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	<title>criminosas &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>criminosas &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Operação integrada prende 116 e bloqueia R$ 96 milhões do crime organizado</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 01:01:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ações coordenadas entre forças policiais federais e estaduais culminaram na prisão de 116 indivíduos com conexões a organizações criminosas em um esforço nacional sem precedentes. A Operação Força Integrada, deflagrada em 15 estados brasileiros, representa um marco no combate ao crime organizado, resultando não apenas em prisões, mas também no bloqueio de impressionantes R$ 96 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ações coordenadas entre forças policiais federais e estaduais culminaram na prisão de 116 indivíduos com conexões a organizações criminosas em um esforço nacional sem precedentes. A Operação Força Integrada, deflagrada em 15 estados brasileiros, representa um marco no combate ao crime organizado, resultando não apenas em prisões, mas também no bloqueio de impressionantes R$ 96 milhões em ativos financeiros. Esses recursos estavam diretamente ligados a atividades ilícitas, como tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro, revelando a complexidade e a abrangência da atuação dessas redes criminosas no país. A iniciativa, que mobilizou policiais de diversas esferas, reforça o compromisso das autoridades em desmantelar estruturas que fragilizam a segurança pública e corroem a economia nacional. Este modelo de cooperação é visto como um divisor de águas na estratégia de enfrentamento às organizações criminosas, prometendo uma abordagem mais eficaz e unificada em futuras operações.</p>
<p> A força da integração nacional</p>
<p>A Operação Força Integrada não é apenas mais uma ação policial; ela simboliza uma mudança estratégica fundamental na forma como o Brasil enfrenta o crime organizado. Pela primeira vez, um modelo de atuação conjunta em tamanha escala foi implementado, congregando efetivos da União e de 15 unidades federativas. Este alinhamento entre as diversas esferas de segurança pública é crucial, dada a natureza transestadual e, por vezes, transnacional, das organizações criminosas que operam no país. Traficantes de drogas, comerciantes ilegais de armas e redes de lavagem de dinheiro não respeitam fronteiras administrativas, e a resposta estatal precisa ser igualmente abrangente e coesa.</p>
<p> O modelo FICCO e sua evolução</p>
<p>Central para o sucesso e a projeção desta operação está o modelo de Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO). Segundo o secretário nacional de segurança pública, Chico Lucas, este modelo representa uma evolução significativa. Anteriormente, as polícias de cada unidade da federação tendiam a trabalhar de maneira autônoma, o que, por vezes, criava lacunas ou sobreposições na investigação e combate ao crime. Com a FICCO, a proposta é que as forças de segurança deixem de operar de modo compartimentado, unindo esforços em um corpo nacional de enfrentamento. Esta sinergia permite o compartilhamento de inteligência, recursos e táticas, otimizando a capacidade de desmantelar grandes esquemas criminosos que operam em múltiplas localidades simultaneamente. A integração de diferentes expertises, como a investigação federal de crimes transfronteiriços e a capilaridade das polícias estaduais, cria uma barreira muito mais robusta contra a expansão e atuação dessas redes. A Operação Força Integrada é, portanto, um exemplo prático e bem-sucedido de como essa nova filosofia de trabalho pode ser aplicada em larga escala, servindo de modelo para futuras intervenções.</p>
<p> A abrangência da Operação Força Integrada</p>
<p>A Operação Força Integrada destacou-se pela sua notável abrangência geográfica, englobando 15 estados do Brasil. Esta vasta cobertura geográfica reflete a percepção de que as organizações criminosas atuam em rede, com ramificações que se estendem por todo o território nacional. A complexidade do tráfico de drogas, por exemplo, envolve rotas de transporte que cruzam diversas fronteiras estaduais, exigindo uma resposta que transcenda os limites jurisdicionais de uma única força policial. A integração das polícias da União com as estaduais permitiu uma ação simultânea e coordenada, evitando que criminosos pudessem evadir-se de uma localidade para outra para escapar da justiça. Essa coordenação garantiu que os mandados fossem cumpridos em múltiplos pontos, desarticulando células criminosas interligadas e dificultando a capacidade de reorganização dos grupos. A capacidade de operar em tantos estados ao mesmo tempo demonstra não apenas a eficácia da coordenação, mas também o profundo nível de planejamento e inteligência que precedeu a operação, fundamental para identificar e neutralizar os tentáculos dessas organizações em todo o país.</p>
<p> Os resultados tangíveis da operação</p>
<p>Os frutos da Operação Força Integrada são evidentes nos números e na materialidade das apreensões e bloqueios. A ação policial resultou na detenção de mais de uma centena de indivíduos e na interrupção de um fluxo financeiro substancial, que alimentava as atividades ilícitas. Os alvos da operação eram elementos-chave na estrutura do crime organizado, desde operadores logísticos do tráfico até indivíduos envolvidos na lavagem de dinheiro, o que amplifica o impacto da desarticulação. A precisão da inteligência prévia permitiu que a força-tarefa agisse de forma cirúrgica, maximizando os resultados e minimizando riscos, demonstrando a importância de um trabalho investigativo aprofundado antes da deflagração das ações em campo.</p>
<p> Prisões e mandados cumpridos</p>
<p>A Operação Força Integrada foi altamente eficaz na execução de mandados judiciais, um indicador direto da qualidade da investigação prévia. Dos 115 mandados de prisão emitidos pela justiça, 94 foram cumpridos com sucesso, o que representa uma taxa de êxito considerável para uma operação dessa envergadura. Além desses alvos pré-identificados, a agilidade e o preparo das equipes em campo permitiram a prisão em flagrante de mais 22 pessoas, elevando o total de detidos para 116 indivíduos. Essas prisões em flagrante frequentemente ocorrem quando os policiais, durante o cumprimento de um mandado de busca ou prisão, se deparam com evidências de outros crimes ou com indivíduos que não estavam na lista original, mas que possuem ligação clara com as atividades ilícitas investigadas. A detenção de tantos suspeitos representa um golpe significativo na estrutura operacional das organizações criminosas, removendo líderes, intermediários e executores de suas redes, o que dificulta a continuidade de suas atividades ilícitas e gera um efeito desestabilizador em toda a cadeia criminosa. O número expressivo de prisões reflete a dimensão do problema enfrentado e a determinação das forças de segurança em combatê-lo.</p>
<p> Apreensões e bloqueios financeiros</p>
<p>Um dos pilares do combate ao crime organizado é a descapitalização dessas estruturas, e a Operação Força Integrada demonstrou grande sucesso nesse aspecto. O bloqueio de R$ 96 milhões em ativos financeiros é uma medida de impacto direto e imediato, pois priva os grupos criminosos dos recursos necessários para financiar suas operações, adquirir armamentos, pagar membros e expandir seus negócios ilícitos. A lavagem de dinheiro é um componente vital para essas organizações, permitindo que os lucros do crime sejam integrados à economia legal, e o bloqueio desses valores desmascara e paralisa esse ciclo. Além do golpe financeiro, a operação resultou em apreensões materiais significativas: foram retiradas de circulação 21 armas de fogo, um número que representa uma redução direta na capacidade de violência desses grupos e na ameaça à segurança pública. No âmbito do tráfico de drogas, mais de 100 kg de cocaína e 600 kg de maconha e derivados foram apreendidos. Essas quantidades representam milhões em valores de mercado e evitam que substâncias ilícitas cheguem às ruas, poupando inúmeras comunidades dos malefícios associados ao consumo e ao comércio de entorpecentes. Em conjunto, as apreensões de armas e drogas, somadas ao bloqueio financeiro, ilustram o dano multifacetado infligido às organizações criminosas.</p>
<p> Um futuro mais seguro com a cooperação policial</p>
<p>A Operação Força Integrada emerge como um divisor de águas na segurança pública brasileira. Ao demonstrar a eficácia de uma abordagem unificada e coordenada entre esferas federais e estaduais, ela não apenas entregou resultados imediatos impressionantes, como também pavimentou o caminho para um modelo de combate ao crime organizado mais robusto e duradouro. A estratégia de descapitalização, a desarticulação de redes e a prisão de dezenas de criminosos são testemunhos do potencial que reside na colaboração e na inteligência compartilhada. Este é um passo decisivo na construção de um país mais seguro, onde a justiça prevaleça sobre a impunidade das organizações criminosas. A expectativa é que o modelo FICCO se consolide, transformando-se na norma para operações de grande porte, garantindo que o enfrentamento ao crime seja cada vez mais eficiente e implacável em todo o território nacional.</p>
<p> FAQ</p>
<p>O que foi a Operação Força Integrada?<br />
Foi uma ação policial coordenada entre forças federais e de 15 estados brasileiros, com o objetivo de combater organizações criminosas envolvidas com tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro.</p>
<p>Quais foram os principais resultados da operação?<br />
A operação resultou na prisão de 116 pessoas, no bloqueio de R$ 96 milhões em bens e valores ligados a atividades ilícitas, na apreensão de 21 armas e de mais de 700 kg de drogas (cocaína e maconha).</p>
<p>O que significa o bloqueio de R$ 96 milhões para o crime organizado?<br />
O bloqueio de ativos financeiros é uma medida crucial que descapitaliza as organizações criminosas, impedindo-as de financiar suas operações, adquirir recursos e expandir suas redes, afetando diretamente sua capacidade operacional.</p>
<p>Qual a importância do modelo FICCO para a segurança pública?<br />
O modelo FICCO (Força Integrada de Combate ao Crime Organizado) promove a união de esforços e o compartilhamento de inteligência entre polícias federais e estaduais, permitindo uma resposta mais coordenada e eficaz contra o crime organizado, que opera em múltiplas regiões.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os avanços na segurança pública e o combate ao crime organizado acompanhando notícias e análises especializadas. A informação é uma ferramenta vital para a conscientização cidadã.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Ministro da justiça depõe sobre crime organizado no congresso na próxima semana</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/ministro-da-justica-depoe-sobre-crime-organizado-no-congresso-na-proxima-semana/</link>
		
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 16:02:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Congresso Nacional se prepara para mais uma semana de debates intensos sobre segurança pública. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, é aguardado para depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado. Sua participação, na condição de convidado, tem como objetivo esclarecer as operações e ações governamentais no combate a facções criminosas e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional se prepara para mais uma semana de debates intensos sobre segurança pública. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, é aguardado para depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado. Sua participação, na condição de convidado, tem como objetivo esclarecer as operações e ações governamentais no combate a facções criminosas e as estratégias para asfixiar financeiramente essas organizações. Espera-se que Lewandowski detalhe os métodos de financiamento dessas estruturas criminosas.</p>
<p>No âmbito do Senado, a expectativa se concentra na votação do Projeto de Lei (PL) Antifacção, relatado pelo senador Alessandro Vieira. O relatório de Vieira, apresentado na última quarta-feira, propõe a criação de um fundo específico para o combate ao crime organizado, com recursos provenientes da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) incidente sobre as casas de apostas online. Adicionalmente, o relatório visa tipificar o crime de participação em facção criminosa, com penas que podem alcançar até 30 anos de prisão, equiparar milícias privadas a facções, e aumentar as penas para crimes como homicídio, lesão, roubo e estelionato, quando praticados por integrantes de facções criminosas ou milícias. A análise do projeto foi adiada devido a um pedido de vista.</p>
<p>Enquanto isso, a CPI Mista do INSS suspenderá suas atividades em decorrência de problemas de saúde do presidente da comissão, Carlos Vianna, que passará por uma cirurgia para tratamento de um câncer. As próximas reuniões e depoimentos estão previstos para fevereiro, após o recesso parlamentar.</p>
<p>Na Câmara dos Deputados, a apresentação do relatório do deputado Mendonça Filho, do União de Pernambuco, sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da segurança pública foi adiada para a próxima terça-feira. A decisão foi motivada pela falta de acordo entre os parlamentares. O presidente da Câmara, Hugo Motta, solicitou o adiamento para promover novas conversas com os líderes partidários.</p>
<p>Ainda na agenda do Congresso, está programada para terça-feira uma sessão conjunta para promulgar a PEC 72/2023, que isenta do pagamento de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) os veículos com mais de 20 anos de fabricação. A medida abrange carros, caminhonetes, micro-ônibus, ônibus, reboques e semirreboques.</p>
<p>Paralelamente, ganham força as discussões sobre a atualização da Lei do Impeachment. Após a decisão do ministro Gilmar Mendes de restringir à Procuradoria-Geral da República a prerrogativa de iniciar esses processos, o Senado articula uma resposta. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, pretende dialogar com os líderes partidários sobre a possibilidade de apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nesse sentido.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Jurista apela por estratégia unificada contra o crime organizado</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/jurista-apela-por-estrategia-unificada-contra-o-crime-organizado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Nov 2025 20:01:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recentes operações policiais que miraram as estruturas do crime organizado no Brasil reacenderam o debate sobre a necessidade de um combate mais eficaz contra essas organizações. Um renomado jurista defende uma abordagem mais integrada e coordenada para enfrentar a crescente influência das máfias no país. Walfrido Warde, especialista no tema, enfatiza a importância da colaboração [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentes operações policiais que miraram as estruturas do crime organizado no Brasil reacenderam o debate sobre a necessidade de um combate mais eficaz contra essas organizações. Um renomado jurista defende uma abordagem mais integrada e coordenada para enfrentar a crescente influência das máfias no país.</p>
<p>Walfrido Warde, especialista no tema, enfatiza a importância da colaboração entre as forças de segurança e propõe a criação de uma autoridade nacional antimáfia como elementos cruciais para combater as organizações criminosas brasileiras. Segundo Warde, a articulação e a coordenação unificada das ações podem evitar a desorganização, a falta de comunicação e a politização no processo de combate às máfias.</p>
<p>O jurista, juntamente com o promotor de Justiça Lincoln Gakiya, lançou recentemente o livro &#8220;Segurança Pública: o Brasil Livre das Máfias&#8221;, que detalha a expansão do crime organizado nas esferas sociais, políticas e econômicas do país. A obra explora como organizações criminosas, como o PCC e o Comando Vermelho, se infiltraram em diversos setores, incluindo a política e a economia.</p>
<p>No âmbito econômico, as organizações criminosas marcam presença em setores como transporte, iluminação, imobiliário, redes de restaurantes, revenda de carros e combustíveis. Warde destaca que essas organizações mantêm contratos com a administração pública e atuam no mercado financeiro por meio de fundos, investimentos em sociedades e criptomoedas.</p>
<p>A infiltração na área política ocorre, em grande parte, através do financiamento de campanhas eleitorais. O jurista ressalta investigações em andamento sobre o financiamento criminoso de campanhas eleitorais no Brasil, que se intensificou após o fim do financiamento empresarial, abrindo espaço para o financiamento por organizações criminosas com grande disponibilidade de recursos.</p>
<p>Warde argumenta que a falta de articulação entre as forças de segurança federais, estaduais e municipais, devido à divisão de competências constitucionais, prejudica as ações de combate ao crime organizado. Ele aponta para a disparidade entre os efetivos e orçamentos da Polícia Federal e das polícias estaduais e municipais, defendendo que uma coordenação unificada potencializaria os esforços.</p>
<p>O jurista defende a criação de uma autoridade nacional antimáfia, proposta que deveria ter sido contemplada na Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública. Essa autoridade, em conjunto com a Polícia Federal, seria responsável por definir as políticas de combate às máfias em coordenação com as polícias estaduais, municipais e civis e militares.</p>
<p>Warde enfatiza a necessidade de tipificar o grau de participação e comprometimento dos criminosos dentro das organizações mafiosas, defendendo que não basta apenas identificar a ligação de um indivíduo com uma organização criminosa, mas sim detalhar o nível de envolvimento.</p>
<p>No livro, Warde e o promotor propõem diferentes graus de associação para pessoas físicas e jurídicas, levando em consideração se são condenadas, investigadas, indiciadas ou denunciadas. Essa diferenciação permitiria ao Estado elaborar uma lista de pessoas envolvidas nas máfias de forma mais precisa.</p>
<p>O jurista também sugere a criação de regras para impedir que órgãos da administração pública contratem pessoas físicas ou jurídicas envolvidas com o crime organizado, prática que, segundo ele, tem ocorrido no Brasil. Além disso, defende a reinstituição do financiamento empresarial de campanhas, com novas regras de rastreabilidade, transparência e governança, como forma de substituir o financiamento por organizações criminosas.</p>
<p>Warde conclui que as infiltrações do crime organizado indicam um avanço perigoso em direção a um narcoestado, o que exige um combate urgente e eficaz.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Gleisi defende pontos cruciais em pl antifacção: tipificação e apreensão de bens</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/gleisi-defende-pontos-cruciais-em-pl-antifaccao-tipificacao-e-apreensao-de-bens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 21:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal, por meio da ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, manifestou preocupação com alterações propostas ao projeto de lei Antifacção. Segundo a ministra, modificações estruturais podem comprometer a efetividade do combate às facções criminosas. Quatro pontos foram considerados inegociáveis pelo governo: a tipificação penal, a apreensão de bens, a manutenção do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal, por meio da ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, manifestou preocupação com alterações propostas ao projeto de lei Antifacção. Segundo a ministra, modificações estruturais podem comprometer a efetividade do combate às facções criminosas.</p>
<p>Quatro pontos foram considerados inegociáveis pelo governo: a tipificação penal, a apreensão de bens, a manutenção do orçamento da Polícia Federal (PF) e a revogação de trechos específicos da Lei das Organizações Criminosas.</p>
<p>Gleisi se reuniu com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, para discutir o tema, em meio à possibilidade de votação do texto na Câmara dos Deputados. A ministra expressou que, embora a decisão de pautar o projeto seja do presidente da Câmara, Hugo Motta, seria benéfico ter mais tempo para negociação com os parlamentares e para apresentar a posição do governo de forma mais clara.</p>
<p>Além dos quatro pontos considerados cruciais, o Ministério da Justiça e Segurança Pública está conduzindo uma análise detalhada e deve divulgar uma nota técnica sobre outros aspectos do relatório apresentado pelo deputado Guilherme Derrite. A ministra afirmou que o governo está preparado para apresentar os destaques necessários e participar dos debates, caso o projeto seja levado à votação em breve.</p>
<p>A ministra enfatizou a complexidade do tema e a importância de um debate aprofundado para garantir que o Brasil possua uma legislação eficaz e eficiente no combate às facções criminosas. Gleisi informou ter conversado com líderes do governo no Congresso sobre a votação e demonstrou interesse em se reunir com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para tratar do assunto.</p>
<p>O projeto de lei Antifacção foi encaminhado à Câmara e, em um curto espaço de tempo, o relator Guilherme Derrite apresentou o texto final, introduzindo mudanças significativas em relação às versões anteriores.</p>
<p>Uma das principais divergências reside na tipificação penal. O governo defende a criação de um tipo penal específico para facções criminosas, distinguindo-as de organizações criminosas. A ministra argumenta que as facções criminosas possuem características mais complexas, como domínio territorial e econômico, além de atuação interestadual e transnacional, enquanto as organizações criminosas seriam estruturas mais elementares.</p>
<p>Outro ponto de discordância é a possibilidade de apreensão imediata dos bens dos criminosos. O governo busca a asfixia financeira das facções criminosas, propondo que a apreensão de bens ocorra já no início da investigação. No entanto, o relatório propõe que essa medida seja aplicada somente após o trânsito em julgado da sentença condenatória, o que, segundo a ministra, dificultaria o combate à criminalidade.</p>
<p>A ministra da Secretaria de Relações Institucionais também expressou preocupação com a descapitalização da Polícia Federal, alertando para o impacto negativo na capacidade operacional da instituição.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<item>
		<title>PF alerta sobre perigo em mudanças de projeto contra facções criminosas</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/pf-alerta-sobre-perigo-em-mudancas-de-projeto-contra-faccoes-criminosas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 10:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal manifestou preocupação em relação às alterações propostas no texto do projeto de lei antifacção, que tramita no Congresso Nacional. As mudanças, anunciadas pelo deputado Guilherme Derrite, relator do projeto, condicionam as investigações conjuntas da PF com as forças estaduais sobre crimes ligados a facções criminosas a um pedido formal do governador do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal manifestou preocupação em relação às alterações propostas no texto do projeto de lei antifacção, que tramita no Congresso Nacional. As mudanças, anunciadas pelo deputado Guilherme Derrite, relator do projeto, condicionam as investigações conjuntas da PF com as forças estaduais sobre crimes ligados a facções criminosas a um pedido formal do governador do estado.</p>
<p>Segundo a Polícia Federal, o texto apresentado no relatório de Derrite pode impor restrições significativas ao papel institucional da corporação no combate ao crime organizado. A PF alerta para o risco real de enfraquecimento no combate a essas organizações.</p>
<p>O deputado Derrite defende que o substitutivo busca modernizar a legislação brasileira diante do avanço e da complexidade das facções criminosas no país.</p>
<p>O relatório foi apresentado na última sexta-feira e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, pautou o tema para votação em plenário, gerando críticas de alguns deputados da base governista.</p>
<p>O líder do PT na Câmara, Lindberg Farias, afirmou que o parecer de Derrite &#8220;contaminou politicamente&#8221; o texto original enviado pelo governo federal. O parlamentar também expressou discordância com a equiparação do tratamento penal de integrantes de facções criminosas ao aplicado a pessoas condenadas por terrorismo.</p>
<p>Em suas redes sociais, Derrite defendeu o projeto de lei, afirmando que ele busca enfrentar a &#8220;impunidade&#8221;. Segundo o deputado, o parecer é uma resposta efetiva e resolutiva para os problemas que a população enfrenta, principalmente nas mãos de membros e lideranças de organizações criminosas.</p>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta, também utilizou as redes sociais para rebater as críticas ao projeto. Motta afirmou que quando o tema é segurança, não há direita nem esquerda, mas apenas o dever de proteger a população.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Polícia federal alerta para riscos em mudanças no pl antifacção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 09:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[criminosas]]></category>
		<category><![CDATA[Federal]]></category>
		<category><![CDATA[organizado]]></category>
		<category><![CDATA[Policia]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal expressou, nesta segunda-feira, preocupação em relação às alterações propostas pelo deputado Guilherme Derrite no projeto de lei Antifacção, que tramita no Congresso Nacional. O PL, originalmente encaminhado pelo governo federal, visa endurecer o combate ao crime organizado. Em nota pública, a PF manifestou receio de que as mudanças efetuadas pelo relator enfraqueçam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal expressou, nesta segunda-feira, preocupação em relação às alterações propostas pelo deputado Guilherme Derrite no projeto de lei Antifacção, que tramita no Congresso Nacional. O PL, originalmente encaminhado pelo governo federal, visa endurecer o combate ao crime organizado.</p>
<p>Em nota pública, a PF manifestou receio de que as mudanças efetuadas pelo relator enfraqueçam o combate ao crime organizado, representando um &#8220;risco real&#8221; para as investigações.</p>
<p>A instituição enfatizou que a proposta original tinha como objetivo fortalecer as instituições responsáveis pelo enfrentamento às organizações criminosas, mas o texto em discussão no parlamento, com as modificações introduzidas, compromete o interesse público ao alterar pontos estruturais do projeto.</p>
<p>A Polícia Federal declarou acompanhar com preocupação as alterações no relatório sobre o Projeto de Lei Antifacção.</p>
<p>Um dos pontos críticos destacados pela PF é a exigência, incluída pelo deputado Guilherme Derrite em seu parecer, de que investigações conjuntas da Polícia Federal com forças estaduais sobre crimes relacionados a facções criminosas dependam de um pedido formal do governador. A PF argumenta que essa exigência poderá restringir o alcance das operações.</p>
<p>A corporação ressaltou que a alteração, somada à supressão de competências da Polícia Federal, compromete o alcance e os resultados das investigações, representando um retrocesso no enfrentamento aos crimes praticados por organizações criminosas, como corrupção, tráfico de drogas, desvios de recursos públicos e tráfico de pessoas.</p>
<p>A PF citou a maior operação contra o crime organizado realizada no país em agosto, em São Paulo, que revelou o uso de postos de combustíveis, motéis e empresas de fachada pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) para lavagem de dinheiro em um esquema bilionário.</p>
<p>A Polícia Federal afirmou que, pelas regras propostas no relatório em discussão, operações como essa estariam sob ameaça de não ocorrerem ou de terem seus efeitos severamente limitados.</p>
<p>O projeto está na pauta de votação desta terça-feira da Câmara dos Deputados.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Randolfe critica equiparação de facções a terrorismo: risco à soberania</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/randolfe-critica-equiparacao-de-faccoes-a-terrorismo-risco-a-soberania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 21:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CRIME]]></category>
		<category><![CDATA[criminosas]]></category>
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		<category><![CDATA[não]]></category>
		<category><![CDATA[Organizações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), expressou preocupação com projetos de lei que visam classificar facções criminosas e milícias como organizações terroristas. Para o senador, essa equiparação não contribui para o combate efetivo ao crime organizado e pode, inclusive, abrir precedentes perigosos para a soberania nacional, permitindo possíveis intervenções estrangeiras. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), expressou preocupação com projetos de lei que visam classificar facções criminosas e milícias como organizações terroristas. Para o senador, essa equiparação não contribui para o combate efetivo ao crime organizado e pode, inclusive, abrir precedentes perigosos para a soberania nacional, permitindo possíveis intervenções estrangeiras.</p>
<p>&#8220;Não há nenhum problema em rotular, desde que o rótulo não comprometa a soberania nacional. O que nós não queremos é dar brecha para qualquer nação estrangeira intervir no Brasil. O problema do crime organizado vai ser resolvido por nós, brasileiros&#8221;, enfatizou o líder governista.</p>
<p>A declaração surge em meio a um debate acalorado na Câmara dos Deputados sobre qual projeto de lei deve prevalecer na luta contra as organizações criminosas. Em disputa estão o PL das Facções, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e o PL do Terrorismo, do deputado Danilo Forte (União-CE), que busca equiparar as facções e milícias ao terrorismo. Existe ainda a possibilidade de fusão dos dois projetos em um único texto. A decisão sobre o tema é aguardada para o final da próxima semana.</p>
<p>Randolfe Rodrigues argumenta que o foco deve estar no conteúdo das políticas de combate ao crime, e não em rótulos. &#8220;Não é o rótulo que vai derrotar o crime organizado. Não é chamar o outro de feio que vai derrotá-lo. O horror não se combate chamando-o de horror. Tem que aumentar a pena para membro de facção, tem que combater o fluxo financeiro das facções, tem que ter coordenação de forças policiais&#8221;, justificou.</p>
<p>O líder do governo criticou o que considera proselitismo e ideologização da questão, defendendo que o tema seja tratado como uma questão de Estado, a ser enfrentada por todos os lados do espectro político. Segundo Randolfe, o governo apresentou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança e o PL Antifacção com o objetivo de combater o crime por meio do aumento de penas para membros de organizações criminosas, integração das polícias e investimento na inteligência das forças de segurança.</p>
<p>Especialistas também têm alertado que equiparar facções e milícias ao terrorismo pode expor o Brasil a estratégias intervencionistas de outros países.</p>
<p>Por outro lado, o deputado Danilo Fortes, autor do projeto de lei que equipara as facções ao terrorismo, argumenta que a medida é necessária para dar à polícia condições de enfrentar as organizações criminosas sem receio de sanções disciplinares. Ele rejeita a tese de que a medida poderia abrir brecha para intervenção estrangeira no Brasil, afirmando que a definição de possíveis acordos bilaterais ou multilaterais cabe ao Poder Executivo.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Lula assina lei antifacção com foco em rastreamento e penas mais duras</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/lula-assina-lei-antifaccao-com-foco-em-rastreamento-e-penas-mais-duras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 00:01:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[criminosas]]></category>
		<category><![CDATA[facções]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[penas]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da República sancionou, nesta sexta-feira, o Projeto de Lei Antifacção, uma iniciativa que visa intensificar o combate ao crime organizado no país. A proposta central do projeto é o endurecimento das penas para líderes e membros de facções criminosas, além da criação de um sistema nacional de rastreamento desses grupos. A medida, encaminhada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da República sancionou, nesta sexta-feira, o Projeto de Lei Antifacção, uma iniciativa que visa intensificar o combate ao crime organizado no país. A proposta central do projeto é o endurecimento das penas para líderes e membros de facções criminosas, além da criação de um sistema nacional de rastreamento desses grupos.</p>
<p>A medida, encaminhada ao Planalto pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, sob a liderança do ministro Ricardo Lewandowski, teve sua análise acelerada após uma grande operação policial nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro.</p>
<p>O Projeto de Lei Antifacção busca atualizar a legislação existente sobre organizações criminosas, datada de 2013, e introduz o conceito específico de &#8220;facção criminosa&#8221; no ordenamento jurídico brasileiro.</p>
<p>Um dos pontos cruciais do projeto é o aumento das penas para indivíduos envolvidos em facções criminosas. As penas podem variar de 8 a 15 anos de prisão, especialmente se a atuação desses grupos envolver o controle de territórios ou atividades econômicas, utilizando violência, coerção ou ameaças. Além disso, homicídios cometidos sob ordem ou em benefício de facções criminosas poderão ser punidos com penas de 12 a 30 anos, sendo classificados como crimes hediondos.</p>
<p>O projeto também visa fortalecer o poder do Estado e das forças policiais na investigação e descapitalização financeira das facções. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, enfatizou que a proposta inclui medidas para o confisco de bens obtidos por essas organizações criminosas e para evitar a infiltração do crime organizado na administração pública. Adicionalmente, prevê a infiltração de agentes de segurança nas facções, uma prática já utilizada em outros estados.</p>
<p>Após a divulgação dos detalhes da medida, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, manifestou a intenção de priorizar a tramitação do projeto, com a possibilidade de votação até o final de novembro.</p>
<p>O Projeto de Lei Antifacção agora segue para análise e votação no Congresso Nacional.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Mapeamento nacional: cnj criará diagnóstico das organizações criminosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 20:02:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[criminosas]]></category>
		<category><![CDATA[está]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Organizações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) está desenvolvendo um mapeamento detalhado das organizações criminosas que operam no Brasil. A iniciativa, anunciada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do CNJ, ministro Edson Fachin, visa fornecer dados e evidências para aprimorar as estratégias de combate ao crime organizado em todo o país. O anúncio foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) está desenvolvendo um mapeamento detalhado das organizações criminosas que operam no Brasil. A iniciativa, anunciada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do CNJ, ministro Edson Fachin, visa fornecer dados e evidências para aprimorar as estratégias de combate ao crime organizado em todo o país.</p>
<p>O anúncio foi feito durante a instalação de varas de combate à violência contra a mulher em Bauru, interior de São Paulo. O mapeamento busca identificar a origem, a localização e os principais pontos de interesse dessas organizações, com o objetivo de fortalecer as políticas de segurança e justiça.</p>
<p>&#8220;O Poder Judiciário está atento a isso e atuando fundamentalmente em duas frentes&#8221;, afirmou Fachin. A iniciativa do CNJ visa fornecer ao sistema de Justiça, incluindo as polícias e a Polícia Federal, informações cruciais para o combate às organizações criminosas.</p>
<p>O ministro ressaltou a importância da proteção dos direitos humanos como medida de segurança pública, enfatizando a necessidade de cortar a conexão entre organizações criminosas e o sistema penitenciário. &#8220;Onde há uma organização criminosa, há uma conexão, que começa dentro dos estabelecimentos penitenciários. É esse elo que precisa ser cortado&#8221;, completou.</p>
<p>A decisão surge em meio à repercussão da Operação Contenção, deflagrada no Rio de Janeiro, que resultou em mais de 120 mortes. Os desdobramentos da operação estão sendo acompanhados pelo STF por meio da ADPF das Favelas, ação que busca combater a letalidade policial.</p>
<p>O ministro Alexandre de Moraes solicitou esclarecimentos ao governador do Rio de Janeiro sobre a operação e agendou uma audiência para discutir o tema. A audiência está prevista para a próxima segunda-feira no Rio de Janeiro.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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