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	<title>esgoto &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>esgoto &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Saneamento em São Paulo: 3,8 milhões beneficiados com tratamento de esgoto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 13:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estado de São Paulo tem testemunhado avanços notáveis no setor de saneamento básico, com o tratamento de esgoto beneficiando mais de 3,8 milhões de pessoas em um período de aproximadamente dois anos. Essa aceleração significativa, impulsionada por um conjunto de ações estratégicas, resultou na conexão de mais de 1,5 milhão de domicílios à rede [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de São Paulo tem testemunhado avanços notáveis no setor de saneamento básico, com o tratamento de esgoto beneficiando mais de 3,8 milhões de pessoas em um período de aproximadamente dois anos. Essa aceleração significativa, impulsionada por um conjunto de ações estratégicas, resultou na conexão de mais de 1,5 milhão de domicílios à rede de tratamento. O ritmo de trabalho é impressionante, com a concessionária responsável realizando, em média, 2,4 mil novas ligações por dia, o que equivale a uma conexão a cada 36 segundos. Este esforço massivo não apenas eleva a qualidade de vida da população, mas também promove melhorias substanciais na saúde pública e ambiental, com resultados já evidentes na redução da poluição em importantes bacias hidrográficas do estado.</p>
<p> Avanços sem precedentes no saneamento paulista</p>
<p>A intensificação das obras e a velocidade na execução dos projetos de saneamento em São Paulo representam um marco para o estado. Em menos de um ano, o volume de novas conexões ao sistema de tratamento de esgoto superou o total de iniciativas similares realizadas ao longo de anos em programas anteriores. Para ilustrar, enquanto um programa anterior conectou cerca de 650 mil imóveis em três anos e meio, a concessionária atual atingiu um resultado equivalente em aproximadamente dez meses, operando em um ritmo 4,2 vezes mais rápido. Essa performance acelerada é crucial para o objetivo de universalização do saneamento básico em todo o estado.</p>
<p> Aceleração das conexões domiciliares</p>
<p>A capacidade de conectar um número tão elevado de domicílios em tempo recorde é um testemunho da reestruturação e dos investimentos direcionados para o setor. A cada dia, milhares de famílias passam a ter acesso a um serviço essencial, que antes era uma realidade distante. Essa capilaridade na expansão das redes coletoras de esgoto não se limita apenas à Grande São Paulo, mas se estende por diversas regiões, visando cobrir gradualmente todos os 375 municípios atendidos. O foco na ampliação da coleta de esgoto é um passo fundamental para garantir que o volume de efluentes seja devidamente encaminhado para tratamento, evitando descartes irregulares e seus impactos negativos no meio ambiente e na saúde pública.</p>
<p> Impacto ambiental e investimentos estratégicos</p>
<p>Os resultados ambientais decorrentes do avanço no saneamento já são tangíveis. Dados recentes indicam uma redução de 22% no volume de esgoto lançado sem tratamento na bacia do Alto Tietê. Paralelamente, um estudo conduzido por uma organização ambiental renomada revelou uma diminuição significativa na mancha de poluição do Rio Tietê, que encolheu de 207 para 174 quilômetros. Essas melhorias demonstram o impacto direto dos investimentos em infraestrutura e na modernização das estações de tratamento.</p>
<p> Redução da poluição e expansão das ETEs</p>
<p>Desde 2024, foram entregues 16 novas estações de tratamento de esgoto (ETEs) e cerca de 800 quilômetros de redes coletoras, reforçando a capacidade do sistema. Em paralelo, o volume de investimentos anuais no setor quadruplicou, passando de R$ 6,9 bilhões para R$ 15,2 bilhões. A meta ambiciosa é destinar R$ 70 bilhões até 2029, com o objetivo de antecipar em quatro anos a universalização do saneamento prevista no Marco Legal, passando de 2033 para 2029. Além disso, as cinco estações de tratamento da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) estão passando por um processo de ampliação e modernização. A ETE Parque Novo Mundo, por exemplo, deverá quadruplicar sua capacidade até o final de 2026, enquanto a ETE Barueri terá sua capacidade expandida de 16 m³/s para 24 m³/s, o que reforça o compromisso com a infraestrutura e a sustentabilidade ambiental.</p>
<p> Na Rota da Água: Transparência e resultados</p>
<p>Para acompanhar de perto os progressos e dar maior visibilidade às obras em andamento, foi lançada em fevereiro deste ano a iniciativa &#8220;Na Rota da Água&#8221;. O programa foca em projetos de segurança hídrica, reforço de abastecimento e, principalmente, na universalização do saneamento nas cidades atendidas. Com uma agenda que inclui visitas técnicas a mais de 1.100 frentes de obras, a iniciativa visa garantir transparência e accountability no uso dos recursos.</p>
<p> Obras em andamento e futuro da universalização</p>
<p>Entre as entregas já realizadas por meio deste programa, destacam-se importantes obras de saneamento em municípios como Itapecerica da Serra, Embu das Artes e Embu-Guaçu. Além disso, a região da Grande São Paulo foi contemplada com duas novas Estações de Tratamento de Esgoto em Caieiras e Franco da Rocha, bem como um Sistema de Expansão de Esgotamento Sanitário que beneficia também Francisco Morato. Essas intervenções, que receberam um aporte de R$ 168 milhões, beneficiarão cerca de 46,2 mil famílias, ou aproximadamente 127 mil pessoas, com a ampliação do tratamento de esgoto e uma consequente redução da poluição em rios e córregos locais.</p>
<p>Outro pilar dessa estratégia é o Programa Integra Tietê, que contratou a expansão e o retrofit da Estação de Tratamento de Esgoto de Barueri, um investimento colossal de R$ 5,7 bilhões. Com conclusão prevista para o final de 2029, essa obra elevará em 40,6% a capacidade de tratamento da estação, estendendo o acesso ao serviço para mais 4 milhões de pessoas. O Plano Regional de Saneamento Básico projeta investimentos de R$ 260 bilhões até 2060, sendo R$ 69 bilhões direcionados até 2029 para assegurar água potável, coleta e tratamento de esgoto para toda a população paulista.</p>
<p> Universalização do acesso à água</p>
<p>A meta ambiciosa de antecipar a universalização do saneamento de 2033 para 2029 é o grande objetivo por trás das atuais iniciativas. Este adiantamento representa um salto significativo na qualidade de vida da população e na proteção dos recursos hídricos do estado. Os investimentos maciços e a estratégia de execução acelerada são os pilares para transformar essa meta em realidade.</p>
<p> Impacto social e tarifas acessíveis</p>
<p>A expansão dos serviços de saneamento tem um impacto social direto, especialmente na população mais vulnerável. Em março de 2026, aproximadamente 2,05 milhões de famílias tinham acesso a tarifas sociais, o que representa um crescimento de 106% em comparação com as 1,05 milhão de famílias beneficiadas antes do período de intensificação dos investimentos. Esse avanço reflete não apenas a ampliação das ligações em áreas de maior vulnerabilidade social, mas também a expansão dos programas de subsídio tarifário, garantindo que o acesso ao saneamento básico não seja um privilégio, mas um direito universal. A concessionária atende atualmente 28 milhões de habitantes em 375 municípios paulistas, desempenhando um papel crucial no fornecimento de água e na coleta e tratamento de esgoto.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> 1. Quantas pessoas foram beneficiadas com tratamento de esgoto em São Paulo no período recente?<br />
Mais de 3,8 milhões de pessoas foram beneficiadas com tratamento de esgoto em São Paulo em aproximadamente dois anos, com mais de 1,5 milhão de domicílios conectados.</p>
<p> 2. Qual é a meta para a universalização do saneamento no estado de São Paulo?<br />
A meta é antecipar a universalização do saneamento de 2033 para 2029, com um investimento previsto de R$ 70 bilhões até essa data.</p>
<p> 3. Houve alguma melhoria na qualidade da água do Rio Tietê?<br />
Sim, o volume de esgoto lançado sem tratamento na bacia do Alto Tietê foi reduzido em 22%, e a mancha de poluição do Rio Tietê diminuiu de 207 para 174 quilômetros, segundo estudos.</p>
<p> 4. O que é o programa &#8220;Na Rota da Água&#8221;?<br />
É uma iniciativa lançada em fevereiro que visa dar visibilidade e acompanhar as obras de segurança hídrica, reforço de abastecimento e universalização do saneamento em mais de 1.100 frentes de obras nos municípios atendidos.</p>
<p> 5. Como os investimentos em saneamento impactam a população mais vulnerável?<br />
A expansão dos serviços e dos programas de subsídio tarifário resultou em um crescimento de 106% no número de famílias com acesso a tarifas sociais, beneficiando aproximadamente 2,05 milhões de economias em março de 2026.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os progressos e as iniciativas que estão transformando o saneamento no estado de São Paulo. Para mais detalhes sobre os serviços em sua região ou sobre as obras em andamento, acesse os canais oficiais da concessionária responsável.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>São Paulo reduz 22% do esgoto sem tratamento nos rios Pinheiros e Tietê</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/sao-paulo-reduz-22-do-esgoto-sem-tratamento-nos-rios-pinheiros-e-tiete/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 11:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[esgoto]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Estado de São Paulo]]></category>
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		<category><![CDATA[Tietê]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 1,5 milhão de domicílios foram conectados à rede de esgoto nos últimos anos, reduzindo a carga de detritos lançados diretamente nos rios e mananciais Cerca de 10 bilhões de litros de esgoto que antes eram despejados irregularmente nos rios da Grande São Paulo passaram a receber tratamento e destino adequados desde 2024, quando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Mais de 1,5 milhão de domicílios foram conectados à rede de esgoto nos últimos anos, reduzindo a carga de detritos lançados diretamente nos rios e mananciais</em></strong></p>
<p>Cerca de 10 bilhões de litros de esgoto que antes eram despejados irregularmente nos rios da Grande São Paulo passaram a receber tratamento e destino adequados desde 2024, quando o Governo de São Paulo fez a desestatização do serviço de saneamento básico no Estado.</p>
<p>Leia mais em: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/c1oy" target="_blank" rel="noopener">https://www.agenciasp.sp.gov.br/c1oy</a></p>
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		<title> Para despoluir o Tietê, parafusos de 18 toneladas serão instalados no sistema de esgoto pela Sabesp </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 14:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novos equipamentos vão ajudar a bombear o esgoto de mais de meio milhão de pessoas para o processo de tratamento &#160; Eles têm a altura de um prédio de seis andares e pesam, cada um, 18 toneladas, o equivalente a três elefantes adultos. O diâmetro é de 2,7 metros e vão transportar 1.500 litros de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><i>Novos equipamentos vão ajudar a bombear o esgoto de mais de meio milhão de pessoas para o processo de tratamento</i></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eles têm a altura de um prédio de seis andares e pesam, cada um, 18 toneladas, o equivalente a três elefantes adultos. O diâmetro é de 2,7 metros e vão transportar 1.500 litros de esgoto por segundo para tratamento (o equivalente ao volume de 41 piscinas olímpicas por dia) e terão uma missão especial: contribuir com a despoluição do rio Tietê.</p>
<p>A Sabesp transportou, na madrugada desta quinta-feira (23), dois grandes parafusos entre as cidades de Guarulhos e Suzano, na Região Metropolitana de São Paulo.</p>
<p>Os parafusos gigantes chegaram a uma das novas Estações Elevatórias de Esgoto da Sabesp (EEEs), na manhã desta quinta-feira, em Suzano. As elevatórias são estruturas responsáveis por bombear o esgoto gerado nas residências para a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Companhia, no município de Suzano. Os parafusos são, na verdade, bombas mecânicas, responsáveis por levar os resíduos da região para a ETE. Assim, os equipamentos vão ajudar a empurrar o esgoto que chega pelo interceptor 16 (ITi-16), um tubo subterrâneo de 2,5 metros de diâmetro que carrega esse esgoto gerado por 60 bairros da região até a ETE Suzano.</p>
<p>O sistema funciona da seguinte forma: o esgoto gerado pelas famílias é recolhido por pequenas tubulações que saem das casas, os chamados ramais; a partir daí, o esgoto vai sendo encaminhado para tubulações cada vez maiores, numa sequência que passa pela rede coletora (que fica nas ruas), coletores-tronco (às margens de córregos e rios, impedindo que o esgoto caia nos corpos d`água) e interceptores (grandes tubos, com diâmetros que podem passar de 2 metros) até as estações de tratamento. No meio desse caminho, as estações elevatórias vão bombeando o esgoto para que eles “subam” morros – ou seja, superem desníveis do terreno.</p>
<p>As duas bombas-parafuso serão instaladas em um poço com 14 metros de profundidade, no interior da elevatória. Inclinadas e em rotação contínua, elas captam os resíduos domésticos pela base e os conduzem até o topo por meio dos espaços vazios em sua espiral. O transporte ocorre de forma mecânica, direcionando o esgoto à saída superior, onde se conecta à rede da Sabesp.</p>
<p>A instalação completa do sistema ocorrerá até o final do ano, quando a nova elevatória e duas bombas-parafuso entrarão em operação. Assim, a ETE de Suzano passará a tratar o esgoto de 90 bairros, atendendo cerca de 285 mil residências – mais de 850 mil pessoas.</p>
<p>A partir do momento que o tratamento de esgoto é centralizado em uma ETE de grande porte, automaticamente, há redução de custos e maior facilidade no controle de operação e manutenção. Atualmente, sem a interligação, parte dos resíduos da região têm sido direcionados para sistemas isolados de tratamento, como a ETE Guatambu e a do Jardim Odete. As estações paralelas serão desativadas.</p>
<table class="m_-3545491687056876824image" width="328" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img decoding="async" class="CToWUd a6T" tabindex="0" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_NaIW13lq7MWyPCRmYk-aZv8tPovp77_zLyi52Kkw5yZ3uW3xQXx7vGedBXV554EoyChJDXshDDcSprAJ5u6ip1C3MfgDIyA57FEFvg4dLPqIaWq1ICuL9ZYx2jRvKJ2k7hC9uqPUcbw5Ct5TFFKoA88a93XZ81chA6k2lEAZF046mg3B7H_1zu2Pt4c3CHyppxU8jfun43Wa6a8mBzD_NrpHG9d6zpvGvCfdL0tC-9TFoSbLomjmRxXBIZG0fDyVMaRSqd_R_OLYclSf7WsnMnRsCQaEngMAxfST-TAOzyUGhvPhPW3AcHI2SdFMtWH=s0-d-e1-ft#https://s2506.imxsnd12.com/6==gNjpTOhZjZlFmOyJmLt92YuUGdzV2bvFWanVmchRGbhRXanlGZsFmby9maA9WYjFGZlJnOzITM1ADN5IDOyozZlBnauc3bsFGZlRDO0EjNxUDZ4ATZ2U2M0AzYlJTM3MjZhRGO4gTOGJTJ4gTOGJTJ1kDOxMjRyUSNyAzMx8VL1ETLf9VLwITLfpTO" alt="" width="328" data-bit="iit" /></p>
<table border="0" width="328" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="328"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><i>Figura 1 &#8211; Área atendida pelos interceptores da ETE de Suzano.</i></p>
<p><strong>Takes/vídeos do parafuso:</strong> <a href="https://www.transfernow.net/dl/20251022Uo0Ym209" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.transfernow.net/dl/20251022Uo0Ym209&amp;source=gmail&amp;ust=1761400816584000&amp;usg=AOvVaw0MSFYlACg2try527k_EK9i">Link</a></p>
<p><strong>Sobre a Sabesp</strong></p>
<p>A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) é responsável pelo fornecimento de água e pela coleta e tratamento de esgoto em 377 municípios paulistas e atende 28 milhões de habitantes. É uma das maiores empresas de saneamento ambiental do mundo e a maior do Brasil. A Companhia vai avançar cinco décadas em cinco anos, ampliando o acesso à água potável e ao saneamento básico para milhões de pessoas. Seu compromisso é antecipar em quatro anos as metas estabelecidas pelo Marco Legal do Saneamento, com isso, planeja proporcionar dignidade, saúde e desenvolvimento sustentável para milhões de brasileiros enquanto preserva os recursos naturais para as futuras gerações.</p>
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		<item>
		<title>Santana de Parnaíba supera metas de 2025 em 2022 no saneamento básico, aponta Sabesp</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/santana-de-parnaiba-supera-metas-de-2025-em-2022-no-saneamento-basico-aponta-sabesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Apr 2024 03:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Santana do Parnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com investimentos de R$ 66 milhões executados e R$ 112 milhões previstos em obras no sistema de abastecimento de água e tratamento do esgoto, cidade melhora seus índices e caminha para cumprir metas do Novo Marco do Saneamento antes do prazo estipulado Depois de fortes investimentos em obras de saneamento básico, Santana de Parnaíba vê [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Com investimentos de R$ 66 milhões executados e R$ 112 milhões previstos em obras no sistema de abastecimento de água e tratamento do esgoto, cidade melhora seus índices e caminha para cumprir metas do Novo Marco do Saneamento antes do prazo estipulado</p>
<p dir="ltr">Depois de fortes investimentos em obras de saneamento básico, Santana de Parnaíba vê melhorar seus índices em cobertura com abastecimento de água e esgotamento sanitário, com metas já alcançadas em 2022 e que estavam previstas para serem atingidas em 2025. É o que aponta o relatório de desempenho da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo).</p>
<p dir="ltr"> Os dados foram apresentados em reunião do Condemas (Conselho de Defesa do Meio Ambiente Municipal Sustentável), realizada no final do mês passado, e se referem a metas do contrato firmado entre a prefeitura, governo estadual e a Sabesp. Esse contrato foi atualizado em 2022 por meio de um termo de aditamento para ajustar as metas ao Novo Marco do Saneamento (Lei nº 14.026 de 2020).</p>
<p dir="ltr">Entre os pontos elencados no relatório, destaque para o índice de cobertura com abastecimento de água, cuja meta prevista para 2025 era 97%, com Santana de Parnaíba atingindo 98,5% já em 2022. A melhoria também foi observada na cobertura com esgotamento sanitário, cuja meta para o próximo ano foi estipulada em 61%, tendo a cidade alcançado 65,2% em 2022.</p>
<p dir="ltr">Esses índices se referem ao percentual de domicílios com disponibilidade dos serviços de rede pública em relação ao total de domicílios na área atendível pela Sabesp. Com esses dados, é possível inferir que a cidade está caminhando para cumprir objetivos estipulados no Novo Marco do Saneamento, antes do prazo determinado. A lei prevê metas de universalização que garantam o atendimento a 99% da população com água potável e 90% com coleta e tratamento de esgoto até 2033.</p>
<p dir="ltr"> O que auxilia para que Santana de Parnaíba cumpra as metas antes do prazo são os fortes investimentos na área nos últimos anos, com a prefeitura executando obras próprias ou em parceria com a Sabesp. Além disso, os objetivos do Plano Municipal de Saneamento Básico e do plano de investimentos da Sabesp tendem a ampliar as ações na próxima década.</p>
<h4 dir="ltr">OBRAS</h4>
<p dir="ltr">Entre as obras executadas, destaque para a conclusão da 1ª etapa da ampliação do sistema de abastecimento de água interligado ao sistema produtor São Lourenço, com a implantação da adutora Gênesis/ Santana de Parnaíba O investimento foi R$ 45 milhões. A 2ª etapa está em andamento e prevê a construção de adutoras e reservatórios, com investimento de R$ 87 milhões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O sistema de abastecimento de água da cidade também foi melhorado com as seguintes obras: remanejamento de redes na região de Alphaville/Tamboré, com investimento de R$ 1 milhão; implantação de rede no Parque Sinai, com recursos de R$ 1 milhão; implantação de rede e elevatórias de água no Sítio do Morro, com investimento de R$ 2 milhões; implantação de rede de água no Jardim São Luís (Avenida Brasil), no valor de R$ 800 mil; e renovação de redes e ramais na Fazendinha, no valor de R$ 2 milhões.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">Estão em andamento obras de implantação de adutoras na Estrada do Jaguari e na Chácara das Garças, e a cidade deverá contar com um novo sistema público de abastecimento de água no bairro Cururuquara. No local, serão construídos aproximadamente 8 km de adutora e mais 20 km de rede de distribuição, com previsão de investimento de mais de R$ 25 milhões.</p>
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<p dir="ltr">A cidade também conta com uma Estação de Tratamento de Água (ETA), na região central, que passou por readequação em 2017. Na oportunidade, houve a troca do material de filtração, de forma a aumentar a oferta de água. Com essa mudança, a estação &#8211; que antes produzia 86 mil litros de água por hora &#8211; passou a produzir 131 mil litros, um aumento de mais de 1 milhão de litros de água por dia, o que resulta na produção total de cerca de 3,1 milhões de litros de água diariamente.</p>
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<p dir="ltr">Com relação ao sistema de coleta e tratamento de esgoto, a parceria entre a prefeitura e a Sabesp propiciou a construção da ETE (Estação de Tratamento de Esgotos) do bairro Colinas da Anhanguera, inaugurada em 2017. A cidade também passou a contar com uma ETE na Fazendinha, com investimento inicial de R$ 14,5 milhões. A estação beneficia mais de 60 mil pessoas nos bairros Núcleo São Pedro, Fazendinha e Centro.</p>
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