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	<title>viva &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Exposição no Rio de Janeiro junta natureza e arte popular</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Feb 2026 15:01:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade do Rio de Janeiro é palco de uma experiência cultural única que mescla a riqueza dos biomas brasileiros com a força expressiva da arte popular. A exposição &#8220;Mata Viva&#8221;, em cartaz no Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB), na Praça Tiradentes, convida o público a uma jornada imersiva e sensorial. Com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade do Rio de Janeiro é palco de uma experiência cultural única que mescla a riqueza dos biomas brasileiros com a força expressiva da arte popular. A exposição &#8220;Mata Viva&#8221;, em cartaz no Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB), na Praça Tiradentes, convida o público a uma jornada imersiva e sensorial. Com 260 peças artesanais, a mostra constitui um vibrante clamor pela defesa do meio ambiente, destacando a profunda conexão entre a terra e a criatividade humana. Considerada uma das maiores já montadas no prestigiado espaço cultural, &#8220;Mata Viva&#8221; utiliza materiais provenientes de diversas regiões do país – da Amazônia à Mata Atlântica, do Pantanal ao Cerrado, da Caatinga ao Pampa – transformando-os em obras que narram histórias e celebram a identidade nacional. Esta iniciativa propõe uma reflexão sobre a origem e a potência da nossa arte, enraizada na natureza.</p>
<p> A imersão nos biomas e a gênese da arte</p>
<p>A exposição &#8220;Mata Viva&#8221; não é apenas uma mostra de arte; é um projeto conceitual que busca explorar a profunda interligação entre a cultura e o ambiente natural brasileiro. O curador Jair de Souza, um dos idealizadores da mostra, explica que a ideia central do projeto partiu de uma indagação fundamental: &#8220;Onde nascem as coisas?&#8221;. A resposta, para ele, reside nos biomas, nos ecossistemas que moldam não apenas a vida, mas também a expressão artística do país. Segundo Souza, a arte popular brasileira tem suas raízes fincadas na terra, utilizando os materiais brutos que dela brotam como sua principal matéria-prima.</p>
<p> A filosofia por trás da curadoria</p>
<p>&#8220;A arte popular brasileira, ela nasce da terra. Ela é feita com todo o material que vem da terra, a pedra, a madeira, a argila, a palha, a semente&#8221;, afirma o curador, enfatizando a autenticidade e a organicidade das obras. O objetivo principal da exposição, portanto, é duplo: trazer à tona a inegável potência da nossa arte e, simultaneamente, apresentar os próprios biomas que inspiram e fornecem os recursos para essa criação. As 260 peças cuidadosamente selecionadas representam essa simbiose, cada uma contando a história de um pedaço do Brasil e do artesão que a moldou. Da exuberância da Amazônia à biodiversidade da Mata Atlântica, passando pela vastidão do Pantanal, a riqueza do Cerrado, a resiliência da Caatinga e a planície do Pampa, a exposição é um espelho multifacetado das diversas paisagens e culturas que compõem o território nacional. A &#8220;Mata Viva&#8221; não só celebra a beleza da criação, mas também funciona como um potente lembrete da responsabilidade coletiva na conservação desses preciosos ambientes.</p>
<p> Destaques artísticos e a cenografia surpreendente</p>
<p>A seleção de artistas presentes em &#8220;Mata Viva&#8221; é um testemunho da diversidade e do talento do artesanato brasileiro. Nomes como Conceição dos Bugres, do Mato Grosso do Sul, e Antônio Julião, de Minas Gerais, são apenas alguns exemplos dos talentos que enriquecem a mostra com suas perspectivas únicas e suas técnicas apuradas.</p>
<p> A força da expressão artística e o toque carnavalesco</p>
<p>Conceição dos Bugres é reconhecida por suas pequenas esculturas que incorporam traços indígenas, carregadas de uma força expressiva intensa e uma narrativa cultural profunda. Suas obras, muitas vezes em madeira, capturam a essência de um povo e a conexão com suas raízes. Já Antônio Julião, com sua origem mineira, apresenta peças que transcendem a mera representação, traduzindo uma crítica social e ambiental aguçada. Suas criações provocam reflexão sobre as questões contemporâneas, utilizando a arte como um veículo para o diálogo e a conscientização. A curadoria da &#8220;Mata Viva&#8221; não se limitou à escolha das obras, mas se estendeu à criação de um ambiente que potencializa a experiência do visitante. Os trabalhos são expostos em cenários meticulosamente elaborados para recriar a atmosfera dos biomas, transformando o espaço do CRAB em uma verdadeira floresta de sensações.</p>
<p> Emoção e potência brasileira</p>
<p>O curador Jair de Souza revela os bastidores dessa montagem grandiosa, que contou com o apoio de uma equipe especializada em espetáculos: &#8220;Para construir esses ambientes nós não usamos nenhuma imagem, fotografia impressa, plotter, não em adesivos, tudo feito à mão.&#8221; Esse nível de detalhe e dedicação resultou em um trabalho manual gigantesco de pintura, que se estende até os pisos por onde os visitantes caminham, todos pintados à mão para simular diferentes texturas e paisagens. Além disso, mais de 150 árvores foram criadas artesanalmente, contribuindo para a imersão total. Toda essa complexa cenografia foi executada por uma equipe comandada por Leandro Assis, um renomado artista das escolas de samba cariocas. Pintores, escultores e aderecistas que normalmente trabalham nos desfiles do Carnaval do Rio de Janeiro empregaram seu talento para dar vida aos biomas dentro do CRAB. Essa colaboração não apenas eleva o padrão estético da exposição, mas também infunde o espaço com a energia e a criatividade características da cultura brasileira. A reação do público tem sido um dos pontos altos da exposição. O curador observa que a intensidade da mostra provoca emoções profundas: &#8220;Tem pessoas que chegam até a chorar lá dentro da exposição. Todas saem encantadas com a exposição, uma exposição imersiva, intensa, sem nenhum pingo de tecnologia.&#8221; Essa ausência de recursos digitais ou interativos avançados ressalta a pureza da experiência, focada na arte, na natureza e na emoção humana. A resposta dos visitantes é de uma vibração genuína com a &#8220;potência do Brasil&#8221;, um reconhecimento da criatividade nacional e de um &#8220;Brasil que olha para si mesmo&#8221;, valorizando suas raízes e sua identidade.</p>
<p> Informações para visitantes</p>
<p>A exposição &#8220;Mata Viva&#8221; é um convite irrecusável para um passeio cultural e ambiental, especialmente durante o período de férias, oferecendo uma opção de lazer enriquecedora para todas as idades. Além da inquestionável qualidade das obras e da experiência imersiva, o local de exibição por si só já é um grande atrativo.</p>
<p>O Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB) está situado em uma área de grande valor histórico no coração do Rio de Janeiro, na Praça Tiradentes. Cercado por prédios históricos e com uma atmosfera cultural vibrante, o local proporciona um cenário perfeito para uma exposição que celebra a tradição e a identidade brasileira. A facilidade de acesso e o ambiente charmoso do centro da capital fluminense contribuem para tornar a visita ainda mais agradável.</p>
<p>Os interessados em explorar a &#8220;Mata Viva&#8221; têm a oportunidade de visitar a mostra até o dia 31 de março. O CRAB funciona de terça-feira a sábado, com horários que permitem tanto visitas diurnas quanto no final da tarde, proporcionando flexibilidade aos visitantes. Um dos maiores atrativos para o público é, sem dúvida, a entrada franca. Essa política visa democratizar o acesso à cultura e à arte, permitindo que um número maior de pessoas possa desfrutar da riqueza da exposição sem barreiras financeiras. A combinação de um conteúdo relevante, uma experiência imersiva, um local histórico e o acesso gratuito faz da &#8220;Mata Viva&#8221; uma parada obrigatória no roteiro cultural carioca, um verdadeiro presente para os olhos e para a alma que reforça a beleza e a urgência da conservação dos nossos biomas.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>Q1: Qual o título da exposição e onde ela está em cartaz?<br />
A exposição se chama &#8220;Mata Viva&#8221; e está em cartaz no Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB), localizado na Praça Tiradentes, centro do Rio de Janeiro.</p>
<p>Q2: Até quando a exposição &#8220;Mata Viva&#8221; pode ser visitada?<br />
A mostra estará aberta ao público até o dia 31 de março.</p>
<p>Q3: A entrada para a exposição tem custo?<br />
Não, a entrada para a exposição &#8220;Mata Viva&#8221; é totalmente franca, permitindo acesso gratuito a todos os visitantes.</p>
<p>Q4: Quais os dias e horários de funcionamento do CRAB para a exposição?<br />
O Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro funciona de terça-feira a sábado para visitação da exposição &#8220;Mata Viva&#8221;. Os horários específicos podem ser consultados diretamente no site ou nas redes sociais do CRAB.</p>
<p>Q5: Quais tipos de materiais são utilizados nas peças expostas?<br />
As peças artesanais são criadas com materiais diversos dos biomas brasileiros, como pedra, madeira, argila, palha e sementes, representando a autenticidade e a conexão com a natureza.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A exposição &#8220;Mata Viva&#8221; transcende o conceito de uma simples mostra de arte, consolidando-se como um manifesto cultural e ambiental no coração do Rio de Janeiro. Ao unir a profundidade da arte popular com a exuberância dos biomas brasileiros, a curadoria conseguiu criar uma experiência imersiva e profundamente emocionante. As 260 peças, fruto do talento de artesãos que transformam elementos da terra em obras de arte, não apenas encantam, mas também provocam uma reflexão essencial sobre a urgência da conservação ambiental e a riqueza da identidade nacional. A cenografia elaborada, que conta com a expertise de artistas do Carnaval carioca, eleva a visita a um patamar sensorial único, onde a ausência de tecnologia amplifica a conexão humana com a criatividade e a natureza. A entrada franca e a localização privilegiada no CRAB, um ícone histórico, apenas reforçam o convite para que todos descubram a &#8220;Mata Viva&#8221; e se deixem tocar pela potência criativa e ambiental do Brasil.</p>
<p>Não perca a chance de vivenciar essa jornada única. Planeje sua visita à exposição &#8220;Mata Viva&#8221; no CRAB antes de 31 de março e descubra a beleza e a força da arte e da natureza brasileiras!</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Viva maria: ação contra a raiva e alerta ambiental em meio a retrocessos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 10:01:43 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O país enfrenta um período de luto e indignação, marcado por atos de violência brutal contra mulheres. Paralelamente à campanha de 21 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher, episódios chocantes vieram à tona, como os assassinatos da professora Allane de Souza e da psicóloga Layse Costa, ocorridos no Rio de Janeiro, e o caso de Tainara Souza Santos, em São Paulo, que teve as pernas amputadas após ser violentamente atacada pelo ex-namorado.</p>
<p>Diante desse cenário alarmante, o programa Viva Maria lança uma iniciativa coletiva para combater o &#8220;rage bait&#8221;, termo que ganhou destaque como a palavra do ano pelo Dicionário Oxford. Essa expressão se refere a conteúdos que deliberadamente buscam provocar raiva, indignação e, consequentemente, hostilidade e violência, disseminando-se rapidamente pelas redes sociais.</p>
<p>Além da preocupação com a violência de gênero, o programa também se volta para a questão ambiental, abordando a recente decisão do Congresso Nacional de derrubar os vetos ao projeto de lei ambiental. Especialistas alertam que essa medida representa uma séria ameaça ao sistema de licenciamento ambiental do país.</p>
<p>A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, participou de um programa e expressou sua preocupação com os impactos dessa mudança legislativa. Segundo ela, a decisão do Congresso representa &#8220;mais do que flexibilizar, é uma verdadeira demolição do licenciamento ambiental brasileiro&#8221;. A ministra enfatizou que a legislação, consolidada ao longo de décadas, evitou inúmeras tragédias e que sua demolição ocorre em um momento crítico, com o agravamento do desequilíbrio climático, intensificação de eventos extremos como chuvas torrenciais, secas, incêndios, ondas de calor e tornados.</p>
<p>Nesta terça-feira, o Viva Maria se junta aos movimentos sociais e ambientalistas na mobilização contra a chamada &#8220;MP da devastação&#8221;, que está sob análise na Comissão Mista da Câmara. A aprovação dessa medida, segundo especialistas, pode levar ao aumento do desmatamento e enfraquecer ainda mais a proteção ambiental. O programa expressa seu apoio às iniciativas em defesa de uma natureza viva e saúda as vozes, como a de Marina Silva, que se levantam contra a fragilização das garantias ambientais no Brasil.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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