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	<title>Alckmin &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Alckmin &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Alckmin: governo foca em abastecimento e quer evitar alta do diesel</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 12:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um cenário de volatilidade econômica global, o governo federal tem direcionado seus esforços para garantir o abastecimento e a estabilidade do preço do diesel no país. A preocupação é minimizar os impactos de flutuações externas nos custos internos, especialmente após a recente escalada de tensões geopolíticas no Oriente Médio, que impulsionou o valor internacional [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um cenário de volatilidade econômica global, o governo federal tem direcionado seus esforços para garantir o abastecimento e a estabilidade do preço do diesel no país. A preocupação é minimizar os impactos de flutuações externas nos custos internos, especialmente após a recente escalada de tensões geopolíticas no Oriente Médio, que impulsionou o valor internacional do barril de petróleo. Essas variações afetam diretamente os preços na bomba, com repercussões em diversos setores da economia. As ações governamentais, anunciadas recentemente, visam proteger o consumidor e a cadeia produtiva, que dependem diretamente do diesel para transporte de mercadorias e pessoas, evitando uma elevação generalizada da inflação. A medida reflete a prioridade em preservar o poder de compra e a previsibilidade econômica em um contexto desafiador.</p>
<p> Governo federal intensifica ações para estabilizar preço do diesel</p>
<p>O governo federal tem demonstrado um compromisso firme em mitigar os efeitos da instabilidade internacional sobre a economia doméstica, com foco particular na contenção do preço do diesel. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, reiterou a prioridade governamental em assegurar o abastecimento e &#8220;segurar o preço&#8221; do combustível, considerado um pilar essencial para a economia nacional. A justificativa para essa urgência reside na dependência do Brasil, que importa cerca de 25% do diesel consumido, tornando o mercado interno vulnerável às cotações internacionais.</p>
<p> Medidas emergenciais e seu impacto esperado</p>
<p>Para combater a alta dos preços impulsionada pela conjuntura global, especialmente o conflito no Oriente Médio que elevou o valor do petróleo, o governo implementou um pacote de medidas estratégicas. A principal delas foi a decisão de zerar as alíquotas de PIS/Cofins incidentes sobre o diesel, um movimento direto para aliviar a carga tributária. Além disso, foi criada uma subvenção de mais R$ 0,32 por litro, que se soma à isenção fiscal. A expectativa é que essas ações combinadas resultem em uma redução de, no mínimo, R$ 0,64 por litro na bomba.</p>
<p>Essa redução é vista como crucial para diversos setores, principalmente o de transporte e logística. Um aumento no preço do diesel tem um efeito cascata imediato: eleva os custos do frete, encarece os alimentos que chegam às gôndolas dos supermercados e impacta o valor das passagens de transporte público e privado. Em última instância, a escalada do diesel pode alimentar a inflação geral, corroendo o poder de compra da população e desestabilizando o cenário econômico. As medidas emergenciais buscam, portanto, atuar como um amortecedor contra esses impactos, garantindo uma maior previsibilidade para os agentes econômicos e os cidadãos.</p>
<p> Contraste com políticas fiscais anteriores</p>
<p>Ao analisar as estratégias para a gestão dos combustíveis, o vice-presidente Alckmin fez uma crítica à abordagem adotada por governos passados, especificamente a medida de 2022 que limitou a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis sem prever uma compensação adequada aos estados. Essa política resultou na judicialização da questão, com muitos estados recorrendo à justiça para reaver receitas perdidas, culminando em um &#8220;precatório gigantesco&#8221;, segundo Alckmin. Ele defendeu que a atual estratégia governamental é &#8220;inteligente&#8221; por focar em subsídios e desonerações federais, que não comprometem as finanças estaduais e evitam um cenário de disputas judiciais prolongadas e onerosas.</p>
<p>A complexidade da matriz energética brasileira também foi abordada. Alckmin explicou que, paradoxalmente, apesar de o Brasil ser um exportador de petróleo bruto, o país ainda é um importador de diesel. Essa peculiaridade se deve à capacidade de refino insuficiente para atender plenamente à demanda interna por derivados. Essa lacuna de infraestrutura de refino torna o Brasil dependente do mercado internacional para suprir parte de seu consumo de diesel, expondo-o às variações dos preços globais e reforçando a necessidade de políticas de estabilização.</p>
<p> Impulsionando a indústria nacional e a frota de transportes</p>
<p>Além das medidas emergenciais para o diesel, o governo federal tem trabalhado ativamente no estímulo à indústria nacional e na modernização da frota de transportes, visando um desenvolvimento econômico mais sustentável e eficiente. Essas iniciativas buscam fortalecer a competitividade do país e alinhar o setor produtivo com as demandas por inovação e responsabilidade ambiental.</p>
<p> O programa Move Brasil e seus resultados iniciais</p>
<p>Um dos pilares dessa estratégia é o programa Move Brasil, uma política pública robusta desenhada para incentivar a renovação da frota de caminhões no país. O vice-presidente Alckmin, em visita a uma concessionária da Scania em Santa Maria (DF), destacou os avanços do programa. Com um investimento inicial de R$ 10 bilhões, o Move Brasil conseguiu reduzir significativamente as taxas de juros para o financiamento de veículos, caindo de uma média de 23% para 13%.</p>
<p>A resposta do mercado foi descrita como &#8220;espetacular&#8221;. Em apenas dois meses de sua implementação, o programa já aplicou R$ 6,2 bilhões dos recursos previstos, demonstrando uma forte adesão por parte do setor. O Move Brasil tem um foco especial em estimular o caminhoneiro autônomo, permitindo-lhe adquirir um veículo zero-quilômetro ou semi-novo com condições de financiamento mais favoráveis. A modernização da frota não apenas melhora a eficiência logística, mas também contribui para a segurança nas estradas. Alckmin enfatizou que melhores equipamentos e tecnologia embarcada são como uma &#8220;vacina&#8221;, prevenindo acidentes e mortes, além de reduzir a poluição.</p>
<p> Incentivo à produção de veículos sustentáveis</p>
<p>Paralelamente à renovação da frota de caminhões, o governo tem incentivado a indústria do carro sustentável por meio da eliminação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para esses veículos. Essa medida é parte de uma estratégia mais ampla para promover a inovação tecnológica e a responsabilidade ambiental no setor automotivo.</p>
<p>Para ser considerado um &#8220;carro sustentável&#8221; e, assim, elegível à isenção do IPI, o veículo deve atender a uma série de critérios rigorosos: ser fabricado no Brasil, possuir tecnologia flex (compatível com gasolina e etanol), ter no mínimo 80% de reciclabilidade em sua composição e não emitir mais do que 83 gramas de dióxido de carbono por quilômetro rodado. Essa política não apenas fomenta a produção local de veículos mais eficientes e menos poluentes, como também alinha o Brasil às tendências globais de descarbonização e economia circular. Alckmin ressaltou que essa iniciativa terá um impacto positivo direto na redução da poluição ambiental e no desenvolvimento de tecnologias automotivas mais verdes.</p>
<p> Ações governamentais: um balanço entre estabilidade e desenvolvimento</p>
<p>As ações recentes do governo federal, conforme detalhado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, delineiam uma estratégia multifacetada para a gestão econômica. No curto prazo, a prioridade máxima é a estabilização do preço do diesel e a garantia de seu abastecimento, visando proteger a economia de choques externos e mitigar a inflação. As medidas fiscais e de subvenção buscam oferecer um alívio imediato para os custos de transporte e, por extensão, para o custo de vida da população.</p>
<p>Em uma perspectiva de médio e longo prazo, o governo demonstra um compromisso com o desenvolvimento industrial e a sustentabilidade. Programas como o Move Brasil incentivam a modernização de setores cruciais, como o de transporte rodoviário, promovendo eficiência e segurança. A isenção do IPI para carros sustentáveis, por sua vez, sinaliza uma transição energética e tecnológica, estimulando a produção de veículos mais limpos e alinhados às preocupações ambientais globais. Essa abordagem integrada busca equilibrar a necessidade de estabilidade econômica com a visão de um futuro mais produtivo, seguro e ecologicamente responsável para o Brasil.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. Quais são as principais medidas do governo para conter o preço do diesel?<br />
O governo zerou as alíquotas de PIS/Cofins sobre o diesel e criou uma subvenção adicional de R$ 0,32 por litro. Juntas, essas ações visam reduzir o preço na bomba em pelo menos R$ 0,64 por litro, buscando estabilizar o custo do combustível e mitigar a inflação.</p>
<p>2. O que é o programa Move Brasil e qual seu objetivo?<br />
O Move Brasil é uma política pública de estímulo à renovação da frota de caminhões no país. Seu objetivo é modernizar o setor de transporte, oferecendo condições de financiamento mais vantajosas  para a aquisição de veículos novos ou semi-novos, beneficiando especialmente caminhoneiros autônomos e promovendo maior segurança e eficiência nas estradas.</p>
<p>3. Por que o Brasil importa diesel, mesmo sendo produtor de petróleo?<br />
Embora o Brasil seja um exportador de petróleo bruto, sua capacidade de refino interna não é suficiente para atender integralmente à demanda nacional por derivados, como o diesel. Essa limitação estrutural torna o país dependente de importações para suprir parte de seu consumo, expondo-o às oscilações do mercado internacional.</p>
<p>4. Quais são os critérios para um veículo ser considerado &#8220;sustentável&#8221; e receber incentivos fiscais?<br />
Para ser elegível à isenção do IPI, um veículo &#8220;sustentável&#8221; deve ser fabricado no Brasil, possuir tecnologia flex (etanol e gasolina), ter no mínimo 80% de reciclabilidade em sua composição e emitir até 83 gramas de dióxido de carbono por quilômetro rodado.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre as últimas políticas econômicas e seus impactos no cenário nacional e internacional.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Alckmin confirma saída do Mdic e mantém vice-presidência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 21:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, anunciou sua decisão de deixar o comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) a partir de 4 de abril. A medida, comunicada recentemente, alinha-se ao prazo limite estabelecido pela legislação eleitoral para quem planeja concorrer nas eleições de 2026. Alckmin, no entanto, permanecerá em seu cargo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, anunciou sua decisão de deixar o comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) a partir de 4 de abril. A medida, comunicada recentemente, alinha-se ao prazo limite estabelecido pela legislação eleitoral para quem planeja concorrer nas eleições de 2026. Alckmin, no entanto, permanecerá em seu cargo de vice-presidente, demonstrando uma movimentação estratégica crucial no cenário político nacional. A desincompatibilização é um passo fundamental para os que ocupam cargos ministeriais e têm ambições eleitorais, mas as regras são distintas para o posto de vice-presidente, permitindo uma flexibilidade significativa.</p>
<p> A desincompatibilização eleitoral e a permanência na vice-presidência</p>
<p>A saída de Geraldo Alckmin do Mdic em 4 de abril é uma resposta direta à Lei Eleitoral brasileira, que estipula um período de desincompatibilização para ministros e outros ocupantes de cargos públicos que desejam disputar eleições. Para o pleito de 2026, com o primeiro turno agendado para 4 de outubro, a regra exige que os ministros se afastem de suas funções seis meses antes da data. Esse requisito visa garantir isonomia e evitar o uso da máquina pública em campanhas eleitorais.</p>
<p> Exigências legais e o papel de vice-presidente</p>
<p>A legislação eleitoral, entretanto, apresenta uma distinção importante para o cargo de vice-presidente. Diferentemente dos ministros, o vice-presidente não é obrigado a se desincompatibilizar para concorrer a outro cargo eletivo. Essa particularidade permite que Alckmin mantenha sua posição de vice-presidente da República, mesmo que decida entrar na corrida eleitoral. Contudo, há uma condição crucial: ele não poderá assumir temporariamente a Presidência da República nos seis meses que antecedem as eleições, caso queira preservar sua elegibilidade. Se o vice-presidente exercer a Presidência, mesmo que interinamente, nesse período crítico, ele se tornaria inelegível para o pleito. Essa nuance legal exige que Alckmin, se optar por disputar outro cargo em 2026, evite substituir o presidente em eventuais ausências, uma manobra política que já foi vista em outros momentos da história republicana. A decisão de manter a vice-presidência enquanto se prepara para futuras disputas reflete uma cuidadosa avaliação do panorama jurídico-eleitoral, garantindo que suas opções permaneçam abertas sem violar as normas vigentes.</p>
<p> Balanço e futuro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços</p>
<p>Em um clima de despedida da pasta, Geraldo Alckmin aproveitou uma das últimas aparições públicas como ministro para apresentar os números da balança comercial de fevereiro. Embora tradicionalmente a divulgação seja feita por técnicos da Secretaria de Comércio Exterior, a presença do vice-presidente e ministro sublinhou a importância dos resultados e a relevância de sua gestão. Alckmin fez um breve, mas abrangente, balanço dos mais de três anos em que esteve à frente do Mdic, destacando avanços e projetos que buscam modernizar e impulsionar o setor produtivo e comercial do país.</p>
<p> O acordo Mercosul-União Europeia e o Portal Único</p>
<p>Um dos pontos altos de sua gestão no Mdic foi a evolução do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia. Alckmin expressou a expectativa do governo de que o tratado entre em vigor já em maio, após a ratificação pelo Congresso Nacional, que concluiu a aprovação na noite anterior ao seu anúncio. Ele ressaltou que a finalização desse processo marca o encerramento de mais de duas décadas de negociações complexas, abrindo caminho para a aplicação provisória do pacto. A materialização desse acordo é vista como um marco significativo para a economia brasileira, prometendo novas oportunidades de mercado e integração. Além disso, Alckmin enfatizou que o acordo contém importantes salvaguardas, projetadas para proteger a indústria nacional de possíveis aumentos excessivos nas importações, garantindo um equilíbrio entre a abertura comercial e a defesa dos setores produtivos internos.</p>
<p>Outro pilar de sua atuação no ministério foi o avanço e a consolidação do Portal Único de Comércio Exterior (Siscomex). Essa plataforma digital representa um esforço contínuo para integrar e simplificar os procedimentos de exportação e importação no Brasil. Alckmin destacou um marco recente: pela primeira vez, o sistema respondeu por cerca de 50% das operações de importação brasileiras em fevereiro, um indicativo da crescente adesão e eficácia da ferramenta. A expectativa do governo é ambiciosa: ter a plataforma totalmente implementada até o fim deste ano. Segundo estimativas do próprio Mdic, a modernização dos processos de comércio exterior por meio do Portal Único pode gerar uma economia substancial de custos, superando os R$ 40 bilhões por ano para as empresas que operam no setor. Essa economia viria da diminuição drástica do tempo de liberação de mercadorias e da simplificação de procedimentos burocráticos, tornando o comércio exterior brasileiro mais ágil e competitivo.</p>
<p> O futuro político de Geraldo Alckmin</p>
<p>O futuro político de Geraldo Alckmin permanece como um dos temas mais debatidos e especulados nos bastidores do governo e da política nacional. Sua decisão de se desincompatibilizar do Mdic, mantendo a vice-presidência, abre um leque de possibilidades para 2026, mas as negociações e definições ainda estão em curso.</p>
<p> Cenários e negociações para 2026</p>
<p>Atualmente, três cenários principais se desenham para Alckmin: a recondução à vice-presidência na chapa do atual presidente, a disputa pelo governo de São Paulo, cargo que ocupou por quatro mandatos (2001 a 2006 e 2011 a 2018), ou a candidatura a uma vaga no Senado Federal, também pelo estado de São Paulo. A escolha de São Paulo como base para qualquer uma dessas candidaturas não é por acaso; o estado é o maior colégio eleitoral do país, representando um peso decisivo em qualquer pleito. As discussões sobre o futuro de Alckmin também envolvem outros nomes de peso na política nacional, como o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que tem sido citado como um possível candidato ao governo paulista, embora tenha manifestado certa resistência à ideia. A complexidade do cenário e a necessidade de alinhar interesses e estratégias partidárias indicam que a definição final sobre o caminho político de Alckmin só deverá ocorrer nos próximos meses, à medida que as alianças e candidaturas nos estados forem sendo consolidadas, moldando o tabuleiro eleitoral para 2026.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>Por que Geraldo Alckmin deixará o Mdic?<br />
Geraldo Alckmin deixará o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços em 4 de abril para cumprir o prazo de desincompatibilização eleitoral, exigido pela legislação para aqueles que pretendem disputar as eleições de 2026.</p>
<p>Alckmin pode ser candidato e permanecer como vice-presidente?<br />
Sim, a legislação eleitoral permite que o vice-presidente permaneça no cargo mesmo sendo candidato, desde que não assuma temporariamente a Presidência da República nos seis meses anteriores à eleição, o que o tornaria inelegível.</p>
<p>Quais foram os principais legados de Alckmin no Mdic?<br />
Entre os principais legados, destacam-se os avanços no acordo comercial Mercosul-União Europeia, com a expectativa de entrada em vigor, e a modernização do comércio exterior brasileiro através do Portal Único de Comércio Exterior (Siscomex), que visa reduzir custos e simplificar procedimentos para empresas.</p>
<p>Quais são as possibilidades para o futuro político de Alckmin?<br />
As possibilidades incluem a disputa pela vice-presidência novamente, a candidatura ao governo de São Paulo (cargo que já ocupou por quatro mandatos) ou uma vaga ao Senado Federal pelo estado de São Paulo, o maior colégio eleitoral do país.</p>
<p>Acompanhe as próximas movimentações políticas e econômicas para entender o impacto dessas decisões no futuro do Brasil.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Alckmin aborda crise da Avibras e indefinição sobre eleições de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 14:01:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Geraldo Alckmin, presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, reafirmou no domingo (22), durante visita a Aparecida (SP), o firme compromisso do governo federal em encontrar uma solução duradoura para a complexa crise da Avibras. A empresa, atuante no setor de defesa e sediada em São José dos Campos, Vale do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Geraldo Alckmin, presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, reafirmou no domingo (22), durante visita a Aparecida (SP), o firme compromisso do governo federal em encontrar uma solução duradoura para a complexa crise da Avibras. A empresa, atuante no setor de defesa e sediada em São José dos Campos, Vale do Paraíba, encontra-se em recuperação judicial e enfrenta um histórico de três anos sem efetuar o pagamento de salários a seus colaboradores. Alckmin detalhou os esforços governamentais para atrair investidores capazes de revitalizar as operações da companhia, reconhecida por sua importância estratégica. Além da situação da Avibras, o ministro discutiu decisões tarifárias dos Estados Unidos favoráveis ao Brasil, investigações comerciais e manteve uma postura discreta quanto a possíveis movimentações políticas para as eleições de 2026. A abordagem do governo reflete a preocupação com a manutenção da capacidade industrial e tecnológica do país, bem como a preservação de empregos em uma região vital para a economia paulista.</p>
<p> O empenho do governo na recuperação da Avibras</p>
<p>A Avibras Indústria Aeroespacial, uma das mais tradicionais e importantes empresas brasileiras no setor de defesa e aeroespacial, tem sido um pilar na produção de sistemas de mísseis, foguetes e veículos militares, com um histórico de inovação e contribuição para a soberania nacional. Contudo, a companhia mergulhou em uma profunda crise financeira, culminando em seu pedido de recuperação judicial. O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, enfatizou a gravidade da situação, destacando que a empresa, embora privada, é de interesse estratégico para o país, principalmente por seu papel na tecnologia de defesa. Ele sublinhou que o governo está &#8220;empenhado em a gente achar uma solução para a Avibras&#8221; e que o apoio governamental se concentrará em viabilizar a entrada de um investidor robusto. A meta é permitir que a Avibras não apenas se recupere, mas também retome plenamente suas atividades produtivas e tecnológicas.</p>
<p> Cenário atual e propostas para a reestruturação</p>
<p>A crise da Avibras tem um impacto direto sobre centenas de famílias e sobre a economia do Vale do Paraíba, uma região com forte vocação industrial e tecnológica. Em janeiro, os trabalhadores da empresa, representados pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, aprovaram em assembleia o início das negociações com a nova diretoria para um plano de reestruturação. Este plano inclui uma proposta complexa de demissão de todos os funcionários, com o pagamento de verbas rescisórias de forma parcelada, e a subsequente recontratação escalonada. De acordo com o sindicato, a previsão é recontratar 210 trabalhadores a partir de março e mais 240 a partir de junho. Este modelo visa sanear as finanças da empresa ao mesmo tempo em que busca preservar o conhecimento técnico e a força de trabalho essencial para sua operação futura. O governo, através do ministro Alckmin, sinaliza que dará o suporte necessário para que a empresa consiga atrair esse investidor e implementar seu plano de reestruturação, reconhecendo a importância de manter viva uma empresa que representa um polo de alta tecnologia e empregos qualificados no Brasil.</p>
<p> Desdobramentos políticos e econômicos</p>
<p>Durante sua agenda em Aparecida, onde participou da missa de abertura da Campanha da Fraternidade no Santuário Nacional, ao lado de sua esposa, Lu Alckmin, Geraldo Alckmin também foi questionado sobre seu futuro político e a possibilidade de uma candidatura em 2026. Mantendo uma postura que tem sido característica em suas aparições públicas, o presidente em exercício evitou qualquer antecipação ou posicionamento definitivo. Com a frase &#8220;Cada coisa virá a seu tempo&#8221;, Alckmin preferiu não especular sobre arranjos eleitorais futuros, concentrando-se em suas atuais atribuições governamentais como vice-presidente e ministro. A discrição de Alckmin reflete a complexidade do cenário político e a estratégia de aguardar o momento oportuno para tais definições.</p>
<p> Postura cautelosa sobre 2026 e a política externa</p>
<p>Além das questões internas e políticas, Alckmin abordou importantes temas da política externa e econômica. Ele comentou a recente decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos sobre as tarifas impostas a produtos estrangeiros, classificando-a como &#8220;positiva para o Brasil&#8221;. Segundo o ministro, a decisão estabeleceu que &#8220;a alíquota deve ser igual para todos&#8221;, o que elimina eventuais tratamentos diferenciados e, consequentemente, impede a perda de competitividade para os produtos brasileiros no mercado americano. Essa medida beneficia diretamente diversos setores da economia nacional, como combustíveis, carnes, café, celulose, suco de laranja e aeronaves, que agora podem competir em bases mais equitativas.</p>
<p>O vice-presidente também mencionou a iminente viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos Estados Unidos, prevista para março, como um momento crucial para o aprofundamento das relações comerciais e diplomáticas. Alckmin expressou otimismo, afirmando que &#8220;tem uma avenida de negociação com a ida do presidente Lula&#8221;, indicando um potencial para acordos e parcerias estratégicas. Sobre as investigações comerciais abertas pelos Estados Unidos envolvendo o Brasil, o ministro demonstrou cautela, mas confiança. Ele reconheceu que &#8220;isso preocupa, mas vai ser esclarecido&#8221;, utilizando o Pix, sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, como um exemplo de inovação e excelência que o Brasil pode oferecer ao mundo, sugerindo que o país tem capacidade para demonstrar transparência e competência em suas práticas comerciais.</p>
<p> Perspectivas e o futuro da indústria de defesa nacional</p>
<p>A situação da Avibras e o empenho do governo em sua recuperação sublinham a importância estratégica da indústria de defesa para o Brasil. A capacidade de produzir tecnologia de ponta para segurança e defesa é crucial para a soberania de qualquer nação. A intervenção governamental, mesmo que indireta, reflete o reconhecimento de que a falência de uma empresa como a Avibras representaria uma perda significativa em termos de conhecimento, tecnologia e capacidade produtiva. A busca por um investidor e o apoio à reestruturação visam não apenas salvar empregos, mas também preservar um ativo nacional vital.</p>
<p>A postura de Geraldo Alckmin em relação ao futuro político de 2026, marcada pela cautela e pela concentração nas responsabilidades atuais, contrasta com as definições mais claras sobre a política econômica externa. As avaliações positivas sobre as decisões tarifárias dos EUA e a expectativa em relação à visita presidencial a Washington indicam um panorama favorável para o comércio exterior brasileiro, com potenciais ganhos em competitividade e novas oportunidades de negócios. O governo demonstra estar atento tanto às crises internas, como a da Avibras, quanto às dinâmicas do comércio global, buscando equilibrar a proteção de setores estratégicos com a promoção da competitividade brasileira no cenário internacional.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> Qual a situação atual da Avibras?<br />
A Avibras, empresa brasileira do setor de defesa e aeroespacial, está em recuperação judicial e enfrenta dificuldades financeiras, incluindo três anos de salários atrasados.</p>
<p> Como o governo pretende auxiliar a empresa?<br />
O governo federal, por meio do ministro Geraldo Alckmin, está empenhado em buscar um investidor privado que possa viabilizar a retomada das atividades da Avibras e apoiar o plano de reestruturação da companhia.</p>
<p> O que Geraldo Alckmin disse sobre as eleições de 2026?<br />
Geraldo Alckmin evitou antecipar qualquer decisão sobre uma possível candidatura em 2026, afirmando que &#8220;cada coisa virá a seu tempo&#8221;.</p>
<p> Quais setores brasileiros foram beneficiados pela decisão tarifária dos EUA?<br />
A decisão da Suprema Corte dos EUA sobre tarifas, que estabelece alíquotas iguais para todos, foi considerada positiva para setores brasileiros como combustíveis, carnes, café, celulose, suco de laranja e aeronaves, pois mantém a competitividade do Brasil.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos da economia e política nacional, acompanhando nossas próximas atualizações.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>PSB encara com normalidade a fala de Lula sobre Alckmin em São</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Feb 2026 15:46:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A recente declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o vice-presidente Geraldo Alckmin tem gerado uma onda de análises e movimentações nos bastidores políticos de São Paulo. Ao sugerir que Alckmin tem um &#8220;papel a cumprir&#8221; na eleição estadual, o presidente sinaliza uma possível candidatura do vice ao governo paulista ou ao Senado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A recente declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o vice-presidente Geraldo Alckmin tem gerado uma onda de análises e movimentações nos bastidores políticos de São Paulo. Ao sugerir que Alckmin tem um &#8220;papel a cumprir&#8221; na eleição estadual, o presidente sinaliza uma possível candidatura do vice ao governo paulista ou ao Senado Federal em 2026. Diante desse cenário complexo e de alto impacto, o Partido Socialista Brasileiro (PSB), ao qual Alckmin é filiado, busca encarar a situação com a máxima normalidade, minimizando qualquer sinal de apreensão.</p>
<p>Essa postura reflete uma estratégia para gerenciar as expectativas internas e externas, evitando especulações precipitadas que poderiam desestabilizar as articulações políticas já em curso para a sucessão estadual. A fala presidencial, embora vista como um endosso, também abre um leque de possibilidades e desafios para o partido e para o próprio vice-presidente, exigindo uma análise cuidadosa das implicações para o futuro político da maior economia do país. A normalização da situação é crucial para manter a unidade e a coerência estratégica.</p>
<p> A declaração presidencial e seus desdobramentos</p>
<p> O papel de Alckmin no cenário paulista</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante um evento público de grande repercussão, fez a declaração que ecoou nos corredores da política nacional: o vice-presidente Geraldo Alckmin &#8220;tem um papel a cumprir&#8221; na eleição de São Paulo. A frase, aparentemente simples e proferida com um tom de casualidade, carrega um peso significativo, especialmente considerando o histórico político de Alckmin e a importância estratégica do estado de São Paulo no cenário eleitoral brasileiro. A afirmação foi prontamente interpretada por analistas políticos, membros de partidos aliados e opositores como um incentivo direto para que Alckmin retorne ao cenário eleitoral paulista.</p>
<p>As duas principais vias que surgiram como as mais prováveis para esse &#8220;papel&#8221; são uma candidatura ao governo do estado ou uma disputa por uma das vagas no Senado Federal. Ambas as opções representam um movimento de alta envergadura, capaz de redefinir alianças, alterar o mapa eleitoral e as estratégias para o pleito de 2026. São Paulo, o maior colégio eleitoral do país e um centro econômico vital, é historicamente um estado chave para qualquer projeto político nacional. A influência de Alckmin na política paulista, construída ao longo de décadas como deputado estadual, deputado federal, vice-governador e governador por quatro mandatos consecutivos, o posiciona como um nome com recall eleitoral e capilaridade política consideráveis. A movimentação de Lula, portanto, não é vista apenas como um gesto de apoio pessoal ao vice, mas como uma peça em um tabuleiro maior, visando fortalecer a base aliada no estado e, consequentemente, o projeto governista em nível federal. A fala do presidente serve como um catalisador para as discussões internas e externas sobre o futuro político de Alckmin e a estratégia da coalizão para São Paulo.</p>
<p> A estratégia do PSB e a reação dos aliados</p>
<p> Cenários políticos e articulações internas</p>
<p>Internamente, o Partido Socialista Brasileiro (PSB) adotou a postura de encarar a declaração presidencial com normalidade e serenidade. Fontes ligadas à cúpula do partido indicam que a diretriz é evitar qualquer tipo de alarde, interpretação precipitada ou manifestação que possa gerar turbulência antes do tempo apropriado para decisões eleitorais. A estratégia consiste em tratar a fala de Lula como um reconhecimento do peso político e da relevância de Geraldo Alckmin no cenário nacional e paulista, e não como um ultimato para uma decisão imediata de candidatura. O partido entende que Alckmin, como vice-presidente da República, possui compromissos federais prioritários e que qualquer movimento eleitoral futuro deve ser cuidadosamente planejado e alinhado com as necessidades e estratégias da gestão federal.</p>
<p>No entanto, essa &#8220;normalidade&#8221; não significa inação ou falta de discussões. A declaração de Lula inevitavelmente impulsionou debates e análises internas sobre o posicionamento do PSB nas eleições de 2026 em São Paulo. O partido já possui quadros que aspiram a candidaturas importantes no estado, e a eventual entrada de Alckmin na disputa, seja para o governo ou para o Senado, poderia alterar significativamente o xadrez eleitoral interno e as expectativas desses pré-candidatos. A gestão dessas expectativas internas, a busca por um consenso e a harmonização com os interesses dos aliados, como o Partido dos Trabalhadores (PT), que também busca fortalecer sua presença e ter uma chapa competitiva em São Paulo, tornam-se desafios cruciais para o PSB.</p>
<p>A reação de outros partidos aliados tem sido de expectativa e observação atenta. O PT, por exemplo, embora publicamente apoie a coalizão e a figura de Alckmin, também tem seus próprios nomes e projetos para São Paulo. A possível candidatura do vice-presidente poderia tanto unificar a base progressista e centro-esquerda quanto gerar tensões sobre quem encabeçaria a chapa majoritária, especialmente se houver múltiplos nomes fortes. As articulações regionais, portanto, serão complexas, envolvendo não apenas o PSB e o PT, mas também outras legendas da base governista que buscam espaço e representatividade no maior estado do país. A experiência, o trânsito político de Alckmin e sua capacidade de diálogo, tanto à esquerda quanto em setores mais ao centro, são vistos como um trunfo importante para construir uma frente ampla e competitiva em São Paulo, mas exigirá muita negociação e habilidade política.</p>
<p> O futuro político de Alckmin e o equilíbrio de forças</p>
<p>A declaração do presidente Lula sobre o papel de Geraldo Alckmin nas eleições de São Paulo lança uma peça de alto valor no complexo tabuleiro político estadual, reativando discussões e especulações que moldarão o pleito de 2026. Enquanto o PSB se esforça para manter a serenidade e uma postura de normalidade, a movimentação presidencial inegavelmente acelera as discussões internas e as estratégias para a formação das chapas. O vice-presidente, figura central nesse cenário, terá diante de si a complexa decisão de retornar ao seu berço político eleitoral, onde construiu uma carreira vitoriosa e duradoura, ou de manter-se focado exclusivamente nas articulações e responsabilidades federais inerentes ao seu cargo.</p>
<p>As implicações de uma eventual candidatura de Alckmin são vastas e multifacetadas. Ela poderia consolidar uma frente ampla governista no estado, aproveitando seu histórico e sua capacidade de diálogo para atrair diferentes espectros políticos. Contudo, também exigirá um cuidadoso equilíbrio entre as ambições partidárias individuais e a unidade da base aliada. A &#8220;normalidade&#8221; buscada pelo PSB é, na verdade, uma fase de profunda análise, articulação e negociação, onde cada passo será calculado para maximizar as chances de sucesso do grupo político em um dos estados mais estratégicos e disputados do Brasil. A palavra final sobre o futuro eleitoral de Alckmin e o impacto dessa fala presidencial, no entanto, só será conhecida à medida que o calendário eleitoral avançar, revelando os próximos capítulos dessa intrincada disputa pelo poder em São Paulo e as consequências para o cenário político nacional.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a fala de Lula e o futuro de Alckmin</p>
<p>Qual foi a declaração do presidente Lula sobre Geraldo Alckmin?<br />
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o vice-presidente Geraldo Alckmin &#8220;tem um papel a cumprir&#8221; na eleição de São Paulo, sugerindo um envolvimento direto e relevante do vice no pleito estadual de 2026.</p>
<p>Como o PSB está reagindo a essa fala?<br />
O Partido Socialista Brasileiro (PSB), partido de Alckmin, busca encarar a declaração com normalidade, evitando pânico ou interpretações precipitadas. A postura é de gerenciar as expectativas e planejar os próximos passos com cautela e estratégia política.</p>
<p>Quais são as possibilidades de candidatura para Alckmin em São Paulo?<br />
As principais possibilidades aventadas por analistas e observadores políticos, baseadas na declaração de Lula, são uma candidatura ao governo do estado de São Paulo ou uma disputa por uma vaga no Senado Federal.</p>
<p>Como essa declaração afeta o cenário político paulista?<br />
A fala de Lula intensifica as articulações para as eleições de 2026, potencialmente redefinindo alianças e estratégias entre os partidos da base governista em São Paulo. Ela impulsiona discussões sobre a formação de uma chapa majoritária forte e competitiva no estado.</p>
<p>Para se manter atualizado sobre os desdobramentos dessa e de outras importantes movimentações políticas, continue acompanhando nossa cobertura detalhada.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://redir.folha.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://redir.folha.com.br</a></em></p>
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		<title>Lula convoca Haddad e deixa Alckmin de sobreaviso</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 15:22:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cena política paulista ganha novos contornos após uma declaração do presidente da República, que reacendeu o debate sobre os futuros arranjos de poder no estado mais influente do Brasil. Em um movimento interpretado como um recado direto e estratégico, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinaliza uma clara intenção de alinhar as forças [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cena política paulista ganha novos contornos após uma declaração do presidente da República, que reacendeu o debate sobre os futuros arranjos de poder no estado mais influente do Brasil. Em um movimento interpretado como um recado direto e estratégico, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinaliza uma clara intenção de alinhar as forças governistas em São Paulo. Ele convoca Haddad e seu vice, Geraldo Alckmin, para papéis cruciais, afirmando que ambos &#8220;sabem que têm um papel a cumprir&#8221; na região. Essa fala, recebida com atenção nos bastidores políticos, sugere uma estratégia para moldar o cenário eleitoral local e fortalecer a base aliada no maior colégio eleitoral do país. Observadores políticos interpretam o movimento como um lançamento de Fernando Haddad para futuras disputas e um posicionamento cauteloso de Alckmin, que permanece em estado de sobreaviso. A articulação presidencial visa definir as candidaturas e focar a atuação de figuras-chave do governo federal, preparando o terreno para futuros embates em um palco de imensa relevância estratégica e eleitoral.</p>
<p> A estratégia presidencial para São Paulo</p>
<p>A declaração do presidente Lula não foi vista apenas como uma observação casual, mas sim como um movimento calculado para consolidar a influência do governo federal no cenário político de São Paulo. Historicamente, o estado representa um desafio significativo para a esquerda brasileira, tendo sido um bastião de forças políticas de centro-direita por décadas. Para o atual governo, garantir vitórias ou, no mínimo, posições estratégicas em São Paulo é fundamental para a governabilidade e para a projeção de poder nacional. A menção explícita de Fernando Haddad e Geraldo Alckmin, duas figuras com profunda conexão com o estado, reforça a percepção de que há um plano em andamento para a região.</p>
<p> O papel de Fernando Haddad: lançamento ou confirmação?</p>
<p>A convocação de Fernando Haddad, atual ministro da Fazenda, para &#8220;cumprir um papel em São Paulo&#8221; é amplamente interpretada como um sinal de seu lançamento para uma futura disputa eleitoral no estado. Haddad tem uma trajetória consolidada na política paulista, tendo sido prefeito da capital entre 2013 e 2016 e candidato ao governo de São Paulo em 2022. Sua experiência na prefeitura e sua visibilidade como ministro da Fazenda o colocam como um nome forte para disputar novamente a prefeitura de São Paulo ou, eventualmente, o governo do estado. A fala presidencial pode ser entendida como um endosso público e antecipado à sua candidatura, buscando galvanizar o apoio dentro do campo progressista e sinalizar aos potenciais adversários a força do apoio federal.</p>
<p>Apesar de sua atual função como ministro ser de extrema relevância, a política em São Paulo possui um apelo particular. Uma vitória na capital ou no governo estadual traria um capital político imenso para o grupo político de Lula. Haddad, com seu perfil técnico e ao mesmo tempo com experiência executiva, seria uma aposta para atrair tanto o eleitorado mais ideológico quanto aqueles que buscam uma gestão eficiente. A antecipação dessa sinalização permite que Haddad comece a construir sua plataforma e a articular apoios, mesmo que informalmente, com bastante antecedência. Este movimento estratégico pode também servir para testar a sua popularidade e a aceitação de seu nome perante o eleitorado paulista, que é conhecido por sua exigência e por sua diversidade.</p>
<p> Geraldo Alckmin: entre a vice-presidência e o estado de sobreaviso</p>
<p>A situação de Geraldo Alckmin é percebida com maior nuance. Sendo o atual vice-presidente da República e um político com uma vasta e bem-sucedida história em São Paulo – foi governador do estado por quatro mandatos e deputado federal –, sua menção como alguém &#8220;de sobreaviso&#8221; sugere uma estratégia de contingência ou uma função de articulação. A expressão &#8220;de sobreaviso&#8221; implica que ele está preparado para atuar caso seja necessário, seja como um cabo eleitoral de peso, um articulador de alianças, ou até mesmo como um plano B para uma eventual candidatura, caso as circunstâncias assim o exijam.</p>
<p>A relação entre Lula e Alckmin, que foram adversários históricos, é um dos pontos altos da atual composição governamental. A presença de Alckmin na chapa presidencial foi crucial para a vitória eleitoral de 2022, simbolizando uma frente ampla. Ativar Alckmin para uma disputa em São Paulo implicaria em uma manobra política complexa, dada sua atual posição no governo federal. No entanto, sua capacidade de trânsito em diferentes espectros políticos paulistas e seu profundo conhecimento da máquina pública estadual o tornam um trunfo valioso para qualquer estratégia que envolva São Paulo. Manter Alckmin &#8220;de sobreaviso&#8221; é uma forma de reter essa flexibilidade tática, permitindo ao presidente Lula diversas opções para lidar com o dinâmico cenário político local, sem queimar etapas ou comprometer recursos políticos em demasia.</p>
<p> Cenários e implicações políticas</p>
<p>A estratégia de Lula para São Paulo, ao sinalizar as movimentações de Haddad e Alckmin, gera uma série de debates sobre as futuras configurações políticas e as possíveis implicações para o cenário nacional. A política paulista não se resume apenas a disputas locais; ela reverbera em todo o país, influenciando o debate público, as alianças partidárias e a própria imagem do governo federal.</p>
<p> A importância de São Paulo no tabuleiro nacional</p>
<p>São Paulo é o estado com o maior Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e o maior colégio eleitoral, com mais de 34 milhões de eleitores. Conquistar ou ter forte influência em São Paulo é vital para qualquer projeto político de longo prazo no país. Uma vitória na capital ou no governo estadual não apenas adiciona um peso significativo ao mapa político do partido, mas também oferece uma plataforma para futuras disputas nacionais. O sucesso em São Paulo é frequentemente visto como um termômetro para a aceitação de ideias e lideranças em nível nacional.</p>
<p>O controle ou a forte presença na gestão pública paulista permite acesso a grandes orçamentos, projetos de infraestrutura e uma vasta rede de influência econômica e social. Para o governo federal, ter aliados no comando de São Paulo pode facilitar a implementação de políticas públicas, harmonizar os planos de desenvolvimento e reforçar a capacidade de resposta a crises. Portanto, a movimentação de Lula não é apenas sobre nomes, mas sobre o controle e a influência no centro nevrálgico da política e economia brasileiras.</p>
<p> Reações nos bastidores e possíveis alianças</p>
<p>Nos bastidores políticos, a declaração de Lula foi recebida com diferentes interpretações. Ministros e líderes do Partido dos Trabalhadores (PT) consideram a fala como um &#8220;recado&#8221; claro e um &#8220;lançamento&#8221; estratégico, especialmente para Haddad. Outros partidos, tanto aliados quanto oposição, estão agora reavaliando seus próprios planos para São Paulo, antecipando uma intensificação da disputa. A oposição, que tradicionalmente tem forte presença no estado, buscará consolidar suas bases e talvez antecipar seus próprios candidatos para contrapor a articulação governista.</p>
<p>A sinalização presidencial pode impulsionar novas alianças e realinhamentos. Para o PT, a presença de Haddad como provável candidato pode fortalecer a coalizão de esquerda e centro-esquerda. Para Alckmin, sua posição &#8220;de sobreaviso&#8221; pode servir para manter sua influência política e sua capacidade de articulação, mesmo que não seja um candidato direto. A dinâmica em São Paulo é complexa e envolve diversos atores: partidos políticos tradicionais, novos movimentos, setor empresarial e a sociedade civil organizada. A forma como esses elementos reagirão à estratégia de Lula moldará os próximos capítulos da política paulista.</p>
<p> O futuro político de São Paulo em debate</p>
<p>A política é um jogo de xadrez, e a recente declaração do presidente Lula pode ser vista como um movimento decisivo no tabuleiro político de São Paulo. Ao colocar Fernando Haddad e Geraldo Alckmin no centro das atenções para o futuro do estado, o governo federal demonstra sua intenção de não deixar o maior colégio eleitoral do país à deriva. A &#8220;convocação&#8221; de Haddad sinaliza um investimento direto em um nome forte para a disputa, enquanto o &#8220;sobreaviso&#8221; de Alckmin mantém uma carta na manga, estratégica e experiente.</p>
<p>As próximas semanas e meses serão cruciais para observar como essas peças se movimentarão. A resposta dos partidos de oposição, a aceitação do eleitorado e a própria dinâmica interna do governo e de seus aliados definirão o desfecho dessa articulação. O futuro político de São Paulo está agora mais do que nunca no centro do debate nacional, com o presidente da República atuando ativamente para moldar seu destino e, consequentemente, o do país. A capacidade do governo de implementar sua estratégia em São Paulo será um teste importante para sua força e influência política.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>Qual o significado da declaração de Lula sobre Haddad e Alckmin em São Paulo?<br />
A declaração é interpretada como um recado e uma estratégia política. Sinaliza que Fernando Haddad está sendo posicionado para um papel eleitoral de destaque em São Paulo, possivelmente como candidato à prefeitura ou ao governo, e que Geraldo Alckmin permanece &#8220;de sobreaviso&#8221;, pronto para atuar em uma capacidade estratégica, de articulação ou como um plano B.</p>
<p>Por que São Paulo é tão importante na estratégia política nacional?<br />
São Paulo é o estado com o maior PIB e o maior colégio eleitoral do Brasil. Conquistar ou ter forte influência em São Paulo é fundamental para a governabilidade federal, para a projeção de poder de um partido e para o sucesso de projetos políticos em nível nacional, funcionando como um termômetro eleitoral e econômico.</p>
<p>Fernando Haddad deixaria o Ministério da Fazenda para uma candidatura em São Paulo?<br />
Caso Fernando Haddad seja efetivamente lançado como candidato em São Paulo, ele precisaria se descompatibilizar do Ministério da Fazenda dentro dos prazos eleitorais estabelecidos por lei. A decisão final dependeria da estratégia do governo e do próprio Haddad, mas a declaração de Lula já aponta para essa possibilidade.</p>
<p>Como a oposição deve reagir a esse movimento do governo?<br />
A oposição provavelmente intensificará suas próprias articulações e buscará antecipar a definição de seus candidatos para São Paulo. O objetivo será contrapor a estratégia governista e consolidar suas bases, aproveitando o tempo que antecede as eleições para fortalecer suas candidaturas e propostas.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre as próximas movimentações no cenário político paulista e as implicações para o Brasil, acompanhando de perto as análises e notícias sobre este importante tabuleiro eleitoral.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://economia.uol.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://economia.uol.com.br</a></em></p>
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		<title>Brasil e índia fortalecem laços em tecnologia, defesa e comércio bilateral</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/brasil-e-india-fortalecem-lacos-em-tecnologia-defesa-e-comercio-bilateral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2025 04:00:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil e a Índia solidificaram sua parceria estratégica com a assinatura de acordos abrangentes nas áreas de tecnologia, defesa e indústria aeronáutica. A iniciativa ocorreu durante a inauguração do escritório da Embraer em Nova Délhi, com a presença do vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil e a Índia solidificaram sua parceria estratégica com a assinatura de acordos abrangentes nas áreas de tecnologia, defesa e indústria aeronáutica. A iniciativa ocorreu durante a inauguração do escritório da Embraer em Nova Délhi, com a presença do vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, e outras autoridades brasileiras.</p>
<p>Alckmin destacou o crescente interesse de empresas indianas em investir no Brasil e vice-versa, vislumbrando um futuro promissor para a relação bilateral. Ele enfatizou que os modelos da Embraer já operam na Índia, atendendo à demanda por voos regionais com custos reduzidos e maior eficiência.</p>
<p>A Força Aérea Indiana manifestou interesse na aquisição do avião cargueiro C-390, um movimento que, segundo Alckmin, representaria um &#8220;salto estratégico&#8221; na relação bilateral, promovendo a transferência de tecnologia, a geração de empregos e o fortalecimento da soberania de ambos os países. O ministro da Defesa, José Múcio, avaliou que a abertura do escritório da Embraer na Índia é um passo concreto na construção de pontes industriais e tecnológicas, evidenciando o compromisso da empresa em investir no país.</p>
<p>No âmbito comercial, Brasil e Índia estabeleceram um cronograma para expandir o Acordo de Comércio Preferencial Mercosul-Índia, visando elevar o comércio bilateral para US$ 15 bilhões em 2025 e US$ 20 bilhões até 2026. O governo brasileiro busca ampliar o número de produtos beneficiados e aprofundar as preferências comerciais.</p>
<p>Alckmin também mencionou a publicação de dois decretos relevantes para as relações comerciais entre os países, um estabelecendo um acordo de facilitação de investimentos e outro evitando a bitributação, o que, segundo ele, trará mais segurança jurídica para o desenvolvimento econômico entre Brasil e Índia. Além disso, a partir da próxima semana, a emissão de vistos eletrônicos para negócios e consultorias facilitará as transações entre os dois países.</p>
<p>Na área da saúde, foi firmada uma parceria entre a Fiocruz e uma empresa indiana, com potencial para transferência de tecnologia de vacinas. No setor de petróleo, a Petrobras assinou um contrato para exportar mais de 6 milhões de barris para a Índia. Alckmin convidou a Índia a participar da disputa pelos blocos de exploração de petróleo nas bacias de Campos e de Santos, a serem lançados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).</p>
<p>A missão brasileira à Índia contou com a participação de representantes de 20 setores, incluindo agronegócio, tecnologia, energia e saúde.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>&#8220;O que importa é o compromisso com o povo&#8221;, diz Lula ao lançar nova etapa do Periferia Viva em Osasco</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 20:39:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, nesta quinta-feira, 25 de julho, em Osasco (SP), da cerimônia de anúncio do Novo PAC Seleções 2025 no âmbito do programa Periferia Viva – Urbanização de Favelas. Com foco na promoção da dignidade, mobilidade e infraestrutura nas áreas mais vulneráveis das cidades brasileiras, a iniciativa contempla 49 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, nesta quinta-feira, 25 de julho, em Osasco (SP), da cerimônia de anúncio do Novo PAC Seleções 2025 no âmbito do programa Periferia Viva – Urbanização de Favelas. Com foco na promoção da dignidade, mobilidade e infraestrutura nas áreas mais vulneráveis das cidades brasileiras, a iniciativa contempla 49 comunidades de 32 municípios em 12 estados, com investimento total de R$ 4,67 bilhões.</p>
<blockquote class="pullquote"><p>O que nós estamos tentando fazer é diminuir o sofrimento desse povo. O povo levanta cedo, trabalha, espera ônibus lotado, recebe pouco, vive num lugar com lixo, esgoto e insegurança. Não é justo. A gente precisa cuidar disso — senão, para que ser presidente da República&#8221;<br />
<em>LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA</em><br />
<em>Presidente da República</em></p></blockquote>
<p>Durante o evento, Lula reforçou o papel do Estado em garantir condições mínimas de cidadania e qualidade de vida para a população das periferias urbanas. &#8220;O que nós estamos tentando fazer é diminuir o sofrimento desse povo. O povo levanta cedo, trabalha, espera ônibus lotado, recebe pouco, vive num lugar com lixo, esgoto e insegurança. Não é justo. A gente precisa cuidar disso — senão, para que ser presidente da República?&#8221;, questionou.</p>
<p>Lula destacou ainda que o Novo PAC tem critérios objetivos e é um instrumento de planejamento que muda realidades. &#8220;Todos os governadores e prefeitos, gostem ou não de nós, puderam inscrever seus projetos. E se o projeto tiver consistência, ele será financiado. O que importa é o compromisso com o povo&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>SÃO PAULO —</strong> O estado de São Paulo será o maior beneficiado nesta etapa do Periferia Viva, com R$ 2 bilhões em recursos destinados a 13 comunidades. Só em Osasco, serão R$ 200 milhões para intervenções na Favela da 13, no bairro Jaguaripe, e na comunidade do Limite, no bairro Santa Maria. A iniciativa prevê a construção de 240 unidades habitacionais na Favela da 13 e 194 unidades na Favela do Limite.</p>
<p>&#8220;É um processo completo de levar dignidade às comunidades. Estamos falando de habitação, canalização, esgoto, água tratada, equipamentos de lazer e cultura. Só aqui em Osasco já investimos R$ 88 milhões na primeira etapa e agora destinamos mais R$ 82 milhões”, explicou o ministro das Cidades, Jader Filho. O prefeito de Osasco, Gerson Pessoa, agradeceu os investimentos e celebrou a parceria. &#8220;Fico muito feliz da gente estar caminhando rumo a uma Osasco cada vez melhor&#8221;, afirmou.</p>
<div align="center">
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</div>
<p><strong>NOVA ETAPA —</strong> A cerimônia marcou ainda a assinatura do contrato da segunda fase da urbanização do Jardim Rochdale, bairro historicamente afetado por alagamentos. A nova etapa, no valor de R$ 82 milhões, prevê a construção de infraestrutura urbana (pavimentação, microdrenagem, macrodrenagem, rede de coleta de esgoto sanitário, rede de abastecimento de água, rede elétrica e de iluminação pública), recuperação ambiental, construção de praça, regularização fundiária, construção de 166 novas moradias e melhorias em 319 unidades habitacionais do local, além de trabalho social com 481 famílias.</p>
<p>O projeto também contempla a regularização fundiária das áreas de Rochdale 01, 02 e 03, Chapéu de Couro e Portal D&#8217;Oeste, com investimento de R$ 3,1 milhões, beneficiando diretamente 1.230 famílias e mais de 4.300 pessoas.</p>
<p>O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, também destacou a atuação do Governo Federal em parceria com os municípios. &#8220;É uma alegria voltar ao Jardim Rochdale com o presidente Lula, que vem liberar milhões de reais em moradia, regularização fundiária e infraestrutura. Lula é amigo de Osasco e dos municípios&#8221;, pontuou.</p>
<div align="center"><iframe class="flickr-embed-frame" width="1152" height="738" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-natural-width="1600" data-natural-height="1025" data-loaded="true" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
<p><strong>PROPOSTAS HABILITADAS —</strong> As propostas habilitadas na seleção nacional envolvem 5.606 unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida, 8.434 unidades habitacionais com financiamento, 8.465 melhorias habitacionais e o benefício a 375 mil famílias. Com a publicação da portaria ministerial de habilitação, as propostas agora seguem para validação junto à Caixa Econômica Federal, conforme os procedimentos de financiamento do Programa Pró-Moradia, com recursos do FGTS.</p>
<p>&#8220;Esses projetos contemplam urbanização integrada, iluminação, pavimentação, contenção de encostas, construção de casas, reassentamentos e equipamentos culturais e educacionais. Todas as propostas elegíveis foram incluídas. É uma política de Estado&#8221;, disse o ministro da Casa Civil, Rui Costa.</p>
<p class="callout"><strong>PERIFERIA VIVA —</strong> O Programa Periferia Viva destina, por meio do Novo PAC, recursos para melhorias de condições de vida nas periferias urbanas brasileiras. A iniciativa tem a integração de 17 ministérios envolvidos na articulação de políticas, numa demonstração de que a melhoria da vida nas favelas transcende a infraestrutura básica e exige ações coordenadas em diversas frentes. O Ministério das Cidades promove obras de urbanização em favelas, palafitas, loteamentos informais que incluem todo o conjunto de necessidades de infraestrutura urbana (saneamento básico, contenção de encostas, sistema viário, iluminação pública), recuperação ambiental, melhorias habitacionais, produção de moradias, regularização fundiária e trabalho social. Os demais ministérios promovem outras ações articuladas para impulsionar a transformação urbana que já está sendo construída.</p>
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		<title>Comitiva federal visita o Amazonas e garante recursos e apoio a municípios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 21:29:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após sobrevoar regiões afetadas pela estiagem, navegar por palafitas e ouvir moradores e autoridades, vice-presidente anuncia série de ações emergenciais &#160; Dragagem de trechos de rios para melhorar a navegação, ações para garantir o fornecimento de energia, ampliação do combate a incêndios, envio de alimentos, antecipação do Bolsa Família, seguro para pescadores. Uma comitiva do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><i>Após sobrevoar regiões afetadas pela estiagem, navegar por palafitas e ouvir moradores e autoridades, vice-presidente anuncia série de ações emergenciais</i></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dragagem de trechos de rios para melhorar a navegação, ações para garantir o fornecimento de energia, ampliação do combate a incêndios, envio de alimentos, antecipação do Bolsa Família, seguro para pescadores. Uma comitiva do Governo Federal esteve nesta quarta-feira, 4/10, nas regiões amazônicas mais afetadas pela forte estiagem na região. À frente do grupo, o vice-presidente Geraldo Alckmin reforçou o compromisso de atender as principais necessidades do estado e dos municípios com toda a agilidade.<br />
<i><strong>&#8220;Não faltarão recursos. O que tiver de necessidade (os municípios) vão encaminhando para a gente poder, dentro da lei, liberar os recursos o mais rápido possível e atender à população”</strong></i></p>
<p><i><strong>Geraldo Alckmin, vice-presidente da República</strong></i><br />
“Não faltarão recursos. O que tiver de necessidade (os municípios) vão encaminhando para a gente poder, dentro da lei, liberar os recursos o mais rápido possível e atender à população”, disse Alckmin.</p>
<p>O objetivo da comitiva, além de registrar o apoio às famílias atingidas pela estiagem e pela tragédia do deslizamento de um barranco na comunidade do Arumã, em Beruri (município a 173 quilômetros de Manaus), foi anunciar um pacote de ações para o enfrentamento das dificuldades vividas no estado.<br />
<a href="https://s2310.releasespress.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5mbGlja3IuY29tJTJGcGhvdG9zJTJGdmljZS1wcmVzaWRlbnRlJTJGYWxidW1zJTJGNzIxNzc3MjAzMTE2OTcyNzMlMkZ3aXRoJTJGNTMyMzMxNjY4NDclMkY6NjkxMjM2MTA4Ompvcm5hbGRpZ2l0YWxkYXJlZ2lhb29lc3RlQGdtYWlsLmNvbTphZTMzOTM6NWI=" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://s2310.releasespress.com/link.php?code%3DbDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5mbGlja3IuY29tJTJGcGhvdG9zJTJGdmljZS1wcmVzaWRlbnRlJTJGYWxidW1zJTJGNzIxNzc3MjAzMTE2OTcyNzMlMkZ3aXRoJTJGNTMyMzMxNjY4NDclMkY6NjkxMjM2MTA4Ompvcm5hbGRpZ2l0YWxkYXJlZ2lhb29lc3RlQGdtYWlsLmNvbTphZTMzOTM6NWI%3D&amp;source=gmail&amp;ust=1696540407591000&amp;usg=AOvVaw13DIlY_uIfAQJjSiWNjOiB">» Fotos em alta resolução (Flickr)</a><br />
Além de Alckmin, integraram a comitiva os ministros Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança Climática), Sônia Guajajara (Povos Indígenas), Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional), Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), Alexandre Silveira (Minas e Energia), José Mucio Monteiro (Defesa), André de Paula (Pesca e Aquicultura) e a secretária executiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, além de representantes dos ministérios da Saúde, Desenvolvimento Social, Secretaria de Relações Institucionais (SRI) e Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O grupo sobrevoou áreas afetadas pela seca nos municípios de Iranduba, navegou e caminhou entre palafitas e realizou uma visita à comunidade do Catalão. Os ministros ouviram de moradores, representantes locais, de parlamentares, prefeitos e do governador Wilson Lima as principais dificuldades enfrentadas no Amazonas. A partir disso, fizeram os seguintes anúncios:</p>
<table class="m_-4260912484933863951image" width="760" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><a href="https://s2310.releasespress.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5nb3YuYnIlMkZzZWNvbSUyRnB0LWJyJTJGYXNzdW50b3MlMkZub3RpY2lhcyUyRjIwMjMlMkYxMCUyRmNvbWl0aXZhLWZlZGVyYWwtdmlzaXRhLW8tYW1hem9uYXMtZS1nYXJhbnRlLXJlY3Vyc29zLWUtYXBvaW8tYS1tdW5pY2lwaW9zJTJGNTMyMzMxNjY4NDdfNDE5NzI3ZjIyOF9rLmpwZzo2OTEyMzY%0DxMDg6am9ybmFsZGlnaXRhbGRhcmVnaWFvb2VzdGVAZ21haWwuY29tOmMyZTRhNTo1Yg==" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://s2310.releasespress.com/link.php?code%3DbDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5nb3YuYnIlMkZzZWNvbSUyRnB0LWJyJTJGYXNzdW50b3MlMkZub3RpY2lhcyUyRjIwMjMlMkYxMCUyRmNvbWl0aXZhLWZlZGVyYWwtdmlzaXRhLW8tYW1hem9uYXMtZS1nYXJhbnRlLXJlY3Vyc29zLWUtYXBvaW8tYS1tdW5pY2lwaW9zJTJGNTMyMzMxNjY4NDdfNDE5NzI3ZjIyOF9rLmpwZzo2OTEyMzY%250DxMDg6am9ybmFsZGlnaXRhbGRhcmVnaWFvb2VzdGVAZ21haWwuY29tOmMyZTRhNTo1Yg%3D%3D&amp;source=gmail&amp;ust=1696540407591000&amp;usg=AOvVaw3AtSsc4gHO736jb_ItiODs"><img decoding="async" class="CToWUd" src="https://ci4.googleusercontent.com/proxy/bLAJP8DlMTMSnZ1c-ILc0edA5Tl2c8KDyi2WNKgKK1tGGm1MDHnRMI1yNWGJCZqYNYvGwWTEzDBi3O-hRZSoRjzB23ZwPx1kiCJQFTNjJBciTop-O6SDy6Zc-N-nk3rUq9C5XAcgvt6N9YDCVDRSs43B2UEZY9T4pLIphZexVebnGtHrltM2truo3FFVDkYte_yw9Mse8Qiw6yKuCJL3FNReH5eGVLNVAXH0PrHDv884JdZaOA=s0-d-e1-ft#https://s2310.releasespress.com/1iVjO5MDOjhzY602bj5CbpFWbnBUZ0NXZv9WYpdWZyFGZsFGdpdWakxWYuJ3bqpDOwEjNzITM5YjOnBnauQTO2YjNwUDO1IjRyUCO1Izb0VXYGJTJ2IDMx8VL0ETLfpjN" alt="" width="760" data-bit="iit" /></a></p>
<table border="0" width="760" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="760">Estiagem aumentou imensamente a faixa de areia. Dragagem vai ampliar navegabilidade em alguns pontos. Foto: Cadu Gomes / VPR</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRANSPORTES – </strong>Foi dada a ordem de serviço para a dragagem de oito quilômetros do Rio Solimões, entre Tabatinga e Benjamin Constant. A obra, com custo estimado em R＄ 30 milhões, deve ficar pronta em até 45 dias. O Governo Federal também trabalha para contratar a dragagem de 12 quilômetros no Rio Madeira, na região do Tabocal até a foz do Rio Amazonas, ao custo de R＄ 100 milhões. As dragagens pretendem assegurar a navegabilidade na região, já que os rios são importantes vias de escoamento de cargas e produtos da região, inclusive da Zona Franca de Manaus, e de transporte de pessoas. O Ministério dos Portos e Aeroportos e o Dnit farão um estudo para verificar a necessidade de dragagem em outros locais.<br />
<strong>ENERGIA – </strong>O suprimento de energia está garantido na região. O vice-presidente Geraldo Alckmin explicou que houve um trabalho de reserva de combustível de óleo diesel e com isso, mesmo com a paralisação da Usina de Santo Antônio, o fornecimento está assegurado. Alckmin adiantou que ainda nesta quarta haveria uma reunião com a participação de representantes do Operador Nacional do Sistema Elétrico (NOS) para avaliar a necessidade de contratação de térmica para a região. Na semana passada, o Governo Federal anunciou que investirá R＄ 56 bilhões em transmissão de energia e que a maior parte será destinada à região Norte e Nordeste. Desse total, os primeiros R＄ 16 bilhões já foram assinados na semana passada e um novo leilão ocorrerá ainda neste ano.<br />
<strong>QUEIMADAS – </strong>O<strong> </strong>Ministério da Defesa, por meio do Exército, trabalha no combate às queimadas no Amazonas. O Ministério do Meio Ambiente deslocou 191 brigadistas para apoiar os trabalhos na região. “A visita da comitiva é um ato de colaboração e solidariedade com o povo do Amazonas”, frisou a ministra Marina Silva.<br />
<strong>AJUDA HUMANITÁRIA – </strong>A comitiva reforçou que as prefeituras precisam encaminhar os planos de trabalho ao Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional para que os recursos voltados para ações humanitárias possam ser liberados o mais rápido possível. Referindo-se especificamente ao caso da tragédia do deslizamento em Beruri, que resultou na morte de duas pessoas, o vice-presidente explicou que o Auxílio Abrigamento, com valores de R＄ 400 por pessoa atingida, serão transferidos para as prefeituras municipais.<br />
<strong>BOLSA FAMÍLIA E BPC– </strong>Para os municípios em situação de emergência, os pagamentos do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) serão unificados no dia 19 de outubro.<br />
<strong>AGRICULTURA FAMILIAR</strong> &#8211; Para os agricultores inscritos no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) que tiveram perdas decorrentes da estiagem, será feito o pagamento do seguro integral. Esse apoio tem como objetivo garantir a subsistência do pequeno agricultor em caso de perdas de receitas por conta de fenômenos naturais, pragas ou doenças.<br />
<strong>PESCA – </strong>Ciente de que boa parte da população do Amazonas vive da pesca, o Ministério da Pesca e Aquicultura e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima vão atuar para antecipar em dois meses o Seguro Defeso, que começaria a ser pago em 15 de novembro. O Seguro é um benefício pago ao pescador artesanal quando ele fica proibido de exercer a atividade pesqueira durante o período de defeso de alguma espécie.<br />
<strong>SAÚDE – </strong>Na área da saúde, as prefeituras foram orientadas a encaminhar o pleito para acesso ao kit medicamento ao Ministério da Saúde. Cada kit tem capacidade para atender 15 mil pessoas. Alckmin ainda lembrou que o Mais Médicos liberou 240 profissionais para Manaus e 540 para o Amazonas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><i><strong>Fonte:</strong> Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República</i></p>
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		<item>
		<title>Estímulo à venda de automóveis leva setor a recorde histórico de 27 mil emplacamentos num dia</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/estimulo-a-venda-de-automoveis-leva-setor-a-recorde-historico-de-27-mil-emplacamentos-num-dia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 10:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde o início do programa, em junho, 125 mil veículos foram adquiridos por meio do crédito tributário oferecido pelo Governo Federal ao segmento &#160;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Desde o início do programa, em junho, 125 mil veículos foram adquiridos por meio do crédito tributário oferecido pelo Governo Federal ao segmento</em></h4>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Alckmin detalha incentivo à indústria automotiva e redução de preço de carros, caminhões e ônibus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2023 16:01:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Alckmin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa dará descontos direto ao consumidor de 1,6% a 11,6% para carros novos, com base em critérios de preço, emissão de poluentes e cadeia produtiva; caminhões e ônibus também entram O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, anunciou na segunda-feira, 5/6, que o presidente da República Luiz Inácio Lula da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><i>Iniciativa dará descontos direto ao consumidor de 1,6% a 11,6% para carros novos, com base em critérios de preço, emissão de poluentes e cadeia produtiva; caminhões e ônibus também entram</i></h4>
<p>O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, anunciou na segunda-feira, 5/6, que o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva assinou <a href="https://s2306.digitalenvios.com/link.php?code=bDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5pbi5nb3YuYnIlMkZ3ZWIlMkZkb3UlMkYtJTJGbWVkaWRhLXByb3Zpc29yaWEtbi0xLjE3NS1kZS01LWRlLWp1bmhvLWRlLTIwMjMtNDg4MTc2MDgxOjQwNzAyMjgyODY6am9ybmFsZGlnaXRhbGRhcmVnaWFvb2VzdGVAZ21haWwuY29tOjEwYjNkNzo0YQ==" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://s2306.digitalenvios.com/link.php?code%3DbDpodHRwcyUzQSUyRiUyRnd3dy5pbi5nb3YuYnIlMkZ3ZWIlMkZkb3UlMkYtJTJGbWVkaWRhLXByb3Zpc29yaWEtbi0xLjE3NS1kZS01LWRlLWp1bmhvLWRlLTIwMjMtNDg4MTc2MDgxOjQwNzAyMjgyODY6am9ybmFsZGlnaXRhbGRhcmVnaWFvb2VzdGVAZ21haWwuY29tOjEwYjNkNzo0YQ%3D%3D&amp;source=gmail&amp;ust=1686161869136000&amp;usg=AOvVaw2t-UZr6GJMuxy2oigfIemR">Medida Provisória criando um programa temporário de incentivo à indústria automobilística brasileira</a>. A norma prevê redução de preço dos automóveis e incentivo à renovação da frota de caminhões e ônibus com mais de 20 anos de uso, com descontos direto ao consumidor.<br />
Em coletiva no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), ele detalhou como o desconto vai funcionar. Segundo Alckmin, o programa de incentivo tem o objetivo de devolver o dinamismo a um dos setores mais importantes da indústria brasileira .<br />
&#8220;A indústria automobilística representa 20% da manufatura brasileira, mais de 1,2 milhão de empregos, e está com 50% de ociosidade. E nós entendemos que é uma medida transitória&#8221;, explicou o vice-presidente. &#8220;Me lembro quando comprei meu primeiro carro, foi em 48 parcelas; depois troquei, 48 parcelas. Hoje mais de 70% dos veículos só são vendidos à vista, então não vende&#8221;.</p>
<h4>
<p><strong>FAIXAS DE DESCONTO</strong></h4>
<p>Alckmin detalhou que o programa terá três critérios para conceder os maiores descontos: o social, pelo menor preço; o ambiental, para veículos que emitem menos poluentes; e o da densidade industrial, para modelos que possuam um percentual maior de peças e componentes produzidos no Brasil, gerando mais empregos na cadeia produtiva.<br />
O programa alcança carros com preços de mercado até R＄ 120 mi. Os descontos vão de 1,6% a 11,6%. Dessa forma, ficam entre R＄ 2 mil a R＄ 8 mil. Tais valores serão abatidos no momento da compra junto à concessionária.<br />
O valor que a concessionária deixar de receber será coberto pela montadora, que reverterá o montante em crédito tributário. Tal crédito poderá ser usado para pagar tributos ou fazer abatimentos em declarações futuras.</p>
<p>Outro ponto importante é que as vendas de carros com desconto serão exclusivas para pessoas físicas nos primeiros 15 dias, prazo que pode ser prorrogado por até 60 dias, a depender da resposta do mercado. Depois disso, as empresas também poderão se beneficiar do programa.</p>
<p><strong>CAMINHÕES E ÔNIBUS</strong> – Para caminhões e ônibus, o vice-presidente explicou que a intenção é fazer com que os modelos a diesel passem a utilizar o padrão Euro6 em seus motores, para garantir uma emissão ainda menor de poluentes que o padrão atual, o Euro5.</p>
<table style="height: 337px;" width="358" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="768"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=u6eF0PLHlSg" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/watch?v%3Du6eF0PLHlSg&amp;source=gmail&amp;ust=1686161869136000&amp;usg=AOvVaw11JVeD-s-l7B6esNkrjIhy"><img decoding="async" class="CToWUd" src="https://ci6.googleusercontent.com/proxy/ZAdXkGyhYun10IyG2M01Ct_Mtk5BDphYcZH3QlQg3OXCOQ5aum9OWuzcEX0mzaOyYLXrhTsVPdkX9iJg21H1hrtP1xVbnILO6PDS_wVJ6WHeCyjpg49Zm6Lxk5hEmb8sh2IeXwUFXXOo97fJb0EkAN0iwsi_m3_t4zBVeD7_VJJFuSehjVYgzqddtB2KztlX9IYzL_mdO-NgN4O9RDDkaX41xpXh0BwhVYs6VFka1oPPpcLGWQ=s0-d-e1-ft#https://s2306.digitalenvios.com/2hRjOiVWM4UWM602bj5CbpFWbnBUZ0NXZv9WYpdWZyFGZsFGdpdWakxWYuJ3bqpjN4IDOyIDM3ADN6cGcq5CN4YzM1ADN4QjRyUyci1WdoRHd59VL2ETLf9VLwITLfpTN" data-bit="iit" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Estamos procurando estimular a renovação da frota. O objetivo disso é tirar o ônibus velho ou o caminhão velho de circulação, que tem mais de 20 anos de uso, que está poluindo, com problema mecânico. Esse estímulo exige que seja retirado esse veículo&#8221;, disse Alckmin.<br />
Segundo o programa, os descontos para caminhões e ônibus vão de R＄ 33,6 mil a R＄ 99,4 mil. Para obter o benefício, o comprador deve apresentar um veículo licenciado com mais de 20 anos que será retirado para reciclagem.<br />
&#8220;Tem o sentido ambiental, tem o sentido da segurança, da preservação de emprego, de fortalecimento industrial e é transitório. Esperamos que daqui a poucos meses os juros caiam, o crédito fique mais acessível e a economia vá pegando um rumo melhor&#8221;, explicou o vice-presidente.<br />
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, explicou que a inclusão dos veículos maiores no programa ampliou o total de créditos tributários que serão utilizados: de R＄ 500 milhões para R＄ 1,5 bilhão. Dessa forma, serão destinados R＄ 500 milhões para carros leves e menos poluentes, R＄ 700 milhões para caminhões e R＄ 300 milhões para vans e ônibus. O programa acabará quando os recursos disponíveis se esgotarem.<br />
A proposta apresentada ainda prevê a antecipação da reoneração de R＄ 2 bilhões em tributos cobrados sobre o óleo diesel, que ocorrerá em duas fases: a primeira em setembro de 2023, e a segunda, em janeiro de 2024.<br />
<strong>Fonte: </strong>Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República</p>
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