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	<title>Riscos &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Riscos &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Soroterapia Sem Indicação Médica: Anvisa Alerta para Riscos Sérios e Ilegalidade em Práticas Promovidas Online</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 17:15:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A busca por bem-estar e melhoria da performance tem impulsionado a popularidade de diversas terapias, e a soroterapia, em particular, ganhou destaque nas redes sociais como uma solução milagrosa para uma gama de problemas, desde o fortalecimento imunológico até o antienvelhecimento. Contudo, em meio a essa onda de entusiasmo digital, a Agência Nacional de Vigilância [&#8230;]</p>
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<p>A busca por bem-estar e melhoria da performance tem impulsionado a popularidade de diversas terapias, e a soroterapia, em particular, ganhou destaque nas redes sociais como uma solução milagrosa para uma gama de problemas, desde o fortalecimento imunológico até o antienvelhecimento. Contudo, em meio a essa onda de entusiasmo digital, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta contundente, desmistificando as promessas e expondo os sérios riscos associados à administração intravenosa de substâncias em indivíduos saudáveis. O órgão regulador enfatiza que este é um procedimento médico com indicações muito específicas, reservado ao tratamento de deficiências diagnosticadas ou para a diluição de medicamentos, e não uma ferramenta para otimização de saúde geral sem necessidade comprovada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Anvisa Esclarece Usos Legítimos e Irregularidades na Comercialização</h2>



<p>A Anvisa é categórica ao afirmar que a soroterapia possui um papel definido na medicina, sendo utilizada em quadros de desidratação, dificuldades de absorção de nutrientes via alimentação e como veículo para outras medicações essenciais. Fora dessas situações clínicas devidamente diagnosticadas, a administração intravenosa de vitaminas, minerais e outras substâncias para pessoas saudáveis carece de qualquer respaldo científico que comprove os benefícios alardeados, como aumento da imunidade ou retardo do envelhecimento.</p>



<p>É fundamental ressaltar que qualquer produto injetável é classificado como medicamento e, portanto, deve passar por rigorosos processos de aprovação e registro junto à Anvisa. Isso inclui a total ausência de uma categoria de &#039;cosméticos injetáveis&#039;, uma vez que produtos destinados a uso interno devem seguir os mesmos critérios de segurança e eficácia de fármacos, ao contrário de formulações tópicas para pele, cabelo ou unhas, que têm finalidade e regulação distintas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os Perigos Ocultos da Administração Intravenosa sem Necessidade</h2>



<p>A prática indiscriminada da soroterapia não é apenas ineficaz para indivíduos saudáveis, mas também representa um grave risco à saúde. A endocrinologista e professora de medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Luciana Viana, adverte sobre uma série de complicações potenciais. Entre elas, destaca-se o risco de infecções graves, uma vez que a aplicação endovenosa ou subcutânea, quando realizada inadequadamente ou em ambientes impróprios, pode introduzir germes diretamente na corrente sanguínea ou nos tecidos, causando quadros infecciosos severos.</p>



<p>Além da ameaça infecciosa, a especialista aponta para o perigo de desequilíbrios eletrolíticos. Diluições inadequadas de elementos como cálcio e potássio podem levar a um excesso perigoso no organismo, culminando em condições severas como arritmias cardíacas e, em casos extremos, até mesmo óbito. O excesso de vitaminas, por sua vez, também não é inócuo, podendo desencadear sintomas adversos como náuseas, vômitos, dores de cabeça e, a longo prazo, alterações hepáticas, demonstrando que &#039;mais&#039; nem sempre significa &#039;melhor&#039; quando se trata de suplementação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Implicações Éticas na Divulgação de Tratamentos Não Comprovados</h2>



<p>A preocupação com a soroterapia sem indicação vai além dos riscos físicos, adentrando o campo da ética médica. Drª. Luciana Viana esclarece que a divulgação e oferta de tratamentos sem comprovação científica robusta é uma infração explícita ao Código de Ética Médica. A norma proíbe expressamente a prática da medicina como comércio, bem como a disseminação pública, fora do meio científico, de qualquer processo ou tratamento cuja eficácia não tenha sido previamente reconhecida por órgãos competentes e pela comunidade científica global.</p>



<p>Dessa forma, a promoção de procedimentos que prometem resultados sem uma base de evidências que vá além do mero efeito placebo é considerada uma conduta antiética. A integridade profissional exige que apenas métodos com valor terapêutico validado e seguro sejam oferecidos à população, protegendo-a de promessas enganosas e procedimentos potencialmente danosos que comprometem a confiança na relação médico-paciente e na ciência.</p>



<p>Diante do alerta da Anvisa e das ponderações de especialistas, fica evidente que a soroterapia para fins de &#039;melhora geral&#039; ou estética em pessoas saudáveis não é apenas ineficaz, mas perigosa e eticamente questionável. A promessa de soluções rápidas para questões de saúde ou bem-estar, divulgada com frequência nas plataformas digitais, muitas vezes ignora os princípios fundamentais da medicina baseada em evidências e os riscos inerentes a intervenções invasivas desnecessárias.</p>



<p>Para quem considera qualquer tipo de terapia injetável, é imprescindível adotar uma postura cautelosa e investigativa. Recomenda-se veementemente verificar se a aplicação possui aprovação regulatória da Anvisa para a finalidade específica desejada, assegurar-se de que o profissional responsável é devidamente habilitado e registrado em seu conselho de classe, e, acima de tudo, buscar informações claras sobre a procedência e a validade científica do tratamento proposto. A prioridade deve ser sempre a segurança e a saúde, ancoradas em práticas médicas responsáveis e comprovadas.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/soroterapia-sem-indicacao-medica-anvisa-alerta-para-riscos-serios-e-ilegalidade-em-praticas-promovidas-online/">Soroterapia Sem Indicação Médica: Anvisa Alerta para Riscos Sérios e Ilegalidade em Práticas Promovidas Online</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>Apostas Esportivas Terão Alertas Obrigatórios e Publicidade Mais Rígida a Partir de Julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 21:02:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cenário das apostas esportivas no Brasil está prestes a passar por uma transformação significativa em sua comunicação publicitária. A partir de 17 de julho, novas regras mais estritas entrarão em vigor, exigindo que as propagandas do setor exibam alertas obrigatórios. Essas mensagens, semelhantes às já vistas em produtos como cigarros e bebidas alcoólicas, visam [&#8230;]</p>
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<p>O cenário das apostas esportivas no Brasil está prestes a passar por uma transformação significativa em sua comunicação publicitária. A partir de 17 de julho, novas regras mais estritas entrarão em vigor, exigindo que as propagandas do setor exibam alertas obrigatórios. Essas mensagens, semelhantes às já vistas em produtos como cigarros e bebidas alcoólicas, visam conscientizar os consumidores sobre os riscos e a natureza da atividade, marcando um novo capítulo na regulamentação do mercado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Novas Diretrizes para Publicidade Responsável</h2>



<p>As diretrizes, que serão publicadas oficialmente pelo Ministério da Fazenda, instituem avisos explícitos como &quot;O Ministério da Fazenda adverte: apostar faz você perder dinheiro&quot;, &quot;apostar pode causar dependência&quot; e &quot;aposta não é investimento&quot;. Essas advertências representam um esforço para desmistificar a percepção do jogo, enfatizando suas consequências financeiras e o potencial de vício.</p>



<p>Além dos alertas, a regulamentação proíbe uma série de práticas publicitárias que buscavam induzir o público ao erro. As campanhas não poderão mais criar um senso de urgência artificial, usar históricos de grandes premiações como um atrativo principal ou apresentar as apostas como uma forma fácil e garantida de ganho financeiro. O objetivo é fomentar um ambiente mais transparente e menos enganoso para os potenciais apostadores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Combate à Indução e Proteção de Vulneráveis</h2>



<p>Um ponto central das novas regras é a proibição expressa do uso de influenciadores digitais e comentaristas para instigar o público a apostar. Essa medida abrange todos os meios de comunicação, incluindo televisão, rádio e internet. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, destacou a importância dessa restrição, afirmando que é inaceitável &quot;que se induza a erro o consumidor, que se induza a erro o potencial apostador, misturando um comentário de alguém que é especialista [&#8230;] ele dizendo que a melhor aposta é uma ou o caminho a ser adotado é aquele, portanto, induzindo o consumidor.&quot;</p>



<p>A proteção de crianças e adolescentes também é uma prioridade, com o governo adotando uma política de tolerância zero contra qualquer publicidade direcionada a esse público. A portaria que estabelece as novas normas foi desenvolvida em colaboração com o Ministério da Justiça e prevê a atuação do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor para assegurar o cumprimento rigoroso dessas disposições.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ações de Fiscalização e Combate à Ilegalidade</h2>



<p>No âmbito financeiro e de fiscalização, o Ministério da Fazenda tem intensificado suas operações desde a regulamentação do setor. Um balanço recente revelou que 37 fintechs foram notificadas sob suspeita de movimentar recursos de operações de apostas ilegais. As ações de repressão resultaram na derrubada de 56 mil sites, aplicativos e plataformas de bets ilegais em todo o país, além da remoção de quase mil perfis de influenciadores em redes sociais.</p>



<p>As informações coletadas pelas empresas de apostas e compartilhadas com o Ministério da Fazenda estão sendo cuidadosamente processadas e repassadas a outras autoridades. Esse intercâmbio de dados é crucial para a deflagração de operações em nível nacional, visando a responsabilização de quem desrespeita as normas estabelecidas para o mercado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Restrições a Públicos Específicos e Penalidades Severas</h2>



<p>Por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), grupos específicos da população estão proibidos de acessar plataformas de apostas online. Isso inclui beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), bem como devedores que aderiram ao programa Desenrola. Adicionalmente, as plataformas de mercado preditivo estão vedadas de operar no Brasil, reforçando a postura do governo contra práticas consideradas arriscadas ou especulativas.</p>



<p>As empresas que falharem em cumprir as novas regras estarão sujeitas a uma série de penalidades rigorosas. As sanções podem incluir multas que chegam a até 20% do faturamento da operadora, suspensão de suas atividades por um período de até 180 dias e, em casos de reincidência grave, a cassação definitiva da autorização para operar no território brasileiro. Essas medidas visam garantir a seriedade e a conformidade no setor de apostas.</p>



<p>As novas regulamentações e a intensificação da fiscalização refletem um compromisso do governo em promover um ambiente de apostas mais seguro e responsável. Ao impor maior transparência e proibir práticas enganosas, o objetivo é proteger os consumidores, coibir a ilegalidade e garantir que o setor opere dentro de limites éticos e legais, priorizando a integridade financeira e a saúde pública dos cidadãos.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/apostas-esportivas-terao-alertas-obrigatorios-e-publicidade-mais-rigida-a-partir-de-julho/">Apostas Esportivas Terão Alertas Obrigatórios e Publicidade Mais Rígida a Partir de Julho</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>CFM Veta PMMA para Fins Estéticos e Reparadores: Entenda os Riscos e o Alcance da Proibição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:17:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Federal de Medicina (CFM) anunciou uma medida de grande impacto para a segurança dos pacientes e a regulamentação da prática médica no Brasil: a proibição do uso do polimetilmetacrilato (PMMA) como preenchedor em procedimentos tanto estéticos quanto reparadores. A resolução, cuja publicação oficial está prevista para esta terça-feira (2), visa combater as severas [&#8230;]</p>
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<p>O Conselho Federal de Medicina (CFM) anunciou uma medida de grande impacto para a segurança dos pacientes e a regulamentação da prática médica no Brasil: a proibição do uso do polimetilmetacrilato (PMMA) como preenchedor em procedimentos tanto estéticos quanto reparadores. A resolução, cuja publicação oficial está prevista para esta terça-feira (2), visa combater as severas e frequentemente irreversíveis complicações associadas à substância, marcando um passo decisivo na proteção da saúde pública.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Nova Resolução do CFM e Seu Alcance</h2>



<p>A normativa recém-aprovada pelo CFM impede categoricamente que médicos de qualquer especialidade utilizem o PMMA em injeções para preenchimento. Esta proibição abrange de forma integral o emprego do material tanto para aprimoramento estético quanto para reparação de tecidos, com uma única e controlada exceção. A decisão reflete uma preocupação crescente na comunidade médica em relação aos perigos intrínsecos do produto, que há anos tem sido alvo de debates e alertas devido aos seus efeitos adversos no organismo humano.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os Perigos Inerentes ao Polimetilmetacrilato (PMMA)</h2>



<p>O PMMA, um polímero acrílico com aplicações comuns em itens como placas e lentes de contato, assume uma configuração de microesferas suspensas em solução injetável quando empregado como preenchedor. É precisamente nessa formulação que reside a fonte de graves preocupações. A substância pode desencadear uma série de reações, que se manifestam em diferentes temporalidades. Imediatamente após a aplicação, os pacientes podem desenvolver alergias, quadros de hipersensibilidade e infecções. Contudo, a gravidade maior reside nas complicações tardias, que são amplificadas pela característica do PMMA de não ser absorvido pelo corpo. Sua permanência indefinida no organismo pode levar a reações inflamatórias crônicas, hipercalcemia e, em casos mais graves, doença renal crônica. A remoção do PMMA, quando se torna indispensável, é um procedimento extremamente complexo e, conforme alertado pela conselheira do CFM Graziela Bonin, frequentemente resulta em intervenções cirúrgicas de grande porte e mutilantes. O material se entremeia no tecido saudável, exigindo a retirada conjunta de partes sadias do corpo, o que invariavelmente deixa sequelas irreversíveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Busca pelo Banimento Nacional e a Única Exceção Médica</h2>



<p>Além da proibição imposta aos médicos, o CFM demonstra uma ambição ainda maior: o banimento completo do PMMA do mercado brasileiro. O presidente da entidade, José Hiran Gallo, anunciou planos para uma reunião com o presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), visando sensibilizá-lo para a necessidade de remover definitivamente o produto das prateleiras. Atualmente, a única exceção permitida para o uso do PMMA como preenchedor é restrita ao tratamento de lipodistrofia em pacientes portadores de HIV/AIDS. Mesmo essa permissão é condicionada à realização em centros de alta complexidade do Sistema Único de Saúde (SUS) e possui caráter transitório, garantindo o acesso ao tratamento até que o SUS possa incorporar e disponibilizar outros materiais alternativos que sejam comprovadamente seguros e eficazes para essa condição específica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Posição da Anvisa e a Importância da Vigilância</h2>



<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já mantinha uma postura restritiva quanto ao PMMA injetável. Em nota, a agência esclareceu que não existe autorização para a utilização da substância com finalidades exclusivamente estéticas. A indicação permitida pela Anvisa sempre se limitou à correção de tecidos por motivos de saúde, e sua aplicação só podia ser realizada por médicos devidamente habilitados e treinados. Estudos conduzidos pela Agência não revelaram a necessidade de modificar essas diretrizes. A Anvisa também enfatizou a responsabilidade dos demais órgãos e entidades do sistema de saúde na prevenção e repressão à aplicação irregular do PMMA, além de destacar a importância da notificação de eventos adversos e relatos de pacientes. Essas informações são fundamentais para o monitoramento contínuo do produto e para embasar futuras decisões regulatórias.</p>



<p>A decisão do Conselho Federal de Medicina, ao proibir o PMMA para fins estéticos e reparadores, representa um avanço significativo na proteção da saúde pública. Ao convergir com a postura restritiva da Anvisa e ao almejar o banimento total do produto, o CFM reforça seu compromisso com a segurança do paciente. Esta medida não apenas previne complicações graves e irreversíveis, mas também reafirma a responsabilidade de todos os profissionais de saúde e agências reguladoras em promover práticas médicas éticas e seguras, contribuindo para um cenário mais protegido para aqueles que buscam tratamentos no país.</p>

<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/cfm-veta-pmma-para-fins-esteticos-e-reparadores-entenda-os-riscos-e-o-alcance-da-proibicao/">CFM Veta PMMA para Fins Estéticos e Reparadores: Entenda os Riscos e o Alcance da Proibição</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>Anvisa monitorará efeitos adversos de canetas emagrecedoras em plano ativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 16:14:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou um Plano de Farmacovigilância Ativa focado nas populares canetas emagrecedoras, medicamentos agonistas do receptor do GLP-1. A medida surge em resposta ao uso crescente, muitas vezes inadequado, e ao aumento de complicações associadas a esses fármacos. Rompendo com a prática anterior de apenas receber notificações voluntárias, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou um Plano de Farmacovigilância Ativa focado nas populares canetas emagrecedoras, medicamentos agonistas do receptor do GLP-1. A medida surge em resposta ao uso crescente, muitas vezes inadequado, e ao aumento de complicações associadas a esses fármacos. Rompendo com a prática anterior de apenas receber notificações voluntárias, a agência agora buscará ativamente informações em parceria com estabelecimentos de saúde, visando identificar precocemente e de forma sistemática eventuais efeitos colaterais. O objetivo é assegurar a segurança dos pacientes diante da expansão do consumo e da preocupação com a circulação de produtos falsificados ou sem procedência.</p>
<p> A nova estratégia de farmacovigilância ativa</p>
<p>A iniciativa da Anvisa representa uma mudança significativa na abordagem regulatória sobre os medicamentos conhecidos como canetas emagrecedoras. Anteriormente, o monitoramento dependia principalmente de relatos espontâneos de eventos adversos por parte de pacientes e profissionais de saúde. Contudo, o cenário atual de uso intensificado e, por vezes, inadequado, exigiu uma postura mais proativa por parte do órgão.</p>
<p> Transição do monitoramento passivo para proativo</p>
<p>O Plano de Farmacovigilância Ativa estabelece uma nova diretriz: em vez de apenas aguardar as notificações, a Anvisa passará a realizar um monitoramento sistemático e investigativo. Essa abordagem colaborativa envolverá parcerias estratégicas com diversos estabelecimentos de saúde, que atuarão na detecção e qualificação de eventos adversos. A expectativa é que essa busca estruturada permita identificar riscos raros, tardios ou associados a situações específicas de uso que não são evidentes na fase de registro do medicamento. A agência busca, assim, complementar as informações de bula com dados do &#8220;mundo real&#8221;, garantindo que a segurança dos pacientes seja continuamente avaliada após a comercialização.</p>
<p> O foco nos agonistas do receptor de GLP-1</p>
<p>O principal alvo deste plano são os medicamentos agonistas do receptor do GLP-1 (glucagon-like peptide-1), amplamente conhecidos como canetas emagrecedoras. Esses fármacos, embora eficazes e com benefícios comprovados no tratamento de diabetes e obesidade, têm visto seu uso expandir-se para situações fora das indicações aprovadas em bula. O diretor da Anvisa, Thiago Lopes Cardoso Campos, destacou que essa expansão, frequentemente sem acompanhamento clínico adequado, é um dos principais motivadores para o monitoramento intensificado. A agência busca garantir que a utilização desses medicamentos ocorra dentro dos parâmetros de segurança e eficácia estabelecidos, minimizando os riscos para a saúde pública.</p>
<p> Crescimento do consumo e riscos associados</p>
<p>O aumento exponencial no consumo das canetas emagrecedoras no Brasil levantou um alerta crítico na Anvisa. Este fenômeno, embora reflita a busca por soluções para condições de saúde como diabetes e obesidade, tem gerado preocupações significativas em relação ao uso indiscriminado e às suas consequências.</p>
<p> Dados alarmantes de eventos adversos</p>
<p>Entre 2018 e março de 2026, a Anvisa registrou 2.965 notificações de eventos adversos relacionados a esses medicamentos, com um aumento notável em 2025. A semaglutida, em particular, foi associada a uma predominância de casos. O diretor Thiago Lopes Cardoso Campos ressaltou que, embora esses medicamentos apresentem benefícios comprovados, o crescimento expressivo de seu consumo e o subsequente aumento de complicações no Brasil exigem uma resposta regulatória robusta. A falta de acompanhamento clínico adequado em muitos casos de uso fora das indicações aprovadas potencializa os riscos, transformando o que deveria ser um tratamento benéfico em uma fonte de preocupação para a saúde pública.</p>
<p> Preocupação com o uso off-label e produtos irregulares</p>
<p>Um dos pontos mais críticos levantados pela Anvisa é o uso das canetas emagrecedoras para fins ou em formas não previstos na bula, conhecido como uso &#8220;off-label&#8221;. Essa prática, quando realizada sem supervisão médica rigorosa, pode expor os pacientes a riscos desconhecidos e sérios efeitos colaterais. Além disso, a alta demanda por esses produtos tem alimentado um mercado clandestino de medicamentos falsificados, manipulados em condições inadequadas ou de procedência desconhecida. Produtos irregulares representam um risco sanitário gravíssimo, pois não há garantia de esterilidade, qualidade, dosagem ou eficácia, podendo causar danos irreversíveis e até mesmo ameaçar a vida dos usuários. A venda de medicamentos irregulares é, inclusive, um crime previsto no artigo nº 273 do Código Penal, e a Anvisa tem intensificado suas ações para combater essa prática.</p>
<p> Parcerias estratégicas para o plano de ação</p>
<p>Para efetivar o Plano de Farmacovigilância Ativa, a Anvisa não atua sozinha. A agência firmou e busca novas parcerias que são fundamentais para o sucesso do monitoramento e para a proteção da saúde pública.</p>
<p> Engajamento da rede sentinela e HU Brasil</p>
<p>O monitoramento proativo dos efeitos colaterais das canetas emagrecedoras contará com a participação voluntária da Rede Sentinela. Esta rede é um conjunto estratégico de serviços de saúde, estabelecimentos de ensino e pesquisa, serviços de assistência farmacêutica, e laboratórios clínicos e de anatomia patológica em todo o país. A colaboração com esses parceiros é crucial para coletar dados detalhados e qualificados sobre os eventos adversos, permitindo uma análise mais precisa e abrangente. Além disso, a iniciativa agrega a HU Brasil (antiga Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Ebserh), que reúne diversos hospitais universitários. A adesão desses hospitais, com sua capacidade técnica e compromisso com a qualificação das notificações, fortalece significativamente a base de informações para a vigilância sanitária e a segurança do uso de medicamentos.</p>
<p> Colaboração com a polícia federal</p>
<p>Em reconhecimento à gravidade da circulação de medicamentos irregulares e falsificados, a Anvisa complementa suas ações de farmacovigilância com um acordo de cooperação com a Polícia Federal (PF). Essa parceria estratégica visa combater ativamente a venda ilegal desses produtos, que representam um perigo iminente para a saúde pública. A colaboração entre as duas instituições permitirá ações conjuntas mais eficazes na identificação, investigação e repressão de redes de falsificação e distribuição de medicamentos sem registro ou com procedência duvidosa. O diretor Thiago Lopes Cardoso Campos enfatizou que medicamentos sem garantia de origem expõem pacientes a riscos sanitários gravíssimos, sem a possibilidade de assegurar sua esterilidade, qualidade, dosagem ou eficácia.</p>
<p> A importância do acompanhamento pós-comercialização</p>
<p>A fase pós-comercialização de um medicamento é tão crucial quanto seu desenvolvimento e registro. É nesse período que os riscos menos comuns, os efeitos tardios ou aqueles associados a condições de uso específicas se manifestam, exigindo um olhar atento e contínuo das autoridades sanitárias.</p>
<p> Identificação de riscos tardios e raros</p>
<p>O diretor da Anvisa reiterou que &#8220;não basta registrar medicamentos&#8221;. É indispensável acompanhar como eles se comportam na &#8220;vida real&#8221;. A farmacovigilância ativa é essencial para detectar precocemente eventos adversos que podem ser raros, podem levar tempo para se manifestar ou que estão ligados a situações de uso que não foram completamente simuladas nos ensaios clínicos pré-registro. Este acompanhamento contínuo permite à agência coletar informações qualificadas, ampliar sua capacidade de análise dos riscos e, se necessário, implementar medidas para garantir a segurança dos pacientes, como alterações na bula ou restrições de uso.</p>
<p> Alerta contra o uso indiscriminado</p>
<p>O diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, destacou que o interesse gerado pelas canetas emagrecedoras exige uma atuação &#8220;firme, coordenada e muito atenta&#8221;. Ele ressaltou que a sociedade não pode permitir que &#8220;o entusiasmo com a inovação obscureça os riscos associados ao uso indiscriminado&#8221; de novos medicamentos. A vigilância ativa cumpre, segundo ele, um papel &#8220;absolutamente estratégico&#8221;, pois permite organizar junto aos serviços de saúde uma busca estruturada que detecte precocemente eventos adversos. A mensagem é clara: a inovação médica traz benefícios, mas o uso responsável e a vigilância contínua são imperativos para proteger a saúde da população.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>O que são as &#8220;canetas emagrecedoras&#8221; e por que a Anvisa está focando nelas?<br />
As &#8220;canetas emagrecedoras&#8221; são medicamentos que contêm agonistas do receptor do GLP-1, como a semaglutida. Embora aprovados para tratar diabetes e obesidade, a Anvisa está focando nelas devido ao crescimento expressivo do consumo, muitas vezes para fins não previstos em bula (off-label), e ao aumento de notificações de eventos adversos, que exigem um monitoramento mais rigoroso para garantir a segurança dos usuários.</p>
<p>Qual a principal diferença entre o novo Plano de Farmacovigilância Ativa e a abordagem anterior da Anvisa?<br />
A principal diferença é a proatividade. Anteriormente, a Anvisa dependia principalmente de notificações voluntárias de pacientes e médicos. Com o novo plano ativo, a agência passará a realizar um monitoramento sistemático e investigativo em parceria com estabelecimentos de saúde, buscando ativamente a identificação de eventos adversos para uma detecção precoce de riscos.</p>
<p>Quais são os principais riscos associados ao uso inadequado ou de produtos irregulares das canetas emagrecedoras?<br />
Os riscos incluem efeitos colaterais sérios e desconhecidos devido ao uso off-label sem acompanhamento médico. No caso de produtos falsificados ou manipulados, há ausência de garantia de esterilidade, qualidade, dosagem e eficácia, podendo levar a danos irreversíveis, reações adversas graves e até risco de morte. A venda de tais produtos é crime.</p>
<p>Como posso contribuir para a segurança no uso desses medicamentos?<br />
É fundamental utilizar as canetas emagrecedoras apenas sob prescrição e acompanhamento de um profissional de saúde qualificado, seguindo rigorosamente as indicações e dosagens da bula. Em caso de qualquer evento adverso ou suspeita de irregularidade do produto, notifique imediatamente seu médico e os canais da Anvisa.</p>
<p>Para sua segurança, consulte sempre um profissional de saúde antes de iniciar qualquer tratamento e fique atento às informações divulgadas pelas autoridades sanitárias.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>A COCRED fortalece governança com o Comitê de Ativos e Passivos</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 02:01:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em um movimento estratégico que redefine os padrões de governança no cooperativismo de crédito brasileiro, a COCRED anuncia a instituição do seu Comitê de Ativos e Passivos (ALCO – Asset and Liability Committee). A medida pioneira posiciona a cooperativa como a primeira do setor a adotar tal estrutura, consolidando sua trajetória de mais de 56 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um movimento estratégico que redefine os padrões de governança no cooperativismo de crédito brasileiro, a COCRED anuncia a instituição do seu Comitê de Ativos e Passivos (ALCO – Asset and Liability Committee). A medida pioneira posiciona a cooperativa como a primeira do setor a adotar tal estrutura, consolidando sua trajetória de mais de 56 anos no mercado com um foco ainda maior na segurança e previsibilidade para seus mais de 90 mil cooperados. A iniciativa reflete o compromisso da COCRED em navegar por cenários macroeconômicos desafiadores, complexidade regulatória e juros elevados com robustez, protegendo o patrimônio e assegurando um crescimento sustentável. Essa inovação sublinha a busca incessante da instituição por mecanismos avançados de gestão de riscos e excelência em sua administração.</p>
<p> Governança e solidez em cenário desafiador</p>
<p>Em um cenário econômico global e nacional marcado por volatilidade e a necessidade crescente de previsibilidade, instituições financeiras maduras como a COCRED priorizam a adoção de mecanismos avançados de gestão de riscos. A cooperativa, com sua longa história no mercado, tem investido constantemente em decisões técnicas e uma leitura antecipada do ambiente, implementando controles robustos que visam reduzir a volatilidade e proteger o patrimônio de seus cooperados.</p>
<p> Reconhecimento e fundamentos robustos</p>
<p>Esse posicionamento proativo é amplamente reconhecido, tanto em âmbito nacional quanto internacional. Em 2025, a Fitch Ratings, uma das mais prestigiadas agências de classificação de risco de crédito do mundo, elevou o rating nacional de longo prazo da COCRED de ‘A(bra)’ para ‘A+(bra)’, mantendo o rating de curto prazo em ‘F1(bra)’, com perspectiva estável. Essa avaliação favorável é reflexo de fundamentos sólidos, sustentados por uma notável eficiência operacional e receitas recorrentes. Tal patamar é usualmente atribuído apenas a instituições com elevada capacidade financeira, alto nível de liquidez e um baixo risco de crédito, evidenciando a robustez da cooperativa.</p>
<p> Diversificação estratégica e gestão de riscos</p>
<p>A solidez da COCRED não se manifesta apenas em seus ratings. Sua carteira de cooperados, embora com raízes históricas no agronegócio, é hoje amplamente diversificada. Com mais de 90 mil membros, a base inclui empresários, profissionais liberais, produtores rurais e diversos outros perfis econômicos. Essa diversificação é uma estratégia fundamental para reduzir riscos de concentração setorial e geográfica, tornando a instituição menos vulnerável a choques específicos da economia ou eventos climáticos. Ademir Carota, diretor executivo da COCRED, reitera a importância dessa abordagem. “Crescer de forma sustentável exige disciplina e visão de longo prazo. Na COCRED, as decisões são tomadas não apenas com foco no resultado imediato, mas na preservação do patrimônio dos cooperados ao longo do tempo e na perenidade da cooperativa. Esse direcionamento está profundamente enraizado em uma governança estruturada”, afirma Carota, sublinhando a estratégia de gestão de riscos da cooperativa.</p>
<p> COCRED no segmento S3: maturidade e rigor regulatório</p>
<p>O modelo de gestão e governança da COCRED a levou a integrar o segmento S3 do Banco Central. Esta classificação é reservada a um seleto grupo de aproximadamente 60 instituições financeiras de grande porte no país, caracterizadas por uma elevada complexidade operacional. O enquadramento no S3 é um atestado de maturidade de processos, governança eficiente e uma capacidade comprovada de absorção de riscos.</p>
<p> Estrutura de comitês estratégicos</p>
<p>Instituições classificadas no segmento S3 estão sujeitas a um arcabouço regulatório mais rigoroso, com exigências ampliadas em áreas como gestão integrada de riscos, capital, governança corporativa e transparência. Para atender a esses parâmetros de excelência, a COCRED estruturou uma série de comitês estratégicos, diretamente vinculados ao seu Conselho de Administração. Dentre eles, destacam-se os Comitês de Auditoria e de Riscos, cruciais para assegurar a integridade operacional, a conformidade regulatória e a sustentabilidade financeira da cooperativa. Adicionalmente, o Comitê de Remuneração foi implementado com a missão de manter o equilíbrio entre incentivo, desempenho, e os mais altos padrões de governança, transparência e controle. Carota enfatiza a importância dessa complexa estrutura: “Destacamos a complexidade da estrutura de governança da COCRED porque ela impacta diretamente todo o funcionamento da cooperativa e sustenta o crescimento mesmo diante das variáveis da economia brasileira. São mais de cinco décadas honrando a confiança de nossos cooperados”.</p>
<p> Pioneirismo do comitê de ativos e passivos (ALCO)</p>
<p>Em abril de 2025, a COCRED deu um passo ainda mais significativo e pioneiro em sua jornada de maturidade ao instituir o Comitê de Ativos e Passivos (ALCO). Essa implementação a torna a primeira cooperativa de crédito do Brasil a adotar uma estrutura com esse desenho e atribuições específicas. O ALCO atua assessorando a Diretoria Executiva, realizando uma análise integrada do cenário macroeconômico e avaliando riscos de mercado, liquidez, capital e precificação. Seu principal objetivo é fortalecer a tomada de decisões estratégicas da cooperativa com base em evidências robustas, assegurando a perenidade da COCRED. Isso representa uma camada adicional de proteção para o cooperado, que conta com uma instituição proativa e sempre à frente no mercado.</p>
<p>Roberto Dumas Damas, economista especialista em negócios internacionais e membro do ALCO, com mais de 30 anos de experiência em economia e geopolítica, explica o impacto dessa estrutura. “Quando falamos de ALCO, estamos falando de um comitê em que pessoas capacitadas e com visão de mercado se reúnem para reduzir assimetrias de decisão e aumentar a previsibilidade financeira, algo fundamental para instituições que lidam com negócios e recursos de longo prazo.” O diretor executivo Ademir Carota, que também coordena o comitê, reforça a visão. “Ao reforçar essa capacidade de antecipação dos movimentos do mercado, essa estrutura protege o cooperado e sustenta a longevidade da cooperativa. Confiar recursos à COCRED é optar por uma instituição que trata risco e capital com o rigor técnico e a seriedade que investidores experientes exigem”, complementa.</p>
<p> Resultados financeiros e visão de longo prazo</p>
<p>A eficácia dessa lógica de governança e gestão avançada de riscos é consistentemente confirmada pelos resultados financeiros da COCRED. Mesmo diante da desaceleração econômica observada no último ano, a cooperativa conseguiu manter um crescimento patrimonial robusto.</p>
<p> Crescimento patrimonial e captação</p>
<p>O volume de ativos da COCRED, por exemplo, demonstrou um crescimento notável, evoluindo de R$ 12,9 bilhões para R$ 14,2 bilhões. Este avanço é um claro indicativo da capacidade da instituição de absorver choques macroeconômicos e preservar a estabilidade em um ambiente desafiador. A carteira de investimentos também apresentou um avanço significativo, com os depósitos totais alcançando R$ 11,5 bilhões, representando um crescimento de 15% em relação ao ano anterior. Produtos financeiros como o Recibo de Depósito Cooperativo (RDC) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) foram responsáveis por uma parcela expressiva desse desempenho, refletindo a confiança contínua dos cooperados na segurança das aplicações e na consistência da estratégia financeira da cooperativa.</p>
<p> Índice de Basileia e segurança para o cooperado</p>
<p>Além do crescimento patrimonial e da expansão da base de depósitos, a COCRED também se destacou em outro indicador crucial para investidores: o Índice de Basileia. Este índice mede a capacidade de uma instituição financeira absorver riscos sem comprometer sua solvência. Em 2025, o índice da cooperativa atingiu um patamar de 17,67%, posicionando-a mais de 60% acima do mínimo regulatório exigido pelo Banco Central. Esse resultado notável evidencia um elevado nível de capitalização, conforto prudencial e uma ampla capacidade de sustentar a expansão das operações, mesmo em cenários econômicos adversos. Em conjunto com todos os demais indicadores, a maturidade da governança, a robustez da gestão de riscos e o compromisso histórico da COCRED com a perenidade institucional se tornam inegáveis, solidificando sua posição como referência no sistema financeiro cooperativo.</p>
<p> COCRED: inovação e confiança para o futuro</p>
<p>A trajetória da COCRED, marcada por mais de cinco décadas de atuação, culmina em um momento de consolidação de sua liderança e inovação no cenário do cooperativismo de crédito brasileiro. A implementação pioneira do Comitê de Ativos e Passivos (ALCO), aliada ao reconhecimento em ratings internacionais, à diversificação estratégica e à rigorosa classificação no segmento S3 do Banco Central, reforça o compromisso inabalável da cooperativa com a segurança e a previsibilidade. Os resultados financeiros robustos, evidenciados pelo crescimento patrimonial e por um Índice de Basileia superior às exigências regulatórias, confirmam que a COCRED não apenas preserva, mas também faz prosperar o capital de seus cooperados. A instituição demonstra uma capacidade notável de antecipar e mitigar riscos, garantindo a perenidade e a solidez que investidores experientes procuram, e reafirma sua posição como um parceiro estratégico para o crescimento sustentável.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> O que é o Comitê de Ativos e Passivos (ALCO) da COCRED?<br />
O ALCO (Asset and Liability Committee) é um comitê estratégico instituído pela COCRED para analisar de forma integrada o cenário macroeconômico, riscos de mercado, liquidez, capital e precificação. Seu objetivo é fortalecer a tomada de decisões estratégicas da cooperativa com base em evidências, garantindo maior previsibilidade financeira e a perenidade da instituição. A COCRED é a primeira cooperativa de crédito do Brasil a implementar essa estrutura.</p>
<p> Por que a COCRED é considerada uma instituição financeira sólida?<br />
A COCRED é considerada sólida devido a uma combinação de fatores, incluindo mais de 56 anos de atuação, governança estruturada, reconhecimento internacional (rating &#8216;A+(bra)&#8217; pela Fitch Ratings), uma carteira de cooperados amplamente diversificada, robusta gestão de riscos e excelentes resultados financeiros, como o crescimento de ativos e um Índice de Basileia de 17,67% em 2025, significativamente acima do mínimo regulatório.</p>
<p> Qual a importância da classificação da COCRED no segmento S3 do Banco Central?<br />
A classificação no segmento S3 do Banco Central indica que a COCRED é uma instituição financeira de grande porte e alta complexidade operacional. Esse enquadramento demonstra maturidade em seus processos, governança eficiente e capacidade comprovada de absorver riscos, além de sujeitá-la a um arcabouço regulatório mais rigoroso, o que reforça a segurança e transparência para seus cooperados.</p>
<p>Descubra como a COCRED pode ser a parceira ideal para seu crescimento e a segurança de seu patrimônio. Conheça as soluções e o diferencial de uma cooperativa pioneira em governança.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Chuvas intensas e baixa umidade: alertas meteorológicos em todo o Brasil</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/chuvas-intensas-e-baixa-umidade-alertas-meteorologicos-em-todo-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jan 2026 20:01:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil se prepara para um fim de semana e início de semana com condições climáticas extremas, marcadas por chuvas intensas em diversas regiões e alertas de baixa umidade em outras. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu avisos de perigo que abrangem desde o Sudeste, com riscos significativos de inundações e ventos fortes, até [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil se prepara para um fim de semana e início de semana com condições climáticas extremas, marcadas por chuvas intensas em diversas regiões e alertas de baixa umidade em outras. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu avisos de perigo que abrangem desde o Sudeste, com riscos significativos de inundações e ventos fortes, até áreas do Norte e Centro-Oeste, onde a precipitação severa também demanda atenção. Enquanto isso, partes do Nordeste e o Mato Grosso do Sul enfrentam a preocupação com índices de umidade extremamente baixos, exigindo medidas preventivas para a saúde. A situação climática atual exige vigilância e adesão às recomendações das autoridades para garantir a segurança da população e minimizar os impactos potenciais.</p>
<p> Riscos de chuvas torrenciais no Sudeste e Centro-Oeste</p>
<p> Cenário de perigo em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais<br />
A região Sudeste, uma das mais populosas e economicamente ativas do Brasil, está sob alerta de perigo para chuvas intensas. Estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais devem se preparar para volumes significativos de precipitação, acompanhados por rajadas de vento que podem atingir velocidades de até 100 quilômetros por hora. Essa combinação de chuva forte e ventos intensos eleva consideravelmente o risco de incidentes, podendo impactar a vida urbana e rural de milhares de pessoas.</p>
<p>Em áreas metropolitanas de alta densidade demográfica, como a Grande São Paulo, Campinas, o Vale do Paraíba e a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, a preocupação é ainda maior. Nestes locais, a infraestrutura urbana pode ser sobrecarregada rapidamente, resultando em alagamentos generalizados que dificultam o tráfego, isolam comunidades e causam danos materiais. A força dos ventos, aliada ao solo encharcado, aumenta a probabilidade de queda de árvores sobre vias e residências, além de danos à rede elétrica, que podem levar a interrupções prolongadas no fornecimento de energia, afetando serviços essenciais e o cotidiano.</p>
<p>Minas Gerais e o Distrito Federal também enfrentam um aviso especial devido ao acúmulo de chuva. Nestas regiões, o principal risco está associado a inundações e, em particular, ao transbordamento de rios e córregos, que podem extravasar suas margens e atingir áreas residenciais e agrícolas. Em áreas vulneráveis, como encostas e comunidades próximas a cursos d&#8217;água, o perigo de deslizamentos de terra é iminente, representando uma séria ameaça à vida e ao patrimônio. A topografia montanhosa de muitas cidades mineiras agrava esse risco, tornando essencial a vigilância constante e a evacuação preventiva em caso de sinais de instabilidade do solo ou alertas das autoridades.</p>
<p> Alertas para o Norte e Centro-Oeste: precipitação e seus efeitos<br />
Paralelamente ao cenário do Sudeste, diversas regiões do Norte e Centro-Oeste do país também estão sob aviso de chuvas intensas. Amazonas, Pará, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Rondônia e Roraima são alguns dos estados que podem registrar volumes de chuva significativos. Embora o contexto geográfico e urbano seja diferente do Sudeste, os riscos associados à precipitação elevada são igualmente sérios e requerem atenção.</p>
<p>Nestes estados, as chuvas podem causar cheias de rios, que, embora sejam parte do ciclo hidrológico natural da Amazônia e de outras bacias, podem atingir níveis perigosos, afetando comunidades ribeirinhas e áreas de produção agrícola. A infraestrutura de transporte, como estradas e pontes, também pode ser comprometida, dificultando o acesso e o escoamento de mercadorias essenciais. Além disso, as chuvas fortes podem desencadear processos erosivos em solos expostos, especialmente em áreas desmatadas ou com atividade mineradora, alterando a paisagem e o ecossistema local. A população dessas regiões é aconselhada a monitorar os níveis de rios e igarapés e seguir as orientações das autoridades locais e da Defesa Civil.</p>
<p> Orientações cruciais e outros alertas climáticos</p>
<p> Recomendações da Defesa Civil para segurança<br />
Diante do cenário de chuvas intensas e riscos associados, a Defesa Civil emite orientações fundamentais para a segurança da população. A principal delas é evitar áreas alagadas e, sob nenhuma circunstância, tentar atravessar ruas ou pontes que estejam inundadas. A profundidade e a força da correnteza da água podem ser enganosas e extremamente perigosas, capazes de arrastar veículos e pessoas, causando acidentes fatais.</p>
<p>Durante tempestades com raios e ventos fortes, é imperativo não se abrigar debaixo de árvores. Os raios podem atingir as árvores, e os ventos podem causar a queda de galhos ou da própria árvore, representando um risco direto de ferimentos graves ou morte. Em vez disso, procure abrigo em edificações seguras, como casas de alvenaria. Moradores de áreas de encosta ou próximas a margens de rios devem redobrar a atenção a qualquer sinal de instabilidade, como rachaduras em paredes, postes inclinados, árvores tombando ou o aumento repentino do volume de água em rios e córregos. Em caso de qualquer sinal de perigo, a evacuação imediata para um local seguro deve ser considerada, preferencialmente seguindo as instruções das equipes de emergência. Manter-se informado pelos canais oficiais é vital para a tomada de decisões rápidas e eficazes.</p>
<p> Alertas de baixa umidade em outras regiões<br />
Enquanto grande parte do país lida com os excessos de água, o Mato Grosso do Sul e algumas áreas do Nordeste, incluindo Ceará, Bahia e Pernambuco, enfrentam um desafio climático oposto: a baixa umidade relativa do ar. Os índices previstos para essas regiões podem variar entre 20% e 30%, patamares considerados críticos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que indica o ideal entre 50% e 80% para o bem-estar humano.</p>
<p>A baixa umidade prolongada pode trazer sérios riscos à saúde, como ressecamento das vias respiratórias, aumentando a incidência de problemas como rinite, sinusite, asma e outras complicações alérgicas. Além disso, pode causar sangramento nasal, irritação nos olhos e na pele, e desidratação, que afeta o funcionamento geral do organismo. Para mitigar esses efeitos, a recomendação é beber bastante água ao longo do dia, mesmo sem sentir sede, e evitar atividades físicas intensas nas horas mais quentes, quando a umidade é ainda menor e a transpiração é mais acentuada. Utilizar umidificadores de ambiente, colocar toalhas molhadas ou recipientes com água nos cômodos da casa, e consumir frutas e vegetais ricos em água são medidas eficazes para amenizar o desconforto e proteger a saúde durante esses períodos.</p>
<p> Perspectivas futuras e a importância da prevenção</p>
<p>As condições climáticas extremas, com alertas para chuvas intensas e baixa umidade, persistem em grande parte do território brasileiro, exigindo atenção contínua das autoridades e da população. A continuidade dos avisos sublinha a necessidade de uma cultura de prevenção e de resposta rápida a emergências, adaptada às particularidades de cada região. A variabilidade climática reforça a importância de sistemas de monitoramento meteorológico eficazes e de uma comunicação clara e acessível com o público, para que as informações cheguem a quem mais precisa. É fundamental que cada cidadão compreenda os riscos em sua região e adote as medidas de segurança recomendadas, seja para evitar os perigos das inundações e deslizamentos, seja para proteger a saúde em períodos de seca. A colaboração entre governo, Defesa Civil e sociedade é o pilar para enfrentar os desafios impostos pelas condições meteorológicas, protegendo vidas e minimizando os impactos em infraestruturas e no dia a dia do país.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>1.  Quais estados estão sob alerta de chuvas intensas?<br />
    Os alertas de chuvas intensas abrangem principalmente São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Amazonas, Pará, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Rondônia e Roraima. Algumas dessas regiões podem enfrentar ventos de até 100 km/h, aumentando os riscos associados.</p>
<p>2.  Quais são os principais riscos associados às chuvas fortes?<br />
    Os riscos incluem alagamentos, enchentes, transbordamento de rios, queda de árvores, interrupção no fornecimento de energia elétrica e deslizamentos de terra, especialmente em áreas de encosta e vulneráveis. Estes eventos podem causar danos significativos à infraestrutura e representar perigo para a população.</p>
<p>3.  Como a população deve se proteger durante tempestades?<br />
    É crucial evitar áreas alagadas, não tentar atravessar ruas ou pontes inundadas e não se abrigar debaixo de árvores. Moradores de áreas de risco devem estar atentos a sinais de perigo, como rachaduras em paredes, e, se necessário, procurar abrigo em locais seguros conforme orientação da Defesa Civil ou de equipes de emergência.</p>
<p>4.  Onde foram emitidos alertas de baixa umidade e quais as recomendações?<br />
    Alertas de baixa umidade foram emitidos para o Mato Grosso do Sul e partes do Nordeste, como Ceará, Bahia e Pernambuco. As recomendações incluem beber bastante água, evitar atividades físicas nas horas mais quentes do dia e umidificar ambientes usando toalhas molhadas ou umidificadores.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre as condições meteorológicas em sua região e siga sempre as orientações das autoridades para garantir sua segurança e a de sua família.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<item>
		<title>Morte de engenheira alerta para riscos pós-operatórios em cirurgias de silicone</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/morte-de-engenheira-alerta-para-riscos-pos-operatorios-em-cirurgias-de-silicone/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Dec 2025 08:00:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A trágica morte de uma engenheira civil de 28 anos, após um procedimento para implante de silicone nos seios, reacende o debate sobre a importância dos cuidados no período pós-operatório, mesmo em cirurgias consideradas bem-sucedidas. Lana David de Carvalho, moradora de Pedregulho, São Paulo, faleceu em Sorocaba, São Paulo, após apresentar complicações inesperadas. Embora o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A trágica morte de uma engenheira civil de 28 anos, após um procedimento para implante de silicone nos seios, reacende o debate sobre a importância dos cuidados no período pós-operatório, mesmo em cirurgias consideradas bem-sucedidas. Lana David de Carvalho, moradora de Pedregulho, São Paulo, faleceu em Sorocaba, São Paulo, após apresentar complicações inesperadas. Embora o procedimento cirúrgico inicial tenha ocorrido sem intercorrências, seu quadro clínico deteriorou-se no período de recuperação, resultando em uma parada cardiorrespiratória. Este evento sublinha a necessidade de atenção redobrada aos protocolos médicos e às orientações de recuperação, enfatizando que os riscos persistem mesmo após a fase operatória ser concluída sem aparentes problemas.</p>
<p> Complicações no pós-operatório: um alerta necessário</p>
<p>O caso de Lana David de Carvalho ilustra a vulnerabilidade do paciente no pós-operatório de procedimentos estéticos, como o implante de silicone. Conforme informações do boletim de ocorrência, a cirurgia em si transcorreu sem contratempos. No entanto, foi nos dias seguintes que a jovem apresentou complicações severas, culminando em uma parada cardiorrespiratória e subsequente falência múltipla de órgãos. Este desfecho trágico serve como um lembrete crucial de que a fase de recuperação é tão vital quanto a própria intervenção cirúrgica, exigindo rigor e vigilância tanto da equipe médica quanto do paciente.</p>
<p> Cuidados essenciais para o sucesso da recuperação</p>
<p>Especialistas em cirurgia plástica enfatizam que a fase pós-operatória exige uma série de cuidados para garantir o sucesso completo e minimizar os riscos. Entre as recomendações mais importantes estão o repouso relativo nos primeiros dias, que evita esforços excessivos e permite ao corpo focar na cicatrização. O uso correto e contínuo do sutiã cirúrgico é fundamental para manter as próteses na posição adequada e reduzir inchaços. A higiene rigorosa dos curativos é indispensável para prevenir infecções. Além disso, seguir todas as orientações médicas à risca, incluindo o uso de medicamentos prescritos e a realização de retornos para acompanhamento, é crucial. Atividades que envolvam esforço físico, elevação dos braços ou dirigir devem ser evitadas nas primeiras semanas, conforme a indicação do cirurgião.</p>
<p> Riscos raros, mas presentes em procedimentos estéticos</p>
<p>Apesar de a maioria das cirurgias de implante de silicone ocorrer sem incidentes graves, existem riscos associados que, embora raros, podem ter consequências sérias se as precauções não forem adotadas. Entre os possíveis problemas estão infecções no local da incisão, acúmulo de líquidos (seroma) ou sangue (hematoma), abertura dos pontos (deiscência), deslocamento da prótese e dor persistente. Complicações ainda mais raras, porém de maior gravidade, incluem a trombose – formação de coágulos sanguíneos que podem migrar para órgãos vitais – e a contratura capsular, um endurecimento da mama devido à reação do organismo ao implante. A conscientização sobre esses riscos é fundamental para que pacientes e profissionais adotem as medidas preventivas adequadas.</p>
<p> A importância da avaliação cardiológica pré-cirúrgica</p>
<p>A parada cardiorrespiratória sofrida por Lana David de Carvalho destaca a necessidade inegável de uma avaliação cardiológica detalhada antes de qualquer procedimento cirúrgico, especialmente os estéticos. Cardiologistas ressaltam que a análise pré-operatória deve levar em consideração diversos fatores do paciente, como idade, tipo de cirurgia a ser realizada, medicações em uso, e a presença de doenças preexistentes ou históricas. A combinação desses elementos permite compor um quadro completo da saúde do indivíduo, determinando o grau de risco durante o procedimento. Uma parada cardiorrespiratória é, geralmente, o resultado de um conjunto de fatores que, em determinadas condições, podem levar a uma situação de gravidade. Portanto, uma triagem cardiológica cuidadosa é uma etapa crucial para a segurança do paciente.</p>
<p> Perfis de pacientes com atenção redobrada</p>
<p>Determinados perfis de pacientes exigem uma avaliação pré-operatória ainda mais criteriosa devido a um risco aumentado de complicações. Cirurgiões plásticos apontam que indivíduos com infecções ativas, doenças crônicas descompensadas (como diabetes ou hipertensão não controlada) ou doenças autoimunes devem ser cuidadosamente avaliados. Pacientes em tratamento oncológico ou aqueles que fazem uso de cigarro também precisam de atenção redobrada, pois esses fatores podem comprometer a cicatrização e aumentar a propensão a intercorrências. A identificação precoce desses perfis permite que a equipe médica adote estratégias preventivas e minimize os riscos associados à cirurgia.</p>
<p> Detalhes do caso e o desfecho trágico</p>
<p>A morte de Lana David de Carvalho foi confirmada por autoridades. A engenheira, de 28 anos, foi submetida ao procedimento de implante de silicone no dia 12 de dezembro em um hospital localizado na Rua Imperatriz Leopoldina, na Vila Marta, em Sorocaba. O boletim de ocorrência detalha que, após uma cirurgia que não apresentou intercorrências, a jovem começou a desenvolver complicações no pós-operatório, que progrediram para uma parada cardiorrespiratória e, subsequentemente, falência múltipla de órgãos. O caso foi registrado como morte natural no Plantão Policial de Sorocaba. O hospital em questão, o Hospital Evangélico de Sorocaba, informou, por meio de nota, que em respeito ao sigilo médico-paciente e à legislação vigente, não divulga informações sobre o histórico clínico de seus pacientes.</p>
<p> Quem era Lana David de Carvalho</p>
<p>Lana David de Carvalho era engenheira civil e uma pessoa ativa e engajada em seus interesses. Em seu perfil público, ela compartilhava seu amor pelo esporte equestre, sendo competidora de ranch sorting, uma modalidade que exige destreza e coordenação. Com uma presença ativa nas mídias digitais, onde acumulava milhares de seguidores, a engenheira também costumava postar ensaios fotográficos e momentos de sua vida pessoal. Havia registros dela participando de eventos culturais e tradicionais no interior de São Paulo, como os rodeios de Barretos, e momentos afetivos com suas afilhadas, demonstrando uma vida plena e com diversos laços sociais e familiares.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre cirurgia de silicone e pós-operatório</p>
<p> Quais são os cuidados mais importantes no pós-operatório de uma cirurgia de silicone?<br />
Os cuidados essenciais incluem repouso relativo nos primeiros dias, uso contínuo e correto do sutiã cirúrgico, higiene impecável dos curativos e seguir rigorosamente todas as orientações médicas, como medicação e retornos. Evitar atividades físicas intensas, esforços com os braços e dirigir nas primeiras semanas também é fundamental.</p>
<p> Quais são os riscos, mesmo em uma cirurgia de implante de silicone bem-sucedida?<br />
Mesmo após uma cirurgia sem intercorrências, riscos como infecção, acúmulo de líquidos (seroma) ou sangue (hematoma), abertura dos pontos, deslocamento da prótese e dor persistente podem ocorrer. Complicações mais raras, mas graves, incluem trombose e contratura capsular.</p>
<p> Quem precisa de atenção cardiológica especial antes de uma cirurgia estética?<br />
Pacientes com doenças crônicas descompensadas, infecções ativas, doenças autoimunes, aqueles em tratamento oncológico ou usuários de cigarro devem ter uma avaliação cardiológica ainda mais detalhada e criteriosa antes de qualquer procedimento cirúrgico.</p>
<p>Buscar informações detalhadas e escolher profissionais qualificados são passos cruciais para a segurança em qualquer procedimento estético. Consulte sempre seu médico e esclareça todas as suas dúvidas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Médicos alertam para graves riscos da testosterona em mulheres</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/medicos-alertam-para-graves-riscos-da-testosterona-em-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 05:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[não]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos]]></category>
		<category><![CDATA[testosterona]]></category>
		<category><![CDATA[uso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um pronunciamento conjunto de grande relevância para a saúde pública, as principais entidades médicas brasileiras – a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) – emitiram um alerta crucial sobre a prescrição e o uso de testosterona [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um pronunciamento conjunto de grande relevância para a saúde pública, as principais entidades médicas brasileiras – a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) – emitiram um alerta crucial sobre a prescrição e o uso de testosterona em mulheres. A nota conjunta restringe drasticamente as indicações para o uso desse hormônio, enfatizando os potenciais danos quando utilizado sem a devida justificativa clínica. O comunicado visa conscientizar profissionais de saúde e a população em geral sobre os perigos associados a uma prática que tem se popularizado indevidamente, muitas vezes com fins estéticos ou de performance, sem embasamento científico e com sérias implicações para a saúde feminina.</p>
<p> O rigor na prescrição de testosterona para mulheres</p>
<p>As entidades médicas, unindo seus conhecimentos em endocrinologia, ginecologia e cardiologia, são categóricas ao afirmar que a testosterona em mulheres deve ser administrada com extrema cautela e apenas em situações muito específicas. A preocupação reside no crescente número de prescrições que extrapolam as diretrizes médicas estabelecidas, expondo pacientes a riscos desnecessários e potencialmente graves. Este alerta surge como uma medida preventiva, buscando resguardar a saúde das mulheres diante de um cenário de uso indiscriminado e falta de informação adequada. O consenso é claro: a segurança do paciente deve ser a prioridade máxima.</p>
<p> A única indicação formalmente reconhecida</p>
<p>Conforme o posicionamento das três sociedades médicas, a prescrição de testosterona para mulheres deve ser &#8220;restrita estritamente à única indicação formalmente reconhecida: o Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo (TDSH)&#8221;. Este diagnóstico, por si só, demanda uma avaliação clínica aprofundada e rigorosa. O TDSH é caracterizado por uma deficiência persistente ou recorrente de desejo sexual ou fantasia, que causa sofrimento significativo à mulher. É fundamental que, antes de qualquer intervenção, sejam descartadas outras possíveis causas para a diminuição da libido, como efeitos colaterais de medicamentos, estresse psicológico, problemas de relacionamento, outras condições médicas ou alterações hormonais distintas da testosterona. O uso do hormônio deve ser considerado apenas após uma investigação completa, assegurando que o TDSH é a causa primária e que o benefício potencial supera os riscos inerentes ao tratamento. A decisão de prescrever testosterona para TDSH deve ser baseada em evidências sólidas, monitoramento contínuo e discussões transparentes com a paciente sobre todos os aspectos do tratamento.</p>
<p> Riscos e efeitos adversos do uso inadequado</p>
<p>O comunicado das entidades médicas é enfático ao detalhar os perigos do uso da testosterona em mulheres fora da indicação aprovada. A utilização sem critério, baseada em dosagens isoladas ou com objetivos não terapêuticos, eleva exponencialmente o risco de eventos adversos, alguns dos quais podem ser irreversíveis e comprometer seriamente a qualidade de vida e a saúde geral da paciente. O corpo feminino possui um equilíbrio hormonal delicado, e a introdução excessiva de testosterona pode desregulá-lo de maneiras imprevisíveis e danosas. Os especialistas alertam que a busca por resultados rápidos em termos de estética ou performance, sem a devida orientação médica e base científica, pode ter consequências devastadoras.</p>
<p> Manifestações virilizantes e toxicidade orgânica</p>
<p>Entre os efeitos colaterais mais comuns e preocupantes, destacam-se as manifestações virilizantes, que alteram as características femininas da paciente. O quadro pode incluir o surgimento de acne severa, decorrente da estimulação das glândulas sebáceas; queda de cabelo, um sintoma de alopecia androgenética; e crescimento de pelos em áreas tipicamente masculinas (hirsutismo), como face, tórax e abdômen. Mais graves ainda são o aumento do clitóris (clitoromegalia) e o engrossamento irreversível da voz, alterações que podem causar profundo desconforto e impacto psicológico. Além dos efeitos virilizantes, o uso indevido de testosterona também está associado a toxicidade e tumores de fígado, uma vez que o órgão é responsável pela metabolização dos hormônios. Problemas psicológicos e psiquiátricos, como alterações de humor, irritabilidade, ansiedade e até quadros de agressividade, também podem surgir. A infertilidade é outro risco significativo, pois a testosterona pode interferir nos ciclos ovulatórios e na produção de outros hormônios essenciais para a reprodução.</p>
<p> Repercussões cardiovasculares e metabólicas</p>
<p>As preocupações se estendem ao sistema cardiovascular e metabólico, áreas onde os impactos podem ser silenciosos e de longo prazo, mas igualmente devastadores. O uso de testosterona fora de indicação em mulheres pode aumentar o risco de hipertensão arterial, elevando a pressão sanguínea e sobrecarregando o coração. Arritmias cardíacas, que são irregularidades nos batimentos cardíacos, também estão entre os riscos. Um dos alertas mais graves diz respeito ao potencial aumento de eventos trombóticos, como embolias e tromboses, que são a formação de coágulos sanguíneos capazes de obstruir vasos importantes. Consequentemente, cresce a probabilidade de ocorrência de infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC), condições que podem ser fatais ou deixar sequelas permanentes. As entidades médicas também apontam para o aumento da mortalidade cardiovascular associada ao uso inadequado de testosterona. Além disso, o hormônio pode provocar alterações em exames laboratoriais importantes, como os de colesterol e triglicerídeos, desregulando o perfil lipídico e contribuindo para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e metabólicas, como a dislipidemia.</p>
<p> A postura da Anvisa e os usos não reconhecidos</p>
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão regulador brasileiro, não aprovou nenhuma formulação de testosterona especificamente para uso em mulheres. Essa é uma informação crucial que reforça a posição das sociedades médicas. A Anvisa, com base em evidências científicas e critérios de segurança, não reconhece nem endossa o uso de testosterona para uma série de finalidades que se tornaram populares, muitas vezes impulsionadas por modismos ou informações enganosas. Entre esses usos não aprovados estão: fins estéticos, como melhora da pele ou redução de rugas; melhora da composição corporal, visando ganho de massa muscular e redução de gordura; aumento do desempenho físico; melhora da disposição ou energia; e, por fim, como um tratamento antienvelhecimento.</p>
<p>Essa postura da Anvisa sublinha a ausência de estudos clínicos robustos que comprovem a eficácia e, mais importante, a segurança da testosterona para essas aplicações em mulheres. A falta de aprovação regulatória significa que os produtos comercializados com essas promessas não foram avaliados quanto aos seus riscos e benefícios para o público feminino nessas condições. Portanto, qualquer prescrição ou recomendação para esses fins carece de base científica sólida e expõe as pacientes a todos os riscos já mencionados, sem a garantia de qualquer benefício comprovado. A legislação e as diretrizes de saúde visam proteger o consumidor de produtos e práticas potencialmente perigosas, e a posição da Anvisa reflete essa preocupação fundamental.</p>
<p> Recomendações finais dos especialistas</p>
<p>Diante do exposto, as Sociedades Brasileiras de Endocrinologia e Metabologia, de Ginecologia e Obstetrícia, e de Cardiologia reforçam a necessidade de extrema cautela e responsabilidade na prescrição de testosterona para mulheres. O uso deve ser rigorosamente restrito à única indicação formalmente reconhecida, o Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo (TDSH), sempre após uma avaliação clínica minuciosa e descarte de outras causas. É fundamental que as mulheres busquem profissionais de saúde qualificados e atualizados, que priorizem a segurança e a saúde do paciente acima de modismos ou promessas sem base científica. A automedicação ou o uso de hormônios sem acompanhamento adequado pode acarretar riscos graves e irreversíveis.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>1. Qual a única indicação formalmente reconhecida para o uso de testosterona em mulheres?<br />
A única indicação formalmente reconhecida para o uso de testosterona em mulheres é o Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo (TDSH), e mesmo assim, apenas após uma avaliação clínica rigorosa para confirmar o diagnóstico e excluir outras causas para a diminuição do desejo sexual.</p>
<p>2. Quais são os principais riscos do uso indevido de testosterona por mulheres?<br />
Os principais riscos incluem efeitos virilizantes (como acne, queda de cabelo, crescimento de pelos, aumento do clitóris e engrossamento irreversível da voz), toxicidade e tumores de fígado, alterações psicológicas e psiquiátricas, infertilidade e graves repercussões cardiovasculares, como hipertensão, arritmias, tromboses, infarto, AVC e aumento da mortalidade, além de alterações metabólicas como elevação de colesterol e triglicerídeos.</p>
<p>3. A Anvisa aprovou alguma formulação de testosterona para mulheres?<br />
Não. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não aprovou nenhuma formulação de testosterona especificamente para uso em mulheres no Brasil. A agência também não reconhece o uso de testosterona para fins estéticos, de melhora de composição corporal, desempenho físico, disposição ou antienvelhecimento em mulheres.</p>
<p>4. Mulheres na menopausa podem usar testosterona para melhorar a disposição ou libido?<br />
O uso de testosterona para melhorar a disposição ou libido em mulheres na menopausa não possui evidências científicas que justifiquem sua recomendação de rotina. A prescrição só é considerada no caso de um diagnóstico de Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo (TDSH), após uma avaliação completa para descartar outras causas. O uso sem indicação específica pode acarretar mais riscos do que benefícios.</p>
<p>Para garantir sua saúde e bem-estar, consulte sempre um endocrinologista ou ginecologista qualificado antes de considerar qualquer tratamento hormonal. A informação e a orientação médica especializada são suas maiores aliadas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Mudanças climáticas: grande parte das cidades brasileiras ignora adaptação</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/mudancas-climaticas-grande-parte-das-cidades-brasileiras-ignora-adaptacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 16:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aproximando-se a COP30 em Belém do Pará, a urgência das discussões climáticas se intensifica. Enquanto 144 nações já submeteram seus planos de adaptação climática à ONU, um desafio considerável persiste no âmbito local, demandando atenção em municípios e regiões diversas. No cenário brasileiro, um panorama preocupante se revela: mais de 85% das cidades carecem de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Aproximando-se a COP30 em Belém do Pará, a urgência das discussões climáticas se intensifica. Enquanto 144 nações já submeteram seus planos de adaptação climática à ONU, um desafio considerável persiste no âmbito local, demandando atenção em municípios e regiões diversas.</p>
<p>No cenário brasileiro, um panorama preocupante se revela: mais de 85% das cidades carecem de planos de adaptação às mudanças climáticas. Essa ausência denota uma lacuna na capacidade institucional e na legislação necessária para mitigar os impactos adversos do clima. Notavelmente, a formulação de políticas públicas sobre o tema concentra-se, predominantemente, em cidades mais abastadas, com populações superiores a meio milhão de habitantes.</p>
<p>Um Índice Geral de Adaptação Urbana, baseado em dados do IBGE de 2021, avaliou 25 indicadores cruciais, abrangendo habitação, mobilidade, produção de alimentos, gestão ambiental e de riscos climáticos.</p>
<p>O climatologista Roger Torres, da Universidade Federal de Itajubá, em Minas Gerais, aponta para a ausência de disparidades marcantes entre as cinco regiões do país no que tange à adaptação. Contudo, a capacidade de adaptação entre as capitais demonstra uma variação considerável. Curitiba, Brasília e São Paulo se destacam como as mais capacitadas, enquanto Recife, Boa Vista e Aracaju figuram entre as menos preparadas.</p>
<p>Vale ressaltar que uma pontuação elevada nesse índice não implica, necessariamente, uma adaptação eficaz. Em vez disso, reflete a disponibilidade de dados, equipamentos e legislação para a gestão de riscos ambientais e climáticos. Os pesquisadores enfatizam a necessidade premente de mecanismos confiáveis para avaliar a aplicação efetiva desses recursos, incluindo a verificação do uso de verbas destinadas ao combate dos efeitos das mudanças climáticas e desastres.</p>
<p>A situação se torna ainda menos otimista ao analisar indicadores específicos relacionados às políticas de gestão de riscos climáticos, como a existência de defesa civil própria, leis de uso e ocupação do solo focadas na prevenção de enchentes e deslizamentos, ou planos para identificar riscos geológicos e físicos. Este estudo foi recentemente divulgado na Revista de Pesquisa FAPESP.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Primavera começa com alertas da Defesa Civil sobre riscos de temporais intensos </title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/primavera-comeca-com-alertas-da-defesa-civil-sobre-riscos-de-temporais-intensos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 12:26:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[barueri]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[defesa civil]]></category>
		<category><![CDATA[deslizamentos]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[primaveira]]></category>
		<category><![CDATA[Riscos]]></category>
		<category><![CDATA[Temporais]]></category>
		<category><![CDATA[ventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro dia da primavera, nesta segunda-feira, 22 de setembro, também marcou o início de um período em que as chuvas tendem a se intensificar, elevando o risco de enchentes, deslizamentos e ventos fortes em diversas regiões do Estado. Em Barueri, a Defesa Civil emitiu um alerta severo de tempestades, reforçando a necessidade de a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">O primeiro dia da primavera, nesta segunda-feira, 22 de setembro, também marcou o início de um período em que as chuvas tendem a se intensificar, elevando o risco de enchentes, deslizamentos e ventos fortes em diversas regiões do Estado. Em Barueri, a Defesa Civil emitiu um alerta severo de tempestades, reforçando a necessidade de a população redobrar os cuidados nesta época do ano. </span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">Vinculada à Secretaria de Segurança Urbana e Defesa Social (SSUDS), a Defesa Civil é responsável por monitorar as condições meteorológicas e divulgar avisos preventivos à comunidade.</span> <span lang="PT-BR">Essas mensagens são enviadas diretamente aos celulares cadastrados via SMS e publicadas no perfil oficial do órgão no Instagram, permitindo que os moradores se preparem antecipadamente para situações de risco. </span></p>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">Para receber os alertas no celular, o procedimento é simples: basta enviar uma mensagem de texto gratuita para o número 40199, informando o CEP da residência. Com o cadastro efetuado, o usuário passa a receber comunicados periódicos sobre temporais, enchentes e outros eventos que possam impactar a região. </span></p>
</div>
<div>
<h4><span lang="PT-BR">Cuidados essenciais para a estação </span></h4>
</div>
<div>
<p><span lang="PT-BR">A Defesa Civil recomenda algumas ações preventivas para minimizar os riscos durante os temporais: </span></p>
</div>
<div>
<ul role="list">
<li role="listitem" aria-setsize="-1"><span lang="PT-BR">Antes das chuvas, mantenha calhas e telhados limpos, evite descartar lixo em córregos e guarde documentos e objetos importantes em sacos plásticos protegidos.</span></li>
</ul>
</div>
<div>
<ul role="list">
<li role="listitem" aria-setsize="-1"><span lang="PT-BR">Durante as tempestades, evite sair de casa sem necessidade, não atravesse ruas alagadas e fique atento a ventos fortes, que podem provocar quedas de árvores e postes. </span></li>
</ul>
</div>
<div>
<ul role="list">
<li role="listitem" aria-setsize="-1"><span lang="PT-BR">Após as enchentes, não consuma alimentos ou utilize equipamentos que tenham entrado em contato com água contaminada, além de higienizar todos os itens afetados. </span></li>
</ul>
</div>
<div>
<h4><span lang="PT-BR">A Defesa Civil atua 24 horas por dia, garantindo não apenas o monitoramento, mas também o atendimento e resgate em situações emergenciais. Em caso de necessidade, os contatos de emergência são:</span></h4>
</div>
<div>
<ul role="list">
<li role="listitem" aria-setsize="-1"><span lang="PT-BR">193</span><span lang="PT-BR"> – Corpo de Bombeiros</span></li>
</ul>
</div>
<div>
<ul role="list">
<li role="listitem" aria-setsize="-1"><span lang="PT-BR">199</span><span lang="PT-BR"> – Defesa Civil</span></li>
</ul>
</div>
<div>
<ul role="list">
<li role="listitem" aria-setsize="-1"><span lang="PT-BR">153</span><span lang="PT-BR"> – Guarda Civil Municipal</span></li>
</ul>
</div>
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