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	<title>vai &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Promessa cumprida: isenção de ir até r$ 5 mil vira lei</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 20:01:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma nova era fiscal começa para milhões de brasileiros a partir de janeiro do próximo ano. A isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil mensais foi oficialmente sancionada, transformando em lei uma promessa de campanha. A cerimônia de sanção, realizada no Palácio do Planalto, reuniu dezenas de metalúrgicos da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova era fiscal começa para milhões de brasileiros a partir de janeiro do próximo ano. A isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil mensais foi oficialmente sancionada, transformando em lei uma promessa de campanha. A cerimônia de sanção, realizada no Palácio do Planalto, reuniu dezenas de metalúrgicos da região do ABC Paulista e contou com a presença do ministro da Fazenda.</p>
<p>O presidente comemorou a aprovação do projeto de lei, destacando o compromisso do governo em entregar o prometido. &#8220;Vocês não têm noção do significado desse dia de hoje&#8221;, afirmou, ressaltando que a medida representa um passo importante para a população de baixa renda.</p>
<p>Representantes da categoria metalúrgica celebraram a nova lei. Um metalúrgico expressou sua satisfação: &#8220;Quase 15 horas de viagem para acompanhar. O benefício não só para nós metalúrgicos, como para outras classes também. Então, isso é muito importante, no geral, para todo mundo. Agora não precisa mais se preocupar. Quem ganha aí até 5 mil reais não vai precisar mais declarar. Muito bom.&#8221;</p>
<p>Outro trabalhador manifestou alívio: &#8220;Supercontente, porque já vinha esperando essa promessa de campanha. Já não é só desse governo, já vinha se arrastando. Até que fim chegamos nessa vitória.&#8221;</p>
<p>A isenção terá impacto direto nas famílias, como relatou Jorge Cardoso, metalúrgico de São Bernardo do Campo. &#8220;Minha esposa é professora, ganha 3.500 reais, ela paga imposto de renda, então isso aí já vai ajudar bastante a minha casa. O pouquinho de imposto de renda que ela paga vai ajudar já numa conta de luz, até na despesa de casa. Então isso é muito importante para nós. Se você parar para analisar, vai ajudar o Brasil todo. Vai ajudar a maioria da população brasileira, porque se você parar para analisar, são poucas pessoas que ganham acima de 5 mil reais.&#8221;</p>
<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou que o ajuste fiscal não recairá sobre os mais pobres. &#8220;Quando você fala em ajuste de conta, todo mundo arrepia com razão, porque todas as vezes que se fez um ajuste nas contas se fez no lombo dos mais pobres. Dessa vez nós resolvemos fazer diferente. Tudo que nós fizemos para ajustar as contas e que causa certa revolta em algumas pessoas é que o andar de cima foi convidado a fazer o ajuste. Não foi o andar de baixo. Nós assistimos ao longo de anos o gasto tributário aumentar e o imposto sobre os pobres aumentar. Era bolsa empresário para os ricos e congelamento de renda dos pobres.&#8221;</p>
<p>A compensação pela isenção será obtida através do aumento da taxa para quem ganha acima de R$ 600 mil por ano. Estima-se que a medida beneficie diretamente 15 milhões de trabalhadores, além de conceder descontos no imposto de renda para aqueles que ganham entre R$ 5 mil e R$ 7.350.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Mudança climática significa pobreza e doença, alerta davi kopenawa</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 01:00:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lideranças indígenas e quilombolas expressaram forte preocupação com a lentidão na resposta global à crise climática. Durante a COP30, em Belém, o xamã Davi Kopenawa, do povo Yanomami, e Katia Penha, coordenadora da Conaq, participaram de um debate crucial sobre as soluções territoriais para o combate à crise climática. O evento ocorreu na zona azul, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Lideranças indígenas e quilombolas expressaram forte preocupação com a lentidão na resposta global à crise climática. Durante a COP30, em Belém, o xamã Davi Kopenawa, do povo Yanomami, e Katia Penha, coordenadora da Conaq, participaram de um debate crucial sobre as soluções territoriais para o combate à crise climática. O evento ocorreu na zona azul, a área oficial de negociação da conferência.</p>
<p>Davi Kopenawa questionou a ausência dos Estados Unidos, apontando o país como um dos maiores responsáveis pela poluição global. &#8220;Quem inventou isso? Mudança climática? Os americanos&#8221;, indagou Kopenawa, expressando frustração com a aparente falta de responsabilização. &#8220;Será que tem americanos aqui, para explicar para nós como que eles criaram esse problema, criaram essa doença, criaram esse veneno? Envenenar a água, desmatamento. Eles são culpados. Cadê eles?&#8221;</p>
<p>O líder Yanomami destacou o sofrimento contínuo da Terra Indígena Yanomami, assolada por invasões de garimpeiros ilegais que levam fome e morte à comunidade. Apesar dos esforços do governo federal para retirar os invasores desde 2023, Kopenawa alertou que o mundo enfrentará ainda mais dificuldades devido à inação na preservação do meio ambiente. &#8220;Daqui para a frente vai ter muita coisa ruim. Vai morrer muita floresta. Vai ter muito problema. Daqui para frente, 60 anos, o sofrimento vai chegar. Vai chegar fome. Essa mudança climática que, para mim, significa pobreza, doença, poluição de água. Sem a floresta, nós vamos sofrer&#8221;.</p>
<p>Katia Penha, da Conaq, enfatizou o papel vital das comunidades quilombolas na proteção dos biomas brasileiros, argumentando que a titulação de suas terras tradicionais é fundamental para o combate eficaz às mudanças climáticas. &#8220;Nós estamos com uma delegação grande e trazendo pontos. Porque nós queremos discutir soluções climáticas e não há soluções climáticas sem pensar em território quilombola titulado no Brasil. Não há soluções climáticas sem haver mudanças de adaptações viáveis e a gente falando como nós queremos construir essas soluções climáticas&#8221;, declarou Penha.</p>
<p>Para a coordenadora da Conaq, o sucesso das ações climáticas depende crucialmente da escuta atenta das comunidades mais afetadas pelos líderes mundiais. &#8220;A comunidade deve ser incluída nas decisões sobre as mudanças climáticas. Nós somos um povo guardião desse planeta e nós estamos nessa América Latina protegendo 205 milhões de hectares. Isso aí não dá para ser invisível e isso precisa discutir aqui como uma política, porque esses territórios estão preservados, porque se tem essas comunidades, esse povo, esse saber ancestral dentro desses territórios&#8221;.</p>
<p>A COP30 segue até 21 de novembro em Belém, com o objetivo de construir consensos entre os países para implementar medidas que limitem o aumento da temperatura global e atenuem a crise climática.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Novo pedágio ameaça horticultores e preços em ribeirão preto: impacto na economia local</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 08:01:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A implementação de um novo pedágio na Rodovia Abrão Assed (SP-333) está gerando preocupação entre produtores rurais da região de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. A medida, prevista para novembro de 2026, deve impactar diretamente o tradicional comércio de hortaliças, atividade econômica essencial para cidades como Cajuru, onde se concentram mais de 200 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A implementação de um novo pedágio na Rodovia Abrão Assed (SP-333) está gerando preocupação entre produtores rurais da região de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. A medida, prevista para novembro de 2026, deve impactar diretamente o tradicional comércio de hortaliças, atividade econômica essencial para cidades como Cajuru, onde se concentram mais de 200 agricultores dedicados ao cultivo desses produtos.</p>
<p>Geraldo Rosa de Moraes, produtor rural de Cajuru, viaja para Ribeirão Preto três vezes por semana há mais de três décadas para vender suas hortaliças. Sua banca no bairro Ipiranga se tornou um ponto de referência para os moradores. Ele, como muitos outros agricultores, utiliza a Rodovia Abrão Assed para o escoamento da produção, e o novo pedágio representa um aumento significativo nos custos de transporte.</p>
<p>A Rodovia Abrão Assed, que liga Cajuru a Ribeirão Preto em um trecho de 55 quilômetros, será concedida à iniciativa privada como parte do lote &#8220;Rota Mogiana&#8221;, com um total de 532 quilômetros. O leilão está previsto para novembro. A concessão, com duração de 30 anos e investimento estimado em R$ 8,2 bilhões, prevê a duplicação da rodovia, a construção de novos retornos e a iluminação de trechos urbanos. Em contrapartida, a concessionária realizará a cobrança de pedágio em dois pontos por meio do sistema &#8220;free flow&#8221;, eliminando a necessidade de cabines.</p>
<p>A economista Beatriz Selan aponta que a cobrança de pedágio gera um custo adicional para quem precisa se deslocar entre as duas cidades. Atualmente, Geraldo Rosa de Moraes estima gastar cerca de R$ 100 por viagem, valor que certamente aumentará com a nova taxa. &#8220;Agora com esse pedágio que estão querendo por aí vai ficar mais caro o custo. A gente já paga IPVA, já paga tudo, agora, mais o pedágio também, vai ficando tudo mais caro&#8221;, lamenta o produtor.</p>
<p>Leandro Aparecido da Silva, outro produtor de Cajuru que viaja para Ribeirão Preto de terça a domingo para abastecer supermercados com verduras, compartilha da mesma preocupação. Ele antecipa que o aumento dos custos terá que ser repassado aos consumidores. &#8220;O pedágio pode até trazer benefício pra rodovia, mas vai gerar um custo diário, mensal, no comércio em geral. Se a gente for ter que repassar esse custo para o comércio vai gerar perda de venda, então em vez de a pessoa comprar três maços de verdura vai comprar dois&#8221;, prevê Silva.</p>
<p>Rotas alternativas foram consideradas, mas a distância e o aumento do consumo de combustível inviabilizam essa opção. O aumento dos gastos com transporte, somado aos custos já existentes, diminuirá a margem de lucro dos produtores, afetando a economia local.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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		<title>Lula defende autonomia da venezuela contra palpites externos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 21:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um discurso contundente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a soberania da Venezuela e de Cuba, em um momento de crescente tensão devido à pressão exercida pelos Estados Unidos contra o governo de Nicolás Maduro. Sem mencionar diretamente o então presidente americano Donald Trump, Lula enfatizou que nenhum líder estrangeiro tem o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um discurso contundente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a soberania da Venezuela e de Cuba, em um momento de crescente tensão devido à pressão exercida pelos Estados Unidos contra o governo de Nicolás Maduro. Sem mencionar diretamente o então presidente americano Donald Trump, Lula enfatizou que nenhum líder estrangeiro tem o direito de interferir nos destinos desses países.</p>
<p>&#8220;Todo mundo diz que a gente vai transformar o Brasil na Venezuela. O Brasil nunca vai ser a Venezuela, e a Venezuela nunca vai ser o Brasil, cada um será ele [próprio]. O que defendemos é que o povo venezuelano é dono do seu destino, e não é nenhum presidente de outro país que tem que dar palpite de como vai ser a Venezuela ou vai ser Cuba&#8221;, declarou Lula durante um evento em Brasília.</p>
<p>A manifestação do presidente brasileiro ocorreu um dia após a confirmação de que a CIA estaria autorizada a conduzir operações secretas na Venezuela, uma ação vista como uma violação do direito internacional e da Carta da ONU.</p>
<p>Além da situação na Venezuela, Lula também criticou a permanência de Cuba na lista de países patrocinadores do terrorismo. &#8220;O que nós dizemos publicamente é que Cuba não é um país de exportação de terroristas. Cuba é um exemplo de povo e dignidade&#8221;, afirmou.</p>
<p>Os Estados Unidos mantêm há décadas um embargo econômico e financeiro contra Cuba, afetando empresas e embarcações que comercializam com a ilha. As medidas foram intensificadas com o novo governo, incluindo ameaças a países que contratam serviços médicos cubanos, uma importante fonte de receita para o país, que enfrenta uma crise econômica.</p>
<p>A Venezuela também tem sido alvo de intensa pressão. Desde agosto, os EUA mobilizaram milhares de militares, navios de guerra e aviões para o Caribe, sob a alegação de combater o tráfico de drogas. O governo venezuelano denuncia que essas ações visam a &#8220;mudança de regime&#8221; e prometeu levar o caso ao Conselho de Segurança da ONU.</p>
<p>Especialistas em política internacional apontam que o interesse dos Estados Unidos na Venezuela é de ordem geopolítica, dada a vasta reserva de petróleo do país. Analistas alertam que a postura de Washington pode abrir precedentes perigosos para intervenções em outros países da região, relembrando o histórico de apoio a ditaduras militares durante a Guerra Fria.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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