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	<title>sintomas &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>sintomas &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Lipedema: Caminhadas Nacionais Impulsionam Conscientização sobre Doença Crônica que Afeta Milhões de Mulheres</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 19:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estimativas apontam que uma em cada dez mulheres no Brasil convive com o lipedema, uma condição crônica caracterizada pelo acúmulo excessivo e desproporcional de gordura nas extremidades do corpo, especialmente braços e pernas. Muitas vezes confundida com celulite ou obesidade, essa doença do tecido adiposo vai muito além da questão estética, podendo provocar dores significativas, [&#8230;]</p>
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<p>Estimativas apontam que uma em cada dez mulheres no Brasil convive com o lipedema, uma condição crônica caracterizada pelo acúmulo excessivo e desproporcional de gordura nas extremidades do corpo, especialmente braços e pernas. Muitas vezes confundida com celulite ou obesidade, essa doença do tecido adiposo vai muito além da questão estética, podendo provocar dores significativas, inchaço, sensibilidade e severas limitações físicas. Diante desse cenário, pacientes, familiares e profissionais de saúde unem forças em um movimento de conscientização: neste domingo (2), caminhadas estão agendadas em 26 cidades, tanto no Brasil quanto no exterior, com o objetivo primordial de ampliar o conhecimento público sobre o lipedema e, consequentemente, fomentar o diagnóstico precoce.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entendendo o Lipedema: Características e Impactos</h2>



<p>A cirurgiã vascular e angiologista Tatiana Losada, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, explica que o lipedema se manifesta como um acúmulo exagerado de gordura, principalmente nas pernas, quadris e, em alguns casos, nos braços. Diferentemente da celulite, que é uma alteração estética superficial da pele, o lipedema acarreta um aumento simétrico e excessivo dos membros. Os sintomas típicos incluem dor, sensibilidade ao toque, sensação de peso e inchaço, além de uma notável facilidade para o desenvolvimento de hematomas. Uma característica marcante é a preservação dos pés e das mãos, que não são afetados pelo acúmulo de gordura, criando uma espécie de constrição ou &quot;garrote&quot; nas regiões dos tornozelos ou punhos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Desafio do Diagnóstico e a Importância da Conscientização</h2>



<p>O diagnóstico do lipedema é predominantemente clínico, baseando-se na história detalhada da paciente e em um exame físico minucioso. Conforme aponta a Dra. Tatiana Losada, não existe, até o momento, um exame laboratorial ou de imagem específico capaz de confirmar a doença. No entanto, exames como o Doppler podem ser solicitados para avaliar a circulação e descartar outras condições com sintomas semelhantes. Essa complexidade diagnóstica ressalta a importância de iniciativas como as caminhadas de conscientização. Ao amplificar a informação sobre o lipedema, busca-se capacitar pacientes a reconhecerem os sinais e sintomas, além de preparar profissionais de saúde para uma identificação mais precisa e rápida, combatendo a subnotificação e a confusão com outras condições.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Caminhos para o Tratamento e Controle da Condição</h2>



<p>Embora seja uma condição crônica, o lipedema pode ser eficazmente tratado e controlado, com o objetivo de reduzir a dor, o inchaço, preservar a mobilidade e melhorar significativamente a qualidade de vida. O tratamento é sempre individualizado e envolve uma abordagem multiprofissional. As estratégias incluem uma alimentação equilibrada, controle de peso, a prática regular de exercícios físicos (com foco especial no fortalecimento muscular), sessões de fisioterapia e terapia compressiva. Em casos específicos e cuidadosamente selecionados, a cirurgia pode ser uma opção viável para reduzir o volume de gordura e aliviar os sintomas mais severos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fatores Associados e a Urgência da Intervenção Precoce</h2>



<p>As causas exatas do lipedema ainda não foram completamente elucidadas, mas há uma forte associação com fatores genéticos e hormonais. Isso explica por que é comum encontrar múltiplas mulheres na mesma família apresentando características da doença, mesmo sem um diagnóstico formal. Os sintomas frequentemente surgem ou se intensificam durante períodos de grandes mudanças hormonais, como a adolescência, gravidez e menopausa. É fundamental diferenciar que o ganho de peso, o sedentarismo e alterações metabólicas, embora não sejam causas diretas do lipedema, podem agravar consideravelmente os sintomas, intensificar a inflamação, sobrecarregar as articulações e limitar ainda mais a mobilidade. A Dra. Tatiana Losada enfatiza a importância de procurar um médico com experiência no diagnóstico do lipedema ao surgirem os primeiros sinais, em vez de atribuir a condição unicamente ao excesso de peso. Quanto antes a avaliação for realizada, mais cedo será possível controlar os sintomas, proteger as articulações e preservar a mobilidade. Um diagnóstico adequado também desempenha um papel crucial na redução do sentimento de culpa que muitas mulheres carregam, ao compreenderem que a condição não é resultado de falhas na alimentação ou falta de esforço para emagrecer, mas sim de uma doença que requer atenção médica especializada.</p>



<p>A mobilização em torno do lipedema, exemplificada pelas caminhadas de conscientização, é um passo vital para desmistificar a doença e garantir que as mulheres afetadas recebam o suporte e o tratamento necessários. Ao reconhecer o lipedema como uma condição médica complexa e crônica, e não apenas um problema estético ou de peso, a sociedade avança na promoção da saúde e bem-estar para milhões de mulheres que buscam alívio e qualidade de vida.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/lipedema-caminhadas-nacionais-impulsionam-conscientizacao-sobre-doenca-cronica-que-afeta-milhoes-de-mulheres/">Lipedema: Caminhadas Nacionais Impulsionam Conscientização sobre Doença Crônica que Afeta Milhões de Mulheres</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>Março azul: a luta silenciosa contra o câncer colorretal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 15:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cancer]]></category>
		<category><![CDATA[colonoscopia]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em todo o Brasil, o mês de março se tinge de azul para intensificar a conscientização sobre a prevenção do câncer colorretal, uma neoplasia que afeta o intestino grosso e o reto. Este tipo de tumor, frequentemente originado de lesões benignas conhecidas como pólipos, representa uma preocupação crescente na saúde pública. De acordo com projeções [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em todo o Brasil, o mês de março se tinge de azul para intensificar a conscientização sobre a prevenção do câncer colorretal, uma neoplasia que afeta o intestino grosso e o reto. Este tipo de tumor, frequentemente originado de lesões benignas conhecidas como pólipos, representa uma preocupação crescente na saúde pública. De acordo com projeções do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o país pode registrar aproximadamente 54 mil novos casos anuais da doença até 2028. Apesar de sua natureza muitas vezes silenciosa, que dificulta a detecção precoce, o câncer colorretal é um dos mais curáveis quando diagnosticado em estágios iniciais, ressaltando a urgência e a importância das campanhas de prevenção e rastreamento.</p>
<p> O alerta do Março azul: compreendendo o câncer colorretal</p>
<p>O câncer colorretal, embora seja uma das neoplasias mais prevalentes globalmente, ainda enfrenta desafios significativos em termos de diagnóstico precoce e aceitação dos métodos de rastreamento. A doença se desenvolve progressivamente, muitas vezes a partir de pólipos adenomatosos no revestimento do cólon ou reto, que podem levar anos para se transformar em tumores malignos. Essa janela de tempo oferece uma oportunidade valiosa para intervenção, tornando a vigilância e a detecção de lesões pré-cancerígenas fundamentais para a prevenção e aumento das chances de cura. O conhecimento sobre os sinais de alerta e os fatores de risco é o primeiro passo para combater este mal.</p>
<p> Sinais silenciosos e a importância da observação</p>
<p>Considerado muitas vezes &#8220;silencioso&#8221;, o câncer colorretal pode apresentar sintomas sutis em suas fases iniciais, facilmente confundidos com outras condições menos graves. A persistência desses sinais, no entanto, deve acender um alerta e motivar a busca por avaliação médica. Entre os sintomas mais comuns que merecem atenção estão: a presença de sangue nas fezes, visível ou oculto; alterações no funcionamento intestinal, como diarreia ou constipação que se prolongam por semanas; cansaço persistente e sem causa aparente; perda inexplicável de peso; fraqueza ou anemia, muitas vezes resultante de sangramentos internos crônicos; e dores abdominais frequentes, como cólicas ou desconforto. Especialistas enfatizam a necessidade de observar a recorrência e a persistência desses sintomas, pois qualquer mudança duradoura no organismo merece investigação aprofundada. A normalização de sintomas persistentes é um erro comum que atrasa o diagnóstico e compromete o prognóstico.</p>
<p> Fatores de risco, diagnóstico e os desafios da prevenção</p>
<p>A incidência do câncer colorretal tem mostrado uma tendência preocupante de aumento em indivíduos com menos de 50 anos, uma faixa etária que historicamente não era considerada de alto risco. Este fenômeno tem sido observado em diversos países, levantando questões sobre as causas subjacentes. Embora as razões exatas ainda estejam sendo investigadas, diversos fatores podem explicar esse quadro e aumentar significativamente os riscos para o desenvolvimento da doença. A dieta, por exemplo, desempenha um papel crucial: o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, a alta ingestão de gordura e carne vermelha, e a baixa quantidade de fibras na dieta são reconhecidos como potenciais contribuintes. Além disso, o sedentarismo, a obesidade, o tabagismo e o consumo excessivo de álcool também elevam as chances de desenvolver a doença. A identificação e a modificação desses fatores de risco são estratégias essenciais para a prevenção primária.</p>
<p> A colonoscopia como ferramenta vital e seus obstáculos</p>
<p>Apesar de ser o segundo tipo de câncer que mais causa mortes no mundo, o câncer colorretal é também um dos mais reversíveis, especialmente quando o diagnóstico ocorre precocemente. A metodologia mais eficaz para detectar a doença em seus estágios iniciais, ou mesmo prevenir seu desenvolvimento ao identificar e remover pólipos pré-cancerígenos, é a colonoscopia. Contudo, este exame fundamental ainda enfrenta desconfiança e resistência por parte da população. Um dos grandes desafios é a desinformação, onde muitos indivíduos questionam a necessidade de realizar um exame invasivo sem a presença de sintomas. A resposta é clara: a colonoscopia pode identificar pólipos que, embora assintomáticos, podem se transformar em câncer ao longo dos anos. O segundo obstáculo significativo é o preconceito e o medo associados ao procedimento, que envolve a inserção de um aparelho pela região anal para investigar o intestino. Superar esses medos e fornecer informações claras e acessíveis sobre a segurança e a importância da colonoscopia é crucial. Embora o sistema de saúde público brasileiro seja reconhecido globalmente, muitas regiões ainda sofrem com infraestrutura deficitária, falta de equipamentos modernos e carência de profissionais capacitados para a realização do exame e acompanhamento dos pacientes.</p>
<p> Conscientização e ação para um futuro saudável</p>
<p>A campanha Março Azul serve como um lembrete vital de que a prevenção e o diagnóstico precoce são as armas mais poderosas contra o câncer colorretal. Compreender os sinais do corpo, adotar um estilo de vida mais saudável com dieta equilibrada e atividade física regular, e superar o medo de exames preventivos são passos essenciais para proteger a saúde intestinal. O conhecimento sobre a doença, seus fatores de risco e a importância de exames como a colonoscopia pode literalmente salvar vidas, transformando um dos cânceres mais letais em um dos mais tratáveis. O combate à desinformação e o investimento na melhoria da infraestrutura de saúde são fundamentais para garantir que todos tenham acesso à prevenção e ao tratamento necessários, promovendo um futuro com menos diagnósticos tardios e mais histórias de cura.</p>
<p> FAQ</p>
<p> O que é o câncer colorretal?<br />
É um tipo de câncer que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Geralmente, ele começa a partir de pequenos crescimentos benignos chamados pólipos, que podem se tornar malignos com o tempo.</p>
<p> Quais são os principais sintomas do câncer colorretal?<br />
Os sintomas incluem sangue nas fezes, mudanças persistentes no funcionamento do intestino (diarreia ou constipação), cansaço extremo, perda de peso inexplicável, fraqueza, anemia e dores abdominais frequentes. A persistência desses sinais exige avaliação médica.</p>
<p> Quem deve fazer a colonoscopia e qual sua importância?<br />
A colonoscopia é recomendada para rastreamento a partir dos 45-50 anos, ou mais cedo se houver histórico familiar da doença ou outros fatores de risco. É o método mais eficaz para detectar e remover pólipos antes que se tornem cancerosos e para diagnosticar o câncer em estágios iniciais, aumentando significativamente as chances de cura.</p>
<p> O câncer colorretal tem cura?<br />
Sim, o câncer colorretal é um dos tipos de câncer com alta taxa de cura, especialmente quando diagnosticado em estágios iniciais. A detecção precoce é crucial para o sucesso do tratamento.</p>
<p>Não espere os sintomas se agravarem. Consulte um médico, informe-se e realize seus exames preventivos. Sua saúde intestinal é uma prioridade!</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Mpox: Brasil registra 140 casos confirmados em 2026; entenda a doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 05:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[Mpox]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil contabiliza 140 casos confirmados de Mpox desde o início de 2026, conforme dados atualizados nesta segunda-feira (9). A doença, que pertence ao mesmo gênero da varíola humana, embora geralmente menos letal, tem sido monitorada de perto pelas autoridades de saúde pública em todo o território nacional. Apesar do aumento no número de confirmações, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil contabiliza 140 casos confirmados de Mpox desde o início de 2026, conforme dados atualizados nesta segunda-feira (9). A doença, que pertence ao mesmo gênero da varíola humana, embora geralmente menos letal, tem sido monitorada de perto pelas autoridades de saúde pública em todo o território nacional. Apesar do aumento no número de confirmações, não houve registro de mortes associadas à Mpox no período, o que representa um dado positivo no contexto da vigilância epidemiológica. A propagação da Mpox, que levanta preocupações sobre a saúde coletiva, exige atenção contínua e a adoção de medidas preventivas eficazes por parte da população e dos serviços de saúde. A compreensão dos sintomas e das formas de transmissão é crucial para o controle da doença.</p>
<p> Crescimento de casos de Mpox em 2026</p>
<p> Panorama nacional: números e evolução</p>
<p>Desde o começo de 2026, o cenário epidemiológico da Mpox no Brasil tem mostrado uma progressão constante, com o número de casos confirmados atingindo a marca de 140. Além das confirmações, as autoridades de saúde monitoram um total de 539 casos suspeitos e 9 casos classificados como prováveis, indicando a amplitude da investigação e a potencial disseminação da doença. A análise mensal revela a dinâmica do vírus: em janeiro, foram contabilizados 68 casos confirmados e prováveis. Em fevereiro, este número cresceu para 70, e em março, houve um registro de 11 novos casos, totalizando a contagem atual. Essa evolução destaca a importância da vigilância ativa e da capacidade de resposta rápida dos sistemas de saúde para conter a propagação e mitigar os riscos associados à infecção. A ausência de óbitos relacionados à Mpox no período, no entanto, oferece um alívio, sublinhando a natureza geralmente menos grave da doença em comparação com outras patologias virais.</p>
<p> Distribuição geográfica: os estados mais afetados</p>
<p>A análise da distribuição geográfica dos casos de Mpox em 2026 revela uma concentração em estados específicos, embora o vírus tenha potencial para se espalhar por todo o país. São Paulo se destaca como o estado com o maior número de registros, acumulando 93 casos confirmados até o momento. Essa prevalência pode ser atribuída à sua grande densidade populacional, intensa movimentação de pessoas e, possivelmente, a uma maior capacidade de testagem e notificação. Em segundo lugar, o Rio de Janeiro registra 18 casos, seguido por Rondônia, com 11 casos. Esses números ressaltam a necessidade de ações específicas de saúde pública, como campanhas de conscientização e強化 da vigilância epidemiológica, adaptadas às realidades de cada região. A identificação dos focos de maior incidência permite direcionar recursos e estratégias de intervenção de forma mais eficiente, visando a interrupção das cadeias de transmissão e a proteção da saúde da população. A mobilidade populacional e as características socioeconômicas e culturais de cada estado também influenciam a dinâmica de disseminação da doença, exigindo abordagens personalizadas.</p>
<p> Compreendendo a Mpox: doença, transmissão e sintomas</p>
<p> O que é a Mpox?</p>
<p>A Mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, é uma doença zoonótica viral causada pelo vírus Mpox. Pertencente ao gênero Orthopoxvirus, o mesmo que inclui o vírus da varíola humana, a Mpox apresenta um quadro clínico que, embora similar em alguns aspectos, tende a ser menos grave. A infecção ocorre quando o vírus é transmitido de animais para humanos ou entre humanos. Originalmente identificada em primatas não humanos, a doença tem seu nome derivado dessa observação inicial. No entanto, é importante frisar que o termo &#8220;varíola dos macacos&#8221; foi substituído por &#8220;Mpox&#8221; para evitar estigmatização e associar indevidamente a doença a uma etnia ou região específica, bem como para enfatizar que a transmissão não se restringe apenas a macacos, podendo envolver outros animais e, principalmente, a transmissão entre humanos. A compreensão da sua natureza viral e zoonótica é fundamental para desenvolver estratégias de controle e prevenção eficazes, especialmente em regiões onde o contato com animais silvestres ou o fluxo de pessoas é mais intenso.</p>
<p> Formas de transmissão e prevenção</p>
<p>A transmissão da Mpox para humanos pode ocorrer de diversas maneiras. A principal rota de infecção é o contato direto com pessoas infectadas pelo vírus Mpox, seja através de lesões cutâneas, fluidos corporais, gotículas respiratórias ou materiais contaminados, como roupas de cama e toalhas. A proximidade física prolongada é um fator de risco significativo. Além disso, a doença pode ser transmitida por meio do contato com animais silvestres infectados, especialmente em regiões endêmicas, ou pelo consumo de carne de animais silvestres que não foi adequadamente cozida. As medidas de prevenção são cruciais para conter a disseminação do vírus. Recomenda-se evitar o contato próximo com indivíduos que apresentem sintomas da doença, especialmente aqueles com lesões de pele. A higiene das mãos com água e sabão ou álcool em gel é fundamental. O uso de máscaras em ambientes fechados ou em contato com pessoas potencialmente infectadas também pode reduzir o risco de transmissão respiratória. Em casos de suspeita ou confirmação, o isolamento do paciente é uma medida essencial para prevenir novas infecções. A conscientização sobre essas práticas de prevenção é um pilar para a saúde pública.</p>
<p> Sinais de alerta e a importância do diagnóstico</p>
<p>Os sinais e sintomas da Mpox geralmente incluem uma combinação de manifestações cutâneas e sistêmicas. Os sintomas mais característicos são erupções cutâneas ou lesões na pele, que podem surgir em qualquer parte do corpo, incluindo face, palmas das mãos, solas dos pés, genitais e boca. Essas lesões evoluem de manchas para bolhas, pústulas e, por fim, crostas que caem. Além das lesões, é comum que os pacientes apresentem linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrios e fraqueza. É crucial que qualquer pessoa que manifeste sintomas compatíveis com a Mpox procure uma unidade de saúde para avaliação médica. O diagnóstico precoce é vital não apenas para o tratamento adequado do indivíduo, mas também para a implementação de medidas de saúde pública que visem o isolamento do caso e o rastreamento de contatos, prevenindo a disseminação em maior escala. A automedicação ou a subestimação dos sintomas podem levar a complicações e à propagação inadvertida da doença. A atenção aos sinais de alerta e a busca por assistência médica são responsabilidades individuais que impactam a saúde coletiva.</p>
<p> Ações de saúde pública e recomendações</p>
<p> Vigilância epidemiológica e resposta</p>
<p>A vigilância epidemiológica desempenha um papel central no controle da Mpox no Brasil. O monitoramento constante dos casos confirmados, suspeitos e prováveis, bem como a análise da sua distribuição geográfica e evolução temporal, são essenciais para entender a dinâmica da doença. Essa vigilância permite que as autoridades de saúde identifiquem rapidamente novos focos de infecção, avaliem a eficácia das intervenções e ajustem as estratégias de resposta conforme necessário. A coleta e análise de dados, como as fornecidas pelo Ministério da Saúde, são a base para a tomada de decisões informadas, incluindo a alocação de recursos, a intensificação de campanhas de vacinação (se aplicável) e a implementação de medidas de controle mais rigorosas em áreas de alto risco. A capacidade de resposta envolve também a preparação dos serviços de saúde para o diagnóstico laboratorial, o manejo clínico dos pacientes e a comunicação transparente com a população, garantindo que as informações corretas e oportunas cheguem a todos.</p>
<p> Dicas para a comunidade: como se proteger</p>
<p>A participação ativa da comunidade é fundamental para a prevenção e controle da Mpox. Para se proteger e proteger os outros, é essencial adotar algumas medidas simples, mas eficazes. Primeiramente, evite o contato próximo, incluindo o contato sexual, com pessoas que apresentem lesões de pele ou outros sintomas compatíveis com a Mpox. Mantenha uma boa higiene pessoal, lavando as mãos frequentemente com água e sabão ou utilizando álcool em gel, especialmente após tocar em superfícies em locais públicos ou após contato com pessoas. Evite compartilhar objetos pessoais, como talheres, copos, roupas e toalhas, com indivíduos que estejam doentes. Em ambientes onde há suspeita de casos, o uso de máscaras pode ser uma medida adicional de proteção. Caso você desenvolva sintomas como erupções cutâneas, febre e gânglios inchados, procure imediatamente uma unidade de saúde, informe os profissionais sobre seus sintomas e, se possível, evite o contato com outras pessoas até ter um diagnóstico. A conscientização e a colaboração de cada cidadão são cruciais para frear a disseminação do vírus e proteger a saúde pública.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A elevação para 140 casos confirmados de Mpox no Brasil em 2026, embora sem registro de mortes até o momento, reforça a necessidade de vigilância constante e de adesão rigorosa às medidas de prevenção. A distribuição dos casos, com destaque para São Paulo, Rio de Janeiro e Rondônia, aponta para a importância de estratégias regionalizadas de saúde pública. Compreender a natureza da Mpox, suas formas de transmissão e sintomas é essencial para a detecção precoce e o controle da doença. A colaboração entre as autoridades de saúde e a população, por meio da informação e da prática de hábitos preventivos, é o caminho mais eficaz para mitigar o impacto da Mpox e proteger a saúde coletiva no país. A atenção aos sinais de alerta e a busca por atendimento médico imediato em caso de suspeita são atos de responsabilidade individual que beneficiam toda a comunidade.</p>
<p> FAQ</p>
<p>O que é Mpox e qual sua relação com a varíola?<br />
A Mpox é uma doença viral causada pelo vírus Mpox, que pertence ao gênero Orthopoxvirus, o mesmo vírus da varíola humana. Embora sejam do mesmo gênero, a Mpox é geralmente menos grave e letal que a varíola.</p>
<p>Como a Mpox é transmitida e quais são os principais sintomas?<br />
A Mpox pode ser transmitida por contato direto com pessoas infectadas (lesões, fluidos, gotículas respiratórias), materiais contaminados ou animais silvestres. Os principais sintomas incluem erupção cutânea/lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrios e fraqueza.</p>
<p>O que devo fazer se suspeitar que estou com Mpox?<br />
Se você apresentar sintomas compatíveis com a Mpox, como erupções cutâneas, febre e gânglios inchados, é fundamental procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação e diagnóstico. Evite o contato próximo com outras pessoas até ter um diagnóstico.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre a Mpox e outras doenças. Para mais informações e orientações de saúde, consulte sempre fontes oficiais e procure um profissional de saúde em caso de dúvida ou sintoma.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Atendimentos de Saúde no Rio aumentam devido ao calor extremo</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 05:01:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As primeiras semanas de 2026 revelaram um cenário preocupante para a saúde pública no Rio de Janeiro, com um aumento significativo nos atendimentos médicos relacionados ao calor intenso. Milhares de pessoas buscaram as unidades de saúde estaduais e municipais, evidenciando o impacto direto das altas temperaturas na população fluminense. Dados divulgados por órgãos de saúde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As primeiras semanas de 2026 revelaram um cenário preocupante para a saúde pública no Rio de Janeiro, com um aumento significativo nos atendimentos médicos relacionados ao calor intenso. Milhares de pessoas buscaram as unidades de saúde estaduais e municipais, evidenciando o impacto direto das altas temperaturas na população fluminense. Dados divulgados por órgãos de saúde da capital e do estado indicam que os números superaram os registros do ano anterior, gerando um alerta sobre a necessidade de medidas preventivas e de adaptação. A onda de calor extremo não apenas desafia a resiliência dos cidadãos, mas também coloca uma pressão adicional sobre o sistema de saúde, exigindo atenção redobrada e a implementação de estratégias eficazes para mitigar os riscos associados. Este quadro sublinha a urgência de uma conscientização ampla e de ações coordenadas para proteger os mais vulneráveis em meio a um clima cada vez mais desafiador.</p>
<p> Aumento alarmante nos atendimentos estaduais</p>
<p>A Secretaria de Estado de Saúde do Rio (SES-RJ) divulgou dados que demonstram um crescimento notável nos atendimentos em suas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) durante as primeiras semanas de 2026. De 1º a 13 de janeiro, foram registradas 2.072 ocorrências de pacientes com sintomas diretamente relacionados ao calor. Este número representa um incremento de 7,3% em comparação com o mesmo período de 2025, quando 1.931 pacientes buscaram assistência médica pela mesma razão. A elevação nos atendimentos ressalta a intensidade da onda de calor e a crescente demanda sobre a infraestrutura de saúde pública, indicando a necessidade de reforço nas equipes e recursos durante picos de temperatura.</p>
<p> Os sintomas predominantes<br />
Os pacientes atendidos nas UPAs estaduais apresentavam, em sua maioria, pelo menos três sintomas simultâneos, indicando um quadro mais severo de exaustão ou insolação pelo calor. Entre os sintomas mais comuns estavam dor de cabeça persistente, tontura e náuseas. Adicionalmente, muitos manifestavam pele quente e seca ao toque, pulso acelerado, temperatura corporal elevada e distúrbios visuais, como visão embaçada. Outros sinais preocupantes incluíam confusão mental, respiração rápida e superficial, taquicardia, desidratação severa e desequilíbrio hidroeletrolítico, que se refere à alteração nos níveis de água e sais minerais essenciais no organismo. A presença conjunta desses sinais serve como um indicador crítico da gravidade das condições enfrentadas pelos indivíduos expostos ao calor extremo, exigindo intervenção médica imediata.</p>
<p> O cenário na capital carioca</p>
<p>Na cidade do Rio de Janeiro, a situação se mostra ainda mais crítica, com um volume de atendimentos que chama a atenção pela rapidez e pela expressividade do aumento. Em apenas cinco dias, de 9 a 13 de janeiro de 2026, o Centro de Inteligência Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio monitorou 3.119 atendimentos na rede de urgência e emergência possivelmente associados ao calor. Este montante representa um aumento de 26,84% em relação à mediana esperada para o mesmo período em anos anteriores, sinalizando que a capital foi particularmente afetada pela onda de calor e que os serviços de saúde locais enfrentaram uma demanda excepcional.</p>
<p> Análise e impacto municipal<br />
O monitoramento contínuo realizado pelo Centro de Inteligência Epidemiológica da SMS-Rio é fundamental para identificar tendências e planejar respostas em tempo real. O salto de quase 27% nos atendimentos sugere uma sobrecarga considerável nos serviços de saúde da cidade, que já operam sob constante demanda. A capacidade de resposta das unidades de urgência e emergência é testada ao limite em situações como esta, exigindo que os profissionais de saúde estejam preparados para lidar com um fluxo maior de pacientes, muitos deles necessitando de intervenção rápida para evitar complicações graves decorrentes da exposição ao calor. A análise detalhada desses dados permite à gestão municipal ajustar estratégias de saúde pública e campanhas de conscientização para períodos de altas temperaturas, visando otimizar a alocação de recursos e informar a população.</p>
<p> Recomendações essenciais para a população</p>
<p>Diante do cenário de calor extremo, a SES-RJ e a SMS-Rio reforçam a importância de adotar medidas preventivas para proteger a saúde e evitar complicações. É fundamental que a população compreenda e aplique essas orientações no dia a dia, especialmente durante os períodos de maior intensidade de calor, que geralmente ocorrem entre 10h e 16h. A prevenção é a ferramenta mais eficaz para reduzir a pressão sobre o sistema de saúde e garantir o bem-estar coletivo, permitindo que cada indivíduo tome atitudes proativas para sua segurança.</p>
<p> Medidas preventivas e estilo de vida<br />
Para mitigar os riscos à saúde, é primordial evitar a exposição direta e prolongada ao sol e ao calor excessivo, sobretudo nos horários de pico. Manter-se hidratado é crucial; a ingestão abundante de líquidos, como água, água de coco e sucos naturais, deve ser constante, mesmo na ausência da sensação de sede, para repor os fluidos perdidos pela transpiração. A alimentação também desempenha um papel importante: prefira refeições leves, com alto teor de água, como frutas e verduras, e evite pratos pesados, gordurosos e de difícil digestão. O consumo de cafeína e álcool deve ser moderado ou evitado, pois essas substâncias podem contribuir para a desidratação. O uso de roupas leves, claras e folgadas ajuda a regular a temperatura corporal, e acessórios como bonés, chapéus, óculos de sol e protetor solar são indispensáveis para a proteção contra os raios ultravioleta.</p>
<p> Grupos de risco e sinais de alerta</p>
<p>A vulnerabilidade ao calor extremo não afeta a todos de forma igual. Certos grupos populacionais são mais suscetíveis aos efeitos adversos das altas temperaturas e, por isso, requerem atenção e cuidados especiais. A secretaria estadual de saúde enfatiza a necessidade de priorizar e monitorar esses indivíduos para prevenir complicações sérias e, em casos de agravamento, buscar atendimento médico imediato, pois a demora pode ser fatal. A identificação precoce de sintomas nesses grupos é fundamental para uma resposta eficaz.</p>
<p> Pessoas mais vulneráveis e quando procurar ajuda<br />
Os grupos de maior risco incluem idosos, que têm mecanismos de termorregulação menos eficientes e menor percepção da sede; crianças pequenas, cujos corpos desidratam mais rapidamente; gestantes, devido às alterações fisiológicas; pessoas com doenças crônicas como cardiopatias e diabetes, que podem ter suas condições agravadas; indivíduos em situação de rua, que não têm abrigo adequado; e trabalhadores expostos diretamente ao sol, que sofrem longas horas de calor. É crucial que familiares, cuidadores e a comunidade em geral estejam atentos aos sinais de que algo não está bem.</p>
<p>A SES-RJ orienta a procurar atendimento médico imediato ao observar qualquer alteração no nível de consciência, ocorrência de convulsões, temperatura corporal persistentemente elevada que não ceda, hipotensão persistente (pressão arterial baixa), sinais de desidratação grave (como boca seca extrema, olhos fundos, pouca ou nenhuma urina), falta de ar, dor torácica ou produção extremamente baixa de urina. Esses são indicadores de que a saúde do indivíduo está seriamente comprometida pelo calor e requerem intervenção médica urgente para evitar desfechos graves.</p>
<p> Impacto persistente e a necessidade de prevenção</p>
<p>O aumento substancial nos atendimentos de saúde no Rio de Janeiro, evidenciado pelos dados das primeiras semanas de 2026, sublinha a crescente vulnerabilidade da população fluminense aos efeitos das ondas de calor extremo. Este cenário não apenas impõe uma carga considerável sobre o sistema de saúde, que precisa se adaptar rapidamente para atender à demanda crescente, mas também ressalta a necessidade premente de uma conscientização pública contínua e de medidas preventivas eficazes. À medida que as mudanças climáticas intensificam a frequência e a intensidade desses eventos, a capacidade de resposta individual e coletiva torna-se um pilar fundamental para a saúde pública. Investir em educação, infraestrutura e políticas de saúde adaptadas ao clima é essencial para proteger os cidadãos e garantir que todos possam enfrentar os desafios impostos pelas temperaturas elevadas. A colaboração entre órgãos governamentais, sociedade civil e a própria população é crucial para construir uma comunidade mais resiliente diante dos desafios climáticos futuros.</p>
<p> FAQ</p>
<p>Quais são os principais sintomas de doenças relacionadas ao calor?<br />
Os sintomas mais comuns incluem dor de cabeça, tontura, náuseas, pele quente e seca, pulso rápido, temperatura corporal elevada, distúrbios visuais, confusão mental, respiração rápida, taquicardia, desidratação, insolação e desequilíbrio hidroeletrolítico (água e sais minerais). A presença de múltiplos sintomas simultaneamente é um sinal de alerta.</p>
<p>Quem são os grupos mais vulneráveis ao calor extremo?<br />
Idosos, crianças pequenas, gestantes, pessoas com doenças crônicas (como cardiopatias e diabetes), indivíduos em situação de rua e trabalhadores expostos ao sol são considerados os grupos de maior risco devido à sua maior suscetibilidade aos efeitos adversos do calor.</p>
<p>Quando devo procurar atendimento médico urgente devido ao calor?<br />
É fundamental buscar atendimento médico imediato se houver alteração do nível de consciência, ocorrência de convulsões, temperatura elevada que não cede, hipotensão persistente, sinais de desidratação grave, falta de ar, dor torácica ou ausência/produção extremamente baixa de urina.</p>
<p>Por que é importante evitar cafeína e álcool em dias quentes?<br />
Tanto a cafeína quanto o álcool possuem propriedades diuréticas, o que significa que eles podem aumentar a perda de líquidos pelo corpo, contribuindo para a desidratação. Em dias de calor intenso, onde a hidratação é crucial, o consumo dessas substâncias pode agravar o risco de complicações relacionadas ao calor, dificultando a regulação da temperatura corporal.</p>
<p>Para mais informações sobre como se proteger do calor e manter sua saúde em dia, consulte os canais oficiais das Secretarias de Saúde do Rio de Janeiro e acompanhe as atualizações meteorológicas. Sua saúde é a sua prioridade!</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Mais de 680 mil mulheres com menos de 50 anos são diagnosticadas anualmente com câncer de mama no mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 14:04:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com 2,3 milhões de novos casos e 670 mil mortes por ano, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres. Cerca de 668 mil diagnósticos anuais ocorrem antes dos 50 anos e a incidência nessa faixa etária cresce de forma contínua. Diante desse cenário, o Brasil passa a recomendar o rastreamento mamográfico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><i>Com 2,3 milhões de novos casos e 670 mil mortes por ano, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres. Cerca de 668 mil diagnósticos anuais ocorrem antes dos 50 anos e a incidência nessa faixa etária cresce de forma contínua. Diante desse cenário, o Brasil passa a recomendar o rastreamento mamográfico no SUS a partir dos 40 anos, reforçando a importância do Outubro Rosa</i></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Outubro Rosa, criado para mobilizar governos, profissionais de saúde e a sociedade civil em torno da prevenção e do tratamento, ganha novo impulso no Brasil após o Ministério da Saúde anunciar a ampliação da faixa etária para o rastreamento mamográfico no Sistema Único de Saúde (SUS). A partir de agora, mulheres sem histórico pessoal ou familiar de câncer passam a ter direito à mamografia a partir dos 40 anos. A decisão, divulgada às vésperas do Outubro Rosa, reflete uma preocupação crescente com o aumento de casos de câncer de mama em mulheres mais jovens. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa é de 73 mil novos diagnósticos anuais. O câncer de mama é responsável por cerca de três em cada dez casos de câncer entre as mulheres brasileiras e se mantém como o tipo mais incidente em mais de 157 países, excluindo os tumores de pele não melanoma. O Ministério da Saúde aponta que 22,6% dos diagnósticos ocorrem em mulheres entre 40 e 49 anos, faixa etária que agora passa a ter rastreamento sistemático dentro da rede pública.</p>
<p>No cenário global, o câncer de mama também continua sendo o mais comum entre as mulheres e o principal responsável por mortes por neoplasias no público feminino. Dados da Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (IARC), vinculada à Organização Mundial da Saúde (OMS), indicam que cerca de 2,3 milhões de mulheres foram diagnosticadas com a doença em 2022, com 670 mil mortes registradas naquele ano. As projeções para 2050 são ainda mais preocupantes: caso as tendências atuais se mantenham, o número de novos casos anuais pode chegar a 3,2 milhões, com 1,1 milhão de óbitos em todo o mundo. Segundo o <em>Global Cancer Observatory</em>, aproximadamente 30% das mulheres diagnosticadas com câncer de mama têm menos de 50 anos, uma proporção que vem crescendo de forma constante, especialmente em países de renda média e baixa, onde o rastreamento é mais limitado.</p>
<p>Para o cirurgião oncológico e presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO), Rodrigo Nascimento Pinheiro, a mudança nas diretrizes brasileiras é um avanço necessário diante da realidade epidemiológica do país. “No Brasil, já não era proibida a realização da mamografia antes dos 40 anos, mas não havia uma recomendação formal do Ministério da Saúde. Um percentual grande das mulheres brasileiras, cerca de 30%, apresenta câncer de mama com idade inferior aos 50 anos. Reforçar o rastreamento em idades mais jovens é fundamental para ampliarmos o diagnóstico precoce e, consequentemente, garantirmos tratamentos mais efetivos e com maiores chances de cura”, afirma.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="CToWUd a6T" tabindex="0" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_NYK-nmrKde1WZ-qzI0KG2yrL5BE9FTWYC7Diklk99zZomeIG-ifYjOXTZk3Jq6tMJ1cAPknfoKHzNF0Ss9i3jO00Rt7QEaiYQY_1U-ya9_n51EidFxMCs0DbxADAM5Socie229Yl2xVaQBgEJDC1pdqJlGhMOlf6By9xsKM1c8WaZpVUyYYhnWdrv2zk_viAEz_8agHOb8=s0-d-e1-ft#https://files.pressmanager.net/clientes/aa5006145accea06ffb7fd40713a1596/imagens/2025/10/17/814434d16e043664980460c1d35db438.jpg" alt="" width="627" height="401" align="left" hspace="10" data-bit="iit" />A nova diretriz do Ministério da Saúde amplia a faixa etária do rastreamento ativo e cria uma linha de cuidado específica para garantir o acesso à mamografia, mesmo em mulheres sem sinais ou sintomas da doença. Também foi instituído o modelo de “rastreamento sob demanda”, em que os profissionais de saúde devem orientar as pacientes sobre os benefícios e as possíveis limitações do exame, permitindo decisões compartilhadas. O governo prevê ainda a expansão da rede de atendimento, com o reforço das carretas da saúde da mulher, a capacitação de equipes, a incorporação de novos medicamentos e investimentos na qualificação dos equipamentos de mamografia.</p>
<p>Segundo o Ministério, o objetivo é reduzir a mortalidade e aumentar a sobrevida, ampliando o número de diagnósticos precoces e garantindo que mais mulheres iniciem o tratamento em estágios iniciais, quando as chances de cura ultrapassam 90%. Para a SBCO, o fortalecimento da linha de cuidado é essencial para consolidar uma política nacional de rastreamento que seja efetiva e equitativa em todas as regiões do país.</p>
<p>A cirurgia oncológica, etapa fundamental do tratamento, depende diretamente do momento do diagnóstico. Quanto mais precoce for a detecção do tumor, maior é a possibilidade de indicar procedimentos menos invasivos e com melhores resultados estéticos e funcionais. Entre as opções, estão as cirurgias conservadoras, como a lumpectomia ou a quadrantectomia, nas quais o cirurgião remove apenas o segmento afetado da mama, preservando parte significativa do tecido mamário. Em casos mais avançados, pode ser necessária a mastectomia, com retirada total da mama e, em alguns casos, de linfonodos axilares. O uso de técnicas como a pesquisa do linfonodo sentinela tem contribuído para minimizar os efeitos colaterais e otimizar a recuperação das pacientes.</p>
<p>O câncer de mama, contudo, não se manifesta apenas com nódulos palpáveis. Alterações na textura da pele, retrações, descamações ou secreções anormais nos mamilos podem ser sinais de alerta e devem motivar avaliação médica imediata. Por isso, o autoexame, embora não substitua a mamografia, continua sendo um instrumento importante de autoconhecimento e atenção às mudanças no próprio corpo. Além do diagnóstico precoce, especialistas reforçam que medidas de prevenção relacionadas ao estilo de vida podem reduzir significativamente o risco de desenvolver câncer de mama. Manter o peso corporal adequado, praticar atividade física regular, evitar o consumo excessivo de álcool, não fumar e adotar uma alimentação equilibrada são hábitos que contribuem para a redução de fatores de risco conhecidos. O acompanhamento médico periódico e a realização dos exames preventivos recomendados completam a estratégia de proteção.</p>
<p><strong>SINTOMAS</strong></p>
<p>Um dos  sintomas mais comuns da doença é o surgimento de um nódulo no seio, geralmente detectado durante o autoexame ou em uma consulta de rotina. Além do caroço no seio, existem outros sinais de alerta aos quais é importante estar atenta</p>
<p>&#8211; pele da mama avermelhada ou retraída;<br />
&#8211; aspecto de casca de laranja nas mamas;<br />
&#8211; alterações no mamilo, como inversão ou descamação;<br />
&#8211; pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço<br />
&#8211; secreção anormal, geralmente sanguinolenta, nos mamilos.</p>
<h4><strong>É possível prevenir o câncer de mama?</strong></h4>
<p>Entre as práticas saudáveis e preventivas, que ajudam a reduzir o risco para desenvolver câncer de mama, a SBCO destaca:</p>
<p>&#8211; redução e manutenção do peso corporal saudável;<br />
&#8211; prática de atividade física por, pelo menos, 150 minutos semanais;<br />
&#8211; acompanhamento adequado em casos de reposição hormonal pós-menopausa;<br />
&#8211; limitação no consumo de bebidas alcoólicas;<br />
&#8211; não fumar;<br />
&#8211; visitas regulares ao <strong>médico</strong>, com realização de exames preventivos;<br />
&#8211; adotar uma alimentação equilibrada, rica em nutrientes e com menos alimentos ultraprocessados.</p>
<p><strong>Sobre a SBCO &#8211; </strong>Fundada em 31 de maio de 1988, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) é uma entidade sem fins lucrativos, com personalidade jurídica própria, que agrega cirurgiões oncológicos e outros profissionais envolvidos no cuidado multidisciplinar ao paciente com câncer. Sua missão é também promover educação médica continuada, com intercâmbio de conhecimentos, que promovam a prevenção, a detecção precoce e o melhor tratamento possível aos pacientes, fortalecendo e representando a cirurgia oncológica brasileira. É presidida pelo cirurgião oncológico Rodrigo Nascimento Pinheiro (2023-2025).</p>
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		<title>Pesquisadores de tocantins desenvolvem goma para amenizar a menopausa</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/pesquisadores-de-tocantins-desenvolvem-goma-para-amenizar-a-menopausa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2025 06:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[goma]]></category>
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		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo inovador, em desenvolvimento no Instituto Federal do Tocantins, campus de Araguatins, busca oferecer uma nova alternativa para mulheres que enfrentam os desafios da menopausa: uma goma de mascar fitoterápica. O projeto, promissor, visa amenizar os desconfortos comuns dessa fase da vida feminina de forma natural e acessível. A goma, formulada à base de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo inovador, em desenvolvimento no Instituto Federal do Tocantins, campus de Araguatins, busca oferecer uma nova alternativa para mulheres que enfrentam os desafios da menopausa: uma goma de mascar fitoterápica. O projeto, promissor, visa amenizar os desconfortos comuns dessa fase da vida feminina de forma natural e acessível.</p>
<p>A goma, formulada à base de extrato de amora, explora as propriedades desta planta, reconhecida por conter compostos com ação estrogênica suave. A estratégia se baseia no potencial da amora para aliviar os sintomas da menopausa sem recorrer a hormônios sintéticos, que podem apresentar riscos e efeitos colaterais indesejados.</p>
<p>A estudante Renata Cardoso lidera a pesquisa em colaboração com a Unitins. O projeto já superou as etapas iniciais com resultados promissores. Os primeiros testes realizados demonstraram que a goma possui uma consistência agradável e uma boa aceitação por parte dos participantes.</p>
<p>Atualmente, a goma de mascar está passando por rigorosas análises físico-químicas e microbiológicas. Essas avaliações são cruciais para garantir a segurança e a eficácia do produto, assegurando que ele atenda aos padrões de qualidade exigidos antes de ser disponibilizado para o público.</p>
<p>Iniciado em 2023, o projeto já obteve reconhecimento, sendo selecionado para a 16ª Jornada de Iniciação Científica e Extensão do Instituto Federal do Tocantins. Essa seleção destaca a relevância e o potencial inovador da pesquisa, impulsionando o estudo para as próximas fases de desenvolvimento. A expectativa é que a goma de mascar fitoterápica se torne uma opção terapêutica valiosa para mulheres que buscam alívio dos sintomas da menopausa de forma natural e segura.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Santana de Parnaíba intensifica campanha de prevenção e combate à tuberculose</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/santana-de-parnaiba-intensifica-campanha-de-prevencao-e-combate-a-tuberculose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 10:06:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Santana do Parnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
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		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[tuberculose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tuberculose continua sendo um problema de saúde pública em diversas regiões do Brasil. Nesse contexto, a Secretaria Municipal de Saúde tem intensificado as ações de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento adequado. A cidade tem promovido campanhas de conscientização, com o objetivo de alertar a população sobre os sintomas da doença, como se persistissem por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A tuberculose continua sendo um problema de saúde pública em diversas regiões do Brasil. Nesse contexto, a Secretaria Municipal de Saúde tem intensificado as ações de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento adequado. A cidade tem promovido campanhas de conscientização, com o objetivo de alertar a população sobre os sintomas da doença, como se persistissem por três semanas ou mais, febre e suores noturnos.</p>
<p dir="ltr">Caso algum morador apresente esses sintomas, é fundamental que procure uma unidade de saúde mais próxima de sua residência para realizar o exame, que é oferecido gratuitamente. A tuberculose tem cura, desde que o tratamento seja aplicado corretamente, por um período mínimo de seis meses.</p>
<p dir="ltr">Uma das principais formas de prevenir a tuberculose é a vacina BCG (bacilo Calmette-Guérin), oferecida no Sistema Único de Saúde (SUS), que protege a criança das formas mais graves da doença. Essa vacina deve ser dada às crianças ao nascer ou, no máximo, até os quatro anos, 11 meses e 29 dias. O imunizante está disponível nas unidades básicas e avançadas de saúde do município.</p>
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		<item>
		<title>Governo de SP monitora nova cepa da Mpox e orienta busca de atendimento nos primeiros sintomas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 18:26:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Todas as unidades de saúde seguem protocolos técnicos de vigilância, testagem e acompanhamento de casos para garantir uma resposta rápida e eficaz à Mpox O Governo de SP discutiu nesta terça-feira (11) o enfrentamento ao vírus da Mpox com equipes de vigilância em saúde municipais, o Hospital Emílio Ribas e o Ministério da Saúde (MS). [&#8230;]</p>
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<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default"><em><span style="font-size: 16px;">Todas as unidades de saúde seguem protocolos técnicos de vigilância, testagem e acompanhamento de casos para garantir uma resposta rápida e eficaz à Mpox</span></em></h4>
<p>O Governo de SP discutiu nesta terça-feira (11) o enfrentamento ao vírus da Mpox com equipes de vigilância em saúde municipais, o Hospital Emílio Ribas e o Ministério da Saúde (MS). Na reunião, as equipes da Secretaria de Saúde do Estado (SES-SP) destacaram o monitoramento e a assistência ao primeiro caso confirmado da nova cepa clado IB da doença em território paulista.</p>
<p>“A vigilância e a rede de assistência do Estado de São Paulo estão preparadas para o atendimento e monitoramento desses casos, além de reforçar a importância de procurar um serviço de atendimento diante dos primeiros sinais e sintomas da doença”, reforçou a coordenadora em saúde da Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD) da SES, Regiane de Paula.</p>
<p>Desde o primeiro caso de Mpox em 2022, <a role="link" href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/governo-de-sp-reforca-cuidados-e-monitoramento-contra-a-mpox/" target="_blank" rel="noopener">a SES monitora o cenário epidemiológico da doença em todo o estado</a>. A secretaria destaca que todas as unidades de saúde estaduais seguem protocolos técnicos de vigilância, testagem e acompanhamento de casos para garantir uma resposta rápida e eficaz à doença. Como referência no atendimento de casos da Mpox, o Governo de SP conta com o Hospital Emílio Ribas.</p>
<p>Em 2024, foram registrados 1.126 casos de Mpox no estado de São Paulo, sem nenhum óbito associado à doença. Neste ano, até esta terça-feira (11), 121 casos foram confirmados. Os dados atualizados sobre a Mpox estão disponíveis no <a role="link" href="https://nies.saude.sp.gov.br/ses" target="_blank" rel="noopener">portal do Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde</a> da Secretaria de Estado da Saúde.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Transmissão</h2>
<p>A transmissão de Mpox entre seres humanos ocorre, principalmente, por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. O compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectantes também pode transmitir a doença.</p>
<p>Em caso de suspeita, a recomendação é procurar uma unidade de saúde para avaliação. Se o diagnóstico for confirmado, a orientação é adotar medidas preventivas para evitar a transmissão da doença e iniciar o manejo clínico individualizado.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Principais sintomas</h2>
<p>Manifestações cutâneas em qualquer parte do corpo, podendo estar associadas a febre, fraqueza, linfonodos inchados, dores musculares, dores nas costas, dor de cabeça, dor de garganta, congestão nasal ou tosse.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Prevenção contra a Mpox</h2>
<p>• Higienizar as mãos com água e sabão e usar álcool em gel;<br />
• Não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais;<br />
• Evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele;<br />
• Manter isolamento imediato em caso de suspeita ou confirmação de Mpox.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Testagem</h2>
<p>A <strong>Agência SP</strong> mostrou que o Estado de São Paulo, através do Instituto Adolfo Lutz (IAL), <a role="link" href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/saude-de-sp-implanta-teste-pioneiro-para-detectar-nova-variante-da-mpox-no-pais/" target="_blank" rel="noopener">foi pioneiro na detecção de casos da nova variante da Mpox</a> com testes PCR. A testagem rápida para o novo clado ainda não estava disponível no Brasil, e o Instituto Adolfo Lutz foi pioneiro na implementação dessa metodologia no país, segundo a Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD) da SES.</p>
</div>
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		<title>Ações de combate e campanha de conscientização contra a dengue são intensificadas em Santana de Parnaíba</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/acoes-de-combate-e-campanha-de-conscientizacao-contra-a-dengue-sao-intensificadas-em-santana-de-parnaiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jan 2025 03:03:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Santana do Parnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[Ações]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aegypti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Visitas casa a casa, monitoramento constante, mutirões de limpeza, atendimento às denúncias e a organização dos serviços de saúde para acolher pacientes com suspeita de dengue são algumas das ações realizadas diariamente Com a chegada do Verão, a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, ocorre de forma acelerada. Em 2024, o Brasil enfrentou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 dir="ltr"><em>Visitas casa a casa, monitoramento constante, mutirões de limpeza, atendimento às denúncias e a organização dos serviços de saúde para acolher pacientes com suspeita de dengue são algumas das ações realizadas diariamente</em></h4>
<p dir="ltr">Com a chegada do Verão, a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, ocorre de forma acelerada. Em 2024, o Brasil enfrentou um aumento significativo no número de casos confirmados e óbitos pela doença. Segundo o Ministério da Saúde, foram registrados 6,4 milhões de casos prováveis e 6 mil mortes em todo o país.</p>
<p dir="ltr">Em Santana de Parnaíba, no ano passado, foram registrados 5.683 casos confirmados da doença e três óbitos. Embora o número de mortes não tenha sido elevado, desde outubro de 2024, a prefeitura vem intensificando gradualmente as ações de combate, com atividades diárias em todo o município, visando proteger a saúde da população.</p>
<p dir="ltr">As medidas incluem visitas domiciliares, monitoramento constante, mutirões de limpeza, atendimento às denúncias, campanhas educativas voltadas à conscientização da população e a organização dos serviços de saúde para acolher pacientes com suspeita de dengue. A administração municipal também realiza ações nas escolas, envolvendo crianças e adolescentes, e promove conteúdos informativos nas redes sociais.</p>
<p dir="ltr">Além disso, os Agentes de Combate às Endemias (ACEs) recebem treinamentos contínuos para atender casos suspeitos, realizar coletas em locais com potenciais criadouros e encaminhar amostras para análise.</p>
<h4 dir="ltr">SINTOMAS E PREVENÇÃO</h4>
<p dir="ltr">Transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti, a dengue é uma doença viral que afeta bebês, crianças e adultos. A doença apresenta quatro sorotipos diferentes e pode causar sintomas como febre, dor de cabeça, dores no corpo, náuseas (em alguns casos, pode não haver sintomas). Em quadros mais graves, pode ocorrer manchas vermelhas na pele, sangramentos nas gengivas e no nariz, dor abdominal intensa e vômitos persistentes.</p>
<p dir="ltr">A prevenção continua sendo a melhor estratégia contra a doença. Pequenas atitudes diárias, como eliminar focos de água parada, podem fazer uma grande diferença na redução da proliferação do mosquito e na proteção da saúde da comunidade. É essencial que cada cidadão adote medidas preventivas em sua rotina e colabore com as ações da prefeitura.</p>
<h4 dir="ltr">MEDIDAS DE PREVENÇÃO</h4>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Eliminação de Criadouros: Qualquer recipiente que acumule água parada pode se transformar em um foco de proliferação do mosquito. Garrafas, pneus, vasos de plantas e calhas devem ser mantidos limpos e secos. É importante verificar semanalmente todos os locais que podem acumular água.</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Uso de Repelentes:  Especialmente em áreas com maior infestação, o uso de repelentes é recomendado para evitar picadas. Proteja-se, principalmente no início da manhã e no final da tarde, quando o mosquito é mais ativo.</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Telagem de Janelas e Portas: Instalar telas em janelas e portas pode ajudar a impedir a entrada de mosquitos nas residências, criando uma barreira física contra o vetor.</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">Informação e Conscientização: A informação é uma poderosa aliada na luta contra a dengue. A população deve ser informada sobre os riscos da doença e as formas de prevenção através de campanhas educativas, palestras e distribuição de materiais informativos.</p>
</li>
</ul>
<h4 dir="ltr">DISPONIBILIDADE DA VACINA</h4>
<p dir="ltr">A vacina Qdenga contra a dengue está disponível nas Unidades Básicas e Avançadas de Saúde de Santana de Parnaíba, sendo aplicada em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária que apresenta o maior número de hospitalizações no Brasil. O Ministério da Saúde incorporou essa vacina ao Sistema Único de Saúde (SUS) no final de 2023. A vacina é administrada em duas doses, com intervalo de três meses, e o Brasil é o primeiro país a disponibilizá-la de forma universal no sistema público de saúde.</p>
<h4 dir="ltr">CUIDADO REDOBRADO</h4>
<p dir="ltr">De acordo com o painel do Ministério da Saúde, em 2025, foram registrados 352.249 casos prováveis de arboviroses (dengue, zika e chikungunya) na primeira semana epidemiológica do ano, com 176 óbitos confirmados. A região Sudeste concentra 61,8% das ocorrências, com destaque para os estados de São Paulo e Minas Gerais.</p>
<p dir="ltr">Nesse cenário, as ações de educação e prevenção continuam sendo fundamentais para evitar a proliferação do mosquito e a transmissão das doenças. A participação ativa da população, em colaboração com os ACEs é crucial na busca e eliminação de criadouros do mosquito.</p>
<h4 dir="ltr">INVESTIMENTOS EM SAÚDE PÚBLICA</h4>
<p dir="ltr">Nos últimos 11 anos, a gestão municipal de Santana de Parnaíba tem investido fortemente no fortalecimento das políticas de vigilância epidemiológica. Foram construídas 30 novas unidades de saúde, e a contratação de novos Agentes Comunitários de Saúde e de Combate às Endemias tem sido uma prioridade. Porém, a prevenção à dengue é um compromisso de todos. Cada pequena ação conta na luta contra o mosquito e na proteção da saúde coletiva.</p>
<p dir="ltr">A gestão municipal continua dedicada a promover a conscientização e implementar medidas preventivas, mas é fundamental que a população também faça sua parte para manter a cidade saudável e livre da dengue.</p>
<p dir="ltr">
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		<title>Você sente cansaço e dores Pós COVID</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/voce-sente-cansaco-e-dores-pos-covid/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2022 11:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Robson Gonçalves]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[Cansaço]]></category>
		<category><![CDATA[covid]]></category>
		<category><![CDATA[dores]]></category>
		<category><![CDATA[Muscular]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[sobreviventes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olá tudo bem com você? Para alguns sobreviventes da COVID, ocorreram diversas mudanças na Saúde geral inclusive com a sensação de cansaço, dores pelo corpo e outros sintomas que antes da Pandemia, não tinham ou não eram percebidos com frequência. Um estudo publicado em 23 de Novembro deste Ano, na Science Direct, buscou explicar o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="s2"><em>Olá tudo bem com você?</em></h4>
<p class="s3">Para alguns sobreviventes da COVID, ocorreram diversas mudanças na Saúde geral inclusive com a sensação de cansaço, dores pelo corpo e outros sintomas que antes da Pandemia, não tinham ou não eram percebidos com frequência.</p>
<p class="s3">Um estudo publicado em 23 de Novembro deste Ano, na Science Direct, buscou explicar o motivo pelo qual os sobreviventes da COVID-19, meses depois, ainda referiam sintomas como cansaço nas atividades rotineiras ou dores pelo corpo.</p>
<h4>Sobreviventes</h4>
<p class="s3">Para muitos sobreviventes da COVID que tiveram sintomas mais fortes, precisaram ficar acamados em repouso por algum tempo além de enfrentarem um processo inflamatório que se espalhou por todo o organismo liberando substâncias que podem ter causado uma perda de massa muscular exacerbada, principalmente nas pessoas que precisaram ser hospitalizadas por causa dos fortes sintomas e pelo risco de vida.</p>
<p class="s3">Vale lembrar, que já comentei em artigos anteriores, sobre a importância da massa muscular para a manutenção da qualidade de vida e também é considerada, um marcador de maus resultados para mortalidade, aumento de tempo hospitalizado, morbidade geral, menor qualidade de vida, menor chance de alta entre outros complicadores causados pela perda de massa muscular.</p>
<h4> Avaliação</h4>
<p class="s3">Uma avalição da massa muscular e da força no momento da internação, pode auxiliar na estimativa de tempo de internação de uma pessoa com COVID o que indica como está a saúde muscular nessa Doença.</p>
<p class="s3">Neste estudo realizado entre março de 2020 e agosto de 2021 no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo no Brasil, avaliou-se a força de apreensão palmar (perto de mão) e uma área de um músculo da perna desde o ponto de atendimento menos de 48hs após a admissão hospitalar, no momento da alta hospitalar e 6 meses após a alta e os sintomas persistentes foram avaliadas 6 meses após a alta.</p>
<p class="s3">Quinze por cento dos pacientes no grupo de alta perda muscular foram readmitidos no hospital dentro de 2 meses após a alta versus 10% dos pacientes no grupo de baixa perda muscular.</p>
<h4>Conclusão</h4>
<p class="s3">Isto significa que os sobreviventes da COVID, perderam massa muscular e força desde a admissão hospitalar até a alta e que muitos não recuperam essa massa muscular após a internação e por esse motivo, os sintomas podem persistir em algumas pessoas.</p>
<p class="s3">Nesses casos, o Fisioterapeuta é o Profissional da Saúde capaz de prescrever, orientar e personalizar uma rotina de atividades físicas para melhorar a qualidade de vida desses sobreviventes, procure um Fisioterapeuta caso você ainda tenha algum sintoma Pós COVID.</p>
<p class="s3">Forte abraço cuide-se bem, faça exercícios adequados para a sua condição atual de saúde e conte comigo sempre!</p>
<h4 class="s3"><strong>Fonte</strong>: <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S152586102200891X" target="_blank" rel="noopener">https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S152586102200891X</a></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p class="s3"><strong>Dr. Robson G. Mailho</strong></p>
<p class="s4">Fisioterapeuta e Colunista do Jornal Digital da Região Oeste</p>
<p class="s4">Instagram: @fisiopersonalizada</p>
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