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	<title>congresso &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Jun 2026 15:38:41 +0000</lastBuildDate>
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	<title>congresso &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Congresso Retoma Trabalhos com Pauta Intensa: MEIs, Misoginia e PEC 6&#215;1 em Foco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 15:40:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após um ponto facultativo que aliviou a agenda parlamentar nesta segunda-feira (29), em virtude do jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026, o Congresso Nacional se prepara para uma semana de intensas negociações e votações. A partir de terça-feira (30), uma reunião de líderes na Câmara dos Deputados definirá as prioridades, prometendo [&#8230;]</p>
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<p>Após um ponto facultativo que aliviou a agenda parlamentar nesta segunda-feira (29), em virtude do jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026, o Congresso Nacional se prepara para uma semana de intensas negociações e votações. A partir de terça-feira (30), uma reunião de líderes na Câmara dos Deputados definirá as prioridades, prometendo debates cruciais em áreas que abrangem desde a economia popular até direitos humanos e tecnologia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Reformas Econômicas: Ampliação para Microempreendedores Individuais</h2>



<p>Um dos pontos centrais da agenda legislativa é a discussão em torno do Projeto de Lei Complementar que propõe o aumento do teto de faturamento para Microempreendedores Individuais (MEIs). Essa medida é vista como essencial para permitir que milhares de pequenos negócios possam crescer sem perder os benefícios do regime simplificado. O tema, que tem sido objeto de negociação ativa com a equipe econômica do governo, sinaliza uma busca por mecanismos que fomentem o desenvolvimento e a formalização de atividades econômicas de menor porte.</p>



<p>O diálogo com o Poder Executivo é fundamental, uma vez que o governo federal também planeja encaminhar em breve ao Congresso sua própria proposta sobre o assunto, o que indica um alinhamento na urgência de se atualizar a legislação para os MEIs. Historicamente, a revisão do teto dos MEIs surgiu como um ponto de consenso durante as discussões da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala de trabalho 6&#215;1, visando criar um ambiente propício para mais contratações e adaptação das empresas às novas regulamentações trabalhistas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pautas Sociais e Tecnológicas: Combate à Misoginia e Regulação da IA</h2>



<p>Paralelamente às discussões econômicas, a semana no Congresso também dará destaque a temas de grande relevância social e jurídica. Uma das prioridades é o projeto de lei que visa criminalizar a misoginia, equiparando o ódio contra mulheres ao crime de racismo. A proposta busca tornar tais condutas inafiançáveis e imprescritíveis, representando um avanço significativo na proteção dos direitos das mulheres e no combate à violência de gênero em suas diversas manifestações.</p>



<p>Além disso, a regulamentação da Inteligência Artificial (IA) figura entre os tópicos a serem abordados. Em um cenário global de rápida evolução tecnológica, o Congresso Nacional busca estabelecer um marco legal que enderece os desafios éticos, sociais e econômicos impostos pela IA, garantindo seu desenvolvimento e uso responsáveis no país.</p>



<h2 class="wp-block-heading">No Senado: A PEC da Escala 6&#215;1 e o Prazo do Recesso</h2>



<p>No Senado Federal, o foco se voltará para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da escala de trabalho 6&#215;1. A matéria está agendada para discussão em plenário já na quarta-feira (1º) e, caso avance, será posteriormente enviada à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para a indicação de um relator. A tramitação dessa PEC é acompanhada de perto por diversos setores, dada sua significativa implicação nas relações de trabalho.</p>



<p>Apesar da urgência, a PEC da escala 6&#215;1 permanece aguardando encaminhamento na Secretaria Geral da Mesa. Com o recesso parlamentar se aproximando em apenas três semanas, o tempo é um fator crítico para a análise e votação de matérias de tamanha complexidade, exigindo articulação e celeridade por parte dos parlamentares para que os projetos possam avançar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão: Uma Semana de Decisões Multissetoriais</h2>



<p>A agenda do Congresso para a semana que se inicia reflete a diversidade e a complexidade dos desafios enfrentados pelo país. Desde a busca por um ambiente mais favorável aos microempreendedores até a proteção dos direitos das mulheres e a adequação legal às inovações tecnológicas, os parlamentares terão em suas mãos decisões que impactarão diretamente a vida de milhões de brasileiros. A proximidade do recesso parlamentar adiciona uma camada de urgência a esses debates, demandando dos líderes e bancadas um esforço conjunto para priorizar e deliberar sobre as pautas mais prementes antes da pausa nos trabalhos.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/congresso-retoma-trabalhos-com-pauta-intensa-meis-misoginia-e-pec-6x1-em-foco/">Congresso Retoma Trabalhos com Pauta Intensa: MEIs, Misoginia e PEC 6&#215;1 em Foco</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>Penduricalhos no judiciário: Congresso defende seu papel em debate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 19:01:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A complexa questão dos chamados &#8220;penduricalhos&#8221; no serviço público, especialmente no judiciário, continua a ser um foco de intensa discussão e atrito entre os Poderes. Uma reunião recente, convocada pelo então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, buscou iniciar um diálogo com representantes do Congresso Nacional, do Tribunal de Contas da União [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A complexa questão dos chamados &#8220;penduricalhos&#8221; no serviço público, especialmente no judiciário, continua a ser um foco de intensa discussão e atrito entre os Poderes. Uma reunião recente, convocada pelo então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, buscou iniciar um diálogo com representantes do Congresso Nacional, do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Procuradoria-Geral da República (PGR) para abordar o tema. No entanto, a expectativa de uma resolução rápida para os impasses institucionais mostrou-se distante. O encontro, marcado pela defesa veemente do papel legislativo na definição das remunerações e benefícios de agentes públicos, sublinhou a profundidade das divergências e a necessidade de um consenso que equilibre autonomia institucional, responsabilidade fiscal e a percepção pública de justiça. A busca por um modelo transparente e equitativo permanece um desafio central para o país.</p>
<p> A natureza dos &#8220;penduricalhos&#8221; e a controvérsia</p>
<p>Os &#8220;penduricalhos&#8221; são benefícios adicionais, além do salário base, concedidos a servidores públicos, magistrados e membros do Ministério Público. Embora muitos desses benefícios tenham base legal e se justifiquem como compensações por condições específicas de trabalho ou despesas inerentes à função (como auxílio-moradia, auxílio-alimentação, ou gratificações por acúmulo de função), o termo adquiriu uma conotação negativa devido à percepção de excesso e falta de transparência em sua concessão. A discussão sobre esses adicionais não se limita à sua legalidade, mas abrange sua moralidade, impacto orçamentário e a equidade dentro do serviço público e perante a sociedade. Críticos argumentam que a soma desses benefícios pode elevar significativamente os vencimentos de algumas categorias, distanciando-os da realidade salarial da maioria da população e gerando um custo considerável para os cofres públicos.</p>
<p> O impacto orçamentário e a percepção pública</p>
<p>A controvérsia em torno dos penduricalhos ganha força pela análise do impacto que representam no orçamento público. Dados frequentemente divulgados por órgãos de imprensa e auditorias indicam que esses adicionais somam bilhões de reais anualmente, um valor que muitos consideram insustentável em um país com sérias restrições fiscais. Além do custo direto, a questão dos penduricalhos afeta a percepção pública sobre a justiça e a equidade no sistema. Em um contexto de desafios econômicos e desigualdades sociais, a existência de benefícios considerados &#8220;extras&#8221; para altas patentes do serviço público gera um sentimento de indignação e desconfiança. Essa disparidade salarial é vista por muitos como um privilégio injustificado, minando a legitimidade das instituições e intensificando o debate sobre a reforma administrativa e a contenção de gastos.</p>
<p> O encontro no STF: intenções e participantes</p>
<p>A reunião convocada pelo ministro Edson Fachin no STF representou uma tentativa de centralizar o diálogo sobre os penduricalhos, buscando uma abordagem colaborativa entre os Poderes. A iniciativa visava a criação de um espaço para que as diferentes perspectivas fossem apresentadas, com o objetivo final de buscar soluções que pudessem mitigar os atritos e promover maior harmonia institucional. A presença de representantes do Congresso Nacional, do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Procuradoria-Geral da República (PGR) sublinhava a complexidade do tema, que envolve aspectos legislativos, de fiscalização, jurídicos e de gestão de pessoal. A expectativa inicial era de que, a partir desse diálogo, pudesse surgir um caminho para a uniformização de regras e a promoção de maior transparência.</p>
<p> A atuação de cada Poder no debate</p>
<p>No âmbito da reunião, cada instituição trouxe sua contribuição e seus desafios específicos. O STF, além de anfitrião, é um dos principais alvos das discussões sobre penduricalhos, sendo a corte que frequentemente decide sobre a legalidade de tais benefícios. O Congresso Nacional, por sua vez, reivindica o papel primordial na formulação de leis que regem o funcionalismo público, incluindo a definição de salários e benefícios. O TCU, como órgão de controle externo, tem a responsabilidade de fiscalizar a aplicação dos recursos públicos e apontar eventuais irregularidades ou distorções nos pagamentos. Já a PGR, na defesa do interesse público, analisa a conformidade legal e a moralidade administrativa de tais práticas. A pluralidade de visões, embora enriquecedora, também evidenciou a dificuldade de encontrar um terreno comum para a resolução do problema.</p>
<p> Congresso reafirma protagonismo na regulação de benefícios</p>
<p>Um dos pontos centrais da reunião foi a enfática defesa, por parte dos representantes do Congresso Nacional, de sua prerrogativa constitucional para legislar sobre o regime jurídico dos servidores públicos, o que inclui a definição de remunerações e benefícios. A argumentação congressional girou em torno da necessidade de preservar a separação dos Poderes e de assegurar que as decisões sobre temas de tamanha relevância fiscal e social passem pelo crivo democrático do Legislativo. Deputados e senadores presentes reiteraram que qualquer solução abrangente para a questão dos penduricalhos deveria partir de uma iniciativa legislativa, com ampla discussão e participação social, em vez de ser definida por decisões administrativas ou judiciais isoladas. Essa postura reflete uma preocupação em evitar que as matérias de impacto orçamentário e de interesse público sejam tratadas exclusivamente dentro dos próprios Poderes beneficiados.</p>
<p> Desafios na harmonização das normas</p>
<p>A defesa do papel do Congresso coloca em evidência um dos maiores desafios do debate: a harmonização das normas que regulam os benefícios em diferentes esferas e Poderes. Atualmente, há uma complexidade de legislações, resoluções e decisões administrativas que criam um cenário fragmentado, onde benefícios similares podem ter tratamentos distintos, gerando iniquidades e dificuldades de fiscalização. A proposta do Congresso, embora ainda incipiente, aponta para a criação de um marco legal mais claro e uniforme para todo o serviço público, ou ao menos para as carreiras de Estado, que pudesse racionalizar a concessão de adicionais e trazer maior previsibilidade orçamentária. No entanto, a resistência de algumas categorias a qualquer tipo de revisão ou corte de benefícios existentes é um obstáculo significativo para o avanço de tais propostas.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A reunião sobre os penduricalhos no STF, apesar de não ter resultado em soluções imediatas para os atritos entre os Poderes, foi um passo importante para evidenciar a complexidade e a urgência do tema. A reafirmação do Congresso Nacional de sua prerrogativa constitucional para legislar sobre a remuneração de servidores públicos sinaliza que qualquer reforma substancial passará pelo crivo legislativo. O debate, que envolve aspectos orçamentários, éticos e constitucionais, exige uma abordagem multifacetada e o engajamento de todas as esferas do Estado. A busca por um modelo mais transparente, justo e alinhado com as expectativas da sociedade civil é um imperativo, e a capacidade de diálogo e construção de consensos entre os Poderes será fundamental para superar os impasses e garantir a credibilidade das instituições brasileiras.</p>
<p> FAQ</p>
<p>H2: Perguntas frequentes sobre os penduricalhos no serviço público</p>
<p>O que são os &#8220;penduricalhos&#8221; no serviço público?<br />
São benefícios adicionais concedidos a servidores públicos, magistrados e membros do Ministério Público, que se somam ao salário base. Incluem, por exemplo, auxílio-moradia, auxílio-alimentação, gratificações por acúmulo de função, entre outros.</p>
<p>Por que os penduricalhos geram tanta controvérsia?<br />
A controvérsia decorre do impacto orçamentário significativo desses benefícios, da percepção de que podem gerar remunerações excessivas e da falta de transparência em sua concessão, o que muitas vezes contrasta com a realidade econômica do país e a percepção pública de justiça.</p>
<p>Qual o papel do Congresso Nacional na discussão sobre esses benefícios?<br />
O Congresso Nacional, na reunião do STF, reafirmou sua prerrogativa constitucional de legislar sobre o regime jurídico dos servidores públicos, incluindo a definição de salários e benefícios. Eles defendem que qualquer solução abrangente para a questão deve partir de uma iniciativa legislativa.</p>
<p>Quem são os principais atores envolvidos nessa discussão?<br />
Além do Supremo Tribunal Federal (STF), o Congresso Nacional, o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) são os principais atores envolvidos. Cada um atua a partir de suas competências legislativas, jurídicas, de fiscalização e de defesa do interesse público.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os próximos passos e desdobramentos dessa crucial discussão que molda o futuro do serviço público no Brasil.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://redir.folha.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://redir.folha.com.br</a></em></p>
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		<title>Peru vive nova crise: presidente do congresso destituído por escândalo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 17:01:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A crise política peruana aprofunda-se mais uma vez, com a recente destituição de José Jerí, que ocupava a chefia do Congresso e, por consequência, a presidência interina do país. A decisão, tomada após uma moção de censura, mergulha o Peru em mais um período de incertezas, exigindo que o parlamento decida rapidamente quem assumirá o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A crise política peruana aprofunda-se mais uma vez, com a recente destituição de José Jerí, que ocupava a chefia do Congresso e, por consequência, a presidência interina do país. A decisão, tomada após uma moção de censura, mergulha o Peru em mais um período de incertezas, exigindo que o parlamento decida rapidamente quem assumirá o comando até as próximas eleições presidenciais, marcadas para abril. Este evento marca mais um capítulo na longa saga de instabilidade política que tem caracterizado a nação andina na última década, evidenciando a fragilidade das instituições e a rápida alternância de poder que se tornou uma constante no cenário político peruano. A busca por um novo líder interino reflete a urgência de preencher o vácuo de poder, enquanto os holofotes se voltam para os procedimentos parlamentares que definirão o próximo presidente provisório.</p>
<p> O afastamento de José Jerí e as alegações de conduta</p>
<p>José Jerí foi afastado do cargo de chefe do Congresso e, por extensão, da presidência interina do Peru, após uma votação majoritária dos parlamentares. A decisão ocorreu na terça-feira (17), desencadeada por alegações graves que vieram à tona. Conforme divulgado pela imprensa e corroborado por agências internacionais, Jerí foi acusado de manter reuniões secretas com um empresário chinês. Estas reuniões, que supostamente ocorreram em ambientes discretos e com tentativas de disfarce, levantaram sérias questões sobre a transparência e a ética na conduta de um alto funcionário público.</p>
<p>As denúncias ganharam força no mês anterior, quando a imprensa peruana revelou imagens de Jerí em um restaurante, utilizando um capuz em uma aparente tentativa de evitar o reconhecimento público, enquanto se encontrava com o referido empresário. O empresário chinês em questão possui interesses comerciais no vital setor de energia do Peru, o que adicionou uma camada de preocupação sobre potenciais conflitos de interesse e influências indevidas. A moção de censura, um instrumento parlamentar que permite a destituição de membros do governo ou, neste caso, da liderança do Congresso, foi rapidamente acionada, culminando na saída de Jerí apenas algumas semanas após as revelações. A rapidez do processo sublinha a pressão pública e a sensibilidade do parlamento peruano a alegações de corrupção ou conduta imprópria, especialmente em um país com um histórico recente de presidentes destituídos.</p>
<p> O mecanismo da moção de censura</p>
<p>A moção de censura é uma ferramenta constitucional crucial em muitos sistemas parlamentaristas e semipresidencialistas, como o do Peru, que permite ao poder legislativo fiscalizar e, em casos extremos, destituir membros do executivo ou da sua própria liderança. No contexto peruano, uma moção de censura pode ser apresentada por um grupo de congressistas e, se aprovada por maioria simples ou qualificada (dependendo do caso e da constituição específica), resulta na remoção do indivíduo do seu cargo. No caso de José Jerí, a aprovação da moção pelo congresso foi o que formalizou sua saída não apenas da presidência do legislativo, mas também da chefia de estado interina, que ele exercia em função da linha sucessória.</p>
<p>Este mecanismo é uma expressão da separação de poderes e serve como um controle democrático para assegurar a responsabilidade e a transparência dos governantes. Contudo, no Peru, a frequência com que este e outros instrumentos de destituição têm sido utilizados levanta debates sobre a estabilidade institucional e a capacidade de governança. A votação que culminou na destituição de Jerí foi o ponto culminante de um processo que se seguiu à divulgação das denúncias, demonstrando a celeridade com que o congresso peruano pode agir frente a escândalos que afetam a probidade pública.</p>
<p> A busca por um sucessor interino em um cenário de instabilidade</p>
<p>Com a saída abrupta de José Jerí, o Congresso peruano foi imediatamente convocado para deliberar sobre a sucessão presidencial interina. A sessão extraordinária, agendada para quarta-feira (18), às 18h no horário local (20h em Brasília), tem como objetivo eleger o nono presidente do Peru em apenas uma década, um fato que por si só atesta a profunda instabilidade política do país. A sessão será realizada presencialmente e, notavelmente, em caráter secreto, o que adiciona uma camada de mistério e urgência ao processo.</p>
<p>Inicialmente, a linha de sucessão natural apontava para Fernando Rospigliosi, o atual presidente do Congresso. No entanto, Rospigliosi surpreendeu ao declarar publicamente que não assumiria o cargo, complicando ainda mais o cenário e abrindo a porta para outras candidaturas dentro do próprio legislativo. Quatro congressistas apresentaram-se para o Conselho Diretor, buscando a oportunidade de liderar o país neste período de transição: Héctor Acuña, Maricarmen Alva, Édgar Reymundo e José Balcázar. O candidato eleito assumirá imediatamente a presidência interina, com a plena consciência de que sua permanência no poder será breve, limitada ao período que antecede as eleições gerais marcadas para 12 de abril. Este processo de escolha sublinha a precariedade da situação política peruana, onde a governabilidade é constantemente desafiada por rupturas e transições de liderança em ritmo acelerado.</p>
<p> O histórico recente de trocas presidenciais</p>
<p>A destituição de José Jerí não é um incidente isolado, mas sim o mais recente capítulo de um longo e turbulento histórico de trocas presidenciais no Peru. O país tem sido palco de uma série de afastamentos e renúncias que fragilizaram a sua estrutura democrática e institucional. Jerí, por exemplo, havia assumido a presidência interina em outubro do ano passado, sucedendo a Dina Boluarte. Boluarte, por sua vez, também havia sido retirada do poder em meio a acusações de corrupção, que a levaram ao impeachment. Antes dela, o presidente eleito, Pedro Castillo, foi destituído sob acusações de tentar promover um golpe de Estado ao tentar dissolver o Congresso.</p>
<p>Essa sequência de eventos – Castillo, Boluarte, e agora Jerí – ilustra uma rotação de poder que se tornou a norma em vez da exceção. Nos últimos dez anos, o Peru testemunhou a posse de nove diferentes chefes de estado, um número que ressalta a incapacidade das lideranças políticas em estabelecer um período de estabilidade e governança contínua. Cada transição é acompanhada de crises institucionais, protestos sociais e um crescente ceticismo da população em relação à classe política. A constante interrupção de mandatos impede a implementação de políticas de longo prazo e a consolidação de um projeto de nação, mantendo o país em um ciclo de incertezas e polarização.</p>
<p> Perspectivas e desafios futuros</p>
<p>A recorrente instabilidade política no Peru representa um desafio monumental para a nação andina. A destituição de José Jerí apenas reforça um padrão de rupturas que impede o país de consolidar seus projetos de desenvolvimento e de oferecer à sua população a segurança e a previsibilidade esperadas de um sistema democrático robusto. A urgência em eleger um novo presidente interino até as eleições de abril destaca a fragilidade do momento atual e a necessidade de restaurar minimamente a ordem institucional.</p>
<p>Apesar da turbulência política, a economia peruana tem demonstrado uma resiliência notável. Dados recentes indicam um crescimento econômico de 3,4% em 2025 e uma inflação de apenas 1,7%, números que contrastam drasticamente com o cenário de caos político. Essa performance econômica, embora positiva, levanta a questão de quão sustentável ela será em um ambiente de contínua instabilidade. A capacidade do Peru de atrair investimentos e manter a confiança dos mercados pode ser testada à medida que a crise política se arrasta, potencialmente impactando o bem-estar da população a longo prazo. O desafio fundamental para o próximo presidente, por mais breve que seja seu mandato, e para as futuras lideranças eleitas em abril, será o de encontrar um caminho para a estabilidade, a reconciliação e a reconstrução da confiança nas instituições democráticas.</p>
<p> Perguntas Frequentes (FAQ)</p>
<p> Qual foi o motivo da destituição de José Jerí?<br />
José Jerí foi destituído do cargo de chefe do Congresso e presidente interino após denúncias de que ele manteve reuniões secretas com um empresário chinês do setor de energia, levantando questões sobre transparência e conflito de interesses.</p>
<p> Quem era José Jerí e qual era seu papel no governo peruano?<br />
José Jerí era o chefe do Congresso do Peru e, por via de sucessão, ocupava a presidência interina do país. Ele havia assumido a presidência em outubro do ano anterior.</p>
<p> Quantos presidentes o Peru teve na última década?<br />
Com a destituição de José Jerí, o Peru se prepara para eleger o nono presidente em um período de dez anos, o que demonstra a intensa instabilidade política no país.</p>
<p>Se você busca entender mais a fundo as dinâmicas políticas na América Latina e seus impactos globais, continue acompanhando nossas análises detalhadas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Oportunidade histórica para corrigir a Educação brasileira</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/oportunidade-historica-para-corrigir-a-educacao-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 13:00:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Educação brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando chegamos na Câmara dos Deputados, em 2015, não trouxemos  apenas propostas. Levamos uma convicção que nos acompanha até hoje: educação de qualidade é a escolha mais estratégica que um país pode fazer. Não se trata de uma bandeira circunstancial, nem de um discurso eleitoral. Trata-se de definir que tipo de sociedade queremos construir e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando chegamos na Câmara dos Deputados, em 2015, não trouxemos  apenas propostas. Levamos uma convicção que nos acompanha até hoje: educação de qualidade é a escolha mais estratégica que um país pode fazer. Não se trata de uma bandeira circunstancial, nem de um discurso eleitoral. Trata-se de definir que tipo de sociedade queremos construir e quem queremos formar para liderar o nosso futuro.</p>
<p>Ao longo dos nossos três mandatos seguidos, essa convicção se transformou em projetos de lei, defesa pública, articulação política e trabalho permanente dentro do Parlamento, sempre com o objetivo de fortalecer uma educação mais humana, mais inclusiva e mais conectada com a vida real .</p>
<p>Agora, quando estamos debatendo no Congresso Nacional o novo Plano Nacional de Educação (PNE), que vai traçar os rumos da educação brasileira pelos próximos dez anos, fica claro que essa visão que defendemos desde 2015 não está à margem do debate. Pelo contrário: ela está dentro do coração do PNE.</p>
<p>O plano traz diretrizes que falam de formação integral do estudante, fortalecimento da aprendizagem, valorização dos profissionais da Educação, combate à evasão, educação inclusiva, infraestrutura escolar e redução das desigualdades educacionais. São exatamente os pilares que nortearam os projetos que apresentamos ao longo desses quase 10 anos de atuação parlamentar, voltados ao reforço escolar contínuo, ao desenvolvimento das competências socioemocionais, ao ensino de Educação Cidadã, à inclusão de alunos com deficiência, ao atendimento educacional especializado, à proteção dos professores e à valorização do ensino público .</p>
<p>Mas se o Brasil quer que o novo PNE não seja apenas um documento bem escrito, e sim uma política real e transformadora, precisa olhar para exemplos concretos de quem decidiu executar e não apenas prometer. E é aqui que entra a experiência da Estônia.</p>
<p>Em maio, tive a oportunidade de ir à Estônia para conhecer de perto uma das maiores revoluções educacionais do nosso tempo. Um país pequeno, com pouco mais de 1,3 milhão de habitantes, que nos anos 90 enfrentava graves dificuldades econômicas após sair de décadas de dominação soviética, decidiu colocar a Educação no centro do seu projeto nacional. Não como retórica, mas como prática.</p>
<p>Em 1996, o governo estoniano entendeu que a internet mudaria profundamente o mundo e, já em 1997, levou computadores e conexão para todas as escolas do país. Não como modismo tecnológico, mas como uma política estruturante de formação para a vida digital que viria.</p>
<p>Hoje, a Estônia lidera a educação na Europa no ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes)  e é referência mundial em educação pública de qualidade. Seus alunos têm desempenho alto independentemente da condição social, porque o sistema é inclusivo, oferece apoio pedagógico, psicológico e social dentro da escola e parte de uma mentalidade simples e poderosa: ninguém fica para trás.</p>
<p>Lá, a missão da escola não é formar decoradores de conteúdo, mas cidadãos autônomos, capazes de pensar, resolver problemas, trabalhar em equipe e compreender o seu papel no mundo. Professores são valorizados, com formação em nível de mestrado, remuneração digna e autonomia pedagógica real. As escolas não são engessadas por burocracias inúteis; elas têm liberdade para escolher métodos, organizar espaços e adaptar estratégias de ensino, sempre seguindo diretrizes nacionais bem definidas e monitoradas com seriedade.</p>
<p>O resultado não é apenas uma boa colocação em ranking internacional. A Estônia é hoje um dos países mais digitais do mundo. Mas o principal é que essa transformação começou pela escola. Começou pela decisão de formar pessoas, não só trabalhadores, mas cidadãos completos.</p>
<p>É exatamente essa mentalidade que o Brasil precisa incorporar de forma séria enquanto discute o novo Plano Nacional de Educação. Determinação e execução. Porque plano, por si só, não transforma nada. O plano só se torna instrumento de mudança quando há vontade política real, continuidade, investimento adequado e cobrança permanente.</p>
<p>Nos últimos anos o Brasil tratou o PNE como uma carta de intenções. Muitas metas ficaram no papel por falta de prioridade, por descontinuidade administrativa e por ausência de compromisso de Estado. Educação não pode mudar ao sabor de governos. Ela precisa ser política permanente, protegida das disputas conjunturais e sustentada por um pacto nacional.</p>
<p>O novo PNE é uma oportunidade histórica de corrigir essa rota. Mas ele só fará diferença se vier acompanhado da coragem de executar, da seriedade de monitorar e da maturidade de entender que Educação não é gasto, é investimento. Cada criança que abandona a escola, cada professor desvalorizado, cada jovem que não aprende o básico representa um país que falha com o próprio futuro.</p>
<p>A Estônia provou que não é o tamanho do país nem a riqueza inicial que definem o sucesso educacional, mas a clareza de propósito, a continuidade das políticas e o compromisso com a formação humana. O Brasil já tem diagnóstico, já tem propostas, temos um plano sendo debatido no Congresso. O que falta agora é transformarmos a intenção em ação.</p>
<p>E essa continuará sendo a nossa luta, como foi desde o primeiro dia em que pisamos no Congresso: defender uma educação pública forte, inclusiva, humana e transformadora, capaz de preparar nossos jovens não apenas para o mercado, mas para a vida, para a cidadania e para o futuro. Porque educação de verdade não se mede apenas por números, mas pelo tipo de sociedade que ela constrói.</p>
<ul>
<li><strong>Renata Abreu é presidente nacional do Podemos e deputada federal por São Paulo</strong></li>
</ul>
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		<title>Congresso aprova orçamento de 2026 com metas fiscais definidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 21:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[bilhões]]></category>
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		<category><![CDATA[Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Congresso Nacional concluiu nesta sexta-feira a aprovação do Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2026, um passo crucial para a definição das diretrizes econômicas do país. O parecer do relator, deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL), delineia um orçamento ambicioso, com despesas totais estimadas em R$ 6,5 trilhões e uma meta de superávit de R$ 34,2 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional concluiu nesta sexta-feira a aprovação do Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2026, um passo crucial para a definição das diretrizes econômicas do país. O parecer do relator, deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL), delineia um orçamento ambicioso, com despesas totais estimadas em R$ 6,5 trilhões e uma meta de superávit de R$ 34,2 bilhões. Este montante visa garantir a saúde fiscal da nação e impulsionar o desenvolvimento em diversas áreas. Agora, o texto segue para a sanção presidencial, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliará o documento final que guiará as finanças públicas no próximo ano. A aprovação do orçamento de 2026 estabelece os parâmetros para investimentos, serviços públicos e gestão da dívida.</p>
<p> Detalhes do orçamento geral e metas fiscais</p>
<p>A aprovação do orçamento de 2026 pelo Congresso Nacional estabelece um roteiro financeiro detalhado para o próximo ano, delineando onde e como os recursos públicos serão aplicados. As despesas totais projetadas de R$ 6,5 trilhões representam um volume significativo de recursos destinados à manutenção e ao desenvolvimento do país. Um dos pilares deste plano é a meta de superávit primário, fixada em R$ 34,2 bilhões, uma condição que seria alcançada se o déficit fiscal for zero ou se o superávit atingir R$ 68,6 bilhões. Esse objetivo fiscal reflete o compromisso com a responsabilidade na gestão das contas públicas.</p>
<p> Estrutura de gastos e teto</p>
<p>Do total de despesas previsto no orçamento de 2026, a maior parte, R$ 6,3 trilhões, é direcionada aos orçamentos fiscal e da seguridade social (OFSS). Este segmento abrange os gastos essenciais da máquina pública, como salários de servidores, custeio de serviços públicos em áreas como saúde, educação e segurança, além dos benefícios previdenciários. Os restantes R$ 197,9 bilhões são alocados para o orçamento de investimento das estatais, visando a modernização e a expansão de empresas públicas estratégicas. Adicionalmente, foi estabelecido um limite de gastos de R$ 2,4 trilhões para os ministérios e os demais Poderes, medida que busca conter a expansão das despesas e promover a eficiência administrativa.</p>
<p> Dívida pública e composição das receitas</p>
<p>Uma parcela considerável do orçamento, 28% do OFSS, será destinada exclusivamente ao pagamento de juros da dívida pública, totalizando R$ 1,82 trilhão. Esse valor ilustra o peso dos encargos financeiros sobre as contas nacionais, englobando a amortização do principal da dívida contratual ou mobiliária através de novas operações de crédito, como a emissão de títulos. Descontando o refinanciamento da dívida, a receita projetada para 2026 é de R$ 4,5 trilhões. Deste montante, R$ 3,27 trilhões (72,6%) provêm de receitas correntes, que incluem impostos, taxas e contribuições, refletindo a arrecadação regular do governo. Os R$ 1.237,6 bilhões restantes (27,4%) são provenientes de receitas de capital, que podem incluir alienação de bens, amortização de empréstimos e transferências de capital.</p>
<p> Impactos sociais e político-orçamentários</p>
<p>Além dos grandes números fiscais, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026 traz detalhes que impactam diretamente a vida dos cidadãos e o cenário político nacional. A definição do salário mínimo, por exemplo, é um ponto crucial que afeta milhões de trabalhadores, enquanto o financiamento eleitoral sempre gera debates sobre transparência e equidade no processo democrático. As emendas parlamentares, por sua vez, representam um mecanismo importante de direcionamento de recursos, refletindo as prioridades e demandas das bases eleitorais dos congressistas.</p>
<p> Salário mínimo e fundo eleitoral</p>
<p>Para 2026, o salário mínimo foi fixado em R$ 1.621, valor que ficou R$ 10 abaixo da estimativa inicial apresentada pelo governo. Embora a diferença pareça pequena, ela pode ter implicações para os orçamentos familiares e para o cálculo de benefícios sociais e previdenciários atrelados ao mínimo. Outro ponto relevante é a previsão de uma despesa extra de cerca de R$ 5 bilhões para o fundo eleitoral. Esse montante será destinado ao financiamento das campanhas políticas, impactando as próximas eleições e os recursos disponíveis para os partidos e candidatos, um tema frequentemente debatido pela opinião pública quanto à sua necessidade e volume.</p>
<p> O papel das emendas parlamentares</p>
<p>O relatório do orçamento de 2026 também detalha a alocação de cerca de R$ 61 bilhões para emendas parlamentares. Desse total, R$ 37,8 bilhões são destinados a emendas impositivas, cujo pagamento é obrigatório por lei. As emendas individuais, apresentadas por deputados e senadores, somam R$ 26,6 bilhões, refletindo as prioridades de cada parlamentar em suas respectivas bases. Já as emendas de bancada, destinadas aos grupos de parlamentares por estado, ficaram com R$ 11,2 bilhões. Além dessas, as emendas de comissão, que não possuem execução obrigatória, totalizam R$ 12,1 bilhões. Há ainda uma previsão de R$ 11,1 bilhões em parcelas adicionais, que serão direcionadas para despesas discricionárias e para projetos selecionados do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), sinalizando investimentos em infraestrutura e desenvolvimento.</p>
<p> Outras aprovações e o cenário econômico</p>
<p>Além da aprovação do orçamento de 2026, a sessão do Congresso Nacional foi marcada pela análise e deliberação sobre diversos outros projetos de lei que visam ajustar as finanças e a legislação do país. Essas medidas complementares são essenciais para a execução do planejamento financeiro e para a modernização das normas que regem setores importantes da sociedade. O contexto econômico atual, com seus desafios e avanços, serve de pano de fundo para todas essas decisões.</p>
<p> Créditos adicionais e investimentos estratégicos</p>
<p>Paralelamente ao orçamento de 2026, foram aprovados outros 20 projetos de lei que abrem créditos adicionais no Orçamento de 2025. Entre eles, destaca-se o PLN 6/2025, que destina R$ 8,3 bilhões para a constituição do Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais, uma medida crucial prevista na reforma tributária para equilibrar as perdas de arrecadação de estados e municípios. Outro projeto relevante é o PLN 18/2025, que libera um crédito suplementar de R$ 3 milhões para a Companhia Docas do Ceará. Esses recursos, provenientes do cancelamento de outras dotações, serão utilizados para a aquisição de equipamentos e para a realização de estudos náuticos de manobrabilidade e navegabilidade, essenciais para permitir o recebimento de navios porta-contêiner maiores e impulsionar o comércio marítimo na região.</p>
<p> Emenda constitucional para professores</p>
<p>Na mesma manhã da aprovação do orçamento, o Congresso realizou uma sessão solene para promulgar a Emenda Constitucional 138. Essa emenda representa um avanço significativo para a categoria dos professores, pois autoriza a acumulação de cargo público de professor com outro de qualquer natureza, desde que respeitados o teto salarial e a carga horária. Anteriormente, a Constituição permitia o acúmulo remunerado apenas com outro cargo técnico ou científico, o que frequentemente resultava em questionamentos judiciais. A nova regra amplia as possibilidades de atuação para os docentes, mantendo as permissões já existentes para o acúmulo de dois cargos de professor e de dois cargos públicos para profissionais de saúde.</p>
<p> Perspectivas e o futuro da economia nacional</p>
<p>A aprovação do orçamento de 2026 é vista por líderes governistas como um sinal de estabilidade e planejamento futuro. O governo celebra a aprovação antecipada do plano fiscal, indicando-a como fundamental para consolidar os resultados econômicos positivos observados em 2025 e projetá-los para o ano seguinte. No cenário atual, a economia brasileira apresenta indicadores favoráveis, como a menor média histórica de desemprego, que atingiu 5,4% e continua em declínio. A inflação também se mantém em sua menor média desde a implementação do Plano Real, refletindo a eficácia das políticas monetárias.</p>
<p>Adicionalmente, a renda média do trabalhador brasileiro alcançou seu melhor nível histórico, chegando a R$ 3.800. Perspectivas otimistas indicam que essa renda deverá melhorar ainda mais a partir de janeiro, com a implementação de um projeto aprovado pelo Congresso que isenta do Imposto de Renda quem recebe até R$ 5 mil mensais, beneficiando cerca de 90% dos brasileiros que pagam imposto de renda. Aqueles que recebem entre R$ 5 mil e R$ 7 mil também terão descontos significativos, pagando menos imposto. Esses avanços, somados à aprovação orçamentária, pavimentam o caminho para um ambiente econômico mais robusto e equitativo, segundo a visão governamental.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. O que é o Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2026?<br />
O PLOA 2026 é o documento que estima as receitas e fixa as despesas do governo federal para o próximo ano. Ele estabelece os limites de gastos, os investimentos planejados e as metas fiscais, como a de superávit.</p>
<p>2. Qual a meta de superávit do orçamento de 2026?<br />
A meta de superávit primário estabelecida para 2026 é de R$ 34,2 bilhões, que será cumprida se o déficit for zero ou se o superávit atingir R$ 68,6 bilhões.</p>
<p>3. Como o salário mínimo de 2026 foi definido?<br />
O salário mínimo para 2026 foi fixado em R$ 1.621, um valor R$ 10 abaixo da estimativa inicial apresentada pelo governo, após as discussões e aprovação no Congresso Nacional.</p>
<p>4. O que muda para os professores com a Emenda Constitucional 138?<br />
A Emenda Constitucional 138 permite que professores de cargo público acumulem sua função com outro cargo público de qualquer natureza, desde que respeitados o teto salarial e a carga horária. Antes, a acumulação era restrita a cargos técnicos ou científicos.</p>
<p>5. Quais os próximos passos após a aprovação do PLOA 2026 no Congresso?<br />
Após a aprovação pelo Congresso Nacional, o texto do Projeto de Lei Orçamentária de 2026 segue para a sanção do Presidente da República. Após a sanção, a lei orçamentária é publicada e entra em vigor no início do ano fiscal de 2026.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos do orçamento e seus impactos na economia e na sua vida. Acompanhe nossas atualizações para entender as nuances das políticas fiscais e suas consequências.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Exame toxicológico agora é obrigatório para motoristas de carro e moto</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/exame-toxicologico-agora-e-obrigatorio-para-motoristas-de-carro-e-moto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 21:01:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[apenas]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[toxicológico]]></category>
		<category><![CDATA[Veto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Congresso Nacional aprovou uma importante mudança na legislação de trânsito, estendendo a obrigatoriedade do exame toxicológico para todos os motoristas que buscam a primeira habilitação nas categorias A e B da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A medida foi estabelecida após a rejeição de um veto presidencial durante sessão que também analisou a Lei [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional aprovou uma importante mudança na legislação de trânsito, estendendo a obrigatoriedade do exame toxicológico para todos os motoristas que buscam a primeira habilitação nas categorias A e B da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A medida foi estabelecida após a rejeição de um veto presidencial durante sessão que também analisou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026.</p>
<p>Anteriormente, o exame toxicológico era exigido apenas para motoristas das categorias C, D e E, responsáveis pelo transporte de carga e passageiros. Com a nova regra, condutores de carros, vans e motocicletas de passeio também deverão comprovar a ausência de substâncias psicoativas no organismo para obter a CNH.</p>
<p>A decisão do Congresso ocorreu em meio à análise de diversos vetos presidenciais, dos quais apenas um foi derrubado, referente à Lei 15.153 de 2025. Esta lei direciona recursos de multas de trânsito para financiar a emissão da CNH para pessoas de baixa renda inscritas no Cadastro Único do governo federal. A obrigatoriedade do exame toxicológico para todas as categorias de motoristas passa a vigorar a partir da sanção da lei.</p>
<p>Além da questão do exame toxicológico, o Congresso manteve outros vetos importantes. Um deles impede a limitação do Benefício de Prestação Continuada (BPC) apenas a pessoas com deficiência moderada ou grave. Com a manutenção desse veto, o BPC continuará sendo concedido a pessoas com deficiência leve que se encontrem em situação de pobreza, assim como a idosos de baixa renda.</p>
<p>Outro veto mantido garante que os dados de condenados no Cadastro Nacional de Pedófilos e Predadores Sexuais permaneçam disponíveis para consulta pública durante todo o período de cumprimento da pena, e não apenas por dez anos após o seu término.</p>
<p>Em outra votação, o Congresso rejeitou o veto integral ao projeto de lei que isentava a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) do pagamento de taxas cobradas por órgãos reguladores em pedidos feitos pela estatal. O governo havia justificado o veto argumentando que a medida não apresentava compensação orçamentária, o que poderia afetar o equilíbrio financeiro das entidades reguladoras. No entanto, os defensores do projeto alegam que a isenção facilitará a inovação no setor agropecuário, reduzindo os custos da Embrapa. Com a derrubada do veto, a isenção será sancionada como lei.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>CIOESTE reúne municípios no 1º Congresso da Integridade</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/cioeste-reune-municipios-no-1o-congresso-da-integridade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 18:42:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cioeste]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
		<category><![CDATA[municípios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diálogo entre gestores, órgãos de controle e sociedade civil reuniu o conselheiro do TCE-SP Maxwell Borges e o coordenador do Núcleo de Prevenção da Corrupção da Controladoria-Geral da União (CGU), Márcio Sobral, entre outros especialistas comprometidos com sistemas de integridade e controle interno. O CIOESTE, em parceria com o Observatório Social do Brasil &#8211; São [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diálogo entre gestores, órgãos de controle e sociedade civil reuniu o conselheiro do TCE-SP Maxwell Borges e o coordenador do Núcleo de Prevenção da Corrupção da Controladoria-Geral da União (CGU), Márcio Sobral, entre outros especialistas comprometidos com sistemas de integridade e controle interno.</p>
<p>O CIOESTE, em parceria com o Observatório Social do Brasil &#8211; São Paulo, realizou nesta quinta- feira,13/11, o 1º Congresso da Integridade, reunindo gestores, especialistas e equipes técnicas das cidades consorciadas para um diálogo sobre governança, transparência e fortalecimento dos mecanismos de controle na administração pública.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-45437 alignleft" src="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2025/11/14105faf-3b88-43e0-943e-45e1eb7e8329-300x200.jpeg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2025/11/14105faf-3b88-43e0-943e-45e1eb7e8329-300x200.jpeg 300w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2025/11/14105faf-3b88-43e0-943e-45e1eb7e8329-1024x682.jpeg 1024w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2025/11/14105faf-3b88-43e0-943e-45e1eb7e8329-768x512.jpeg 768w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2025/11/14105faf-3b88-43e0-943e-45e1eb7e8329-1536x1023.jpeg 1536w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2025/11/14105faf-3b88-43e0-943e-45e1eb7e8329-600x398.jpeg 600w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2025/11/14105faf-3b88-43e0-943e-45e1eb7e8329.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />A abertura foi conduzida pelo secretário-executivo Jorge Lapas, ao lado do prefeito de Osasco, Gerson Pessoa, do presidente da Câmara Municipal, Carmônio Bastos, da diretora jurídica de São Roque, Fabiana Marson, e de servidores das áreas de controladoria, planejamento, finanças e gestão.</p>
<p>O prefeito Gerson Pessoa destacou que a gestão pública exige método, responsabilidade e decisões bem fundamentadas. Ao mencionar o Escritório de Estratégia criado em Osasco, afirmou que iniciativas desse tipo trazem mais segurança à administração municipal, reduzem falhas processuais e ajudam a alinhar as ações do governo aos compromissos assumidos com a população, sempre dentro da legalidade.</p>
<p>Entre os palestrantes convidados, o conselheiro Maxwell Borges, do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, apresentou uma exposição técnica sobre o papel do controle interno e explicou a diferença entre controle interno e controle externo. Ressaltou que o controle interno, previsto constitucionalmente, é composto por estruturas instaladas dentro da própria administração pública e voltadas ao cumprimento das metas governamentais, ao acompanhamento dos gastos, à execução dos programas e à correção preventiva de falhas. Já o controle externo, exercido pelos Tribunais de Contas, fiscaliza a aplicação dos recursos públicos, analisa a integridade das ações de governo, identifica fragilidades de governança e orienta municípios na melhoria de seus processos. Maxwell reforçou que o Tribunal “abre suas portas e também vai aos municípios” para apoiar gestores, esclarecer dúvidas e capacitar equipes.</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-45436 alignleft" src="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2025/11/bd7d49c1-b27b-470f-9837-4a0cecbe5110-300x200.jpeg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2025/11/bd7d49c1-b27b-470f-9837-4a0cecbe5110-300x200.jpeg 300w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2025/11/bd7d49c1-b27b-470f-9837-4a0cecbe5110-1024x682.jpeg 1024w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2025/11/bd7d49c1-b27b-470f-9837-4a0cecbe5110-768x512.jpeg 768w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2025/11/bd7d49c1-b27b-470f-9837-4a0cecbe5110-1536x1023.jpeg 1536w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2025/11/bd7d49c1-b27b-470f-9837-4a0cecbe5110-600x398.jpeg 600w, https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2025/11/bd7d49c1-b27b-470f-9837-4a0cecbe5110.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />A controladora-geral de Osasco, Cíntia Mendes Moreira, apresentou um estudo de caso que evidenciou a importância da prevenção de riscos, da adoção de protocolos e do monitoramento contínuo para evitar problemas futuros. Sua fala destacou que práticas consistentes de integridade dependem de rotinas bem definidas e da participação de todos os setores da administração.</p>
<p>O coordenador do Núcleo de Prevenção da Corrupção da Controladoria-Geral da União (CGU), Márcio Sobral, tratou da integridade como valor central da vida pública e defendeu a importância de criar um ambiente em que exista a cultura da integridade, no qual decisões e relações institucionais ocorram de forma ética e transparente. Apresentou iniciativas da CGU que apoiam diretamente os municípios, como o Projeto Time Brasil, voltado à implementação de práticas de integridade e transparência, e o projeto de Educação Cidadã, que está em sua terceira edição em Osasco e aproxima crianças e adolescentes do papel das instituições públicas.</p>
<p>A vice-presidente operacional do Observatório Social do Brasil &#8211; São Paulo, Giola Matilde Alba, destacou a relevância do controle social como complemento ao controle interno e externo. Explicou que o Observatório mantém parceria com a Transparência Internacional, que monitora os municípios da região do CIOESTE, fortalecendo a avaliação independente das políticas públicas e aproximando a sociedade da compreensão sobre como os recursos públicos são aplicados.</p>
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		<title>Supremo reconhece omissão do congresso sobre imposto de grandes fortunas</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 20:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em sessão realizada nesta quinta-feira, reconhecer a omissão constitucional do Congresso Nacional em relação à não aprovação do imposto sobre grandes fortunas, previsto no Artigo 153 da Constituição Federal. A ação, protocolada pelo PSOL em 2019, argumentava a necessidade de regulamentação para a concretização da justiça social e erradicação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em sessão realizada nesta quinta-feira, reconhecer a omissão constitucional do Congresso Nacional em relação à não aprovação do imposto sobre grandes fortunas, previsto no Artigo 153 da Constituição Federal. A ação, protocolada pelo PSOL em 2019, argumentava a necessidade de regulamentação para a concretização da justiça social e erradicação da pobreza, valores também previstos na Carta Magna.</p>
<p>A decisão do STF, contudo, não estabelece um prazo para que o Congresso aprove a medida, e os ministros entendem que o Judiciário não pode criar o imposto caso o Legislativo não cumpra seu papel.</p>
<p>O julgamento, iniciado em outubro, teve como ponto central o argumento da advogada do PSOL, Bruna Freitas do Amaral, que apontou a persistente omissão do legislador em cumprir o mandamento constitucional. Segundo ela, a aprovação do imposto é fundamental para a justiça social.</p>
<p>Durante a votação, o ministro Flávio Dino defendeu a declaração de omissão inconstitucional do Congresso, argumentando que o sistema tributário brasileiro é injusto, regressivo e prejudica as pessoas mais vulneráveis. Ele destacou que o reconhecimento da omissão levará o debate para a esfera política, onde as diferentes visões democráticas poderão influenciar a proposição de soluções.</p>
<p>A ministra Cármen Lúcia também se manifestou, ressaltando que a Constituição já tem 37 anos e o imposto ainda não foi instituído. Ela afirmou que a ausência de cobrança do imposto prejudica o sistema tributário, afetando uma parcela da sociedade, e que a omissão já pode ser considerada inconstitucional.</p>
<p>Os ministros Cristiano Zanin, Nunes Marques, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes também votaram pelo reconhecimento da omissão.</p>
<p>Em contrapartida, o ministro Luiz Fux divergiu, argumentando que não há omissão por parte dos parlamentares. Para ele, o Congresso tem se dedicado ao tema e a opção política do Legislativo deve ser respeitada.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Congresso: falsificação de bebidas pode virar crime hediondo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 00:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[congresso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Congresso Nacional terá uma semana de atividades intensas, mesmo com o feriado do servidor público. A Câmara dos Deputados concentrará seus esforços em sessões presenciais no plenário, de segunda a quinta-feira, sem atividades de comissões. Na pauta prioritária, destacam-se duas propostas importantes. A primeira busca endurecer as leis contra a falsificação e adulteração de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional terá uma semana de atividades intensas, mesmo com o feriado do servidor público. A Câmara dos Deputados concentrará seus esforços em sessões presenciais no plenário, de segunda a quinta-feira, sem atividades de comissões.</p>
<p>Na pauta prioritária, destacam-se duas propostas importantes. A primeira busca endurecer as leis contra a falsificação e adulteração de alimentos e bebidas, classificando tais crimes como hediondos. A segunda proposta visa proibir a cobrança por bagagens de mão em voos nacionais e internacionais que incluam trechos no Brasil.</p>
<p>As próximas semanas devem ser marcadas pelo debate sobre o corte de gastos e a revisão das isenções fiscais. O governo planeja enviar ao Congresso, em breve, uma proposta unificada que estabelece a taxação de fintechs e empresas de apostas online (bets). A expectativa é que a tramitação do projeto seja acelerada.</p>
<p>De acordo com um líder do governo no Congresso, a proposta que taxa fintechs e bets tem potencial para gerar uma arrecadação adicional de R$ 10 bilhões. Paralelamente, a Comissão de Finanças e Tributação avançou com o projeto que visa aumentar a taxação das casas de apostas online de 12% para 24%. Aprovado na comissão, o texto agora aguarda análise no plenário.</p>
<p>O presidente da Câmara dos Deputados, ressaltou a intenção de priorizar a votação de medidas para o corte de gastos nos próximos dias. A discussão sobre as isenções tributárias, contudo, deve ficar para um momento posterior.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Zanin vota contra desoneração, mas salva acordo de compensação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 20:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
		<category><![CDATA[impacto]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro]]></category>
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		<category><![CDATA[zanin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma decisão de grande impacto para o setor econômico, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), posicionou-se contra a lei que estendia a desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia e municípios específicos até 2027. O voto foi proferido durante o julgamento definitivo da ação em que o governo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma decisão de grande impacto para o setor econômico, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), posicionou-se contra a lei que estendia a desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia e municípios específicos até 2027. O voto foi proferido durante o julgamento definitivo da ação em que o governo federal questionava a legalidade da medida, alegando ausência de compensações financeiras para a União.</p>
<p>Apesar de considerar a lei aprovada pelo Congresso Nacional em 2023 inconstitucional, Zanin optou por preservar a validade da Lei 14.973/2024. Essa legislação é fruto de um acordo prévio entre o Congresso e o governo, estabelecendo a forma de compensação pelas perdas decorrentes da desoneração e permitindo a retomada gradual da tributação sobre os setores beneficiados a partir deste ano.</p>
<p>Em sua argumentação, o ministro destacou que o Congresso não especificou o impacto financeiro da desoneração. Zanin enfatizou que a Constituição exige a apresentação de uma estimativa do impacto financeiro em casos de propostas legislativas que criem despesas ou impliquem renúncia de receita.</p>
<p>&#8220;A necessidade de equilíbrio fiscal relaciona-se diretamente com a capacidade de implementar e manter importantes políticas públicas, inclusive aquelas relacionadas à redução das desigualdades sociais. Sendo assim, para que se possa assegurar a concretude dos direitos sociais previstos na Constituição, é fundamental que se preserve o equilíbrio das contas públicas&#8221;, declarou o ministro Zanin, ressaltando a importância da responsabilidade fiscal para a manutenção de políticas sociais.</p>
<p>O julgamento ocorre em ambiente virtual e a votação permanecerá aberta até a próxima sexta-feira.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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