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	<title>bilhões &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>bilhões &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Lucro do Banco do Brasil recua 54% pressionado pela crise no agro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 15:19:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasília]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco do Brasil (BB) registrou uma queda significativa em seu lucro líquido ajustado, que alcançou R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026. Este resultado representa um recuo acentuado de 54% em comparação com o mesmo período do ano anterior. A principal justificativa para esta retração no lucro do Banco do Brasil é o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco do Brasil (BB) registrou uma queda significativa em seu lucro líquido ajustado, que alcançou R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026. Este resultado representa um recuo acentuado de 54% em comparação com o mesmo período do ano anterior. A principal justificativa para esta retração no lucro do Banco do Brasil é o avanço da inadimplência no crédito rural, que pressionou fortemente as finanças da instituição. Diante do cenário desafiador, o banco também revisou para baixo sua projeção de lucro para todo o ano de 2026, indicando expectativas mais cautelosas em relação ao desempenho futuro. O agravamento da crise no agronegócio e seus impactos diretos sobre a carteira de crédito rural do BB são fatores determinantes que impulsionaram essa mudança nos indicadores financeiros.</p>
<p> Cenário desafiador no agronegócio impacta resultados</p>
<p>A crise no setor agropecuário tem sido o principal vetor para a deterioração dos resultados do Banco do Brasil. A instituição, um dos maiores financiadores do agronegócio brasileiro, sentiu o peso do aumento expressivo nos atrasos de pagamento por parte dos produtores rurais. Este cenário elevou consideravelmente o custo do crédito e, por consequência, exigiu que o banco reservasse uma quantidade maior de recursos para mitigar possíveis calotes, o que impactou diretamente seu lucro.</p>
<p> Aumento da inadimplência e provisões para perdas</p>
<p>Para se precaver contra empréstimos de alto risco, o Banco do Brasil foi obrigado a elevar substancialmente sua &#8220;provisão para perdas&#8221;, um montante de dinheiro separado especificamente para cobrir eventuais calotes. Essa provisão atingiu a marca de R$ 16,8 bilhões no primeiro trimestre de 2026, um crescimento de 46% em apenas 12 meses, refletindo a crescente preocupação com a saúde financeira do setor rural. A própria instituição confirmou que este aumento nas perdas esperadas decorre, em grande parte, da elevação da inadimplência nas operações realizadas com produtores rurais.</p>
<p>O índice de inadimplência específico do agronegócio, considerando atrasos superiores a 90 dias, disparou para 6,22% da carteira rural, um salto de 3,5 pontos percentuais em apenas um ano. Esse índice contrasta com a inadimplência geral do banco, que ficou em 5,05%, evidenciando a fragilidade concentrada no campo. O setor agropecuário enfrenta dificuldades significativas desde a quebra da safra de soja em 2024, após um ano de produção recorde em 2023. Essa instabilidade resultou em um aumento das recuperações judiciais entre produtores rurais ao longo de 2024 e 2025, criando um ambiente de maior risco para os credores.</p>
<p> Repercussões financeiras e revisão de projeções</p>
<p>Diante do quadro de maior risco e da queda no desempenho, o Banco do Brasil precisou recalibrar suas expectativas para o futuro. A revisão da projeção de lucro líquido para o ano de 2026 é um reflexo direto dessa análise mais conservadora.</p>
<p> Projeção de lucro revisada e queda na rentabilidade</p>
<p>A estimativa anterior de lucro para 2026, que variava entre R$ 22 bilhões e R$ 26 bilhões, foi ajustada para uma faixa mais modesta, entre R$ 18 bilhões e R$ 22 bilhões. Essa revisão foi motivada por diversos fatores, incluindo: o agravamento do risco no agronegócio; as incertezas geopolíticas globais; os impactos diretos e indiretos sobre a economia brasileira; e a piora generalizada dos indicadores macroeconômicos. Todos esses elementos juntos contribuem para um ambiente de negócios mais desafiador.</p>
<p>Adicionalmente, outro indicador de desempenho que mostrou deterioração foi o Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE), uma métrica crucial utilizada pelo mercado financeiro para avaliar a rentabilidade dos bancos. O ROE do Banco do Brasil apresentou uma queda acentuada, passando de 16,7% para 7,3% em um período de 12 meses. Esse resultado também ficou abaixo do registrado no último trimestre de 2025, quando o índice estava em 12,4%, reforçando a tendência de queda na rentabilidade.</p>
<p> Estratégias de mitigação e resiliência da carteira</p>
<p>Para lidar com os impactos da crise no campo e mitigar os riscos financeiros, o Banco do Brasil tem implementado uma série de medidas proativas, ao mesmo tempo em que sua carteira de crédito geral demonstra resiliência.</p>
<p> Medidas para gestão da inadimplência e crescimento da carteira</p>
<p>O banco intensificou seus mecanismos de cobrança e renegociação de dívidas, buscando soluções para os produtores rurais em dificuldade. Uma das iniciativas mais notáveis foi o programa &#8220;BB Regulariza Dívidas Agro&#8221;, que obteve resultados significativos: foram renegociados R$ 37,9 bilhões em dívidas, com mais de 73 mil operações repactuadas, atendendo cerca de 25,5 mil produtores rurais. Além disso, o Banco do Brasil informou que ampliou o uso de garantias em suas operações de crédito e aumentou as ações judiciais para a recuperação de créditos inadimplentes, demonstrando um esforço multifacetado para estabilizar sua carteira.</p>
<p>Apesar do cenário de adversidade no agro, a carteira total de crédito do Banco do Brasil apresentou crescimento, alcançando R$ 1,3 trilhão, uma alta de 2,2% em um ano. O segmento de pessoas físicas destacou-se positivamente nesse período, impulsionado principalmente pelo crédito consignado, que continua sendo uma modalidade robusta e de menor risco. Ao final do trimestre, os ativos totais do banco totalizaram R$ 2,6 trilhões, e o patrimônio líquido atingiu R$ 194,9 bilhões, números que, apesar da queda no lucro, demonstram a solidez e a dimensão da instituição.</p>
<p> Perspectivas e desafios futuros</p>
<p>A performance do Banco do Brasil no primeiro trimestre de 2026 reflete um período de intensa pressão, particularmente vinda do setor do agronegócio. A queda expressiva no lucro e a revisão das projeções para o ano sinalizam a complexidade do ambiente econômico atual, marcado por incertezas domésticas e globais. Embora a instituição tenha demonstrado capacidade de reação com programas de renegociação e o crescimento de outras linhas de crédito, o desafio de gerir a inadimplência rural e sustentar a rentabilidade permanece central. O Banco do Brasil continua a ser um pilar fundamental para o financiamento da economia brasileira, mas terá que navegar com cautela e estratégia através desses ventos contrários para consolidar sua recuperação e garantir um crescimento sustentável nos próximos períodos.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. Qual foi o principal motivo para a queda do lucro do Banco do Brasil no primeiro trimestre de 2026?<br />
O principal motivo foi o aumento da inadimplência no crédito rural. A crise no agronegócio levou a um significativo aumento nos atrasos de pagamento por parte dos produtores, o que obrigou o banco a elevar suas provisões para perdas e impactou diretamente o lucro.</p>
<p>2. O que é a provisão para perdas e como ela afetou os resultados do BB?<br />
A provisão para perdas é uma reserva de dinheiro que o banco separa para cobrir possíveis calotes em empréstimos. No primeiro trimestre de 2026, essa provisão subiu para R$ 16,8 bilhões, um aumento de 46% em 12 meses. Esse aumento representa um custo para o banco, reduzindo o lucro líquido ajustado, pois recursos são alocados para cobrir riscos futuros.</p>
<p>3. O Banco do Brasil revisou sua projeção de lucro para o ano de 2026?<br />
Sim, o Banco do Brasil revisou sua projeção de lucro para 2026. A estimativa anterior, que variava entre R$ 22 bilhões e R$ 26 bilhões, foi ajustada para uma faixa entre R$ 18 bilhões e R$ 22 bilhões. Essa revisão reflete o agravamento do risco no agronegócio, incertezas geopolíticas e impactos macroeconômicos.</p>
<p>4. Quais medidas o Banco do Brasil está tomando para enfrentar a crise no agronegócio?<br />
O banco reforçou seus mecanismos de cobrança e renegociação de dívidas, lançando programas como o &#8220;BB Regulariza Dívidas Agro&#8221;, que renegociou R$ 37,9 bilhões. Além disso, ampliou o uso de garantias e aumentou as ações judiciais para recuperação de crédito, buscando minimizar os impactos da inadimplência.</p>
<p>Para mais informações sobre o desempenho financeiro do setor bancário e as perspectivas para o agronegócio, continue acompanhando nossas análises detalhadas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Petrobras alcança lucro líquido de R$ 110,6 bilhões em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 12:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Petrobras registrou um impressionante lucro líquido de R$ 110,6 bilhões no ano de 2025, consolidando um dos melhores desempenhos de sua história recente. Este resultado representa um crescimento expressivo de 198,9% em comparação com o ano anterior, 2024. O desempenho robusto foi impulsionado principalmente pelo significativo aumento na produção de petróleo e gás, bem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Petrobras registrou um impressionante lucro líquido de R$ 110,6 bilhões no ano de 2025, consolidando um dos melhores desempenhos de sua história recente. Este resultado representa um crescimento expressivo de 198,9% em comparação com o ano anterior, 2024. O desempenho robusto foi impulsionado principalmente pelo significativo aumento na produção de petróleo e gás, bem como por uma forte geração de caixa operacional. O lucro líquido de R$ 110,6 bilhões foi alcançado em um cenário global complexo, marcado pela retração dos preços internacionais do petróleo Brent. A resiliência da companhia em face dessas condições adversas demonstra a eficácia de sua estratégia focada em disciplina de capital e eficiência operacional, posicionando-a como um pilar fundamental da economia brasileira.</p>
<p> Desempenho financeiro e operacional em um cenário desafiador</p>
<p> Lucro e EBITDA: resiliência nos resultados</p>
<p>A estatal brasileira de petróleo e gás alcançou um lucro líquido anual de R$ 110,6 bilhões em 2025, um marco notável que reflete uma expansão de quase 200% em relação ao ano anterior. Este crescimento substancial foi alicerçado por fatores internos, apesar das pressões externas do mercado. No quarto trimestre de 2025, o lucro líquido da companhia atingiu R$ 15,6 bilhões, denotando uma recuperação significativa ao comparar com o terceiro trimestre do mesmo ano, que registrou um aumento de 52,3%. No entanto, quando atribuído aos acionistas, o lucro líquido do quarto trimestre foi de R$ 15,563 bilhões, valor inferior ao registrado no trimestre anterior (R$ 32,7 bilhões), influenciado por oscilações cambiais e mudanças no desempenho operacional ao longo do período.</p>
<p>Um dos aspectos mais relevantes do resultado de 2025 é que ele foi obtido em um contexto de queda no preço internacional do petróleo. O barril do Brent, referência global, sofreu uma retração de aproximadamente 14% em 2025, um fator que naturalmente exerceria pressão sobre as receitas da companhia. Contudo, a Petrobras conseguiu mitigar esse impacto graças a uma série de medidas estratégicas.</p>
<p>O EBITDA ajustado, outro importante indicador de desempenho, alcançou R$ 244,3 bilhões em 2025, demonstrando estabilidade em relação ao ano anterior. Essa solidez do EBITDA, mesmo com a desvalorização do Brent, foi em grande parte compensada pelo aumento do volume produzido e pela contínua busca por maior eficiência operacional em todas as frentes de atuação.</p>
<p>Fernando Melgarejo, diretor financeiro da Petrobras, reforçou a consistência da abordagem da empresa, destacando: &#8220;Os resultados de 2025 comprovam a consistência da nossa estratégia, baseada em disciplina de capital, aumento de produção e eficiência operacional. Mesmo em um cenário de forte queda do Brent, geramos R$ 200 bilhões de caixa operacional no ano. Continuamos a apresentar um fluxo de caixa robusto, apoiado por projetos de qualidade que ampliam a produção, com alto retorno e rápida geração de caixa.&#8221; Essa declaração sublinha a capacidade da empresa de gerar valor e liquidez mesmo em condições de mercado desfavoráveis.</p>
<p> Aumento da produção e exportações</p>
<p>O motor principal por trás dos robustos resultados financeiros foi o notável crescimento na produção total de óleo e gás, que avançou cerca de 11% em 2025. Esse incremento foi resultado direto do avanço e do início de operação de novos projetos no pré-sal, uma das maiores fronteiras de exploração do mundo. Entre os destaques, a Petrobras mencionou o início da operação de plataformas de última geração, como o FPSO Almirante Tamandaré, além do contínuo progresso de unidades de produção em campos estratégicos como Búzios e Mero. Esses projetos são cruciais para a sustentabilidade da produção a longo prazo e para a manutenção da posição da Petrobras como uma das maiores produtoras de petróleo e gás offshore.</p>
<p>Além da expansão produtiva, a empresa também registrou um desempenho excepcional nas exportações de petróleo. No quarto trimestre de 2025, as exportações atingiram um volume recorde de 999 mil barris por dia, evidenciando a capacidade da Petrobras de atender à demanda internacional e otimizar a comercialização de seus produtos. Essa marca contribuiu significativamente para a geração de receitas e para o equilíbrio da balança comercial brasileira.</p>
<p> Contribuição econômica e estratégica</p>
<p> Impacto fiscal e retorno aos acionistas</p>
<p>O sucesso financeiro da Petrobras em 2025 transcendeu os limites da própria companhia, reverberando positivamente em toda a economia brasileira. A empresa informou que efetuou o pagamento de R$ 277,6 bilhões em tributos à União, estados e municípios ao longo do ano. Essa gigantesca injeção de recursos é fundamental para o financiamento de serviços públicos essenciais, infraestrutura e programas sociais em todo o país, solidificando a Petrobras como uma das maiores contribuintes fiscais do Brasil.</p>
<p>Adicionalmente, a companhia demonstrou seu compromisso com a criação de valor para seus investidores ao distribuir R$ 45,2 bilhões em proventos aos acionistas. Essa remuneração generosa reforça a atratividade da Petrobras no mercado de capitais e recompensa a confiança dos seus investidores, desde grandes fundos de investimento até pequenos poupadores.</p>
<p> Projeções e aquisições estratégicas</p>
<p>Olhando para o futuro, a Petrobras não apenas celebrou os resultados de 2025, mas também sinalizou um caminho de expansão e diversificação estratégica. A manutenção do recorde de produção e a ampliação das exportações são indicadores de uma estratégia bem-sucedida que busca maximizar o valor de seus ativos existentes.</p>
<p>Em uma movimentação estratégica de grande relevância, a Petrobras anunciou a aquisição de 42,5% de um bloco de exploração de petróleo na Namíbia. Essa aquisição representa um passo importante na estratégia de diversificação geográfica e de portfólio da companhia, buscando novas fronteiras de exploração com alto potencial. A iniciativa na Namíbia alinha-se à visão de longo prazo da Petrobras de assegurar reservas e produção futuras, expandindo sua presença global e explorando oportunidades em regiões promissoras, reforçando sua posição como um player global no setor energético.</p>
<p> Perspectivas e consolidação da estratégia</p>
<p>Os resultados financeiros e operacionais da Petrobras em 2025 confirmam a solidez de sua estratégia e a capacidade de adaptação em um ambiente de mercado volátil. O lucro líquido recorde de R$ 110,6 bilhões, impulsionado por um aumento robusto na produção e exportações, demonstra a resiliência da companhia frente à queda dos preços do petróleo. A ênfase em disciplina de capital, eficiência operacional e investimentos em projetos de alta qualidade no pré-sal, como o FPSO Almirante Tamandaré, tem sido fundamental para a geração de caixa operacional e para o retorno aos acionistas. A significativa contribuição em tributos e a expansão estratégica internacional, como a aquisição na Namíbia, reforçam o papel da Petrobras como um motor econômico e um player relevante no cenário energético global, pavimentando o caminho para um crescimento sustentável.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>1. Qual foi o lucro líquido da Petrobras em 2025?<br />
A Petrobras registrou um lucro líquido de R$ 110,6 bilhões em 2025, o que representa um aumento de 198,9% em relação ao ano anterior.</p>
<p>2. O que impulsionou o crescimento do lucro da Petrobras em 2025, apesar da queda do preço do petróleo?<br />
O crescimento foi impulsionado principalmente pelo aumento de 11% na produção total de óleo e gás, pelo avanço de novos projetos no pré-sal (como o FPSO Almirante Tamandaré) e pela maior eficiência operacional, que compensaram a retração de cerca de 14% no preço do barril do Brent.</p>
<p>3. Qual foi a contribuição da Petrobras em tributos e proventos aos acionistas em 2025?<br />
Em 2025, a Petrobras pagou R$ 277,6 bilhões em tributos à União, estados e municípios, além de distribuir R$ 45,2 bilhões em proventos aos seus acionistas.</p>
<p>4. A Petrobras realizou alguma aquisição estratégica em 2025?<br />
Sim, a Petrobras adquiriu 42,5% de um bloco de exploração de petróleo na Namíbia, uma movimentação que visa a diversificação geográfica e o futuro crescimento da companhia.</p>
<p>Para mais detalhes sobre os resultados e as estratégias da Petrobras, continue acompanhando as próximas análises e comunicados oficiais da companhia.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Carnaval 2026 projeta movimentação recorde de R$ 18,6 bilhões no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 23:01:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Carnaval 2026 promete marcar um ponto alto na história do turismo brasileiro, com projeções que indicam a maior movimentação financeira já registrada na série histórica dos últimos 15 anos. As estimativas, divulgadas recentemente, apontam para uma injeção de R$ 18,6 bilhões na economia do país, impulsionada principalmente pela demanda por acomodação, alimentação e opções [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Carnaval 2026 promete marcar um ponto alto na história do turismo brasileiro, com projeções que indicam a maior movimentação financeira já registrada na série histórica dos últimos 15 anos. As estimativas, divulgadas recentemente, apontam para uma injeção de R$ 18,6 bilhões na economia do país, impulsionada principalmente pela demanda por acomodação, alimentação e opções de lazer durante o período festivo. Esse impressionante volume financeiro representa um aumento de 10% em relação ao Carnaval do ano anterior. Além do impacto econômico, a expectativa é de que mais de 65 milhões de pessoas celebrem a folia em todo o Brasil, um crescimento de 22% no público comparado ao mesmo período de 2025. O cenário otimista reforça o papel crucial do Carnaval 2026 como catalisador econômico e social.</p>
<p> Impacto econômico e social do Carnaval</p>
<p>As projeções para o Carnaval 2026 sinalizam um período de bonança para o setor de turismo, que se prepara para resultados históricos. A cifra de R$ 18,6 bilhões, compilada com base em dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e da Fecomércio SP, reflete não apenas a dimensão da festa, mas também seu poder de revitalizar a economia em diversas frentes. Este crescimento de dois dígitos na movimentação financeira e o expressivo aumento no número de foliões sublinham a capacidade do Carnaval de mobilizar recursos e pessoas em escala nacional.</p>
<p>Gustavo Feliciano, ministro do Turismo, ressalta a relevância desse movimento para o desenvolvimento local. Ele enfatiza que o fluxo de turistas se traduz diretamente em fortalecimento da economia e na geração de renda digna para milhares de famílias. Para Feliciano, o Carnaval transcende o mero entretenimento, consolidando-se como uma política pública de desenvolvimento que demonstra como o turismo é uma ferramenta potente para o progresso socioeconômico do país. A festa se torna, assim, um motor de inclusão e oportunidade.</p>
<p> Crescimento e expectativas setoriais</p>
<p>A tendência de crescimento do setor de turismo é corroborada por líderes da indústria. Alexandre Sampaio, presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), observa um avanço significativo tanto em destinos turísticos litorâneos quanto em cidades do interior que possuem carnavais históricos. Ele prevê que o período de folia de 2026 baterá todos os recordes em termos de ocupação hoteleira e demanda em restaurantes nas principais praças. Essa expansão favorece diretamente a geração de empregos e a distribuição de renda, solidificando o Carnaval como um evento de alta relevância econômica.</p>
<p>No segmento de bares e restaurantes, as primeiras informações indicam um movimento excepcional, especialmente nas cidades mais procuradas pelos turistas. José Eduardo Camargo, líder de Conteúdo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), destaca a alta ocupação nos estabelecimentos durante a folia. Além disso, Camargo aponta que empreendimentos fora do circuito principal também registraram bom faturamento, atraindo famílias e pessoas em busca de um ambiente mais tranquilo, o que demonstra a capilaridade dos benefícios econômicos do Carnaval.</p>
<p> Destaques regionais da folia</p>
<p>O Carnaval 2026 projeta que as principais cidades do país se consolidem como polos de atração turística, cada uma com suas particularidades e contribuições significativas para o impacto econômico total. A diversidade cultural e a infraestrutura de acolhimento dessas localidades são fundamentais para o sucesso projetado.</p>
<p> O desempenho das grandes capitais do Carnaval</p>
<p>São Paulo desponta como líder em volume de público, com a expectativa de receber mais de 16,5 milhões de pessoas. Esse contingente de foliões deve gerar um impacto econômico superior a R$ 7 bilhões, consolidando a capital paulista como um dos principais motores do Carnaval nacional, com uma festa democrática e abrangente que atrai moradores e turistas.</p>
<p>O Rio de Janeiro mantém sua posição de alta rentabilidade por visitante. A cidade maravilhosa prevê a chegada de cerca de 8 milhões de foliões, que deverão movimentar R$ 5,7 bilhões na economia local. A ocupação hoteleira na capital fluminense é projetada para atingir impressionantes 98%, evidenciando a forte demanda por seus blocos de rua e desfiles de escolas de samba.</p>
<p>O polo Recife/Olinda, em Pernambuco, espera reunir mais de 7,6 milhões de pessoas, com uma movimentação financeira estimada em mais de R$ 3 bilhões. O estado de Pernambuco, impulsionado pela projeção do Carnaval, antecipa um crescimento de 49% no fluxo de turistas internacionais, reforçando sua vocação cultural e turística.</p>
<p>Em Salvador, na Bahia, mais de 8 milhões de pessoas são esperadas para curtir a folia, gerando uma movimentação econômica de R$ 2 bilhões. A capital baiana, conhecida por seu trio elétrico e sua energia contagiante, continua sendo um destino imperdível para milhões de foliões, contribuindo significativamente para o saldo positivo do Carnaval.</p>
<p> Projeções otimistas e futuro do turismo</p>
<p>As projeções para o Carnaval 2026 desenham um panorama extremamente otimista para o turismo brasileiro, com números que superam recordes anteriores e demonstram a resiliência e o potencial de crescimento do setor. O sucesso esperado não é apenas uma vitória para a indústria do turismo, mas para toda a cadeia produtiva que se beneficia direta e indiretamente da festa. A movimentação financeira de R$ 18,6 bilhões e a participação de mais de 65 milhões de pessoas confirmam o Carnaval como um dos maiores eventos do planeta, capaz de gerar riqueza, empregos e promover a cultura nacional em escala global. Este cenário positivo reforça o Brasil como um destino vibrante e a capacidade do país de transformar sua riqueza cultural em um poderoso motor de desenvolvimento econômico e social. O futuro do turismo, impulsionado por eventos como o Carnaval, parece promissor e cheio de oportunidades.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> Qual a projeção de movimentação financeira para o Carnaval 2026?<br />
A projeção para o Carnaval 2026 é de uma movimentação financeira de R$ 18,6 bilhões em todo o Brasil, representando um aumento de 10% em relação ao ano anterior.</p>
<p> Quantas pessoas são esperadas para o Carnaval 2026?<br />
Estima-se que mais de 65 milhões de pessoas curtirão as festas do Carnaval 2026 em todo o país, um crescimento de 22% comparado a 2025.</p>
<p> Quais cidades se destacam na movimentação turística e econômica do Carnaval?<br />
São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife e Olinda são as cidades com maior destaque. São Paulo lidera em público (16,5 milhões e R$ 7 bilhões de impacto), enquanto o Rio de Janeiro se destaca pela alta ocupação hoteleira (98% e R$ 5,7 bilhões de impacto). Recife/Olinda preveem mais de R$ 3 bilhões e crescimento no fluxo internacional. Salvador projeta R$ 2 bilhões com 8 milhões de foliões.</p>
<p> Como o Carnaval beneficia a economia local?<br />
O Carnaval fortalece a economia local através da alta demanda por acomodação, alimentação, transporte e lazer, gerando milhares de empregos e renda para famílias em diversas regiões do país, desde grandes capitais até cidades do interior.</p>
<p> Qual é o significado do Carnaval para o setor de turismo?<br />
Para o setor de turismo, o Carnaval é um motor de desenvolvimento que não só impulsiona a economia com recordes de faturamento e público, mas também posiciona o Brasil como um destino cultural vibrante, atraindo investimentos e promovendo a imagem do país globalmente.</p>
<p>Não perca as atualizações e detalhes sobre os próximos eventos que impulsionam o turismo nacional. Planeje sua próxima viagem e faça parte dessa festa que movimenta o Brasil!</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Saques na poupança superam depósitos em R$ 23,5 bilhões em janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 17:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[caderneta]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[poupança]]></category>
		<category><![CDATA[saldo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A caderneta de poupança registrou em janeiro um saldo negativo expressivo, com os saques superando os depósitos em R$ 23,5 bilhões. Este movimento marca um início de ano desafiador para a aplicação financeira mais tradicional do Brasil, que historicamente enfrenta retiradas significativas no primeiro mês do ano. A dinâmica reflete um padrão sazonal, impulsionado pelas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A caderneta de poupança registrou em janeiro um saldo negativo expressivo, com os saques superando os depósitos em R$ 23,5 bilhões. Este movimento marca um início de ano desafiador para a aplicação financeira mais tradicional do Brasil, que historicamente enfrenta retiradas significativas no primeiro mês do ano. A dinâmica reflete um padrão sazonal, impulsionado pelas despesas típicas do período, como impostos anuais, matrículas escolares e os gastos adicionais com férias de verão. O fenômeno não é isolado, repetindo-se por anos consecutivos, e levanta discussões sobre a gestão financeira dos brasileiros e a atratividade da poupança diante de outros investimentos disponíveis no mercado. Analistas financeiros observam de perto esses dados, buscando compreender as tendências de consumo e poupança da população.</p>
<p> Retiradas recordes marcam início de ano para a poupança</p>
<p> O impacto financeiro detalhado de janeiro<br />
Em janeiro, a caderneta de poupança no Brasil experimentou um saldo negativo de R$ 23,5 bilhões, conforme dados recentes divulgados pelo Banco Central. Este déficit resulta de um volume total de R$ 354 bilhões sacados pelos correntistas, que superou os R$ 331 bilhões depositados ao longo do mês. A diferença evidencia uma forte pressão sobre as reservas financeiras dos brasileiros no primeiro mês do ano. Este cenário de descapitalização da poupança é particularmente notável pela magnitude do valor, que representa uma das maiores saídas líquidas registradas para o período. A movimentação acentuada reflete a necessidade dos cidadãos de recorrerem às suas economias para cobrir uma série de compromissos financeiros que se concentram no início do ano. A dinâmica impulsiona uma análise mais aprofundada sobre a liquidez das famílias e a função da poupança como colchão financeiro.</p>
<p> Uma tendência histórica e os motivos sazonais<br />
O resultado negativo de janeiro, embora expressivo, alinha-se a um padrão sazonal observado nos últimos anos. Os três anos anteriores também registraram saldos negativos para a caderneta de poupança no primeiro mês do ano, consolidando uma tendência. Essa recorrência é explicada pelo aumento das despesas domésticas e pessoais características do período. Entre os principais fatores que impulsionam os saques estão os pagamentos de impostos anuais, como o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), além das matrículas e materiais escolares para o ano letivo. Adicionalmente, os gastos com viagens e lazer durante as férias de verão contribuem significativamente para a necessidade de retirada de recursos da poupança. Esse comportamento reflete a utilização da poupança como uma reserva de emergência ou para planejamento de grandes despesas fixas, confirmando sua função primária para muitos brasileiros que não possuem outras fontes de recursos de fácil acesso.</p>
<p> Panorama atual e a composição da caderneta de poupança</p>
<p> O papel dos rendimentos na atenuação do déficit<br />
Apesar do cenário de saques superando depósitos, os rendimentos gerados pela própria caderneta de poupança desempenharam um papel crucial na atenuação do impacto financeiro. Em janeiro, a aplicação rendeu um total de R$ 6,5 bilhões aos poupadores. Este valor, embora não suficiente para reverter o saldo negativo entre saques e depósitos, ajudou a minimizar a perda do estoque total, adicionando recursos às contas dos correntistas. Os rendimentos são creditados mensalmente, com base na Taxa Referencial (TR) e na taxa Selic, e representam uma parte importante da manutenção do capital acumulado pelos poupadores ao longo do tempo. Sem essa contribuição, o recuo do saldo total teria sido ainda mais acentuado, destacando a importância do ganho nominal para o investidor da poupança, mesmo em meses de intensa movimentação de saída.</p>
<p> Desempenho dos segmentos SBPE e Poupança Rural<br />
Atualmente, o estoque total da caderneta de poupança no Brasil é de pouco mais de R$ 1 trilhão. Este montante é dividido em dois segmentos principais: o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e a Poupança Rural. O SBPE, principal motor do financiamento imobiliário no país, foi o mais impactado pelas retiradas em janeiro. Seu saldo encolheu R$ 14 bilhões, fechando o mês com um total de R$ 752 bilhões. Essa redução no SBPE pode ter implicações para o mercado de crédito imobiliário, que depende diretamente dos recursos captados por esse sistema, potencialmente afetando a oferta e o custo dos financiamentos. Já a Poupança Rural registrou uma diminuição de R$ 3 bilhões em seu saldo, encerrando janeiro com R$ 252 bilhões. Embora em menor proporção, a saída de recursos de ambos os segmentos demonstra uma utilização generalizada da poupança para suprir necessidades imediatas, independentemente de sua destinação específica, refletindo a pressão sobre o orçamento das famílias.</p>
<p> Desafios e perspectivas para o poupador brasileiro<br />
A expressiva saída de R$ 23,5 bilhões da caderneta de poupança em janeiro, embora sazonal, reforça a percepção de que muitos brasileiros ainda dependem fortemente dessa aplicação para cobrir despesas emergenciais ou de alto valor concentradas no início do ano. O saldo total, que ainda ultrapassa R$ 1 trilhão, indica a resiliência e a abrangência da poupança como ferramenta de guarda de valor, mas a tendência de retiradas anuais no primeiro mês sugere a necessidade de um planejamento financeiro mais robusto.</p>
<p>Para os poupadores, o cenário aponta para a importância de diversificar investimentos e criar reservas de liquidez específicas para despesas sazonais, evitando descapitalizar a poupança destinada a objetivos de longo prazo, como a compra da casa própria (via SBPE). Para o mercado, o recuo nos saldos do SBPE pode influenciar a disponibilidade de recursos para financiamento imobiliário, merecendo atenção das instituições financeiras e dos formuladores de políticas econômicas, que buscam equilibrar a captação de recursos com a demanda por crédito. A poupança continua sendo um termômetro da saúde financeira das famílias e dos desafios econômicos enfrentados anualmente. Acompanhar a evolução dos depósitos e saques ao longo dos próximos meses será crucial para entender se a recuperação de saldos ocorrerá e se o comportamento do poupador se adaptará às condições econômicas vigentes, incluindo as taxas de juros e a inflação.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a caderneta de poupança em janeiro</p>
<p> Qual foi o saldo da caderneta de poupança em janeiro?<br />
Em janeiro, a caderneta de poupança registrou um saldo negativo de R$ 23,5 bilhões. Isso significa que o volume de saques superou o volume de depósitos no período, resultando em uma retirada líquida de recursos.</p>
<p> Por que os saques superaram os depósitos neste mês?<br />
O movimento é considerado sazonal e comum no início do ano. Ele é impulsionado por despesas típicas do período, como o pagamento de impostos anuais (IPVA, IPTU), matrículas e materiais escolares, além dos gastos com férias de verão, que demandam maior liquidez financeira das famílias.</p>
<p> Qual o estoque total atual da caderneta de poupança no Brasil?<br />
Mesmo com o saldo negativo em janeiro, o estoque total da caderneta de poupança no Brasil permanece robusto, superando a marca de R$ 1 trilhão, distribuído entre o SBPE e a Poupança Rural.</p>
<p> Como os rendimentos afetaram o resultado de janeiro?<br />
Os rendimentos creditados aos poupadores em janeiro totalizaram R$ 6,5 bilhões. Embora não tenham sido suficientes para reverter o saldo negativo de saques versus depósitos, eles ajudaram a atenuar o impacto da diferença e contribuíram para a manutenção do estoque total da poupança.</p>
<p>Para manter-se atualizado sobre as tendências do mercado financeiro e tomar decisões informadas sobre suas finanças, continue acompanhando nossas análises e notícias econômicas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Congresso aprova orçamento de 2026 com metas fiscais definidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 21:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Congresso Nacional concluiu nesta sexta-feira a aprovação do Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2026, um passo crucial para a definição das diretrizes econômicas do país. O parecer do relator, deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL), delineia um orçamento ambicioso, com despesas totais estimadas em R$ 6,5 trilhões e uma meta de superávit de R$ 34,2 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional concluiu nesta sexta-feira a aprovação do Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2026, um passo crucial para a definição das diretrizes econômicas do país. O parecer do relator, deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL), delineia um orçamento ambicioso, com despesas totais estimadas em R$ 6,5 trilhões e uma meta de superávit de R$ 34,2 bilhões. Este montante visa garantir a saúde fiscal da nação e impulsionar o desenvolvimento em diversas áreas. Agora, o texto segue para a sanção presidencial, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliará o documento final que guiará as finanças públicas no próximo ano. A aprovação do orçamento de 2026 estabelece os parâmetros para investimentos, serviços públicos e gestão da dívida.</p>
<p> Detalhes do orçamento geral e metas fiscais</p>
<p>A aprovação do orçamento de 2026 pelo Congresso Nacional estabelece um roteiro financeiro detalhado para o próximo ano, delineando onde e como os recursos públicos serão aplicados. As despesas totais projetadas de R$ 6,5 trilhões representam um volume significativo de recursos destinados à manutenção e ao desenvolvimento do país. Um dos pilares deste plano é a meta de superávit primário, fixada em R$ 34,2 bilhões, uma condição que seria alcançada se o déficit fiscal for zero ou se o superávit atingir R$ 68,6 bilhões. Esse objetivo fiscal reflete o compromisso com a responsabilidade na gestão das contas públicas.</p>
<p> Estrutura de gastos e teto</p>
<p>Do total de despesas previsto no orçamento de 2026, a maior parte, R$ 6,3 trilhões, é direcionada aos orçamentos fiscal e da seguridade social (OFSS). Este segmento abrange os gastos essenciais da máquina pública, como salários de servidores, custeio de serviços públicos em áreas como saúde, educação e segurança, além dos benefícios previdenciários. Os restantes R$ 197,9 bilhões são alocados para o orçamento de investimento das estatais, visando a modernização e a expansão de empresas públicas estratégicas. Adicionalmente, foi estabelecido um limite de gastos de R$ 2,4 trilhões para os ministérios e os demais Poderes, medida que busca conter a expansão das despesas e promover a eficiência administrativa.</p>
<p> Dívida pública e composição das receitas</p>
<p>Uma parcela considerável do orçamento, 28% do OFSS, será destinada exclusivamente ao pagamento de juros da dívida pública, totalizando R$ 1,82 trilhão. Esse valor ilustra o peso dos encargos financeiros sobre as contas nacionais, englobando a amortização do principal da dívida contratual ou mobiliária através de novas operações de crédito, como a emissão de títulos. Descontando o refinanciamento da dívida, a receita projetada para 2026 é de R$ 4,5 trilhões. Deste montante, R$ 3,27 trilhões (72,6%) provêm de receitas correntes, que incluem impostos, taxas e contribuições, refletindo a arrecadação regular do governo. Os R$ 1.237,6 bilhões restantes (27,4%) são provenientes de receitas de capital, que podem incluir alienação de bens, amortização de empréstimos e transferências de capital.</p>
<p> Impactos sociais e político-orçamentários</p>
<p>Além dos grandes números fiscais, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026 traz detalhes que impactam diretamente a vida dos cidadãos e o cenário político nacional. A definição do salário mínimo, por exemplo, é um ponto crucial que afeta milhões de trabalhadores, enquanto o financiamento eleitoral sempre gera debates sobre transparência e equidade no processo democrático. As emendas parlamentares, por sua vez, representam um mecanismo importante de direcionamento de recursos, refletindo as prioridades e demandas das bases eleitorais dos congressistas.</p>
<p> Salário mínimo e fundo eleitoral</p>
<p>Para 2026, o salário mínimo foi fixado em R$ 1.621, valor que ficou R$ 10 abaixo da estimativa inicial apresentada pelo governo. Embora a diferença pareça pequena, ela pode ter implicações para os orçamentos familiares e para o cálculo de benefícios sociais e previdenciários atrelados ao mínimo. Outro ponto relevante é a previsão de uma despesa extra de cerca de R$ 5 bilhões para o fundo eleitoral. Esse montante será destinado ao financiamento das campanhas políticas, impactando as próximas eleições e os recursos disponíveis para os partidos e candidatos, um tema frequentemente debatido pela opinião pública quanto à sua necessidade e volume.</p>
<p> O papel das emendas parlamentares</p>
<p>O relatório do orçamento de 2026 também detalha a alocação de cerca de R$ 61 bilhões para emendas parlamentares. Desse total, R$ 37,8 bilhões são destinados a emendas impositivas, cujo pagamento é obrigatório por lei. As emendas individuais, apresentadas por deputados e senadores, somam R$ 26,6 bilhões, refletindo as prioridades de cada parlamentar em suas respectivas bases. Já as emendas de bancada, destinadas aos grupos de parlamentares por estado, ficaram com R$ 11,2 bilhões. Além dessas, as emendas de comissão, que não possuem execução obrigatória, totalizam R$ 12,1 bilhões. Há ainda uma previsão de R$ 11,1 bilhões em parcelas adicionais, que serão direcionadas para despesas discricionárias e para projetos selecionados do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), sinalizando investimentos em infraestrutura e desenvolvimento.</p>
<p> Outras aprovações e o cenário econômico</p>
<p>Além da aprovação do orçamento de 2026, a sessão do Congresso Nacional foi marcada pela análise e deliberação sobre diversos outros projetos de lei que visam ajustar as finanças e a legislação do país. Essas medidas complementares são essenciais para a execução do planejamento financeiro e para a modernização das normas que regem setores importantes da sociedade. O contexto econômico atual, com seus desafios e avanços, serve de pano de fundo para todas essas decisões.</p>
<p> Créditos adicionais e investimentos estratégicos</p>
<p>Paralelamente ao orçamento de 2026, foram aprovados outros 20 projetos de lei que abrem créditos adicionais no Orçamento de 2025. Entre eles, destaca-se o PLN 6/2025, que destina R$ 8,3 bilhões para a constituição do Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais, uma medida crucial prevista na reforma tributária para equilibrar as perdas de arrecadação de estados e municípios. Outro projeto relevante é o PLN 18/2025, que libera um crédito suplementar de R$ 3 milhões para a Companhia Docas do Ceará. Esses recursos, provenientes do cancelamento de outras dotações, serão utilizados para a aquisição de equipamentos e para a realização de estudos náuticos de manobrabilidade e navegabilidade, essenciais para permitir o recebimento de navios porta-contêiner maiores e impulsionar o comércio marítimo na região.</p>
<p> Emenda constitucional para professores</p>
<p>Na mesma manhã da aprovação do orçamento, o Congresso realizou uma sessão solene para promulgar a Emenda Constitucional 138. Essa emenda representa um avanço significativo para a categoria dos professores, pois autoriza a acumulação de cargo público de professor com outro de qualquer natureza, desde que respeitados o teto salarial e a carga horária. Anteriormente, a Constituição permitia o acúmulo remunerado apenas com outro cargo técnico ou científico, o que frequentemente resultava em questionamentos judiciais. A nova regra amplia as possibilidades de atuação para os docentes, mantendo as permissões já existentes para o acúmulo de dois cargos de professor e de dois cargos públicos para profissionais de saúde.</p>
<p> Perspectivas e o futuro da economia nacional</p>
<p>A aprovação do orçamento de 2026 é vista por líderes governistas como um sinal de estabilidade e planejamento futuro. O governo celebra a aprovação antecipada do plano fiscal, indicando-a como fundamental para consolidar os resultados econômicos positivos observados em 2025 e projetá-los para o ano seguinte. No cenário atual, a economia brasileira apresenta indicadores favoráveis, como a menor média histórica de desemprego, que atingiu 5,4% e continua em declínio. A inflação também se mantém em sua menor média desde a implementação do Plano Real, refletindo a eficácia das políticas monetárias.</p>
<p>Adicionalmente, a renda média do trabalhador brasileiro alcançou seu melhor nível histórico, chegando a R$ 3.800. Perspectivas otimistas indicam que essa renda deverá melhorar ainda mais a partir de janeiro, com a implementação de um projeto aprovado pelo Congresso que isenta do Imposto de Renda quem recebe até R$ 5 mil mensais, beneficiando cerca de 90% dos brasileiros que pagam imposto de renda. Aqueles que recebem entre R$ 5 mil e R$ 7 mil também terão descontos significativos, pagando menos imposto. Esses avanços, somados à aprovação orçamentária, pavimentam o caminho para um ambiente econômico mais robusto e equitativo, segundo a visão governamental.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. O que é o Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2026?<br />
O PLOA 2026 é o documento que estima as receitas e fixa as despesas do governo federal para o próximo ano. Ele estabelece os limites de gastos, os investimentos planejados e as metas fiscais, como a de superávit.</p>
<p>2. Qual a meta de superávit do orçamento de 2026?<br />
A meta de superávit primário estabelecida para 2026 é de R$ 34,2 bilhões, que será cumprida se o déficit for zero ou se o superávit atingir R$ 68,6 bilhões.</p>
<p>3. Como o salário mínimo de 2026 foi definido?<br />
O salário mínimo para 2026 foi fixado em R$ 1.621, um valor R$ 10 abaixo da estimativa inicial apresentada pelo governo, após as discussões e aprovação no Congresso Nacional.</p>
<p>4. O que muda para os professores com a Emenda Constitucional 138?<br />
A Emenda Constitucional 138 permite que professores de cargo público acumulem sua função com outro cargo público de qualquer natureza, desde que respeitados o teto salarial e a carga horária. Antes, a acumulação era restrita a cargos técnicos ou científicos.</p>
<p>5. Quais os próximos passos após a aprovação do PLOA 2026 no Congresso?<br />
Após a aprovação pelo Congresso Nacional, o texto do Projeto de Lei Orçamentária de 2026 segue para a sanção do Presidente da República. Após a sanção, a lei orçamentária é publicada e entra em vigor no início do ano fiscal de 2026.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos do orçamento e seus impactos na economia e na sua vida. Acompanhe nossas atualizações para entender as nuances das políticas fiscais e suas consequências.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Natal de 2025: varejo projeta r$ 72 bilhões em vendas e novas contratações</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/natal-de-2025-varejo-projeta-r-72-bilhoes-em-vendas-e-novas-contratacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 16:01:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acessórios]]></category>
		<category><![CDATA[bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[calçados]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O comércio varejista se prepara para um Natal aquecido em 2025, com a expectativa de movimentar mais de R$ 72 bilhões em vendas. Essa projeção representa um crescimento de 2,1% em relação ao faturamento registrado em 2024, sinalizando um período de otimismo para o setor. Para atender ao aumento da demanda, o varejo planeja impulsionar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O comércio varejista se prepara para um Natal aquecido em 2025, com a expectativa de movimentar mais de R$ 72 bilhões em vendas. Essa projeção representa um crescimento de 2,1% em relação ao faturamento registrado em 2024, sinalizando um período de otimismo para o setor.</p>
<p>Para atender ao aumento da demanda, o varejo planeja impulsionar a geração de empregos temporários. A expectativa é que 112,6 mil trabalhadores sejam contratados para suprir as necessidades do período natalino, superando em 5,5 mil o número de admissões realizadas no ano anterior.</p>
<p>Apesar das perspectivas positivas, o setor ainda não deve alcançar o patamar de vendas observado no Natal de 2019, quando o volume financeiro atingiu R$ 73,74 bilhões.</p>
<p>Os supermercados e hipermercados devem liderar o volume de vendas, representando mais de 43% do total, com uma estimativa de R$ 31,5 bilhões. Em seguida, destacam-se as lojas especializadas em vestuário, calçados e acessórios, bem como aquelas dedicadas a artigos de uso pessoal e doméstico.</p>
<p>A relevância dos supermercados e hipermercados reside no forte desempenho do varejo de alimentos, que historicamente impulsiona as receitas do comércio. Já o segmento de roupas, calçados e acessórios se beneficia do impacto positivo das festas de fim de ano sobre o consumo.</p>
<p>Contudo, a Confederação Nacional do Comércio (CNC) pondera que as altas taxas de juros e os níveis de inadimplência podem limitar um crescimento ainda mais expressivo do consumo durante o período natalino.</p>
<p>No que tange às contratações temporárias, os setores de supermercados e hipermercados, juntamente com o de vestuário, calçados e acessórios, devem liderar a geração de vagas. A estimativa é que, a cada 100 oportunidades de emprego criadas para o Natal de 2025, 91 sejam destinadas a vendedores, caixas, almoxarifes, armazenistas e técnicos de vendas.</p>
<p>Os salários dos trabalhadores temporários devem apresentar um aumento real de 2,7% em relação a 2024, podendo alcançar a média de R$ 2,5 mil.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Governo desbloqueia r$ 501,4 milhões para o ministério das cidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Nov 2025 12:01:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[recursos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério das Cidades emergiu como o único beneficiário de uma significativa liberação de recursos federais, totalizando R$ 501,4 milhões, após uma revisão do Orçamento de 2025. A decisão, detalhada pelo Ministério do Planejamento e Orçamento, reflete um ajuste nas restrições orçamentárias previamente estabelecidas. Adicionalmente, as emendas parlamentares receberão um impulso de R$ 149,3 milhões. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério das Cidades emergiu como o único beneficiário de uma significativa liberação de recursos federais, totalizando R$ 501,4 milhões, após uma revisão do Orçamento de 2025. A decisão, detalhada pelo Ministério do Planejamento e Orçamento, reflete um ajuste nas restrições orçamentárias previamente estabelecidas. Adicionalmente, as emendas parlamentares receberão um impulso de R$ 149,3 milhões.</p>
<p>A alocação dos recursos está formalizada em um decreto publicado em edição extraordinária do Diário Oficial da União. Este decreto é consequência de uma diminuição substancial no volume total de recursos congelados no Orçamento, reduzindo o montante de R$ 12,1 bilhões para R$ 7,7 bilhões. A medida havia sido anunciada pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento.</p>
<p>Embora o valor total de recursos liberados teoricamente correspondesse a R$ 4,4 bilhões, o cenário real é mais complexo. O governo realizou um corte de R$ 3,84 bilhões em despesas discricionárias desde setembro, com o objetivo de cobrir despesas obrigatórias. Portanto, somando a verba destinada ao Ministério das Cidades e o reforço nas emendas parlamentares, o total efetivamente liberado atinge R$ 650,7 milhões.</p>
<p>O Orçamento de 2025 ainda enfrenta restrições significativas. Atualmente, R$ 4,4 bilhões permanecem bloqueados e outros R$ 3,3 bilhões foram contingenciados. O bloqueio é implementado quando as despesas projetadas excedem o limite estabelecido pelo arcabouço fiscal, enquanto o contingenciamento entra em vigor em caso de frustração de receitas ou risco de descumprimento da meta fiscal.</p>
<p>O aumento do contingenciamento, de zero em setembro para R$ 3,3 bilhões em novembro, é atribuído à necessidade do Tesouro Nacional de cobrir o déficit dos Correios. Para garantir o cumprimento do limite inferior da meta do arcabouço fiscal, que estipula um déficit primário de R$ 31 bilhões, o governo precisou contingenciar os R$ 3,3 bilhões.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Plano da petrobras projeta investimentos de us$ 109 bilhões até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 12:01:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[carteira]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, em reunião unânime realizada nesta quinta-feira (27), o Plano de Negócios para o período de 2026 a 2030. O plano prevê um montante total de US$ 109 bilhões em investimentos. Desse total, US$ 91 bilhões serão destinados a projetos já em fase de implantação, enquanto os US$ 18 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, em reunião unânime realizada nesta quinta-feira (27), o Plano de Negócios para o período de 2026 a 2030. O plano prevê um montante total de US$ 109 bilhões em investimentos. Desse total, US$ 91 bilhões serão destinados a projetos já em fase de implantação, enquanto os US$ 18 bilhões restantes serão alocados na Carteira em Avaliação, que engloba oportunidades com um grau de desenvolvimento menor.</p>
<p>O plano atual representa uma leve redução de 1,8% em comparação com o Plano de Negócios anterior, referente ao período de 2025 a 2029. Naquela ocasião, a Petrobras havia aprovado investimentos no valor de US$ 111 bilhões, com US$ 98 bilhões direcionados à Carteira de Projetos em Implantação e US$ 13 bilhões à Carteira de Projetos em Avaliação. Esta última é composta por oportunidades que demandam estudos adicionais de financiabilidade antes de sua execução.</p>
<p>A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, destacou a importância dos investimentos para a economia brasileira. &#8220;Nossos investimentos somam um volume significativo para a economia brasileira, US$ 109 bilhões, que representam 5% dos investimentos totais no país. Nossos projetos têm o potencial de gerar e sustentar 311 mil empregos diretos e indiretos e vamos contribuir com R$ 1,4 trilhão em tributos para municípios, estados e União nos próximos cinco anos&#8221;, afirmou.</p>
<p>Chambriard também enfatizou que a empresa manterá sua trajetória como líder na transição energética justa, promovendo o desenvolvimento sustentável do país, contribuindo para a segurança energética nacional, gerando valor e compartilhando os resultados com a sociedade.</p>
<p>Para garantir a solidez financeira e a flexibilidade necessárias para responder às flutuações do mercado, o Plano introduz um novo mecanismo para a Carteira em Implantação. Essa carteira será dividida em duas categorias: &#8220;Carteira em Implantação Base&#8221;, com US$ 81 bilhões, que abrange projetos com orçamento aprovado no plano, mesmo que ainda não sancionados, cujos investimentos ainda terão seu mérito econômico avaliado; e &#8220;Carteira de Implantação Alvo&#8221;, com US$ 10 bilhões adicionais, que dependem da confirmação do orçamento e da análise de financiabilidade.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Receita federal desmantela esquema bilionário de sonegação fiscal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 23:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Estado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma vasta operação coordenada pela Receita Federal, em conjunto com os Ministérios Públicos de cinco estados e do Distrito Federal, foi deflagrada nesta quinta-feira (27) com o objetivo de desarticular um complexo esquema de fraude fiscal. A investigação concentra-se em empresas e indivíduos ligados ao grupo Refit, proprietário da antiga Refinaria de Manguinhos, no Rio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vasta operação coordenada pela Receita Federal, em conjunto com os Ministérios Públicos de cinco estados e do Distrito Federal, foi deflagrada nesta quinta-feira (27) com o objetivo de desarticular um complexo esquema de fraude fiscal. A investigação concentra-se em empresas e indivíduos ligados ao grupo Refit, proprietário da antiga Refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro, e de diversas outras companhias atuantes no setor de combustíveis.</p>
<p>A Operação Poço de Lobato cumpriu 126 mandados de busca e apreensão, investigando mais de 190 alvos suspeitos de participação em uma organização criminosa. Os crimes investigados incluem infrações contra a ordem econômica, tributária e lavagem de dinheiro.</p>
<p>As investigações apontam que o grupo Refit, operando no setor de combustíveis, teria causado um prejuízo superior a R$ 26 bilhões aos cofres públicos, sendo considerado o maior sonegador de impostos do estado de São Paulo. A organização teria movimentado mais de R$ 70 bilhões em apenas um ano, utilizando empresas próprias, fundos de investimento, offshores e uma exportadora sediada fora do Brasil.</p>
<p>As autoridades conseguiram bloquear mais de R$ 10 bilhões em bens dos envolvidos, incluindo imóveis e veículos. Segundo um promotor do Ministério Público, o grupo utilizava diversas empresas para blindar os beneficiários do esquema. O dinheiro e os negócios circulavam entre as companhias, embora formalmente separadas, dificultando o rastreamento e a identificação dos verdadeiros responsáveis.</p>
<p>A Procuradora-Geral do Estado de São Paulo destacou que R$ 9,6 bilhões inscritos na dívida ativa do estado originam-se de débitos de ICMS declarados pela própria Refit. A empresa teria declarado o imposto devido, mas, no momento da cobrança, não possuía patrimônio para quitar a dívida, indicando uma inadimplência planejada e o uso de um sistema para ocultação de bens. O desafio das instituições envolvidas é reunir as peças desse intrincado quebra-cabeça para combater a sonegação.</p>
<p>A investigação abrange todos os níveis da cadeia de produção e distribuição de combustíveis, sendo conduzida em conjunto pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de São Paulo, a Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, a Procuradoria-Geral do Estado e o Ministério Público de São Paulo. A operação se estende por São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Maranhão e Distrito Federal.</p>
<p>A Operação Poço de Lobato recebeu esse nome em referência ao primeiro poço de petróleo do país, descoberto em 1939 no bairro de Lobato, em Salvador, Bahia.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Governo alivia congelamento no orçamento de 2025, reduzindo para r$7,7 bilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Nov 2025 12:01:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[déficit]]></category>
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		<category><![CDATA[milhões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal anunciou uma redução no montante de recursos congelados no Orçamento de 2025, diminuindo o valor de R$ 12,1 bilhões para R$ 7,7 bilhões. A informação foi divulgada no Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do 5º bimestre, emitido pelo Ministério do Planejamento e Orçamento. Do total de R$ 7,7 bilhões, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal anunciou uma redução no montante de recursos congelados no Orçamento de 2025, diminuindo o valor de R$ 12,1 bilhões para R$ 7,7 bilhões. A informação foi divulgada no Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do 5º bimestre, emitido pelo Ministério do Planejamento e Orçamento.</p>
<p>Do total de R$ 7,7 bilhões, R$ 4,4 bilhões correspondem a bloqueios, enquanto R$ 3,3 bilhões são referentes a contingenciamentos. A diminuição no bloqueio foi possível devido ao cancelamento de R$ 3,8 bilhões em despesas discricionárias, ou seja, aquelas não obrigatórias, para cobrir gastos de caráter mandatório.</p>
<p>O contingenciamento, por sua vez, surgiu em função da revisão das projeções fiscais para o ano corrente, passando de zero para R$ 3,3 bilhões. O detalhamento dos valores por ministério será apresentado no Decreto de Programação Orçamentária e Financeira, com previsão de divulgação para o dia 30 de novembro.</p>
<p>O bloqueio é uma medida adotada quando as despesas previstas ultrapassam o limite estabelecido pelo arcabouço fiscal, enquanto o contingenciamento é aplicado em situações de frustração de receitas e risco de não cumprimento da meta fiscal. A meta fiscal para 2025 é de déficit zero, com uma tolerância de resultado negativo de até R$ 31 bilhões.</p>
<p>Ainda de acordo com o Ministério do Planejamento, a redução do bloqueio reflete uma queda de R$ 4 bilhões na estimativa de despesas obrigatórias, influenciada por recuos em benefícios previdenciários e subsídios. O contingenciamento se fez necessário porque o déficit primário projetado, de R$ 34,3 bilhões, superou o limite permitido pela meta, de R$ 31 bilhões. Esse aumento é resultado, principalmente, do déficit das estatais e da revisão para baixo da receita líquida.</p>
<p>Considerando o cancelamento de R$ 3,8 bilhões em despesas discricionárias para cobrir o crescimento de gastos obrigatórios desde setembro, o volume total de recursos congelados caiu de R$ 8,3 bilhões para R$ 7,7 bilhões, representando um alívio de R$ 644 milhões.</p>
<p>O relatório também aponta uma diminuição de R$ 501 milhões na contenção do Poder Executivo, passando de R$ 5,514 bilhões para R$ 5,013 bilhões. A parcela de emendas parlamentares congeladas também foi reduzida, de R$ 2,794 bilhões para R$ 2,645 bilhões, com liberação de R$ 149 milhões.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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