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	<title>floresta &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>floresta &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Festival dos Povos da Floresta exalta cultura amazônica em Belém</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 06:01:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Festival dos Povos da Floresta chega a Belém, Pará, com uma vibrante programação cultural gratuita que promete iluminar a rica produção artística da Amazônia. Com o intuito primordial de expandir o circuito cultural brasileiro para além do tradicional eixo Sul-Sudeste, o evento oferece uma imersão nas diversas linguagens artísticas da região, abrangendo desde oficinas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Festival dos Povos da Floresta chega a Belém, Pará, com uma vibrante programação cultural gratuita que promete iluminar a rica produção artística da Amazônia. Com o intuito primordial de expandir o circuito cultural brasileiro para além do tradicional eixo Sul-Sudeste, o evento oferece uma imersão nas diversas linguagens artísticas da região, abrangendo desde oficinas de fotografia e vídeo até exposições visuais e apresentações musicais. Esta primeira edição do Festival dos Povos da Floresta na capital paraense funciona como um ponto de encontro essencial entre artistas, comunidades tradicionais e o público em geral, celebrando a diversidade e a força das vozes amazônicas. A programação gratuita se estende até o próximo domingo, oferecendo uma oportunidade única para o público conhecer e apreciar o talento regional e nacional.</p>
<p> Uma plataforma para vozes amazônicas</p>
<p> A trajetória itinerante e o impacto cultural</p>
<p>O Festival dos Povos da Floresta consolidou-se como um evento de caráter itinerante, desenhado para levar a riqueza cultural da Amazônia a diversos estados da região. Desde sua concepção, o festival tem sido um catalisador para a união de artistas e comunidades, criando um espaço de troca e valorização. Antes de aportar em Belém, o evento já havia percorrido importantes cidades amazônicas, incluindo Porto Velho, em Rondônia; Boa Vista, em Roraima; e Macapá, no Amapá. Em cada uma dessas paradas, o festival ganhou força e forma, crescendo com a colaboração de diversos artistas e profissionais envolvidos, atraindo um público significativo de quase 30 mil pessoas e reunindo cerca de 60 artistas e grupos em suas edições anteriores.</p>
<p>Em Belém, o festival encontrou dois espaços emblemáticos para sediar suas atividades: o Museu da Imagem e do Som (MIS) de Belém, que acolhe a parte visual e expositiva, e o Teatro Estação Gasômetro, palco para as apresentações musicais e outras performances. Essa escolha estratégica de locais históricos e culturalmente relevantes amplia o alcance do evento e proporciona um cenário adequado para a diversidade das expressões artísticas apresentadas. A proposta é não apenas divulgar, mas também fortalecer a identidade cultural da Amazônia, promovendo o intercâmbio e a valorização de seus criadores.</p>
<p> A relevância da visibilidade indígena e originária</p>
<p>Um dos pilares fundamentais do Festival dos Povos da Floresta é a amplificação das vozes dos povos originários e de suas manifestações artísticas. A participação de artistas indígenas, como Djuena Tikuna, que ganhou projeção nacional ao cantar o Hino Nacional em língua Tikuna nas Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro, é um testemunho da importância do festival. Djuena ressalta a visibilidade que o evento oferece, afirmando: “Ecoamos a nossa luta, a nossa resistência, trazemos a nossa verdade, o canto dos povos originários”.</p>
<p>Para artistas como Djuena, o palco do festival não é apenas um espaço de performance individual, mas uma plataforma de representação coletiva. “Estou aqui representando não só o meu povo, mas também todos os povos originários da Amazônia, do Brasil. Porque quando uma artista está dentro de um palco, de um festival que tem essa possibilidade de dar visibilidade para a artista indígena, nós estamos ali representando os povos originários, os povos indígenas”, explica a cantora. Essa perspectiva sublinha o papel crucial do festival em não apenas entreter, mas também educar e conscientizar o público sobre as ricas culturas, desafios e a contínua luta por reconhecimento e respeito dos povos indígenas na Amazônia e em todo o Brasil.</p>
<p> Programação diversificada: música, arte e oficinas</p>
<p> Destaques musicais no Teatro Gasômetro</p>
<p>O Teatro Estação Gasômetro se tornou o epicentro das atrações musicais do festival em Belém, oferecendo dois dias de espetáculos memoráveis. Nomes de destaque no cenário musical brasileiro e amazônico abrilhantam o palco, proporcionando uma experiência sonora rica e diversificada. Entre as atrações confirmadas, o público teve a oportunidade de prestigiar a renomada cantora Tulipa Ruiz, vencedora do Grammy Latino, cuja performance trouxe sua sonoridade única e poética à capital paraense.</p>
<p>Outro grande nome a se apresentar foi o músico Felipe Cordeiro, conhecido por comandar o animado Baile do Mestre Cupijó, que celebra a cultura musical paraense. Além dessas figuras de projeção nacional, a cena amazônica também foi amplamente representada por talentos locais e regionais, como o vibrante grupo de carimbó Suraras do Tapajós, que trouxe toda a energia e tradição do ritmo paraense. O conjunto Tambores do Pacoval, com sua percussão contagiante, e a já mencionada cantora indígena Djuena Tikuna, com sua voz potente e representativa, completaram a programação musical, garantindo uma verdadeira celebração da diversidade sonora da Amazônia.</p>
<p> Exposições e aprendizado no MIS</p>
<p>Além da extensa programação musical, o Festival dos Povos da Floresta oferece um mergulho nas artes visuais por meio de uma exposição de obras de mais de 40 artistas da região Norte. A mostra está em cartaz no Museu da Imagem e do Som (MIS) de Belém, um local que por si só já é um guardião da memória e da criatividade local. Essa exposição proporciona um panorama da produção artística contemporânea da Amazônia, permitindo que o público visualize as diversas perspectivas e técnicas utilizadas pelos criadores da região.</p>
<p>Complementando a oferta cultural, o festival também incluiu em sua agenda a realização de oficinas de fotografia e vídeo. Embora já realizadas, essas atividades pedagógicas reforçam o compromisso do evento em capacitar e desenvolver novos talentos, além de oferecer ferramentas para a documentação e divulgação da cultura amazônica. Essas oficinas representam um investimento no futuro da produção cultural da região, ensinando técnicas que permitem aos participantes capturar e narrar suas próprias histórias e a beleza de seus territórios, perpetuando o legado dos povos da floresta por meio de outras formas de arte.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>O Festival dos Povos da Floresta em Belém reafirma sua posição como um evento cultural de grande relevância, consolidando-se como uma plataforma essencial para a valorização e difusão da rica produção artística da Amazônia. Ao oferecer acesso gratuito a uma programação diversificada que abrange música, exposições e oficinas, o festival cumpre seu objetivo de ampliar o circuito cultural do país, dando voz e visibilidade a artistas e comunidades tradicionais que muitas vezes permanecem à margem dos grandes holofotes. Sua natureza itinerante e seu impacto em Belém demonstram o poder da arte em conectar pessoas, celebrar identidades e promover a resistência cultural, fortalecendo o elo entre a floresta, seus povos e o público brasileiro.</p>
<p> Perguntas Frequentes (FAQ)</p>
<p> Onde e quando ocorre o Festival dos Povos da Floresta em Belém?<br />
O festival ocorre em Belém, Pará, com programação no Museu da Imagem e do Som (MIS) e no Teatro Estação Gasômetro. A programação gratuita se estende até o próximo domingo.</p>
<p> Quais são os principais destaques da programação musical do festival?<br />
A programação musical inclui artistas renomados como Tulipa Ruiz e Felipe Cordeiro , além de talentos da cena amazônica como o grupo Suraras do Tapajós, o conjunto Tambores do Pacoval e a cantora indígena Djuena Tikuna.</p>
<p> Qual o objetivo principal do Festival dos Povos da Floresta?<br />
O objetivo principal é divulgar a produção cultural da Amazônia, ampliar o circuito cultural brasileiro para além do eixo Sul-Sudeste e servir como um ponto de encontro entre artistas, comunidades tradicionais e o público, dando visibilidade às vozes amazônicas.</p>
<p> O festival oferece outras atividades além de música e exposições?<br />
Sim, o festival também incluiu em sua programação oficinas de fotografia e vídeo, além de uma exposição com obras de mais de 40 artistas da região Norte no Museu da Imagem e do Som.</p>
<p>Não perca a chance de vivenciar a rica diversidade cultural da Amazônia e apoiar os artistas que dão voz à nossa floresta. Verifique a programação completa e aproveite os últimos dias do Festival dos Povos da Floresta em Belém!</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Operação Tamoiotatá 6 impõe R$ 28 milhões em multas ambientais no Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 17:01:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cifra expressiva de R$ 28 milhões em multas ambientais foi aplicada nas primeiras fases da Operação Tamoiotatá 6, uma iniciativa robusta de fiscalização que abrange diversos municípios na região sul do Amazonas. Conduzida entre 23 de fevereiro e 14 de março, esta ação coordenada por órgãos estaduais de meio ambiente e segurança, com o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cifra expressiva de R$ 28 milhões em multas ambientais foi aplicada nas primeiras fases da Operação Tamoiotatá 6, uma iniciativa robusta de fiscalização que abrange diversos municípios na região sul do Amazonas. Conduzida entre 23 de fevereiro e 14 de março, esta ação coordenada por órgãos estaduais de meio ambiente e segurança, com o apoio estratégico do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CENSIPAM), representa um marco no combate a crimes ecológicos na Amazônia. O objetivo é frear o avanço do desmatamento ilegal, das queimadas e da exploração irregular de recursos naturais que ameaçam um dos biomas mais vitais do planeta. A imposição dessas multas reflete a seriedade do trabalho de campo, que identificou uma série de transgressões, desde o corte ilegal de árvores até a atividade agropecuária sem o devido licenciamento ambiental, evidenciando a complexidade dos desafios enfrentados na proteção da floresta.</p>
<p> Primeiro balanço da Operação Tamoiotatá 6: foco em infrações críticas</p>
<p>As etapas iniciais da Operação Tamoiotatá 6 resultaram na aplicação de R$ 28 milhões em multas ambientais, marcando um esforço significativo para coibir crimes ambientais na região sul do Amazonas. A ação, que se estendeu de 23 de fevereiro a 14 de março, concentrou-se nos municípios de Humaitá, Apuí, Novo Aripuanã e Canutama, áreas historicamente afetadas pela pressão do desmatamento e da exploração ilegal. Durante as fiscalizações, as equipes identificaram uma série de irregularidades que minam a integridade da floresta amazônica, incluindo desmatamento ilegal, descumprimento de embargos pré-existentes e outras infrações ambientais que contribuem para a degradação ecossistêmica.</p>
<p>O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), um dos pilares da operação, desempenhou um papel crucial na documentação e punição dessas transgressões. Foram emitidos 63 autos de infração, registrando as diversas violações encontradas em campo. Adicionalmente, foram aplicados 24 termos de embargo e interdição, impedindo a continuidade de atividades ilegais em áreas que somam uma extensão equivalente a 3,2 mil campos de futebol. Esta medida de embargo é fundamental para a recuperação de ecossistemas degradados e para evitar novos danos, consolidando a postura rigorosa dos órgãos de fiscalização diante da reincidência e da persistência de crimes ambientais. O volume de área embargada sublinha a escala dos desafios enfrentados e a necessidade de intervenções contínuas e abrangentes.</p>
<p> A ameaça da atividade ilegal na BR-230 e áreas embargadas</p>
<p>Um dos pontos de atenção da Operação Tamoiotatá 6 foi a constatação de intensa atividade agropecuária sem licença ambiental ao longo da BR-230, a Transamazônica. Esta rodovia, que corta grande parte da Amazônia, é um conhecido vetor de desmatamento, facilitando o acesso a áreas de floresta para a expansão de atividades econômicas ilegais. A ocupação irregular de terras para a pecuária e agricultura sem o devido licenciamento não apenas provoca a supressão florestal, mas também gera degradação do solo, contaminação de recursos hídricos e perda de biodiversidade, impactando diretamente os serviços ecossistêmicos essenciais. A fiscalização na BR-230 é, portanto, estratégica para desarticular as cadeias de produção ilegal que se estabelecem à margem da lei.</p>
<p>A interdição de uma área equivalente a 3,2 mil campos de futebol representa um passo significativo para conter o avanço dessas atividades ilícitas. Ao embargar essas terras, o IPAAM não só impõe sanções financeiras, mas também impede a exploração contínua, permitindo que a floresta tenha a chance de se regenerar. Essa medida é crucial para frear o avanço do chamado &#8220;arco do desmatamento&#8221; e garantir que a Amazônia seja protegida para as futuras gerações. A ação visa a desincentivar a impunidade e reforçar a mensagem de que a exploração ambiental sem licença terá consequências severas e imediatas.</p>
<p> Estratégia de longo prazo: combate contínuo ao desmatamento</p>
<p>A Operação Tamoiotatá 6 está estruturada como um plano de ação abrangente e de longo prazo, desenhada para ter um impacto duradouro na proteção ambiental do Amazonas. A estratégia prevê 15 etapas distintas, cada uma com duração média de 20 dias, estendendo-se até dezembro de 2026. Essa abordagem faseada permite que os órgãos ambientais e de segurança realizem fiscalizações contínuas e adaptadas às dinâmicas regionais, cobrindo diferentes períodos e regiões-chave. A continuidade das operações é vital para desmantelar redes criminosas e para garantir que a fiscalização não seja apenas pontual, mas sim uma presença constante no combate ao desmatamento e às queimadas.</p>
<p>A escolha do período de execução até 2026 é estratégica, pois inclui os momentos mais críticos de estiagem, quando o risco de incêndios florestais e desmatamento é significativamente maior. Durante a seca, a vegetação se torna mais vulnerável ao fogo, muitas vezes iniciado de forma intencional para limpar áreas desmatadas ou para atividades agropecuárias irregulares. A presença reforçada das forças de fiscalização neste período visa a prevenir e combater essas práticas, protegendo a floresta de danos irreversíveis. O planejamento detalhado da operação reflete um compromisso robusto do governo do Amazonas e seus parceiros em garantir a sustentabilidade e a preservação do bioma amazônico, enfrentando os desafios ambientais com persistência e coordenação.</p>
<p> O suporte internacional do programa Floresta em Pé</p>
<p>Os recursos financeiros que viabilizam as robustas ações de fiscalização da Operação Tamoiotatá 6 provêm do Programa Floresta em Pé. Este programa é fruto de uma valiosa cooperação financeira entre os governos do Brasil e da Alemanha, demonstrando o compromisso internacional com a preservação da Amazônia. O Programa Floresta em Pé visa a incentivar a economia florestal sustentável, o manejo responsável e a valorização da floresta em pé, em contraposição às atividades predatórias que levam ao desmatamento. O financiamento alemão, nesse contexto, é um pilar crucial para equipar e sustentar as operações de campo, permitindo que as equipes de fiscalização atuem de forma eficaz e abrangente.</p>
<p>A parceria com a Alemanha sublinha a importância global da Amazônia e a necessidade de esforços conjuntos para sua proteção. O Programa Floresta em Pé não se limita apenas à fiscalização, mas também apoia iniciativas de desenvolvimento sustentável, com o objetivo de criar alternativas econômicas para as comunidades locais que não dependam da destruição da floresta. Esse modelo busca transformar a lógica de uso do solo, promovendo a conservação como um ativo econômico e ambiental. A continuidade desse apoio financeiro é essencial para o sucesso a longo prazo das operações como a Tamoiotatá 6 e para a construção de um futuro mais sustentável para a região amazônica.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>As primeiras etapas da Operação Tamoiotatá 6, com a aplicação de R$ 28 milhões em multas ambientais e o embargo de uma área vasta, demonstram o compromisso do Amazonas na luta contra crimes ambientais. Esta iniciativa de longo prazo, apoiada pelo Programa Floresta em Pé e pela cooperação Brasil-Alemanha, é fundamental para proteger a Amazônia da destruição causada pelo desmatamento ilegal e pelas queimadas. Ações como estas não apenas punem os infratores, mas também sinalizam uma mudança de paradigma, onde a conservação se torna prioridade e a fiscalização, uma ferramenta contínua e estratégica. O sucesso das fases futuras será crucial para garantir um futuro mais sustentável para o maior bioma tropical do mundo, reforçando a importância da vigilância constante e da participação de todos na defesa do meio ambiente.</p>
<p> Perguntas Frequentes (FAQ)</p>
<p>1. O que é a Operação Tamoiotatá 6 e qual seu principal objetivo?<br />
A Operação Tamoiotatá 6 é uma iniciativa de fiscalização ambiental de longo prazo, focada no combate a crimes ambientais como desmatamento ilegal, queimadas e exploração irregular de recursos naturais na região sul do Amazonas. Seu principal objetivo é frear a degradação da floresta, aplicar sanções a infratores e promover a recuperação de áreas degradadas.</p>
<p>2. Quais foram os principais resultados das primeiras etapas da operação?<br />
Nas primeiras etapas, realizadas entre fevereiro e março, a operação aplicou R$ 28 milhões em multas ambientais, emitindo 63 autos de infração e 24 termos de embargo e interdição. Uma área equivalente a 3,2 mil campos de futebol foi embargada devido a atividades irregulares, incluindo desmatamento ilegal e atividade agropecuária sem licença.</p>
<p>3. Como a Operação Tamoiotatá 6 é financiada e por que isso é importante?<br />
Os recursos para as ações de fiscalização vêm do Programa Floresta em Pé, fruto de uma cooperação financeira entre os governos do Brasil e da Alemanha. Esse financiamento internacional é crucial porque permite a execução de operações contínuas e robustas, equipando as equipes e reforçando a capacidade de monitoramento e combate a crimes ambientais em uma região tão vasta e complexa como a Amazônia.</p>
<p>4. Até quando a Operação Tamoiotatá 6 está prevista para durar?<br />
A Operação Tamoiotatá 6 está estruturada em 15 etapas e deve seguir até dezembro de 2026. Essa duração prolongada visa a cobrir os períodos mais críticos de estiagem, quando o risco de desmatamento e queimadas é maior, garantindo uma presença constante e estratégica das forças de fiscalização.</p>
<p>Para fortalecer a proteção da Amazônia, denuncie crimes ambientais. Contate o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas pelo WhatsApp: (92) 98557-9454.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>França lidera plano bilionário para proteger floresta tropical do congo</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/franca-lidera-plano-bilionario-para-proteger-floresta-tropical-do-congo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Nov 2025 04:00:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Países europeus estão unindo forças em um ambicioso plano de US$ 2,5 bilhões, visando a preservação da floresta tropical do Congo. A iniciativa surge em um momento crucial, em que as discussões sobre a conservação florestal ganham destaque nas negociações climáticas globais, incluindo a vindoura COP30 no Brasil. A ação, liderada pela França e com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Países europeus estão unindo forças em um ambicioso plano de US$ 2,5 bilhões, visando a preservação da floresta tropical do Congo. A iniciativa surge em um momento crucial, em que as discussões sobre a conservação florestal ganham destaque nas negociações climáticas globais, incluindo a vindoura COP30 no Brasil.</p>
<p>A ação, liderada pela França e com o apoio de Alemanha, Noruega, Bélgica e Reino Unido, foi batizada de &#8220;The Belem Call for the Forests of the Congo Basin&#8221;. O objetivo central é mobilizar recursos significativos para auxiliar as nações da região na proteção da segunda maior floresta tropical do planeta. O documento que formaliza o compromisso, datado de 6 de novembro, foi assinado pelos cinco países europeus.</p>
<p>O texto detalha o compromisso dos doadores em aportar mais de US$ 2,5 bilhões nos próximos cinco anos. Este montante se somará aos recursos domésticos que os países da África Central se comprometerão a investir na proteção e gestão sustentável de suas florestas.</p>
<p>Os signatários expressaram o desejo de colaborar com os países africanos na redução do desmatamento, por meio do fornecimento de tecnologia, treinamento e estabelecimento de parcerias estratégicas.</p>
<p>A floresta do Congo, assim como a Amazônia e a bacia de Bornéu-Mekong-Sudeste Asiático, enfrenta sérias ameaças decorrentes da expansão agrícola, exploração madeireira, mineração e outras atividades.</p>
<p>A iniciativa de proteção do Congo ganha relevância, pois a floresta atualmente absorve mais gases de efeito estufa do que outras florestas tropicais. No entanto, o anúncio da medida pode gerar uma competição com o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), projeto central da agenda brasileira na COP30.</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem defendido o TFFF como um modelo inovador de financiamento climático, que substitui as doações por um sistema de investimento mais escalável.</p>
<p>Um diplomata familiarizado com ambas as propostas apontou que, em teoria, as duas iniciativas são distintas. Enquanto o TFFF oferece pagamentos anuais aos países com florestas tropicais sem restrições específicas, a existência de dois fundos de florestas tropicais distintos pode gerar ruídos e dificultar a cooperação internacional.</p>
<p>A Noruega já se comprometeu com US$ 3 bilhões para o TFFF, representando a maior contribuição até o momento. A França indicou que poderá destinar até 500 milhões de euros para a iniciativa liderada pelo Brasil.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Conselho nacional das populações extrativistas celebra 39 anos de história</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/conselho-nacional-das-populacoes-extrativistas-celebra-39-anos-de-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 10:00:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS) completa 39 anos, marcando uma trajetória de luta e resistência em defesa dos povos da floresta, do campo e das águas. Sua criação, em 17 de outubro de 1985, durante o I Encontro Nacional dos Seringueiros, representou um marco na união de seringueiros, castanheiros, quebradeiras de coco, ribeirinhos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS) completa 39 anos, marcando uma trajetória de luta e resistência em defesa dos povos da floresta, do campo e das águas. Sua criação, em 17 de outubro de 1985, durante o I Encontro Nacional dos Seringueiros, representou um marco na união de seringueiros, castanheiros, quebradeiras de coco, ribeirinhos, pescadores artesanais e outras comunidades tradicionais em torno da luta pela terra, pela vida e pela preservação de seus modos de existência.</p>
<p>O encontro que deu origem ao CNS reverencia a memória de Chico Mendes, idealizador da proposta de unir os povos da floresta em prol de uma reforma agrária para a Amazônia. A iniciativa visava garantir o acesso à terra e a sustentabilidade das comunidades extrativistas, que desempenham um papel fundamental na conservação da floresta.</p>
<p>Em 2009, o CNS ampliou seu escopo e passou a se chamar Conselho Nacional das Populações Extrativistas, buscando dar maior protagonismo às mulheres. Um dos destaques desse processo foi Dona Raimunda Gomes da Silva, quebradeira de coco, feminista do sertão e idealizadora da Secretaria da Mulher Trabalhadora Extrativista Rural dentro do CNS. Sua visão e liderança foram cruciais para fortalecer a participação feminina na luta pelos direitos das comunidades extrativistas.</p>
<p>A memória de Dona Raimunda é constantemente lembrada, assim como a de outras mulheres que tombaram na luta, como Maria do Espírito Santo e Irmã Dorothy. Mesmo após sua morte, Dona Raimunda permanece presente nos corações daqueles que continuam a defender os direitos das comunidades extrativistas, nas palmeiras, nas mãos que quebram coco e nas vozes das mulheres que fazem do trabalho e da resistência o seu canto de liberdade.</p>
<p>O CNS segue atuante na defesa dos direitos das comunidades extrativistas em todo o Brasil, promovendo a valorização de seus saberes e práticas tradicionais, o acesso à terra e aos recursos naturais, e a garantia de condições dignas de vida. A celebração de seus 39 anos reforça a importância de sua atuação e a necessidade de fortalecer a luta em defesa dos povos da floresta, do campo e das águas.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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