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	<title>Petrobras &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Apr 2026 16:36:36 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Petrobras &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Osasco inaugura primeiro Núcleo de Compostagem e Produção Agroecológica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 16:36:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Economia Solidária]]></category>
		<category><![CDATA[Núcleo de Compostagem]]></category>
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		<category><![CDATA[Produção Agroecológica]]></category>
		<category><![CDATA[Transpetro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Osasco inaugura amanhã, 28/4, às 8 horas, por intermédio de parceria do Departamento de Economia Solidária com a Transpetro (empresa brasileira de economia mista, subsidiária da Petrobras), o primeiro Núcleo de Compostagem e Produção Agroecológica da cidade. O espaço funcionará no chamado Eixo Verde (Avenida Passaredo, 380, Jardim Aliança) e representa mais um avanço na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<div>Osasco inaugura amanhã, 28/4, às 8 horas, por intermédio de parceria do Departamento de Economia Solidária com a Transpetro (empresa brasileira de economia mista, subsidiária da Petrobras), o primeiro Núcleo de Compostagem e Produção Agroecológica da cidade.</div>
<div></div>
<div>O espaço funcionará no chamado Eixo Verde (Avenida Passaredo, 380, Jardim Aliança) e representa mais um avanço na geração de renda e sustentabilidade para as famílias osasquenses.</div>
<div></div>
<div>Esse novo espaço nasce com o propósito de transformar resíduos orgânicos em adubo, promover a educação ambiental e fortalecer a agricultura urbana. Esse adubo contribuirá diretamente com as hortas urbanas na produção de alimentos saudáveis e livres de agrotóxicos, viabilizando um comércio de qualidade e geração de renda para agricultores locais.</div>
<div></div>
<div>O Núcleo será um espaço essencial de construção coletiva, onde a comunidade pode se envolver, aprender novas práticas sustentáveis e contribuir para um futuro mais verde.</div>
<div></div>
<div><strong>Serviço</strong></div>
<div>1º Núcleo de Compostagem e Produção Agroecológica</div>
<div>Inauguração dia 28/04 (terça-feira)</div>
<div>Horário – 8 horas</div>
<div>Local – Avenida Passaredo, 380 – Jardim Aliança</div>
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		<item>
		<title>Petrobras alcança lucro líquido de R$ 110,6 bilhões em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 12:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[bilhões]]></category>
		<category><![CDATA[lucro]]></category>
		<category><![CDATA[operacional]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[Produção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Petrobras registrou um impressionante lucro líquido de R$ 110,6 bilhões no ano de 2025, consolidando um dos melhores desempenhos de sua história recente. Este resultado representa um crescimento expressivo de 198,9% em comparação com o ano anterior, 2024. O desempenho robusto foi impulsionado principalmente pelo significativo aumento na produção de petróleo e gás, bem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Petrobras registrou um impressionante lucro líquido de R$ 110,6 bilhões no ano de 2025, consolidando um dos melhores desempenhos de sua história recente. Este resultado representa um crescimento expressivo de 198,9% em comparação com o ano anterior, 2024. O desempenho robusto foi impulsionado principalmente pelo significativo aumento na produção de petróleo e gás, bem como por uma forte geração de caixa operacional. O lucro líquido de R$ 110,6 bilhões foi alcançado em um cenário global complexo, marcado pela retração dos preços internacionais do petróleo Brent. A resiliência da companhia em face dessas condições adversas demonstra a eficácia de sua estratégia focada em disciplina de capital e eficiência operacional, posicionando-a como um pilar fundamental da economia brasileira.</p>
<p> Desempenho financeiro e operacional em um cenário desafiador</p>
<p> Lucro e EBITDA: resiliência nos resultados</p>
<p>A estatal brasileira de petróleo e gás alcançou um lucro líquido anual de R$ 110,6 bilhões em 2025, um marco notável que reflete uma expansão de quase 200% em relação ao ano anterior. Este crescimento substancial foi alicerçado por fatores internos, apesar das pressões externas do mercado. No quarto trimestre de 2025, o lucro líquido da companhia atingiu R$ 15,6 bilhões, denotando uma recuperação significativa ao comparar com o terceiro trimestre do mesmo ano, que registrou um aumento de 52,3%. No entanto, quando atribuído aos acionistas, o lucro líquido do quarto trimestre foi de R$ 15,563 bilhões, valor inferior ao registrado no trimestre anterior (R$ 32,7 bilhões), influenciado por oscilações cambiais e mudanças no desempenho operacional ao longo do período.</p>
<p>Um dos aspectos mais relevantes do resultado de 2025 é que ele foi obtido em um contexto de queda no preço internacional do petróleo. O barril do Brent, referência global, sofreu uma retração de aproximadamente 14% em 2025, um fator que naturalmente exerceria pressão sobre as receitas da companhia. Contudo, a Petrobras conseguiu mitigar esse impacto graças a uma série de medidas estratégicas.</p>
<p>O EBITDA ajustado, outro importante indicador de desempenho, alcançou R$ 244,3 bilhões em 2025, demonstrando estabilidade em relação ao ano anterior. Essa solidez do EBITDA, mesmo com a desvalorização do Brent, foi em grande parte compensada pelo aumento do volume produzido e pela contínua busca por maior eficiência operacional em todas as frentes de atuação.</p>
<p>Fernando Melgarejo, diretor financeiro da Petrobras, reforçou a consistência da abordagem da empresa, destacando: &#8220;Os resultados de 2025 comprovam a consistência da nossa estratégia, baseada em disciplina de capital, aumento de produção e eficiência operacional. Mesmo em um cenário de forte queda do Brent, geramos R$ 200 bilhões de caixa operacional no ano. Continuamos a apresentar um fluxo de caixa robusto, apoiado por projetos de qualidade que ampliam a produção, com alto retorno e rápida geração de caixa.&#8221; Essa declaração sublinha a capacidade da empresa de gerar valor e liquidez mesmo em condições de mercado desfavoráveis.</p>
<p> Aumento da produção e exportações</p>
<p>O motor principal por trás dos robustos resultados financeiros foi o notável crescimento na produção total de óleo e gás, que avançou cerca de 11% em 2025. Esse incremento foi resultado direto do avanço e do início de operação de novos projetos no pré-sal, uma das maiores fronteiras de exploração do mundo. Entre os destaques, a Petrobras mencionou o início da operação de plataformas de última geração, como o FPSO Almirante Tamandaré, além do contínuo progresso de unidades de produção em campos estratégicos como Búzios e Mero. Esses projetos são cruciais para a sustentabilidade da produção a longo prazo e para a manutenção da posição da Petrobras como uma das maiores produtoras de petróleo e gás offshore.</p>
<p>Além da expansão produtiva, a empresa também registrou um desempenho excepcional nas exportações de petróleo. No quarto trimestre de 2025, as exportações atingiram um volume recorde de 999 mil barris por dia, evidenciando a capacidade da Petrobras de atender à demanda internacional e otimizar a comercialização de seus produtos. Essa marca contribuiu significativamente para a geração de receitas e para o equilíbrio da balança comercial brasileira.</p>
<p> Contribuição econômica e estratégica</p>
<p> Impacto fiscal e retorno aos acionistas</p>
<p>O sucesso financeiro da Petrobras em 2025 transcendeu os limites da própria companhia, reverberando positivamente em toda a economia brasileira. A empresa informou que efetuou o pagamento de R$ 277,6 bilhões em tributos à União, estados e municípios ao longo do ano. Essa gigantesca injeção de recursos é fundamental para o financiamento de serviços públicos essenciais, infraestrutura e programas sociais em todo o país, solidificando a Petrobras como uma das maiores contribuintes fiscais do Brasil.</p>
<p>Adicionalmente, a companhia demonstrou seu compromisso com a criação de valor para seus investidores ao distribuir R$ 45,2 bilhões em proventos aos acionistas. Essa remuneração generosa reforça a atratividade da Petrobras no mercado de capitais e recompensa a confiança dos seus investidores, desde grandes fundos de investimento até pequenos poupadores.</p>
<p> Projeções e aquisições estratégicas</p>
<p>Olhando para o futuro, a Petrobras não apenas celebrou os resultados de 2025, mas também sinalizou um caminho de expansão e diversificação estratégica. A manutenção do recorde de produção e a ampliação das exportações são indicadores de uma estratégia bem-sucedida que busca maximizar o valor de seus ativos existentes.</p>
<p>Em uma movimentação estratégica de grande relevância, a Petrobras anunciou a aquisição de 42,5% de um bloco de exploração de petróleo na Namíbia. Essa aquisição representa um passo importante na estratégia de diversificação geográfica e de portfólio da companhia, buscando novas fronteiras de exploração com alto potencial. A iniciativa na Namíbia alinha-se à visão de longo prazo da Petrobras de assegurar reservas e produção futuras, expandindo sua presença global e explorando oportunidades em regiões promissoras, reforçando sua posição como um player global no setor energético.</p>
<p> Perspectivas e consolidação da estratégia</p>
<p>Os resultados financeiros e operacionais da Petrobras em 2025 confirmam a solidez de sua estratégia e a capacidade de adaptação em um ambiente de mercado volátil. O lucro líquido recorde de R$ 110,6 bilhões, impulsionado por um aumento robusto na produção e exportações, demonstra a resiliência da companhia frente à queda dos preços do petróleo. A ênfase em disciplina de capital, eficiência operacional e investimentos em projetos de alta qualidade no pré-sal, como o FPSO Almirante Tamandaré, tem sido fundamental para a geração de caixa operacional e para o retorno aos acionistas. A significativa contribuição em tributos e a expansão estratégica internacional, como a aquisição na Namíbia, reforçam o papel da Petrobras como um motor econômico e um player relevante no cenário energético global, pavimentando o caminho para um crescimento sustentável.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>1. Qual foi o lucro líquido da Petrobras em 2025?<br />
A Petrobras registrou um lucro líquido de R$ 110,6 bilhões em 2025, o que representa um aumento de 198,9% em relação ao ano anterior.</p>
<p>2. O que impulsionou o crescimento do lucro da Petrobras em 2025, apesar da queda do preço do petróleo?<br />
O crescimento foi impulsionado principalmente pelo aumento de 11% na produção total de óleo e gás, pelo avanço de novos projetos no pré-sal (como o FPSO Almirante Tamandaré) e pela maior eficiência operacional, que compensaram a retração de cerca de 14% no preço do barril do Brent.</p>
<p>3. Qual foi a contribuição da Petrobras em tributos e proventos aos acionistas em 2025?<br />
Em 2025, a Petrobras pagou R$ 277,6 bilhões em tributos à União, estados e municípios, além de distribuir R$ 45,2 bilhões em proventos aos seus acionistas.</p>
<p>4. A Petrobras realizou alguma aquisição estratégica em 2025?<br />
Sim, a Petrobras adquiriu 42,5% de um bloco de exploração de petróleo na Namíbia, uma movimentação que visa a diversificação geográfica e o futuro crescimento da companhia.</p>
<p>Para mais detalhes sobre os resultados e as estratégias da Petrobras, continue acompanhando as próximas análises e comunicados oficiais da companhia.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Petrobras atinge máximas desde maio de 2024 impulsionada por conflito global</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/petrobras-atinge-maximas-desde-maio-de-2024-impulsionada-por-conflito-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 20:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As ações da Petrobras (PETR3, PETR4) registraram um desempenho notável na Bolsa de Valores do Brasil (B3), atingindo patamares que não eram vistos desde maio de 2024. Este movimento ascendente é um reflexo direto da valorização robusta do barril de petróleo no mercado internacional, catapultada por uma série de eventos geopolíticos que reacenderam a preocupação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As ações da Petrobras (PETR3, PETR4) registraram um desempenho notável na Bolsa de Valores do Brasil (B3), atingindo patamares que não eram vistos desde maio de 2024. Este movimento ascendente é um reflexo direto da valorização robusta do barril de petróleo no mercado internacional, catapultada por uma série de eventos geopolíticos que reacenderam a preocupação com a oferta global da commodity. O cenário de instabilidade, especialmente em regiões produtoras chave, tem sido o principal motor por trás da escalada dos preços do petróleo, conferindo um impulso significativo à maior petroleira brasileira. Investidores acompanham de perto as dinâmicas globais, cientes de que a geopolítica exerce uma influência decisiva sobre os resultados da companhia e, consequentemente, sobre o mercado acionário doméstico.</p>
<p> A dinâmica do petróleo e os conflitos globais</p>
<p>O mercado global de petróleo opera sob a constante influência de fatores macroeconômicos e, crucialmente, geopolíticos. Recentemente, a escalada de tensões em regiões estratégicas para a produção e o transporte de petróleo desencadeou uma onda de preocupação entre os operadores, que rapidamente se traduziu em um aumento significativo nos preços do barril. Este cenário de instabilidade cria um ambiente de incerteza sobre a capacidade de abastecimento futuro, levando a uma corrida por ativos de energia e, por conseguinte, à valorização de empresas como a Petrobras, que detêm vastas reservas e capacidade de produção.</p>
<p> A escalada dos preços e o cenário geopolítico</p>
<p>A valorização do barril de petróleo observada no mercado internacional é intrinsecamente ligada à percepção de risco geopolítico. Conflitos em regiões do Oriente Médio, por exemplo, que abrigam uma parcela substancial das reservas e infraestrutura de petróleo do mundo, geram temores imediatos sobre possíveis interrupções no fornecimento. Da mesma forma, tensões em outras áreas produtoras ou rotas de transporte marítimo cruciais podem ter um efeito dominó, elevando os prêmios de risco e empurrando os preços do Brent e do WTI para cima. Para uma empresa como a Petrobras, que opera em um mercado dolarizado e cujo produto é uma commodity global, a alta do petróleo bruto representa diretamente um aumento nas receitas potenciais, justificando a valorização de suas ações. Este ciclo virtuoso entre geopolítica, preço do barril e desempenho de petroleiras é uma característica fundamental do setor.</p>
<p> A influência da oferta e demanda</p>
<p>Além dos fatores geopolíticos, a balança entre oferta e demanda global desempenha um papel fundamental na formação dos preços do petróleo. Decisões de grupos como a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (OPEP+), sobre cortes ou aumentos na produção, podem alterar significativamente a disponibilidade da commodity no mercado. Paralelamente, a saúde da economia global impacta diretamente a demanda por energia. Um crescimento econômico robusto tende a impulsionar o consumo de petróleo, enquanto desacelerações podem arrefecer a procura. No contexto atual, apesar de preocupações com a desaceleração econômica global em algumas frentes, os cortes de produção por parte da OPEP+ e o aumento do consumo em economias emergentes, somados às tensões geopolíticas, criam um quadro de oferta mais apertada frente a uma demanda resiliente, contribuindo para a sustentação dos preços em patamares elevados.</p>
<p> Petrobras na B3: Desempenho e implicações</p>
<p>A Petrobras, como uma das maiores companhias de energia do mundo e a principal empresa listada na B3, é um barômetro importante para o mercado acionário brasileiro. Sua performance reflete não apenas a saúde do setor de petróleo e gás, mas também a confiança dos investidores no cenário econômico mais amplo do país. A recente valorização de suas ações, que as levou a se aproximar das máximas de maio de 2024, destaca a sensibilidade da empresa às condições do mercado global de commodities e sua capacidade de gerar valor para os acionistas em cenários favoráveis.</p>
<p> A valorização das ações e o pico de maio de 2024</p>
<p>Atingir valores próximos às máximas observadas em maio de 2024 indica um período de forte recuperação ou de consolidação para as ações da Petrobras. Naquele mês, o mercado também vivenciava um período de alta volatilidade e preços de petróleo elevados, embora impulsionados por um conjunto ligeiramente diferente de fatores. O fato de a empresa estar revisitando esses picos agora sugere que os drivers atuais – principalmente a percepção de risco geopolítico e a consequente valorização do petróleo – são suficientemente poderosos para replicar ou superar o ímpeto anterior. Para os investidores, essa valorização representa um retorno significativo, fortalecendo a tese de investimento na companhia e sublinhando o potencial de lucratividade atrelado à exposição a commodities em momentos de turbulência global.</p>
<p> Fatores internos e externos no desempenho da Petrobras</p>
<p>O desempenho das ações da Petrobras não se resume apenas aos preços do petróleo. Fatores internos, como a gestão da companhia, sua política de investimentos, governança corporativa e a capacidade de execução de seus projetos de exploração e produção, são igualmente cruciais. A disciplina de capital, a otimização de custos e a estratégia de desinvestimentos têm sido elementos-chave na percepção de valor da empresa. Externamente, além do preço do petróleo, a taxa de câmbio (real/dólar), as taxas de juros (Selic) e o ambiente regulatório no Brasil também exercem influência direta sobre a precificação dos papéis. Uma combinação favorável desses elementos, como um dólar mais forte frente ao real e taxas de juros que atraiam investidores para o mercado de ações, pode amplificar os ganhos provenientes da alta do petróleo, criando um cenário propício para a valorização contínua da Petrobras.</p>
<p> Impactos econômicos e perspectivas futuras</p>
<p>A robusta performance da Petrobras e a valorização do petróleo trazem consigo uma série de implicações para a economia brasileira, desde a arrecadação governamental até os preços dos combustíveis no varejo. Entender esses impactos é crucial para analisar o cenário econômico mais amplo e as perspectivas futuras tanto para a empresa quanto para o país.</p>
<p> Consequências para a economia brasileira</p>
<p>A valorização do petróleo e o consequente bom desempenho da Petrobras reverberam em diversas esferas da economia brasileira. Em primeiro lugar, como uma empresa estatal e uma das maiores contribuintes do país, a Petrobras gera um volume significativo de impostos e dividendos para o governo. Um período de alta lucratividade pode significar maior arrecadação, o que pode aliviar pressões fiscais ou financiar investimentos públicos. Contudo, o outro lado da moeda é o impacto nos preços dos combustíveis. Com o petróleo mais caro no mercado internacional, os preços da gasolina, diesel e gás de cozinha tendem a subir internamente, o que pode alimentar a inflação e reduzir o poder de compra das famílias, impactando diretamente o custo de vida e a competitividade da indústria.</p>
<p> Desafios e oportunidades no horizonte</p>
<p>Para a Petrobras, o cenário atual de alta do petróleo apresenta tanto desafios quanto oportunidades. A oportunidade óbvia reside na geração de receita e lucro, que pode ser reinvestida em projetos estratégicos, como a exploração do pré-sal, ou distribuída aos acionistas na forma de dividendos. No entanto, os desafios são igualmente significativos. A volatilidade do mercado de petróleo exige cautela na gestão de caixa e na tomada de decisões de investimento de longo prazo. Além disso, a transição energética global impõe a necessidade de diversificação da matriz de negócios, com investimentos crescentes em fontes de energia renovável e tecnologias de baixo carbono. A capacidade da Petrobras de navegar por esses desafios, mantendo sua posição de liderança no setor de óleo e gás enquanto se adapta às novas demandas energéticas, será crucial para sua sustentabilidade e sucesso futuro.</p>
<p> Cenário e perspectivas futuras</p>
<p>A trajetória recente da Petrobras, impulsionada pela valorização do barril de petróleo e um cenário geopolítico volátil, coloca a companhia em um patamar de destaque no mercado. A manutenção de sua performance dependerá da continuidade desses fatores externos e da gestão estratégica interna.</p>
<p>É fundamental que investidores e analistas continuem monitorando de perto os desdobramentos geopolíticos globais, as decisões dos principais produtores de petróleo e as políticas internas da Petrobras. A empresa, com sua vasta capacidade de produção e reservas estratégicas, permanece um player central no mercado de energia, e sua resiliência diante dos desafios e sua capacidade de aproveitar as oportunidades ditarão seu curso nos próximos meses. A busca por equilíbrio entre a geração de valor para acionistas, a contribuição para a economia nacional e a adaptação às demandas de uma transição energética em curso será o pilar da Petrobras no futuro.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> Por que as ações da Petrobras estão em alta?<br />
As ações da Petrobras estão em alta principalmente devido à valorização do barril de petróleo no mercado internacional, impulsionada por tensões geopolíticas que geram preocupação com a oferta global da commodity. Além disso, a gestão da empresa e a percepção de valor para os acionistas também contribuem para esse movimento.</p>
<p> Qual a relação entre conflitos globais e o preço do petróleo?<br />
Conflitos em regiões produtoras de petróleo ou em rotas marítimas estratégicas podem levar a interrupções no fornecimento ou à percepção de risco sobre a oferta futura. Essa incerteza eleva o prêmio de risco do petróleo, fazendo com que os preços do barril subam no mercado internacional.</p>
<p> O que o desempenho da Petrobras significa para a economia brasileira?<br />
Um bom desempenho da Petrobras geralmente implica maior arrecadação de impostos e dividendos para o governo, o que pode beneficiar as contas públicas. No entanto, a valorização do petróleo também pode levar ao aumento dos preços dos combustíveis no mercado interno, impactando a inflação e o poder de compra dos consumidores.</p>
<p> Quais os riscos para os investidores da Petrobras?<br />
Os principais riscos para os investidores da Petrobras incluem a alta volatilidade dos preços do petróleo, que são sensíveis a eventos geopolíticos e macroeconômicos. Além disso, a política de preços da empresa, as decisões governamentais sobre a companhia e os desafios da transição energética global também representam riscos significativos para o valor das ações.</p>
<p>Para análises aprofundadas sobre o mercado de energia e o desempenho das principais empresas do setor, acompanhe nossas próximas publicações.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://economia.uol.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://economia.uol.com.br</a></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Petrobras anuncia pagamento de dividendos de r$ 12,16 bilhões</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/petrobras-anuncia-pagamento-de-dividendos-de-r-1216-bilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 14:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Petrobras anunciou a distribuição de R$ 12,16 bilhões em dividendos aos seus acionistas, o equivalente a R$ 0,94320755 por ação ordinária e preferencial. O montante representa uma antecipação da remuneração relativa ao exercício de 2025, com base no balanço de 30 de setembro de 2025. O pagamento está em conformidade com a Política de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Petrobras anunciou a distribuição de R$ 12,16 bilhões em dividendos aos seus acionistas, o equivalente a R$ 0,94320755 por ação ordinária e preferencial. O montante representa uma antecipação da remuneração relativa ao exercício de 2025, com base no balanço de 30 de setembro de 2025.</p>
<p>O pagamento está em conformidade com a Política de Remuneração aos Acionistas da empresa. Essa política estabelece que, caso o endividamento bruto da Petrobras se mantenha igual ou inferior ao limite máximo de US$ 75 bilhões, definido no plano de negócios vigente, e observadas as demais condições, a companhia distribuirá 45% do seu fluxo de caixa livre aos acionistas. A distribuição, segundo a empresa, não compromete a sua sustentabilidade financeira.</p>
<p>O pagamento dos proventos será realizado em duas parcelas. A primeira, no valor de R$ 0,47160378 por ação, será paga em 20 de fevereiro de 2026. A segunda parcela, de R$ 0,47160377 por ação, será paga em 20 de março de 2026.</p>
<p>Terão direito aos dividendos os detentores de ações da Petrobras negociadas na B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) que possuírem os papéis até o dia 22 de dezembro de 2025. Para os detentores de American Depositary Receipts (ADRs) negociados na New York Stock Exchange (NYSE), a data de corte será 26 de dezembro de 2025. As ações da Petrobras passarão a ser negociadas &#8220;ex-direitos&#8221; na B3 a partir de 23 de dezembro de 2025.</p>
<p>O pagamento aos detentores de ADRs será efetuado a partir de 27 de fevereiro de 2026 (primeira parcela) e 27 de março de 2026 (segunda parcela).</p>
<p>A forma de distribuição – se por meio de dividendos ou juros sobre capital próprio – será definida até o dia 11 de dezembro e devidamente comunicada ao mercado.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Petrobras estende prazo para projetos climáticos em sp e rs</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/petrobras-estende-prazo-para-projetos-climaticos-em-sp-e-rs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2025 12:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Petrobras prorroga inscrições para seleção de projetos socioambientais focados em adaptação e resiliência climática em áreas urbanas. Agora, organizações interessadas têm até o dia 11 de novembro para submeter suas propostas. A iniciativa, com investimento total de R$ 21 milhões, visa apoiar projetos nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. O programa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Petrobras prorroga inscrições para seleção de projetos socioambientais focados em adaptação e resiliência climática em áreas urbanas. Agora, organizações interessadas têm até o dia 11 de novembro para submeter suas propostas. A iniciativa, com investimento total de R$ 21 milhões, visa apoiar projetos nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul.</p>
<p>O programa inédito busca fortalecer a capacidade de cidades e comunidades vulneráveis de lidar com os impactos das mudanças climáticas. A prioridade é o apoio a infraestruturas verdes e azuis, bem como a tecnologias comunitárias que contribuam para a mitigação dos efeitos climáticos, a restauração de ecossistemas e o estímulo à bioeconomia.</p>
<p>No Rio Grande do Sul, o edital prioriza projetos a serem implementados nas cidades de Canoas, Esteio, Porto Alegre, Gravataí, Viamão, Novo Hamburgo e São Leopoldo. Já em São Paulo, os municípios contemplados são Ubatuba, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião, Bertioga e Guarujá. O edital permite que projetos atuem em outros municípios, desde que estejam localizados na mesma bacia hidrográfica das cidades priorizadas.</p>
<p>Segundo José Maria Rangel, gerente-executivo de Responsabilidade Social da Petrobras, a iniciativa expande a atuação da empresa no enfrentamento da crise climática. Ele destaca o potencial das soluções baseadas na natureza para gerar benefícios em conservação, restauração e resiliência urbana.</p>
<p>A prorrogação do prazo e o investimento em projetos socioambientais demonstram o compromisso da Petrobras com o desenvolvimento sustentável e a adaptação das cidades aos eventos climáticos extremos.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Marinha e petrobras unem forças para navegação segura na amazônia</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/marinha-e-petrobras-unem-forcas-para-navegacao-segura-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2025 01:01:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Marinha do Brasil e a Petrobras formalizaram um acordo de cooperação técnica com o objetivo de fortalecer a segurança da navegação nos rios da Amazônia, especialmente durante o período de estiagem, quando o transporte de combustíveis e outros suprimentos enfrenta grandes desafios. A cerimônia de assinatura ocorreu no Comando do 9º Distrito Naval, em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Marinha do Brasil e a Petrobras formalizaram um acordo de cooperação técnica com o objetivo de fortalecer a segurança da navegação nos rios da Amazônia, especialmente durante o período de estiagem, quando o transporte de combustíveis e outros suprimentos enfrenta grandes desafios.</p>
<p>A cerimônia de assinatura ocorreu no Comando do 9º Distrito Naval, em Manaus. O acordo foca no apoio técnico da Marinha para coletar dados cruciais e identificar os trechos mais críticos para a navegação durante a temporada de seca.</p>
<p>Segundo o comandante do 9º Distrito Naval, vice-almirante Lampert, esta parceria visa garantir uma navegação mais segura e eficiente nos rios amazônicos. &#8220;É uma navegação que precisa ser segura e precisa. Nesse aspecto, é importante a Marinha, como autoridade marítima, firmar essa parceria com a Petrobras, especialmente no período da seca. Existem alguns trechos mais complexos, e não podemos imaginar uma interrupção no fluxo de energia e ativos energéticos, não só para Manaus, mas para toda a Amazônia. Essa parceria traz benefícios diretos para a sociedade”, declarou.</p>
<p>O acordo também estabelece o acompanhamento de embarcações da Marinha em áreas consideradas de risco, oferecendo orientação a comboios e navios que transportam combustíveis, indicando rotas mais seguras. A iniciativa demonstra o compromisso das instituições em enfrentar os obstáculos impostos pela estiagem, assegurando o abastecimento e a segurança da navegação na região.</p>
<p>O comandante Lampert enfatizou que o acordo reforça uma parceria já existente entre a Marinha do Brasil e a Petrobras, que atua na exploração e produção de petróleo tanto na área marítima quanto no Amazonas, em Urucu e no Terminal Solimões. Ele ressaltou que os ativos de gás natural, gás liquefeito e petróleo desses terminais são essenciais para o abastecimento de grande parte da Amazônia.</p>
<p>Joselito Guerra de Andrade Câmara, gerente-executivo de Logística da Petrobras, destacou o principal objetivo da parceria: &#8220;A Petrobras entrou com recursos para ajudar a Marinha a cumprir sua missão de manter a segurança da navegação na Amazônia. Esse foi o principal objetivo: proteger a população amazônica como um todo.”</p>
<p>Ele acrescentou que a cooperação técnica representa um marco para a logística e a segurança da navegação na região, unindo esforços para mitigar os impactos das mudanças climáticas e garantir o fluxo contínuo de suprimentos essenciais à população. &#8220;Nós começamos a adotar ações práticas no dia a dia para evitar o desabastecimento de Manaus — tanto de gás natural, usado na geração de energia, quanto de gás de cozinha, fundamental para as famílias&#8221;, afirmou Joselito Guerra.</p>
<p>Apesar dos desafios impostos pela seca, o comandante Lampert informou que a estiagem deste ano tem se mostrado mais branda em comparação aos dois anos anteriores, embora ainda existam pontos sensíveis à navegação. Ele garantiu que a Marinha está identificando esses locais e transmitindo as informações à Petrobras, indicando os melhores caminhos para garantir o fluxo de insumos e combustíveis para Manaus e toda a Amazônia.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Ibama libera exploração de petróleo próximo à foz do amazonas</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/ibama-libera-exploracao-de-petroleo-proximo-a-foz-do-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 00:00:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ibama concedeu, nesta segunda-feira, a licença que permite à Petrobras investigar a viabilidade de exploração de petróleo em alto-mar, a 500 km da foz do rio Amazonas, na chamada Margem Equatorial, na divisa entre o Amapá e o Pará. De acordo com o instituto, a licença foi emitida após um processo de licenciamento ambiental [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ibama concedeu, nesta segunda-feira, a licença que permite à Petrobras investigar a viabilidade de exploração de petróleo em alto-mar, a 500 km da foz do rio Amazonas, na chamada Margem Equatorial, na divisa entre o Amapá e o Pará.</p>
<p>De acordo com o instituto, a licença foi emitida após um processo de licenciamento ambiental considerado rigoroso, que incluiu estudos de impacto, a realização de três audiências públicas e 65 reuniões setoriais em mais de 20 municípios nos dois estados.</p>
<p>O processo também envolveu vistorias em todas as estruturas de resposta à emergência e na unidade marítima de perfuração da Petrobras, incluindo uma avaliação pré-operacional que mobilizou mais de 400 pessoas entre funcionários da estatal e do Ibama.</p>
<p>Em 2023, o Ibama havia negado o pedido da Petrobras, o que resultou em uma &#8220;intensa discussão&#8221; que, segundo o instituto, levou a um aprimoramento significativo do projeto de exploração.</p>
<p>Entre as melhorias implementadas estão a construção de um novo centro de reabilitação e despetrolização em Oiapoque, no Amapá, e a inclusão de três embarcações dedicadas ao atendimento da fauna em caso de vazamento de óleo.</p>
<p>As exigências adicionais em relação à estrutura de resposta foram consideradas fundamentais para a viabilização ambiental do empreendimento. Durante a atividade de perfuração, será realizado um novo exercício simulado de resposta à emergência, com foco no atendimento à fauna.</p>
<p>O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, celebrou a emissão da licença como uma defesa da soberania brasileira.</p>
<p>A Petrobras informa que a perfuração do poço deve ser iniciada imediatamente, com duração estimada de cinco meses. O objetivo desta pesquisa é avaliar a presença de petróleo e gás na área em escala economicamente viável. A empresa ressalta que não haverá produção de petróleo nesta fase.</p>
<p>A Petrobras garante que operará na Margem Equatorial com segurança, responsabilidade e qualidade técnica.</p>
<p>Em resposta à autorização, o Observatório do Clima, que reúne 130 organizações ambientalistas, criticou a decisão, argumentando que ela vai na contramão da imagem de liderança climática defendida pelo governo.</p>
<p>Representantes de organizações ambientalistas afirmam que a região é sensível e deveria ser preservada, destacando a riqueza em biodiversidade, a presença de sistemas recifais, manguezais e comunidades indígenas, quilombolas e tradicionais que dependem da Amazônia costeira para sobreviver. Eles argumentam que, enquanto o mundo busca soluções na Amazônia para a crise climática, a licença representa a abertura de mais um posto de petróleo no coração do planeta, o que consideram contraditório com o discurso de liderança na transição energética.</p>
<p>As organizações e movimentos sociais planejam recorrer à justiça para denunciar as supostas ilegalidades e falhas no processo de licenciamento e buscar a anulação da licença.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Gasolina da petrobras fica mais barata para distribuidoras a partir de hoje</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/gasolina-da-petrobras-fica-mais-barata-para-distribuidoras-a-partir-de-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 23:00:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A gasolina comercializada pela Petrobras para as distribuidoras em todo o país terá uma redução de 4,9% a partir desta terça-feira (21). O anúncio foi feito pela estatal, sinalizando um alívio no custo do combustível para as empresas do setor. De acordo com especialistas, a queda nos preços do petróleo no mercado internacional foi um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A gasolina comercializada pela Petrobras para as distribuidoras em todo o país terá uma redução de 4,9% a partir desta terça-feira (21). O anúncio foi feito pela estatal, sinalizando um alívio no custo do combustível para as empresas do setor.</p>
<p>De acordo com especialistas, a queda nos preços do petróleo no mercado internacional foi um dos principais fatores que motivaram a decisão. Economistas apontam que a atual política de preços da Petrobras, que considera o mercado internacional como referência, mas realiza ajustes de forma mais espaçada, contribuiu para essa redução.</p>
<p>O presidente do Sindicato das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes, ressalta que o impacto dessa redução no preço final para o consumidor dependerá da estratégia de repasse adotada pelas distribuidoras. Ele explica que a decisão de repassar a redução, a forma como será feita e o momento oportuno são variáveis que dependem de cada empresa.</p>
<p>O preço final da gasolina para o consumidor é composto por diversos fatores, incluindo o preço de venda da Petrobras às distribuidoras (que representa pouco mais de 30% do valor final), o preço de distribuição e revenda, o custo do etanol anidro adicionado à gasolina, e os impostos estaduais e federais.</p>
<p>A Petrobras informou que a redução será de R$ 0,14 por litro, fixando o preço médio em R$ 2,71. Especialistas estimam que a redução também seja sentida pelos consumidores nas bombas. A orientação é para que os consumidores fiquem atentos às mudanças nos preços e verifiquem se a redução está sendo repassada de forma justa.</p>
<p>A estatal também informa que esta é a segunda queda nos preços da gasolina este ano, acumulando uma redução superior a 10% em 2025.</p>
<p>Em contrapartida, a Petrobras optou por manter o preço de venda do diesel para as distribuidoras, após realizar três reduções neste ano.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<item>
		<title>Gasolina cai só 0,78% em junho, mesmo após reajuste de 5,6% da Petrobrás, afirma Edenred Ticket Log</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/gasolina-cai-so-078-em-junho-mesmo-apos-reajuste-de-56-da-petrobras-afirma-edenred-ticket-log/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 16:41:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o IPTL, combustível teve preço médio de R$ 6,38 no País, apenas 0,05 mais barato do que a média de maio Em junho, o preço médio da gasolina no Brasil registrou uma queda de 0,78% em comparação com maio, chegando a R$ 6,38. Essa redução de R$ 0,05 foi menor do que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong><i>De acordo com o IPTL, combustível teve preço médio de R$ 6,38 no País, apenas 0,05 mais barato do que a média de maio</i></strong></h4>
<div>
<p>Em junho, o preço médio da gasolina no Brasil registrou uma queda de 0,78% em comparação com maio, chegando a R$ 6,38. Essa redução de R$ 0,05 foi menor do que o reajuste de R$ 0,17 (-5,6%) implementado pela Petrobras no início do mês. O etanol também registrou queda no mesmo período, de 1,35%, chegando ao preço médio de R$ 4,39. Os números são da mais recente análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa.</p>
<p>“Mesmo com o reajuste de 5,6% anunciado pela Petrobras no início do mês, o preço da gasolina nas bombas caiu apenas 0,78%. Isso mostra que o repasse ao consumidor foi bem mais contido, possivelmente por conta da concorrência entre os postos e da dinâmica regional de distribuição. Já o etanol seguiu em queda, o que tem favorecido seu uso em algumas regiões do País, conforme mostra o IPTL”, detalha Renato Mascarenhas, Diretor de Operações e Transformação de Negócios da Edenred Mobilidade.</p>
<p>Na análise por regiões, os menores preços médios dos dois combustíveis foram os do Sudeste: R$ 4,26 para o etanol e R$ 6,22 para a gasolina. Já as médias mais altas foram, novamente, as observadas na região Norte: R$ 5,21 para o etanol e R$ 6,85 para a gasolina.</p>
<p>Apenas a região Nordeste não registrou queda nos preços médios dos dois combustíveis em junho: o etanol na região aumentou 0,40%, custando, em média, R$ 5,01; já a gasolina manteve o mesmo preço de maio, de R$ 6,50. A maior queda para o etanol foi no Sudeste, de 1,62%, e da gasolina, no Sul, de 1,25%.</p>
<p>Na análise por estados, o etanol apresentou sua maior alta do período no estado de Rondônia, onde passou a custar R$ 5,22, após alta de 2,15%. O estado com o etanol mais em conta para o motorista no período foi São Paulo, onde o preço médio registrado foi de R$ 4,12, após queda de 1,90%. O Amapá apresentou a maior queda para o biocombustível em junho, de 5,16%, recuando ao preço médio de R$ 5,51. Mesmo assim, o estado teve o etanol mais caro do País no período.</p>
<p>A Bahia foi o estado a registrar o maior aumento para a gasolina no período: de 1,26%, chegando ao preço médio de R$ 6,45. A maior queda da gasolina de 1,61%, ocorreu no Distrito Federal, que registrou média de R$ 6,71. São Paulo teve a gasolina mais em conta: R$ 6,16, após recuo de 1,12% observado na comparação com maio. Mesmo registrando queda de 1,05%, o Acre seguiu como estado com a gasolina mais cara do Brasil em junho, com preço médio de R$ 7,52.</p>
<p>“A gasolina se mostrou a opção mais vantajosa economicamente na maior parte dos estados do Brasil em junho, principalmente para quem abastece nas regiões Nordeste, Sul e Norte. Entretanto, é importante ressaltar que o etanol traz mais benefícios ambientais, uma vez que emite menos poluentes, contribuindo para uma mobilidade mais sustentável e de baixo carbono”, reforça Mascarenhas.</p>
<p>O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, com uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.</p>
</div>
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		<item>
		<title>Petrobras aumenta o preço da gasolina</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/petrobras-aumenta-o-preco-da-gasolina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 12:33:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (8), o primeiro aumento da gasolina no ano e da gestão da presidente da estatal, Magda Chambriard. O reajuste gira em torno dos 7,8%, ou mais R$ 0,20 por litro. O preço para as distribuidoras passa a ser, em média, de R$ 3,01 a partir desta terça-feira (9), informou a estatal. “Considerando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong><a href="https://jovempan.com.br/tag/petrobras" target="_blank" rel="noopener">Petrobras</a></strong> anunciou nesta segunda-feira (8), o primeiro aumento da gasolina no ano e da gestão da presidente da estatal, Magda Chambriard. O reajuste gira em torno dos 7,8%, ou mais R$ 0,20 por litro. O preço para as distribuidoras passa a ser, em média, de R$ 3,01 a partir desta terça-feira (9), informou a estatal.</p>
<blockquote><p>“Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para composição da gasolina C vendida nos postos, a parcela da Petrobras na composição do preço ao consumidor passará a ser de R$ 2,20/litro, uma variação de R$ 0,15 a cada litro de gasolina C”, disse a Petrobras em nota.</p></blockquote>
<p>O último reajuste da gasolina havia ocorrido em outubro do ano passado. Segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), a defasagem em relação ao mercado internacional era de 18% antes do aumento desta segunda. De acordo com a Petrobras, desde a implementação da nova estratégia comercial, a estatal reduziu seus preços de venda da gasolina para as distribuidoras em R$ 0,17/litro.</p>
<p>A estatal também reajustou para cima o preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), sem aumento desde março de 2022. O preço de venda para as distribuidoras passará a ser, em média, equivalente a R$ 34,70 por botijão de 13kg, um aumento equivalente a R$ 3,10. Desde dezembro de 2022, a Petrobras reduziu seus preços de venda para as distribuidoras em valor equivalente a R$ 7,34/13kg. Fonte: Jovem Pan</p>
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