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	<title>ARTISTAS &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>ARTISTAS &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>CULTSP PRO e Estúdio Broadway abrem trilha gratuita para Performance Cênica Musical</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 17:58:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[Capacitação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O CULTSP PRO – Escolas de Profissionais da Cultura anuncia a abertura das inscrições para a Trilha Formativa de Performance Cênica Musical, uma iniciativa gratuita destinada a aprimorar artistas da dança e interpretação. Realizada em parceria com o renomado Estúdio Broadway, a formação oferece uma oportunidade única de capacitação profissional no universo do teatro musical, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O CULTSP PRO – Escolas de Profissionais da Cultura anuncia a abertura das inscrições para a Trilha Formativa de Performance Cênica Musical, uma iniciativa gratuita destinada a aprimorar artistas da dança e interpretação. Realizada em parceria com o renomado Estúdio Broadway, a formação oferece uma oportunidade única de capacitação profissional no universo do teatro musical, começando com um treinamento intensivo que também funcionará como processo seletivo para um curso de aprofundamento. As candidaturas serão aceitas entre &lt;b&gt;10 e 17 de setembro de 2026&lt;/b&gt;, exclusivamente pelo site do CULTSP PRO.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma Iniciativa Estratégica para o Setor Cultural</h2>



<p>Promovido pela Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e gerido pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG), o CULTSP PRO visa fortalecer a profissionalização de talentos no cenário cultural. Esta trilha formativa, em colaboração com o Estúdio Broadway, da diretora artística Fernanda Chamma, é projetada para artistas da dança que possuem registro profissional (DRT), nível técnico comprovado em diversas modalidades (como formação clássica ou contemporânea) e experiência consolidada em palco ou outros formatos de apresentação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Treinamento Intensivo: Simulação Profissional e Processo Seletivo</h2>



<p>A jornada formativa começa com o &lt;b&gt;Teatro Musical Intensivo: Audições&lt;/b&gt;, um treinamento de seis horas de duração que ocorrerá presencialmente em &lt;b&gt;1º de outubro de 2026&lt;/b&gt;, das 13h às 19h, nas instalações do Estúdio Broadway. Com 25 vagas disponíveis, esta etapa crucial foi concebida para imergir os participantes nas dinâmicas de um processo de audição profissional, permitindo que testem suas habilidades e recebam feedback direto de uma banca de especialistas, em um ambiente que simula as exigências do mercado.</p>



<p>Além de ser uma capacitação em si, o treinamento intensivo funciona como a etapa eliminatória para o curso subsequente. A equipe de docentes, composta por profissionais de destaque na área, avaliará os participantes com base em critérios rigorosos, incluindo presença cênica, intenção cênica, precisão de movimento e a entrega técnica e cênica nos exercícios propostos. A aprovação nesta fase é obrigatória para avançar para o próximo módulo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aprofundamento em Performance Cênica no Teatro Musical</h2>



<p>Os 10 artistas selecionados prosseguirão para o curso &lt;b&gt;A Performance Cênica no Teatro Musical&lt;/b&gt;, que totaliza 20 horas de carga horária e será realizado presencialmente entre &lt;b&gt;8 de outubro e 3 de novembro de 2026&lt;/b&gt;, das 13h às 17h, também no Estúdio Broadway. Este módulo se aprofunda em metodologias aplicadas ao teatro musical, oferecendo aulas de técnica de dança e interpretação, com foco na profissionalização através de um projeto prático e abrangente.</p>



<p>Um diferencial do curso é a formação de um elenco com os dez participantes, que atuarão em um espetáculo final. Esta experiência prática de palco proporciona um contato direto com as complexas dinâmicas profissionais do teatro musical, consolidando o aprendizado teórico e técnico em uma vivência artística completa. Ensaios complementares poderão ser solicitados pela equipe, conforme as necessidades do processo criativo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Corpo Docente de Renome e Detalhes da Inscrição</h2>



<p>A Trilha Formativa contará com a expertise de renomados profissionais do teatro musical, dança e interpretação, como &lt;b&gt;Fernanda Chamma, Priscilla Yokoi, Dani Cury e Sandro Conte&lt;/b&gt;. A diversidade de suas trajetórias assegura uma formação rica e multidisciplinar.</p>



<p>Para participar, os candidatos devem ter 16 anos ou mais. No ato da inscrição para o treinamento inicial, é necessário enviar um currículo resumido das principais experiências dos últimos dois anos e um vídeo de 30 a 45 segundos, apresentando uma sequência coreográfica. O vídeo deve ser disponibilizado por meio de um link aberto para análise, sem edições de imagem, efeitos cenográficos ou de iluminação. O resultado da avaliação será publicado no site do CULTSP PRO, após análise dos materiais enviados.</p>



<p>Esta parceria entre CULTSP PRO e Estúdio Broadway representa uma valiosa chance para artistas da dança e interpretação que buscam profissionalização e inserção qualificada no exigente mercado do teatro musical. Não perca a oportunidade de aprimorar suas habilidades com grandes nomes da área e dar um salto em sua carreira.</p>

<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/cultsp-pro-e-estudio-broadway-abrem-trilha-gratuita-para-performance-cenica-musical/">CULTSP PRO e Estúdio Broadway abrem trilha gratuita para Performance Cênica Musical</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>Selo Cajamar Criativa: Últimos dias para realizar as inscrições e enviar a documentação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2026 12:01:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cajamar]]></category>
		<category><![CDATA[ARTISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[empresas e organizações]]></category>
		<category><![CDATA[Inscriçoes]]></category>
		<category><![CDATA[Selo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Certificação reconhece artistas, coletivos, empresas e organizações que contribuem para o desenvolvimento cultural do município Últimos dias para se inscrever no Selo Cajamar Criativa. Uma certificação oficial que tem como objetivo reconhecer e valorizar iniciativas que se destacam na promoção da cultura, da arte e da economia criativa no município. As inscrições vão até dia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="noticia-resumo"><strong><em>Certificação reconhece artistas, coletivos, empresas e organizações que contribuem para o desenvolvimento cultural do município</em></strong></div>
<div></div>
<div>
<p>Últimos dias para se inscrever no Selo Cajamar Criativa. Uma certificação oficial que tem como objetivo reconhecer e valorizar iniciativas que se destacam na promoção da cultura, da arte e da economia criativa no município.</p>
<p>As inscrições vão até dia 29 de maio. Podem participar pessoas físicas, empresas, coletivos culturais e organizações sociais que atuem em áreas como artes visuais e performáticas, patrimônio cultural, manifestações populares, produção audiovisual, mídias digitais, design, artesanato e outras expressões da economia criativa.</p>
<p>Siga as instruções abaixo para participar:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Faça a inscrição online:</li>
</ul>
<p>👉 <a href="https://forms.gle/B3HpF5nFrbVyFsDE7" target="_blank" rel="noopener">https://forms.gle/B3HpF5nFrbVyFsDE7</a></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Faça a emissão dos documentos necessários e envie seu portfólio:</li>
</ul>
<p>👉 <a href="https://cajamar.sp.gov.br/turismo/portifolio/" target="_blank" rel="noopener">https://cajamar.sp.gov.br/turismo/portifolio/</a></p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Encaminhe os documentos através do e-mail abaixo, até o dia 29/05/26:</li>
</ul>
<p>👉selocajamarcriativa@gmail.com</p>
<p>Após o encerramento das inscrições, as propostas serão analisadas por uma Comissão Técnica de Avaliação. Os pareceres serão encaminhados aos participantes e a lista de classificados será divulgada posteriormente. A cerimônia de premiação está prevista para o dia 1º de agosto, durante a Feira do Pôr do Sol, no Parque Linear.</p>
<p>O selo terá validade de um ano, podendo ser renovado mediante nova avaliação.</p>
<p>Dúvidas/Informações:</p>
<p><a href="tel:.">Tel:.</a> 11 4446-0129</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Festival dos Povos da Floresta exalta cultura amazônica em Belém</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/festival-dos-povos-da-floresta-exalta-cultura-amazonica-em-belem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 06:01:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ARTISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Festival dos Povos da Floresta chega a Belém, Pará, com uma vibrante programação cultural gratuita que promete iluminar a rica produção artística da Amazônia. Com o intuito primordial de expandir o circuito cultural brasileiro para além do tradicional eixo Sul-Sudeste, o evento oferece uma imersão nas diversas linguagens artísticas da região, abrangendo desde oficinas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Festival dos Povos da Floresta chega a Belém, Pará, com uma vibrante programação cultural gratuita que promete iluminar a rica produção artística da Amazônia. Com o intuito primordial de expandir o circuito cultural brasileiro para além do tradicional eixo Sul-Sudeste, o evento oferece uma imersão nas diversas linguagens artísticas da região, abrangendo desde oficinas de fotografia e vídeo até exposições visuais e apresentações musicais. Esta primeira edição do Festival dos Povos da Floresta na capital paraense funciona como um ponto de encontro essencial entre artistas, comunidades tradicionais e o público em geral, celebrando a diversidade e a força das vozes amazônicas. A programação gratuita se estende até o próximo domingo, oferecendo uma oportunidade única para o público conhecer e apreciar o talento regional e nacional.</p>
<p> Uma plataforma para vozes amazônicas</p>
<p> A trajetória itinerante e o impacto cultural</p>
<p>O Festival dos Povos da Floresta consolidou-se como um evento de caráter itinerante, desenhado para levar a riqueza cultural da Amazônia a diversos estados da região. Desde sua concepção, o festival tem sido um catalisador para a união de artistas e comunidades, criando um espaço de troca e valorização. Antes de aportar em Belém, o evento já havia percorrido importantes cidades amazônicas, incluindo Porto Velho, em Rondônia; Boa Vista, em Roraima; e Macapá, no Amapá. Em cada uma dessas paradas, o festival ganhou força e forma, crescendo com a colaboração de diversos artistas e profissionais envolvidos, atraindo um público significativo de quase 30 mil pessoas e reunindo cerca de 60 artistas e grupos em suas edições anteriores.</p>
<p>Em Belém, o festival encontrou dois espaços emblemáticos para sediar suas atividades: o Museu da Imagem e do Som (MIS) de Belém, que acolhe a parte visual e expositiva, e o Teatro Estação Gasômetro, palco para as apresentações musicais e outras performances. Essa escolha estratégica de locais históricos e culturalmente relevantes amplia o alcance do evento e proporciona um cenário adequado para a diversidade das expressões artísticas apresentadas. A proposta é não apenas divulgar, mas também fortalecer a identidade cultural da Amazônia, promovendo o intercâmbio e a valorização de seus criadores.</p>
<p> A relevância da visibilidade indígena e originária</p>
<p>Um dos pilares fundamentais do Festival dos Povos da Floresta é a amplificação das vozes dos povos originários e de suas manifestações artísticas. A participação de artistas indígenas, como Djuena Tikuna, que ganhou projeção nacional ao cantar o Hino Nacional em língua Tikuna nas Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro, é um testemunho da importância do festival. Djuena ressalta a visibilidade que o evento oferece, afirmando: “Ecoamos a nossa luta, a nossa resistência, trazemos a nossa verdade, o canto dos povos originários”.</p>
<p>Para artistas como Djuena, o palco do festival não é apenas um espaço de performance individual, mas uma plataforma de representação coletiva. “Estou aqui representando não só o meu povo, mas também todos os povos originários da Amazônia, do Brasil. Porque quando uma artista está dentro de um palco, de um festival que tem essa possibilidade de dar visibilidade para a artista indígena, nós estamos ali representando os povos originários, os povos indígenas”, explica a cantora. Essa perspectiva sublinha o papel crucial do festival em não apenas entreter, mas também educar e conscientizar o público sobre as ricas culturas, desafios e a contínua luta por reconhecimento e respeito dos povos indígenas na Amazônia e em todo o Brasil.</p>
<p> Programação diversificada: música, arte e oficinas</p>
<p> Destaques musicais no Teatro Gasômetro</p>
<p>O Teatro Estação Gasômetro se tornou o epicentro das atrações musicais do festival em Belém, oferecendo dois dias de espetáculos memoráveis. Nomes de destaque no cenário musical brasileiro e amazônico abrilhantam o palco, proporcionando uma experiência sonora rica e diversificada. Entre as atrações confirmadas, o público teve a oportunidade de prestigiar a renomada cantora Tulipa Ruiz, vencedora do Grammy Latino, cuja performance trouxe sua sonoridade única e poética à capital paraense.</p>
<p>Outro grande nome a se apresentar foi o músico Felipe Cordeiro, conhecido por comandar o animado Baile do Mestre Cupijó, que celebra a cultura musical paraense. Além dessas figuras de projeção nacional, a cena amazônica também foi amplamente representada por talentos locais e regionais, como o vibrante grupo de carimbó Suraras do Tapajós, que trouxe toda a energia e tradição do ritmo paraense. O conjunto Tambores do Pacoval, com sua percussão contagiante, e a já mencionada cantora indígena Djuena Tikuna, com sua voz potente e representativa, completaram a programação musical, garantindo uma verdadeira celebração da diversidade sonora da Amazônia.</p>
<p> Exposições e aprendizado no MIS</p>
<p>Além da extensa programação musical, o Festival dos Povos da Floresta oferece um mergulho nas artes visuais por meio de uma exposição de obras de mais de 40 artistas da região Norte. A mostra está em cartaz no Museu da Imagem e do Som (MIS) de Belém, um local que por si só já é um guardião da memória e da criatividade local. Essa exposição proporciona um panorama da produção artística contemporânea da Amazônia, permitindo que o público visualize as diversas perspectivas e técnicas utilizadas pelos criadores da região.</p>
<p>Complementando a oferta cultural, o festival também incluiu em sua agenda a realização de oficinas de fotografia e vídeo. Embora já realizadas, essas atividades pedagógicas reforçam o compromisso do evento em capacitar e desenvolver novos talentos, além de oferecer ferramentas para a documentação e divulgação da cultura amazônica. Essas oficinas representam um investimento no futuro da produção cultural da região, ensinando técnicas que permitem aos participantes capturar e narrar suas próprias histórias e a beleza de seus territórios, perpetuando o legado dos povos da floresta por meio de outras formas de arte.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>O Festival dos Povos da Floresta em Belém reafirma sua posição como um evento cultural de grande relevância, consolidando-se como uma plataforma essencial para a valorização e difusão da rica produção artística da Amazônia. Ao oferecer acesso gratuito a uma programação diversificada que abrange música, exposições e oficinas, o festival cumpre seu objetivo de ampliar o circuito cultural do país, dando voz e visibilidade a artistas e comunidades tradicionais que muitas vezes permanecem à margem dos grandes holofotes. Sua natureza itinerante e seu impacto em Belém demonstram o poder da arte em conectar pessoas, celebrar identidades e promover a resistência cultural, fortalecendo o elo entre a floresta, seus povos e o público brasileiro.</p>
<p> Perguntas Frequentes (FAQ)</p>
<p> Onde e quando ocorre o Festival dos Povos da Floresta em Belém?<br />
O festival ocorre em Belém, Pará, com programação no Museu da Imagem e do Som (MIS) e no Teatro Estação Gasômetro. A programação gratuita se estende até o próximo domingo.</p>
<p> Quais são os principais destaques da programação musical do festival?<br />
A programação musical inclui artistas renomados como Tulipa Ruiz e Felipe Cordeiro , além de talentos da cena amazônica como o grupo Suraras do Tapajós, o conjunto Tambores do Pacoval e a cantora indígena Djuena Tikuna.</p>
<p> Qual o objetivo principal do Festival dos Povos da Floresta?<br />
O objetivo principal é divulgar a produção cultural da Amazônia, ampliar o circuito cultural brasileiro para além do eixo Sul-Sudeste e servir como um ponto de encontro entre artistas, comunidades tradicionais e o público, dando visibilidade às vozes amazônicas.</p>
<p> O festival oferece outras atividades além de música e exposições?<br />
Sim, o festival também incluiu em sua programação oficinas de fotografia e vídeo, além de uma exposição com obras de mais de 40 artistas da região Norte no Museu da Imagem e do Som.</p>
<p>Não perca a chance de vivenciar a rica diversidade cultural da Amazônia e apoiar os artistas que dão voz à nossa floresta. Verifique a programação completa e aproveite os últimos dias do Festival dos Povos da Floresta em Belém!</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Festejos juninos: Campanha para limitar cachês a R$ 700 mil no Nordeste</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/festejos-juninos-campanha-para-limitar-caches-a-r-700-mil-no-nordeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 20:01:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma iniciativa conjunta de prefeitos de diversas cidades do Nordeste busca limitar cachês de artistas e bandas para os tradicionais festejos juninos deste ano. A proposta visa estabelecer um teto de R$ 700 mil por apresentação, buscando otimizar os recursos públicos e garantir a sustentabilidade financeira dos municípios. Em resposta à crescente escalada nos valores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma iniciativa conjunta de prefeitos de diversas cidades do Nordeste busca limitar cachês de artistas e bandas para os tradicionais festejos juninos deste ano. A proposta visa estabelecer um teto de R$ 700 mil por apresentação, buscando otimizar os recursos públicos e garantir a sustentabilidade financeira dos municípios. Em resposta à crescente escalada nos valores cobrados por grandes nomes da música, a União dos Municípios da Bahia (UPB) lançou a campanha &#8220;São João sem Milhão&#8221;. Esta mobilização, que já conta com a adesão unânime dos nove estados nordestinos, reflete uma preocupação generalizada com o impacto fiscal das contratações artísticas, que frequentemente comprometem orçamentos essenciais para saúde e educação.</p>
<p> O clamor por responsabilidade fiscal nos festejos juninos</p>
<p> A origem da campanha &#8220;São João sem Milhão&#8221; e seus motivadores</p>
<p>A campanha &#8220;São João sem Milhão&#8221; emerge como uma resposta direta à inflação vertiginosa dos cachês de São João cobrados por grandes artistas, que tem sobrecarregado os cofres públicos municipais. Lançada pela União dos Municípios da Bahia (UPB), a iniciativa é encabeçada pelo presidente da entidade e prefeito de Andaraí, Wilson Cardoso. Ele expressa uma preocupação compartilhada por inúmeros gestores: &#8220;Artistas que participaram de festas juninas no ano passado, que cobraram R$ 100 mil, estão querendo R$ 500, R$ 600 mil, acima de um milhão de reais, para tocar uma hora e meia, 45, 90 minutos. R$ 1,1 milhão, R$ 1,2 milhão&#8221;. Essa escalada de valores, segundo Cardoso, não apenas comprometeu as finanças de diversos municípios – alguns ainda lutam para quitar as dívidas do São João anterior – mas também desvia recursos que seriam vitais para setores essenciais como saúde e educação.</p>
<p>A adesão maciça dos nove estados nordestinos à proposta, conforme Wilson Cardoso, solidifica o movimento. Essa união regional sublinha a gravidade da situação e a necessidade urgente de implementar medidas que garantam a realização de festas de qualidade sem, contudo, sacrificar a saúde financeira das prefeituras. O objetivo é assegurar que a riqueza cultural dos festejos juninos possa ser celebrada de forma sustentável, evitando que a grandiosidade dos eventos se torne um fardo fiscal insustentável para a população. A campanha busca, portanto, reequilibrar a balança entre a valorização artística e a responsabilidade com o erário público, promovendo uma gestão mais eficiente e transparente dos recursos destinados à cultura.</p>
<p> Medidas de controle e a busca por critérios justos nas contratações</p>
<p> A orientação institucional e o conceito de economicidade</p>
<p>Em um movimento paralelo à campanha dos prefeitos, as instituições de controle também estão agindo para normatizar as contratações. Nesta semana, o Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), o Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) e o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) uniram-se para assinar uma nota técnica orientativa. Este documento crucial visa guiar os municípios nas contratações para o São João de 2026, com foco na pesquisa de preços, na economicidade e na gestão de risco das apresentações artísticas. A iniciativa busca fornecer um arcabouço legal e técnico para que as prefeituras possam realizar suas programações de forma mais transparente e fiscalmente responsável.</p>
<p>Embora o valor de R$ 700 mil não seja uma imposição legal direta destas instituições, ele tem sido amplamente discutido e citado por prefeitos em entrevistas e nas redes sociais como um teto razoável para os cachês de São João. Representa uma diretriz consensual que busca preservar o erário público e redirecionar recursos para investimentos prioritários. O presidente da UPB, Wilson Cardoso, reforça que a responsabilidade fiscal vai além do valor do cachê em si. Ele destaca que a infraestrutura completa de um evento de grande porte – que inclui segurança (polícia militar), hospedagem, montagem de palcos, sonorização e iluminação – soma custos significativos que, quando adicionados aos altíssimos cachês, drenam drasticamente os cofres públicos.</p>
<p>A proposta de criar critérios &#8220;justos&#8221; para o pagamento dos artistas é central para muitos prefeitos. A ideia é estabelecer parâmetros que garantam remunerações adequadas, mas que não comprometam a capacidade dos municípios de investir em áreas vitais como saúde, educação e serviços básicos à população. A campanha &#8220;São João sem Milhão&#8221; tem recebido apoio significativo nas redes sociais, tanto de internautas quanto de artistas locais. Estes últimos veem nos festejos juninos uma valiosa oportunidade para ganhar visibilidade e reconhecimento nacional, e apoiam a busca por uma distribuição de recursos que beneficie um leque mais amplo de talentos. A ausência de manifestações de produtoras e grandes artistas até o momento, contudo, adiciona um elemento de incerteza sobre como essa proposta será recebida pelos principais players do mercado.</p>
<p> Perspectivas e o futuro dos festejos juninos no Nordeste</p>
<p>A campanha &#8220;São João sem Milhão&#8221; representa um marco na busca por uma gestão pública mais consciente e sustentável dos tradicionais festejos juninos no Nordeste. O objetivo primordial, conforme reiterado por seus proponentes, é continuar a oferecer festas de alta qualidade, capazes de encantar moradores e turistas, mas sempre com uma inabalável responsabilidade fiscal. Isso implica em um apelo direto aos artistas para que revejam seus cachês de São João, reconhecendo o impacto financeiro que suas demandas têm sobre os orçamentos municipais e, consequentemente, sobre a prestação de serviços essenciais à população.</p>
<p>A ampla aceitação da campanha por parte do público e de artistas regionais nas plataformas digitais demonstra um alinhamento da sociedade com a necessidade de moderação. Artistas locais, em particular, veem na proposta uma chance de maior valorização e espaço, contribuindo para a diversificação e riqueza cultural dos eventos. O desafio reside agora em engajar as grandes produtoras e os artistas de renome, cujas decisões terão um peso significativo na efetividade dessa limitação de cachês. A expectativa é que, com o apoio institucional e a pressão social, seja possível construir um futuro onde os festejos juninos do Nordeste continuem a brilhar intensamente, sem deixar um rastro de endividamento público, garantindo que a alegria da festa seja acompanhada pela solidez das finanças municipais.</p>
<p> FAQ</p>
<p>O que é a campanha &#8220;São João sem Milhão&#8221;?<br />
É uma iniciativa liderada pela União dos Municípios da Bahia (UPB), com adesão de todos os estados do Nordeste, que busca limitar o valor dos cachês de artistas e bandas para os festejos juninos a um teto de R$ 700 mil, visando a responsabilidade fiscal e a otimização dos recursos públicos.</p>
<p>Por que os municípios do Nordeste querem limitar os cachês?<br />
Os municípios enfrentam uma escalada nos valores cobrados por artistas, que tem comprometido seriamente suas finanças, levando a dívidas e desviando recursos que seriam essenciais para investimentos em áreas como saúde, educação e serviços básicos à população.</p>
<p>Quais instituições apoiam essa iniciativa de controle?<br />
Além da UPB e dos prefeitos, o Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), o Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) e o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) assinaram uma nota técnica para orientar os municípios em contratações futuras, focando em pesquisa de preços, economicidade e gestão de risco.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre o desenvolvimento dessa campanha e as próximas etapas na gestão dos festejos juninos do Nordeste. Assine nossa newsletter para receber as últimas notícias e análises sobre o tema.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Centro de memória lança plataforma virtual para artistas LGBTQIAPN+ do interior de</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jan 2026 11:01:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste sábado, o cenário cultural do interior de São Paulo ganhou um marco significativo com o lançamento oficial de uma plataforma inovadora. O Centro de Memória de Artistas LGBTQIAPN+ no Interior de São Paulo foi inaugurado para documentar, preservar e promover a rica produção artística dessa comunidade em diversas cidades da região. A iniciativa, que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste sábado, o cenário cultural do interior de São Paulo ganhou um marco significativo com o lançamento oficial de uma plataforma inovadora. O Centro de Memória de Artistas LGBTQIAPN+ no Interior de São Paulo foi inaugurado para documentar, preservar e promover a rica produção artística dessa comunidade em diversas cidades da região. A iniciativa, que estreia com um acervo inicial de 30 artistas e abrange seis municípios das regiões de Campinas e Piracicaba, promete ser um divisor de águas na busca por representatividade e reparação histórica. Desenvolvida sob a chancela do projeto &#8220;MAIS – Memória, Arte, Identidade e Sustentabilidade&#8221;, a plataforma online se propõe a ser um repositório vivo, compilando obras, textos curatoriais e trajetórias que, até então, careciam de um espaço centralizado e formalizado.</p>
<p> A gênese e a importância da iniciativa</p>
<p>O lançamento do Centro de Memória de Artistas LGBTQIAPN+ no Interior de São Paulo representa um esforço fundamental para dar visibilidade a talentos muitas vezes marginalizados ou invisibilizados pela historiografia oficial da arte. A necessidade de um projeto com tal escopo surgiu da percepção de uma lacuna crítica na documentação e no reconhecimento da produção artística LGBTQIAPN+ fora dos grandes centros urbanos. A plataforma nasce como uma resposta direta a essa ausência, propondo-se a construir um legado cultural robusto e acessível.</p>
<p> Origem e formalização do projeto MAIS</p>
<p>A ideia de criar um espaço dedicado à memória de artistas LGBTQIAPN+ começou a ser desenvolvida em 2022 por Rafa Cavalheri, artista formado pela Unicamp. Suas investigações acadêmicas e sua prática como curador revelaram a carência de um mapeamento e registro sistemático da comunidade artística LGBTQIAPN+, especialmente nas cidades do interior paulista. A partir dessa constatação, o projeto &#8220;MAIS – Memória, Arte, Identidade e Sustentabilidade&#8221; ganhou corpo. Contemplado por um edital do Programa de Ação Cultural (ProAC), o MAIS pôde estruturar suas ações, formar uma equipe especializada e se formalizar como um centro dedicado à preservação das memórias e produções artísticas. Essa formalização foi crucial para garantir a longevidade e a seriedade da iniciativa, permitindo que a plataforma operasse com rigor e profissionalismo.</p>
<p> A busca por representatividade e reparação histórica</p>
<p>Para Rafa Cavalheri, a plataforma cumpre um papel duplo e essencial: o de promover a representatividade e o de contribuir para a reparação histórica. &#8220;São tantas camadas. Mas a primeira é a representatividade, porque falamos da existência de pessoas LGBT no mundo das artes, mas falta documentação sobre isso, o que é importante para quando estudamos ou buscamos uma referência&#8221;, afirma Cavalheri. Ele ressalta que, além de dar visibilidade, o projeto busca confrontar as narrativas de violência e exclusão que historicamente marcaram a comunidade LGBTQIAPN+. &#8220;Desenvolvemos uma nova narrativa em cima de histórias. Criamos um lugar para confrontar o que foi falado, escrito e construído em cima da violência. E, com essa documentação, conseguimos de alguma maneira mostrar que não é bem assim. As pessoas estão aqui, elas existem assim, o trabalho delas é esse, elas pensam dessa forma&#8221;, explica. A iniciativa atua como uma ferramenta para empoderar vozes e reconstruir um passado artístico mais inclusivo e verdadeiro.</p>
<p> Um acervo vivo para a cultura interiorana</p>
<p>O Centro de Memória não se limita a ser um mero repositório. Ele aspira a ser um &#8220;acervo vivo&#8221;, em constante crescimento e diálogo com a produção artística contemporânea do interior. A plataforma, acessível online, já conta com 30 artistas catalogados em seu lançamento e tem outros 136 inscritos que serão gradualmente incorporados, demonstrando a vasta riqueza artística presente na região. O projeto comprova, de forma empírica, a imensidão artística do interior, criando espaços essenciais para a apresentação e a troca de trabalhos, independentemente de assunto ou gênero.</p>
<p> O rigor da catalogação e a estética local</p>
<p>A catalogação das obras e trajetórias segue padrões museológicos rigorosos, garantindo a qualidade e a relevância das informações. Cada perfil de artista inclui registros de obras, textos curatoriais detalhados e uma profunda exploração de suas trajetórias. Os dados compilados abrangem informações como local de nascimento, área de atuação, inspirações, técnicas utilizadas e um histórico das principais exposições. Essa abordagem detalhada permite identificar a complexidade e a diversidade das produções artísticas, além de revelar uma &#8220;estética interiorana&#8221; única. Essa estética, muitas vezes moldada pelas vivências e particularidades do interior, oferece novas perspectivas e enriquecimento ao panorama artístico nacional, mostrando que o acervo pode ser um lugar de descoberta e potência, e não apenas de depósito de documentos.</p>
<p> Expansão e diversidade de talentos</p>
<p>Desde o seu lançamento, a plataforma já mapeou a presença artística LGBTQIAPN+ em cidades importantes das regiões de Campinas e Piracicaba, incluindo Campinas, Piracicaba, Limeira, Monte Mor, Iracemápolis e Espírito Santo do Pinhal. No entanto, o alcance do projeto se estende muito além, com artistas de outras localidades do interior paulista, como Ribeirão Preto, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Sorocaba, Jundiaí, Barretos, Lins, Itapecerica da Serra, Ourinhos, Sertãozinho, Votorantim, Capão Bonito, Tambaú e Ilhabela, também contribuindo para a expansão do acervo. Essa ampla abrangência geográfica sublinha a diversidade e a pujança dos talentos espalhados pelo estado, desafiando a centralização cultural e promovendo uma visão mais completa da arte brasileira.</p>
<p> O projeto MAIS: além da plataforma</p>
<p>O projeto MAIS, que deu origem ao Centro de Memória, vai além da simples manutenção de um acervo virtual. Fundado em 2024, ele foi concebido para preencher uma lacuna fundamental na documentação e construção de acervos de artistas LGBTQIAPN+. Para além da plataforma online, o MAIS oferece uma série de atividades complementares que visam apoiar e desenvolver a comunidade artística. Entre as iniciativas, destacam-se oficinas, aulas, curadorias especializadas e orientações para artistas. Todas as atividades do programa são gratuitas, realizadas online e amplamente divulgadas nas redes sociais, garantindo acessibilidade e alcance. Em 2025, a equipe técnica e de pesquisa do projeto será reforçada com a participação das pesquisadoras Graziela Zanin Kronka e Ana Cecília Pereira Batista, além do designer gráfico João Maiolini e do programador e web designer Renan Dadelte, evidenciando o compromisso com a pesquisa e a inovação tecnológica.</p>
<p> Reflexões finais sobre memória e identidade</p>
<p>A criação do Centro de Memória de Artistas LGBTQIAPN+ no Interior de São Paulo é mais do que um projeto cultural; é um ato de afirmação e resiliência. Ao documentar e celebrar a produção artística dessa comunidade, a plataforma não apenas enriquece o patrimônio cultural brasileiro, mas também oferece um espaço vital para a construção de identidades, a reparação de injustiças históricas e a promoção da visibilidade. O &#8220;acervo vivo&#8221; se consolida como uma ferramenta poderosa para a pesquisa, a educação e o engajamento social, provando que a arte pode ser um agente transformador. Ele convida à reflexão sobre a importância de se valorizar todas as vozes e estéticas, garantindo que as histórias e contribuições dos artistas LGBTQIAPN+ do interior de São Paulo sejam não apenas preservadas, mas ativamente celebradas e integradas à grande narrativa da arte.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. O que é o Centro de Memória de Artistas LGBTQIAPN+ no Interior de São Paulo?<br />
É uma plataforma virtual lançada para documentar, preservar e promover a memória e a produção artística de pessoas LGBTQIAPN+ que atuam no interior de São Paulo.</p>
<p>2. Quais cidades e regiões são contempladas pelo projeto inicialmente?<br />
No lançamento, a plataforma abrangeu cidades das regiões de Campinas e Piracicaba, como Campinas, Piracicaba, Limeira, Monte Mor, Iracemápolis e Espírito Santo do Pinhal, mas inclui artistas de diversas outras cidades do interior paulista.</p>
<p>3. Como os artistas podem participar ou ter suas obras incluídas na plataforma?<br />
Atualmente, há um número significativo de artistas e coletivos inscritos que estão sendo incorporados gradualmente. Informações sobre futuros editais ou formas de submissão são geralmente divulgadas nas redes sociais e no site do projeto MAIS.</p>
<p>4. Quais são os principais objetivos do projeto MAIS?<br />
O projeto MAIS (Memória, Arte, Identidade e Sustentabilidade) visa documentar, preservar e promover o acervo de artistas LGBTQIAPN+, oferecendo também oficinas, aulas, curadorias e orientações, além de buscar representatividade e reparação histórica.</p>
<p>Para explorar o acervo completo e conhecer as obras e trajetórias desses artistas, visite a plataforma maismemoria.org.br e apoie esta iniciativa fundamental para a cultura e a história LGBTQIAPN+.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Exposição explora a coexistência urbana na amazônia em belém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 16:00:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Belém se prepara para sediar a COP30 com uma programação cultural diversificada que se estende para além das discussões políticas e ambientais. Uma das atrações é a exposição &#8220;Daquilo que aqui coexiste&#8221;, inaugurada na terça-feira (18), que oferece um olhar profundo sobre a vida nas cidades amazônicas. A mostra reúne obras de 11 artistas do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Belém se prepara para sediar a COP30 com uma programação cultural diversificada que se estende para além das discussões políticas e ambientais. Uma das atrações é a exposição &#8220;Daquilo que aqui coexiste&#8221;, inaugurada na terça-feira (18), que oferece um olhar profundo sobre a vida nas cidades amazônicas.</p>
<p>A mostra reúne obras de 11 artistas do Amazonas, explorando diversas linguagens artísticas para refletir sobre temas como identidade, história e apagamento na Amazônia urbana. O curador e artista visual Éder Oliveira destaca que a exposição foca na Amazônia além da floresta tropical, buscando apresentar a realidade das cidades.</p>
<p>&#8220;Eu trouxe para cá um recorte de jovens artistas amazônidas e artistas daqui de Belém do Pará e formei a exposição daquilo que aqui coexiste, que é uma exposição muito voltada para aquilo que está acontecendo na cidade de Belém, no entorno de Belém e que trazem uma mostra daquilo que acontece no cotidiano urbano a partir da visão estética dos artistas,&#8221; explica Oliveira.</p>
<p>Em um momento crucial de debates sobre as emergências climáticas em Belém, durante a Conferência do Clima, a exposição usa fotografias, pinturas e vídeos para iluminar a vida cotidiana dos cidadãos urbanos. A iniciativa busca dar voz às periferias, que muitas vezes não encontram espaço nos eventos da COP30.</p>
<p>As obras enfatizam que existe uma ocupação consolidada de territórios urbanos, grandes e pequenos, que coexistem com a Amazônia, e que precisam ser considerados nas discussões sobre o futuro da região. Os artistas mostram que os habitantes são mais do que meros guardiões ou reféns da natureza.</p>
<p>A exposição &#8220;Daquilo que aqui coexiste&#8221; está aberta ao público na Casa Dourada, localizada na Cidade Velha, o marco zero de Belém, e permanecerá em cartaz até o dia 31 de janeiro de 2026. A iniciativa representa uma oportunidade de reflexão e diálogo sobre a complexa relação entre a urbanização e a natureza na Amazônia, oferecendo uma perspectiva artística e engajada sobre os desafios e as possibilidades da região.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Shopping União celebra a arte e a inclusão recebendo novamente a “Exposição Identidade”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 20:27:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mostra acontece até dia 28 de setembro, com a participação de artistas com deficiência Celebrando o Mês da Pessoa com Deficiência, o Shopping União de Osasco, um dos destinos de compras mais completos da região oeste de São Paulo, recebe a exposição “Identidade”, que acontece até dia 28 de setembro, das 10h às 22h.  Porque a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong><em>A mostra acontece até dia 28 de setembro, com a participação de artistas com deficiência</em></strong></h4>
<p>Celebrando o <strong>Mês da Pessoa com Deficiência</strong>, o Shopping União de Osasco, um dos destinos de compras mais completos da região oeste de São Paulo, recebe a exposição <strong>“Identidade”</strong>, que acontece até dia 28 de setembro, das 10h às 22h.  Porque a mostra é resultado do trabalho realizado pelo CER II – Dr. Edmundo Campanha Burjato e suas atividades terapêuticas, como oficinas de artesanato e meio ambiente e busca apresentar a desconstrução do capacitismo, promover a inclusão e valorizar a criatividade de cada participante.</p>
<p>Portanto, apresentar esses projetos ao público tem como ideia principal romper com o estigma de que a pessoa com deficiência não está apta a se expressar por meio da arte, evidenciando seu protagonismo, capacidade artística e valor produtivo para a sociedade.</p>
<p>Mas as obras foram desenvolvidas dentro dos fundamentos do expressionismo, primeiro movimento artístico que focou na subjetividade e na expressão emocional do ser humano. Pensando nisso, os artistas não eram obrigados a usar pincéis, permitindo manifestação mais livre dos sentimentos e particularidades de cada um.</p>
<p>A arte é uma linguagem de comunicação e autoexpressão universal poderosa, que não deve ser limitada pela condição física ou intelectual. Eentão, esse caminho promove o desenvolvimento cognitivo, biopsicossocial e cultural da pessoa com deficiência, reafirmando o poder transformador da inclusão pela arte.</p>
<h4><strong>Serviço</strong></h4>
<p><strong>Exposição Identidade – Shopping União de Osasco</strong></p>
<p><strong>Local: </strong>Piso Voegeli – Entrada Gratuita</p>
<p><strong>Data:</strong> 20 a 26 de setembro</p>
<p><strong>Horário:</strong> das 10h às 22h e domingo, das 14h às 20h.</p>
<p><strong>Endereço: </strong>Av. dos Autonomistas, 1400 – Vila Yara, Osasco – Piso Avenida</p>
<p><strong>Para mais informações acesse: </strong><a href="http://www.shoppinguniao.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.shoppinguniao.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Agenda cultural: 36ª Bienal de São Paulo</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/agenda-cultural-36a-bienal-de-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 23:11:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Marluci Zanelato]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda Cultural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De setembro a janeiro, mais de 120 artistas ocupam o Ibirapuera com arte, encontros e reflexões. A maior exposição de arte contemporânea do Hemisfério Sul está de volta, a 36ª Bienal de São Paulo abre suas portas no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera, e segue até 11 de janeiro de 2026 com entrada gratuita. Com o título “Nem todo viandante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="s3"><em><strong><span class="s4"><span class="bumpedFont15">De setembro a janeiro, mais de 120 artistas ocupam o Ibirapuera </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">com arte, encontros e reflexões.</span></span></strong></em></h4>
<p class="s6">
<p class="s7"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">A maior exposição de arte contemporânea d</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">o Hemisfério Sul está de volta, a</span></span><a href="https://36.bienal.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> 36ª Bienal de São Paulo</span></span></a><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> abre suas portas no</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> Pavilhão </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">Ciccillo</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> Matarazzo</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, no </span></span><a href="https://www.instagram.com/ibirapueraoficial/" target="_blank" rel="noopener"><span class="s2"><span class="bumpedFont15">Parque Ibirapuera</span></span></a><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, e segue até 11 de janeiro de 2026 com </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">entrada gratuita</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s7"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Com o título </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">“Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática”</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, inspirado em um poema de </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">Conceição Evaristo</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, a mostra convida o público a mergulhar em reflexões sobre humanidade, natureza e escuta.</span></span></p>
<p class="s7"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Nesta edição, serão </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">120 artistas</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> de diversas partes do mundo ocupando o </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">Pavilhão da Bienal</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> e outros cinco na</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> Casa do Povo</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, no centro de São Paulo. Entre os destaques brasileiros estão nomes como </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">Maxwell Alexandre, Lídia </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">Lisbôa</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">, Maria Auxiliadora</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> e </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">Gê Viana,</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> ao lado de grandes nomes internacionais como </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">Wolfgang </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">Tillmans</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">, </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">Otobong</span></span> <span class="s2"><span class="bumpedFont15">Nkanga</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> e </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">Oscar </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">Murillo</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s7"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">O público vai encontrar</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> obras em linguagens variadas, </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">da </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">performance</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> ao vídeo, da pin</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">tura às práticas comunitárias </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">em uma proposta que se inspira nos fluxos migratórios das aves e nas águas que conectam culturas.</span></span></p>
<p class="s7"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Além de reunir artistas potent</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">es, a 36ª Bienal marca história já que</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> é a primeira vez em 70 anos que a Fundação Bienal é liderada por uma mulher,</span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15"> Andrea Pinheiro</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, ao lado de </span></span><span class="s2"><span class="bumpedFont15">Maguy</span></span> <span class="s2"><span class="bumpedFont15">Etlin</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">. E para ampliar o acesso, a edição terá a duração inédita de quatro meses, com uma programação educativa paralela que promete transformar a visita em uma experiência ainda mais rica.</span></span></p>
<p class="s7"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Uma oportunidade única de ver a arte global em diálogo direto com os desafios e esperanças </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">d</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">o nosso tempo.</span></span><a name="_GoBack"></a></p>
<h4 class="s7"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Vale a pena conferir!</span></span></h4>
<div class="s8"></div>
<h3 class="s10" style="text-align: left;"><strong><span class="s9"><span class="bumpedFont15">36ª Bienal de São Paulo</span></span></strong></h3>
<p class="s11"><span class="s2"><span class="bumpedFont15">Quando: </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Até 11 de Janeiro de 2026</span></span> <span class="s4"><span class="bumpedFont15">&#8211;</span></span> <span class="s4"><span class="bumpedFont15">Terça, quarta, quinta, sexta e domingo, das 10h à</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">s 18h. (última entrada às 17h30</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">)</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"><br />
</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Sábado, das 10h às 19h.</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"><br />
</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">(última entrada às 18h30)</span></span></p>
<p class="s12"><span class="s2"><span class="bumpedFont15">Quanto: </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Grátis</span></span></p>
<p class="s11"><span class="s2"><span class="bumpedFont15">Onde: </span></span><a href="https://www.google.com/maps/search/Funda%C3%A7%C3%A3o%20Bienal%20de%20S%C3%A3o%20Paulo%20-%20Avenida%20Pedro%20%C3%81lvares%20Cabral%20-%20Ibirapuera,%20S%C3%A3o%20Paulo%20-%20SP,%20Brasil" target="_blank" rel="noopener"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Fundação Bienal de São Paulo &#8211; Avenida Pedro Álvares Cabral &#8211; Ibirapuera &#8211; SP</span></span></a></p>
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		<item>
		<title>Produtores e artistas de Cotia têm até 8/09 para se inscreverem ao maior festival de economia criativa da região</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/produtores-e-artistas-de-cotia-tem-ate-8-09-para-se-inscreverem-ao-maior-festival-de-economia-criativa-da-regiao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 14:21:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotia]]></category>
		<category><![CDATA[ARTISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[Economia criativa]]></category>
		<category><![CDATA[Produtores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 2º Conisud Revela Sudoeste acontecerá em outubro com a participação de expositores de diversos municípios. Neste ano, o evento será em São Lourenço da Serra Artistas, artesãos, mestres da cultura tradicional, produtores locais e da área da gastronomia de Cotia têm até o dia 8 de setembro de 2025 para fazer a inscrição [link [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="font-weight: 400;"><strong><em>O 2º Conisud Revela Sudoeste acontecerá em outubro com a participação de expositores de diversos municípios. Neste ano, o evento será em São Lourenço da Serra</em></strong></h4>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Artistas, artesãos, mestres da cultura tradicional, produtores locais e da área da gastronomia de Cotia têm até o dia 8 de setembro de 2025 para fazer a inscrição [link abaixo] na 2ª edição do Conisud Revela Sudoeste &#8211; maior festival de economia criativa e cultural da região. Com a participação de expositores de diversos municípios, neste ano o evento acontecerá na cidade de São Lourenço na Serra, no dia 25 de outubro de 2025. </span></p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong><span data-originalfontsize="12pt" data-originalcomputedfontsize="16">Leia a matéria completa em: </span></strong><a href="https://cotia.sp.gov.br/produtores-e-artistas-de-cotia-tem-ate-8-09-para-se-inscreverem-ao-maior-festival-de-economia-criativa-da-regiao/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://cotia.sp.gov.br/produtores-e-artistas-de-cotia-tem-ate-8-09-para-se-inscreverem-ao-maior-festival-de-economia-criativa-da-regiao/&amp;source=gmail&amp;ust=1756995135593000&amp;usg=AOvVaw0JsUWq02JObP0mhJg3fTtq" data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16" target="_blank" rel="noopener">https://cotia.sp.gov.br/produtores-e-artistas-de-cotia-tem-ate-8-09-para-se-inscreverem-ao-maior-festival-de-economia-criativa-da-regiao/</a></p>
<p style="font-weight: 400;">
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		<title>Cotia comemora 169 anos com atividades esportivas, shows de artistas locais e do Péricles</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/cotia-comemora-169-anos-com-atividades-esportivas-shows-de-artistas-locais-e-do-pericles/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 03:03:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotia]]></category>
		<category><![CDATA[ARTISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[Péricles]]></category>
		<category><![CDATA[Praça da Matriz]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Show]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A programação é gratuita, gratuita e realizada na Praça da Matriz e no recinto em frente à Prefeitura [confira abaixo] Para comemorar os 169 anos de emancipação político-administrativa de Cotia, a Prefeitura preparou uma programação especial com atividades durante todo o dia 02/04 (quarta-feira). Tanto na Praça da Matriz, na parte da manhã, quanto no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="font-weight: 400;"><strong><em>A programação é gratuita, gratuita e realizada na Praça da Matriz e no recinto em frente à Prefeitura [confira abaixo]</em></strong></h4>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Para comemorar os 169 anos de emancipação político-administrativa de Cotia, a Prefeitura preparou uma programação especial com atividades durante todo o dia 02/04 (quarta-feira). Tanto na Praça da Matriz, na parte da manhã, quanto no recinto em frente à Prefeitura, à tarde e à noite, são realizadas atividades gratuitas e abertas à população.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>Leia a matéria completa em:</strong> <a href="https://cotia.sp.gov.br/cotia-celebra-169-anos-com-atividades-esportivas-shows-de-artistas-locais-e-do-pericles/" target="_blank" rel="noopener">https://cotia.sp.gov.br/cotia-celebra-169-anos-com-atividades-esportivas-shows-de-artistas-locais-e-do-pericles/</a></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Acesso:</strong> <a href="http://www.cotia.sp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">www.cotia.sp.gov.br</a> para saber mais sobre as notícias de Cotia</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/cotia-comemora-169-anos-com-atividades-esportivas-shows-de-artistas-locais-e-do-pericles/">Cotia comemora 169 anos com atividades esportivas, shows de artistas locais e do Péricles</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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