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	<title>voluntariado &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Dia Nacional do Voluntariado: Iniciativas Transformam Vidas e Levam Saúde Mental a Populações Vulneráveis</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 22:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um cenário global marcado por desastres naturais, conflitos e crescentes desafios sociais, a importância da saúde mental emerge como uma pauta urgente. No Dia Nacional do Voluntariado, celebrado nesta sexta-feira (28), a dedicação de profissionais e cidadãos comuns em causas humanitárias e de apoio psicológico ganha destaque. Suas histórias revelam como a doação de [&#8230;]</p>
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<p>Em um cenário global marcado por desastres naturais, conflitos e crescentes desafios sociais, a importância da saúde mental emerge como uma pauta urgente. No Dia Nacional do Voluntariado, celebrado nesta sexta-feira (28), a dedicação de profissionais e cidadãos comuns em causas humanitárias e de apoio psicológico ganha destaque. Suas histórias revelam como a doação de tempo e expertise não apenas oferece suporte vital a quem mais precisa, mas também enriquece a jornada de quem se dedica ao próximo, gerando um ciclo inspirador de solidariedade e transformação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ações Voluntárias em Cenários de Crise: A Expertise de Esly Carvalho</h2>



<p>Com 45 anos de experiência profissional, a psicóloga Esly Carvalho, radicada em Brasília e especialista em traumas, optou por canalizar seu conhecimento para o voluntariado em emergências humanitárias. Ciente da necessidade crítica de intervenções eficazes em situações de desastre, Esly dedicou-se a treinar equipes para lidar com o estresse pós-traumático, defendendo a eficácia de abordagens como a terapia EMDR, que auxilia no desbloqueio de memórias dolorosas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Apoio Psicológico Pós-Terremoto na Venezuela</h3>



<p>Diante da devastação causada pelo terremoto na Venezuela, que resultou na morte de mais de 6 mil pessoas em junho, a psicóloga brasileira desenvolveu um programa de intervenção remoto. Através desta iniciativa, mais de 100 profissionais foram formados, capacitando-os a implementar o trabalho de apoio psicológico e, por sua vez, atender a mais de 500 vítimas. O atendimento segue de forma contínua, com sessões online gratuitas oferecidas todas as quintas-feiras, e se estendeu, via teleatendimento, a vítimas do terremoto na Colômbia. Essa rede de apoio também incluiu voluntários em geral, mobilizados para escuta em acampamentos na região mais atingida de La Guaira.</p>



<p>A psicoterapeuta Deglya Flores, de 59 anos, moradora de Caracas e uma das profissionais orientadas por Esly desde os primeiros dias após o desastre, relata o impacto profundo das cenas que presenciou e a magnitude do sofrimento. Com apenas 17 terapeutas especializados em traumas na Venezuela, o suporte oferecido por videoconferência foi crucial. Deglya descreve os resultados como “maravilhosos”, destacando como muitos, incluindo ela própria, estavam “altamente perturbados” e “desesperados”, encontrando alívio e ferramentas para lidar com a angústia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Crescimento do Projeto Help: Da Iniciativa Local à Rede Nacional de Apoio</h2>



<p>No Brasil, uma outra notável iniciativa de apoio à saúde mental surgiu em 2017, em São Paulo. O Projeto Help nasceu da experiência pessoal de seis amigos que, após superarem crises de depressão, decidiram estender a mão a outros. Eles começaram anexando mensagens de apoio com seus contatos em viadutos e pontes, uma ação que rapidamente ganhou proporções. O grupo original de seis transformou-se em uma rede de 7 mil voluntários espalhados por todos os estados do país, alcançando uma vasta audiência com 389 mil seguidores no Instagram.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Impacto e Metodologia de Atendimento aos Jovens</h3>



<p>O Projeto Help, coordenado nacionalmente por Felipe Santos, atua com uma equipe multidisciplinar, incluindo profissionais de saúde mental e voluntários de diversas áreas. Eles realizam palestras em instituições de ensino e promovem os “cantinhos do desabafo” – espaços de escuta em locais públicos como rodoviárias e parques. Recentemente, voluntários atuaram na estação de trem de Francisco Morato, em São Paulo. O projeto dedica atenção especial aos jovens, uma faixa etária que tem sido cada vez mais afetada por ansiedade e depressão, e busca abordar problemas emergentes como a dependência tecnológica e apostas online, oferecendo também atendimento remoto via WhatsApp como primeiro contato.</p>



<p>Em Brasília, o projeto é coordenado por Thiago Domingos, um militar da Marinha de 31 anos. Sua motivação para o voluntariado surgiu da preocupação com casos de suicídio entre jovens nas Forças Armadas. Thiago e sua equipe focam na prevenção, preenchendo lacunas para aqueles sem recursos para consultas psicológicas. Além dos “cantinhos do desabafo”, eles levam palestras a escolas, onde ouvem relatos de bullying e outras dificuldades enfrentadas pelos estudantes, reforçando o compromisso do Help em promover o bem-estar mental e evitar o isolamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Poder Transformador do Voluntariado em Saúde Mental</h2>



<p>As histórias de Esly Carvalho e do Projeto Help, com suas abordagens distintas, mas igualmente impactantes, ilustram a força do voluntariado em saúde mental. Seja na formação de profissionais em contextos de desastre internacional ou na criação de pontos de escuta em cidades brasileiras, a dedicação voluntária se mostra um pilar fundamental para mitigar o sofrimento e promover a resiliência. Essas iniciativas demonstram que, ao oferecer suporte psicológico e criar redes de solidariedade, é possível não apenas transformar a vida dos atendidos, mas também enriquecer a própria vida dos voluntários, espalhando esperança e conhecimento onde mais são necessários.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/dia-nacional-do-voluntariado-iniciativas-transformam-vidas-e-levam-saude-mental-a-populacoes-vulneraveis/">Dia Nacional do Voluntariado: Iniciativas Transformam Vidas e Levam Saúde Mental a Populações Vulneráveis</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>Jovens de Ribeirão Preto transformam realidades com ações sociais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 07:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Escolas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dedicação de jovens de Ribeirão Preto a ações sociais tem se destacado como um farol de esperança e transformação na comunidade. À medida que o ano se encerra, a sensação de dever cumprido ecoa entre adolescentes como Lia Bardella Monteiro, de 15 anos, e Luis Henrique Vitor Martins Júnior, de 16. Longe das salas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A dedicação de jovens de Ribeirão Preto a ações sociais tem se destacado como um farol de esperança e transformação na comunidade. À medida que o ano se encerra, a sensação de dever cumprido ecoa entre adolescentes como Lia Bardella Monteiro, de 15 anos, e Luis Henrique Vitor Martins Júnior, de 16. Longe das salas de aula, eles dedicam seu tempo livre a iniciativas que visam ajudar o próximo e, nesse processo, redefinem suas próprias perspectivas sobre o mundo. Envolvidos em grupos distintos, mas com o mesmo propósito de solidariedade, esses jovens demonstram como o engajamento cívico pode ser um poderoso agente de mudança, tanto para quem recebe quanto para quem doa seu tempo e esforço, gerando um impacto positivo duradouro em suas vidas e na de tantos outros.</p>
<p> O engajamento juvenil e o Interact Club</p>
<p>A participação em programas de voluntariado e desenvolvimento comunitário tem moldado a visão de mundo de muitos adolescentes. Lia Bardella Monteiro, por exemplo, é integrante ativa do Interact, um programa do Rotary Club que visa desenvolver liderança e serviço comunitário entre jovens de 12 a 18 anos. Para Lia, a experiência vai muito além dos objetivos formais do grupo. Ela relata que o ambiente no Interact incentiva um aprendizado contínuo sobre como lidar com a diversidade de pessoas e realidades, cultivando um senso de acolhimento e altruísmo genuíno. A jovem, que já está há mais de um ano no grupo, percebe a diferença que essas atividades fazem em sua compreensão do mundo e de seu papel na sociedade.</p>
<p> Aprendizado e altruísmo em ação</p>
<p>Lia ingressou no Interact inspirada pela trajetória de seu pai, que também participou do programa em sua juventude. Desde o primeiro contato, ela percebeu um forte estímulo à inclusão e à participação ativa. &#8220;É um aprendizado para lidar com pessoas, porque a gente lida com pessoas muito diversas, tanto nos projetos que a gente faz, quanto estando lá dentro&#8221;, afirma. Essa dinâmica fortalece a união do grupo e prepara os jovens para serem agentes de mudança em suas comunidades, ensinando-os a serem acolhedores e proativos. Para Lia, a experiência no Interact oferece uma valiosa oportunidade de autodesenvolvimento, ao mesmo tempo em que a conecta a causas maiores, reforçando sua convicção de que pode fazer a diferença na vida de outras pessoas.</p>
<p> O projeto Recicla Bike</p>
<p>Um dos projetos mais emblemáticos do qual Lia faz parte é o &#8220;Recicla Bike&#8221;. Anualmente, o grupo arrecada bicicletas usadas, restaura-as e as doa para crianças de comunidades carentes em Ribeirão Preto. Dada a alta demanda, muitas vezes é necessário realizar sorteios, mas o impacto do evento vai além da entrega das bicicletas. O projeto se transforma em uma festa para as crianças, com a presença de barbeiros e trancistas voluntários, e distribuição de brinquedos, proporcionando um dia de alegria e celebração. Essa iniciativa não apenas oferece um bem material, mas também momentos de felicidade e interação que ficam gravados na memória das crianças e das suas famílias, demonstrando a força da solidariedade.</p>
<p> Ordem DeMolay: solidariedade e formação cívica</p>
<p>Luis Henrique Vitor Martins Júnior encontrou na Ordem DeMolay, uma instituição social para jovens do sexo masculino entre 12 e 21 anos, uma plataforma para aprimorar seu senso de solidariedade e formação cívica. Desde abril do ano corrente, Luis tem se dedicado intensamente às atividades do grupo, que, segundo ele, abriu portas para aprimorar uma vocação que sempre esteve presente: a de ajudar o próximo. Ele vê no voluntariado uma oportunidade de desenvolvimento pessoal e de contribuição para o futuro da sociedade, alinhando seu crescimento individual ao bem-estar coletivo e ao fortalecimento dos laços comunitários.</p>
<p> A emoção de servir na prática</p>
<p>Entre as diversas ações da Ordem DeMolay, uma em particular marcou profundamente Luis Henrique: um mutirão de serviços em uma escola pública. Originário da rede pública de ensino, Luis se emocionou ao ver a comunidade sendo beneficiada diretamente por iniciativas como exames de vista gratuitos. &#8220;Um dos atendimentos que a gente teve mais busca foi o exame de vista, que é o que muitas crianças, ainda mais em escolas públicas, têm dificuldade&#8221;, ele relata, destacando que mais de 130 atendimentos foram realizados nessa área específica. Para Luis, que também usa óculos, essa ação sublinha a importância de levar não apenas apoio social, mas também oportunidades concretas de saúde e bem-estar, suprindo uma necessidade básica muitas vezes negligenciada.</p>
<p> Visão de futuro e expansão</p>
<p>Com o sentimento de gratidão pelo ano de 2025, Luis Henrique já projeta um futuro de ainda mais engajamento. Ele expressa o desejo de que a Ordem DeMolay continue a crescer, atraindo mais jovens que compartilhem do mesmo espírito de união e solidariedade. Acreditando que a ação social é uma forma poderosa de levar amor a quem precisa, Luis e seus colegas buscam expandir o alcance de suas atividades e integrar novos membros à sua &#8220;família&#8221; de voluntários. Esse otimismo demonstra a força do movimento juvenil em prol da construção de uma sociedade mais justa e acolhedora, com planos ambiciosos para 2026.</p>
<p> O papel da escola no incentivo ao voluntariado</p>
<p>O crescente engajamento de jovens em ações sociais muitas vezes encontra um ponto de partida fundamental nas instituições de ensino. Em Ribeirão Preto, a Secretaria Municipal de Educação tem desempenhado um papel crucial nesse incentivo, desenvolvendo projetos que encorajam adolescentes a se envolverem ativamente em programas que beneficiam suas comunidades. Roberta Poltronieri, gerente de gestão democrática da secretaria, enfatiza o papel transformador da escola como &#8220;guardiã dos sonhos dos jovens&#8221;, um espaço onde ideias são cultivadas e oportunidades são apresentadas, muitas vezes mudando o curso da vida de muitos estudantes.</p>
<p> Gestão democrática e oportunidades de aprendizado</p>
<p>A gestão democrática coordena iniciativas participativas em escolas municipais, como conselhos e grêmios estudantis, além de fóruns de discussão. Essas plataformas oferecem aos alunos um espaço para a aprendizagem que transcende o currículo tradicional, conectando-os a temas relevantes para a vida em sociedade e para a própria cidade. &#8220;Essas oportunidades mostram que quando você oferece espaço de aprendizagem para os alunos, que não seja só aprendizagem de leitura e de escrita na escola, mas aprendizagem na cidade, eles se engajam, eles aprendem e demonstram interesse&#8221;, explica Roberta. Em 2025, seis escolas já participaram desses projetos, e a expectativa é ampliar ainda mais essa adesão para os próximos anos, visando um impacto ainda maior.</p>
<p> A expansão dos projetos</p>
<p>Para o próximo ano, a gerente de gestão democrática almeja uma maior integração entre os projetos escolares e as demandas sociais. A intenção é que os professores sejam incentivados a desenvolver conteúdos e iniciativas que engajem os alunos em temas transversais à educação formal. Ao adotar essas abordagens, as escolas podem oferecer aos estudantes mais oportunidades de aprendizado prático e relevante para suas vidas e para a sociedade em que estão inseridos. Essa visão busca formar cidadãos mais conscientes, participativos e preparados para fazer a diferença em suas comunidades, construindo pontes entre o conhecimento acadêmico e a realidade social.</p>
<p> O legado da solidariedade juvenil</p>
<p>A trajetória de jovens como Lia e Luis Henrique em Ribeirão Preto exemplifica o poder transformador do voluntariado. Suas histórias revelam que o engajamento em ações sociais não apenas beneficia diretamente as comunidades, mas também promove um desenvolvimento pessoal profundo, cultivando empatia, liderança e uma visão mais ampla do mundo. A dedicação desses adolescentes, aliada ao suporte de instituições como o Interact, a Ordem DeMolay e a própria Secretaria de Educação, constrói um futuro mais solidário e consciente. O legado que esses jovens estão pavimentando é um testemunho da capacidade da nova geração em enfrentar desafios sociais e inspirar mudanças significativas, mostrando que a idade não é um impeditivo para ser um agente de transformação.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre o voluntariado juvenil</p>
<p> Quais são os principais benefícios do voluntariado para os jovens?<br />
O voluntariado oferece aos jovens uma gama de benefícios, incluindo o desenvolvimento de habilidades de liderança, empatia e comunicação. Ele expande suas perspectivas sobre diferentes realidades sociais, fomenta o senso de responsabilidade cívica e proporciona uma profunda satisfação pessoal ao contribuir para o bem-estar do próximo. Além disso, pode ser uma excelente forma de construir um currículo e rede de contatos, o que pode ser útil em futuras oportunidades acadêmicas e profissionais.</p>
<p> Como os jovens podem se engajar em ações sociais em suas comunidades?<br />
Há diversas maneiras de se engajar. Jovens podem procurar organizações como o Interact (Rotary Club), Ordem DeMolay, escoteiros, ou grupos de voluntariado ligados a igrejas, ONGs locais e escolas. Muitas cidades também possuem secretarias de educação ou assistência social que coordenam projetos comunitários. O primeiro passo é pesquisar as opções disponíveis e encontrar uma causa que ressoe com seus interesses e valores, ou até mesmo propor uma nova iniciativa.</p>
<p> Qual o papel das escolas no fomento ao voluntariado estudantil?<br />
As escolas desempenham um papel vital ao criar um ambiente que estimule a participação cívica. Isso pode ser feito através da promoção de projetos sociais como parte do currículo, formação de grêmios estudantis ativos, parcerias com organizações de voluntariado e incentivo a professores para desenvolverem atividades que conectem a aprendizagem em sala de aula com as necessidades da comunidade. Ao oferecerem oportunidades de aprendizado prático e relevante, as escolas capacitam os alunos a se tornarem cidadãos engajados e proativos desde cedo.</p>
<p>Interessado em fazer a diferença? Explore oportunidades de voluntariado em sua região e contribua para um futuro mais justo e solidário.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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