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	<title>pacientes &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>pacientes &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Desmistificando a Radiação em Exames de Imagem: Especialista Esclarece Dúvidas e Riscos Reais</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 11:01:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A solicitação de exames de imagem por profissionais de saúde frequentemente levanta uma série de questionamentos e apreensões na população, especialmente em relação aos potenciais efeitos da radiação. Muitos pacientes admitem sentir receio, enquanto outros não conseguem identificar claramente quais são os riscos associados. Essa incerteza gera dúvidas que podem, inclusive, impactar a adesão a [&#8230;]</p>
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<p>A solicitação de exames de imagem por profissionais de saúde frequentemente levanta uma série de questionamentos e apreensões na população, especialmente em relação aos potenciais efeitos da radiação. Muitos pacientes admitem sentir receio, enquanto outros não conseguem identificar claramente quais são os riscos associados. Essa incerteza gera dúvidas que podem, inclusive, impactar a adesão a tratamentos e diagnósticos cruciais. Para lançar luz sobre essas preocupações, o médico radiologista João Rafael Carneiro detalha a utilização da radiação em procedimentos de imagem, distinguindo os métodos e esclarecendo os parâmetros de segurança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Universo de Dúvidas: A Preocupação dos Pacientes</h2>



<p>A apreensão em torno da radiação é um sentimento comum. Cidadãos como a aposentada Marise Santana expressam preocupação com a frequência dos exames, admitindo desconhecer a dimensão exata dos riscos envolvidos. Similarmente, a cozinheira Ana Pereira compartilha a inquietação, citando especificamente exames como a mamografia, que, segundo informações que circulam, estariam associados a altas doses de radiação prejudiciais ao organismo. Já Taiana Bonfim, recicladora, revela que seu temor surgiu após ter contato com diversas informações e matérias que relacionam a exposição à radiação, mesmo em exames diagnósticos, ao desenvolvimento de condições graves de saúde, como o câncer.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desvendando os Métodos: Radiação Ionizante e Não Ionizante</h2>



<p>Para dissipar os mitos, o Dr. João Rafael Carneiro esclarece que nem todos os exames de imagem utilizam radiação ionizante. Enquanto a radiografia (raio-X), a tomografia computadorizada e a mamografia empregam essa forma de energia, a ultrassonografia e a ressonância magnética funcionam com princípios físicos distintos, não utilizando radiação ionizante. O médico ressalta o marco histórico que a radiografia representou, ao permitir a visualização interna do corpo sem a necessidade de cirurgias invasivas para um diagnóstico preciso. Com a evolução da tecnologia, surgiram métodos cada vez mais sofisticados, alguns com radiação e outros sem, todos contribuindo para diagnósticos mais assertivos e menos invasivos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Segurança da Exposição: Protocolos e Limites de Dose</h2>



<p>O radiologista enfatiza que a avaliação da exposição à radiação é realizada caso a caso, seguindo rigorosos protocolos de segurança internacionais. Embora a radiação ionizante, de fato, possa causar danos à saúde humana, incluindo o risco de câncer, isso ocorre apenas sob condições de exposição a doses elevadas e contínuas. A prática médica atual garante que as doses utilizadas em exames diagnósticos de rotina sejam mínimas e extremamente controladas, não se enquadrando nos patamares que representariam um perigo significativo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Desmistificando os Números da Exposição</h3>



<p>Para ilustrar a segurança, o Dr. Carneiro apresenta exemplos práticos. Uma dose anual considerada segura para a população é, em média, de 50 milisieverts (mSv). Em contrapartida, uma tomografia de abdômen expõe o paciente a menos de 10 mSv, o que significa que seriam necessárias, no mínimo, cinco tomografias do tipo em um ano para sequer se aproximar do limite seguro. No caso da mamografia, a dose média é de apenas 0,4 mSv, demandando mais de 100 exames ao longo de um ano para alcançar o mesmo patamar. Similarmente, mais de uma centena de radiografias seriam necessárias anualmente. Esses dados demonstram que, ocasionalmente, um paciente realizar um exame de imagem com radiação é uma prática médica amplamente reconhecida como totalmente segura e benéfica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Verdadeiro Risco: A Postergação do Diagnóstico</h2>



<p>O especialista alerta para o que considera o maior risco para a saúde do paciente: o adiamento ou a recusa em realizar um exame de imagem necessário devido a temores infundados. Deixar de buscar um diagnóstico precoce pode resultar na perda da melhor janela de oportunidade para um tratamento eficaz. Em diversas condições de saúde, a detecção em estágios iniciais é determinante para o prognóstico e para o sucesso da intervenção terapêutica. A recomendação, portanto, é sempre procurar um médico capacitado e com conhecimento para indicar o exame mais assertivo, baseando-se em evidências científicas e na real necessidade clínica.</p>



<p>Em suma, embora a preocupação com a radiação em exames de imagem seja compreensível, as evidências científicas e os rigorosos protocolos de segurança indicam que o risco associado a exames diagnósticos bem indicados é mínimo. O foco deve ser na busca por diagnósticos precisos e precoces, que são essenciais para a manutenção da saúde e para o sucesso de tratamentos, sempre sob a orientação de profissionais qualificados.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/desmistificando-a-radiacao-em-exames-de-imagem-especialista-esclarece-duvidas-e-riscos-reais/">Desmistificando a Radiação em Exames de Imagem: Especialista Esclarece Dúvidas e Riscos Reais</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>Dia do Doador: Um Gesto, Quatro Vidas Salvas – A Essencialidade da Doação de Sangue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 18:00:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado anualmente, a comunidade médica intensifica a conscientização sobre a vital importância da doação. Hemoterapeutas do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe), em São Paulo, reiteram uma mensagem crucial: um único ato de doação tem o potencial de salvar até quatro vidas. A data não [&#8230;]</p>
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<p>No Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado anualmente, a comunidade médica intensifica a conscientização sobre a vital importância da doação. Hemoterapeutas do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe), em São Paulo, reiteram uma mensagem crucial: um único ato de doação tem o potencial de salvar até quatro vidas. A data não apenas honra os voluntários altruístas, mas também serve como um chamado à população para garantir o abastecimento contínuo e essencial dos hemocentros, pilares fundamentais para o sistema de saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Impacto Multiplicado de uma Doação</h2>



<p>A relevância da doação de sangue transcende a ideia de um simples volume. Conforme explica Ana Paula Vargas, hemoterapeuta do Iamspe, após a coleta, o sangue é criteriosamente fracionado em diversos componentes. Essa separação permite que plasma, plaquetas, concentrado de glóbulos vermelhos e crioprecipitado beneficiem pacientes com necessidades distintas. É essa técnica que possibilita que uma única bolsa seja distribuída, transformando o impacto de um único doador na vida de até quatro indivíduos diferentes. Esse processo ressalta a eficiência e o valor imenso do gesto voluntário.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pilares da Saúde: A Demanda Contínua por Sangue</h2>



<p>Os hemocomponentes derivados do sangue são recursos insubstituíveis, vitais para o funcionamento de toda a rede hospitalar. Desde emergências traumáticas e cirurgias complexas até tratamentos oncológicos prolongados e suporte em maternidades, a disponibilidade de bolsas de sangue é fundamental. Por não poderem ser produzidos artificialmente, a manutenção dos estoques depende exclusivamente da solidariedade humana. Este ato rápido e seguro é a base para a recuperação e sobrevivência de inúmeros pacientes diariamente, garantindo que hospitais, prontos-socorros e centros especializados tenham os recursos necessários para atender às demandas de saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Participe: Locais e Horários para Doação em São Paulo</h2>



<p>Para aqueles que desejam fazer a diferença e contribuir com essa causa vital, o Banco de Sangue do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), em São Paulo, está de portas abertas. O local recebe doadores de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h, e aos sábados, das 8h às 16h. O HSPE está situado na Rua Pedro de Toledo, nº 1.800, no bairro Vila Clementino, oferecendo uma oportunidade acessível para quem busca estender a mão e ajudar a salvar vidas por meio da doação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Requisitos e Restrições para Doadores Voluntários</h2>



<p>A segurança do doador e do receptor é a prioridade máxima em todo processo de coleta de sangue. Por isso, a doação é condicionada à observância de critérios específicos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Condições Básicas de Elegibilidade</h3>



<p>Para se tornar um doador, é essencial apresentar boas condições de saúde e estar devidamente alimentado. Recomenda-se evitar refeições gordurosas nas quatro horas que antecedem a doação e abstinência de bebidas alcoólicas 12 horas antes da coleta. Os candidatos devem ter entre 16 e 69 anos de idade e pesar no mínimo 50 kg. No momento do atendimento, a apresentação de um documento oficial com foto, como RG ou CNH, é obrigatória. Importante ressaltar que menores de idade necessitam estar acompanhados por um responsável legal para realizar a doação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Impedimentos Temporários a Serem Observados</h3>



<p>Existem algumas situações que requerem um período de espera antes da doação. Indivíduos que apresentem sintomas de resfriado ou gripe, por exemplo, devem aguardar entre sete e dez dias após a completa cessação dos sintomas. Mulheres grávidas ou que estejam amamentando também possuem restrições temporárias. Da mesma forma, aqueles que realizaram tatuagens ou piercings recentemente precisam aguardar um intervalo que pode variar de seis a doze meses. Uma triagem detalhada é realizada antes da coleta para assegurar que todas as condições de segurança sejam atendidas.</p>



<p>A doação de sangue é um elo de vida que conecta a generosidade de um indivíduo à esperança de muitos. Cada bolsa coletada é um testemunho da capacidade humana de solidariedade e um componente insubstituível na medicina moderna. Que o Dia Mundial do Doador de Sangue reforce a consciência de que, com um pequeno gesto de minutos, é possível estender o sopro da vida e impactar positivamente a saúde e o bem-estar de uma comunidade inteira.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/dia-do-doador-um-gesto-quatro-vidas-salvas-a-essencialidade-da-doacao-de-sangue/">Dia do Doador: Um Gesto, Quatro Vidas Salvas – A Essencialidade da Doação de Sangue</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>Assembleia de prefeitos do Cioeste debate transporte de pacientes, Smart Oeste e obras regionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 20:09:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Prefeitos das cidades consorciadas participaram nesta terça-feira (9) da Assembleia de Prefeitos do CIOESTE, realizada na sede do Consórcio, em Barueri. O encontro foi conduzido pelo presidente do CIOESTE e prefeito de Pirapora do Bom Jesus, Gregorio Maglio. Participaram da reunião os prefeitos Gerson Pessoa (Osasco), Beto Piteri (Barueri), Kauãn Berto (Cajamar), Welington Formiga (Cotia), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Prefeitos das cidades consorciadas participaram nesta terça-feira (9) da Assembleia de Prefeitos do CIOESTE, realizada na sede do Consórcio, em Barueri. O encontro foi conduzido pelo presidente do CIOESTE e prefeito de Pirapora do Bom Jesus, Gregorio Maglio.</p>
<p>Participaram da reunião os prefeitos Gerson Pessoa (Osasco), Beto Piteri (Barueri), Kauãn Berto (Cajamar), Welington Formiga (Cotia), José Roberto (Carapicuíba), Dr. Henri Sato (Jandira), Piter Santos (Vargem Grande Paulista) e Mário Pires (Ibiúna). Também estiveram presentes Jorge Lapas, secretário-geral do CIOESTE, Luiz Mansur, diretor financeiro, Brenda Contagessi, diretora de Programas e Projetos, e Alexandre Sala, diretor jurídico.</p>
<p>Durante a assembleia foram debatidos temas estratégicos para os municípios, incluindo compras compartilhadas, fortalecimento das Câmaras Técnicas, capacitação de equipes municipais e iniciativas voltadas ao aprimoramento da gestão pública regional.</p>
<p>Entre os assuntos abordados esteve o edital em andamento para a contratação regionalizada de transporte de pacientes por meio de empresas de transporte por aplicativo. A proposta busca ampliar as alternativas de deslocamento para consultas, exames e procedimentos, oferecendo mais comodidade aos usuários e maior eficiência operacional aos municípios.</p>
<p>Gregorio Maglio também destacou a importância da participação das cidades no curso de Securitização de Créditos Públicos promovido pela Escola de Governo do CIOESTE e reforçou o papel das Câmaras Técnicas na construção de soluções regionais e no desenvolvimento de projetos conjuntos.</p>
<p>Outro destaque da reunião foi a apresentação do projeto Smart Oeste, iniciativa construída pelas equipes técnicas dos municípios por meio da Câmara Técnica de Segurança. A proposta prevê a criação de um Centro Regional de Inteligência voltado à integração de informações estratégicas, monitoramento regional, telecomunicações e apoio às operações intermunicipais.</p>
<p>O sistema deverá contribuir para ações conjuntas nas áreas de segurança pública, defesa civil e mobilidade urbana, permitindo análises regionalizadas, acompanhamento de indicadores e suporte à tomada de decisões pelos gestores municipais. De acordo com a apresentação realizada aos prefeitos, a proposta foi desenvolvida a partir das demandas das próprias cidades e busca fortalecer a cooperação regional por meio do compartilhamento de informações e tecnologias.</p>
<p>A assembleia também recebeu representantes da Sabesp, que apresentaram aos prefeitos o andamento de obras e projetos previstos para a região oeste metropolitana. Foram detalhadas intervenções em execução, cronogramas de obras e ações planejadas para os próximos anos nos municípios consorciados.</p>
<p>Os representantes da companhia também esclareceram dúvidas relacionadas aos encaminhamentos da cobrança da taxa de resíduos sólidos e apresentaram informações sobre o Projeto Tietê, programa voltado à ampliação da coleta e do tratamento de esgoto. Segundo a apresentação, a atual etapa das intervenções contempla municípios da região oeste, incluindo obras em andamento em Barueri e Osasco, com cronograma previsto até 2028.</p>
<p>A reunião reforçou o papel do CIOESTE como espaço de articulação entre os municípios para discussão de pautas comuns, desenvolvimento de projetos regionais e construção de soluções conjuntas para desafios compartilhados pelas cidades da região.</p>
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		<title>Fibromialgia: Mobilização nacional exige direitos e tratamento no SUS</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2026 11:10:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A fibromialgia, uma síndrome dolorosa crônica que afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo, foi o centro de uma série de atividades e mobilizações em diversas cidades neste último domingo (17). O objetivo primordial desses eventos foi jogar luz sobre a complexa natureza da síndrome e, mais importante, pressionar por ações concretas que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A fibromialgia, uma síndrome dolorosa crônica que afeta milhões de pessoas no Brasil e no mundo, foi o centro de uma série de atividades e mobilizações em diversas cidades neste último domingo (17). O objetivo primordial desses eventos foi jogar luz sobre a complexa natureza da síndrome e, mais importante, pressionar por ações concretas que garantam os direitos e o tratamento adequado dos pacientes no Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa busca desmistificar a condição, que muitas vezes é invisível aos olhos alheios, e fortalecer o reconhecimento público e legal daqueles que convivem diariamente com as dores e limitações impostas pela doença. É um chamado urgente por mais visibilidade e acolhimento para uma comunidade que luta contra uma doença que, embora não aparente, é profundamente debilitante.</p>
<p> A mobilização nacional pela fibromialgia e seus objetivos</p>
<p> Ação em Brasília: foco na conscientização e apoio</p>
<p>Na capital federal, o Parque da Cidade foi o palco de uma vasta programação dedicada à conscientização e ao bem-estar dos pacientes com fibromialgia. O evento ofereceu uma gama de serviços e atividades terapêuticas, buscando proporcionar alívio e informação. Entre as opções disponíveis, foram realizadas sessões de acupuntura, que visam mitigar a dor e promover o relaxamento, e de liberação miofascial, técnica focada em aliviar tensões musculares e melhorar a mobilidade.</p>
<p>Além das terapias físicas, houve orientações detalhadas sobre fisioterapia, uma parte crucial no manejo da dor e na manutenção da funcionalidade corporal. A abordagem psicológica também recebeu destaque, com profissionais oferecendo suporte e direcionamento para lidar com os aspectos emocionais da doença. Conversas e rodas de discussão foram organizadas para promover a troca de experiências e a conscientização sobre os desafios da síndrome, criando um espaço de acolhimento e entendimento mútuo para pacientes e seus familiares.</p>
<p> O clamor por políticas públicas eficazes</p>
<p>A servidora pública Ana Dantas, uma das organizadoras da atividade, ressaltou a importância da mobilização nacional em dar mais visibilidade à fibromialgia e em cobrar os direitos dos que convivem com ela. “É uma doença que não é visível, ela existe no nosso corpo, mas ninguém vê”, explica Ana, evidenciando a luta contra a incompreensão e o estigma. Essa invisibilidade, aliada à complexidade dos sintomas, frequentemente leva a diagnósticos tardios e a um tratamento inadequado.</p>
<p>A mobilização é, portanto, um grito por políticas públicas mais robustas e pela adequação da demanda da comunidade fibromiálgica no SUS. A busca é por um sistema de saúde que não apenas reconheça a doença, mas que ofereça um caminho claro para o diagnóstico, tratamento especializado e acesso aos benefícios que, por direito, deveriam ser garantidos. A meta é transformar o reconhecimento legal em ações práticas que melhorem a qualidade de vida dos pacientes.</p>
<p> Compreendendo a fibromialgia: sintomas, causas e impacto</p>
<p> Uma síndrome multifacetada e suas limitações</p>
<p>A fibromialgia é definida como uma síndrome crônica caracterizada por dores musculares e articulares difusas, que se manifestam em diversas partes do corpo. Frequentemente, a dor é acompanhada por uma fadiga intensa, distúrbios significativos do sono, dificuldade de concentração, popularmente conhecida como “névoa mental”, e alterações de humor. Embora a condição não cause inflamações visíveis ou deformações físicas, seu impacto na qualidade de vida dos pacientes é profundo, dificultando atividades cotidianas, desempenho profissional e interações sociais.</p>
<p>Ana Dantas, que descobriu a doença há pouco mais de um ano aos 45 anos, relata as drásticas limitações impostas: &#8220;Coisas que a gente fazia ali durante 20 minutos se gasta umas três ou quatro horas para poder finalizar. É tudo muito lento, tem a questão do esquecimento, a gente esquece as coisas fácil, além da dor que afeta todo o corpo&#8221;. A fibromialgia é mais comum em mulheres, especialmente entre 30 e 60 anos, mas pode atingir pessoas de qualquer idade e gênero. As causas exatas ainda são objeto de estudo, mas especialistas apontam para alterações no funcionamento do sistema nervoso central, que amplifica a percepção da dor. Fatores como estresse prolongado, traumas físicos ou emocionais, ansiedade, depressão e predisposição genética podem contribuir para o seu surgimento.</p>
<p> Caminhos para o diagnóstico e tratamento integrado</p>
<p>Os principais sintomas da fibromialgia incluem dores persistentes por mais de três meses, sensibilidade ao toque em pontos específicos, sensação constante de cansaço, sono não reparador, rigidez muscular e episódios de “névoa mental” — dificuldade de memória e atenção. Outros sintomas que podem ocorrer são dores de cabeça, síndrome do intestino irritável e uma maior sensibilidade a ruídos, luzes e variações de temperatura.</p>
<p>O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado na avaliação médica detalhada e na exclusão de outras doenças com sintomas semelhantes. O tratamento da fibromialgia é geralmente multidisciplinar, envolvendo uma combinação de medidas. Medicamentos podem ser prescritos para controlar a dor, melhorar a qualidade do sono e tratar sintomas associados, como ansiedade e depressão. Além disso, a prática regular de exercícios físicos, como caminhadas, hidroginástica e alongamentos, é considerada fundamental para a redução dos sintomas e melhora da funcionalidade. Terapias psicológicas, fisioterapia, técnicas de relaxamento e mudanças no estilo de vida também são estratégias recomendadas. A psicóloga Mariana Avelar, que trabalha com pacientes de fibromialgia, destaca a importância da psicoeducação: &#8220;Nesse processo de abordagem da doença, a gente desenvolve a consciência sobre tudo o que envolve essa condição, as limitações. Porque afeta a autoestima de muitas mulheres, então é muito importante saber como lidar e receber acolhimento&#8221;. Embora não haja uma cura definitiva, a fibromialgia pode ser controlada, permitindo que muitos pacientes mantenham uma rotina ativa e desfrutem de boa qualidade de vida.</p>
<p> Avanços legais e os desafios da implementação no SUS</p>
<p> Legislação federal: um passo importante para os direitos</p>
<p>Nos últimos anos, o Brasil registrou avanços no reconhecimento estatal das pessoas com fibromialgia. Uma lei federal, promulgada em 2023, estabeleceu diretrizes para o atendimento a esses pacientes no Sistema Único de Saúde. Essa legislação prevê uma abordagem multidisciplinar no tratamento, o incentivo à divulgação de informações sobre a doença e o estímulo à capacitação de profissionais de saúde.</p>
<p>O enquadramento legal garante às pessoas com fibromialgia o acesso aos mesmos direitos concedidos à Pessoa com Deficiência (PcD), o que representa um passo significativo. No entanto, o acesso a esses direitos exige a aprovação em uma avaliação biopsicossocial. A lei também contempla a possibilidade de acessar auxílio por incapacidade temporária (auxílio-doença), aposentadoria por invalidez e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que são cruciais para a segurança financeira e o bem-estar dos pacientes que enfrentam limitações severas.</p>
<p> A barreira da burocracia e a invisibilidade persistente</p>
<p>Apesar dos avanços legislativos, a realidade do acesso a diagnóstico e tratamento especializado pelo SUS ainda enfrenta grandes obstáculos. A enfermeira Flávia Lacerda, que participou da mobilização e tem experiência com pacientes de fibromialgia, aponta as dificuldades: &#8220;Na prática, apesar da lei, o acesso a benefícios e direitos ainda é muito burocrático. E muitos profissionais ainda não sabem inclusive dessa lei e como abordar o problema. A lei precisa pegar de verdade&#8221;.</p>
<p>Essa lacuna entre a letra da lei e a sua aplicação prática é um dos principais desafios. A pouca visibilidade da doença também se reflete na escassez de dados oficiais sobre o número de pessoas com fibromialgia no país, o que dificulta o planejamento de políticas públicas eficazes e a alocação de recursos. A falta de conhecimento entre os profissionais de saúde e a complexidade dos processos burocráticos para a obtenção de benefícios evidenciam a necessidade de uma implementação mais efetiva e de campanhas de informação e capacitação em larga escala. A luta pela fibromialgia continua sendo uma batalha por visibilidade, reconhecimento e, acima de tudo, acesso a uma vida com menos dor e mais dignidade.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> O que é fibromialgia?<br />
A fibromialgia é uma síndrome crônica caracterizada por dor musculoesquelética generalizada, fadiga intensa, distúrbios do sono, problemas de memória e humor. Embora não cause inflamação ou dano tecidual, afeta significativamente a qualidade de vida, sendo mais comum em mulheres e tendo suas causas relacionadas a alterações na percepção da dor pelo sistema nervoso central.</p>
<p> Quais são os direitos das pessoas com fibromialgia no Brasil?<br />
Desde 2023, uma lei federal assegura diretrizes para o atendimento de pacientes com fibromialgia no SUS, incluindo atendimento multidisciplinar, informação e capacitação profissional. Essa legislação garante direitos semelhantes aos da Pessoa com Deficiência (PcD), podendo incluir acesso a auxílio por incapacidade temporária, aposentadoria por invalidez e Benefício de Prestação Continuada (BPC), mediante avaliação biopsicossocial.</p>
<p> O tratamento para fibromialgia está disponível no SUS?<br />
A lei federal de 2023 prevê diretrizes para o atendimento de pessoas com fibromialgia no SUS. No entanto, na prática, o acesso ao diagnóstico e tratamento especializado ainda é desafiador devido à burocracia e à falta de conhecimento sobre a doença e a legislação entre alguns profissionais de saúde. A mobilização nacional busca garantir a efetivação desses direitos.</p>
<p> Como a mobilização nacional busca ajudar os pacientes?<br />
A mobilização nacional tem como objetivo principal dar visibilidade à fibromialgia, educar a população sobre a síndrome e pressionar por políticas públicas que garantam diagnóstico precoce, tratamento adequado e acesso facilitado aos direitos previstos em lei. Os eventos, como o de Brasília, oferecem terapias, orientações e um espaço de acolhimento para a comunidade.</p>
<p>Para mais informações sobre a fibromialgia e como apoiar a causa dos pacientes, mantenha-se informado sobre as iniciativas de saúde pública e as campanhas de conscientização.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Projeto na Amazônia oferece tratamento gratuito para doença de Jorge Lobo</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/projeto-na-amazonia-oferece-tratamento-gratuito-para-doenca-de-jorge-lobo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 05:02:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[lobo]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A luta contra doenças negligenciadas na Amazônia ganha um novo capítulo de esperança com iniciativas focadas em proporcionar tratamento gratuito e digno. O seringueiro e agricultor familiar Augusto Bezerra da Silva, hoje com 65 anos, é um dos muitos que sentiram o peso de uma condição rara e debilitante. Diagnosticado aos 20 anos com a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A luta contra doenças negligenciadas na Amazônia ganha um novo capítulo de esperança com iniciativas focadas em proporcionar tratamento gratuito e digno. O seringueiro e agricultor familiar Augusto Bezerra da Silva, hoje com 65 anos, é um dos muitos que sentiram o peso de uma condição rara e debilitante. Diagnosticado aos 20 anos com a doença de Jorge Lobo (DJL), também conhecida como lobomicose, ele enfrentou décadas de isolamento e preconceito devido às lesões nodulares que afetam a pele. Essa enfermidade, endêmica da Amazônia Ocidental, causa um profundo impacto psicológico, levando pacientes a se afastarem do convívio social. A carência de diagnóstico e de um tratamento eficaz historicamente tem agravado a situação de populações ribeirinhas, povos originários e trabalhadores extrativistas.</p>
<p> A doença de Jorge Lobo: um desafio na Amazônia</p>
<p>A doença de Jorge Lobo (DJL) é uma micose rara e crônica, descrita pela primeira vez em 1931 pelo dermatologista pernambucano Jorge Oliveira Lobo. Caracterizada por lesões nodulares semelhantes a queloides que podem surgir em diversas partes do corpo, como orelhas, pernas e braços, a infecção ocorre pela penetração de um fungo na pele. Com a progressão da doença, as lesões podem levar a desfigurações severas e incapacitação, impactando diretamente a qualidade de vida dos pacientes.</p>
<p> Impacto psicológico e social da lobomicose</p>
<p>O caso de Augusto Bezerra da Silva exemplifica o drama vivido por muitos. Aos 20 anos, as lesões em seu rosto causavam dor, coceira e inflamação, forçando-o a interromper seu trabalho e a se isolar. A exposição ao sol agravava ainda mais seu quadro. &#8220;Você, novinho, você se acha perfeito, sem defeito. Aí depois você tem que se isolar, sem ter como, para melhor dizer, ser liberto. Se colocar isolado com a idade de 20 anos, até perto da idade de 65 não é fácil mesmo&#8221;, relatou Augusto. O estigma associado às lesões leva muitos a se esconderem da própria família e da comunidade, como também ocorreu com ele.</p>
<p>Dados recentes indicam 907 casos da doença no país, sendo 496 detectados somente no Acre. A DJL afeta predominantemente grupos em situação de vulnerabilidade social e com acesso limitado a serviços de saúde. A falta de conhecimento sobre a doença e a dificuldade de acesso a um diagnóstico preciso e a um tratamento adequado contribuíram para o sofrimento prolongado desses indivíduos. A incerteza e a falta de respostas sobre sua condição agravaram o isolamento de Augusto, que chegou a se afastar da família por vergonha.</p>
<p> Projeto Aptra Lobo: esperança e inovação no tratamento</p>
<p>Diante da urgência de combater a carência de opções para os pacientes com DJL, o Ministério da Saúde reuniu especialistas e concebeu o projeto Aptra Lobo. Esta iniciativa abrange 104 pacientes com lobomicose na Região Norte e tem como principal meta estruturar o manejo da doença no Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo o acesso a um tratamento gratuito e eficaz.</p>
<p> Metodologia e resultados promissores</p>
<p>Conduzido nos estados do Acre, Amazonas e Rondônia, o projeto Aptra Lobo integra assistência, pesquisa clínica e a geração de evidências para subsidiar a criação de diretrizes no SUS. A iniciativa é uma colaboração entre o Hospital Israelita Albert Einstein, a Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA) e faz parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde. O objetivo é padronizar o fluxo de atendimento para a lobomicose e já apresenta resultados encorajadores: mais de 50% dos participantes experimentaram melhora significativa das lesões.</p>
<p>O tratamento consiste na administração do antifúngico itraconazol, disponível no SUS, com doses personalizadas para cada paciente. Além do manejo clínico, o projeto amplia o acesso ao diagnóstico em regiões remotas, realizando biópsias e exames laboratoriais no próprio território. O acompanhamento e o tratamento da doença são contínuos, e cirurgias são realizadas em casos selecionados para a remoção de lesões. O doutor João Nobrega de Almeida Júnior, infectologista e patologista clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, destaca a participação ativa das equipes locais, que são responsáveis pela captação dos pacientes, diagnóstico e tratamento. Ele ressalta, no entanto, que o difícil acesso às comunidades ribeirinhas representa uma grande barreira, com expedições e auxílio de custos de transporte sendo cruciais para alcançar os pacientes a cada três meses.</p>
<p>No caso de Augusto, o tratamento gratuito reduziu drasticamente as lesões, aliviando o sofrimento físico e psicológico. &#8220;Hoje eu me sinto mais tranquilo porque tem pouco caroço no meu rosto e hoje eu me sinto mais aliviado do problema que eu vinha sentindo&#8221;, afirmou o seringueiro, que retomou o contato familiar e se sente &#8220;mais liberto&#8221;, embora reconheça que a recuperação total seja um processo contínuo.</p>
<p> O futuro do combate à doença de Jorge Lobo</p>
<p>Em dezembro do ano passado, o projeto Aptra Lobo lançou um manual abrangente que oferece ferramentas práticas para aprimorar o diagnóstico, o tratamento e a prevenção da lobomicose. Esse documento é um marco fundamental para uma doença tão antiga e historicamente negligenciada, fortalecendo a capacidade de acolher e cuidar das populações afetadas.</p>
<p>Segundo o doutor Almeida Júnior, os próximos passos incluem a elaboração de um Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT), um documento mais completo, com previsão de lançamento para 2026. A equipe planeja analisar os dados gerados pelo acompanhamento dos pacientes tratados com itraconazol para fundamentar o PCDT e discutir a renovação do projeto, com foco em ações que garantam um legado duradouro para o cuidado adequado dos pacientes. O objetivo é claro: continuar a lutar para que a doença de Jorge Lobo não seja mais considerada uma condição negligenciada, assegurando que o tratamento gratuito chegue a todos que precisam na Amazônia e além.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a doença de Jorge Lobo e o Projeto Aptra Lobo</p>
<p> O que é a doença de Jorge Lobo (DJL)?<br />
A doença de Jorge Lobo (DJL), ou lobomicose, é uma micose cutânea profunda rara, causada por um fungo, que provoca lesões nodulares na pele, semelhantes a queloides. É endêmica da Amazônia Ocidental e afeta principalmente populações em áreas rurais e de difícil acesso.</p>
<p> Como o Projeto Aptra Lobo ajuda os pacientes?<br />
O Projeto Aptra Lobo oferece diagnóstico, tratamento gratuito com o antifúngico itraconazol e acompanhamento clínico a pacientes com lobomicose na Região Norte do Brasil. Ele também realiza biópsias e exames em áreas remotas e busca padronizar o manejo da doença no SUS, integrando assistência, pesquisa e geração de evidências.</p>
<p> Quais são os próximos passos para o Projeto Aptra Lobo?<br />
Os próximos passos incluem a análise dos dados gerados pelo acompanhamento dos pacientes para a elaboração de um Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT), previsto para 2026. O projeto também visa discutir sua renovação para garantir um legado de cuidado contínuo e a luta para que a doença de Jorge Lobo deixe de ser negligenciada.</p>
<p>Se você ou alguém que você conhece vive em uma região endêmica e apresenta sintomas da doença de Jorge Lobo, procure um serviço de saúde e informe-se sobre as iniciativas de tratamento gratuito e apoio existentes. A informação e o acesso ao cuidado são os primeiros passos para uma vida com mais dignidade.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Anvisa aprova novo tratamento para esclerose múltipla</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/anvisa-aprova-novo-tratamento-para-esclerose-multipla/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 23:01:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou um marco significativo para milhares de pacientes brasileiros que convivem com a esclerose múltipla. Nesta semana, a agência concedeu aprovação ao medicamento Briumvi (ublituximabe), desenvolvido para tratar formas recorrentes da doença em adultos. Este novo fármaco representa uma esperança renovada para uma comunidade que busca constantemente por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou um marco significativo para milhares de pacientes brasileiros que convivem com a esclerose múltipla. Nesta semana, a agência concedeu aprovação ao medicamento Briumvi (ublituximabe), desenvolvido para tratar formas recorrentes da doença em adultos. Este novo fármaco representa uma esperança renovada para uma comunidade que busca constantemente por terapias mais eficazes capazes de mitigar os avanços e sintomas dessa condição neurodegenerativa complexa. A inclusão do Briumvi no arsenal terapêutico nacional é um passo adiante na melhoria da qualidade de vida e no manejo da esclerose múltipla, uma doença que afeta milhões globalmente e dezenas de milhares no Brasil. A decisão da Anvisa sublinha o compromisso contínuo com a inovação médica e o acesso a tratamentos de ponta, essenciais para uma doença sem cura definitiva, mas cujos impactos podem ser significativamente controlados.</p>
<p> O avanço no tratamento da esclerose múltipla: a chegada do Briumvi</p>
<p>A aprovação do Briumvi pela Anvisa inaugura uma nova fase para o tratamento das formas recorrentes de esclerose múltipla no Brasil. Este medicamento tem como princípio ativo o ublituximabe, um anticorpo monoclonal que opera através de um mecanismo de ação inovador no combate à progressão da doença. A esclerose múltipla, caracterizada por ataques do sistema imunológico contra a mielina – a camada protetora dos neurônios – leva a uma série de disfunções neurológicas. O ublituximabe foi projetado para atuar especificamente em células B, um tipo de linfócito que desempenha um papel crucial na patogênese da doença, regulando a resposta autoimune e, consequentemente, reduzindo a inflamação e o dano neural.</p>
<p> Mecanismo de ação e benefícios esperados</p>
<p>O ublituximabe, o princípio ativo do Briumvi, é um anticorpo monoclonal que se liga a um marcador específico nas células B, o CD20. Ao fazer isso, ele as elimina do sistema circulatório, prevenindo que essas células ataquem a mielina no cérebro e na medula espinhal. Este processo interrompe a cascata inflamatória que é a marca registrada da esclerose múltipla, diminuindo a frequência e a intensidade das recaídas, além de retardar a progressão da incapacidade. Estudos clínicos demonstram que o Briumvi pode oferecer uma redução significativa nas taxas de surtos anuais e na formação de novas lesões cerebrais, proporcionando aos pacientes uma melhor perspectiva de estabilidade da doença. Para os adultos com formas recorrentes de esclerose múltipla, incluindo a esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) e a esclerose múltipla secundária progressiva (EMSP) ativa, essa nova opção terapêutica representa um avanço considerável, adicionando uma ferramenta potente ao arsenal médico já existente. A expectativa é que o medicamento ofereça um perfil de segurança e eficácia favorável, contribuindo para uma melhor qualidade de vida e funcionalidade dos pacientes.</p>
<p> Compreendendo a esclerose múltipla: uma doença complexa e seus desafios</p>
<p>A esclerose múltipla é uma doença crônica, imprevisível e neurodegenerativa que afeta o sistema nervoso central, ou seja, o cérebro e a medula espinhal. Sua origem é multifatorial, envolvendo uma resposta anormal do sistema imunológico que, por engano, ataca a mielina, a bainha protetora que envolve as fibras nervosas. Essa destruição da mielina impede a transmissão eficaz dos impulsos nervosos, resultando em uma ampla gama de sintomas que variam em tipo e intensidade de pessoa para pessoa. A imprevisibilidade da doença e a diversidade de seus sintomas tornam o diagnóstico e o manejo um desafio contínuo para pacientes e profissionais de saúde.</p>
<p> Natureza e causas da esclerose múltipla</p>
<p>A esclerose múltipla é classificada como uma doença autoimune, onde o próprio corpo ataca seus tecidos saudáveis. No caso da EM, os glóbulos brancos, parte do sistema de defesa do organismo, atacam a mielina, causando inflamação e lesões. Essas lesões podem ocorrer em diferentes áreas do cérebro e da medula espinhal, explicando a multiplicidade dos sintomas. Embora a causa exata ainda seja desconhecida, acredita-se que uma combinação de fatores genéticos e ambientais, como deficiência de vitamina D, infecções virais (como o vírus Epstein-Barr) e tabagismo, possa desencadear ou influenciar o desenvolvimento da doença em indivíduos predispostos. A compreensão desses fatores é crucial para a pesquisa de estratégias preventivas e terapêuticas futuras.</p>
<p> Sintomas e impacto na qualidade de vida</p>
<p>Os sintomas da esclerose múltipla são variados e podem ser debilitantes, afetando significativamente a qualidade de vida dos pacientes. Entre os mais comuns, destacam-se a fadiga extrema, que não melhora com o repouso; fraqueza muscular; alterações sensoriais, como dormência ou formigamento; problemas de visão, incluindo visão turva ou dupla; dificuldade de equilíbrio e coordenação; e alterações cognitivas, como problemas de memória, atenção e processamento de informações. A doença também pode afetar o estado emocional, provocando alterações de humor, depressão e ansiedade, que são muitas vezes subestimadas, mas que têm um impacto profundo no bem-estar diário. A natureza progressiva e os surtos imprevisíveis podem levar à perda gradual da independência e a desafios significativos no trabalho e nas atividades sociais.</p>
<p> Epidemiologia e o perfil dos pacientes</p>
<p>A esclerose múltipla não é uma doença rara. Estima-se que quase 3 milhões de pessoas em todo o mundo vivam com a condição, e no Brasil, cerca de 40 mil indivíduos são afetados. A doença tende a se manifestar principalmente em adultos jovens, geralmente entre 20 e 50 anos de idade, o que significa que atinge as pessoas em seus anos mais produtivos. Há uma prevalência notável em mulheres, que são duas a três vezes mais propensas a desenvolver a doença do que os homens. Esses dados epidemiológicos ressaltam a importância de tratamentos eficazes e acessíveis, bem como o apoio contínuo à pesquisa para entender melhor a doença e encontrar soluções que melhorem a vida dos afetados em diversas regiões do planeta.</p>
<p> Perspectivas e o futuro do tratamento</p>
<p>A aprovação do Briumvi pela Anvisa é um testemunho da evolução contínua na compreensão e no tratamento da esclerose múltipla. Embora a doença ainda não tenha uma cura definitiva, a introdução de terapias inovadoras como esta oferece aos pacientes a esperança de uma vida com menos surtos, menor progressão da incapacidade e, consequentemente, uma qualidade de vida significativamente melhorada. O caminho para erradicar a esclerose múltipla é longo, mas cada novo medicamento aprovado, cada pesquisa avançada e cada descoberta científica nos aproxima desse objetivo. A comunidade médica e os pacientes olham para o futuro com otimismo cauteloso, cientes de que a colaboração entre pesquisadores, indústrias farmacêuticas, órgãos reguladores e associações de pacientes é fundamental para continuar avançando na luta contra esta complexa condição neurológica.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> 1. O que é esclerose múltipla?<br />
A esclerose múltipla é uma doença autoimune e neurodegenerativa crônica que afeta o cérebro e a medula espinhal. O sistema imunológico ataca a mielina, a camada protetora dos nervos, causando danos que interrompem a comunicação entre o cérebro e o corpo, resultando em uma variedade de sintomas neurológicos.</p>
<p> 2. Como o Briumvi age no organismo para tratar a esclerose múltipla?<br />
O Briumvi (ublituximabe) é um anticorpo monoclonal que age se ligando a uma proteína específica (CD20) presente nas células B do sistema imunológico. Ao fazer isso, o medicamento elimina essas células B, que são consideradas responsáveis por atacar a mielina na esclerose múltipla, reduzindo a inflamação e a progressão da doença.</p>
<p> 3. O Briumvi oferece a cura para a esclerose múltipla?<br />
Não, o Briumvi, assim como outros tratamentos disponíveis atualmente, não oferece a cura para a esclerose múltipla. Contudo, ele é eficaz em modificar o curso da doença, reduzindo a frequência e a intensidade dos surtos e retardando a progressão da incapacidade, o que melhora significativamente a qualidade de vida dos pacientes.</p>
<p> 4. Quem pode ser tratado com o Briumvi?<br />
O Briumvi é aprovado para o tratamento de formas recorrentes de esclerose múltipla em adultos, incluindo a esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) e a esclerose múltipla secundária progressiva (EMSP) ativa. A decisão sobre a indicação e o início do tratamento deve ser feita por um médico especialista, considerando o perfil individual de cada paciente.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os avanços no tratamento da esclerose múltipla e, em caso de dúvidas ou necessidade de orientação, consulte sempre um médico neurologista.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Novo acelerador linear no Graacc otimiza tratamento de câncer infantil</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/novo-acelerador-linear-no-graacc-otimiza-tratamento-de-cancer-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 05:01:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[acelerador]]></category>
		<category><![CDATA[Cancer]]></category>
		<category><![CDATA[Graacc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São Paulo, Brasil – O Hospital Graacc, referência nacional no tratamento de câncer infantil, deu um significativo passo na modernização de sua infraestrutura com a aquisição de um novo acelerador linear de última geração. O equipamento, avaliado em cerca de R$ 9 milhões, promete revolucionar a radioterapia oferecida às crianças e adolescentes, aumentando a capacidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo, Brasil – O Hospital Graacc, referência nacional no tratamento de câncer infantil, deu um significativo passo na modernização de sua infraestrutura com a aquisição de um novo acelerador linear de última geração. O equipamento, avaliado em cerca de R$ 9 milhões, promete revolucionar a radioterapia oferecida às crianças e adolescentes, aumentando a capacidade de atendimento e aprimorando a qualidade dos procedimentos. Esta inovação não apenas eleva o padrão de tratamento disponível, mas também se alinha a um esforço governamental maior para equipar hospitais em todo o país com tecnologia avançada. A expectativa é que o novo aparelho impulsione a capacidade de tratamento mensal de 150 para até 250 pacientes, um avanço crucial para a saúde pública brasileira.</p>
<p> Avanço tecnológico no tratamento do câncer infantil</p>
<p>A chegada do acelerador linear Elekta, modelo Versa HD, ao Graacc representa um marco para a oncologia pediátrica. Este equipamento de radioterapia substitui um modelo anterior, trazendo consigo ganhos substanciais em precisão, qualidade e rapidez nas sessões de tratamento. Sua tecnologia avançada permite a aplicação de feixes de radiação com exatidão milimétrica, um fator decisivo quando se trata de tratar crianças, onde a proteção dos tecidos saudáveis adjacentes é de suma importância.</p>
<p> Impacto direto para pacientes</p>
<p>Os benefícios diretos para os pequenos pacientes são múltiplos. Além da maior precisão, que minimiza a exposição de órgãos e tecidos sadios à radiação, as sessões de tratamento tornam-se mais breves e altamente específicas. Conforme explicou o CEO do Hospital Graacc, a quantidade de radiação que a criança recebe é significativamente menor, o que se traduz em uma redução drástica dos efeitos colaterais. &#8220;Para nós, o maior impacto é na qualidade do atendimento. Além de ser mais moderna, é uma máquina mais rápida e mais precisa. A quantidade de radiação que a criança acaba recebendo é bem menor, assim como os efeitos colaterais. A precisão do feixe radioativo é da ordem de milímetros, o que é decisivo quando você pensa numa criança&#8221;, destacou.</p>
<p>Atualmente, a equipe do Graacc já atende cerca de 15 pacientes com o aparelho recém-instalado, com a perspectiva de retomar o atendimento de até 150 pacientes e, em sua plena operacionalidade, alcançar a marca de 250 pacientes por mês. Este aumento na capacidade é vital para reduzir filas e oferecer tratamento de ponta a um número maior de crianças que lutam contra o câncer.</p>
<p> Expansão e financiamento da infraestrutura oncológica no Brasil</p>
<p>A inauguração do acelerador no Graacc contou com a presença do então ministro da Saúde, que enfatizou a importância de tais aquisições no âmbito do programa de financiamento de terapias de alto custo do Ministério da Saúde. A iniciativa visa fortalecer a rede de tratamento oncológico em todo o território nacional, garantindo acesso a equipamentos modernos.</p>
<p> Iniciativas governamentais e telemedicina</p>
<p>O ministro ressaltou o compromisso de garantir que, pela primeira vez na história, todos os estados brasileiros contem com pelo menos um acelerador linear. &#8220;Vamos chegar este ano pela primeira vez com pelo menos um aparelho destes em cada estado do Brasil. O último que falta é no estado de Roraima, mas os equipamentos já estão lá e a gente vai inaugurar este ano&#8221;, afirmou.</p>
<p>Além do investimento em equipamentos, o Ministério da Saúde anunciou uma ampliação no custeio das unidades que realizam atendimentos de alto custo ou tratamentos de câncer. O programa &#8220;Agora Tem Especialistas&#8221; prevê um aumento de 30% no valor pago por sessão de radioterapia, um incentivo fundamental para a manutenção e aprimoramento desses serviços. Apenas por meio deste programa, 13 aceleradores lineares foram entregues, de um total de 20 aparelhos avançados destinados ao tratamento do câncer, beneficiando também outras unidades como o Hospital São Paulo, da Unifesp.</p>
<p>Essa expansão da infraestrutura tecnológica acarreta uma demanda e, consequentemente, uma maior expectativa na formação de quadros técnicos especializados. Profissionais como médicos residentes, fisioterapeutas, enfermeiros e radiologistas têm a oportunidade de aprimorar seus conhecimentos em centros de excelência como o Graacc, garantindo que a tecnologia seja acompanhada por expertise humana qualificada.</p>
<p>Paralelamente, o ministro também destacou o avanço significativo na capacidade de diagnósticos, impulsionado por um convênio de telemedicina com o Hospital A.C. Camargo, na capital paulista. Esta parceria revolucionou o tempo de resposta em regiões que antes demoravam até seis meses para fechar um diagnóstico de câncer. Atualmente, os dados são enviados e analisados por anatomopatologistas especializados, reduzindo o tempo para cerca de duas semanas. Essa agilidade no diagnóstico é crucial, pois, como enfatizou o ministro, &#8220;o tratamento mais rápido também significa mais chance de sobrevivência&#8221;.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A aquisição do novo acelerador linear pelo Hospital Graacc representa um salto qualitativo no tratamento do câncer infantil no Brasil. Aliada a iniciativas governamentais de expansão e financiamento da infraestrutura oncológica, além de avanços na telemedicina para diagnósticos, essa modernização tecnológica reforça o compromisso com a saúde e a vida de milhares de crianças. É um esforço conjunto que promete não apenas aprimorar a eficácia dos tratamentos, mas também aumentar as chances de cura e oferecer um futuro mais promissor para os pacientes mais jovens do país.</p>
<p> FAQ</p>
<p> O que é um acelerador linear e qual sua importância no tratamento do câncer?<br />
Um acelerador linear é um equipamento médico avançado utilizado em radioterapia para tratar o câncer. Ele gera feixes de radiação de alta energia que podem ser direcionados com precisão para destruir células cancerosas, minimizando danos aos tecidos saudáveis circundantes. Sua importância reside na capacidade de oferecer tratamentos mais eficazes, com menos efeitos colaterais e maior segurança para o paciente.</p>
<p> Como o novo aparelho do Graacc beneficia as crianças em tratamento?<br />
O novo acelerador linear Elekta Versa HD no Graacc oferece benefícios cruciais, como maior precisão milimétrica na entrega da radiação, o que reduz a exposição de tecidos sadios e os efeitos colaterais. Além disso, permite sessões de tratamento mais rápidas e específicas, aumentando o conforto do paciente e a capacidade de atendimento do hospital, de 150 para até 250 pacientes por mês.</p>
<p> Qual o impacto do programa &#8220;Agora Tem Especialistas&#8221; na oncologia brasileira?<br />
O programa &#8220;Agora Tem Especialistas&#8221; do Ministério da Saúde tem um impacto significativo na oncologia brasileira ao investir na aquisição e custeio de equipamentos avançados, como os aceleradores lineares. Ele visa garantir que todos os estados tenham acesso a essa tecnologia, aumentando em 30% o valor pago por sessão de radioterapia e contribuindo para a formação de profissionais especializados, fortalecendo a rede de tratamento de câncer no país.</p>
<p>Seja parte dessa transformação na saúde infantil. Apoie as iniciativas de pesquisa e tratamento contra o câncer e ajude a construir um futuro mais saudável para nossas crianças.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Câmara de Barueri amplia direitos para pacientes em cuidados paliativos </title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/camara-de-barueri-amplia-direitos-para-pacientes-em-cuidados-paliativos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 20:27:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[barueri]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara de Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados palhativos]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Política Municipal de Cuidados Paliativos amplia controle da dor e oferece apoio às famílias na rede pública de saúde Pacientes com doenças graves em Barueri poderão receber atendimento mais completo, com controle da dor e apoio à família durante todo o tratamento. A nova política que amplia o cuidado na rede pública e busca melhorar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="parent-fieldname-description" class="documentDescription"><em><strong>Política Municipal de Cuidados Paliativos amplia controle da dor e oferece apoio às famílias na rede pública de saúde</strong></em></div>
<div id="viewlet-above-content-body"></div>
<div>
<p>Pacientes com doenças graves em Barueri poderão receber atendimento mais completo, com controle da dor e apoio à família durante todo o tratamento. A nova política que amplia o cuidado na rede pública e busca melhorar a qualidade de vida dessas pessoas foi aprovada pelos vereadores na terça-feira, 7.</p>
<p>O Projeto de Lei 006/2026 cria a Política Municipal de Cuidados Paliativos, um conjunto de ações voltadas a pessoas com doenças que ameaçam a vida. O principal objetivo é aliviar o sofrimento, tratando não só a doença, mas também os impactos físicos, emocionais e sociais do paciente e seus familiares.</p>
<p>A proposta determina que esse atendimento comece desde os primeiros estágios da doença. Na prática, significa que o paciente não precisa estar em fase terminal para receber esse tipo de suporte.</p>
<p>O texto também prevê atendimento multidisciplinar — ou seja, com diferentes especialistas, como médicos, enfermeiros e outros profissionais — além de suporte às famílias, inclusive durante o período de luto.</p>
<p>Segundo o autor, a medida busca tornar o cuidado mais humano e completo.</p>
<p>“A proposta visa promover a qualidade de vida, prevenir e aliviar o sofrimento, garantindo um cuidado digno e completo ao paciente e à sua família”, afirmou o vereador Thiago Rodrigues (PSB), autor do projeto de lei.</p>
<p>A política também inclui capacitação de profissionais e integração dos serviços de saúde, com atendimento em hospitais, ambulatórios e até em casa, quando necessário.</p>
<p>Com a aprovação pela Câmara Municipal, o projeto agora depende da assinatura do prefeito para passar a valer como lei. A Prefeitura deverá ainda definir as regras e organizar como os cuidados paliativos serão oferecidos na rede municipal.</p>
</div>
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		<title>Cajamar garante transporte gratuito para pacientes em tratamento contra o câncer</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/cajamar-garante-transporte-gratuito-para-pacientes-em-tratamento-contra-o-cancer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 14:32:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cajamar]]></category>
		<category><![CDATA[Cancer]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O município de Cajamar sancionou a Lei nº 2.240, de 1º de abril de 2026, que garante gratuidade no transporte coletivo municipal para pessoas em tratamento de neoplasia maligna (câncer). A medida tem como objetivo reduzir os custos com deslocamento para consultas, exames, quimioterapia e radioterapia, oferecendo mais suporte aos pacientes. O benefício assegura isenção [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O município de Cajamar sancionou a Lei nº 2.240, de 1º de abril de 2026, que garante gratuidade no transporte coletivo municipal para pessoas em tratamento de neoplasia maligna (câncer). A medida tem como objetivo reduzir os custos com deslocamento para consultas, exames, quimioterapia e radioterapia, oferecendo mais suporte aos pacientes.</p>
<p>O benefício assegura isenção integral da tarifa para pacientes em tratamento médico, ambulatorial ou hospitalar, podendo ser estendido a um acompanhante, quando houver necessidade comprovada por laudo médico. Para ter acesso, é preciso residir em Cajamar, apresentar diagnóstico atualizado, comprovar tratamento ativo e possuir renda familiar per capita de até dois salários mínimos.</p>
<p>O cadastro deve ser realizado na Central de Atendimento do Cartão BEM, localizada na Rua Jean Anastace Kovelis, 123, no bairro do Polvilho (Anhanguera Parque Shopping). Mais informações podem ser obtidas com o Demutran Cajamar pelo telefone (11) 4446-0015.</p>
<p>A iniciativa amplia o acesso ao tratamento e reforça o compromisso do município em oferecer mais dignidade e apoio às pessoas que enfrentam o câncer.</p>
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		<title>A Vacina contra herpes-zóster é segura para pacientes reumáticos, confirma estudo</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/a-vacina-contra-herpes-zoster-e-segura-para-pacientes-reumaticos-confirma-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 05:01:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[herpes]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[zóster]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma notícia animadora surge para o cenário da saúde, especialmente para milhões de indivíduos que vivem com doenças reumáticas autoimunes (DRAI), como artrite reumatoide e lúpus. Um recente e abrangente estudo, conduzido por pesquisadores brasileiros, revelou que a vacina contra a herpes-zóster, popularmente conhecida como cobreiro, é segura para essa população. Os resultados da pesquisa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma notícia animadora surge para o cenário da saúde, especialmente para milhões de indivíduos que vivem com doenças reumáticas autoimunes (DRAI), como artrite reumatoide e lúpus. Um recente e abrangente estudo, conduzido por pesquisadores brasileiros, revelou que a vacina contra a herpes-zóster, popularmente conhecida como cobreiro, é segura para essa população. Os resultados da pesquisa demonstram que a vacinação não apenas é bem tolerada, mas também não aumenta o risco de agravamento das condições pré-existentes, mesmo em pacientes com a doença ativa ou em tratamento com imunossupressores. Essa descoberta é crucial, pois preenche uma lacuna importante no conhecimento sobre a imunização em um grupo de pacientes com sistema imunológico frequentemente comprometido, oferecendo uma ferramenta preventiva valiosa contra uma doença que pode ter complicações graves.</p>
<p> Segurança e eficácia comprovadas para pacientes reumáticos</p>
<p>A pesquisa, considerada a maior do mundo a investigar sistematicamente a segurança e a resposta imune da vacina em pacientes com doenças reumáticas autoimunes, oferece dados robustos que tranquilizam tanto profissionais de saúde quanto os próprios pacientes. O estudo acompanhou uma coorte significativa e diversificada, proporcionando uma compreensão aprofundada dos benefícios e particularidades da vacinação nesse grupo.</p>
<p> Metodologia robusta e resultados promissores</p>
<p>A pesquisa incluiu 1.192 indivíduos diagnosticados com nove diferentes doenças reumáticas autoimunes, abrangendo condições como artrite reumatoide, lúpus, esclerodermia e espondilartrite. Os resultados são notavelmente promissores: aproximadamente 90% dos participantes desenvolveram anticorpos adequados após o esquema de duas doses da vacina recombinante. Este alto índice de soroconversão indica uma resposta imune eficaz, mesmo em um grupo com o sistema imunológico frequentemente fragilizado.</p>
<p>Um dos achados mais importantes do estudo diz respeito à segurança da vacina. Mesmo pacientes que estavam com a doença em atividade no momento da vacinação, correspondendo a cerca de 30% do grupo estudado, não apresentaram piora do quadro. A taxa de agravamento das condições pré-existentes entre os vacinados foi de 14%, um percentual muito similar aos 15% registrados no grupo que recebeu apenas placebo. Além disso, os pacientes reumáticos vacinados reportaram menos eventos adversos locais, como dor no local da aplicação, e sistêmicos, como febre, em comparação com um grupo controle de pessoas saudáveis. Esses dados reforçam a alta segurança da vacina para essa população vulnerável. O artigo completo com os resultados foi publicado na prestigiada revista científica The Lancet Rheumatology, conferindo credibilidade e visibilidade internacional aos achados.</p>
<p> Casos específicos e desafios na resposta imune</p>
<p>Apesar dos resultados amplamente positivos, a pesquisa também identificou algumas nuances importantes. Houve uma ressalva para pacientes em tratamento com medicamentos imunossupressores específicos, como o rituximabe e o micofenolato de mofetila. Nesses subgrupos, a resposta imune observada foi menos robusta, indicando que a vacina pode não ser tão eficaz quanto em outros pacientes.</p>
<p>Para esses casos, os pesquisadores sugerem a necessidade de avaliações individualizadas e a consideração de estratégias alternativas. Isso pode incluir a administração de doses adicionais da vacina ou a implementação de um esquema de reforço, buscando otimizar a proteção. Essa abordagem personalizada é crucial para garantir que todos os pacientes com doenças reumáticas autoimunes possam se beneficiar da vacinação, adaptando o protocolo às suas necessidades imunológicas específicas e aos tratamentos em curso.</p>
<p> Entendendo a herpes-zóster e suas complicações</p>
<p>A herpes-zóster, conhecida popularmente como cobreiro, é uma condição que vai muito além de um simples incômodo. É uma doença dolorosa e potencialmente debilitante, que merece atenção especial, principalmente em indivíduos com o sistema imunológico comprometido. A compreensão de sua causa, sintomas e complicações reforça a importância da prevenção.</p>
<p> O que é e como se manifesta o cobreiro</p>
<p>A herpes-zóster é causada pelo vírus Varicela-Zóster (VVZ), o mesmo responsável pela catapora. Após a infecção inicial por catapora, geralmente na infância, o vírus não é eliminado do corpo. Ele permanece inativo, ou em latência, alojado nos gânglios nervosos da coluna vertebral ou do crânio. Anos depois, por diversos fatores, especialmente a queda da imunidade (devido à idade avançada, estresse, doenças crônicas ou uso de imunossupressores), o vírus pode ser reativado, causando a herpes-zóster.</p>
<p>Os sintomas iniciais incluem dor intensa, formigamento, ardor, coceira ou uma sensibilidade exagerada ao toque na área afetada. Essa dor, por vezes, antecede o aparecimento das lesões e pode ser confundida com outras condições. Frequentemente, é acompanhada por febre baixa, dor de cabeça e mal-estar geral. Na fase ativa, surgem manchas vermelhas na pele que rapidamente evoluem para pequenas bolhas agrupadas, cheias de líquido transparente. Essas lesões costumam seguir o trajeto de um nervo, geralmente em um lado do corpo. As bolhas se rompem, secam e formam crostas em cerca de sete a 10 dias, com a pele geralmente se recuperando completamente em até quatro semanas. O tratamento, que deve ser iniciado nas primeiras 72 horas após o surgimento das lesões para ser mais eficaz, envolve o uso de antivirais. Para o controle da dor, analgésicos são recomendados, e em caso de infecções bacterianas secundárias, antibióticos podem ser necessários.</p>
<p> Riscos e a importância da prevenção</p>
<p>As complicações da herpes-zóster podem ser severas e variadas, impactando significativamente a qualidade de vida do paciente. A complicação mais comum e temida é a neuralgia pós-herpética, uma dor crônica e persistente que pode durar meses ou até anos após a cicatrização das lesões de pele. Essa dor pode ser debilitante e refratária a tratamentos convencionais.</p>
<p>Além da dor crônica, o vírus pode afetar funções neurológicas mais amplas, dependendo do nervo acometido, comprometendo o equilíbrio, a fala, a deglutição e os movimentos de diversas partes do corpo, como olhos, mãos, pernas e dedos. Outras complicações incluem a queda de plaquetas (trombocitopenia), síndromes mais raras, mas graves, como a Síndrome de Reye (uma inflamação cerebral potencialmente fatal), e quadros de varicela disseminada ou varicela hemorrágica em indivíduos com sistema imunológico gravemente comprometido. Infecções bacterianas secundárias da pele, como impetigo, abscesso, celulite e erisipela, são comuns. Em casos mais graves, a infecção pode evoluir para quadros sistêmicos sérios, como sepse, artrite, pneumonia, endocardite, encefalite, meningite e glomerulonefrite.</p>
<p>Diante de um quadro de complicações tão extenso e potencialmente devastador, a vacinação emerge como uma ferramenta crucial de saúde pública e individual. Para pacientes com doenças reumáticas autoimunes, que já possuem um sistema imunológico fragilizado e um risco aumentado de desenvolver formas graves da doença, a prevenção através da vacina recombinante torna-se ainda mais vital. A vacina, já disponível no mercado, é recomendada para indivíduos acima de 50 anos, faixa etária com maior risco de reativação do vírus. A prevenção não só evita o sofrimento e os riscos associados à doença, mas também reduz os custos elevados para o sistema de saúde, que frequentemente incluem internações prolongadas e tratamentos complexos.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A pesquisa, com sua metodologia robusta e resultados promissores, solidifica a importância da vacina contra a herpes-zóster para pacientes com doenças reumáticas autoimunes. Ela não apenas valida a segurança da imunização em uma população vulnerável, mas também abre portas para a melhoria da qualidade de vida, evitando complicações severas e internações que geram alto custo e sofrimento. Embora a resposta imune possa variar em subgrupos específicos, a mensagem central é clara: a prevenção do cobreiro é viável e recomendada. O diálogo com o médico reumatologista é fundamental para avaliar a indicação e o esquema vacinal mais adequado, garantindo proteção e bem-estar para esses pacientes. Esta é uma etapa significativa na medicina preventiva para milhões de pessoas, reforçando a importância da vacinação como medida protetora essencial.</p>
<p> FAQ</p>
<p>1. A vacina contra herpes-zóster é segura para todos os pacientes com doenças reumáticas autoimunes?<br />
Sim, o estudo demonstra que a vacina é segura para a maioria dos pacientes com doenças reumáticas autoimunes (DRAI), incluindo aqueles com a doença ativa ou em tratamento com imunossupressores. No entanto, em pacientes que usam medicamentos específicos como rituximabe e micofenolato de mofetila, a resposta imune pode ser menor, sugerindo a necessidade de avaliação individualizada e possíveis doses extras.</p>
<p>2. O que é herpes-zóster e quais são seus principais sintomas?<br />
Herpes-zóster, ou cobreiro, é uma doença causada pela reativação do vírus Varicela-Zóster, o mesmo da catapora. Os principais sintomas incluem dor intensa, formigamento, ardor na região afetada, seguidos pelo aparecimento de manchas vermelhas e pequenas bolhas agrupadas. Pode haver também febre baixa, dor de cabeça e mal-estar.</p>
<p>3. Por que a vacinação contra herpes-zóster é tão importante para quem tem doenças reumáticas autoimunes?<br />
Pacientes com doenças reumáticas autoimunes têm o sistema imunológico comprometido, o que os torna mais suscetíveis à reativação do vírus Varicela-Zóster e a complicações mais graves da herpes-zóster, como dor crônica (neuralgia pós-herpética), infecções secundárias e até quadros sistêmicos graves que podem levar à internação. A vacinação oferece uma proteção essencial para prevenir a doença e suas consequências severas.</p>
<p>4. Onde a vacina contra herpes-zóster está disponível?<br />
A vacina recombinante contra a herpes-zóster está disponível na rede privada, sendo recomendada para pessoas acima de 50 anos. Até o momento, ela não está incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil.</p>
<p>Para obter informações detalhadas e avaliar a indicação da vacina contra a herpes-zóster, procure sempre a orientação de um profissional de saúde. Mantenha-se informado sobre as opções de prevenção e cuidado para sua saúde.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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