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	<title>decreto &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>decreto &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Vitória histórica: povos do Tapajós revertem decreto sobre hidrovias na Amazônia</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 15:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma significativa vitória foi conquistada pelos povos indígenas do Tapajós esta semana, após uma intensa mobilização que resultou na revogação de um controverso decreto governamental sobre hidrovias na Amazônia. A decisão, anunciada pelo governo, representa um triunfo para a causa ambiental e para os direitos dos povos tradicionais, que expressaram profunda preocupação com os potenciais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma significativa vitória foi conquistada pelos povos indígenas do Tapajós esta semana, após uma intensa mobilização que resultou na revogação de um controverso decreto governamental sobre hidrovias na Amazônia. A decisão, anunciada pelo governo, representa um triunfo para a causa ambiental e para os direitos dos povos tradicionais, que expressaram profunda preocupação com os potenciais impactos socioambientais da medida. A resistência organizada e a articulação política demonstraram a força e a união dessas comunidades em defesa de seus territórios e modos de vida, estabelecendo um importante precedente para a governança ambiental e a consulta prévia na região amazônica. A mobilização destacou a relevância de se considerar o conhecimento e as reivindicações dos guardiões da floresta.</p>
<p> O decreto das hidrovias na Amazônia</p>
<p> Contexto e impactos previstos</p>
<p>O decreto em questão, emitido em 2026, propunha novas diretrizes para o desenvolvimento e a exploração de hidrovias na bacia do Tapajós, uma região estratégica e ecologicamente sensível da Amazônia. Embora o governo justificasse a medida como um impulsionador do desenvolvimento econômico e da logística de transporte na região, a sua formulação gerou grande apreensão. Especialistas e comunidades locais alertaram para a falta de estudos aprofundados sobre os impactos ambientais e sociais, que poderiam ser catastróficos. A expansão descontrolada de hidrovias, sem um planejamento sustentável e participativo, ameaçava ecossistemas fluviais únicos, a biodiversidade aquática e as florestas marginais, vitais para o equilíbrio do bioma.</p>
<p>Entre os principais riscos apontados estavam o aumento do desmatamento nas margens dos rios para a construção de infraestrutura portuária, a dragagem de rios que altera seus cursos naturais e ecossistemas, e a intensificação do tráfego de embarcações de grande porte. Tais atividades poderiam levar à erosão do solo, contaminação da água por derramamentos de óleo e outros resíduos, e à perturbação de espécies aquáticas essenciais para a subsistência das comunidades locais. Além disso, a facilitação do escoamento de commodities agrícolas e minerais por essas novas rotas poderia incentivar ainda mais atividades extrativistas predatórias na região, intensificando a pressão sobre recursos naturais já fragilizados. A ausência de mecanismos claros de consulta às comunidades afetadas foi um ponto central da crítica, contrariando legislações internacionais e nacionais que garantem o direito à consulta livre, prévia e informada.</p>
<p> A mobilização dos povos indígenas do Tapajós</p>
<p> Resistência e articulação política</p>
<p>Diante da iminente ameaça, os povos indígenas do Tapajós, juntamente com ribeirinhos e organizações socioambientais, empreenderam uma intensa e coordenada campanha de resistência. Lideranças indígenas de diversas etnias, como Munduruku, Borari e Arapiun, se uniram para denunciar os perigos do decreto, destacando a importância vital do rio Tapajós para sua cultura, espiritualidade e sobrevivência. O rio não é apenas uma via de transporte, mas um ser vivo, a fonte de alimento, medicina e identidade cultural para gerações. A mobilização transcendeu as aldeias, ganhando as ruas, as redes sociais e os gabinetes em Brasília.</p>
<p>As ações incluíram manifestações pacíficas em cidades da região, bloqueios simbólicos de trechos dos rios e o envio de cartas e petições a autoridades governamentais, parlamentares e organismos internacionais. Representantes dos povos indígenas do Tapajós viajaram à capital federal para audiências públicas e encontros com ministros, diplomatas e membros do Congresso Nacional, onde apresentaram suas preocupações e propostas alternativas. A articulação com entidades da sociedade civil, como o Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), ampliou o alcance de suas vozes, transformando a questão local em um debate de âmbito nacional e internacional. A pressão resultante dessa ampla coalizão expôs as falhas do decreto e a necessidade urgente de uma abordagem mais respeitosa e sustentável para o desenvolvimento da Amazônia, pautada na proteção ambiental e nos direitos humanos.</p>
<p> A decisão governamental e suas implicações</p>
<p> Revogação e precedentes futuros</p>
<p>A pressão contínua e bem articulada dos povos indígenas do Tapajós e seus aliados culminou na histórica decisão do governo de revogar o decreto. Em um anúncio oficial, o Ministério dos Transportes, responsável pela medida, reconheceu a necessidade de uma revisão profunda da política de hidrovias na Amazônia, admitindo a importância de se realizar consultas mais amplas e aprofundadas com as comunidades afetadas e de incorporar as preocupações socioambientais no planejamento de qualquer projeto futuro. A revogação foi saudada como uma vitória da democracia, da participação social e do reconhecimento da expertise e do papel dos povos tradicionais na gestão do território.</p>
<p>Essa decisão estabelece um precedente significativo para futuras políticas públicas na Amazônia e em outras regiões do Brasil. Ela reforça a importância da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que garante o direito dos povos indígenas à consulta prévia, livre e informada sobre qualquer medida legislativa ou administrativa que possa afetá-los diretamente. Além disso, demonstra que a mobilização popular, quando bem organizada e fundamentada, tem o poder de influenciar decisões governamentais e de proteger direitos e territórios ameaçados. A vitória dos povos indígenas do Tapajós não é apenas sobre um decreto, mas sobre o reconhecimento de sua soberania sobre suas terras e a necessidade de um modelo de desenvolvimento que seja verdadeiramente inclusivo e sustentável, respeitando a sociobiodiversidade e os múltiplos saberes da floresta.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. O que era o decreto sobre hidrovias na Amazônia?<br />
O decreto estabelecia novas diretrizes para o desenvolvimento e a exploração de hidrovias na bacia do rio Tapajós, com o objetivo de impulsionar a logística de transporte e o desenvolvimento econômico na região amazônica.</p>
<p>2. Por que os povos indígenas do Tapajós se opuseram ao decreto?<br />
Eles se opuseram devido à preocupação com os potenciais impactos socioambientais, como desmatamento, alteração de ecossistemas fluviais, poluição, erosão, e a ameaça à sua subsistência e cultura. A falta de consulta prévia, livre e informada também foi um fator chave.</p>
<p>3. Quais foram as principais consequências da revogação do decreto?<br />
A revogação é vista como uma grande vitória para os direitos dos povos indígenas e para a proteção ambiental na Amazônia. Ela reforça a importância da consulta prévia e demonstra o poder da mobilização social em influenciar políticas governamentais, estabelecendo um precedente para futuras decisões de desenvolvimento na região.</p>
<p>Acompanhe as próximas notícias sobre o desenvolvimento sustentável e os direitos dos povos indígenas na Amazônia para entender como esta vitória histórica pode moldar o futuro da região.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://redir.folha.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://redir.folha.com.br</a></em></p>
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		<title>Governo revoga decreto de hidrovias na Amazônia após protestos indígenas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 03:01:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[decreto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal anunciou nesta segunda-feira (23) a revogação do Decreto 12.600, norma editada no ano passado que previa estudos para a concessão à iniciativa privada das hidrovias dos rios Tapajós, Madeira e Tocantins, cruciais corredores logísticos na Amazônia. A decisão, comunicada pelos ministros Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, e Sônia Guajajara, dos Povos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal anunciou nesta segunda-feira (23) a revogação do Decreto 12.600, norma editada no ano passado que previa estudos para a concessão à iniciativa privada das hidrovias dos rios Tapajós, Madeira e Tocantins, cruciais corredores logísticos na Amazônia. A decisão, comunicada pelos ministros Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, e Sônia Guajajara, dos Povos Indígenas, após reunião no Palácio do Planalto, em Brasília, marca um recuo do executivo frente à intensa mobilização e aos protestos de comunidades tradicionais. A revogação de decreto era a principal reivindicação de povos indígenas, quilombolas e ribeirinhos que habitam as margens desses rios, os quais temiam os impactos socioambientais e culturais das intervenções propostas. Esta medida reflete um compromisso governamental com a escuta social e a revisão de políticas que afetam diretamente as populações originárias.</p>
<p> A decisão governamental e suas motivações</p>
<p>A revogação do Decreto 12.600 foi resultado de um processo de diálogo e reavaliação interna no governo, após intensas pressões de movimentos sociais e comunidades afetadas. O ministro Guilherme Boulos enfatizou que a decisão demonstra a disposição do governo em ouvir e considerar as preocupações dos diferentes segmentos da sociedade.</p>
<p> O anúncio e os representantes</p>
<p>A notícia da revogação foi formalizada após uma reunião de alto nível no Palácio do Planalto. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, foram os porta-vozes da resolução. A comunicação sublinhou a natureza colaborativa do processo, envolvendo a Secretaria-Geral e o Ministério dos Povos Indígenas no diálogo constante com as comunidades ao longo do período de contestação. Boulos explicou que, após mais de 30 dias de manifestações e questionamentos sobre os potenciais efeitos do decreto para comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas, o governo optou por reconsiderar a medida.</p>
<p> O compromisso com a escuta e o diálogo</p>
<p>Em sua declaração a jornalistas, Guilherme Boulos reforçou o compromisso do atual governo com a &#8220;escuta do povo, dos trabalhadores e dos povos indígenas&#8221;. O ministro destacou a capacidade do executivo de &#8220;recuar de uma decisão própria por entender e compreender a posição desses povos&#8221;. Essa postura, segundo ele, contraria a ideia de um governo que &#8220;passa a boiada&#8221;, termo que remete à flexibilização de normas ambientais e à imposição de projetos sem consulta prévia. Boulos reiterou que o governo não busca passar &#8220;por cima da floresta, que passa por cima dos povos originários&#8221;, sinalizando uma mudança de abordagem em relação a projetos de infraestrutura com impacto ambiental e social significativo.</p>
<p> A mobilização dos povos indígenas e suas reivindicações</p>
<p>A decisão governamental é uma vitória direta da intensa mobilização de povos indígenas e outras comunidades tradicionais, que por mais de um mês se articularam em protestos e ações de conscientização em diversas frentes.</p>
<p> Protestos e articulação em múltiplas frentes</p>
<p>A revogação do decreto era a principal bandeira de luta das comunidades indígenas, especialmente aquelas que residem na região do Baixo Tapajós, nas proximidades de Santarém, no Oeste do Pará. Desde a edição do Decreto 12.600, os indígenas organizaram uma série de protestos contínuos. As ações incluíram a ocupação do escritório da multinacional do agronegócio Cargill no Porto de Santarém, às margens do Rio Tapajós, um ponto estratégico para o escoamento de grãos. Além das mobilizações locais, grupos indígenas estenderam seus protestos para São Paulo e para a capital federal, Brasília, onde um acampamento foi mantido por um contingente de lideranças e apoiadores, pressionando o governo diretamente. Estima-se que cerca de 7 mil indígenas de 14 etnias diferentes vivem no Baixo Tapajós, segundo o Conselho Indígena Tapajós Arapiuns (CITA), que representa os povos da região, conferindo grande peso à sua articulação.</p>
<p> Preocupações ambientais e sociais</p>
<p>As comunidades indígenas e ribeirinhas expressavam sérias preocupações quanto à concessão e dragagem das hidrovias. Eles criticavam a ausência de estudos ambientais adequados e alertavam para os impactos negativos sobre seus territórios tradicionais, modos de vida e espiritualidade. Entre os riscos apontados estavam a alteração dos ecossistemas fluviais, a erosão das margens dos rios, a ressuspensão de substâncias contaminantes depositadas no fundo do rio e danos irreversíveis a um dos principais corredores ecológicos da Amazônia. A pesca, fundamental para a subsistência e cultura dessas populações, também seria diretamente afetada, comprometendo a segurança alimentar e a economia local. A ampliação do transporte de cargas pelo agronegócio na região, embora vista como um avanço logístico por alguns setores, era percebida pelas comunidades como uma ameaça à integridade ambiental e social de seus habitats.</p>
<p> Contexto histórico e compromissos prévios</p>
<p>A revogação do decreto se insere em um contexto mais amplo de discussões sobre direitos indígenas e desenvolvimento sustentável na Amazônia, relembrando compromissos assumidos pelo próprio governo em eventos internacionais.</p>
<p> Acordos e a Convenção 169 da ONU</p>
<p>A discussão sobre as hidrovias do Tapajós não é nova e já havia gerado compromissos importantes por parte do governo. No ano passado, após um protesto de indígenas Munduruku que interditou a entrada da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) em Belém, o governo se comprometeu a realizar uma consulta prévia aos povos do Rio Tapajós sobre o projeto de hidrovia na região. Este compromisso está em conformidade com a Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário. A Convenção 169 estabelece o direito dos povos indígenas e tribais à consulta livre, prévia e informada sobre qualquer medida legislativa ou administrativa que possa afetá-los diretamente. A ministra Sônia Guajajara reafirmou a importância desse direito, declarando: &#8220;Para nós, é considerar o direito à consulta, livre, plena e informada, o direito de escuta, como foi anunciado em novembro na COP30, em diálogo com eles. Então, aqui, hoje, a gente vem reafirmar esse nosso compromisso com o respeito à Convenção 169 e o direito de escuta dos povos.&#8221;</p>
<p> A suspensão da dragagem e seus riscos</p>
<p>Antes da revogação do decreto das hidrovias, o governo já havia tomado uma medida relacionada que demonstrava a crescente preocupação com os impactos ambientais na Amazônia. No início de fevereiro, foi decidido suspender o processo de contratação de uma empresa para realizar a dragagem do leito do Rio Tapajós. A dragagem é uma obra de engenharia que visa aprofundar o canal do rio, permitindo a passagem de embarcações de maior calado, mesmo em períodos de seca. Embora essencial para a navegabilidade e o escoamento da produção do agronegócio, as entidades indígenas da região criticavam veementemente a falta de estudos ambientais aprofundados para tal intervenção. Argumentavam que a dragagem poderia acelerar a erosão das margens, modificar irreversivelmente o regime hídrico do rio e ressuspender sedimentos contaminados, prejudicando a fauna aquática e as comunidades ribeirinhas que dependem do rio para sua subsistência e cultura. A suspensão dessa obra foi um indicativo precoce da disposição do governo em reavaliar projetos que geravam controvérsia socioambiental.</p>
<p> Impacto e futuro das hidrovias na Amazônia</p>
<p>A decisão de revogar o Decreto 12.600 tem implicações significativas tanto para as comunidades tradicionais quanto para o setor de infraestrutura e agronegócio, redefinindo o debate sobre o desenvolvimento na Amazônia.</p>
<p> A relevância do modal aquaviário</p>
<p>O modal aquaviário é amplamente reconhecido como um componente estratégico da logística brasileira, especialmente para o escoamento de produtos do agronegócio, como a soja e o milho, oriundos majoritariamente do Mato Grosso. Os portos do Pará, situados ao longo dos rios amazônicos, servem como importantes pontos de exportação para esses produtos, conectando a produção do Centro-Oeste brasileiro aos mercados internacionais. A otimização dessas hidrovias é vista por muitos como crucial para a competitividade do setor exportador e para a redução dos custos de transporte. Contudo, essa visão de desenvolvimento econômico tradicional frequentemente entra em conflito com os direitos e a proteção ambiental das comunidades instaladas nas áreas ribeirinhas, que historicamente dependem da integridade do ecossistema fluvial para sua sobrevivência e cultura. A tensão entre o avanço do agronegócio e a preservação socioambiental permanece um desafio central na região amazônica.</p>
<p> Celebração e a perspectiva das comunidades</p>
<p>A notícia da revogação do decreto foi recebida com grande celebração pelas organizações indígenas e de defesa ambiental que lideraram os protestos. Nas redes sociais, diversas entidades expressaram sua satisfação com o resultado, considerando-o uma vitória da resistência e da capacidade de articulação dos povos da floresta. Esse desfecho reforça a percepção de que a mobilização social tem o poder de influenciar decisões governamentais, especialmente em temas sensíveis como os direitos territoriais e a proteção ambiental. Para as comunidades, a revogação representa não apenas a paralisação de um projeto que consideravam prejudicial, mas também o reconhecimento de sua voz e de seu direito de participar ativamente das decisões que afetam seus modos de vida e o futuro da Amazônia. O caso das hidrovias do Tapajós, Madeira e Tocantins serve como um precedente importante para futuras discussões sobre projetos de infraestrutura na região, ressaltando a necessidade de um diálogo inclusivo e respeitoso com todos os atores envolvidos.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> 1. Qual era o objetivo principal do Decreto 12.600?<br />
O Decreto 12.600 tinha como objetivo prever estudos para a concessão à iniciativa privada das hidrovias dos rios Tapajós, Madeira e Tocantins, visando o aprimoramento logístico para o escoamento de produtos do agronegócio.</p>
<p> 2. Por que os povos indígenas protestaram contra o decreto?<br />
Os povos indígenas e comunidades ribeirinhas protestaram temendo os impactos socioambientais da concessão e dragagem das hidrovias em seus territórios tradicionais, modos de vida, pesca e espiritualidade, além da falta de estudos ambientais adequados e consulta prévia.</p>
<p> 3. A revogação do decreto impede qualquer projeto futuro de hidrovia na Amazônia?<br />
A revogação do Decreto 12.600 especificamente cancela os estudos de concessão previstos por essa norma. Não impede que o governo ou empresas proponham novos projetos de hidrovias no futuro, mas sinaliza uma maior necessidade de diálogo, estudos de impacto abrangentes e o cumprimento da Convenção 169 da OIT sobre consulta prévia, livre e informada.</p>
<p>Para entender mais sobre o equilíbrio entre desenvolvimento e preservação na Amazônia, explore outras notícias e análises sobre o tema em nosso portal.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Bolívia: governo enfrenta protestos por aumento de combustíveis e reformas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jan 2026 04:00:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Bolívia enfrenta um período de intensa instabilidade social e política, com protestos na Bolívia eclodindo menos de dois meses após a posse do novo governo do presidente Rodrigo Paz. A onda de manifestações, liderada por sindicatos e movimentos sociais, foi desencadeada pela anulação do subsídio aos combustíveis, uma medida em vigor há cerca de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Bolívia enfrenta um período de intensa instabilidade social e política, com protestos na Bolívia eclodindo menos de dois meses após a posse do novo governo do presidente Rodrigo Paz. A onda de manifestações, liderada por sindicatos e movimentos sociais, foi desencadeada pela anulação do subsídio aos combustíveis, uma medida em vigor há cerca de 20 anos. O decreto presidencial que eliminou o subsídio provocou aumentos expressivos nos preços: até 160% no diesel e aproximadamente 86% na gasolina. Esta decisão gerou um clamor público por sua revogação, com organizações mobilizando a população em todo o país. A medida visa, segundo o governo, reequilibrar as contas públicas em um cenário de emergência econômica declarada, mas encontrou forte resistência popular e sindical, que a consideram um &#8220;pacote neoliberal&#8221; prejudicial à população.</p>
<p> Crise do combustível e mobilização popular</p>
<p>Desde o dia 22 de dezembro, organizações sindicais e movimentos sociais intensificaram suas ações nas ruas da Bolívia, exigindo a anulação do decreto presidencial que pôs fim ao subsídio de combustíveis. A remoção desse subsídio, que perdurava por cerca de duas décadas, resultou em um aumento dramático nos preços: o diesel encareceu em até 160%, enquanto a gasolina registrou uma alta de aproximadamente 86%. Essa brusca alteração teve um impacto direto e severo no custo de vida da população, que já vinha enfrentando dificuldades econômicas.</p>
<p>Em resposta à crescente insatisfação, o mesmo decreto que aumentou os preços dos combustíveis também previu um reajuste de 20% no salário mínimo. Contudo, essa medida compensatória não foi suficiente para aplacar a indignação popular. O país andino testemunhou uma série de manifestações, incluindo protestos de rua, bloqueios de estradas estratégicas, marchas significativas e até greves de fome, evidenciando a profundidade do descontentamento. A Central Operária Boliviana (COB), principal central sindical do país, classificou o decreto como um vasto “pacote neoliberal” que transfere o ônus da crise econômica para os cidadãos. Uma nova marcha foi convocada para sábado, dia 3, partindo de Calamarca em direção a La Paz, onde sindicatos e governo têm agendada uma reunião para segunda-feira, dia 5, visando discutir o controverso decreto 5503.</p>
<p> O decreto 5503 e suas implicações</p>
<p>O Decreto Presidencial 5503, que possui 121 artigos, foi publicado em caráter &#8220;excepcional&#8221; e &#8220;temporário&#8221; pelo governo de Rodrigo Paz. Este novo arcabouço jurídico, tributário e administrativo propõe, segundo as autoridades, facilitar o investimento privado, reequilibrar as contas públicas e impulsionar as exportações. Para justificar a urgência e a necessidade das medidas, o governo boliviano declarou emergência econômica, energética e social, citando um processo inflacionário em curso, a escassez de dólares e a carência de combustíveis como fatores determinantes.</p>
<p>Além do fim dos subsídios e do ajuste salarial, o decreto implementa outras reformas significativas. Ele proíbe novas contratações no serviço público e impõe limites aos reajustes do funcionalismo. Também estabelece uma &#8220;livre negociação&#8221; entre patrões e trabalhadores, seja por meio de acordos individuais ou coletivos, alterando dinâmicas trabalhistas de longa data. Para atrair capital estrangeiro e nacional, o decreto cria um novo regime &#8220;extraordinário&#8221; de investimentos, que concede estabilidade jurídica e tributária por até 15 anos aos projetos considerados estratégicos. Adicionalmente, foi instituído o procedimento Fast Track, que promete uma tramitação rápida, de até 30 dias, para a aprovação de projetos estratégicos após sua apresentação. A normativa também visa &#8220;agilizar o comércio exterior&#8221; eliminando restrições a importações e exportações.</p>
<p> Reações e oposição ao governo</p>
<p>A promulgação do Decreto 5503 desencadeou uma forte onda de críticas e resistência por parte de diversos setores da sociedade boliviana. A Central Operária Boliviana (COB), voz principal do sindicalismo no país, descreveu a medida como um &#8220;pacote neoliberal&#8221; abrangente, que penaliza a população e favorece interesses corporativos. Mario Argollo, secretário-executivo da COB, expressou profundo pesar, afirmando que o decreto &#8220;rifa e vende o nosso país a corporações transnacionais, empresas privadas e agronegócios que, infelizmente, se beneficiaram da posição deste governo&#8221;, e criticou que as mudanças foram impostas sem a devida análise do Legislativo.</p>
<p>A COB, em resposta, convocou uma &#8220;greve geral&#8221; por tempo indeterminado, obtendo adesão de importantes categorias profissionais, como professores e mineiros. Por sua vez, o presidente Rodrigo Paz defendeu o decreto, assinado em 18 de dezembro, como uma &#8220;decisão difícil&#8221;, mas &#8220;necessária&#8221; para garantir o abastecimento de combustíveis e estancar a &#8220;sangria&#8221; das reservas financeiras do país. Paz argumentou que a medida é essencial para derrotar o &#8220;Estado obstrucionista&#8221;, prometendo implementar um &#8220;silêncio administrativo positivo&#8221; para agilizar processos e abrir as portas ao investimento com &#8220;0% de impostos para aqueles que repatriarem seu capital para produzir em nossa terra&#8221;.</p>
<p> Análise do cenário político e perspectivas futuras</p>
<p>O contexto político boliviano atual é marcado por um &#8220;rearranjo político&#8221; significativo, conforme análise do antropólogo Salvador Schavelzon, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e especialista em política latino-americana. Schavelzon caracteriza a nova normativa do governo de Rodrigo Paz como um &#8220;decreto de chegada ao Poder&#8221;, representando uma guinada após quase duas décadas de governos de esquerda. Inicialmente, esperava-se uma reação ainda mais robusta, com bloqueios de estradas no primeiro dia de protestos. Contudo, o especialista observou que a força inicial dos movimentos parece ter se dissipado, em parte devido a negociações entre o governo e setores do transporte, o que evitou uma escalada mais intensa do conflito.</p>
<p>O cenário é complexo, com divisões internas até mesmo na cúpula do poder. O vice-presidente Edman Lara rompeu com Paz e se uniu à oposição, concedendo apoio às paralisações. Em meio a essas disputas, o presidente Paz emitiu um novo decreto, na sexta-feira (2), autorizando-se a governar do exterior. Essa medida visa evitar a transferência do cargo ao vice-presidente durante viagens internacionais, evidenciando as tensões e a busca do presidente por consolidar sua autoridade em um período de forte contestação. O sucesso ou insucesso da marcha prevista para este sábado e os resultados das negociações com os sindicatos a partir da próxima segunda-feira serão cruciais para definir os rumos do movimento contestatório e a estabilidade do novo governo boliviano.</p>
<p> Análise do cenário e perspectivas futuras</p>
<p>A Bolívia se encontra em um ponto de inflexão crítico, onde as decisões tomadas pelo governo de Rodrigo Paz e a reação da sociedade determinarão o curso político e econômico do país. O decreto 5503, embora justificado pelo governo como essencial para a recuperação econômica e a estabilização fiscal, é percebido por amplos setores da população e sindicatos como uma ameaça à equidade social e à soberania nacional. A tensão entre a necessidade de reformas econômicas e o impacto social dessas medidas delineia um futuro incerto.</p>
<p>As próximas rodadas de negociação entre o governo e as lideranças sindicais, juntamente com a mobilização popular em andamento, serão decisivas. O desenrolar desses eventos poderá tanto consolidar a agenda reformista de Paz quanto forçar o governo a recuar em algumas de suas propostas mais controversas. A Bolívia, com sua rica história de ativismo social e mudanças políticas, demonstra novamente a complexidade de transições de poder e a persistência de desafios estruturais em um contexto de rearranjo político regional. A capacidade de diálogo e a flexibilidade de ambas as partes serão fundamentais para evitar uma escalada que possa desestabilizar ainda mais a nação andina.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a crise na Bolívia</p>
<p>1. Qual foi o motivo principal dos protestos na Bolívia?<br />
Os protestos foram deflagrados pela anulação do subsídio aos combustíveis pelo novo governo, que resultou em aumentos de até 160% no diesel e 86% na gasolina. A medida gerou insatisfação popular e sindical.</p>
<p>2. O que é o Decreto Presidencial 5503?<br />
É um conjunto de 121 artigos publicado pelo governo boliviano para reformar a economia. Ele elimina o subsídio de combustíveis, propõe um novo arcabouço jurídico e tributário para atrair investimentos, limita contratações públicas e reajustes salariais, entre outras medidas.</p>
<p>3. Como o governo boliviano justifica as medidas implementadas?<br />
O governo justifica as medidas declarando emergência econômica, energética e social, citando um processo inflacionário, escassez de dólares e de combustíveis. Alega que as ações são necessárias para reequilibrar as contas públicas, facilitar o investimento privado e impulsionar as exportações.</p>
<p>4. Quem lidera a oposição e os protestos contra o decreto?<br />
A Central Operária Boliviana (COB), a principal central sindical do país, lidera a oposição e convocou uma greve geral. Eles contam com apoio de outros sindicatos e até mesmo do vice-presidente do país, Edman Lara, que rompeu com o governo.</p>
<p>Acompanhe as notícias e análises para entender o desdobramento dessa complexa situação na Bolívia.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Novas regras do vale-alimentação geram otimismo cauteloso em empresários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 12:00:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pequenos e médios empresários do setor de alimentação manifestam expectativa, embora cautelosa, em relação ao decreto que visa modernizar o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). A medida, assinada recentemente, estabelece limites para as taxas cobradas pelas operadoras de vale-alimentação e refeição, além de prever a interoperabilidade entre bandeiras, buscando fomentar uma maior concorrência no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pequenos e médios empresários do setor de alimentação manifestam expectativa, embora cautelosa, em relação ao decreto que visa modernizar o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). A medida, assinada recentemente, estabelece limites para as taxas cobradas pelas operadoras de vale-alimentação e refeição, além de prever a interoperabilidade entre bandeiras, buscando fomentar uma maior concorrência no setor.</p>
<p>Em estabelecimentos do Rio de Janeiro, onde a maioria das vendas é realizada através de tíquetes-refeição, as taxas pagas atualmente pelos comerciantes variam consideravelmente, oscilando entre 3,5% e 9%, dependendo da operadora.</p>
<p>Apesar de muitos empresários admitirem desconhecer os detalhes do decreto, existe uma avaliação preliminar de que a medida tem potencial para reduzir custos e ampliar a liberdade de escolha em relação às bandeiras aceitas. Contudo, uma parcela dos empresários demonstra ceticismo quanto aos resultados imediatos, expressando receio de que as operadoras busquem compensar a limitação de taxas através da criação ou aumento de outras cobranças, como a taxa de antecipação de crédito, considerada fundamental para negócios com margens de lucro reduzidas.</p>
<p>Edmílson Martins Rocha, proprietário do Sol Gastronomia, relata que paga cerca de 6% de taxa sobre as vendas realizadas com vale-refeição. Ele oferece um desconto de 5% para clientes que optam por pagar em dinheiro ou via Pix. Para ele, a redução das taxas seria benéfica, desde que efetiva, podendo até impactar nos preços dos pratos.</p>
<p>Weksson Araújo, da doceria Gulosinho, optou por trabalhar apenas com três bandeiras, considerando as demais excessivamente onerosas. Ele menciona a existência de uma bandeira que, além de cobrar uma taxa alta, exige uma taxa de adesão para que o estabelecimento possa receber pagamentos através dela.</p>
<p>Sérvulo Júnior, proprietário da Padaria Araucária, que emprega 40 pessoas, informa que as taxas que paga atualmente variam entre 3,5% e 9%. Ele considera a iniciativa promissora, mas ressalta que ainda é cedo para avaliar seus efeitos concretos.</p>
<p>Por outro lado, Nei Raimundo Duarte, dono do Restaurante Salú, adota uma postura mais reservada. Ele afirma que os contratos com as operadoras &#8220;mudam as taxas ao longo do tempo&#8221; e critica a &#8220;falta de transparência&#8221; nas cobranças. Antes da pandemia, 75% das vendas eram realizadas em dinheiro, cenário que se inverteu atualmente.</p>
<p>Nenhum dos empresários entrevistados pretende reduzir os preços para o consumidor final com base no decreto. Eles alegam que, caso haja alguma economia, o valor será destinado à formação de uma reserva de emergência ou à amortização de dívidas, diante da instabilidade dos custos dos insumos.</p>
<p>A Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT), que representa as principais operadoras do setor, manifestou críticas ao decreto, argumentando que o novo modelo pode enfraquecer a fiscalização e favorecer o desvio de finalidade da verba alimentar.</p>
<p>Em contrapartida, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) elogiou as mudanças, afirmando que o decreto &#8220;dá novo fôlego&#8221; ao PAT e que a nova regulamentação pode estimular a concorrência e reduzir a concentração de mercado entre as operadoras.</p>
<p>A expectativa do governo é que o teto de 3,5% nas taxas de desconto e a interoperabilidade das bandeiras proporcionem mais opções e custos menores para estabelecimentos e trabalhadores. A Secretaria de Reformas Econômicas (SRE) do Ministério da Fazenda estima que a modernização do PAT poderá gerar uma economia anual de até R$ 7,9 bilhões.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Governo lança plano ambicioso para reutilização de embalagens plásticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 06:00:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal estabeleceu o Sistema de Logística Reversa de Embalagens de Plástico, visando aprimorar a gestão do ciclo de vida desses materiais. A norma, publicada nesta terça-feira (21), define metas concretas para a reutilização e a reincorporação de conteúdo reciclado em novas embalagens, com início já no próximo ano. A medida estabelece que o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal estabeleceu o Sistema de Logística Reversa de Embalagens de Plástico, visando aprimorar a gestão do ciclo de vida desses materiais. A norma, publicada nesta terça-feira (21), define metas concretas para a reutilização e a reincorporação de conteúdo reciclado em novas embalagens, com início já no próximo ano.</p>
<p>A medida estabelece que o Brasil se compromete a coletar e reciclar 50% de todas as embalagens plásticas até 2040. Uma meta intermediária de 32% foi fixada para 2026. No que se refere à reutilização, o objetivo é aumentar a taxa dos atuais 22% para 40% até 2040.</p>
<p>Segundo Adalberto Maluf, secretário Nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental, o decreto representa um avanço significativo para a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Ele acredita que a nova legislação trará regras mais claras para fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, estimulando a adoção de embalagens reutilizáveis, recicláveis e retornáveis. Além disso, visa garantir um percentual mínimo de conteúdo reciclado na produção de novas embalagens e fomentar o consumo de produtos feitos com esses materiais.</p>
<p>Anderson Nassif, representante do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis e diretor de Logística Reversa da Associação Nacional dos Catadores, enfatizou a importância do decreto para os catadores, que desempenham um papel fundamental na coleta e destinação pós-consumo do plástico. Nassif destacou o avanço na responsabilidade pela destinação dos rejeitos plásticos após a triagem, transferindo essa incumbência dos catadores para os fabricantes e importadores.</p>
<p>O presidente da Abiplast, Associação Brasileira da Indústria do Plástico, Paulo Teixeira, ressaltou a importância da norma para a economia circular, proporcionando segurança jurídica para investimentos no setor. Teixeira apontou que um dos desafios para a implementação das novas regras é garantir a disponibilidade de matéria-prima reciclada. No entanto, ele acredita que o setor de reciclagem de transformadores de plásticos está preparado para atender à crescente demanda por conteúdo reciclado em embalagens, realizando investimentos ao longo dos anos.</p>
<p>O decreto também incentiva o descarte correto das embalagens plásticas pelos consumidores em pontos de entrega voluntária, além de promover ações de comunicação e educação ambiental, com o intuito de impulsionar a reciclagem.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Governo de SP decreta emergência, após Estado atingir 300 casos confirmados de dengue por 100 mil habitantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 17:21:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Plano de Emergência aborda sequência de ações construídas a partir da experiência no enfrentamento das transmissões anuais de dengue O Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, anunciou o decreto de emergência em saúde pública para a dengue nesta terça-feira (5), após o Centro de Operações de Emergências (COE) recomendar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Plano de Emergência aborda sequência de ações construídas a partir da experiência no enfrentamento das transmissões anuais de dengue</em></h4>
<p>O Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, anunciou o decreto de emergência em saúde pública para a dengue nesta terça-feira (5), após o Centro de Operações de Emergências (COE) recomendar a medida, uma vez que o Estado atingiu 300 casos confirmados da doença por 100 mil habitantes ontem (4).</p>
<p>O decreto permitirá que Estado e municípios implementem ações com maior agilidade e, também, possa receber recursos adicionais do governo federal. Cada município, a partir da análise de seu cenário epidemiológico, poderá utilizar a medida estadual para decretar emergência em âmbito local.</p>
<p>Durante reunião do COE, na Sala de Situação da Secretaria de Estado da Saúde, a secretária da pasta em exercício, Priscilla Perdicaris, apresentou os próximos passos. “O decreto é mais uma iniciativa do Estado dentro de um planejamento de ações, iniciado no ano passado, para assegurar a assistência aos municípios e à população. Usaremos os recursos disponíveis para combater o Aedes aegypti”.</p>
<p>Segundo portaria do governo federal, os incrementos financeiros para emergências deverão ser enviados ao Estado, a partir de agora, para investimento em vigilância em saúde, atenção primária e atenção especializada. Em São Paulo, os recursos serão destinados, prioritariamente, para aquisição de máquinas de nebulização e insumos, contratação de pessoas e ampliação da capacidade da rede.</p>
<p>“O monitoramento realizado pelo Estado, desde o ano passado, apontava aumento expressivo no número de casos e a antecipação dos registros em cerca de dois meses. Esse trabalho permitiu que uma série de ações fosse tomada, evitando cenários mais críticos como os enfrentados pelos estados vizinhos”, ressaltou Esper Kallás, diretor do Instituto Butantan, durante reunião do COE.</p>
<p>Segundo Regiane de Paula, coordenadora em saúde da Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD), foi apresentado o Plano de Ação à Emergência em Saúde Pública, que aborda uma sequência de ações diferenciadas e construídas a partir da experiência no enfrentamento das transmissões anuais de dengue. &#8220;O plano foi construído de maneira técnica e seguindo critérios epidemiológicos, sempre se baseando na ciência. Ele nos norteará em ações dos principais eixos envolvidos no controle das arboviroses: vigilâncias epidemiológica, laboratorial e sanitária, controle vetorial, a assistência à saúde, educação/comunicação e mobilização social, para os diversos cenários de transmissão, tanto municipal, quanto regional e estadual&#8221;.</p>
<p>Para priorizar a transferência de pacientes na rede estadual, que necessitem de leitos de alta complexidade, a Secretaria de Estado atualizou a orientação para a Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (Cross), para que todos os pacientes suspeitos para dengue tenham prioridade.</p>
<p>Dados atualizados até 4 de março mostram que 131 municípios do Estado registraram mais de 300 casos por 100 mil habitantes. Ao todo, 22 municípios paulistas decretaram emergência.</p>
<p><strong>Ações integradas</strong></p>
<p>O Plano Estadual de Contingência das Arboviroses Urbanas, lançado em 2023 e amplamente divulgado aos municípios, tem sido apontado por especialistas como o principal responsável pelos resultados alcançados em São Paulo.</p>
<p>Entre as principais ações, SES capacitou todos os agentes de saúde e endemias por meio de cursos e treinamentos online para manejo clínico. organização dos serviços, e atendimento para arboviroses, no ano passado. Atividades educativas em escolas, rodovias e pontos de grande circulação como estações de trem e metrô, e campanha no carnaval, também foram promovidas.</p>
<p>Em 6 de fevereiro, o Governo criou o Centro de Operações de Emergências (COE) e a sala de situação, com a participação de oito secretarias, Cosems e Exército. No mesmo mês, antecipou o pagamento de R$ 205 milhões do IGM SUS Paulista aos 645 municípios.</p>
<p>Para ampliar a transparência no acesso aos dados, o Governo lançou duas importantes ferramentas: o Painel de Monitoramento da Dengue (dengue.saude.sp.gov.br) e o portal <a href="http://www.dengue100duvidas.sp.gov.br." target="_blank" rel="noopener">www.dengue100duvidas.sp.gov.br.</a></p>
<p>A SES também investiu, no início do ano, para dar agilidade no resultado dos testes em até 70%, no Instituto Adolfo Lutz (IAL), com automatização dos exames com novos equipamentos.</p>
<p>Responsáveis pelas ações de campo de combate aos vetores da dengue, os municípios receberam, desde o ano passado, suporte de mais de 600 equipamentos portáteis de fumacê para apoio às prefeituras<br />
Na última semana, a campanha publicitária &#8220;A água mais mortal pode estar no seu quintal&#8221; entrou no ar em diferentes mídias, TV, rádio, internet etc.</p>
<p>Na última sexta-feira (1), o Governo promoveu o DIA D com a adesão de mais de 450 municípios e em cerca de cinco mil escolas públicas do Estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Decreto fortalece a cadeia produtiva do leite no país</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/decreto-fortalece-a-cadeia-produtiva-do-leite-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 16:54:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Objetivo da medida é fomentar a produção de leite in natura e promover o desenvolvimento da cadeia produtiva local &#160; O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou, nesta quarta-feira (18), decreto que fortalece a cadeia produtiva do leite no Brasil. O texto, que será publicado nesta quarta, em edição extra do Diário [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><i>Objetivo da medida é fomentar a produção de leite in natura e promover o</i><br />
<i>desenvolvimento da cadeia produtiva local</i></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou, nesta quarta-feira (18), decreto que fortalece a cadeia produtiva do leite no Brasil. O texto, que será publicado nesta quarta, em edição extra do Diário Oficial da União, altera o Decreto nº 8.533/2015, modificando as condições para a utilização dos créditos presumidos de PIS/Pasep e de Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social &#8211; Cofins concedidos no âmbito do Programa Mais Leite Saudável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ato, que entra em vigor em 90 dias, tem por objetivo fomentar a produção de leite in natura e promover o desenvolvimento da cadeia produtiva local. A medida não ocasiona renúncia de receita tributária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por meio das redes sociais, o presidente afirmou que a medida ajuda os produtores de leite brasileiros. “Muitas famílias de agricultores familiares no Brasil, que vivem da produção de leite in natura, devem ser beneficiadas”, escreveu.  <i><strong>Fonte:</strong> Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República</i></p>
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			</item>
		<item>
		<title>No primeiro dia, Lula cumpre promessas e revoga decretos de Bolsonaro</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/no-primeiro-dia-lula-cumpre-promessas-e-revoga-decretos-de-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2023 14:46:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[ministérios]]></category>
		<category><![CDATA[presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presidente restringe o acesso a armas, garante o pagamento dos R＄ 600 às famílias pobres e revoga decretos que impedem combate aos crimes ambientais e a participação social &#160; O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou neste domingo (01/01), no dia que assume o governo, medidas provisórias e decretos que cumprem os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong><i>Presidente restringe o acesso a armas, garante o pagamento dos R＄ 600 às famílias pobres e revoga decretos que impedem combate aos crimes ambientais e a participação social</i></strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou neste domingo (01/01), no dia que assume o governo, medidas provisórias e decretos que cumprem os compromissos assumidos durante o período eleitoral e que garantem o atendimento e a visibilidade a áreas historicamente ignoradas no Brasil. Nos atos normativos, Lula inicia a reestruturação da política de controle de armas, garante o pagamento dos R＄ 600 para famílias necessitadas, define a estrutura da Presidência da República e dos ministérios e o combate ao crime ambiental, entre outros.</p>
<p>Por meio da edição de medida provisória, o presidente garante o pagamento de R＄ 600 para todas as mais de 21 milhões de famílias beneficiárias do programa de transferência de renda vigente no país. Trata-se da primeira medida de enfrentamento à fome e à miséria no Brasil. Lula também prorrogou, por mais 60 dias, a isenção de tributos federais nos combustíveis.</p>
<p>A estrutura da Presidência da República e os 37 ministérios que compõe o governo, sem a criação de cargos públicos, inauguram uma nova gestão na Administração Pública Federal, mais eficiente. Os órgãos compartilharão estruturas administrativas, como recursos humanos e contratos, por exemplo, permitindo que as Pastas se concentrem na elaboração e implementação de políticas públicas.</p>
<h4><strong>Controle de armas</strong></h4>
<p>O presidente Lula assinou decreto que dá início ao processo de reestruturação da política de controle de armas no país. Com o objetivo de ampliar a segurança da população brasileira, o decreto reduz o acesso às armas e munições e suspende o registro de novas armas de uso restrito de Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs). Também suspende as autorizações de novos clubes de tiro até a edição de nova regulamentação.</p>
<p>O decreto condiciona a autorização de porte de arma à comprovação da necessidade &#8212; atualmente, bastava uma simples declaração. E determina o recadastramento no Sistema Nacional de Armas (Sinarm), da Polícia Federal, em 60 dias, de todas as armas adquiridas a partir da edição do Decreto n° 9.785, de 2019.</p>
<p>Entre as restrições estabelecidas pelo decreto assinado pelo presidente Lula estão a proibição do transporte de arma municiada, a prática de tiro desportivo por menores de 18 anos e a redução de seis para três na quantidade de armas para o cidadão comum, entre outras. Pelo decreto, o presidente determinou a criação de um grupo de trabalho que terá 60 dias para apresentar uma proposta de nova regulamentação do Estatuto do Desarmamento.</p>
<p><strong>Combate ao crime ambiental e ao desmatamento</strong></p>
<p>Na solenidade no Palácio do Planalto, o presidente da República assinou decreto que reestabelece o combate ao desmatamento na Amazônia, no Cerrado e em todos os biomas brasileiros, recuperando o protagonismo do Ibama. Dessa maneira, Lula marca a retomada do compromisso brasileiro com a agenda climática global.</p>
<p>Por meio de despacho, o presidente determinou ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima que apresente, em 45 dias, uma proposta de nova regulamentação para o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).</p>
<p>Em outro decreto assinado neste domingo, Lula reestabelece o Fundo Amazônia e viabiliza a utilização de R＄ 3,3 bilhões em doações internacionais para combater o crime ambiental na Amazônia.<br />
Também por meio de decreto, o presidente revoga medida do governo anterior que incentivava o garimpo ilegal na Amazônia, em terras indígenas e em áreas de proteção ambiental.</p>
<p><strong>Sigilos indevidos e decretos segregadores</strong></p>
<p>Com a edição de dois decretos, o presidente Lula revoga normas impeditivas, criadas pelo governo Bolsonaro, como o decreto que segregava crianças, jovens e adultos com deficiência, impedindo o acesso à educação inclusiva, e o decreto que criou barreiras para a participação social na discussão e elaboração de políticas públicas.</p>
<p>O presidente também assinou um despacho determinando que a Controladoria-Geral da União reavalie, no prazo de 30 dias, as inúmeras decisões do ex-presidente que impuseram sigilo indevido sobre documentos e informações da Administração Pública.</p>
<p>Homenagem e incentivo aos catadores</p>
<p>Lula determinou aos ministros e às ministras que encaminhem propostas para retirar do processo de desestatização empresas públicas como Petrobras, Correios e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), entre outras.</p>
<p>Em homenagem à memória de Diogo Santana, ativista pelos movimentos sociais, o presidente determinou que a Secretaria Geral elabore uma proposta de recriação do Pró-Catadores, programa que fomenta e incentiva as atividades desenvolvidas pelos catadores de materiais recicláveis no país.</p>
<h4><strong>Confira abaixo os ministérios que compõe o governo:</strong></h4>
<p>• Advocacia-Geral da União<br />
• Casa Civil da Presidência da República<br />
• Controladoria-Geral da União<br />
• Gabinete de Segurança Institucional<br />
• Gabinete do Presidente da República<br />
• Ministério da Agricultura e Pecuária<br />
• Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação<br />
• Ministério da Cultura<br />
• Ministério da Defesa<br />
• Ministério da Educação<br />
• Ministério da Fazenda<br />
• Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos<br />
• Ministério da Igualdade Racial<br />
• Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional<br />
• Ministério da Justiça e Segurança Pública<br />
• Ministério da Pesca e Aquicultura<br />
• Ministério da Previdência Social<br />
• Ministério da Saúde<br />
• Ministério das Cidades<br />
• Ministério das Comunicações<br />
• Ministério das Mulheres<br />
• Ministério das Relações Exteriores<br />
• Ministério de Minas e Energia<br />
• Ministério de Portos e Aeroportos<br />
• Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar<br />
• Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome<br />
• Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços<br />
• Ministério do Esporte<br />
• Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima<br />
• Ministério do Planejamento e Orçamento<br />
• Ministério do Trabalho e Emprego<br />
• Ministério do Turismo<br />
• Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania<br />
• Ministério dos Povos Indígenas<br />
• Ministério dos Transportes<br />
• Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República<br />
• Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República<br />
• Secretaria-Geral da Presidência da República</p>
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		<title>Câmara de Osasco aprova projeto que alerta sobre hepatites virais</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2022 11:02:07 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 id="m_5129130672309596581viewlet-below-content-title"><em>Plenário aprovou outros nove projetos na 46ª Sessão Ordinária</em></h4>
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<p>O plenário da Câmara Municipal de Osasco aprovou 10 itens da Ordem do Dia, durante a 46ª Sessão Ordinária, realizada nesta quinta-feira (1º). Um dos destaques foi o Projeto de Lei 57/2022, que institui no Calendário Oficial da cidade a campanha Julho Amarelo, de alerta sobre hepatites virais.</p>
<p>O texto, de autoria da vereadora Lúcia da Saúde (Podemos), prevê a instituição da campanha de prevenção Julho Amarelo, a fim de suprir a necessidade de conscientização, prevenção, orientação e tratamento da doença.</p>
<p>Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil notificou 718,5 mil casos de hepatites virais, entre os anos de 2000 e 2021. Existem cinco tipos de hepatites (A, B, C, D e E), sendo que a doença pode evoluir para quadros de cirrose, levando à morte. Segundo a vereadora Lúcia da Saúde, é importante fazer a prevenção e a orientação sobre a doença, porque muitas pessoas desconhecem que são portadores.</p>
<p>A parlamentar explicou que, em 2010, a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu a data de 28 de julho como Dia Mundial de Luta contra Hepatites Virais. “Da mesma forma, o Julho Amarelo já foi instituído no Brasil. Então, seria importante que o município também instituísse a data para reforçar as ações de vigilância e prevenção”, justificou, durante a Primeira Discussão do projeto, no último dia 17.</p>
<p>Como foi aprovado em Segunda Discussão nesta quinta-feira, com 14 votos favoráveis, o texto agora segue para apreciação do prefeito Rogério Lins (Podemos), que poderá sancioná-lo ou vetá-lo.</p>
<p><strong>Prevenção ao diabetes</strong></p>
<p>Dentre os projetos votados em Primeira Discussão, o texto de autoria do prefeito Rogério Lins, que institui a Política de Prevenção ao Diabetes no Município de Osasco, gerou debate em plenário, devido à importância do tema.</p>
<p>O Projeto de Lei 54/2022 atende a uma indicação da vereadora Lúcia da Saúde, que é membro da Comissão de Saúde da Câmara.</p>
<p>“Gostaria de agradecer o prefeito, que pegou essa indicação e transformou em projeto de lei. Eu fiquei muito feliz”, disse.</p>
<p>De acordo com a parlamentar, a instituição de uma política pública voltada à questão do diabetes é de fundamental importância, tendo em vista que muitas pessoas desconhecem que têm a doença. “Quantas pessoas, até mesmo para ir arrancar um dente, não sabe que têm a diabete e correm até ter o risco de morrer?”, questionou.</p>
<p>A vereadora alertou, ainda, que o diabetes é uma doença silenciosa, que não dá sinais. Ela citou o caso do presidente da Câmara, vereador Ribamar Silva (PSD), que era portador da doença e hoje está muito bem de saúde, após se submeter a uma cirurgia bariátrica. “Depois que fiz a cirurgia, peguei Covid e não fiquei mal porque não tinha mais diabetes”, recordou.</p>
<p>Ribamar recordou a cirurgia bariátrica e agradeceu à vereadora Lúcia por tê-lo incentivado a fazer a cirurgia. Ele também agradeceu o médico endocrinologista e ex-vereador Amando Mota.</p>
<p>A vereadora Lúcia da Saúde defendeu uma parceria entre a prefeitura e o governo do Estado para viabilizar o acesso gratuito à cirurgia bariátrica em Osasco.</p>
<p>Os vereadores aprovaram o projeto em Primeira Discussão, com 15 votos favoráveis. Antes de virar lei, a matéria precisa passar por nova votação e, depois, ir à apreciação do prefeito Rogério Lins.</p>
<h3>Confira a lista de todos os projetos aprovados na 46ª Sessão Ordinária:</h3>
<h4><strong>Segunda Discussão</strong></h4>
<p>Projeto de Lei 57/2022 – Lúcia da Saúde – Institui no Calendário Oficial do Município de Osasco a Campanha Julho Amarelo, que alerta sobre as hepatites virais e a necessidade de conscientização, prevenção, orientação e tratamento da doença.</p>
<h4><strong>Primeira Discussão</strong></h4>
<p>Projeto de Lei 54/2022 – Prefeito do Município de Osasco – Institui a Política de Prevenção ao Diabetes no Município de Osasco. <strong>(Aprovado com 15 votos favoráveis)</strong></p>
<p>Projeto de Lei 68/2022 – Prefeito do Município de Osasco– Dispõe sobre a denominação da Rua Arquiteta Daniela Igarashi, no Bairro São Pedro e altera a Lei nº 3.993, de 27 de dezembro de 2005, que dispõe sobre a denominação da Av. João Paulo II, no Bairro São Pedro. <strong>(Aprovado com 16 votos favoráveis)</strong></p>
<p>Projeto de Lei 23/2022 – Ana Paula Rossi – Institui no Calendário Oficial do Município de Osasco a Quinzena Municipal do Circo e Artes Circenses. Contém Emenda 1/22, da CCJ. <strong>(Aprovado com 15 votos favoráveis; emenda aprovada com 15 votos favoráveis)</strong></p>
<h4><strong>Discussão Única</strong></h4>
<p>Projeto de Lei 55/2022 – Prefeito do Município de Osasco – Dispõe sobre a denominação da Rua Cesário Ferreira de Almeida, no Bairro Bonança <strong>(Aprovado com 15 votos favoráveis)</strong></p>
<p>Projeto de Decreto Legislativo 19/2022 – Lúcia da Saúde – Dispõe sobre a concessão de Placa Comemorativa ao time Birigui Futebol Clube, fundado em 14/10/1980, na cidade de Osasco. <strong>(Aprovado com 16 votos favoráveis)</strong></p>
<p>Projeto de Decreto Legislativo 23/2022 – Lúcia da Saúde – Dispõe sobre a concessão de Título de Cidadão Osasquense ao Sr. Vicente Ferreira Lima. <strong>(Aprovado com 16 votos favoráveis)</strong></p>
<p>Projeto de Decreto Legislativo 15/2020 – Josias da Juco – Dispõe sobre a concessão de Cartão de Prata à Sra. Erica Cristina Vassoler. <strong>(Aprovado com 16 votos favoráveis)</strong></p>
<p>Projeto de Decreto Legislativo 60/2021 – Julião – Dispõe sobre a concessão de Medalha Antônio Raposo Tavares e do Diploma Cidade de Osasco à Senhora Tereza Maria dos Santos. <strong>(Aprovado com 16 votos favoráveis)</strong></p>
<p>Projeto de Decreto Legislativo 62/2021 – Julião – Dispõe sobre a concessão de Cartão de Prata à Sra. Helena Maria Ferrari. <strong>(Aprovado com 16 votos favoráveis)</strong></p>
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