Bolsa brasileira alcança novo recorde histórico e dólar recua

 Bolsa brasileira alcança novo recorde histórico e dólar recua

© REUTERS/Amanda Perobelli/Direitos Reservados

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Após um dia de volatilidade, o mercado de ações brasileiro celebrou um novo marco histórico, impulsionado principalmente pelo desempenho das ações da Petrobras. O índice Ibovespa, principal indicador da B3, encerrou o pregão em 154.063 pontos, registrando uma alta de 0,47%. A trajetória ascendente, que chegou a ser momentaneamente interrompida durante a manhã, ganhou força na parte da tarde, consolidando a 13ª sessão consecutiva de ganhos.

Este desempenho notável representa o 10º recorde consecutivo da bolsa brasileira, impulsionando os ganhos acumulados para 3,02% na semana e impressionantes 28,08% no ano de 2025. A sequência de valorizações está próxima de igualar o recorde de 15 altas seguidas, observadas em maio e junho de 1994, período que antecedeu a implementação do Plano Real.

O bom desempenho da Petrobras exerceu influência significativa no resultado geral. A divulgação de um lucro robusto de R$ 32,7 bilhões no terceiro trimestre, juntamente com o anúncio da distribuição de R$ 12,16 bilhões em dividendos, repercutiu positivamente entre os investidores. As ações ordinárias da estatal, que conferem direito a voto em assembleias de acionistas, apresentaram uma valorização de 4,83%. Já os papéis preferenciais, que garantem prioridade na distribuição de dividendos, registraram um aumento de 3,77%.

No mercado de câmbio, o dia também foi marcado por um alívio. O dólar comercial encerrou o dia cotado a R$ 5,336 para venda, refletindo uma queda de R$ 0,012, equivalente a 0,22%. Apesar de ter atingido a marca de R$ 5,36 no início da manhã, a moeda americana apresentou um declínio gradual ao longo do dia, fechando próxima da mínima da sessão.

Atingindo o menor patamar desde 6 de outubro, o dólar acumulou uma queda de 0,83% na semana. Em novembro, a desvalorização chega a 0,82%, enquanto no acumulado de 2025 a moeda americana registra uma queda de 13,66%. Sem a influência de grandes notícias externas, o mercado de câmbio acompanhou o movimento internacional, com o dólar demonstrando fraqueza em relação às principais moedas.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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