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	<title>VNL &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>VNL &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Mesmo sem o título da VNL, o vôlei feminino brasileiro fez bonito na China</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 21:38:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi Foi emocionante acompanhar pela TV, neste fim de semana, a Seleção Brasileira feminina de vôlei na fase final da VNL, a Liga das Nações. Em Macau, na China, a equipe comandada pelo extraordinário Zé Roberto Guimarães conquistou a medalha de prata ao ser superada pela Turquia na grande decisão [&#8230;]</p>
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<p><em><strong>Por Jairo Giovenardi &#8211; @jairogiovenardi</strong></em></p>
<p>Foi emocionante acompanhar pela TV, neste fim de semana, a Seleção Brasileira feminina de vôlei na fase final da VNL, a Liga das Nações. Em Macau, na China, a equipe comandada pelo extraordinário Zé Roberto Guimarães conquistou a medalha de prata ao ser superada pela Turquia na grande decisão por 3 sets a 1. Apesar de não ter alcançado o inédito título, a campanha deixa muitos aspectos positivos, sobretudo pensando na construção de uma equipe sólida para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.</p>
<p>Ao longo da competição, o Brasil foi bem e conquistou duas vitórias sobre a Itália, melhor seleção do mundo na atualidade: uma na fase classificatória, em Brasília, e outra na semifinal, em dois confrontos de altíssimo nível.</p>
<p>E é justamente ao falar de nível que faço questão de exaltar o trabalho de Zé Roberto Guimarães. Multicampeão no comando da seleção feminina, vencedor também no vôlei masculino e em clubes, ele é um dos maiores nomes da história do esporte brasileiro. Esse reconhecimento vai muito além dos inúmeros títulos e de mais um pódio conquistado na VNL.</p>
<p>Independentemente da modalidade, conduzir um processo de renovação em uma seleção nacional é sempre um enorme desafio. Zé Roberto, porém, faz isso com maestria.</p>
<p>É claro que qualquer equipe de voleibol do mundo gostaria de contar eternamente com craques como Fabi Alvim, Sheilla, Paula Pequeno, Ana Moser, Fernanda Venturini, Fabiana, Virna, Leila, Jaqueline e Fofão. Mas essas referências permanecem eternas apenas na memória e no coração dos torcedores. Encontrar substitutas à altura, mantendo o Brasil entre as principais potências do voleibol mundial, exige conhecimento, sensibilidade, muito trabalho e uma competência rara, todas as qualidades que Zé Roberto demonstra há décadas.</p>
<p>É verdade que a Seleção Brasileira feminina não conquista um grande título desde 2017, quando venceu o Grand Prix. Desde então, foram cinco vice-campeonatos da VNL, incluindo o deste domingo, além de duas medalhas olímpicas: prata em Tóquio 2020 e bronze em Paris 2024. Ainda assim, esses resultados merecem ser valorizados.</p>
<p>A final contra a Turquia, aliás, foi extremamente equilibrada. As campeãs contam com grandes craques, como Melissa Vargas, Baladin, Aydin, Güneş e Şahin. Da mesma forma que superou a poderosa Itália, o Brasil mostrou que tem condições de vencer qualquer adversário em uma grande competição. O trabalho está sendo muito bem conduzido, a evolução do grupo é nítida e ele parece cada vez mais preparado para disputar os maiores títulos do cenário internacional. Voltar ao topo do pódio, portanto, tende a ser consequência.</p>
<p>Também é preciso considerar os importantes desfalques na fase final da VNL. A equipe não contou com a capitã Gabi, além de Nyeme, Júlia Kudiess e Tainara. Mesmo assim, mostrou que possui um elenco forte e talentos capazes de conduzir o Brasil à luta pela medalha de ouro em Los Angeles.</p>
<p>Podem ter certeza: ainda ouviremos falar muito de Ana Cristina, Júlia Bergmann, Rosamaria, Luzia e Roberta. São atletas talentosas, comprometidas e lideradas por um dos maiores treinadores da história do voleibol mundial.</p>
<p>Assistir à Seleção Brasileira feminina de vôlei é ter a certeza de emoção, intensidade e, acima de tudo, orgulho. Muito orgulho.</p>
<p><strong>Quem é o Jairo?</strong></p>
<p>Jairo Giovenardi é jornalista. Foi assessor de imprensa do Palmeiras e do São Bernardo Futebol Clube, produtor do Bandsports, repórter da revista oficial do Palmeiras, dos jornais Lance e Folha Universitária e das rádios ABC e Trianon. Atualmente é CEO da JGCOM, empresa especializada em Comunicação, e comanda o Podcast “Bora Saber +”.</p>
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		<title>Brasil Conquista o Quinto Vice-Campeonato na Liga das Nações em Batalha Eletrizante Contra a Turquia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 21:21:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[brasil]]></category>
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<p>A seleção brasileira feminina de vôlei adiou, mais uma vez, o sonho do título inédito da Liga das Nações (VNL). Em uma final emocionante realizada em Macau, China, neste domingo (26), as guerreiras do Brasil foram superadas de virada pela forte equipe da Turquia, que conquistou seu segundo título na competição. A partida, que reeditou o embate pelo bronze olímpico nos Jogos de Paris onde o Brasil levou a melhor, terminou com o placar de 3 sets a 1 para as turcas, com parciais de 25/23, 23/25, 24/26 e 21/25.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Conquista Turca e o Brilho de Melissa Vargas</h2>



<p>O triunfo da Turquia marcou seu bicampeonato na VNL, um ano após a primeira consagração em 2023. A grande estrela da final foi a oposta Melissa Vargas, cubana naturalizada turca, que teve uma atuação monumental ao cravar impressionantes 33 ataques decisivos. Sua performance não só conduziu sua equipe à vitória, mas também lhe rendeu o merecido prêmio de Melhor Jogadora da Liga das Nações. Além dela, Hande Baladın também contribuiu significativamente com 19 pontos, solidificando a força ofensiva turca.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Luta Brasileira e o Histórico de Vices</h2>



<p>Pelo lado da seleção brasileira, a dedicação e o empenho foram evidentes. A ponteira Ana Cristina foi o principal destaque ofensivo da equipe, registrando 25 pontos, enquanto a oposta Rosamaria também teve uma atuação consistente, contribuindo com 19 pontos. Apesar da garra demonstrada, o Brasil não conseguiu converter a vantagem inicial, quebrando a sequência de vitórias e amargando seu quinto vice-campeonato na história do torneio. As edições anteriores em que a Amarelinha ficou com a prata foram em 2019, 2021, 2022 e 2025.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desafios e a Visão do Treinador José Roberto Guimarães</h2>



<p>A trajetória da seleção brasileira nesta edição da VNL foi marcada por importantes desafios. O técnico José Roberto Guimarães precisou lidar com desfalques de peso, como a ponteira Gabi, poupada devido a um desconforto lombar, as opostas Tanara e Julia Kudiess, afastadas por lesão, e a líbero Nyeme, em licença-maternidade. Após a final, o treinador expressou um sentimento de que “dava mais um pouco”, mas ressaltou a luta, a atitude e o comprometimento do grupo. Ele destacou o surgimento de novas jogadoras e a importância de focar no futuro e nos próximos compromissos da equipe.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Pódio Completo e os Próximos Passos do Brasil</h2>



<p>Com a vitória da Turquia e o vice-campeonato do Brasil, o pódio da Liga das Nações foi completado pela Itália, que conquistou a medalha de bronze. As italianas, que haviam sido derrotadas pelo Brasil na semifinal, superaram a anfitriã China por 3 sets a 1 (25/16, 23/25, 25/22 e 25/13) na disputa pelo terceiro lugar. Agora, o foco da seleção brasileira se volta para o Campeonato Sul-Americano, que acontecerá entre os dias 8 e 13 de setembro, no Ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. Este torneio será crucial, pois a equipe vencedora garantirá uma vaga direta para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.</p>



<p>Embora o ouro inédito na Liga das Nações tenha escapado mais uma vez, a campanha brasileira reforçou a resiliência e a profundidade de seu elenco, mesmo diante de adversidades. Com um olhar estratégico para o Campeonato Sul-Americano e a qualificação olímpica, a seleção feminina de vôlei demonstra que a busca por títulos e o desenvolvimento de novos talentos permanecem como prioridades, mantendo acesa a chama da paixão e da expectativa dos torcedores por futuras glórias.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/brasil-conquista-o-quinto-vice-campeonato-na-liga-das-nacoes-em-batalha-eletrizante-contra-a-turquia/">Brasil Conquista o Quinto Vice-Campeonato na Liga das Nações em Batalha Eletrizante Contra a Turquia</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>Vôlei Feminino: Brasil Encerra Fase Classificatória da VNL com Derrota para os EUA e Desfalque Importante</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 14:55:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A seleção feminina de vôlei do Brasil concluiu sua jornada na fase classificatória da Liga das Nações (VNL) 2026 com um revés diante dos Estados Unidos. Em partida disputada na madrugada deste domingo (12/7) em Osaka, Japão, a equipe brasileira foi superada por 3 sets a 0. O resultado, embora não altere a classificação para [&#8230;]</p>
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<p>A seleção feminina de vôlei do Brasil concluiu sua jornada na fase classificatória da Liga das Nações (VNL) 2026 com um revés diante dos Estados Unidos. Em partida disputada na madrugada deste domingo (12/7) em Osaka, Japão, a equipe brasileira foi superada por 3 sets a 0. O resultado, embora não altere a classificação para a fase final, foi acompanhado por uma notícia preocupante que pode impactar o desempenho do time nas etapas decisivas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Duelo Contra os Estados Unidos: Um Desafio Intenso</h2>



<p>O confronto contra a forte equipe norte-americana apresentou sets disputados, mas que terminaram com a vantagem adversária. Os Estados Unidos venceram as parciais por 26/24, 25/22 e 25/16, demonstrando consistência nos momentos cruciais. Apesar do resultado adverso, o Brasil teve em Ana Cristina sua principal arma ofensiva, com a ponteira acumulando 18 pontos, sendo a maior pontuadora da equipe na partida e evidenciando seu protagonismo individual.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Balanço da Fase Classificatória e Caminho para as Finais</h2>



<p>Apesar da derrota no último compromisso, a seleção brasileira, sob o comando do técnico José Roberto Guimarães, encerrou a fase de classificação da VNL em uma sólida terceira posição. O retrospecto geral da equipe ao longo desta etapa foi de nove vitórias e apenas três resultados negativos, garantindo a qualificação para a fase final da competição. O próximo desafio está marcado para Macau, na China, onde as quartas de final terão início a partir do dia 22 de julho. A equipe aguarda a conclusão dos demais jogos da rodada para conhecer oficialmente seus próximos adversários na luta pelo título.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desfalque Crucial: A Lesão de Júlia Kudiess</h2>



<p>Além do revés em quadra, o noticiário da seleção foi abalado pela confirmação de uma séria lesão sofrida pela central Júlia Kudiess. Exames revelaram que a atleta rompeu o Ligamento Cruzado Anterior (LCA) do joelho esquerdo. Este grave incidente tira a jogadora do restante da Liga das Nações, representando um desfalque significativo para o elenco brasileiro nas decisivas partidas da fase final. A ausência de Kudiess exige que a comissão técnica reorganize estratégias e a rotação de jogadoras para suprir a lacuna deixada por uma peça importante no bloqueio e ataque.</p>



<p>Com a fase classificatória concluída e o foco voltado para os desafios em Macau, a seleção brasileira de vôlei feminino agora se prepara para as etapas eliminatórias da VNL. Apesar da derrota final na fase de grupos e do baque da lesão de Júlia Kudiess, a equipe mantém a expectativa de lutar pelo título, buscando superar as adversidades e demonstrar a força do vôlei nacional no cenário internacional.</p>

<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/volei-feminino-brasil-encerra-fase-classificatoria-da-vnl-com-derrota-para-os-eua-e-desfalque-importante/">Vôlei Feminino: Brasil Encerra Fase Classificatória da VNL com Derrota para os EUA e Desfalque Importante</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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