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8ª Caminhada pelo fim da violência contra mulheres e meninas reúne participantes em Osasco
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Evento aconteceu no último dia 22 de novembro, em frente ao Osasco Plaza Shopping
O Núcleo Osasco do Grupo Mulheres do Brasil realizou no último sábado (22), a 8ª Caminhada pelo fim da violência contra mulheres e meninas. A mobilização aconteceu em frente ao Osasco Plaza Shopping, no Calçadão, seguindo até a Estação de trem, e contou com a participação de autoridades, como a vereadora Elania Silva (PSD), o grupo Mulheres do Brasil, Núcleo Osasco é composto pelas lideres do Colegiado , Angela Rodrigues, Fatima Freitas, Fabiana Grosso, Amanda Carvalho.
O convite para caminhada em Osasco foi divulgado nas redes do grupo com a mensagem: “Em 2024, fomos milhares nas ruas, de norte a sul do Brasil e do mundo, vestimos laranja e levantamos nossas vozes para dar um passo firme contra a violência que
atinge mulheres e meninas todos os dias”.
Segundo Angela Rodrigues, o Grupo Mulheres do Brasil foi criado em outubro de 2013, a partir da união de 40 mulheres com o objetivo de engajar a sociedade civil na busca por melhorias para o país. Além disso, está empenhada na defesa da população feminina.
A presidente do grupo é a dona das lojas Magazine Luiza, a empresária Luiza Helena Trajano. O Grupo Mulheres do Brasil hoje é uma rede suprapartidária com núcleos em diversas partes do Brasil e do exterior.
*Pelo fim da violência contra mulheres e meninas*
A caminhada pelo fim da violência contra mulheres e meninas representa um momento de reflexão coletiva, mobilização social e compromisso ético com a proteção da vida.
Trata-se de uma ação que reafirma a urgência de enfrentar todas as formas de violência — física, psicológica, sexual, moral, patrimonial e simbólica — que afetam profundamente a dignidade e os direitos humanos de tantas mulheres.
“Ao participar dessa caminhada, declaramos que não aceitaremos a naturalização do machismo, do abuso, da exploração e do feminicídio. Reafirmamos que toda mulher e toda menina têm o direito de viver com segurança, respeito e liberdade, e que a sociedade tem o dever de promover ambientes protegidos, políticas eficazes e oportunidades iguais”, reforçam as organizadoras
Este momento busca dar visibilidade às vítimas, fortalecer redes de apoio e incentivar a denúncia, o acolhimento e a prevenção. Mais do que um ato público, é uma manifestação de responsabilidade social e de esperança por um futuro em que nenhuma mulher seja silenciada, violentada ou submetida ao medo.
“Que nossa caminhada inspire consciência, provoque mudanças e reafirme o compromisso de toda a comunidade com a construção de uma cultura de paz, equidade e respeito”, concluiram.