programa de residência médica. Essas regras são essenciais para manter a fluidez dos processos e garantir que as vagas sejam preenchidas de forma eficiente, sem prejuízo para a formação médica ou para a oportunidade de outros candidatos. A disciplina sobre a mobilidade e as consequências da não apresentação são pontos cruciais para a gestão dos programas.</p>
<p> Desistência automática e convocação de suplentes</p>
<p>Um dos pontos mais relevantes da Resolução nº 1/2026 é a regra que estabelece a desistência automática. Se um residente matriculado não se apresentar para o início das atividades de sua residência, ou não justificar formalmente sua ausência em até 24 horas após a data de início (ou seja, até 2 de março para o primeiro semestre ou 2 de setembro para o segundo), ele será considerado desistente do programa. Essa medida é fundamental para a rápida ocupação de vagas, permitindo que as instituições convoquem imediatamente o próximo candidato aprovado na ordem de classificação, no dia seguinte à constatação da desistência. Essa agilidade evita que as vagas permaneçam ociosas e otimiza a formação de novos especialistas.</p>
<p> Mobilidade entre programas de residência</p>
<p>A resolução também aborda a importante questão da troca de programas de residência médica, uma situação que pode surgir quando o médico residente decide mudar de especialidade ou de instituição. De acordo com a nova regra, um residente com matrícula ativa em um programa por mais de 45 dias somente poderá ingressar em outra residência para a qual foi selecionado se tiver formalizado a desistência do programa anterior. É expressamente proibido ter duas matrículas ativas simultaneamente, com uma única exceção: se o médico estiver cursando o último semestre da residência atual e comprovar que a concluirá a tempo de iniciar o novo programa sem sobreposição. Essa norma busca organizar a transição entre especialidades e evitar a retenção indevida de vagas.</p>
<p> Requisitos e gestão das vagas</p>
<p>A padronização do calendário e das regras de matrícula e desistência complementa um sistema robusto de gestão de vagas e requisitos, todos regulamentados pela nova resolução do MEC. Esse conjunto de normas visa assegurar que a oferta de residências médicas esteja alinhada às necessidades de formação do país e que os processos seletivos sejam conduzidos com transparência e eficiência, desde a autorização das vagas até a ocupação das remanescentes.</p>
<p> Prazos para comprovação de pré-requisitos</p>
<p>Para os médicos que buscam uma residência médica que exija uma especialização anterior como pré-requisito, a resolução estabelece prazos claros para a apresentação da documentação comprobatória. A declaração de conclusão ou o título de especialista, devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina (CRM) com o número de registro de especialista, deve ser entregue até 15 de março para ingresso no primeiro semestre, ou até 15 de setembro para o segundo semestre. Essa medida garante que apenas candidatos qualificados, conforme as exigências da especialidade, sejam admitidos, mantendo a integridade e o nível da formação.</p>
<p> Autorização e preenchimento de vagas remanescentes</p>
<p>A definição semestral das vagas ofertadas pelas instituições deve rigorosamente respeitar o limite anual autorizado pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), o órgão responsável pela regulação, supervisão e avaliação dos programas de residência médica. A resolução também detalha o processo para preenchimento de vagas remanescentes, ou seja, aquelas que não foram ocupadas nos processos seletivos iniciais. Os processos seletivos para essas vagas extras devem ser concluídos até 15 de março ou 15 de setembro, conforme o semestre de ingresso, com a devida divulgação da classificação final. Isso assegura que o número máximo de vagas autorizadas seja efetivamente utilizado para a formação de novos especialistas.</p>
<p> O que é a residência médica?</p>
<p>A residência médica é a principal modalidade de formação de especialistas no Brasil, representando um estágio crucial na carreira de um médico após a graduação. Trata-se de um programa de pós-graduação lato sensu caracterizado principalmente pelo treinamento em serviço, ou seja, a prática supervisionada em hospitais e unidades de saúde. Esse modelo permite ao médico-residente adquirir experiência prática intensiva e aprofundar conhecimentos em uma área específica da medicina, sob a orientação de preceptores experientes.</p>
<p> Formação especializada em serviço</p>
<p>A essência da residência médica reside no seu formato de especialização prática. Durante o período de residência, que pode variar de dois a cinco anos dependendo da área escolhida, o médico atua diretamente no cuidado ao paciente, participando de rotinas clínicas e cirúrgicas, plantões, discussões de caso e atividades acadêmicas. Essa imersão no ambiente de trabalho, aliada à supervisão constante, é fundamental para o desenvolvimento das competências necessárias para o exercício profissional de uma especialidade. A conclusão bem-sucedida do programa e a aprovação na residência médica conferem ao profissional o título de especialista, habilitando-o a atuar em sua área específica e contribuindo diretamente para a qualidade da saúde pública e privada do país.</p>
<p> Impacto das novas regras e perspectivas futuras</p>
<p>As recentes diretrizes do Ministério da Educação para a residência médica representam um avanço significativo na organização e padronização da formação especializada no Brasil. A uniformização dos calendários e a clareza nas regras de ingresso, desistência e mobilidade entre programas trazem maior previsibilidade e segurança jurídica para as instituições e, principalmente, para os médicos que aspiram à especialização. Essa nova estrutura é um catalisador para a eficiência na alocação de vagas e na gestão dos recursos humanos na saúde. Ao estabelecer um ambiente mais organizado, o MEC contribui diretamente para a excelência da formação médica, garantindo que os futuros especialistas estejam plenamente preparados para atender às crescentes demandas da população. A medida fortalece o sistema de residência médica, tornando-o mais robusto e transparente.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. Quais são os principais prazos de matrícula para a residência médica?<br />
Os prazos de matrícula são divididos por semestre: para ingresso no primeiro semestre, a matrícula deve ser feita entre 10 de fevereiro e 31 de março. Para o segundo semestre, o período é de 10 de agosto a 30 de setembro.</p>
<p>2. O que acontece se um residente não se apresentar no início das atividades?<br />
Se um residente matriculado não se apresentar ou não justificar formalmente a ausência em até 24 horas após o início das atividades (até 2 de março ou 2 de setembro), ele será considerado desistente, e a instituição poderá convocar o próximo candidato aprovado.</p>
<p>3. É permitido ter duas matrículas ativas em programas de residência médica ao mesmo tempo?<br />
Não, a resolução proíbe ter duas matrículas ativas simultaneamente. A única exceção é se o médico estiver no último semestre da residência atual e for concluí-la a tempo de iniciar a próxima.</p>
<p>4. Qual o prazo para apresentar a comprovação de pré-requisito para uma residência?<br />
O prazo máximo para apresentar a declaração de conclusão ou o título de especialista  é 15 de março para ingresso no primeiro semestre ou 15 de setembro para o segundo semestre, conforme a residência exige pré-requisito.</p>
<p>Para detalhes adicionais e acesso integral à regulamentação, consulte a Resolução nº 1/2026 do Ministério da Educação, um passo fundamental para a organização da formação médica especializada no país.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/mec-estabelece-calendario-nacional-para-matricula-na-residencia-medica/">MEC estabelece calendário nacional para matrícula na residência médica</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Perícia médica avalia saúde de Bolsonaro: cuidados adequados, sem necessidade hospitalar</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/pericia-medica-avalia-saude-de-bolsonaro-cuidados-adequados-sem-necessidade-hospitalar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 15:46:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[condição]]></category>
		<category><![CDATA[Médica]]></category>
		<category><![CDATA[não]]></category>
		<category><![CDATA[necessidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/pericia-medica-avalia-saude-de-bolsonaro-cuidados-adequados-sem-necessidade-hospitalar/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma recente avaliação pericial sobre a saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro concluiu que, apesar de apresentar um risco de queda, sua condição não exige transferência para um hospital. A perícia médica indicou que o ex-mandatário pode receber os cuidados necessários dentro da instalação onde se encontra, garantindo que sua condição de saúde seja monitorada e [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/pericia-medica-avalia-saude-de-bolsonaro-cuidados-adequados-sem-necessidade-hospitalar/">Perícia médica avalia saúde de Bolsonaro: cuidados adequados, sem necessidade hospitalar</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma recente avaliação pericial sobre a saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro concluiu que, apesar de apresentar um risco de queda, sua condição não exige transferência para um hospital. A perícia médica indicou que o ex-mandatário pode receber os cuidados necessários dentro da instalação onde se encontra, garantindo que sua condição de saúde seja monitorada e tratada adequadamente sem a urgência de um ambiente hospitalar. A decisão, baseada em um laudo técnico, sublinha a importância de um acompanhamento médico contínuo e especializado, mas afasta a necessidade de uma intervenção hospitalar imediata, impactando os próximos passos relacionados ao seu status legal e de custódia.</p>
<p> Os detalhes da avaliação médica</p>
<p> Achados e implicações do laudo</p>
<p>A avaliação médica conduzida sobre a saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro revelou uma condição que demanda atenção, mas que, segundo os especialistas, pode ser gerenciada fora de um ambiente hospitalar. O ponto central do laudo é a identificação de um &#8220;risco de queda&#8221;. Este achado sugere a necessidade de precauções adicionais no ambiente em que Bolsonaro se encontra, possivelmente indicando a importância de adaptações físicas ou de um acompanhamento mais próximo para prevenir acidentes. O risco de queda pode estar associado a diversos fatores, como idade avançada, condições médicas preexistentes, uso de medicamentos ou questões de mobilidade. A perícia, ao detalhar essa vulnerabilidade, oferece diretrizes claras para a manutenção de sua segurança e bem-estar.</p>
<p>Apesar dessa preocupação específica, o parecer médico é enfático ao afirmar a ausência de necessidade de transferência hospitalar. Isso implica que não foram identificadas emergências médicas agudas, doenças que exijam tratamentos complexos de alta tecnologia disponíveis apenas em hospitais, ou condições instáveis que demandem monitoramento intensivo 24 horas por dia em uma UTI. Os cuidados considerados adequados para o ex-presidente englobariam, portanto, acompanhamento clínico regular, possíveis sessões de fisioterapia ou exercícios para melhorar equilíbrio e força muscular, e, se for o caso, ajustes na medicação. O laudo, ao determinar essa capacidade de manejo em um ambiente não hospitalar, reforça a avaliação de que a condição de saúde, embora mereça atenção, está sob controle e não representa um perigo iminente que justifique uma internação.</p>
<p> O contexto legal e logístico da decisão</p>
<p> Procedimentos e autonomia médica</p>
<p>A realização de uma perícia médica em figuras públicas, especialmente aquelas envolvidas em processos judiciais, é um procedimento padrão que visa garantir não apenas a saúde do indivíduo, mas também a lisura e a legalidade dos trâmites jurídicos. A solicitação de tal avaliação geralmente parte de uma autoridade judicial que busca embasar suas decisões em informações objetivas e tecnicamente comprovadas sobre a condição física e mental do envolvido. No caso do ex-presidente, essa avaliação serve para determinar se ele possui as condições de saúde necessárias para permanecer em uma determinada instalação ou se requer cuidados mais especializados em um hospital. A independência dos profissionais de saúde que realizam a perícia é crucial, pois seus pareceres técnicos devem ser baseados exclusivamente em critérios médicos, sem interferências externas, garantindo a imparcialidade do processo.</p>
<p>A autonomia do corpo médico em formular o laudo é um pilar fundamental. Os peritos são responsáveis por examinar o paciente, analisar seu histórico clínico, solicitar exames complementares se necessário, e emitir um parecer que reflita sua condição real de saúde. Este parecer, por sua vez, subsidia a decisão judicial, que precisa considerar tanto as necessidades médicas do indivíduo quanto as implicações legais de sua situação. Caso a perícia tivesse indicado a necessidade de internação, a autoridade competente teria que tomar as providências para tal, coordenando a logística de segurança e acompanhamento. Contudo, a conclusão de que os cuidados podem ser prestados no local atual simplifica a logística e reafirma a adequação da estrutura existente para suas necessidades, pelo menos no momento da avaliação.</p>
<p> Precedentes e a atenção pública</p>
<p>A saúde de personalidades públicas, particularmente de ex-chefes de Estado sob escrutínio judicial, invariavelmente atrai grande atenção da mídia e da sociedade. Casos anteriores, tanto no Brasil quanto internacionalmente, demonstram a sensibilidade e o interesse público em torno de avaliações médicas de figuras de alto perfil. A divulgação de que uma perícia médica foi realizada e suas conclusões, mesmo que de forma genérica, é um fato de interesse jornalístico e público. Essa atenção se justifica pela relevância da pessoa envolvida e pelas implicações que sua condição de saúde pode ter para o andamento de processos legais e para o debate político. A transparência na comunicação dos resultados de tais perícias, dentro dos limites da ética médica e da privacidade do paciente, é um fator importante para a construção da confiança pública.</p>
<p>Historicamente, a questão da saúde de detidos de alto perfil tem gerado debates sobre o acesso a cuidados médicos adequados e o equilíbrio entre a segurança e o direito à saúde. Em diversas situações, houve a necessidade de transferências hospitalares para tratamentos específicos, enquanto em outras, a assistência médica foi providenciada dentro das próprias instalações de custódia. O caso de Bolsonaro se insere nesse contexto de constante ponderação entre as necessidades individuais de saúde e os requisitos do sistema legal. A decisão de não o transferir para um hospital, portanto, se alinha com o parecer dos peritos de que os cuidados podem ser garantidos em sua localização atual, evitando deslocamentos e complexidades desnecessárias, ao mesmo tempo em que a condição de &#8220;risco de queda&#8221; é levada em consideração para as devidas prevenções.</p>
<p> A repercussão e os próximos passos</p>
<p> Análise e expectativas</p>
<p>A conclusão da perícia médica, indicando que o ex-presidente Jair Bolsonaro não necessita de transferência hospitalar, tem várias implicações imediatas. Do ponto de vista judicial, essa decisão reforça a viabilidade de sua permanência na instalação onde se encontra, sem a interrupção de um eventual processo legal por motivos de saúde urgente. Isso pode influenciar o ritmo e a condução de quaisquer investigações ou ações em andamento, uma vez que a questão da saúde não se apresenta como um impedimento para o cumprimento de determinações judiciais no curto prazo. Politicamente, a notícia pode tanto tranquilizar apoiadores quanto gerar novas discussões sobre as condições de custódia de figuras públicas.</p>
<p>Olhando para o futuro, é razoável esperar que o acompanhamento da saúde do ex-presidente continue sendo rigoroso. A identificação de um &#8220;risco de queda&#8221; implica na necessidade de um plano de cuidados preventivos contínuos, que pode incluir a avaliação regular de sua mobilidade, o ajuste de seu ambiente para minimizar perigos, e a revisão periódica de seu estado geral de saúde por uma equipe médica. Não está descartado que, no futuro, novas avaliações sejam realizadas ou que, diante de qualquer alteração significativa em sua condição, a necessidade de cuidados hospitalares possa ser reavaliada. A situação permanece sob monitoramento constante, e qualquer desenvolvimento relevante em sua saúde será, sem dúvida, objeto de atenção e acompanhamento por parte das autoridades competentes e da mídia.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>Q1: Qual é a principal conclusão da perícia médica sobre a saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro?<br />
A principal conclusão é que o ex-presidente apresenta um risco de queda, mas não há necessidade de transferência para um hospital, pois os cuidados adequados podem ser prestados na instalação onde ele se encontra.</p>
<p>Q2: Quais riscos de saúde específicos foram identificados no laudo?<br />
O laudo pericial identificou especificamente um &#8220;risco de queda&#8221;, o que sugere a necessidade de precauções e acompanhamento para prevenir acidentes relacionados à mobilidade ou outras condições que possam levar a quedas.</p>
<p>Q3: A decisão de não transferir Bolsonaro para um hospital é definitiva?<br />
A decisão é baseada na avaliação médica atual. Contudo, como qualquer condição de saúde, ela está sujeita a reavaliações. Se houver mudanças significativas em sua saúde que exijam cuidados mais intensivos ou especializados, a necessidade de transferência hospitalar poderá ser revista.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos deste caso e outros fatos relevantes da política nacional acompanhando nossa cobertura detalhada.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://redir.folha.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://redir.folha.com.br</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/pericia-medica-avalia-saude-de-bolsonaro-cuidados-adequados-sem-necessidade-hospitalar/">Perícia médica avalia saúde de Bolsonaro: cuidados adequados, sem necessidade hospitalar</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Avaliação Enamed: maioria dos estudantes de medicina da região está apta ao</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/avaliacao-enamed-maioria-dos-estudantes-de-medicina-da-regiao-esta-apta-ao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 08:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[enamed]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
		<category><![CDATA[Médica]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[proficiência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/avaliacao-enamed-maioria-dos-estudantes-de-medicina-da-regiao-esta-apta-ao/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A qualidade da formação médica no Brasil foi novamente colocada em perspectiva com os resultados do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), que revelou um cenário promissor para os futuros profissionais de saúde na região de Ribeirão Preto, Franca e Barretos, no estado de São Paulo. De acordo com a avaliação, cerca de [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/avaliacao-enamed-maioria-dos-estudantes-de-medicina-da-regiao-esta-apta-ao/">Avaliação Enamed: maioria dos estudantes de medicina da região está apta ao</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A qualidade da formação médica no Brasil foi novamente colocada em perspectiva com os resultados do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), que revelou um cenário promissor para os futuros profissionais de saúde na região de Ribeirão Preto, Franca e Barretos, no estado de São Paulo. De acordo com a avaliação, cerca de 89% dos estudantes de medicina que participaram do exame nestas localidades demonstraram proficiência suficiente para exercer a profissão, um índice consideravelmente superior à média nacional. Seis dos sete cursos de medicina analisados na região obtiveram percentuais de proficiência bem acima da média, evidenciando um compromisso com a excelência educacional e a preparação de profissionais qualificados.</p>
<p> Desempenho superior na região</p>
<p>O Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) destacou a performance excepcional de diversas instituições de ensino superior localizadas no interior paulista. Os dados revelam que os cursos de medicina de Ribeirão Preto, Franca e Barretos apresentaram resultados de proficiência que superam significativamente as médias nacionais e estaduais, reforçando a reputação da região como um polo de excelência na formação de médicos.</p>
<p> Destaques entre as instituições</p>
<p>Entre as instituições que conquistaram o conceito 5, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) se sobressaiu com a maior taxa de proficiência da região, atingindo 97,9% entre seus 95 alunos do sexto ano. Este resultado a coloca entre os cinco melhores cursos do país segundo o Enamed. A FMRP-USP atribui parte de seu sucesso à implementação de múltiplas avaliações curriculares internas que complementam o Enamed, como exames práticos que utilizam simulação de consultas médicas (Objective Structured Clinical Exam – OSCE), aplicados desde 1995. A instituição ressalta que o Enamed, sendo uma prova teórica de múltipla escolha, não abrange todas as dimensões da competência médica, como habilidades e atitudes. Para suprir essa lacuna, a FMRP-USP submete seus alunos a exames de habilidades clínicas desde o terceiro ano, nos quais os estudantes realizam atendimentos ou procedimentos em pacientes simulados, recebendo feedback detalhado de professores para aprimoramento contínuo.</p>
<p>Outro destaque positivo foi o UniFACEF, em Franca, cujos estudantes concluintes alcançaram 95,5% de proficiência. A faculdade enfatizou que este resultado expressivo é um reflexo da seriedade de seu projeto pedagógico e do comprometimento de toda a comunidade acadêmica. O índice do UniFACEF é notavelmente superior às médias paulista (68,2%) e nacional (69,7%), superando-as em mais de 25 pontos percentuais, o que atesta a consistência da formação oferecida.</p>
<p>A Faculdade de Ciências da Saúde de Barretos Dr. Paulo Prata (Facisb) também demonstrou um alto nível de proficiência, com 91% de seus alunos considerados aptos, reforçando a qualidade do ensino médico na cidade.</p>
<p> Conceito 4 e desafios em uma instituição</p>
<p>Embora a maioria das instituições da região tenha apresentado resultados excelentes, a avaliação do Enamed também trouxe à tona o desempenho de cursos que, embora satisfatórios, ficaram ligeiramente abaixo dos mais bem avaliados, e um caso de desempenho considerado insatisfatório.</p>
<p> Resultados satisfatórios e o único conceito 2</p>
<p>Os cursos de medicina da Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp), da Universidade de Franca (Unifran) e do Centro Universitário Barão de Mauá (CBM), que obtiveram conceito 4 no Enamed, registraram níveis de proficiência entre 85,7% e 89,6%. Estes percentuais também são considerados satisfatórios pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão responsável pelo exame.</p>
<p>A Reitoria do Centro Universitário Barão de Mauá, que alcançou 89,6% de proficiência, expressou grande satisfação com o resultado. A instituição destacou que, além de ser a melhor entre as instituições privadas de Ribeirão Preto, todos os seus alunos estão aptos a fazer residência médica pelo resultado do ENARE (Exame Nacional de Residência). A Barão de Mauá também possui acreditação pelo Conselho Federal de Medicina através do Sistema de Acreditação de Escolas Médicas (SAEME), o que, segundo a reitoria, ratifica a qualidade de sua formação, que é fruto da atualização do projeto pedagógico, da capacitação permanente do corpo docente e da melhoria dos cenários de prática profissional. A Unifran obteve 88,6% de proficiência, e a Unaerp, 85,7%.</p>
<p>Contudo, um curso em Ribeirão Preto, o do Centro Universitário Estácio, obteve conceito 2 no Enamed, com apenas 45,5% dos alunos considerados proficientes, um índice considerado insatisfatório pelo Inep. A instituição explicou que identificou a necessidade de ajustes técnicos no indicador e de aprimorar o processo de preparação dos alunos para a prova, visando maior engajamento. Segundo a instituição, cerca de dois terços dos mais de 100 alunos participantes ainda estavam no 11º período, sem ter concluído o internato, etapa crucial para a formação integral. Além disso, muitos alunos ainda não estariam focados em exames externos, o que poderia influenciar o resultado. A Estácio ressaltou que possui conceito 4 no ciclo regular de avaliação do Ministério da Educação, um padrão elevado de qualidade, e que os resultados do Enamed não refletem de forma precisa a formação que seus alunos recebem. A instituição se mantém aberta a análises para melhorar o engajamento e os resultados, e à disposição do órgão regulador para contribuir com o aperfeiçoamento do Enamed.</p>
<p> Panorama nacional e o futuro da formação médica</p>
<p>A preocupação com a qualidade da formação médica não se restringe à esfera regional. No cenário nacional, o Enamed revelou que cerca de 30% dos cursos avaliados estão na faixa considerada insatisfatória pelo Inep, com pontuações entre 1 e 2. Esse panorama acende um alerta sobre a necessidade de medidas estruturais para garantir a excelência no ensino médico em todo o país.</p>
<p> A preocupação com a qualidade e a proposta do ProfiMed</p>
<p>Para especialistas, estes números são alarmantes e não podem ser subestimados. Um advogado presidente de uma sociedade brasileira de direito médico e bioética, que acompanha o processo há anos, vê nos dados do Enamed um &#8220;sinal claro de desequilíbrio na formação médica no país&#8221;. Ele argumenta que a expansão acelerada do ensino médico, muitas vezes sem critérios rigorosos e uniformes de qualidade, produziu distorções relevantes.</p>
<p>O especialista enfatiza que o resultado, que coloca mais de 100 cursos de medicina em nível insatisfatório, reforça a urgência de monitoramento permanente, revisão de autorizações e maior responsabilidade institucional das escolas médicas. Segundo ele, quando uma avaliação nacional expõe fragilidades em competências clínicas elementares, o debate transcende o acadêmico e impacta diretamente a segurança do paciente e a responsabilidade profissional. O Enamed, nesse contexto, cumpriu um papel fundamental ao expor esse cenário objetivamente. O desafio agora é transformar esses dados em ações concretas para aprimorar a formação médica no Brasil.</p>
<p>Uma das medidas mais urgentes propostas por especialistas é a implementação do ProfiMed, um exame nacional de proficiência profissional aprovado pelo Senado, inspirado no modelo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O ProfiMed teria como finalidade verificar se o médico recém-formado reúne o conhecimento mínimo necessário para exercer a profissão com segurança, funcionando como uma medida preventiva essencial para a proteção da sociedade e a valorização da boa formação médica.</p>
<p> O papel da residência médica</p>
<p>Além da avaliação da formação básica, outro ponto de atenção levantado por especialistas é a residência médica. Embora não seja obrigatória, a residência é vista como um pilar fundamental para o desenvolvimento completo do médico recém-formado.</p>
<p> Complemento essencial à formação inicial</p>
<p>Especialistas ressaltam que, após a conclusão do curso de medicina, o profissional pode obter o registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) e atuar. No entanto, em diversas situações, a atuação sem uma residência médica pode ser considerada &#8220;imperita e imprudente&#8221;. Um CEO de um grupo preparatório para residência médica avalia que a residência garante uma formação complementar que é absolutamente necessária em muitos setores da medicina.</p>
<p>A residência médica é considerada o &#8220;padrão ouro&#8221; para o aprimoramento profissional. Ela consiste em um período de estágio remunerado em hospitais e ambulatórios, sob a supervisão de especialistas. Este treinamento supervisionado permite que o médico recém-formado complemente a formação obtida na faculdade, que, muitas vezes, não é suficiente para atender causas específicas ou situações complexas de pacientes. A residência, portanto, oferece a experiência prática e o aprofundamento em uma especialidade que são cruciais para o exercício seguro e competente da medicina.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>O que é o Enamed?<br />
O Enamed (Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica) é uma avaliação criada para aferir o nível de conhecimento e proficiência dos estudantes de medicina no Brasil, buscando garantir a qualidade da formação oferecida pelas instituições de ensino.</p>
<p>Quais foram os principais achados para a região de Ribeirão Preto, Franca e Barretos?<br />
A região demonstrou um desempenho notavelmente superior à média nacional, com cerca de 89% dos estudantes considerados aptos a exercer a profissão. Instituições como a FMRP-USP e o UniFACEF obtiveram os mais altos índices de proficiência, superando 95%.</p>
<p>Por que o exame ProfiMed é considerado importante para a medicina?<br />
O ProfiMed é proposto como um exame nacional de proficiência profissional para médicos, similar ao da OAB, com o objetivo de assegurar que os recém-formados possuam o conhecimento mínimo necessário para exercer a profissão com segurança, protegendo a sociedade e elevando a qualidade da formação médica.</p>
<p>A residência médica é obrigatória no Brasil?<br />
Não, a residência médica não é obrigatória para o exercício da profissão no Brasil. No entanto, é amplamente recomendada por especialistas como uma etapa fundamental para a formação complementar e especializada do médico, garantindo maior competência e segurança na prática clínica.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desenvolvimentos na educação médica e os impactos na saúde pública.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/avaliacao-enamed-maioria-dos-estudantes-de-medicina-da-regiao-esta-apta-ao/">Avaliação Enamed: maioria dos estudantes de medicina da região está apta ao</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Enamed destaca urgência em fiscalizar cursos de medicina no Brasil</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/enamed-destaca-urgencia-em-fiscalizar-cursos-de-medicina-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 13:01:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[enamed]]></category>
		<category><![CDATA[faculdades]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
		<category><![CDATA[Médica]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/enamed-destaca-urgencia-em-fiscalizar-cursos-de-medicina-no-brasil/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) revelou um cenário que acende o debate sobre a qualidade da formação médica no país. Os resultados indicaram que cerca de 30% dos cursos de medicina tiveram desempenho insatisfatório, com menos de 60% de seus estudantes alcançando a nota mínima de proficiência exigida. [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/enamed-destaca-urgencia-em-fiscalizar-cursos-de-medicina-no-brasil/">Enamed destaca urgência em fiscalizar cursos de medicina no Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) revelou um cenário que acende o debate sobre a qualidade da formação médica no país. Os resultados indicaram que cerca de 30% dos cursos de medicina tiveram desempenho insatisfatório, com menos de 60% de seus estudantes alcançando a nota mínima de proficiência exigida. A maioria dessas instituições com desempenho abaixo do esperado são municipais ou privadas com fins lucrativos. Diante deste panorama, o Ministério da Educação (MEC) anunciou a aplicação de sanções às faculdades com os piores resultados. Especialistas, como a professora Eliana Amaral e o presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), César Eduardo Fernandes, enfatizam que a principal medida para garantir a excelência na área é o fortalecimento do sistema de regulação e a fiscalização ativa das instituições de ensino.</p>
<p> Enamed revela deficiências e acende alerta</p>
<p> Resultados preocupantes e sanções iminentes<br />
O Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) trouxe à tona uma realidade preocupante no ensino superior de medicina. Um terço dos cursos avaliados não atingiu o padrão mínimo de proficiência, refletindo lacunas significativas na formação dos futuros profissionais. Esta performance insatisfatória é notável especialmente em instituições municipais e privadas com foco no lucro, levantando questões sobre os critérios de abertura e manutenção de tais cursos. Como resposta, o Ministério da Educação (MEC) agiu prontamente, anunciando sanções administrativas para as faculdades que apresentaram os piores desempenhos, sinalizando a seriedade com que o governo encara a questão da qualidade da educação médica.</p>
<p> A demanda por um exame de proficiência<br />
Paralelamente aos resultados do Enamed, entidades representativas como o Conselho Federal de Medicina (CFM) voltaram a clamar pela implementação de um exame de proficiência obrigatório para recém-formados. A proposta é que essa avaliação seja uma etapa crucial antes da concessão do registro profissional, garantindo que apenas médicos com a qualificação comprovada ingressem no mercado de trabalho. Essa medida, embora distinta do Enamed, converge para o mesmo objetivo: elevar o patamar de exigência e assegurar que a população seja atendida por profissionais plenamente capacitados.</p>
<p> A defesa da fiscalização rigorosa</p>
<p> O papel fundamental da regulação, segundo Eliana Amaral<br />
Para Eliana Amaral, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e vice-presidente do Conselho Estadual de Educação de São Paulo, a ação mais relevante para assegurar a qualidade da formação médica reside no fortalecimento do sistema de regulação que fiscaliza as faculdades. Amaral argumenta que toda instituição que decide abrir um curso de medicina assume uma responsabilidade com a sociedade, e é papel do sistema regulador não apenas orientar soluções, mas também estabelecer planos de trabalho e exigir o compromisso dessas instituições com a qualidade. Ela lembra que, embora o Enamed seja novo, os problemas expostos já eram conhecidos, uma vez que o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) já avaliava os cursos. No entanto, a professora ressalva que a qualidade de um curso não pode ser medida apenas pelo desempenho dos alunos em uma única prova, especialmente considerando que o Enade já foi utilizado como instrumento de protesto por meio de boicotes. Por isso, ela destaca o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) do MEC, que, além das notas do Enade, inclui inspeções in loco para verificar a qualidade da formação oferecida.</p>
<p> A importância do ensino prático e a visão da AMB<br />
Eliana Amaral enfatiza que a formação médica brasileira sempre foi de &#8220;altíssima qualidade&#8221;, com diretrizes que asseguram a capacidade de atendimento emergencial. Contudo, ela espera que a discussão gerada pelo Enamed sirva como um &#8220;detonador&#8221; para intensificar a fiscalização, especialmente no que tange ao ensino prático. &#8220;Onde se aprende a cuidar de gente? Quando você cuida de gente&#8221;, afirma a professora, ressaltando a necessidade de as faculdades garantirem bons estágios em clínica médica, pediatria e cirurgia. Isso não se limita a entender sintomas e prescrições, mas também a desenvolver a postura profissional, altamente influenciada por bons professores. O presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), César Eduardo Fernandes, corrobora essa perspectiva. Para ele, a &#8220;expansão desenfreada&#8221; de vagas de medicina no país tem colocado o ensino prático em risco. Ele destaca que &#8220;quase metade do curso tem que ser feito em campo prático&#8221;, o que exige bons laboratórios, ambulatórios de atenção básica, unidades de pronto atendimento e estruturas de média complexidade.</p>
<p> Desafios na expansão e alocação de profissionais</p>
<p> Falta de médicos versus abertura de faculdades<br />
César Eduardo Fernandes defende que a carência de médicos em certas regiões do país não deve ser solucionada com a abertura indiscriminada de novas faculdades de medicina. Ele aponta que a verdadeira solução reside em políticas mais eficazes de alocação de profissionais, as quais demandam melhoria na infraestrutura de atendimento de saúde e a oferta de salários mais atrativos em áreas remotas. &#8220;É uma ideia equivocada criar escolas médicas como bancos assistenciais&#8221;, argumenta Fernandes, destacando que muitas dessas instituições são implantadas em municípios sem a menor condição de atender a própria população, muito menos de servir como campo de ensino adequado para futuros médicos. A melhoria da estrutura de saúde, segundo ele, deve preceder a criação de novas vagas de formação.</p>
<p> Um acordo social para o futuro da medicina<br />
A professora Eliana Amaral propõe a construção de um &#8220;acordo de sociedade&#8221; para melhorar o cenário atual da formação e alocação de médicos. Ela reconhece que a necessidade de expansão de vagas para suprir a ausência de médicos em determinadas localidades é um problema global, não exclusivo do Brasil. O que se faz necessário, em sua visão, é um pacto social sério e uma regulação igualmente séria. &#8220;Abrir uma escola numa determinada região vai ajudar a desenvolvê-la?&#8221;, questiona Amaral, sugerindo que, em tais casos, o Ministério da Saúde e as secretarias de saúde deveriam ser envolvidos para determinar os locais mais adequados para que os alunos possam adquirir o conhecimento e a prática necessários.</p>
<p> A perspectiva estudantil e a prática de excelência</p>
<p> O caso da UFV: formação prática de qualidade<br />
A estudante de medicina Vanessa Conceição da Cruz, prestes a se formar pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, oferece um exemplo positivo de formação. A UFV, mesmo localizada em uma cidade do interior com menos de 80 mil habitantes, obteve nota máxima no Enamed. Vanessa atribui esse sucesso à excelente qualidade da formação prática oferecida pela universidade. Ela detalha que a instituição possui uma estrutura muito boa, com hospitais próprios e parcerias com municípios vizinhos, o que permite aos alunos vivenciarem uma gama diversificada de cenários, tanto urbanos quanto rurais. Além disso, o contato com pacientes ocorre desde os primeiros anos do curso, e a atenção primária à saúde nas unidades básicas é um dos pontos fortes, preparando os estudantes para a porta de entrada do sistema de saúde.</p>
<p> A fiscalização como garantia da experiência prática<br />
Vanessa Conceição da Cruz acredita que essa imersão na prática, especialmente na atenção primária, foi fundamental para o bom desempenho dos alunos da UFV no Enamed, que apresentou muitas questões sobre diagnósticos e tratamentos. Em sua opinião, a prova conseguiu avaliar bem a formação básica dos estudantes. No entanto, a futura médica reforça o coro dos especialistas pela fiscalização constante das faculdades. &#8220;Para ver os cenários práticos, se é suficiente para que os alunos possam ter contato, inclusive com a atenção primária&#8221;, afirma Vanessa. Ela sublinha a importância de garantir essa experiência, pois o pronto-atendimento e os postos de saúde são, frequentemente, as áreas onde os recém-formados buscam suas primeiras oportunidades de trabalho, tornando a experiência prévia nesses ambientes crucial para a atuação profissional.</p>
<p> Aprimorar a medicina: um compromisso contínuo</p>
<p>Os resultados do Enamed, embora desafiadores, consolidam a urgência de fortalecer a fiscalização e a regulação dos cursos de medicina no Brasil. A opinião unânime de especialistas e estudantes ressalta que a qualidade da formação não pode ser comprometida pela expansão desordenada ou pela falta de infraestrutura adequada para o ensino prático. É fundamental que o sistema regulatório atue de forma proativa, orientando as instituições, estabelecendo planos de trabalho e assegurando que a responsabilidade social de formar médicos competentes seja integralmente cumprida. O diálogo entre ministérios, secretarias de saúde, conselhos profissionais e universidades é essencial para construir um futuro onde a excelência na formação médica seja a norma, garantindo profissionais aptos a atender as crescentes demandas da população.</p>
<p> FAQ</p>
<p> O que é o Enamed e qual foi seu principal resultado?<br />
O Enamed, Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica, é uma nova ferramenta para medir a qualidade dos cursos de medicina no Brasil. Sua primeira edição revelou que cerca de 30% dos cursos tiveram desempenho insatisfatório, com menos de 60% dos estudantes atingindo a nota mínima de proficiência.</p>
<p> Por que a fiscalização das faculdades de medicina é considerada tão importante?<br />
A fiscalização é crucial para garantir que as faculdades cumpram as diretrizes de qualidade estabelecidas, especialmente no que se refere ao ensino prático, que exige laboratórios, ambulatórios e estágios em diversas especialidades. Sem fiscalização rigorosa, há o risco de formação de profissionais despreparados, comprometendo a saúde pública.</p>
<p> Qual o papel do sistema de regulação na garantia da qualidade da formação médica?<br />
O sistema de regulação tem o papel de orientar as instituições de ensino, estabelecer planos de trabalho para correção de deficiências e assegurar que as faculdades assumam sua responsabilidade social na formação de médicos competentes. Ele atua como um guardião da qualidade, utilizando ferramentas como o Sinaes, que inclui inspeções in loco, para avaliar as instituições de forma abrangente.</p>
<p> A abertura de novas faculdades médicas é a solução para a falta de médicos em certas regiões?<br />
Segundo especialistas, a abertura indiscriminada de novas faculdades não é a solução principal. A carência de médicos em determinadas regiões deve ser combatida com políticas de alocação de profissionais mais eficazes, que envolvam a melhoria da infraestrutura de atendimento de saúde e a oferta de salários mais atrativos, e não com a criação de cursos em locais sem condições de oferecer a formação prática adequada.</p>
<p>Para mais detalhes sobre as diretrizes e desafios da formação médica no Brasil, continue acompanhando as análises e discussões de especialistas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/enamed-destaca-urgencia-em-fiscalizar-cursos-de-medicina-no-brasil/">Enamed destaca urgência em fiscalizar cursos de medicina no Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Enamed revela: cursos de medicina insatisfatórios sob supervisão e sanções</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/enamed-revela-cursos-de-medicina-insatisfatorios-sob-supervisao-e-sancoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 13:01:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[enamed]]></category>
		<category><![CDATA[instituições]]></category>
		<category><![CDATA[Médica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/enamed-revela-cursos-de-medicina-insatisfatorios-sob-supervisao-e-sancoes/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A qualidade da formação médica no Brasil entrou em foco com a divulgação dos resultados da primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). O Ministério da Educação (MEC) revelou que quase um terço dos cursos de medicina avaliados não atingiu o padrão de proficiência considerado satisfatório, colocando em xeque a preparação [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/enamed-revela-cursos-de-medicina-insatisfatorios-sob-supervisao-e-sancoes/">Enamed revela: cursos de medicina insatisfatórios sob supervisão e sanções</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A qualidade da formação médica no Brasil entrou em foco com a divulgação dos resultados da primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). O Ministério da Educação (MEC) revelou que quase um terço dos cursos de medicina avaliados não atingiu o padrão de proficiência considerado satisfatório, colocando em xeque a preparação de futuros profissionais de saúde. Ao todo, 351 cursos foram submetidos à rigorosa análise, e um número expressivo de 99 instituições, pertencentes ao Sistema Federal de Ensino, agora enfrentará um processo de supervisão que pode culminar em sanções severas. A medida visa garantir que os padrões de excelência sejam mantidos, protegendo o interesse público e a qualidade dos serviços de saúde oferecidos à população brasileira. Os dados do Enamed são um alerta crucial para o sistema educacional do país.</p>
<p> Avaliação da formação médica: os resultados do Enamed</p>
<p> O cenário geral e as instituições afetadas</p>
<p>O Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) submeteu 351 cursos de medicina em todo o território nacional à sua primeira avaliação. Os resultados, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC), apontam que aproximadamente 30% desses cursos apresentaram um desempenho considerado insatisfatório. Esse critério foi aplicado a instituições onde menos de 60% dos estudantes demonstraram proficiência suficiente no exame. No total, 99 cursos foram identificados nesta situação.</p>
<p>É fundamental destacar que as consequências imediatas da avaliação recaem sobre os cursos que integram o Sistema Federal de Ensino. Este sistema abrange tanto as universidades federais quanto as instituições privadas de ensino superior. As instituições públicas estaduais, distritais e municipais, embora avaliadas, não passarão pelo mesmo processo de supervisão federal, uma vez que sua regulamentação e fiscalização são de responsabilidade dos respectivos conselhos e secretarias de educação locais. A lista dos cursos com desempenho insatisfatório inclui uma parcela significativa de instituições privadas com fins lucrativos, apontando para desafios específicos neste segmento da educação médica.</p>
<p> Disparidades de desempenho entre as redes</p>
<p>A análise dos resultados do Enamed revela uma notável disparidade no desempenho entre as diferentes redes de ensino. Os melhores indicadores de proficiência foram observados entre os estudantes de instituições federais, onde 6.502 participantes alcançaram uma pontuação média de 83,1%. Logo em seguida, os alunos das universidades estaduais demonstraram um desempenho igualmente robusto, com uma média de 86,6% de proficiência entre os 2.402 inscritos.</p>
<p>Em contraste, os piores resultados foram registrados entre os 944 concluintes da rede municipal, que obtiveram uma média de apenas 49,7% da pontuação máxima, um índice considerado insuficiente pelo exame. De forma preocupante, os 15.409 estudantes da rede privada com fins lucrativos também apresentaram um desempenho aquém do esperado, com uma média de somente 57,2% da pontuação máxima. Esses números sublinham a urgência de intervenções e ajustes na formação médica, especialmente em determinados setores da educação superior.</p>
<p> Medidas e consequências: o processo de supervisão</p>
<p> Sanções escalonadas e prazos para defesa</p>
<p>Diante dos resultados do Enamed, o Ministério da Educação (MEC) informou que as sanções aplicáveis aos cursos com desempenho insatisfatório serão escalonadas e diretamente proporcionais ao nível de risco ou ameaça que representam ao interesse público. Essas medidas cautelares podem variar desde a redução do número de vagas oferecidas pelos cursos até a suspensão da possibilidade de captação de alunos por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O MEC foi categórico ao afirmar que &#8220;quanto maior o risco ou ameaça ao interesse público, mais graves serão as medidas adotadas&#8221;, estabelecendo um sistema de responsabilização claro.</p>
<p>Após a publicação oficial dos resultados no Diário Oficial da União, os 99 cursos identificados com desempenho insatisfatório terão um prazo de 30 dias para apresentar sua defesa formal ao MEC. Somente após o término desse período e a análise das justificativas é que as sanções entrarão efetivamente em vigor. Uma vez aplicadas, as medidas cautelares permanecerão válidas até a próxima edição do Enamed, que está prevista para ocorrer em outubro de 2026. Este cronograma visa dar às instituições a oportunidade de corrigir as deficiências apontadas e demonstrar melhoria em sua formação.</p>
<p> O impacto no Sistema Federal de Ensino</p>
<p>As ações de supervisão e as sanções decorrentes do Enamed terão um impacto direto e significativo sobre o Sistema Federal de Ensino, englobando as universidades federais e, principalmente, as instituições privadas que oferecem cursos de medicina. Para essas instituições, o processo de supervisão representa não apenas uma fiscalização, mas um momento de reavaliação profunda de suas metodologias de ensino, corpo docente e infraestrutura, visando aprimorar a qualidade da formação oferecida.</p>
<p>A lista detalhada dos 99 cursos sob supervisão, que inclui uma parcela significativa de instituições privadas com fins lucrativos, como diversas unidades da Universidade Estácio de Sá, Centro Universitário do Pantanal e outras, já foi publicada, revelando a abrangência da fiscalização. O Enamed, criado em abril de 2025 como uma adaptação do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) para concluintes de medicina, é uma avaliação obrigatória. Seus resultados não apenas servem para a supervisão dos cursos, mas também podem ser utilizados pelos estudantes para ingresso em programas de residência médica unificados, como o Exame Nacional de Residência (Enare), organizado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). Essa interconexão reforça a importância do exame para a trajetória profissional dos médicos brasileiros e para o fortalecimento do sistema de saúde do país.</p>
<p> A busca contínua pela excelência na formação médica</p>
<p>Os resultados da primeira edição do Enamed representam um marco significativo na avaliação da qualidade da formação médica no Brasil. Ao identificar e supervisionar os cursos com desempenho abaixo do esperado, o Ministério da Educação reafirma seu compromisso com a excelência e a segurança da prática médica. As medidas de supervisão e as sanções escalonadas não são meramente punitivas, mas ferramentas essenciais para induzir melhorias e garantir que os futuros profissionais de saúde estejam plenamente preparados para os desafios do setor. A busca por padrões elevados na educação médica é um investimento direto na saúde da população, assegurando que os cidadãos recebam atendimento de qualidade e confiança.</p>
<p> FAQ</p>
<p> O que é o Enamed e qual seu objetivo principal?<br />
O Enamed, Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica, é uma avaliação obrigatória criada em abril de 2025 para estudantes concluintes do curso de medicina. Seu objetivo principal é avaliar a qualidade da formação médica no Brasil e identificar cursos que não atingem padrões mínimos de proficiência.</p>
<p> Quais cursos de medicina serão submetidos a sanções?<br />
Serão submetidos a sanções os 99 cursos de medicina identificados com desempenho insatisfatório (menos de 60% dos estudantes proficientes) que pertencem ao Sistema Federal de Ensino, o qual inclui universidades federais e instituições privadas. As instituições públicas estaduais, distritais e municipais são supervisionadas por órgãos locais.</p>
<p> Que tipo de sanções podem ser aplicadas aos cursos com desempenho ruim?<br />
As sanções são escalonadas e podem variar desde a redução do número de vagas oferecidas pelo curso até a suspensão da oferta de vagas via Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A gravidade da medida é proporcional ao risco ou ameaça ao interesse público, e as sanções durarão até a próxima edição do Enamed, prevista para outubro de 2026.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre as últimas notícias e análises sobre educação e saúde no Brasil. Assine nossa newsletter para não perder nenhuma atualização!</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/enamed-revela-cursos-de-medicina-insatisfatorios-sob-supervisao-e-sancoes/">Enamed revela: cursos de medicina insatisfatórios sob supervisão e sanções</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Universidades públicas lideram desempenho na avaliação nacional de Medicina</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/universidades-publicas-lideram-desempenho-na-avaliacao-nacional-de-medicina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 00:01:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[enamed]]></category>
		<category><![CDATA[formação]]></category>
		<category><![CDATA[instituições]]></category>
		<category><![CDATA[Médica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/universidades-publicas-lideram-desempenho-na-avaliacao-nacional-de-medicina/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O cenário da educação médica no Brasil passou por uma avaliação crucial com a divulgação dos primeiros resultados do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Instituído em 2025 pelo Ministério da Educação (MEC), o Enamed visa aprimorar a qualidade do ensino de medicina no país. A análise, que abrangeu 351 cursos de medicina [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/universidades-publicas-lideram-desempenho-na-avaliacao-nacional-de-medicina/">Universidades públicas lideram desempenho na avaliação nacional de Medicina</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário da educação médica no Brasil passou por uma avaliação crucial com a divulgação dos primeiros resultados do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Instituído em 2025 pelo Ministério da Educação (MEC), o Enamed visa aprimorar a qualidade do ensino de medicina no país. A análise, que abrangeu 351 cursos de medicina em território nacional, revelou que mais de 69% das instituições avaliadas atingiram um desempenho satisfatório, com notas entre 3 e 5. No entanto, o levantamento também apontou disparidades significativas, com um destaque notável para o desempenho superior das universidades públicas estaduais e federais em comparação com a rede privada e municipal. Estes resultados servem como um termômetro vital para a formação de futuros profissionais da saúde.</p>
<p> Enamed: O novo panorama da formação médica no Brasil</p>
<p> A primeira edição e seus alcances</p>
<p>A primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) em 2025 trouxe à luz um panorama detalhado da qualidade dos cursos de medicina em todo o Brasil. Dos 351 cursos analisados, a maioria, ou seja, 69%, demonstrou um desempenho satisfatório, alcançando notas entre 3 e 5. Este dado, divulgado pelo Ministério da Educação, sugere uma base sólida para grande parte da formação médica no país. Contudo, a avaliação também identificou áreas que demandam atenção, com 107 cursos apresentando desempenho insatisfatório. Adicionalmente, um curso não pôde ser avaliado devido ao baixo número de formandos, o que impediu a análise estatística de seus resultados. A abrangência do Enamed e a clareza dos critérios buscam estabelecer um padrão de excelência e identificar as lacunas na educação médica.</p>
<p> Entendendo o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica</p>
<p>O Enamed, criado em 2025, representa uma iniciativa estratégica do Ministério da Educação para monitorar e elevar continuamente a qualidade da educação em medicina no Brasil. Com caráter obrigatório, o exame avalia anualmente os estudantes em diferentes etapas de sua formação, fornecendo dados cruciais sobre a proficiência e o preparo dos futuros médicos. Os resultados obtidos no Enamed não são apenas um indicativo da qualidade do curso, mas também podem ser utilizados pelos estudantes para ingresso em programas de residência médica unificados, organizados pelo próprio MEC. Essa vinculação confere ao exame um peso considerável, transformando-o em uma ferramenta essencial tanto para as instituições de ensino quanto para os próprios alunos, ao passo que garante a padronização e a exigência na formação de novos profissionais da saúde.</p>
<p> Desempenho contrastante entre as redes de ensino</p>
<p> O destaque das instituições públicas</p>
<p>A análise dos resultados do Enamed revelou uma performance notavelmente superior por parte das instituições públicas de ensino superior. Os estudantes das universidades públicas estaduais demonstraram a maior proficiência, com um impressionante índice de 86% de desempenho satisfatório. Logo atrás, as universidades federais também apresentaram um alto nível de excelência, com uma média de 83% de seus alunos atingindo os critérios de proficiência estabelecidos pelo exame. Esses dados reforçam a percepção de que as instituições de ensino superior públicas continuam a ser pilares na formação de médicos de alta qualidade no Brasil, muitas vezes com infraestrutura e corpo docente de excelência, além de uma tradição em pesquisa e extensão que enriquece a jornada acadêmica.</p>
<p> O cenário das instituições privadas e municipais</p>
<p>Em contraste com o desempenho das instituições públicas, os resultados do Enamed expuseram variações significativas na rede privada e municipal. Os estudantes de universidades privadas sem fins lucrativos alcançaram um índice de 70% de proficiência, um resultado respeitável que indica um bom nível de formação. No entanto, as instituições privadas com fins lucrativos apresentaram uma média mais baixa, com apenas 57% dos alunos demonstrando desempenho satisfatório. O cenário mais preocupante foi o das instituições municipais, que registraram a pior performance, com uma média de apenas 49%. Este índice foi considerado insuficiente pelo exame, sinalizando a necessidade urgente de intervenção e aprimoramento nesses cursos para garantir que a formação médica oferecida atenda aos padrões mínimos de qualidade esperados para a saúde pública do país.</p>
<p> Consequências para cursos com desempenho insatisfatório</p>
<p> Medidas cautelares e suas implicações</p>
<p>Os 99 cursos de instituições reguladas pelo governo federal que tiveram um desempenho abaixo do limiar de 60% no Enamed serão submetidos a um rigoroso conjunto de medidas cautelares. Estas sanções serão aplicadas de forma escalonada, refletindo a gravidade do desempenho insatisfatório. As punições variam desde a proibição de aumentar o número de vagas ofertadas nos próximos anos, passando pela redução da oferta de vagas já existentes – o que significa menos estudantes ingressando –, até a suspensão do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), impactando diretamente o acesso de alunos que dependem do programa para custear seus estudos. A medida mais drástica consiste na proibição total de ingresso de novos estudantes, o que pode levar ao fechamento gradual do curso caso as deficiências não sejam sanadas. O objetivo dessas sanções é compelir as instituições a implementarem melhorias significativas em sua estrutura pedagógica e de ensino.</p>
<p> O processo de defesa e recurso</p>
<p>Após a publicação oficial dos resultados do Enamed no Diário Oficial da União, as instituições cujos cursos foram avaliados como insatisfatórios terão a oportunidade de apresentar sua defesa ao Ministério da Educação. Este é um passo crucial no processo, permitindo que as universidades e faculdades expliquem os fatores que podem ter contribuído para o baixo desempenho, apresentem planos de melhoria detalhados e contestem, se for o caso, a avaliação recebida. Somente após a análise dessas defesas e a consideração de todos os argumentos é que as sanções serão efetivamente implementadas. Este mecanismo de defesa garante o devido processo legal e oferece às instituições uma chance de retificação antes que as medidas restritivas entrem em vigor, promovendo a transparência e a justiça no sistema de avaliação.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A primeira edição do Enamed em 2025 estabeleceu um marco fundamental para a avaliação da formação médica no Brasil. Os resultados revelam um panorama complexo, com a rede pública demonstrando excelência e a rede privada e municipal enfrentando desafios consideráveis. A implementação de medidas cautelares para cursos com desempenho insatisfatório sublinha o compromisso do Ministério da Educação em elevar os padrões de qualidade e assegurar que os futuros profissionais de saúde estejam plenamente capacitados. O Enamed, com sua natureza obrigatória e anual, posiciona-se como um pilar essencial para a garantia da qualidade da educação médica e, consequentemente, para a saúde pública brasileira, influenciando diretamente a formação de gerações de médicos e aprimorando o sistema de saúde do país.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> O que é o Enamed?<br />
O Enamed, ou Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica, é uma avaliação anual e obrigatória, criada em 2025 pelo Ministério da Educação, para medir a qualidade dos cursos de medicina e a proficiência dos estudantes no Brasil.</p>
<p> Qual a importância do Enamed para os estudantes?<br />
Para os estudantes, o Enamed é crucial porque, além de atestar a qualidade de sua formação, o resultado pode ser utilizado como critério para o ingresso em programas de residência médica unificados, organizados pelo próprio MEC.</p>
<p> Que tipo de sanções podem ser aplicadas aos cursos com desempenho insatisfatório?<br />
Cursos com desempenho abaixo do esperado podem enfrentar sanções como a proibição de aumentar vagas, redução da oferta de vagas, suspensão do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) e, em casos mais graves, a proibição de ingresso de novos estudantes.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre as políticas de educação e saúde no Brasil, acompanhando as próximas divulgações do Ministério da Educação.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/universidades-publicas-lideram-desempenho-na-avaliacao-nacional-de-medicina/">Universidades públicas lideram desempenho na avaliação nacional de Medicina</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Adolescente supera câncer e AVC com recuperação considerada milagrosa</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/adolescente-supera-cancer-e-avc-com-recuperacao-considerada-milagrosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Dec 2025 08:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ela]]></category>
		<category><![CDATA[Médica]]></category>
		<category><![CDATA[não]]></category>
		<category><![CDATA[raílla]]></category>
		<category><![CDATA[transplante]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/adolescente-supera-cancer-e-avc-com-recuperacao-considerada-milagrosa/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A trajetória de Raílla Sousa Coelho, uma jovem piauiense que aos 14 anos se viu diante de um cenário médico desolador, tornou-se um potente testemunho de superação e fé. Em fevereiro de 2025, os profissionais de saúde aconselharam a mãe de Raílla a se preparar para o pior, pois a adolescente, após enfrentar dois tipos [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/adolescente-supera-cancer-e-avc-com-recuperacao-considerada-milagrosa/">Adolescente supera câncer e AVC com recuperação considerada milagrosa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A trajetória de Raílla Sousa Coelho, uma jovem piauiense que aos 14 anos se viu diante de um cenário médico desolador, tornou-se um potente testemunho de superação e fé. Em fevereiro de 2025, os profissionais de saúde aconselharam a mãe de Raílla a se preparar para o pior, pois a adolescente, após enfrentar dois tipos de câncer e diversas complicações, havia sofrido um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico. Seu estado era gravíssimo: Raílla não respondia a estímulos, apresentava frequência cardíaca muito baixa e pupilas fixas. A medicina, segundo os médicos, havia esgotado suas possibilidades. Contariando todas as expectativas, a jovem demonstrou uma recuperação milagrosa, surpreendendo até mesmo a equipe médica que a acompanhava em Barretos, São Paulo. Sua história é um farol de esperança e resiliência, provando que a vida pode desafiar os prognósticos mais pessimistas.</p>
<p> A batalha inicial contra o câncer</p>
<p> O primeiro diagnóstico e os anos de tratamento</p>
<p>A jornada de Raílla contra a doença começou cedo, em 2019, quando ela tinha apenas 8 anos. O diagnóstico foi de sarcoma de Ewing, um tipo raro e agressivo de câncer que afeta ossos e tecidos moles. A mãe, Marluce Isabel Coelho, lembra a angústia daquele período. &#8220;Se eu falar que a gente não teve medo, estou omitindo. Porque, por mais que a gente tenha fé, a gente acredite, o medo bate. Eu acreditava que daria certo, mas cheguei a questionar Deus: &#8216;Por que isso? Por que com a minha filha?'&#8221;, relata Marluce.</p>
<p>A primeira intervenção foi uma cirurgia para remover o tumor. Duas semanas depois, Raílla iniciou um intenso ciclo de quimioterapia. O ano de 2019 foi marcado por constantes idas e vindas ao hospital, que se tornou praticamente a segunda casa da família. A imunidade de Raílla estava sempre muito baixa, resultando em febres frequentes e internações. A radioterapia seguiu-se à quimioterapia, e a pandemia de COVID-19, que forçou grande parte da população ao isolamento, não alterou significativamente a rotina de Raílla e sua mãe, que já viviam em regime de isolamento entre casa e hospital para proteger a saúde da menina. Originária de Paulistana, no Piauí, Raílla recebeu tratamentos em Teresina, Piauí, e Petrolina, Pernambuco, antes de ser encaminhada para o Hospital de Amor Infantojuvenil, em Barretos, São Paulo, um centro de referência em oncologia pediátrica. Durante todo esse tempo, o pai, João de Sousa Coelho, e a irmã mais velha, Alessandra de Sousa Coelho, acompanhavam de perto, embora a maior parte da dedicação noturna no hospital recaísse sobre Marluce.</p>
<p> O agravamento do quadro e novos desafios</p>
<p> A leucemia secundária e o transplante de medula</p>
<p>Em 2023, a família enfrentou um novo e alarmante golpe: Raílla foi diagnosticada com leucemia mieloide secundária, uma complicação grave decorrente do tratamento anterior para o sarcoma de Ewing. Este novo diagnóstico exigia um transplante de medula óssea, uma etapa que intensificaria ainda mais a luta pela vida da adolescente. Para viabilizar o tratamento especializado, Marluce e Raílla se mudaram para Barretos, uma cidade distante de sua terra natal, onde a esperança de um novo começo se misturava com a apreensão do desconhecido.</p>
<p> A recorrência e o segundo transplante</p>
<p>O primeiro transplante de medula foi realizado em 2024, tendo a irmã Alessandra, então com 23 anos, como doadora compatível. No entanto, um ano exato após o procedimento, a doença recidivou. A oncopediatra Neysi Costa Villela, do Hospital de Amor Infantojuvenil de Barretos, confirmou a notícia devastadora. &#8220;Nessa consulta de um ano, a gente viu que tinha voltado a doença. Um ano certinho do primeiro transplante, ela teve a leucemia de novo&#8221;, explicou a médica.</p>
<p>Diante da urgência de um segundo transplante, oito membros da família de Raílla realizaram testes de compatibilidade. Cinco deles apresentaram resultados positivos. O doador escolhido foi um primo de 18 anos, o mais jovem entre os compatíveis. Menos de um mês após este segundo e complexo procedimento, Raílla começou a apresentar múltiplas complicações, indicando um quadro de saúde extremamente delicado.</p>
<p> O momento mais crítico e o AVC</p>
<p> Complicações pós-transplante e o AVC hemorrágico</p>
<p>A oncopediatra Neysi Costa Villela ressalta que &#8220;todo segundo transplante já é complicado por si só, porque a criança já está mais debilitada. Mesmo tendo um ano do primeiro, o segundo transplante tem mais riscos de ter complicação só por ser segundo&#8221;. Raílla, de fato, experimentou quase todas as intercorrências possíveis desde o início do segundo transplante. A complicação mais grave e que levou a equipe médica a acreditar que a perderiam foi um AVC hemorrágico, ocorrido apenas 18 dias após a segunda cirurgia.</p>
<p>A adolescente desenvolveu encefalopatia posterior reversível (PRES), uma alteração cerebral que pode ser desencadeada por medicações utilizadas no transplante, acompanhada de sangramento. Esta combinação de fatores indicava um prognóstico extremamente sombrio. &#8220;A PRES é uma complicação comum no transplante, mas o que foi incomum na Raílla é que, junto com essa PRES, ela teve um sangramento e isso é raro. Ela sangrou em um momento em que não tinha plaquetas, porque a &#8216;medulinha&#8217; dela ainda não estava funcionando, não tinha pego&#8221;, detalhou a médica.</p>
<p>Raílla entrou em coma. Seu estado de saúde deteriorava rapidamente. Devido à baixa contagem de plaquetas, uma nova cirurgia era inviável. Os médicos, cientes das limitações da medicina, comunicaram à família que nada mais poderia ser feito. &#8220;Quando chegava alguém falando &#8216;os médicos querem conversar com você&#8217; eu já não queria mais ouvir, porque, para a medicina, não tinha mais nada. Os médicos falavam isso para a gente. Tudo que a medicina podia fazer, já tinha feito. Não tinha mais nada que estivesse ao alcance deles. Falaram para a gente esperar ela descansar, porque não tinha nada a fazer&#8221;, relembrou Marluce com emoção. Diante da iminência da perda, a mãe fez uma promessa no ouvido da filha: se ela se recuperasse, Marluce faria o impossível para realizar a tão sonhada festa de 15 anos de Raílla.</p>
<p> O milagre da recuperação</p>
<p> A chegada da irmã e a virada no quadro</p>
<p>No pico da crise, os médicos, sem esperanças, pediram que a irmã mais velha, Alessandra, fosse a Barretos para se despedir. O laço entre as irmãs, no entanto, transcendeu a explicação médica. No momento exato em que Alessandra chegou à cidade, os sinais vitais de Raílla começaram a apresentar uma melhora surpreendente. &#8220;Acredito que Deus levou ela  até lá e com um propósito. Enquanto ela não chegava, liguei várias vezes &#8216;você está onde, já tá no Uber?&#8217; Meu medo era que Raílla partisse e ela não chegasse&#8221;, conta Marluce. Alessandra sempre manteve a fé inabalável de que a irmã se recuperaria. &#8220;Ela sempre falava que nós não íamos desistir, que Deus ia dar força e foi uma coisa extraordinária. Não tem como explicar. A hora que ela chegou, o batimento da Raílla começou a melhorar, depois ela foi recuperando pouco a pouco nos dias seguintes&#8221;, acrescentou a mãe.</p>
<p> A surpreendente ausência de sequelas e novos sonhos</p>
<p>A recuperação de Raílla desafiou todas as expectativas médicas, a ponto de a própria oncopediatra Neysi Costa Villela declarar: &#8220;A gente, realmente, não fez nada. Quem fez foi só Deus. Só ficamos olhando e foi por isso que chamou a nossa atenção&#8221;. Uma das maiores preocupações era a possibilidade de sequelas neurológicas devido ao tempo em coma e à gravidade do AVC. Contudo, para a surpresa de todos, Raílla não apresenta qualquer sequela e já conseguiu interromper o uso de algumas medicações.</p>
<p>A jovem completou 15 anos em novembro e teve a festa de aniversário exatamente como sempre sonhou, um testemunho da promessa cumprida por sua mãe. Apesar de ter poucas lembranças do período mais crítico, Raílla está consciente da gravidade de sua batalha e já escolheu a profissão que deseja seguir: ela quer ser médica. Sua experiência a inspira a oferecer esperança a outros. &#8220;Quando passar uma pessoa comigo e não tiver mais jeito, falo que tem sim, que Deus está acima de tudo. E eu vou contar a história que sou a prova disso&#8221;, afirma Raílla. Em um depoimento de gratidão, ela expressa: &#8220;Eu estou bem, estou feliz. Tenho muita gratidão a todos que cuidaram de mim e estiveram do meu lado. Sou muito grata a Deus também&#8221;. A mãe, Marluce, acredita que a história da filha tem um propósito maior: &#8220;Minha filha se recuperou, mas não é porque somos melhor do que ninguém. Tratamento oncológico não é fácil e o que Deus fez, tenho certeza que é para impactar outras vidas, que é para Deus dar forças a outras pessoas através do que Ele fez na vida de Raílla&#8221;.</p>
<p> Uma história de fé e resiliência que inspira</p>
<p>A jornada de Raílla é um exemplo vívido da capacidade humana de superar adversidades extremas e da força da fé e do amor familiar. De um diagnóstico precoce de câncer a uma leucemia secundária e um AVC hemorrágico que a deixou à beira da morte, a adolescente desafiou prognósticos e a lógica médica, emergindo sem sequelas e com uma nova perspectiva de vida. Sua recuperação, descrita como milagrosa pelos próprios médicos, não apenas reacendeu a esperança em sua família, mas também serve como um farol para inúmeros pacientes e suas famílias que enfrentam batalhas semelhantes. A determinação de Raílla em se tornar médica para oferecer esperança a outros é um testemunho da profundidade de sua experiência e de seu desejo de transformar sua dor em propósito. Sua história ressoa como um lembrete poderoso de que, mesmo nos momentos mais sombrios, a esperança pode surgir, e a vida pode se manifestar de formas extraordinárias.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> Quais foram os diagnósticos de câncer de Raílla?<br />
Raílla foi diagnosticada primeiramente com sarcoma de Ewing aos 8 anos, em 2019. Posteriormente, em 2023, desenvolveu leucemia mieloide secundária ao tratamento oncológico anterior.</p>
<p> Qual foi o momento mais crítico na saúde de Raílla?<br />
O período mais crítico ocorreu em fevereiro de 2025, após o segundo transplante de medula, quando Raílla sofreu um AVC hemorrágico e entrou em coma, com os médicos indicando que não havia mais recursos médicos para sua recuperação.</p>
<p> Raílla teve alguma sequela após a recuperação?<br />
Não, de forma surpreendente, Raílla não apresentou nenhuma sequela neurológica ou física após sua recuperação do AVC e do coma, contrariando as expectativas médicas.</p>
<p> Qual é o sonho de Raílla para o futuro?<br />
Inspirada por sua própria experiência, Raílla deseja se tornar médica para poder ajudar e inspirar outros pacientes que enfrentam doenças graves, compartilhando sua história como prova de esperança.</p>
<p>Compartilhe esta inspiradora história de superação e esperança para que mais pessoas conheçam a força da fé e da resiliência humana.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/adolescente-supera-cancer-e-avc-com-recuperacao-considerada-milagrosa/">Adolescente supera câncer e AVC com recuperação considerada milagrosa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Médicas de hospital público em são paulo flagradas em atividades pessoais no trabalho</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/medicas-de-hospital-publico-em-sao-paulo-flagradas-em-atividades-pessoais-no-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 02:01:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dia]]></category>
		<category><![CDATA[fialho]]></category>
		<category><![CDATA[horas]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital]]></category>
		<category><![CDATA[Médica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/medicas-de-hospital-publico-em-sao-paulo-flagradas-em-atividades-pessoais-no-trabalho/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Três médicas ginecologistas do Ambulatório de Especialidades do Complexo Hospitalar Heliópolis, na Zona Sul de São Paulo, foram vistas realizando compras e frequentando aulas de pilates durante o horário em que deveriam estar atendendo pacientes. A situação foi constatada após apuração. A escala fixada na recepção do ambulatório indica que as médicas Márcia Kamilos, Silmara [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/medicas-de-hospital-publico-em-sao-paulo-flagradas-em-atividades-pessoais-no-trabalho/">Médicas de hospital público em são paulo flagradas em atividades pessoais no trabalho</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três médicas ginecologistas do Ambulatório de Especialidades do Complexo Hospitalar Heliópolis, na Zona Sul de São Paulo, foram vistas realizando compras e frequentando aulas de pilates durante o horário em que deveriam estar atendendo pacientes. A situação foi constatada após apuração.</p>
<p>A escala fixada na recepção do ambulatório indica que as médicas Márcia Kamilos, Silmara Fialho e Mara Gomes integram o corpo de profissionais da área de ginecologia. No entanto, pacientes relatam dificuldades em agendar consultas há meses. Uma cozinheira afirmou não conseguir marcar atendimento com ginecologista há mais de seis meses, recebendo sempre a mesma resposta: falta de vagas e de médicos. A irmã da cozinheira também enfrenta a mesma dificuldade.</p>
<p>A investigação revelou que a médica Márcia Kamilos está afastada do hospital há um ano, desde dezembro de 2024, devido a um atestado médico de 365 dias, justificado por &#8220;capacidade laborativa prejudicada&#8221;. Apesar disso, foi possível agendar uma consulta particular com ela em uma clínica no bairro dos Jardins para o dia 17 de dezembro. A médica também participou de congressos e eventos em maio, setembro e outubro, inclusive ministrando aulas e palestras em diferentes cidades.</p>
<p>A médica Silmara Fialho tem escala de trabalho às segundas e quartas-feiras. No dia 17 de novembro, uma segunda-feira, registrou o ponto às 7h38 e deixou o local às 13h, duas horas antes do término oficial do expediente, sem retornar para registrar a saída. No dia 19, uma quarta-feira, chegou com uma hora e meia de atraso e saiu às 12h30. A equipe também a encontrou fazendo compras no centro da cidade, durante o horário em que deveria estar trabalhando no hospital. Nos dias 24 e 26 de novembro, ela não compareceu ao trabalho.</p>
<p>A escala de trabalho da médica Mara Gomes prevê jornadas de 10 horas às segundas e quartas e de seis horas às sextas. No dia 19 de novembro, foi verificado que ela retornou ao ambulatório às 12h10, após um período de três horas fora do hospital, onde fez aula de pilates e almoçou. No dia 24 de novembro, registrou o ponto e saiu para fazer pilates em outra cidade, sendo flagrada na aula às 9h. À tarde, retornou ao hospital e atendeu pacientes.</p>
<p>Dados do Portal da Transparência do Estado de São Paulo indicam que, entre janeiro e outubro de 2025, as médicas Márcia Kamilos, Mara Gomes e Silmara Fialho receberam salários que totalizam mais de R$ 210 mil.</p>
<p>A médica Márcia Kamilos declarou que a administração do hospital tem conhecimento do seu afastamento e da documentação apresentada. As médicas Silmara Fialho e Mara Gomes não responderam aos contatos da reportagem.</p>
<p>A secretaria da Saúde informou que determinou à organização social responsável pela gestão do hospital a apuração imediata e rigorosa dos fatos, e que repudia qualquer conduta incompatível com a ética profissional. Caso as irregularidades sejam confirmadas, as profissionais envolvidas poderão sofrer sanções administrativas, trabalhistas e legais. A organização responsável pela gestão do hospital informou que iniciou a implementação de melhorias nos controles internos, como o registro de ponto por biometria facial, para aprimorar a supervisão de seus colaboradores.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/medicas-de-hospital-publico-em-sao-paulo-flagradas-em-atividades-pessoais-no-trabalho/">Médicas de hospital público em são paulo flagradas em atividades pessoais no trabalho</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
