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Israel retoma ofensiva em gaza e suspende ajuda humanitária
© Reuters/Ramadan Abed/Proibida reprodução
Israel retomou suas operações militares na Faixa de Gaza neste domingo, acompanhado da suspensão da entrada de assistência humanitária destinada à população palestina. A escalada ocorre em meio a relatos de intensos bombardeios por forças israelenses, colocando em xeque o cessar-fogo que havia sido negociado com a mediação dos Estados Unidos.
Autoridades locais em Gaza reportaram que ataques aéreos e disparos de tanques israelenses resultaram na morte de pelo menos 18 pessoas, incluindo uma mulher. As Forças de Defesa de Israel (FDI) declararam ter atingido alvos associados ao Hamas, alegando que os ataques visaram depósitos de armas e membros do grupo.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou ter ordenado uma resposta militar contundente em face do que descreveu como uma violação do cessar-fogo por parte do Hamas na cidade de Rafah, localizada no sul de Gaza. De acordo com as FDI, militantes do Hamas teriam lançado um míssil antitanque e efetuado disparos contra as tropas israelenses.
Em contrapartida, o Hamas divulgou um comunicado reafirmando seu compromisso com o cessar-fogo. O grupo palestino argumenta que a ocupação israelense continua a violar o acordo e que Israel estaria apresentando justificativas para seus atos.
A decisão de Israel de interromper o fluxo de ajuda humanitária para Gaza foi justificada com a alegação de que o Hamas teria violado o acordo de cessar-fogo.
O conflito já se estende por dois anos, tendo causado a morte de mais de 67 mil palestinos e ferido 170 mil na Faixa de Gaza. Do lado israelense, o conflito resultou em 1.665 mortes e 1.200 feridos.
Israel enfrenta um processo na Corte Internacional de Justiça em Haia, onde é acusado de genocídio em Gaza. O governo israelense nega veementemente as acusações.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br