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	<title>turilândia &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Tribunal de justiça do Maranhão decreta intervenção em Turilândia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2026 20:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O município de Turilândia, localizado a 157 quilômetros de São Luís, capital do Maranhão, enfrentará um período de intervenção judicial, conforme decisão proferida nesta sexta-feira (23) pelo Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA). A medida, de caráter excepcional e com prazo inicial de 180 dias, visa restaurar a ordem e a legalidade na administração pública [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O município de Turilândia, localizado a 157 quilômetros de São Luís, capital do Maranhão, enfrentará um período de intervenção judicial, conforme decisão proferida nesta sexta-feira (23) pelo Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA). A medida, de caráter excepcional e com prazo inicial de 180 dias, visa restaurar a ordem e a legalidade na administração pública local, abalada por um complexo esquema de desvio de recursos. O prefeito José Paulo Dantas Silva Neto, conhecido como Paulo Curió, sua esposa Eva Maria Cutrim Dantas, a vice-prefeita Tânya Karla e a ex-vice-prefeita Janaína Soares Lima foram denunciados como peças-chave em um esquema que teria causado prejuízos superiores a R$ 56 milhões aos cofres municipais. A intervenção em Turilândia é uma resposta contundente à grave situação de corrupção e descomprometimento da ordem pública identificada pelas investigações.</p>
<p> O decreto de intervenção e seus desdobramentos</p>
<p> Alcance e duração da medida excepcional</p>
<p>A decisão judicial que decreta a intervenção no município de Turilândia estabelece um período inicial de 180 dias, contados a partir da data da sua formalização, com a possibilidade de prorrogação mediante nova deliberação colegiada do Tribunal de Justiça. Este prazo busca garantir tempo hábil para que a administração municipal seja reestruturada e as irregularidades investigadas sejam sanadas. O governador do Maranhão, Carlos Brandão, terá a responsabilidade de nomear o interventor em um prazo máximo de 15 dias. A nomeação será formalizada por meio de um decreto, que deverá detalhar o período exato da intervenção e a extensão dos atos administrativos que estarão sob a alçada do novo gestor.</p>
<p>É crucial destacar que a intervenção se restringe exclusivamente ao Poder Executivo municipal. As funções legislativas e fiscalizadoras da Câmara Municipal de Turilândia permanecerão intactas, garantindo a continuidade da representação popular e o controle externo dos atos do interventor. Entre as primeiras atribuições do interventor nomeado, estará a apresentação de um relatório circunstanciado. Este documento, que deve ser entregue em até 90 dias após sua posse, deverá conter um diagnóstico detalhado da situação da gestão municipal, bem como as providências e estratégias adotadas para a normalização dos serviços e a recuperação da integridade administrativa. Adicionalmente, o Tribunal de Justiça do Maranhão determinou a realização de uma auditoria completa nas contas do município, uma medida essencial para identificar a extensão dos danos e responsabilizar os envolvidos.</p>
<p> A complexa teia da corrupção em Turilândia</p>
<p> Denúncias e prisões na operação Tântalo II</p>
<p>As denúncias que culminaram na intervenção judicial em Turilândia são frutos de uma meticulosa investigação que revelou um elaborado esquema de desvio de recursos públicos. O epicentro das acusações recai sobre o então prefeito José Paulo Dantas Silva Neto, sua esposa Eva Maria Cutrim Dantas, a vice-prefeita Tânya Karla e a ex-vice-prefeita Janaína Soares Lima. Esses indivíduos, entre outros, são apontados como participantes ativos em fraudes que resultaram em um prejuízo superior a R$ 56 milhões para o município.</p>
<p>A Operação Tântalo II, deflagrada em 22 de dezembro do ano passado, foi o ponto culminante dessas investigações. Durante a operação, Paulo Curió e Tânya Karla foram afastados de suas funções e tiveram a prisão preventiva decretada. Essa situação levou a uma crise administrativa, com o comando do município sendo temporariamente assumido, desde 26 de dezembro, pelo presidente da Câmara Municipal, José Luís Araújo Diniz, conhecido como Pelego. Contudo, a complexidade do cenário se aprofunda, uma vez que Pelego também é investigado no mesmo esquema de corrupção e atualmente cumpre prisão domiciliar, assim como outros cinco vereadores de Turilândia. A decisão judicial autoriza Araújo e os outros dez vereadores investigados a saírem de suas residências apenas para participar de sessões da Câmara Municipal previamente agendadas, um indicativo da gravidade das acusações que pesam sobre o corpo legislativo local.</p>
<p> O mecanismo do desvio de recursos</p>
<p>O esquema que sangrou os cofres de Turilândia, uma cidade com pouco mais de 31 mil habitantes na Baixada Maranhense, teve início em 2021. A fraude operava por meio de um engenhoso sistema de &#8220;venda&#8221; de notas fiscais fraudulentas, emitidas por empresas que venciam licitações simuladas. Entre as empresas envolvidas nesse conluio, destacam-se postos de combustível e prestadores de serviços, usados como fachada para desviar verbas públicas. O Ministério Público (MP) estimou o dano total aos cofres municipais em exatos R$ 56.328.937,59, um valor alarmante para um município de pequeno porte.</p>
<p>A dinâmica da fraude era perversa: o prefeito e pessoas de seu círculo íntimo recebiam entre 82% e 90% dos valores pagos pela prefeitura de Turilândia a essas empresas, enquanto a diferença ficava com os empresários que forneciam as notas fiscais fraudulentas. As investigações abrangem diversas empresas, incluindo Posto Turi, SP Freitas Júnior LTDA, Luminer e Serviços LTDA, MR Costa LTDA, AB Ferreira LTDA, Climatech Refrigeração e Serviços Ltda, JEC Empreendimentos, Potencial Empreendimentos e Cia Ltda, WJ Barros Consultoria Contábil e Agromais Pecuária e Piscicultura LTDA, além de outras pessoas físicas e jurídicas, servidores públicos e particulares.</p>
<p>Um dos exemplos mais flagrantes de desvio de verbas envolveu a compra superfaturada de combustível para a frota de dez veículos da prefeitura, composta por um caminhão, três micro-ônibus, uma motocicleta, um veículo adaptado para ambulância, dois veículos para transporte escolar e dois carros de passeio. Somente em 2022, a prefeitura teria pago por 150.250 litros de gasolina e 172.462 litros de óleo diesel comum, este último, um combustível geralmente indicado para veículos mais antigos. Uma análise detalhada do Ministério Público revelou que o volume de diesel adquirido seria suficiente para os seis veículos da prefeitura que utilizam esse combustível percorrerem 1.207.234 km por ano. Esse suposto deslocamento equivale a uma média diária de aproximadamente 791 km, uma distância comparável àquela entre Turilândia e Jericoacoara, no litoral cearense, evidenciando o caráter fictício e abusivo dessas aquisições.</p>
<p> Justificativa para a intervenção e o clamor por integridade</p>
<p>A solicitação de intervenção do Ministério Público foi embasada na constatação de um grave comprometimento da ordem pública em Turilândia. Os promotores argumentaram que as medidas judiciais anteriormente estabelecidas, como prisões preventivas, prisões domiciliares, afastamentos de cargos públicos, suspensão de pagamentos às empresas envolvidas no esquema e a busca e apreensão de provas e produtos dos crimes, se mostraram insuficientes para conter a atividade criminosa e restaurar a normalidade.</p>
<p>A apreensão de mais de dois milhões de reais em espécie na residência de um dos investigados durante a Operação Tântalo II foi um dos fatores determinantes para a intervenção. Para o Ministério Público, esse fato não apenas confirmou a plena atividade da organização criminosa, mas também revelou uma “tranquilidade dos envolvidos na reiteração de seus atos ilícitos” e uma “verdadeira afronta ao Poder Judiciário do Maranhão, ao esforço do Ministério Público e à sociedade turilandense”. A intervenção, portanto, emerge como a última e mais drástica medida para sanar a crise institucional e garantir a probidade na gestão dos recursos públicos em Turilândia.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. O que significa a intervenção no município de Turilândia?<br />
A intervenção é uma medida excepcional em que o estado (neste caso, por decisão do Tribunal de Justiça) assume temporariamente a administração do Poder Executivo de um município. O objetivo é restabelecer a ordem, a legalidade e a boa gestão, especialmente em situações de grave comprometimento da administração pública por corrupção ou outras irregularidades.</p>
<p>2. Quem são os principais envolvidos no esquema de corrupção?<br />
As investigações apontam como principais envolvidos o prefeito José Paulo Dantas Silva Neto (Paulo Curió), sua esposa Eva Maria Cutrim Dantas, a vice-prefeita Tânya Karla e a ex-vice-prefeita Janaína Soares Lima. Além deles, diversos vereadores, empresários e servidores públicos também são investigados por participação nas fraudes.</p>
<p>3. Qual o papel do interventor nomeado pelo governador?<br />
O interventor terá plenos poderes para gerir o Poder Executivo municipal de Turilândia, substituindo o prefeito afastado. Suas responsabilidades incluem reestruturar a administração, investigar e corrigir irregularidades, apresentar um diagnóstico da gestão em 90 dias e garantir a realização de auditorias nas contas públicas, visando restaurar a probidade e a eficiência.</p>
<p>4. Como a intervenção impacta a Câmara Municipal de Turilândia?<br />
A intervenção se restringe ao Poder Executivo. A Câmara Municipal de Turilândia mantém suas funções legislativas e fiscalizadoras. No entanto, vários vereadores, incluindo o presidente da Câmara que assumiu interinamente, estão sob prisão domiciliar e só podem sair para participar de sessões previamente marcadas, o que impõe desafios ao funcionamento do legislativo local.</p>
<p>Para se manter informado sobre este e outros desenvolvimentos da justiça no Maranhão e no Brasil, acompanhe nossas atualizações e participe ativamente da fiscalização da gestão pública.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Prefeito de Turilândia e vereadores presos em operação contra desvio milionário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 21:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[esquema]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vasta operação deflagrada na Baixada Maranhense resultou na prisão preventiva do prefeito de Turilândia, Paulo Curió, e de diversos outros agentes públicos e particulares. A ação, nomeada Operação Tântalo II, liderada pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA) através do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), visa desarticular um complexo esquema de desvio de recursos públicos que teria movimentado mais de R$ 56 milhões do tesouro municipal. As prisões preventivas dos investigados foram consideradas regulares após audiência de custódia, e a investigação prossegue para apurar fraudes em licitações, corrupção e lavagem de dinheiro, prometendo impactar significativamente a administração pública da região.</p>
<p> A deflagração da Operação Tântalo II e as prisões<br />
A Operação Tântalo II, uma ação de grande envergadura, foi deflagrada na segunda-feira, 22 de maio, pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do Ministério Público do Maranhão (MPMA). Esta etapa da investigação focou no cumprimento de mandados de busca e apreensão e na efetivação de prisões que visam desmantelar uma robusta organização criminosa. Foram emitidos 51 mandados de busca e apreensão e 21 mandados de prisão, evidenciando a amplitude do esquema investigado.</p>
<p> Os alvos da investigação e as prisões<br />
Entre os alvos de maior destaque está o prefeito de Turilândia, Paulo Curió, que foi detido preventivamente e encaminhado ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas, localizado em São Luís. A Operação Tântalo II também atingiu figuras-chave da administração municipal e seus familiares, incluindo a primeira-dama da cidade, Eva Curió, e a ex-vice-prefeita Janaina Soares Lima. O marido desta última, Marlon de Jesus Arouche Serrão, e o contador da prefeitura, Wandson Jhonathan Barros, também foram presos, indicando uma rede de cumplicidade que se estendia por diferentes setores da gestão municipal.</p>
<p>Após a realização da audiência de custódia na quarta-feira, 24 de maio, o Plantão Judiciário Criminal da Comarca da Ilha de São Luís ratificou a regularidade das prisões preventivas dos investigados, reforçando a legalidade e a necessidade das medidas cautelares aplicadas. Em um desenvolvimento posterior, na quinta-feira, 25 de maio, cinco vereadores de Turilândia, que possuíam mandados de prisão em aberto relacionados à mesma operação, apresentaram-se voluntariamente na Unidade Prisional de Pinheiro (UPPHO). Eles foram submetidos à instalação de tornozeleiras eletrônicas, permitindo o monitoramento de seus deslocamentos enquanto aguardam os próximos passos do processo judicial.</p>
<p> O escopo milionário do esquema criminoso<br />
As investigações conduzidas pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA) apontam que os detidos fazem parte de uma organização criminosa que orquestrou um esquema milionário de desvio de recursos públicos. O valor estimado do prejuízo causado ao erário público municipal ultrapassa a marca de R$ 56 milhões, montante que destaca a gravidade e a sofisticação das práticas ilícitas empregadas. Este valor colossal representa uma perda significativa para o município de Turilândia, situado na Baixada Maranhense, e teria sido desviado durante a gestão do atual prefeito.</p>
<p> Envolvimento de empresas e o modus operandi<br />
O esquema criminoso sob investigação é caracterizado pela prática de diversos delitos, incluindo fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de capitais. A complexidade do esquema sugere um modus operandi bem articulado, onde empresas específicas teriam sido utilizadas como fachada ou instrumentos para facilitar o desvio de verbas e a posterior ocultação de sua origem ilícita.</p>
<p>Diversas pessoas jurídicas e físicas estão sob o escrutínio das autoridades. Entre as empresas mencionadas na investigação estão Posto Turi, SP Freitas Júnior LTDA, Luminer e Serviços LTDA, MR Costa LTDA, AB Ferreira LTDA, Climatech Refrigeração e Serviços Ltda, JEC Empreendimentos, Potencial Empreendimentos e Cia Ltda, WJ Barros Consultoria Contábil e Agromais Pecuária e Piscicultura LTDA. A inclusão de uma gama tão variada de empresas sugere que elas foram instrumentalizadas para simular serviços ou fornecimentos, ou para superfaturar contratos, drenando recursos públicos por meio de processos licitatórios fraudulentos.</p>
<p>Além das empresas, a investigação abrange outros agentes envolvidos, como servidores públicos, particulares e agentes políticos, totalizando 20 vereadores e um ex-vereador suspeitos de integrar a organização criminosa. A participação de tantos indivíduos e entidades ressalta a abrangência da rede de corrupção que teria operado no município, com cada peça desempenhando um papel fundamental para a concretização dos desvios. A análise dos documentos e transações financeiras visa desvendar como esses milhões foram desviados e onde foram parar, buscando recuperar o máximo possível dos valores subtraídos.</p>
<p> Detalhes da investigação e apreensões<br />
Um dos indícios mais contundentes da materialidade dos crimes foi a apreensão de quase R$ 2 milhões em um único alvo localizado em São Luís, capital do estado. Este montante em dinheiro vivo reforça a suspeita de lavagem de dinheiro e a tentativa de ocultar os bens provenientes das atividades ilícitas. A diligência demonstra a eficácia da Operação Tântalo II em localizar e confiscar ativos importantes do esquema. As investigações continuam, analisando contratos, movimentações bancárias e outros documentos para traçar o percurso completo do dinheiro desviado e identificar todos os envolvidos, garantindo que a justiça seja feita.</p>
<p> Combate à corrupção: um marco para a gestão pública<br />
A prisão do prefeito de Turilândia e de outros membros da administração municipal e do legislativo, no contexto da Operação Tântalo II, representa um marco significativo no combate à corrupção e ao desvio de recursos públicos no Maranhão. A amplitude da investigação, que revelou um esquema de mais de R$ 56 milhões e envolveu diversas empresas e agentes públicos, sublinha a urgência de fortalecer os mecanismos de fiscalização e transparência na gestão municipal. O prosseguimento das apurações e o desfecho judicial deste caso serão cruciais para restaurar a confiança da população nas instituições e reafirmar o compromisso com a integridade na administração pública. É um lembrete contundente de que a impunidade não prevalecerá diante da atuação incisiva dos órgãos de controle.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> Quem são os principais nomes envolvidos na Operação Tântalo II?<br />
Os principais nomes envolvidos são o prefeito de Turilândia, Paulo Curió, a primeira-dama Eva Curió, a ex-vice-prefeita Janaina Soares Lima, seu marido Marlon de Jesus Arouche Serrão, o contador da prefeitura Wandson Jhonathan Barros, além de cinco vereadores que se apresentaram e outros 15 vereadores e um ex-vereador investigados.</p>
<p> Qual é o valor estimado do desvio de recursos públicos investigado?<br />
O Ministério Público do Maranhão (MPMA) estima que o esquema criminoso tenha causado um dano ao erário de mais de R$ 56 milhões, desviados da prefeitura de Turilândia.</p>
<p> Quais crimes são atribuídos aos investigados na operação?<br />
Os investigados são acusados de integrar uma organização criminosa e praticar crimes como fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de capitais.</p>
<p> O que é a Operação Tântalo II?<br />
A Operação Tântalo II é uma ação deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do Ministério Público do Maranhão (MPMA), com o objetivo de desarticular um esquema milionário de desvio de recursos públicos na prefeitura de Turilândia.</p>
<p>Para acompanhar as últimas atualizações sobre este caso e outros desdobramentos da política maranhense, continue lendo nossos artigos.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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