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	<title>saneamento &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>saneamento &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Saneamento em São Paulo: 3,8 milhões beneficiados com tratamento de esgoto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 13:00:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O estado de São Paulo tem testemunhado avanços notáveis no setor de saneamento básico, com o tratamento de esgoto beneficiando mais de 3,8 milhões de pessoas em um período de aproximadamente dois anos. Essa aceleração significativa, impulsionada por um conjunto de ações estratégicas, resultou na conexão de mais de 1,5 milhão de domicílios à rede [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de São Paulo tem testemunhado avanços notáveis no setor de saneamento básico, com o tratamento de esgoto beneficiando mais de 3,8 milhões de pessoas em um período de aproximadamente dois anos. Essa aceleração significativa, impulsionada por um conjunto de ações estratégicas, resultou na conexão de mais de 1,5 milhão de domicílios à rede de tratamento. O ritmo de trabalho é impressionante, com a concessionária responsável realizando, em média, 2,4 mil novas ligações por dia, o que equivale a uma conexão a cada 36 segundos. Este esforço massivo não apenas eleva a qualidade de vida da população, mas também promove melhorias substanciais na saúde pública e ambiental, com resultados já evidentes na redução da poluição em importantes bacias hidrográficas do estado.</p>
<p> Avanços sem precedentes no saneamento paulista</p>
<p>A intensificação das obras e a velocidade na execução dos projetos de saneamento em São Paulo representam um marco para o estado. Em menos de um ano, o volume de novas conexões ao sistema de tratamento de esgoto superou o total de iniciativas similares realizadas ao longo de anos em programas anteriores. Para ilustrar, enquanto um programa anterior conectou cerca de 650 mil imóveis em três anos e meio, a concessionária atual atingiu um resultado equivalente em aproximadamente dez meses, operando em um ritmo 4,2 vezes mais rápido. Essa performance acelerada é crucial para o objetivo de universalização do saneamento básico em todo o estado.</p>
<p> Aceleração das conexões domiciliares</p>
<p>A capacidade de conectar um número tão elevado de domicílios em tempo recorde é um testemunho da reestruturação e dos investimentos direcionados para o setor. A cada dia, milhares de famílias passam a ter acesso a um serviço essencial, que antes era uma realidade distante. Essa capilaridade na expansão das redes coletoras de esgoto não se limita apenas à Grande São Paulo, mas se estende por diversas regiões, visando cobrir gradualmente todos os 375 municípios atendidos. O foco na ampliação da coleta de esgoto é um passo fundamental para garantir que o volume de efluentes seja devidamente encaminhado para tratamento, evitando descartes irregulares e seus impactos negativos no meio ambiente e na saúde pública.</p>
<p> Impacto ambiental e investimentos estratégicos</p>
<p>Os resultados ambientais decorrentes do avanço no saneamento já são tangíveis. Dados recentes indicam uma redução de 22% no volume de esgoto lançado sem tratamento na bacia do Alto Tietê. Paralelamente, um estudo conduzido por uma organização ambiental renomada revelou uma diminuição significativa na mancha de poluição do Rio Tietê, que encolheu de 207 para 174 quilômetros. Essas melhorias demonstram o impacto direto dos investimentos em infraestrutura e na modernização das estações de tratamento.</p>
<p> Redução da poluição e expansão das ETEs</p>
<p>Desde 2024, foram entregues 16 novas estações de tratamento de esgoto (ETEs) e cerca de 800 quilômetros de redes coletoras, reforçando a capacidade do sistema. Em paralelo, o volume de investimentos anuais no setor quadruplicou, passando de R$ 6,9 bilhões para R$ 15,2 bilhões. A meta ambiciosa é destinar R$ 70 bilhões até 2029, com o objetivo de antecipar em quatro anos a universalização do saneamento prevista no Marco Legal, passando de 2033 para 2029. Além disso, as cinco estações de tratamento da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) estão passando por um processo de ampliação e modernização. A ETE Parque Novo Mundo, por exemplo, deverá quadruplicar sua capacidade até o final de 2026, enquanto a ETE Barueri terá sua capacidade expandida de 16 m³/s para 24 m³/s, o que reforça o compromisso com a infraestrutura e a sustentabilidade ambiental.</p>
<p> Na Rota da Água: Transparência e resultados</p>
<p>Para acompanhar de perto os progressos e dar maior visibilidade às obras em andamento, foi lançada em fevereiro deste ano a iniciativa &#8220;Na Rota da Água&#8221;. O programa foca em projetos de segurança hídrica, reforço de abastecimento e, principalmente, na universalização do saneamento nas cidades atendidas. Com uma agenda que inclui visitas técnicas a mais de 1.100 frentes de obras, a iniciativa visa garantir transparência e accountability no uso dos recursos.</p>
<p> Obras em andamento e futuro da universalização</p>
<p>Entre as entregas já realizadas por meio deste programa, destacam-se importantes obras de saneamento em municípios como Itapecerica da Serra, Embu das Artes e Embu-Guaçu. Além disso, a região da Grande São Paulo foi contemplada com duas novas Estações de Tratamento de Esgoto em Caieiras e Franco da Rocha, bem como um Sistema de Expansão de Esgotamento Sanitário que beneficia também Francisco Morato. Essas intervenções, que receberam um aporte de R$ 168 milhões, beneficiarão cerca de 46,2 mil famílias, ou aproximadamente 127 mil pessoas, com a ampliação do tratamento de esgoto e uma consequente redução da poluição em rios e córregos locais.</p>
<p>Outro pilar dessa estratégia é o Programa Integra Tietê, que contratou a expansão e o retrofit da Estação de Tratamento de Esgoto de Barueri, um investimento colossal de R$ 5,7 bilhões. Com conclusão prevista para o final de 2029, essa obra elevará em 40,6% a capacidade de tratamento da estação, estendendo o acesso ao serviço para mais 4 milhões de pessoas. O Plano Regional de Saneamento Básico projeta investimentos de R$ 260 bilhões até 2060, sendo R$ 69 bilhões direcionados até 2029 para assegurar água potável, coleta e tratamento de esgoto para toda a população paulista.</p>
<p> Universalização do acesso à água</p>
<p>A meta ambiciosa de antecipar a universalização do saneamento de 2033 para 2029 é o grande objetivo por trás das atuais iniciativas. Este adiantamento representa um salto significativo na qualidade de vida da população e na proteção dos recursos hídricos do estado. Os investimentos maciços e a estratégia de execução acelerada são os pilares para transformar essa meta em realidade.</p>
<p> Impacto social e tarifas acessíveis</p>
<p>A expansão dos serviços de saneamento tem um impacto social direto, especialmente na população mais vulnerável. Em março de 2026, aproximadamente 2,05 milhões de famílias tinham acesso a tarifas sociais, o que representa um crescimento de 106% em comparação com as 1,05 milhão de famílias beneficiadas antes do período de intensificação dos investimentos. Esse avanço reflete não apenas a ampliação das ligações em áreas de maior vulnerabilidade social, mas também a expansão dos programas de subsídio tarifário, garantindo que o acesso ao saneamento básico não seja um privilégio, mas um direito universal. A concessionária atende atualmente 28 milhões de habitantes em 375 municípios paulistas, desempenhando um papel crucial no fornecimento de água e na coleta e tratamento de esgoto.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> 1. Quantas pessoas foram beneficiadas com tratamento de esgoto em São Paulo no período recente?<br />
Mais de 3,8 milhões de pessoas foram beneficiadas com tratamento de esgoto em São Paulo em aproximadamente dois anos, com mais de 1,5 milhão de domicílios conectados.</p>
<p> 2. Qual é a meta para a universalização do saneamento no estado de São Paulo?<br />
A meta é antecipar a universalização do saneamento de 2033 para 2029, com um investimento previsto de R$ 70 bilhões até essa data.</p>
<p> 3. Houve alguma melhoria na qualidade da água do Rio Tietê?<br />
Sim, o volume de esgoto lançado sem tratamento na bacia do Alto Tietê foi reduzido em 22%, e a mancha de poluição do Rio Tietê diminuiu de 207 para 174 quilômetros, segundo estudos.</p>
<p> 4. O que é o programa &#8220;Na Rota da Água&#8221;?<br />
É uma iniciativa lançada em fevereiro que visa dar visibilidade e acompanhar as obras de segurança hídrica, reforço de abastecimento e universalização do saneamento em mais de 1.100 frentes de obras nos municípios atendidos.</p>
<p> 5. Como os investimentos em saneamento impactam a população mais vulnerável?<br />
A expansão dos serviços e dos programas de subsídio tarifário resultou em um crescimento de 106% no número de famílias com acesso a tarifas sociais, beneficiando aproximadamente 2,05 milhões de economias em março de 2026.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os progressos e as iniciativas que estão transformando o saneamento no estado de São Paulo. Para mais detalhes sobre os serviços em sua região ou sobre as obras em andamento, acesse os canais oficiais da concessionária responsável.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>São Paulo reduz 22% do esgoto sem tratamento nos rios Pinheiros e Tietê</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/sao-paulo-reduz-22-do-esgoto-sem-tratamento-nos-rios-pinheiros-e-tiete/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 11:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[esgoto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 1,5 milhão de domicílios foram conectados à rede de esgoto nos últimos anos, reduzindo a carga de detritos lançados diretamente nos rios e mananciais Cerca de 10 bilhões de litros de esgoto que antes eram despejados irregularmente nos rios da Grande São Paulo passaram a receber tratamento e destino adequados desde 2024, quando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Mais de 1,5 milhão de domicílios foram conectados à rede de esgoto nos últimos anos, reduzindo a carga de detritos lançados diretamente nos rios e mananciais</em></strong></p>
<p>Cerca de 10 bilhões de litros de esgoto que antes eram despejados irregularmente nos rios da Grande São Paulo passaram a receber tratamento e destino adequados desde 2024, quando o Governo de São Paulo fez a desestatização do serviço de saneamento básico no Estado.</p>
<p>Leia mais em: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/c1oy" target="_blank" rel="noopener">https://www.agenciasp.sp.gov.br/c1oy</a></p>
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		<title>Censo de saneamento rural: como identificar agentes e garantir a segurança</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/censo-de-saneamento-rural-como-identificar-agentes-e-garantir-a-seguranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 11:45:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O avanço do &#8220;Projeto Brotar&#8221; no estado de São Paulo marca um passo crucial para a universalização do saneamento básico em áreas rurais. Com a meta de mapear as necessidades de 371 municípios, o programa foca na coleta de dados essenciais para direcionar investimentos e obras. No entanto, a segurança e a confiança das comunidades [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O avanço do &#8220;Projeto Brotar&#8221; no estado de São Paulo marca um passo crucial para a universalização do saneamento básico em áreas rurais. Com a meta de mapear as necessidades de 371 municípios, o programa foca na coleta de dados essenciais para direcionar investimentos e obras. No entanto, a segurança e a confiança das comunidades são primordiais. Para que o censo de saneamento rural seja bem-sucedido e os moradores se sintam protegidos, é fundamental que todos saibam como identificar corretamente os agentes recenseadores que visitarão as propriedades. A iniciativa não apenas visa coletar informações vitais para a infraestrutura, mas também estabelece protocolos rigorosos de identificação e segurança, garantindo que apenas profissionais devidamente autorizados interajam com a população, fortalecendo a credibilidade e a eficácia deste esforço transformador.</p>
<p> A importância do censo de saneamento rural para o futuro do estado</p>
<p>O &#8220;Projeto Brotar&#8221; representa uma iniciativa de grande envergadura para o desenvolvimento social e ambiental das áreas rurais paulistas. Este censo de saneamento rural não é apenas uma pesquisa; é o alicerce para a concretização de um direito fundamental: o acesso à água tratada e ao esgoto. Em um estado tão populoso e economicamente ativo como São Paulo, a disparidade no acesso a esses serviços entre zonas urbanas e rurais tem sido um desafio persistente. O projeto busca precisamente corrigir essa lacuna, alcançando domicílios que, por questões históricas e contratuais, não eram atendidos pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).</p>
<p>A coleta de dados, realizada de porta em porta, permite um levantamento detalhado das condições de saneamento de cada propriedade, identificando as soluções tecnológicas mais adequadas para cada realidade. Essas informações são a base para o planejamento e a execução de obras de infraestrutura que terão um impacto direto na saúde pública, na qualidade de vida e na dignidade das famílias rurais. Ao invés de soluções genéricas, o censo possibilita a personalização das intervenções, garantindo que os recursos sejam aplicados de forma eficaz e que as necessidades específicas de cada comunidade sejam atendidas. A universalização do saneamento não é apenas um objetivo governamental; é uma meta que reverberará positivamente em diversos setores, desde a economia local até a preservação ambiental.</p>
<p> O impacto nas comunidades e o prazo para universalização</p>
<p>O escopo do &#8220;Projeto Brotar&#8221; é ambicioso, visando cobrir 371 municípios do estado de São Paulo, o que significa um esforço logístico e humano considerável. A expectativa é que, com base nos dados coletados, mais de 820 mil domicílios rurais que anteriormente não tinham acesso aos serviços da Sabesp, devido a antigas questões contratuais, passem a ser contemplados. Este número expressivo demonstra o alcance e o potencial transformador do censo, prometendo mudar a realidade de centenas de milhares de pessoas.</p>
<p>A relevância do projeto é amplificada pelo compromisso com os prazos. Enquanto o Marco Legal do Saneamento Básico estabelece 2033 como o limite para a universalização do serviço em todo o Brasil, a Sabesp, como executora do Brotar em parceria com o Laboratório de Informações Estratégicas Agroambientais do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, decidiu antecipar esse prazo para 2029 nos municípios sob sua área de atuação. Essa antecipação reflete a urgência e a determinação em levar saneamento básico a quem mais precisa, acelerando o desenvolvimento e a melhoria das condições de vida no campo. A presença dos agentes é, portanto, o primeiro elo de uma cadeia que culminará na entrega de infraestrutura essencial, mapeando as soluções que serão instaladas em cada propriedade para alcançar essa universalização.</p>
<p> Protocolos de segurança: como reconhecer um agente oficial</p>
<p>A vasta extensão do projeto e a necessidade de acessar propriedades rurais tornam a segurança uma prioridade máxima. Para proteger tanto os moradores quanto os recenseadores, o &#8220;Projeto Brotar&#8221; implementou um rigoroso conjunto de protocolos de identificação visual e operacional. É fundamental que os residentes estejam cientes desses padrões para evitar qualquer tipo de fraude ou abordagem indevida, garantindo que a coleta de dados seja realizada de forma transparente e segura.</p>
<p>Cada profissional em campo é treinado para seguir essas diretrizes à risca, e a população é incentivada a verificar cada detalhe antes de fornecer qualquer informação. A clareza na identificação é a principal ferramenta contra a desinformação e a má-fé, criando um ambiente de confiança necessário para o sucesso da pesquisa. A colaboração da comunidade em observar e exigir esses padrões é vital para o bom andamento do censo e para a segurança de todos os envolvidos.</p>
<p> Identificação visual e tecnológica para a sua proteção</p>
<p>Os agentes do &#8220;Projeto Brotar&#8221; são facilmente reconhecíveis por um padrão visual padronizado e pelo uso de tecnologia específica para a coleta de dados. Em primeiro lugar, a vestimenta é um item obrigatório: todos os recenseadores devem usar colete e boné que exibam a logomarca oficial do &#8220;Projeto Brotar&#8221;. Essa padronização visual ajuda a distinguir os agentes de qualquer outra pessoa.</p>
<p>Além da vestimenta, cada profissional portará um crachá de identificação que deve estar visível o tempo todo. Este crachá conterá informações essenciais para a verificação: o nome completo do agente, uma foto recente e a identidade visual do programa. A população deve conferir esses detalhes e, em caso de dúvida, pode solicitar que o agente apresente o crachá para uma melhor visualização.</p>
<p>Por fim, a coleta de dados é realizada exclusivamente de forma digital, utilizando um aplicativo específico em dispositivos móveis. Os agentes não utilizarão formulários em papel para o registro primário das informações. Isso não só agiliza o processo e garante a integridade dos dados, como também serve como mais um indicativo de autenticidade. Se alguém apresentar um formulário em papel para preenchimento, isso pode ser um sinal de alerta. É crucial que a população responda ao formulário apenas para agentes devidamente caracterizados e equipados conforme as descrições.</p>
<p> A parceria com as forças de segurança e a comunidade</p>
<p>A segurança do &#8220;Projeto Brotar&#8221; é uma preocupação compartilhada entre os organizadores e as autoridades públicas. Para reforçar a proteção dos agentes e, principalmente, das comunidades rurais, o programa conta com um suporte institucional robusto da Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Estado de São Paulo. Essa parceria estratégica é fundamental para levar clareza e tranquilidade às áreas recenseadas, garantindo que o trabalho de campo seja realizado em um ambiente seguro e com a confiança da população.</p>
<p>A colaboração com a SSP não se limita apenas ao monitoramento, mas envolve uma série de ações preventivas e de comunicação que visam coibir qualquer tentativa de fraude ou atividade criminosa. O objetivo é que cada morador se sinta seguro ao abrir as portas para os agentes do censo, sabendo que há um sistema de apoio e verificação por trás da visita.</p>
<p> Suporte da Polícia Militar e o papel da população</p>
<p>A estratégia de proteção do &#8220;Projeto Brotar&#8221; integra ações de comunicação e engajamento comunitário, muitas delas em parceria direta com a Polícia Militar. Um dos pilares é a divulgação de informações oficiais em grupos de WhatsApp das comunidades rurais. Esses canais servem para informar sobre a chegada das equipes, os períodos de atuação e, caso necessário, para alertar sobre qualquer ocorrência suspeita. Os líderes comunitários e moradores são incentivados a participar ativamente desses grupos, tornando-se multiplicadores das informações e co-responsáveis pela segurança.</p>
<p>Além disso, o programa aproveita a estrutura existente do Vizinhança Solidária, uma iniciativa da Polícia Militar que promove a segurança por meio da cooperação entre vizinhos e o policiamento local. Os Conselhos Comunitários de Segurança (CONSEGs) também desempenham um papel crucial, atuando na validação da presença das equipes e na disseminação das diretrizes de identificação dos agentes. Essa rede de apoio comunitário e policial fortalece a confiança e oferece um canal adicional para a verificação da legitimidade dos recenseadores. A orientação clara para a população é que o formulário seja respondido apenas para agentes devidamente caracterizados, seguindo todos os protocolos de identificação visual e tecnológica estabelecidos. Em caso de qualquer dúvida ou suspeita, a recomendação é entrar em contato com as autoridades locais ou com os canais de comunicação oficiais do Projeto Brotar.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>O &#8220;Projeto Brotar&#8221; representa um marco fundamental para o saneamento rural no estado de São Paulo, prometendo transformar a vida de centenas de milhares de famílias. A robustez dos protocolos de identificação dos agentes e a estratégica parceria com a Secretaria de Segurança Pública são garantias essenciais para a segurança e a integridade do censo. A colaboração ativa da população em verificar a identidade dos recenseadores e em participar dos canais de comunicação é vital para o sucesso da iniciativa. Ao assegurar que apenas agentes legítimos atuem, o projeto avança em direção à universalização do saneamento, estabelecendo um futuro mais saudável e digno para as comunidades rurais do estado, antecipando metas e reafirmando o compromisso com o bem-estar coletivo.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. O que é o Projeto Brotar e qual seu objetivo principal?<br />
O Projeto Brotar é um censo de saneamento realizado em 371 municípios rurais do estado de São Paulo. Seu objetivo principal é mapear as necessidades de água e esgoto das propriedades para direcionar investimentos e obras, visando a universalização do saneamento básico para mais de 820 mil domicílios rurais que não eram atendidos pela Sabesp.</p>
<p>2. Como posso ter certeza de que o agente que me visita é legítimo?<br />
Os agentes legítimos do Projeto Brotar seguem um padrão rigoroso: vestem colete e boné com a logomarca oficial, portam um crachá visível com nome, foto e identidade do programa, e coletam dados digitalmente em dispositivos móveis. Desconfie de qualquer agente que não apresente essas características ou que use formulários em papel para a coleta primária.</p>
<p>3. Qual o prazo para a conclusão do censo e a universalização do saneamento?<br />
O censo deve ocorrer até dezembro de 2026. A Sabesp, parceira executora, antecipou o prazo de universalização do saneamento básico para 2029 nos municípios que atende, adiantando-se à meta nacional de 2033.</p>
<p>4. Quem são os parceiros envolvidos na execução do Projeto Brotar?<br />
O Projeto Brotar é executado pela Sabesp em parceria com o Laboratório de Informações Estratégicas Agroambientais do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), da APTA, órgão de pesquisa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Conta também com o suporte da Secretaria de Segurança Pública (SSP) para a garantia da segurança.</p>
<p>Mantenha-se informado e colabore com o censo para garantir um futuro com saneamento básico de qualidade em sua comunidade.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Cinco milhões de mulheres no brasil vivem sem água canalizada</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/cinco-milhoes-de-mulheres-no-brasil-vivem-sem-agua-canalizada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 00:01:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, o acesso a serviços básicos de saneamento ainda é uma realidade distante para milhões de cidadãos, com um impacto desproporcional sobre as mulheres. Um levantamento recente revela que aproximadamente cinco milhões de mulheres brasileiras residem em lares sem acesso a água canalizada, uma situação que escancara profundas desigualdades sociais, raciais e de gênero. [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/cinco-milhoes-de-mulheres-no-brasil-vivem-sem-agua-canalizada/">Cinco milhões de mulheres no brasil vivem sem água canalizada</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, o acesso a serviços básicos de saneamento ainda é uma realidade distante para milhões de cidadãos, com um impacto desproporcional sobre as mulheres. Um levantamento recente revela que aproximadamente cinco milhões de mulheres brasileiras residem em lares sem acesso a água canalizada, uma situação que escancara profundas desigualdades sociais, raciais e de gênero. Essa carência flagrante de um direito humano fundamental não só compromete a qualidade de vida, mas também eleva a vulnerabilidade à saúde, contrariando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, que visam garantir água potável e saneamento básico para todos até 2030. A análise aprofundada desses dados é crucial para iluminar os desafios persistentes e guiar a formulação de políticas públicas mais eficazes e equitativas em todo o território nacional.</p>
<p> O panorama da falta de saneamento no brasil</p>
<p>A pesquisa detalhada, baseada em dados demográficos recentes, oferece uma visão alarmante sobre a distribuição do acesso ao saneamento básico, segmentando-o por sexo, raça e tipo de moradia, incluindo comunidades urbanas e favelas. Embora o país tenha registrado avanços significativos no acesso à água potável, passando de 95,1% em 2015 para 98,1% em 2023, os números mostram que essa melhoria não foi equitativa, deixando milhões de mulheres para trás.</p>
<p> Milhões sem água potável e os desafios regionais</p>
<p>O déficit de acesso à água canalizada afeta de forma mais aguda determinadas regiões e cidades. São Luís, capital do Maranhão, lidera a lista com a maior carência, onde quase 39 mil mulheres não possuem o serviço em suas residências. Em seguida, aparecem Belém, no Pará, com aproximadamente 36 mil mulheres nessa situação, e Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, também com pouco mais de 36 mil. Essas concentrações urbanas revelam falhas estruturais e a urgência de investimentos direcionados para suprir as necessidades mais básicas da população.</p>
<p>A análise regional dos dados é ainda mais contundente. As regiões Nordeste e Norte concentram, juntas, cerca de 85% do total de mulheres que vivem em casas sem água canalizada. O Nordeste responde por 63% desse déficit, enquanto o Norte contribui com 22%. Essa disparidade regional reflete não apenas questões geográficas, mas também históricas e socioeconômicas, evidenciando a necessidade de abordagens personalizadas e políticas públicas que considerem as particularidades de cada local. A falta de infraestrutura nessas áreas impede o desenvolvimento pleno e perpetua ciclos de pobreza e desigualdade.</p>
<p> Impactos profundos: saúde, gênero e desigualdade</p>
<p>A ausência de saneamento básico transcende a mera inconveniência; ela se traduz em sérios riscos à saúde e a uma maior vulnerabilidade, especialmente para as mulheres. A exposição a condições sanitárias inadequadas está diretamente ligada a uma série de doenças de veiculação hídrica, que podem ter consequências graves, incluindo mortalidade.</p>
<p> A vulnerabilidade feminina e o déficit em esgoto e higiene</p>
<p>Especialistas da área de recursos hídricos e saneamento básico alertam para a maior taxa de mortalidade feminina relacionada a serviços inadequados de água, esgoto e higiene. Dados indicam que, enquanto a mortalidade masculina por doenças de circulação hídrica atinge 4,4 óbitos a cada cem mil habitantes, a taxa feminina é superior, chegando a 4,7 óbitos. Essa diferença, embora pareça pequena, é um forte indicador da maior vulnerabilidade das mulheres à falta de acesso a esses serviços essenciais. As responsabilidades frequentemente atribuídas às mulheres no cuidado com a casa e a família as expõem mais diretamente aos riscos, seja no transporte de água de fontes distantes, na lida com resíduos ou na gestão da higiene em condições precárias.</p>
<p>Além da água canalizada, o Brasil enfrenta um gargalo imenso no que diz respeito à rede coletora e ao tratamento de esgotos ou fossas sépticas adequadas. Quase 45 milhões de mulheres em todo o país não possuem acesso a esses serviços cruciais. A situação é particularmente dramática nas favelas, onde cerca de 4 milhões de mulheres vivem sem acesso a esgoto. As cidades de Manaus, Belém e São Paulo concentram a maioria dessas favelas, destacando a urgência de intervenções urbanas e investimentos em infraestrutura.</p>
<p>O levantamento também aponta para outro indicador crítico: o acesso a instalações para lavar as mãos com água e sabão. Quase dois milhões de mulheres residem em lares sem banheiro de uso exclusivo, uma situação que compromete a higiene pessoal básica e aumenta o risco de doenças. Novamente, as regiões Norte e Nordeste somam 94% desse déficit, reforçando a imagem de uma disparidade regional profunda e multifacetada. A falta de saneamento adequado é um espelho das desigualdades de raça, gênero e classe que persistem no país, exigindo uma resposta coordenada e enérgica por parte do poder público e da sociedade.</p>
<p> A urgência de políticas públicas eficazes</p>
<p>A análise detalhada sobre a ausência de saneamento básico para milhões de mulheres brasileiras não apenas revela uma triste realidade, mas também fornece subsídios concretos para a formulação de políticas públicas mais direcionadas e eficazes. A superação desse desafio requer um esforço coordenado, que vá além da simples expansão de redes, abrangendo a educação sanitária, a promoção da higiene e a conscientização sobre a importância de investimentos contínuos no setor. É fundamental que as ações sejam pensadas de forma integrada, considerando as particularidades regionais, raciais e de gênero, para garantir que o direito universal à água potável, ao esgoto adequado e à higiene seja finalmente concretizado, sem deixar ninguém para trás, especialmente as mulheres que hoje sofrem os maiores impactos dessa carência histórica.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre saneamento</p>
<p> Quantas mulheres vivem sem acesso à água canalizada no Brasil?<br />
Cerca de cinco milhões de mulheres brasileiras residem em lares sem acesso a água canalizada, conforme levantamento recente.</p>
<p> Quais regiões do Brasil são as mais afetadas pela falta de água canalizada para mulheres?<br />
As regiões Nordeste e Norte concentram a maior parte do déficit, somando aproximadamente 85% do total de mulheres sem água canalizada, com o Nordeste respondendo por 63% e o Norte por 22%.</p>
<p> Qual o impacto da falta de saneamento na saúde das mulheres?<br />
Especialistas apontam que a mortalidade feminina por doenças de circulação hídrica é superior à masculina (4,7 contra 4,4 óbitos a cada cem mil habitantes), evidenciando a maior vulnerabilidade das mulheres à ausência de saneamento e higiene.</p>
<p> Além da água, quais outros déficits de saneamento afetam as mulheres?<br />
Quase 45 milhões de mulheres não têm acesso a serviços de rede coletora e tratamento de esgoto ou fossas sépticas adequadas, e cerca de dois milhões não possuem banheiro de uso exclusivo.</p>
<p>Para saber mais sobre os desafios do saneamento e como você pode contribuir para a mudança, acesse portais de notícias especializados e organizações dedicadas ao tema.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Presidente do conselho da Copasa renuncia após acusações de propina em concessões</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 15:21:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[acusações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) comunicou oficialmente ao mercado a renúncia de Hamilton Amadeo, presidente do seu conselho de administração. A decisão foi formalizada através de um fato relevante, divulgado pela empresa em um momento de grande turbulência. A renúncia ocorre horas após a revelação de sérias acusações de propina relacionadas a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) comunicou oficialmente ao mercado a renúncia de Hamilton Amadeo, presidente do seu conselho de administração. A decisão foi formalizada através de um fato relevante, divulgado pela empresa em um momento de grande turbulência. A renúncia ocorre horas após a revelação de sérias acusações de propina relacionadas a concessões de água e esgoto. Essas concessões foram, supostamente, conquistadas pela Aegea, empresa da qual Amadeo foi presidente anteriormente. As denúncias, originadas de delações, apontam para um esquema de pagamentos ilícitos, gerando um imediato impacto na governança da Copasa e levantando questões sobre a integridade nos processos licitatórios do setor de saneamento básico no Brasil. A saída do executivo ressalta a pressão sobre companhias de capital aberto diante de escândalos.</p>
<p> A renúncia estratégica na Copasa e seu contexto</p>
<p>A saída de Hamilton Amadeo da presidência do conselho de administração da Copasa marca um ponto crucial na história recente da companhia. O conselho de administração, órgão máximo de deliberação estratégica, é responsável por supervisionar a gestão e garantir a conformidade com as melhores práticas de governança corporativa. A renúncia de seu presidente, especialmente sob tais circunstâncias, envia um sinal forte ao mercado e à sociedade sobre a seriedade das acusações que vieram à tona.</p>
<p>A Copasa, como empresa de capital aberto e prestadora de um serviço público essencial, tem o dever de manter a máxima transparência com seus acionistas e com a população. A divulgação de um fato relevante é um instrumento obrigatório para comunicar eventos que possam influenciar a decisão de investimento ou a percepção pública sobre a empresa. Nesse caso, a rapidez da comunicação da renúncia, poucas horas após as reportagens, demonstra a urgência da situação e a necessidade da Copasa de se posicionar frente aos desdobramentos. A decisão de Amadeo, portanto, pode ser interpretada como uma medida para proteger a imagem e a estabilidade da companhia, permitindo que as investigações sigam seu curso sem a presença de um executivo com ligações diretas às denúncias em seu mais alto escalão de governança.</p>
<p> O histórico profissional de Amadeo e a Aegea</p>
<p>Hamilton Amadeo possui um histórico profissional notável no setor de infraestrutura e saneamento. Antes de assumir a presidência do conselho da Copasa, ele ocupou a posição de presidente da Aegea Saneamento, uma das maiores empresas privadas do setor no Brasil. Essa ligação prévia é o cerne da questão que levou à sua renúncia na Copasa. As delações que vieram a público apontam para um suposto esquema de propina em concessões de água e esgoto obtidas pela Aegea durante o período em que Amadeo estava à frente da empresa.</p>
<p>A transição de um cargo executivo de alta relevância em uma empresa para a presidência do conselho de outra, especialmente no mesmo setor, é comum e geralmente vista como um movimento de carreira natural. No entanto, quando surgem alegações de conduta imprópria relacionadas ao período anterior, a posição do executivo se torna insustentável. A renúncia, nesse contexto, serve para mitigar potenciais conflitos de interesse e para evitar que a Copasa seja associada, mesmo que indiretamente, a investigações sobre práticas ilícitas que ocorreram em outra organização onde seu ex-presidente do conselho atuava. A reputação é um ativo intangível de valor inestimável para qualquer empresa, e proteger esse ativo é primordial para a continuidade dos negócios e a confiança dos investidores.</p>
<p> As alegações de propina e o impacto no setor de saneamento</p>
<p>As acusações de propina em concessões de água e esgoto são de extrema gravidade e lançam uma sombra sobre a integridade do processo licitatório no setor de saneamento básico no Brasil. As denúncias, baseadas em delações, sugerem que houve pagamentos ilícitos para a obtenção de contratos que envolvem serviços essenciais à população. Em um setor que lida diretamente com a saúde pública e o bem-estar social, qualquer indício de corrupção mina a confiança dos cidadãos e compromete a legitimidade das operações das empresas envolvidas.</p>
<p>Esses escândalos são particularmente preocupantes em um momento em que o país busca avançar na universalização do saneamento, com a recente aprovação do Novo Marco Legal do Saneamento. Este marco visa atrair maiores investimentos privados para o setor, impulsionando a participação de empresas como a Aegea e a própria Copasa. Contudo, para que o modelo de concessões funcione efetivamente e atraia investidores sérios, é fundamental que haja total transparência, concorrência leal e absoluta integridade nos processos. Alegações de propina podem afastar investimentos, aumentar o custo do capital para as empresas e, em última instância, atrasar o objetivo de levar água tratada e esgoto sanitário para toda a população brasileira. A necessidade de fiscalização rigorosa e de mecanismos de controle eficazes torna-se ainda mais evidente.</p>
<p> Mecanismos de governança e compliance</p>
<p>O episódio envolvendo as acusações de propina reforça a importância crítica de mecanismos robustos de governança corporativa e compliance nas empresas, especialmente naquelas que operam em setores regulados e que dependem de concessões públicas. Um programa de compliance eficaz vai além da mera conformidade legal; ele estabelece uma cultura de ética, integridade e transparência em toda a organização. Isso inclui políticas claras contra a corrupção, treinamentos periódicos para funcionários, canais de denúncia anônimos e eficazes, e a devida diligência em relacionamentos com terceiros, como fornecedores e parceiros.</p>
<p>No contexto das concessões públicas, as empresas devem implementar verificações rigorosas durante os processos de licitação para garantir que não haja práticas anticompetitivas ou ilícitas. A auditoria interna e externa desempenha um papel fundamental na identificação de riscos e na garantia de que os controles internos estejam funcionando adequadamente. Para a Copasa, mesmo que as acusações não envolvam diretamente suas operações atuais, a situação de seu ex-presidente do conselho ressalta a necessidade de revisar e fortalecer continuamente suas próprias políticas de compliance e due diligence. A pressão por uma governança exemplar é constante, e a resposta a esses desafios define a credibilidade e a longevidade das empresas no mercado.</p>
<p> Desdobramentos e perspectivas para a Copasa</p>
<p>A renúncia de Hamilton Amadeo inicia um período de transição para a Copasa em sua estrutura de governança. A companhia terá que iniciar o processo de seleção de um novo presidente para o conselho de administração, uma figura essencial para a continuidade da supervisão estratégica e para a manutenção da confiança do mercado. Este processo deve ser conduzido com rigor e transparência, buscando um profissional com reputação ilibada e vasta experiência em governança corporativa, capaz de guiar a empresa através dos desafios atuais e futuros.</p>
<p>Ainda que as acusações de propina recaiam sobre atividades anteriores de Amadeo na Aegea e não envolvam diretamente a Copasa, a simples associação pode gerar incertezas entre investidores e acionistas. A reação do mercado a fatos relevantes como este geralmente inclui uma análise do risco reputacional e da capacidade da empresa de manter sua estabilidade. Para mitigar qualquer impacto negativo, a Copasa deverá reforçar sua comunicação com o mercado, garantindo a clareza sobre suas ações e reiterando seu compromisso com a ética e a governança. A empresa pode ser levada a intensificar suas auditorias internas e a fortalecer seus programas de compliance como forma de demonstrar proatividade e responsabilidade. No longo prazo, a maneira como a Copasa gerencia essa situação pode influenciar sua capacidade de participação em futuras licitações e de atrair novos investimentos para a expansão de seus serviços de saneamento.</p>
<p> A importância da transparência e da responsabilização</p>
<p>Em um cenário como o descrito, a transparência e a responsabilização tornam-se pilares indispensáveis para a restauração da confiança pública e do mercado. É esperado que as autoridades competentes conduzam investigações aprofundadas sobre as alegações de propina, identificando todos os envolvidos e aplicando as devidas sanções, caso as acusações sejam confirmadas. A sociedade demanda clareza sobre como os recursos públicos são geridos e como os contratos de concessão são obtidos, especialmente em um setor vital como o saneamento.</p>
<p>Para as empresas, a responsabilização não se limita apenas à cooperação com as investigações externas. Ela envolve também a capacidade de realizar autoavaliações, identificar falhas em seus processos e implementar as correções necessárias. A adoção de uma postura proativa na busca pela verdade e na garantia de que práticas ilícitas não se repitam é crucial. A resposta do setor de saneamento a essas denúncias será um teste de sua maturidade e de seu compromisso com a integridade. Somente com total transparência e uma cultura de responsabilização será possível fortalecer a credibilidade do setor e garantir que os investimentos necessários para a universalização do saneamento sejam realizados em um ambiente de ética e conformidade.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A renúncia de Hamilton Amadeo da presidência do conselho de administração da Copasa, em meio a sérias acusações de propina em concessões anteriores de sua ex-empresa, a Aegea, marca um momento de grande atenção para o setor de saneamento básico no Brasil. Este evento sublinha a importância da governança corporativa e da transparência em empresas que atuam com serviços públicos essenciais. A Copasa, por meio de sua comunicação via fato relevante, agiu rapidamente para informar o mercado, mas os desdobramentos futuros exigirão um contínuo compromisso com a ética e a responsabilização. O cenário atual reforça a necessidade de investigações rigorosas e de um ambiente de negócios onde a integridade seja a base para a atração de investimentos e para a garantia da prestação de serviços de qualidade à população.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>1. Quem é Hamilton Amadeo e qual era sua posição na Copasa?<br />
Hamilton Amadeo era o presidente do conselho de administração da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) até sua recente renúncia. Anteriormente, ele ocupou o cargo de presidente da Aegea Saneamento, uma relevante empresa privada do setor.</p>
<p>2. Qual é a relação entre a renúncia de Amadeo e as acusações envolvendo a Aegea?<br />
A renúncia ocorreu horas após a divulgação de reportagens detalhando acusações de propina, provenientes de delações, em concessões de água e esgoto que teriam sido conquistadas pela Aegea durante o período em que Amadeo a presidia. Sua saída visa preservar a imagem e a governança da Copasa frente a essas denúncias que o conectam ao seu passado profissional.</p>
<p>3. O que é um &#8220;fato relevante&#8221; e por que a Copasa o publicou?<br />
Um &#8220;fato relevante&#8221; é uma comunicação obrigatória que empresas de capital aberto devem divulgar ao mercado sobre qualquer evento que possa influenciar a decisão de investimento de seus acionistas. A Copasa publicou o fato relevante para informar prontamente sobre a renúncia de seu presidente do conselho, dada a gravidade das acusações envolvidas e o impacto potencial na companhia.</p>
<p>4. Quais são as implicações dessas acusações para o setor de saneamento no Brasil?<br />
As acusações de propina no setor de saneamento são graves e podem impactar a confiança nos processos licitatórios e na atração de investimentos privados, especialmente no contexto do Novo Marco Legal do Saneamento. Elas reforçam a necessidade de maior transparência, governança robusta e fiscalização rigorosa para garantir a integridade e a efetividade na universalização dos serviços de água e esgoto no país.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos da governança corporativa e a integridade no setor de saneamento.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://economia.uol.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://economia.uol.com.br</a></em></p>
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		<title>Tarifa Social Paulista triplica na Baixada Santista após desestatização da Sabesp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 14:45:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Famílias]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[saneamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Baixada Santista registrou um aumento expressivo no número de famílias beneficiadas pela Tarifa Social Paulista, um crescimento que triplicou desde o processo de desestatização da Sabesp, implementado em 2024. A medida expandiu significativamente o acesso a descontos nas contas de água e esgoto para residências de baixa renda na região. O número de imóveis [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Baixada Santista registrou um aumento expressivo no número de famílias beneficiadas pela Tarifa Social Paulista, um crescimento que triplicou desde o processo de desestatização da Sabesp, implementado em 2024. A medida expandiu significativamente o acesso a descontos nas contas de água e esgoto para residências de baixa renda na região. O número de imóveis elegíveis saltou de aproximadamente 30 mil em agosto de 2024 para impressionantes 90 mil em novembro do mesmo ano, impactando diretamente a vida de cerca de 270 mil pessoas. Paralelamente a essa expansão do benefício, o litoral paulista também testemunhou um incremento considerável nos investimentos em saneamento básico, que quadruplicaram, passando de R$ 500 milhões para R$ 2 bilhões.</p>
<p> Expansão significativa da Tarifa Social Paulista</p>
<p> Um salto no número de beneficiados</p>
<p>A recente ampliação da Tarifa Social Paulista tem transformado o acesso a serviços essenciais para milhares de famílias na Baixada Santista. O crescimento exponencial, que viu o número de beneficiários triplicar em poucos meses após a desestatização da Sabesp, reflete a priorização de políticas públicas voltadas para a vulnerabilidade social. Para assegurar que as famílias com dúvidas sobre o benefício possam ter acesso a informações claras e auxílio no cadastro, a Sabesp tem promovido ações de atendimento itinerante. Um exemplo recente ocorreu no campo de futebol do núcleo Vila Nova, no Guarujá, onde equipes estiveram disponíveis para orientar os moradores sobre como usufruir dos descontos e garantir a dignidade no acesso à água e esgoto.</p>
<p>Em todo o estado de São Paulo, o programa já alcança aproximadamente 6 milhões de pessoas, proporcionando alívio financeiro nas despesas mensais. A Tarifa Social Paulista destaca-se por ir além do modelo federal, oferecendo um desconto máximo elevado de 50% para 78% para as famílias mais vulneráveis. Além disso, a inclusão de novas categorias de elegibilidade permite que um número maior de cidadãos seja contemplado, fortalecendo a rede de apoio social.</p>
<p> Categorias e critérios do programa</p>
<p>O programa é estruturado em três categorias distintas, cada uma com seus próprios critérios de elegibilidade e percentuais de desconto, desenhadas para atender a diferentes perfis de vulnerabilidade:</p>
<p>   Vulnerável: Esta categoria garante o maior desconto, de 78%, para famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) que possuam renda per capita de até um quarto do salário mínimo. É a modalidade destinada aos núcleos familiares em situação de extrema pobreza.</p>
<p>   Social I: Para esta categoria, o desconto é de 72%, um percentual 22% superior à regra federal. São elegíveis famílias com renda per capita de até meio salário mínimo, também registradas no CadÚnico. Além disso, o benefício se estende a desempregados cujo último salário não ultrapassou três salários mínimos, moradores de habitações sociais e famílias com renda per capita de até meio salário mínimo que contem com uma pessoa com deficiência ou um idoso com 65 anos ou mais que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC).</p>
<p>   Social II: Uma categoria inovadora, criada especificamente para famílias residentes em núcleos urbanos informais que são passíveis de regularização. Esses domicílios recebem 50% de desconto sobre o consumo de até 15 metros cúbicos, por um período de 24 meses a partir da data da ligação. O objetivo dessa categoria é fundamentalmente inclusivo, como enfatizado pela secretária estadual de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende: “O objetivo é apoiar essas pessoas que vivem em núcleos informais, favelas, áreas de habitação social, a acessarem os serviços de fornecimento de água, coleta e tratamento de esgoto de forma regular, com uma conta acessível ao fim do mês. O que queremos é garantir acesso e dignidade para essas famílias.” A iniciativa também visa incentivar essas famílias a se cadastrarem no CadÚnico, visando a uma possível reclassificação para as tarifas Vulnerável ou Social I, o que ampliaria ainda mais o percentual de desconto.</p>
<p> Aumento substancial nos investimentos em saneamento</p>
<p> Compromisso com a universalização</p>
<p>A desestatização da Sabesp em 2024, conduzida pelo Governo de São Paulo, não apenas impulsionou a Tarifa Social, mas também gerou um compromisso robusto com a infraestrutura de saneamento básico, especialmente na Baixada Santista. A região está programada para receber R$ 7,5 bilhões em investimentos nos próximos três anos. Este montante representa quase o triplo do total de recursos aplicados na mesma área entre 2017 e 2024, período em que a média anual era de R$ 400 milhões.</p>
<p>O objetivo estratégico por trás desses investimentos massivos é antecipar a universalização do saneamento básico em todo o estado. A meta original de 2033 foi revista para 2029, com uma previsão de investimento total de R$ 260 bilhões até 2060. Desse valor, R$ 70 bilhões serão direcionados especificamente até 2029 para garantir que água potável, coleta e tratamento de esgoto estejam disponíveis para toda a população paulista. Essa aceleração busca resolver desafios estruturais históricos e promover a saúde pública e a qualidade de vida.</p>
<p> Desafios estruturais e soluções estratégicas</p>
<p>Um diagnóstico detalhado da Sabesp revelou que a Baixada Santista enfrenta limitações estruturais acumuladas ao longo de muitos anos, demandando um plano de investimentos robusto. As principais deficiências incluem a restrição na capacidade de produção de água para atender aos picos de consumo, baixa flexibilidade operacional entre os sistemas existentes, preservação insuficiente de mananciais e uma elevada vulnerabilidade a eventos climáticos extremos.</p>
<p>Em períodos de chuvas intensas, por exemplo, o aumento da turbidez dos mananciais afeta diretamente o processo de tratamento da água, comprometendo a qualidade. Por outro lado, durante ondas de calor ou na alta temporada turística, a população local pode triplicar, e o consumo de água cresce de forma acelerada, pressionando o sistema de abastecimento a limites críticos. Esse conjunto de fatores explica as oscilações e a escassez observadas em momentos críticos, evidenciando a necessidade de soluções que vão além de ajustes operacionais pontuais.</p>
<p>Para fiscalizar e assegurar a execução dos trabalhos e a aplicação correta dos investimentos, o Governo de São Paulo conta com a atuação da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp), garantindo transparência e eficiência nos projetos de saneamento.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A triplicação das famílias beneficiadas pela Tarifa Social Paulista na Baixada Santista e o substancial aumento nos investimentos em saneamento básico são marcos importantes resultantes da desestatização da Sabesp. Essas ações demonstram um foco renovado em garantir o acesso a serviços essenciais para populações vulneráveis e em modernizar a infraestrutura de saneamento do estado. Ao expandir a cobertura da tarifa social e direcionar bilhões de reais para resolver desafios históricos, o Governo de São Paulo avança em direção à universalização do saneamento, promovendo dignidade, saúde e qualidade de vida para milhões de paulistas.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. O que é a Tarifa Social Paulista e quem pode se beneficiar?<br />
A Tarifa Social Paulista é um programa que oferece descontos significativos nas contas de água e esgoto para famílias de baixa renda no estado de São Paulo. Podem se beneficiar famílias inscritas no CadÚnico com renda per capita específica, desempregados, moradores de habitações sociais, e famílias com pessoas com deficiência ou idosos que recebem BPC, além de residentes em núcleos urbanos informais.</p>
<p>2. Como a desestatização da Sabesp impactou os investimentos em saneamento na Baixada Santista?<br />
Após a desestatização em 2024, os investimentos em saneamento básico na Baixada Santista quadruplicaram, passando de R$ 500 milhões para R$ 2 bilhões. Além disso, estão previstos R$ 7,5 bilhões nos próximos três anos para resolver desafios estruturais, visando à universalização dos serviços.</p>
<p>3. Qual o objetivo da nova categoria Social II e quem ela atende?<br />
A categoria Social II foi criada para apoiar famílias que residem em núcleos urbanos informais passíveis de regularização. Seu objetivo é garantir que essas pessoas tenham acesso regular a serviços de água e esgoto com uma conta acessível, além de incentivá-las a se cadastrar no CadÚnico para ampliar seus descontos.</p>
<p>4. Qual o prazo para a universalização do saneamento em São Paulo com a nova gestão?<br />
Com a desestatização da Sabesp e o plano de investimentos traçado, a meta de universalização do saneamento básico em São Paulo foi antecipada de 2033 para 2029.</p>
<p>Para mais informações sobre a Tarifa Social Paulista e como solicitar o benefício, acesse o portal oficial da Sabesp ou entre em contato com os canais de atendimento.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Gestão das águas e regionalização do saneamento são debatidos na Alesp</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/gestao-das-aguas-e-regionalizacao-do-saneamento-sao-debatidos-na-alesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 15:02:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dois projetos de lei do Executivo paulista relacionados a temas ambientais foram debatidos em audiência pública, realizada nesta quarta-feira (29) pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo: a atualização do Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH) &#8211; objeto do PL 1046/2025 &#8211; e a reestruturação da política de saneamento básico &#8211; tratada no PL 1083/2025. Mediado pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois projetos de lei do Executivo paulista relacionados a temas ambientais foram debatidos em audiência pública, realizada nesta quarta-feira (29) pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo: a atualização do Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH) &#8211; objeto do <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1000631648" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.al.sp.gov.br/propositura?id%3D1000631648&amp;source=gmail&amp;ust=1761931433213000&amp;usg=AOvVaw3eQNnpLPClHw59uD4wvQtR"><u>PL 1046/2025</u></a> &#8211; e a reestruturação da política de saneamento básico &#8211; tratada no <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1000632418" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.al.sp.gov.br/propositura?id%3D1000632418&amp;source=gmail&amp;ust=1761931433213000&amp;usg=AOvVaw1_Vs7f8Dm5YwFY0OpxL3ux"><u>PL 1083/2025</u></a>.<br />
Mediado pelo presidente da Alesp,<strong> deputado André do Prado</strong>, o debate confrontou as posições da secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do estado, <strong>Natália Resende</strong>, e de <strong>Renata de Faria Rocha</strong>, coordenadora do Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento (Ondas), especialmente em pontos relativos à gestão regionalizada dos serviços de água e esgoto.<br />
Para a secretária, a reorganização regional alinha-se ao programa UniversalizaSP, que busca antecipar as metas nacionais de universalização previstas do Novo Marco de Saneamento, tanto no acesso à água potável quanto na coleta e no tratamento do esgoto. A gestora explicou que a redução das Unidades Regionais de Saneamento Básico (URAEs) &#8211; de quatro para duas &#8211; levou em conta a integração entre as bacias hidrográficas e a viabilidade econômico-financeira do modelo. &#8220;Ter essa infraestrutura compartilhada preservada aumenta muito a resiliência hídrica&#8221;, afirmou, referindo-se à opção do Governo por consolidar a URAE 1, que abrange 371 municípios.<br />
Em contraponto, a coordenadora do Ondas criticou a tendência de privatização do saneamento paulista, iniciada com a desestatização da Sabesp. Na opinião de Renata de Faria Rocha, o modelo privado &#8220;nunca vai atingir a universalização&#8221;, porque as empresas priorizam o lucro em detrimento do direito à água para a população mais vulnerável, especialmente em áreas rurais e periféricas. Ao questionar a participação dos municípios no UniversalizaSP, Renata afirmou que a privatização ameaça a autonomia local ao &#8220;retirar do prefeito o direito de tomar decisões sobre saneamento básico&#8221;. Para ela, &#8220;o maior problema do recurso hídrico hoje é a gestão do território, que é municipal&#8221;.<br />
<strong>Interação com deputados</strong><br />
Na interação com os parlamentares, a titular da Secretaria de Meio Ambiente respondeu questionamentos sobre os mecanismos de controle social e os impactos da mudança na regionalização, na autonomia municipal e na qualidade dos serviços. O deputado Donato (PT) afirmou que o <a href="https://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1000632418" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.al.sp.gov.br/propositura?id%3D1000632418&amp;source=gmail&amp;ust=1761931433213000&amp;usg=AOvVaw1_Vs7f8Dm5YwFY0OpxL3ux"><u>PL 1083/2025</u></a> promove um &#8220;super monopólio privado&#8221; do acesso à água e ao esgoto. Por sua vez, Rômulo Fernandes (PT) também manifestou preocupações sobre a privatização, enfatizando a água como bem público e a necessidade de controle social para proteger os municípios e seus usuários.<br />
Nas respostas, Natália Resende ressaltou o diálogo contínuo com os municípios e a sociedade na análise das particularidades de cada bacia hidrográfica. Ela afirmou que o marco regulatório foi criado para incentivar a regionalização e atrair investimentos. A secretária mencionou municípios que apresentavam índices zerados de coleta e tratamento de esgoto e que passaram a contar com recursos significativos. Natália também apontou que iniciativas como o UniversalizaSP visam o planejamento integrado da estratégia climática, focada em mitigação, adaptação e resiliência.<br />
Por fim, a gestora destacou que os projetos de lei buscam promover uma gestão regional que considere as especificidades locais, garantindo que as decisões sejam tomadas de forma integrada e colegiada.</p>
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		<title>Sabesp investirá mais de R$ 630 milhões em obras de saneamento em Barueri</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 03:00:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Objetivo é universalizar os serviços de água e esgoto até 2029; intervenções já estão em andamento na cidade A Sabesp iniciou um amplo pacote de obras estruturais para ampliar o fornecimento de água e o tratamento de esgoto em Barueri. Ao todo, serão investidos mais de R$ 630 milhões ao longo dos próximos cinco anos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><i>Objetivo é universalizar os serviços de água e esgoto até 2029; intervenções já estão em andamento na cidade</i></h4>
<p>A Sabesp iniciou um amplo pacote de obras estruturais para ampliar o fornecimento de água e o tratamento de esgoto em Barueri. Ao todo, serão investidos mais de R$ 630 milhões ao longo dos próximos cinco anos, com a meta de universalizar os serviços de saneamento no município até 2029. Parte dessas intervenções já está em execução.<br />
O anúncio foi feito na última terça-feira (25) durante reunião entre o diretor de Relações Contratuais e Institucionais da Sabesp, Meunim Rodrigues de Oliveira Junior, e a equipe de Operações da Companhia, com a presença do prefeito Beto Piteri e secretários municipais. As ações contemplam também áreas informais da cidade, reforçando o compromisso com a universalização do saneamento.<br />
A partir desse ano, em parceria com a Prefeitura, a Sabesp está aplicando R$ 567 milhões em obras de expansão e modernização dos sistemas de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto. Entre os principais projetos estão a ampliação de redes coletoras, coletores tronco e da capacidade da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Barueri com a instalação de novos equipamentos na unidade, que otimizam o processo de tratamento.<br />
Outras frentes de trabalho incluem a substituição de ligações irregulares de água por conexões legais e seguras, manutenção preventiva e corretiva das redes já existentes, além do reparo em calçadas e asfalto após as intervenções.<br />
Com foco em atender às necessidades específicas de cada município, a nova gestão da Sabesp tem adotado uma abordagem mais integrada. Em Barueri, as obras também acompanham o crescimento populacional e buscam atender áreas que antes estavam fora da cobertura dos serviços.<br />
A Companhia atua ainda em parceria com o Governo do Estado por meio de programas como o Integra Tietê, Se Liga na Rede e Água Legal, que visam levar saneamento a comunidades informais, reduzir o desperdício e promover mais qualidade de vida para a população</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a Sabesp</strong></p>
<p>A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) é responsável pelo fornecimento de água e pela coleta e tratamento de esgoto em 375 municípios paulistas e atende 28 milhões de habitantes. É uma das maiores empresas de saneamento ambiental do mundo e a maior do Brasil. A Nova Sabesp vai avançar cinco décadas em cinco anos, ampliando o acesso à água potável e ao saneamento básico para milhões de pessoas. Seu compromisso é antecipar em quatro anos as metas estabelecidas pelo Marco Legal do Saneamento, com isso, planeja proporcionar dignidade, saúde e desenvolvimento sustentável para milhões de brasileiros enquanto preserva os recursos naturais para as futuras gerações.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Governo de SP e Sabesp anunciam pacote de investimento de R$ 7,5 bi em obras de saneamento na Baixada Santista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 03:04:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aporte triplica recursos para o setor na região e beneficia 1,8 milhão de pessoas; agenda também marcou entrega da reforma da estação Praça da República da Travessia Santos/Vicente de Carvalho O governador Tarcísio de Freitas e o CEO da Sabesp, Carlos Piani, anunciaram nesta terça-feira (18), em Santos, um pacote de investimentos de R$ 7,5 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 data-originalfontsize="14pt" data-originalcomputedfontsize="18.666666"><i data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Aporte triplica recursos para o setor na região e beneficia 1,8 milhão de pessoas; agenda também marcou entrega da reforma da estação Praça da República da Travessia Santos/Vicente de Carvalho</i></h4>
<div>
<div data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="14.666667">O governador Tarcísio de Freitas e o CEO da Sabesp, Carlos Piani, anunciaram nesta terça-feira (18), em Santos, um pacote de investimentos de R$ 7,5 bilhões para ampliação de sistemas de água e esgoto nos nove municípios da região até 2029. Deste montante, R$ 3 bilhões já estão contratados e com serviços em execução. O valor é quase três vezes o total de recursos investidos na região de 2017 a 2024 (R$ 2,8 bilhões), antes da desestatização da companhia, finalizada em julho do ano passado.</div>
<div></div>
</div>
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		<title>Desestatização da Sabesp prevê universalização do saneamento até 2029, redução de tarifa e R＄ 66 bi de investimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 11:29:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Modelo anunciado pelo governador Tarcísio de Freitas é de oferta pública de ações follow-on e beneficia 10 milhões de pessoas O governador Tarcísio de Freitas anunciou, nesta segunda-feira (31), após reunião com o Conselho Diretor do Programa Estadual de Desestatização, que a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) passará por uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><i>Modelo anunciado pelo governador Tarcísio de Freitas é de oferta pública de ações follow-on e beneficia 10 milhões de pessoas</i></h4>
<p>O governador Tarcísio de Freitas anunciou, nesta segunda-feira (31), após reunião com o Conselho Diretor do Programa Estadual de Desestatização, que a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) passará por uma oferta pública de ações no modelo de follow-on, atraindo acionistas de referência e mantendo o Estado com participação minoritária na empresa.<br />
“Os investimentos beneficiarão 10 milhões de pessoas em São Paulo, incluindo moradores de áreas rurais e de ocupações urbanas irregulares. Com isso, vamos antecipar a universalização do saneamento de 2033 para 2029, isto é, quatro anos antes da meta no Novo Marco do Saneamento, trabalhando na redução da tarifa e transformando a empresa em uma prestadora de serviços para toda a América Latina”, declarou Tarcísio.<br />
A operação permitirá redução imediata da tarifa de água e esgoto após a desestatização, segundo estudos conduzidos pela International Finance Corporation (IFC), instituição do Grupo Banco Mundial. Também estima-se que a Sabesp assegure R＄ 66 bilhões em investimentos para universalizar o acesso à água e esgoto coletado e tratado dentro dos 375 municípios atendidos pela Companhia, incluindo áreas urbanas irregulares e rurais hoje não contempladas.<br />
“O modelo escolhido busca o alcance dos benefícios identificados e a participação de investidores comprometidos com a missão de promover avanços no setor de saneamento. A perspectiva é que a empresa contribua ainda mais significativamente para a superação de desafios históricos e se consolide como um exemplo de sucesso no cenário nacional”, disse a secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende.<br />
A operação também prevê a modernização de Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e Estações de Tratamento de Água (ETAs) em toda a área de cobertura da Sabesp, além da instalação de duas usinas de dessalinização de água nos municípios litorâneos de Guarujá e Ilhabela.<br />
Maior companhia de saneamento da América Latina e uma das cinco maiores do mundo, a Sabesp ganhará mais eficiência, competitividade e autonomia para se modernizar com a desestatização proposta pelo Governo de São Paulo. O objetivo é que a Sabesp se transforme em uma plataforma de serviços com atuação nacional e continental – atualmente, a empresa é responsável pelo atendimento a 28 milhões de pessoas.</p>
<p><strong>Tarifa revisada</strong></p>
<p>O novo modelo de gestão da Sabesp torna possível reduzir os custos operacionais da empresa e compartilhar o ganho de produtividade na forma de redução tarifária. O reequilíbrio financeiro se dará por meio dos ganhos de eficiência alcançados após a desestatização, considerando as regras tarifárias vigentes.<br />
O Governo de São Paulo já determinou que parte dos recursos obtidos com a venda de ações seja destinada a garantir esse benefício já no primeiro dia após a desestatização, sem impactar o valor da companhia para os acionistas.<br />
Tarcísio também destacou que a empresa estará fortalecida e mais atraente para investimentos, com aumento de valor de mercado e ampla competitividade dentro e fora do país. “Com acesso ampliado ao mercado de capitais, a Sabesp estará em posição privilegiada para competir no setor de saneamento, tanto em âmbito nacional quanto internacional&#8221;, afirmou o governador.<br />
As prefeituras atendidas pela Sabesp também terão regras claras e transparentes especificadas em contrato para execução dos investimentos. A companhia irá direcionar prioritariamente a expansão dos serviços para áreas rurais ou de maior vulnerabilidade social.<br />
<strong>Despoluição do Tietê</strong><br />
O plano de ação no novo modelo de mercado da Sabesp visa alcançar notáveis avanços na redução de perdas e fortalecer a resiliência hídrica em São Paulo. Além disso, também prevê recursos adicionais para modernizar a infraestrutura e viabilizar o IntegraTietê, programa que prevê uma série de medidas de curto, médio e longo prazo em prol do maior rio paulista.<br />
O projeto prevê, por exemplo, utilizar tecnologia de última geração conhecida como “tratamento terciário”, que é capaz de remover poluentes específicos, como micronutrientes de nitrogênio e fósforo, e também agentes patogênicos, como bactérias e fungos. A iniciativa, de aplicação inédita na capital, vai proporcionar uma notável transformação ambiental e contribuir para a revitalização de importantes corredores hídricos em toda a Grande São Paulo.<br />
<strong>Valorização dos profissionais</strong></p>
<p>Com um quadro de cerca de 12 mil profissionais, a Sabesp conta com a manutenção e a valorização dos quadros altamente qualificados e especializados para se tornar uma multinacional de saneamento após a desestatização. A operação de acesso a água e esgoto será conduzida de forma segura, transparente e responsável para os profissionais da companhia.</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/desestatizacao-da-sabesp-preve-universalizacao-do-saneamento-ate-2029-reducao-de-tarifa-e-r%ef%bc%84-66-bi-de-investimentos/">Desestatização da Sabesp prevê universalização do saneamento até 2029, redução de tarifa e R＄ 66 bi de investimentos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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