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	<title>mãe &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>mãe &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Bloco de Brasília promove carnaval inclusivo e combate o capacitismo</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 03:00:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto as ruas de Brasília pulsam com a energia contagiante do carnaval, um bloco em particular se destaca por sua missão de romper barreiras e garantir que a festa seja verdadeiramente para todos. O &#8220;Deficiente é a mãe&#8221;, há 14 anos, transforma a folia momesca em um palco de inclusão, desafiando a histórica falta de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto as ruas de Brasília pulsam com a energia contagiante do carnaval, um bloco em particular se destaca por sua missão de romper barreiras e garantir que a festa seja verdadeiramente para todos. O &#8220;Deficiente é a mãe&#8221;, há 14 anos, transforma a folia momesca em um palco de inclusão, desafiando a histórica falta de acessibilidade em eventos culturais. A iniciativa nasceu da compreensão de que rampas, pisos táteis, transporte adaptado, intérpretes de Libras e espaços reservados não são favores, mas direitos fundamentais. Este movimento em Brasília serve como um poderoso lembrete de que o carnaval acessível é essencial para combater o capacitismo, a discriminação que subestima as capacidades de pessoas com deficiência.</p>
<p> A gênese da inclusão: Combatendo barreiras no carnaval</p>
<p> Uma história de luta e celebração</p>
<p>Fundado há 14 anos pela historiadora Lurdinha Danezy Piantino, em colaboração com pais e representantes de entidades dedicadas a pessoas com deficiência, o bloco &#8220;Deficiente é a mãe&#8221; nasceu da indignação contra o capacitismo. Para Lurdinha, mãe de Lúcio Piantino, a ocupação de espaços sociais e culturais é crucial. &#8220;A pessoa com deficiência tem que ocupar todos os espaços: sociais e culturais. E o momento cultural mais importante do ano é o carnaval. Então, a pessoa com deficiência tem que estar junto&#8221;, enfatiza a fundadora.</p>
<p>Lúcio Piantino, de 30 anos, é um dos corações pulsantes do bloco. Multifacetado, ele dá vida a Úrsula Up, a primeira Drag Queen com síndrome de Down do Brasil e uma voz ativa na causa LGBTQIA+. Fora dos palcos e sem a montação característica, Lúcio expande seu talento como ator, artista plástico, dançarino e palhaço. Gay e apaixonado pelo carnaval desde a infância, ele vê os blocos como ferramentas essenciais para promover a inclusão. &#8220;Sinto-me ótimo. É a vida, que é muito boa&#8221;, expressa Lúcio, transmitindo a alegria de participar plenamente da festa.</p>
<p> Mobilização e o impacto da festa</p>
<p> Superando obstáculos e inspirando participação</p>
<p>Na luta contra o preconceito, Luiz Maurício Santos, servidor público aposentado de 60 anos e cadeirante há 28 anos, é outro fundador do bloco. Apesar das dificuldades inerentes à organização – como a obtenção de recursos e a burocracia –, ele defende que mais pessoas com deficiência compreendam que o carnaval também é um espaço seu. &#8220;Temos ainda a dificuldade de mobilizar o segmento. As pessoas ainda ficam um pouco receosas de participar, de sofrer alguma discriminação. Então, sempre tentamos mobilizar essa turma para que apareçam&#8221;, relata Santos, destacando a importância de vencer a barreira do receio.</p>
<p>Um frequentador assíduo dos encontros anuais do bloco é o jovem Francisco Boing Marinucci, de 22 anos, que possui Transtorno do Espectro Autista (TEA). Sua mãe, a professora Raquel Boing Marinucci, o leva ao bloco por seu amor por músicas, marchinhas de carnaval e sambas. Em uma homenagem criativa ao Sítio do Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato, Francisco e sua mãe elegeram as fantasias para o carnaval de 2026, revivendo as memórias de infância do jovem. &#8220;A mãe me adora, me ama de paixão. A mãe é minha companhia&#8221;, declara Francisco sobre a presença constante de Raquel. Para a professora, o bloco oferece um ambiente mais inclusivo e seguro para ambos. Ela ressalta a diferença na percepção social: &#8220;Quando as pessoas com deficiência intelectual são pequenas, há mais compreensão, porque, em geral, as crianças não são preconceituosas. Mas para um jovem ou adulto com deficiência intelectual não há inclusão de verdade. Por isso, não é possível deixá-lo sair sozinho em um ambiente sem um cuidador contratado ou alguém da família.&#8221;</p>
<p>O Brasil, segundo o IBGE, conta com 18,6 milhões de pessoas com deficiência com 2 anos ou mais, o que representa 8,9% da população nessa faixa etária, sendo a deficiência visual a mais comum, atingindo cerca de 3,1%. Thiago Vieira, auxiliar de biblioteca com baixa visão congênita, ilustra a necessidade de mais espaços inclusivos. Neste carnaval, ele desfrutou da festa ao lado de sua cão-guia Nina. Amante do carnaval, Thiago considera essencial ter eventos que o acolham. &#8220;No ano inteiro, a gente é bastante esquecido. Este bloco é um começo, me sinto seguro aqui. Quem sabe a sociedade se conscientiza para abrir mais lugares acessíveis para a gente?&#8221;, almeja.</p>
<p>Carlos Augusto Lopes de Sousa, secretário escolar em Recanto das Emas, é outro frequentador assíduo. Em cadeira de rodas devido a uma fratura na coluna há 37 anos, ele celebrou a segunda-feira de carnaval no centro de Brasília, afirmando: &#8220;Isso se chama inclusão e respeito.&#8221; Carlos também expressa otimismo em relação às pesquisas da professora doutora Tatiana Coelho de Sampaio, da UFRJ, que desenvolveu um medicamento (composto polilaminina) com resultados promissores na regeneração de lesões medulares. &#8220;Ela é incrível! Heroína nacional&#8221;, celebra Carlos Augusto, esperançoso pela aprovação da Anvisa para estudos clínicos mais amplos.</p>
<p> Rumo a uma sociedade plenamente acessível</p>
<p>O bloco &#8220;Deficiente é a mãe&#8221; transcende a mera celebração carnavalesca, consolidando-se como um grito de resistência e um farol de esperança. Ao longo de mais de uma década, ele tem não apenas proporcionado momentos de alegria e confraternização para pessoas com deficiência e suas famílias, mas também atuado como um catalisador para a conscientização social. As histórias de Lurdinha, Lúcio, Luiz Maurício, Francisco, Thiago e Carlos Augusto são testemunhos vívidos da importância de garantir a participação plena e equitativa de todos nos diversos âmbitos da vida. A busca por um carnaval inclusivo em Brasília é um reflexo do anseio por uma sociedade onde a acessibilidade seja a norma, e não a exceção, promovendo dignidade e respeito para todos os cidadãos.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre acessibilidade no carnaval</p>
<p> Qual é o objetivo principal do bloco &#8220;Deficiente é a mãe&#8221;?<br />
O objetivo principal é promover a inclusão de pessoas com deficiência (PCDs) no carnaval, combatendo o capacitismo e as barreiras físicas e sociais que limitam sua participação em eventos culturais.</p>
<p> Quais são os principais desafios de acessibilidade nos eventos de carnaval?<br />
Os desafios incluem a falta de rampas, calçadas e pisos táteis adequados, pouca oferta de transporte público acessível, ausência de espaços reservados com boa visibilidade para cadeirantes, e o número limitado de intérpretes de Libras.</p>
<p> Quem é Úrsula Up e qual sua importância?<br />
Úrsula Up é a Drag Queen interpretada por Lúcio Piantino, que possui síndrome de Down. Ela é a primeira Drag Queen com essa condição no Brasil e representa um ícone de representatividade LGBTQIA+ e de pessoas com deficiência, mostrando que a arte e a expressão são para todos.</p>
<p> Como a sociedade pode contribuir para um carnaval mais inclusivo?<br />
A sociedade pode contribuir exigindo e apoiando a criação de estruturas acessíveis, participando ativamente de blocos e eventos inclusivos, conscientizando-se sobre o capacitismo e incentivando a participação de pessoas com deficiência em todos os espaços.</p>
<p>Engaje-se ativamente na promoção da inclusão e descubra mais sobre iniciativas que transformam o carnaval em uma festa verdadeiramente acessível para todos. Sua participação faz a diferença!</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Mãe de Thiago Menezes depõe em júri de PMs acusados de matar</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 09:00:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O julgamento dos policiais militares acusados pela morte de Thiago Menezes Flausino, de apenas 13 anos, avançou nesta terça-feira (10) com o depoimento da mãe do estudante, Priscila Menezes Gomes de Souza. A sessão do júri popular, realizada na zona oeste do Rio de Janeiro, trouxe à tona detalhes dolorosos do incidente ocorrido em agosto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O julgamento dos policiais militares acusados pela morte de Thiago Menezes Flausino, de apenas 13 anos, avançou nesta terça-feira (10) com o depoimento da mãe do estudante, Priscila Menezes Gomes de Souza. A sessão do júri popular, realizada na zona oeste do Rio de Janeiro, trouxe à tona detalhes dolorosos do incidente ocorrido em agosto de 2023. Os dois agentes do Batalhão de Choque, Diego Pereira Leal e Aslan Wagner Ribeiro de Faria, enfrentam as acusações de homicídio e tentativa de homicídio. O menino, que sonhava em ser jogador de futebol, foi atingido por três tiros de fuzil, dois deles nas pernas, disparados de um carro descaracterizado. A expectativa de familiares e amigos é por justiça neste caso que chocou a comunidade e reacende o debate sobre a atuação policial.</p>
<p> O início do júri e as acusações</p>
<p>O julgamento, que começou no fim da manhã desta terça-feira no Tribunal de Justiça, está na fase de ouvir as testemunhas de acusação, sem previsão de horário para o anúncio da decisão final. Os réus são os policiais militares Diego Pereira Leal e Aslan Wagner Ribeiro de Faria, ambos integrantes do Batalhão de Choque. Eles são diretamente responsabilizados pela morte de Thiago, um incidente que gerou grande comoção e levantou questionamentos sobre a conduta das forças de segurança em operações urbanas. O caso atrai a atenção de ativistas, familiares e da sociedade civil, que buscam respostas e a devida responsabilização dos envolvidos.</p>
<p> Os detalhes da ação policial e as denúncias</p>
<p>As acusações contra os policiais são graves e multifacetadas. Além do homicídio de Thiago, que estava na garupa de uma motocicleta na entrada da Cidade de Deus quando foi baleado, os agentes também respondem por tentativa de homicídio contra Marcus Vinícius, o jovem que pilotava o veículo e foi atingido por um tiro na mão. As investigações indicam que, no momento da ação, a Polícia Militar realizava uma operação utilizando um carro particular descaracterizado. Um dos pontos cruciais das apurações é que os jovens não estavam armados e não havia qualquer confronto em andamento no momento em que os tiros foram disparados.</p>
<p>Além disso, os policiais são acusados de fraude processual. Segundo as denúncias, eles teriam plantado uma arma na cena do crime, tentando incriminar a vítima e forjar um cenário de troca de tiros para justificar a intervenção. Há também a acusação de que os agentes teriam alterado seus depoimentos iniciais, buscando confirmar que o veículo utilizado na abordagem não era uma viatura oficial com sirene, mas sim um carro particular. Para o Ministério Público, os policiais agiram com torpeza, em uma operação de tocaia considerada ilegal, utilizando uma arma de alta energia contra adolescentes desarmados. Ao longo do dia de terça-feira, durante mais de seis horas, foram ouvidos, além da mãe de Thiago, o sobrevivente Marcus Vinícius e seu pai, Wagner, cujos testemunhos são considerados fundamentais para o desfecho do caso.</p>
<p> O retrato de Thiago: um testemunho de amor e dor</p>
<p> A voz da mãe no tribunal</p>
<p>Durante seu depoimento, Priscila Menezes Gomes de Souza, mãe de Thiago, emocionou os presentes ao descrever seu filho. Ela reiterou que Thiago era um menino &#8220;educado, carinhoso, sorridente, feliz&#8221;. Em suas palavras, &#8220;Ele não dava trabalho, gostava de ir para escola, se arrumava sozinho para ir e gostava de jogar futebol&#8221;, revelando a rotina e os sonhos do adolescente. Thiago frequentava duas escolinhas de futebol na comunidade e era um aluno assíduo no colégio. Para comprovar seu comprometimento com os estudos, foi exibido um histórico escolar que mostrava mais de 91% de frequência, embora suas notas em português e matemática fossem baixas.</p>
<p>Priscila Menezes também reconheceu o filho em diversas fotografias apresentadas durante a sessão. As imagens mostravam Thiago com amigos, treinando futebol, em momentos de lazer com a família e, inclusive, andando de moto. Em uma das fotos, o menino aparecia recebendo um prêmio da escola pelo &#8220;caderno mais organizado&#8221;. A mãe, com a voz embargada, explicou: &#8220;Eu não sei se ele ficou em primeiro ou segundo lugar nessa competição, mas essas é a foto dele (comemorando)&#8221;, sublinhando o orgulho pelos pequenos feitos de seu filho. O testemunho da mãe foi crucial para humanizar a vítima e contrastar a imagem de um menino comum com a brutalidade de sua morte.</p>
<p> Imagens contestadas e a busca pela verdade</p>
<p>Durante seu depoimento, a mãe de Thiago demonstrou forte suspeita em relação a algumas imagens exibidas pela defesa dos policiais, que teriam sido encontradas no celular do jovem. Os advogados dos réus apresentaram fotos de armas, de adolescentes encapuzados com o rosto virado e outras imagens que supostamente retratariam Thiago. Priscila, no entanto, contestou a autenticidade de algumas delas. &#8220;Ali aparece o rosto dele, mas esse corpo está muito forte para ser o dele&#8221;, afirmou, referindo-se a uma das fotos de adolescentes.</p>
<p>Em outra imagem, que mostrava uma mão segurando uma arma, a mãe foi categórica ao negar qualquer ligação com seu filho, destacando que a mão apresentava uma tatuagem de coração, enquanto Thiago não possuía nenhuma tatuagem no corpo. A mãe reconheceu o menino apenas em uma fotografia na qual ele aparece com um objeto que aparentava ser uma arma longa, mas expressou desconfiança, sugerindo que o objeto poderia, inclusive, ser uma ferramenta utilizada para caçar ratos. Essa contestação das provas apresentadas pela defesa é um ponto chave no processo, reforçando a narrativa da acusação de que não havia indícios de que Thiago estivesse envolvido em atividades criminosas. Marcus Vinícius, o sobrevivente da ação policial e primeira testemunha a ser ouvida, também confirmou veementemente que nunca havia visto Thiago armado.</p>
<p> A espera por justiça e a voz da comunidade</p>
<p> Família e amigos em busca de respostas</p>
<p>Do lado de fora do Tribunal de Justiça, parentes e amigos de Thiago Menezes aguardavam ansiosamente o desenrolar do júri, torcendo por um veredito que trouxesse justiça. Antes do início da sessão, o pai do adolescente, Diogo Flausino, expressou a expectativa pela condenação dos réus. &#8220;Esperamos Justiça. Eles têm que pagar&#8221;, declarou, em meio a mais um ato de protesto contra a violência policial em frente ao tribunal. A defesa dos agentes, por sua vez, alega legítima defesa como justificativa para os disparos. Para tentar convencer o júri, foram escaladas dez testemunhas no total, sendo cinco de defesa e cinco de acusação.</p>
<p>Duas colegas de escola de Thiago, de 15 e 14 anos, também estiveram presentes e compartilharam memórias afetuosas do amigo. Elas o descreveram como um menino alegre e companheiro. &#8220;Era um menino muito legal, que zoava, brincava, sempre usando um pente no cabelo, vaidoso&#8221;, relembrou uma delas. A outra amiga acrescentou: &#8220;Ele era incrível, sempre ia com a gente para rodízios de pizza, sempre parceiro, o primeiro a confirmar . Ele era bom&#8221;, frisou, ressaltando as qualidades e o papel de Thiago em seu círculo social. Os depoimentos dos amigos complementam a imagem de um jovem integrado à comunidade, com planos e aspirações comuns aos adolescentes de sua idade.</p>
<p> A busca incessante por justiça</p>
<p>A jornada do júri popular que apura a morte de Thiago Menezes Flausino representa mais do que um caso isolado; é um símbolo da busca por justiça e responsabilização em ações policiais. O depoimento emocionado de Priscila Menezes Gomes de Souza trouxe à luz a imagem de um menino cheio de sonhos e alegria, reforçando a gravidade das acusações contra os policiais. A comunidade, juntamente com a família e amigos, permanece unida na esperança de que o veredito reflita a verdade dos fatos e traga algum alento diante da dor imensurável. A cada nova etapa do processo, o anseio por um desfecho justo e exemplar se intensifica, buscando honrar a memória de Thiago e de todas as vítimas de violência.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>Quem são os policiais acusados no caso Thiago Menezes?<br />
Os policiais militares Diego Pereira Leal e Aslan Wagner Ribeiro de Faria, ambos integrantes do Batalhão de Choque da Polícia Militar, são os réus no júri popular.</p>
<p>Quais as principais acusações contra os agentes?<br />
Eles são acusados de homicídio qualificado de Thiago Menezes, tentativa de homicídio de Marcus Vinícius (o jovem que pilotava a moto), e fraude processual por terem, supostamente, plantado uma arma na cena do crime e alterado depoimentos.</p>
<p>O que se sabe sobre Thiago Menezes, segundo o depoimento de sua mãe?<br />
Thiago era um menino de 13 anos, descrito pela mãe como &#8220;educado, carinhoso, sorridente, feliz&#8221;. Ele sonhava em ser jogador de futebol, era assíduo na escola e gostava de se arrumar, sem histórico de envolvimento com criminalidade.</p>
<p>Para acompanhar as atualizações sobre este e outros casos de grande impacto social, mantenha-se informado através de fontes de notícias confiáveis e acompanhe de perto o desenrolar da justiça.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Mãe Brasileira faz apelo por filho sequestrado e levado ao Egito</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Feb 2026 00:02:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A história de uma mãe brasileira que luta há meses para reencontrar o filho, levado sem autorização ao Egito pelo pai, ganhou um novo e desesperado capítulo. Com um apelo que ressoa como um &#8220;último pedido de socorro&#8221;, a brasileira clama por ajuda para trazer seu filho de volta para casa. Este drama familiar, que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A história de uma mãe brasileira que luta há meses para reencontrar o filho, levado sem autorização ao Egito pelo pai, ganhou um novo e desesperado capítulo. Com um apelo que ressoa como um &#8220;último pedido de socorro&#8221;, a brasileira clama por ajuda para trazer seu filho de volta para casa. Este drama familiar, que transcendeu as fronteiras nacionais e envolve questões legais complexas, destaca a urgência de uma intervenção para garantir o retorno seguro da criança. A busca incessante por seu filho no Egito mobiliza esforços em diversos níveis, mas ainda encontra barreiras significativas, transformando a vida dessa mãe em uma batalha diária contra a burocracia e a distância, enquanto o tempo, que se arrasta, aumenta a angústia pela ausência do pequeno.</p>
<p> O drama de um sequestro parental internacional</p>
<p>A situação que hoje mobiliza a atenção para esta brasileira começou quando o pai da criança, um cidadão egípcio, levou o filho para o Egito sem o consentimento da mãe. Relatos indicam que a partida ocorreu sob circunstâncias que a mãe considera um sequestro parental, uma violação flagrante de seus direitos e da guarda compartilhada ou exclusiva que porventura existisse. Desde então, a mãe tem vivido um calvário, utilizando todos os recursos disponíveis para reverter a situação e garantir o retorno do seu filho ao Brasil. A distância geográfica e as diferenças culturais e legais entre os dois países complicam ainda mais um cenário já doloroso, exigindo uma compreensão aprofundada das dinâmicas envolvidas.</p>
<p> A cronologia dos eventos e as primeiras tentativas</p>
<p>O drama familiar desenrolou-se após um período de convivência conturbada ou de um término de relacionamento que escalou para a disputa pela guarda. Sem aviso ou permissão, o pai da criança embarcou com o menino para o Egito, deixando a mãe em desespero e sem notícias claras sobre o paradeiro ou o bem-estar do filho. Imediatamente, a mãe iniciou uma corrida contra o tempo, acionando autoridades brasileiras e buscando orientação jurídica. As primeiras ações incluíram registros de ocorrência, pedidos de busca e apreensão e tentativas de contato via canais diplomáticos, visando localizar a criança e iniciar o processo de repatriação. Cada passo tem sido marcado pela frustração diante da lentidão dos processos internacionais e da complexidade das leis envolvidas, testando os limites de sua resiliência.</p>
<p> Os obstáculos jurídicos e diplomáticos na repatriação</p>
<p>A recuperação de uma criança em um cenário de sequestro parental internacional é um processo complexo, permeado por desafios jurídicos, diplomáticos e culturais. O Brasil é signatário da Convenção da Haia sobre os Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças, que estabelece mecanismos para o retorno imediato de crianças subtraídas ilicitamente. No entanto, o Egito não é signatário desta Convenção, o que representa um dos maiores entraves no caso da brasileira. A ausência de um tratado bilateral específico para repatriação de menores também dificulta a aplicação direta de medidas judiciais.</p>
<p> Desafios da legislação egípcia e a atuação diplomática</p>
<p>Diante da falta de adesão do Egito à Convenção da Haia, a mãe precisa navegar por um labirinto legal que envolve a legislação egípcia. As leis locais podem ter interpretações diferentes sobre guarda e responsabilidade parental, tornando o processo de reconhecimento de decisões judiciais brasileiras uma tarefa árdua. A intervenção diplomática, por meio da Embaixada do Brasil no Cairo e do Ministério das Relações Exteriores (MRE), torna-se crucial. Essas instituições atuam na mediação, na assistência consular à cidadã brasileira e na busca de soluções amigáveis ou diplomáticas para o retorno da criança. No entanto, a soberania de cada país e a complexidade das relações internacionais limitam o poder de ação direta, transformando a situação em um delicado equilíbrio entre a pressão política e a negociação pacífica. A cooperação entre as autoridades judiciais e consulares de ambos os países é fundamental, mas nem sempre ocorre com a agilidade desejada.</p>
<p> O apelo da mãe e a mobilização por socorro</p>
<p>A angústia de uma mãe separada do filho por fronteiras e leis diferentes atinge um ponto de saturação, levando-a a um apelo público. O clamor por ajuda não é apenas um pedido de socorro emocional, mas também uma tentativa estratégica de mobilizar a opinião pública, governos e organizações não governamentais para seu caso. A repercussão midiática pode exercer pressão sobre as autoridades envolvidas e despertar a solidariedade necessária para que o caso ganhe destaque e receba a atenção que merece. A história desta brasileira não é isolada; muitos pais enfrentam situações semelhantes, e seu apelo ecoa a luta de diversas famílias em busca de seus filhos.</p>
<p> O impacto emocional da separação e o apoio necessário</p>
<p>O impacto psicológico do sequestro parental internacional é devastador para a mãe, para a criança e para toda a família. A incerteza sobre o bem-estar do filho, a distância e a incapacidade de oferecer conforto ou proteção geram um sofrimento imenso. Além do apoio jurídico e diplomático, a mãe necessita de suporte psicológico para lidar com o trauma e a exaustão emocional. A mobilização da sociedade, por meio de redes de apoio, doações (se necessário) e da amplificação de sua voz, pode ser um fator determinante para que ela mantenha a esperança e a força para continuar sua batalha. Organizações especializadas em direitos da criança e sequestro parental internacional também desempenham um papel vital, oferecendo orientação e suporte em casos complexos como este.</p>
<p> Um clamor por justiça e o reencontro familiar</p>
<p>A situação da mãe brasileira cujo filho foi levado para o Egito pelo pai é um lembrete pungente dos desafios e da dor que envolvem os casos de sequestro parental internacional. Seu apelo desesperado ressalta a urgência de uma ação coordenada e eficaz por parte das autoridades brasileiras e da comunidade internacional. Além dos aspectos legais e diplomáticos, a questão central reside no bem-estar da criança, que se encontra afastada de um de seus genitores e de seu ambiente de origem. A busca incessante por justiça e pelo reencontro familiar não é apenas uma luta pessoal, mas um chamado à responsabilidade coletiva para proteger os direitos das crianças e garantir que laços familiares essenciais não sejam rompidos por atos unilaterais.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>O que configura o sequestro parental internacional?<br />
O sequestro parental internacional ocorre quando um dos pais, sem o consentimento do outro genitor e em violação a uma decisão de guarda válida, leva a criança para outro país, ou a retém fora do país de residência habitual. É uma ação que ignora os direitos parentais e o bem-estar da criança.</p>
<p>Quais são os passos legais para recuperar uma criança em situação similar?<br />
Os passos incluem registrar um boletim de ocorrência, acionar o Ministério da Justiça para casos em países signatários da Convenção da Haia, buscar orientação jurídica especializada em direito internacional de família e contatar o Ministério das Relações Exteriores para apoio diplomático e consular em países não signatários da Convenção.</p>
<p>Como a diplomacia brasileira pode intervir nesses casos?<br />
O Ministério das Relações Exteriores, por meio de suas embaixadas e consulados, pode oferecer assistência consular ao genitor prejudicado, mediar o contato com as autoridades do país estrangeiro, e buscar soluções diplomáticas ou amigáveis para o retorno da criança, respeitando a soberania e as leis locais.</p>
<p>Se você se solidariza com a causa ou busca mais informações sobre como auxiliar em casos de sequestro parental internacional, compartilhe </p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.terra.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.terra.com.br</a></em></p>
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		<title>Filhote de tucano encanta ao ser alimentado pela mãe em são josé dos campos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 22:01:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um adorável filhote de tucano protagonizou um momento de ternura e beleza natural ao ser flagrado sendo alimentado pela mãe em uma árvore no campus da Unesp, localizado em São José dos Campos. O registro em vídeo, capturado no final da manhã desta terça-feira (2), no Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT), na Avenida Francisco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um adorável filhote de tucano protagonizou um momento de ternura e beleza natural ao ser flagrado sendo alimentado pela mãe em uma árvore no campus da Unesp, localizado em São José dos Campos. O registro em vídeo, capturado no final da manhã desta terça-feira (2), no Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT), na Avenida Francisco José Longo, no Jardim São Dimas, tem encantado a comunidade local.</p>
<p>As imagens mostram o filhote, aninhado em seu ninho, abrindo o bico ansiosamente enquanto a mãe se aproxima com o alimento. A cena, repleta de delicadeza, demonstra o cuidado e instinto materno da ave.</p>
<p>A funcionária do ICT, Amanda Bello, foi a responsável por registrar o momento especial. Posteriormente, o vídeo foi compartilhado em um grupo de funcionários pela supervisora da Seção de Comunicações da Unesp, Josiana Maria Alves Carneiro, espalhando a alegria e admiração entre os colegas.</p>
<p>&#8220;Tem um casal de tucanos há um tempo na Unesp. A gente desconfiava que eles tinham feito um ninho por aqui, e hoje todo mundo viu o filhotinho. Ficamos de olho e, no fim da manhã, ele apareceu na árvore. Ficamos todos encantados. É muito lindo!&#8221;, relatou Josiana, emocionada com a descoberta.</p>
<p>A presença dos tucanos no campus da universidade não é novidade, mas a confirmação do nascimento de um filhote renovou o encanto e a conexão da comunidade acadêmica com a natureza. A imagem do filhote sendo alimentado pela mãe reforça a importância da preservação ambiental e da coexistência harmoniosa entre a vida urbana e a vida selvagem. O registro se tornou um símbolo da beleza e fragilidade da natureza, despertando a consciência sobre a necessidade de proteger e valorizar a fauna local.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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		<title>Menina de 4 anos falece após alta de hospitais em praia grande</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 22:00:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mikaella Lino Martins, uma menina de apenas quatro anos, faleceu tragicamente nos braços de sua mãe, Bruna Lino, após ter recebido alta de duas unidades de saúde distintas em Praia Grande, no litoral de São Paulo. A criança havia sido levada aos serviços médicos com um quadro que incluía febre e inchaço nos pés, sintomas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mikaella Lino Martins, uma menina de apenas quatro anos, faleceu tragicamente nos braços de sua mãe, Bruna Lino, após ter recebido alta de duas unidades de saúde distintas em Praia Grande, no litoral de São Paulo. A criança havia sido levada aos serviços médicos com um quadro que incluía febre e inchaço nos pés, sintomas que, segundo a mãe, não foram devidamente investigados antes da liberação da paciente. A causa oficial da morte de Mikaella ainda não foi divulgada.</p>
<p>O falecimento ocorreu no último domingo (26), durante um evento familiar em São Vicente. Mikaella sofreu uma parada cardiorrespiratória (PCR) repentina nos braços de sua mãe. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e tentou reanimar a criança por aproximadamente 20 minutos, mas, infelizmente, seus esforços foram em vão.</p>
<p>O boletim de ocorrência registrou que Mikaella apresentava cianose nas extremidades, um sinal indicativo de falta de oxigenação no sangue, uma consequência da parada cardiorrespiratória.</p>
<p>A saga de Mikaella em busca de atendimento médico começou na quinta-feira (23), quando foi levada ao Pronto Socorro (PS) Quietude, em Praia Grande. A creche que a menina frequentava havia entrado em contato com a família devido aos sintomas apresentados. A mãe relatou que, embora tenha sido solicitado um encaminhamento para ortopedia, a falta de ambulância disponível impediu a transferência. Mikaella foi, então, liberada.</p>
<p>A preocupação com a saúde de Mikaella persistiu, e na sexta-feira (24), Bruna a levou ao Pronto Socorro Central, também em Praia Grande, devido à piora no quadro clínico da filha. A mãe expressou sua insatisfação com o atendimento recebido, descrevendo-o como superficial. Segundo ela, a médica &#8220;mal olhou&#8221; para Mikaella.</p>
<p>Bruna afirma que nenhum exame foi solicitado durante essa consulta, e Mikaella foi liberada apenas com uma receita e um atestado médico. Três dias depois, a menina veio a falecer. A mãe relatou que o diagnóstico informado posteriormente foi de broncopneumonia bilateral bacteriana.</p>
<p>Até o momento, não houve resposta das prefeituras de Praia Grande e São Vicente sobre o caso.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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		<title>Covid-19: órfãos buscam amparo e justiça diante da falta de políticas nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 05:00:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2021, a covid-19 ceifou a vida da mãe de Paola Falceta, integrando um sombrio registro de mais de 700 mil óbitos no Brasil. A dor e a indignação impulsionaram a assistente social a fundar a Associação de Vítimas e Familiares de Vítimas da Covid-19 (Avico), em colaboração com um amigo. O objetivo central da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2021, a covid-19 ceifou a vida da mãe de Paola Falceta, integrando um sombrio registro de mais de 700 mil óbitos no Brasil. A dor e a indignação impulsionaram a assistente social a fundar a Associação de Vítimas e Familiares de Vítimas da Covid-19 (Avico), em colaboração com um amigo. O objetivo central da associação é buscar justiça e reparação, especialmente em relação às mortes consideradas evitáveis. Desde o início, Paola direcionou seu olhar para um grupo particularmente vulnerável: crianças e adolescentes.</p>
<p>&#8220;Eu pensava muito nas crianças e nos adolescentes, sobretudo aqueles que o pai era informal, que tinha um trabalho precarizado ou que a mãe era solo, que as crianças estavam com a avó&#8221;, relata Paola, hoje vice-presidente da Avico. Ela destaca a invisibilidade sofrida por esses jovens, impedidos de reivindicar seus direitos.</p>
<p>Um estudo recente revela a magnitude do problema: aproximadamente 284 mil crianças e adolescentes brasileiros perderam seus pais ou responsáveis diretos em decorrência da covid-19, entre 2020 e 2021.</p>
<p>Tanto Paola quanto os pesquisadores enfatizam a ausência de uma política nacional abrangente de assistência a esses órfãos, com exceção de iniciativas isoladas, como o auxílio de R$ 500 mensais concedido pelo estado do Ceará para crianças e adolescentes que perderam pai ou mãe para a doença. Na esfera federal, projetos tramitam lentamente no Executivo e no Legislativo.</p>
<p>No Senado, o Projeto de Lei 2.180 de 2021 propõe a criação de um fundo e um programa de amparo para os órfãos, mas ainda aguarda aprovação nas comissões. O Ministério de Direitos Humanos iniciou discussões sobre medidas de proteção em 2023, sem efetivação até o momento.</p>
<p>Paralelamente, desde 2021, a Avico tem atuado judicialmente, inclusive com uma representação criminal contra o então presidente pela condução do país durante a pandemia, considerada por Paola como uma das principais causas do elevado número de mortes e, consequentemente, de órfãos. Embora a ação tenha sido arquivada, ela proporcionou visibilidade nacional à associação.</p>
<p>Uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal em Brasília representa uma esperança. Ela busca indenização para as famílias das vítimas, com um valor mínimo de R$ 100 mil por família, e R$ 50 mil para famílias de sobreviventes com sequelas graves. Além disso, o MPF requer R$ 1 bilhão para o Fundo Federal dos Direitos Difusos, como reparação pelo dano moral coletivo.</p>
<p>O pedagogo e pesquisador Milton Alves Santos, coordenador-executivo da Coalizão Orfandade e Direitos, também se mobilizou diante da tragédia. A organização trabalha com a orfandade em geral, mas tem se dedicado à questão da covid-19 devido à sua extensão.</p>
<p>Milton enfatiza a necessidade de responsabilizar o Estado pelos prejuízos causados às crianças, tanto no aspecto financeiro quanto no psicológico. &#8220;A criança nem viu o velório, o enterro. Alguns, quando nasceram, o pai já estava morto, ou a mãe morreu no parto, e essa criança não teve contato com ela. Ela tem que se ver com essa história da morte, e deveria receber suporte emocional, para ter um luto funcional&#8221;, explica.</p>
<p>Ana Lúcia Lopes, viúva do fotógrafo Claudio da Silva, falecido por covid-19, e mãe de Bento, de 8 anos, relata a saudade do companheiro e o impacto da sua ausência na vida do filho.</p>
<p>Assim como Paola e Milton, Ana Lúcia defende a necessidade de reparação pelos erros cometidos pelo Estado. &#8220;Eu fico muito revoltada, porque um mês depois que o Cláudio faleceu, eu fui tomar vacina, e nós tínhamos a mesma idade, então ele iria tomar no mesmo momento. E é muito revoltante pensar isso, que ele não teve essa oportunidade&#8221;, lamenta.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Programa Mãe Parnaibana fortalece cuidado com gestantes no município</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/programa-mae-parnaibana-fortalece-cuidado-com-gestantes-no-municipio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 03:00:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Santana de Parnaíba celebrou mais uma edição do programa Mãe Parnaibana, iniciativa que nasceu em 2013 e tem transformado a realidade da saúde materno-infantil no município. O programa tem como missão principal combater a mortalidade materna e infantil, promovendo uma gestação e um puerpério mais saudáveis para as futuras mamães da cidade. Nesta edição, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Santana de Parnaíba celebrou mais uma edição do programa Mãe Parnaibana, iniciativa que nasceu em 2013 e tem transformado a realidade da saúde materno-infantil no município. O programa tem como missão principal combater a mortalidade materna e infantil, promovendo uma gestação e um puerpério mais saudáveis para as futuras mamães da cidade.</p>
<p dir="ltr">Nesta edição, o evento contou com a participação da Dra. Nathalia Pontes, que abordou temas de pediatria e fonoaudiologia, e do Dr. Alexandre Vilas Boas, que trouxe orientações sobre odontologia infantil.</p>
<p dir="ltr">Outro momento importante da palestra foi com o enfermeiro do SAMU, Zildo Alves, que ensinou a manobra de desengasgo, uma técnica vital de primeiros socorros com recém-nascidos e crianças pequenas. A programação reforça o compromisso da cidade com a saúde preventiva e o empoderamento das mães por meio da informação.</p>
<p dir="ltr">O programa Mãe Parnaibana é mais do que uma ação de saúde pública — é um gesto de cuidado, acolhimento e valorização da vida desde os seus primeiros instantes. Com iniciativas como essa, Santana de Parnaíba reafirma seu papel como referência em políticas públicas voltadas à família e à infância</p>
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		<title>Barueri lança a 3ª edição do programa “Mãe, A Grande Viagem”</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/barueri-lanca-a-3a-edicao-do-programa-mae-a-grande-viagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 03:01:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Barueri, por meio da Secretaria da Mulher, dá início, neste mês de abril, à 3ª edição do programa “Mãe, A Grande Viagem”, uma iniciativa voltada para gestantes, casais e mulheres que desejam engravidar. O programa tem como objetivo promover o bem-estar físico e emocional, além de fortalecer o empoderamento feminino por meio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Prefeitura de Barueri, por meio da Secretaria da Mulher, dá início, neste mês de abril, à 3ª edição do programa “Mãe, A Grande Viagem”, uma iniciativa voltada para gestantes, casais e mulheres que desejam engravidar. O programa tem como objetivo promover o bem-estar físico e emocional, além de fortalecer o empoderamento feminino por meio de informação, acolhimento e troca de experiências.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">Serão sete encontros semanais, realizados sempre às quartas-feiras, às 10h, com início no dia 23 de abril, na Secretaria da Mulher (avenida Sebastião Davino dos Reis, 756, na Vila Porto). A cada semana, um novo tema será abordado, sempre com a presença de profissionais especializados nas áreas de saúde, direito, psicologia e assistência social.</span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">O espaço foi pensado para acolher e ouvir os participantes, promovendo um ambiente seguro para compartilhar sentimentos, dúvidas e vivências sobre a maternidade. Além disso, o programa visa fortalecer os laços familiares e comunitários, incentivando uma jornada mais consciente e saudável rumo à chegada de um novo membro na família.</span></p>
</div>
<div>
<h4><span lang="PT-BR">Confira a programação completa dos encontros:</span></h4>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">23/04</span> <span lang="PT-BR">– Direitos trabalhistas e sociais para gestantes;</span><br />
<span lang="PT-BR">30/04</span> <span lang="PT-BR">– Atividades físicas de gestação e fortalecimento do assoalho pélvico;</span><br />
<span lang="PT-BR">05/07</span> <span lang="PT-BR">– Aspectos psicológicos da gravidez e do puerpério;</span><br />
<span lang="PT-BR">14/05</span> <span lang="PT-BR">– Nutrição na gestação;</span><br />
<span lang="PT-BR">21/05</span> <span lang="PT-BR">– Fluxos da Maternidade Municipal e sexualidade na gestação e no puerpério;</span><br />
<span lang="PT-BR">Dados a confirmar</span> <span lang="PT-BR">– Aleitamento materno precoce e sua importância;</span><br />
<span lang="PT-BR">06/04</span> <span lang="PT-BR">– Visita ao Centro de Referência da Primeira Infância.</span></p>
</div>
<div>
<h4><span lang="PT-BR">As inscrições já estão abertas e podem ser feitas clicando </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeTA_NBtaCUNajeGnddGtdZPzdhf6tLWiVT47Rl9DwDd_LsBA/viewform?pli=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span lang="PT-BR">AQUI</span></a> <span lang="PT-BR">, pelo link disponível na bio do Instagram da Secretaria da Mulher, ou presencialmente na própria Secretaria. Participe!</span></h4>
</div>
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		<item>
		<title>Morre aos 74 anos, mãe do ex-prefeito de Carapicuíba, Sérgio Ribeiro</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/morre-aos-74-anos-mae-do-ex-prefeito-de-carapicuiba-sergio-ribeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 19:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carapicuíba]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Carapicuiba]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É com muito pesar que comunicamos o falecimento da mãe do ex-prefeito de Carapicuíba e atual pré-candidato, Sérgio Ribeiro (PT). A Sra. Áurea Rodrigues Silva de 74 anos, estava em cuidados paliativos e partiu deixando muitas lições de coragem e resistência. Nós do Jornal e toda equipe respeitosamente, prestamos as nossas condolências e deixamos os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É com muito pesar que comunicamos o falecimento da mãe do ex-prefeito de Carapicuíba e atual pré-candidato, Sérgio Ribeiro (PT).</p>
<p>A Sra. Áurea Rodrigues Silva de 74 anos, estava em cuidados paliativos e partiu deixando muitas lições de coragem e resistência.</p>
<p>Nós do Jornal e toda equipe respeitosamente, prestamos as nossas condolências e deixamos os nossos mais sinceros pêsames aos familiares e amigos.</p>
<p>O <strong>Velório</strong> será das 06h às 9h na Igreja e Serviço do Rei Jesus, na Av. Deputado Emílio Carlos, 347.</p>
<p>Já o <strong>Sepultamento</strong> está previsto para amanhã a partir das 10h, no Cemitério do Ariston &#8211; Rua Dumont, 187</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Caso Gabrielly: Recém-nascido não sobrevive após morte da mãe e 25 dias de internação em hospital particular</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/caso-gabrielly-recem-nascido-nao-sobrevive-apos-morte-da-mae-e-25-dias-de-internacao-em-hospital-particular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2024 21:06:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O bebê estava hospitalizado em São Roque (SP) desde 10 de março, quando sua mãe, Gabrielly Gonçalves da Costa, de 22 anos, faleceu horas após o parto. A família acusa negligência médica. &#160; por Aline Barros  A bebê da jovem Gabrielly Gonçalves da Costa, falecida horas após o parto em um hospital particular de São [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>O bebê estava hospitalizado em São Roque (SP) desde 10 de março, quando sua mãe, Gabrielly Gonçalves da Costa, de 22 anos, faleceu horas após o parto. A família acusa negligência médica.</em></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>por Aline Barros </strong></p>
<p>A bebê da jovem Gabrielly Gonçalves da Costa, falecida horas após o parto em um hospital particular de São Roque (SP) em 10 de março, também não resistiu e veio a óbito na quinta-feira (4), após permanecer internada por 25 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal.</p>
<p>Porque a família confirmou a informação ao Jornal Digital da Região Oeste nesta sexta-feira (5).  Embora, Gabrielly, quando faleceu, teve um boletim de ocorrência registrado pela família contra o hospital, alegando negligência por parte da equipe médica. Então, na época, o hospital anunciou que iniciaria uma sindicância para investigar o caso.</p>
<p>Mas após o falecimento da bebê, a família fez uma nova queixa na delegacia local, mencionando que foram informados pelo hospital sobre a falta de resistência da bebê e o desligamento dos aparelhos.</p>
<p>Segundo a avó da criança, o parto teve complicações, com a bebê ficando 15 minutos sem respirar. Após ser reanimada, a bebê foi encaminhada para a UTI neonatal, onde necessitou de intubação.</p>
<p>O sepultamento da criança está agendado para a manhã deste sábado (6), no Cemitério da Paz, em São Roque. A família afirma que desde a morte de Gabrielly não recebeu nenhum contato do hospital para esclarecer o ocorrido.</p>
<p>Nossa reportagem procurou o hospital para comentar sobre o caso, porém, até o momento desta atualização, não houve retorno.</p>
<p>&nbsp;</p>
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