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	<title>reservatórios &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>reservatórios &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Investimentos Históricos em Saneamento Transformam a Baixada Santista Pós-Desestatização da Sabesp</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 20:46:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Baixada Santista vive um período de profunda transformação em sua infraestrutura de saneamento básico. Impulsionada pela desestatização da Sabesp, efetivada pelo Governo de São Paulo, a região experimenta o maior ciclo de investimentos de sua história no setor. Somente entre julho de 2024 e o final de 2025, foram destinados R$ 2,4 bilhões, com [&#8230;]</p>
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<p>A Baixada Santista vive um período de profunda transformação em sua infraestrutura de saneamento básico. Impulsionada pela desestatização da Sabesp, efetivada pelo Governo de São Paulo, a região experimenta o maior ciclo de investimentos de sua história no setor. Somente entre julho de 2024 e o final de 2025, foram destinados R$ 2,4 bilhões, com um foco inicial na ampliação da segurança hídrica por meio da entrega de novos centros de reservação de água tratada, marcando um novo patamar de resiliência e abastecimento para a população local.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Novos Reservatórios Reforçam a Segurança Hídrica Regional</h2>



<p>Como parte das primeiras entregas deste ambicioso plano, oito Centros de Reservação (CRs) de água tratada já estão em operação, representando um avanço significativo para a Baixada Santista. Localizados estrategicamente em Bertioga (Mogiano e Caruara), Guarujá (Morrinhos), Peruíbe (Prados Baixos), São Vicente (Rio Branco) e Itanhaém (Centro e Mambu-Branco), esses novos reservatórios possuem uma capacidade combinada de armazenamento superior a 60 milhões de litros de água tratada. Este volume colossal equivale ao carregamento total de uma frota de 6 mil caminhões-pipa de médio porte, cada um com capacidade de 10 mil litros, elevando substancialmente a capacidade de distribuição e a robustez do sistema de abastecimento da região.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um Horizonte de Investimentos e Expansão de Infraestrutura</h2>



<p>Os reservatórios entregues são apenas o início de uma série de projetos. A Sabesp projeta um investimento total de cerca de R$ 8 bilhões nos próximos quatro anos, o que representa um incremento de cinco vezes em relação aos aportes realizados nos anos anteriores à desestatização. Este montante visa não apenas fortalecer os sistemas existentes, mas também expandir e modernizar as redes de abastecimento de água e esgotamento sanitário em toda a Baixada Santista. Entre as obras emblemáticas que estão em fase de conclusão ou planejamento, destacam-se a Travessia Subaquática Santos-Guarujá, que incrementará o fornecimento de água em 500 litros por segundo, o Centro de Reservação Boqueirão, na Praia Grande, com capacidade para 30 milhões de litros, e a Estação de Tratamento de Água (ETA) Melvi, também na Praia Grande, projetada para fornecer 1.200 litros de água tratada por segundo. Até 2029, a previsão é expandir 170 km de rede de água e 596 km de esgoto, além de construir 20 novos reservatórios, três novas estações de tratamento de água e seis de tratamento de esgoto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Universalização do Acesso e Inclusão de Áreas Informais</h2>



<p>Um dos pilares da nova gestão da Sabesp é a ampliação do acesso aos serviços básicos. Desde a desestatização em 2024, quase 230 mil pessoas na Baixada Santista passaram a ter acesso à água tratada, enquanto 291 mil foram beneficiadas pela coleta e tratamento de esgoto. Este avanço é particularmente notável pela inclusão de áreas que antes estavam à margem da cobertura. O novo modelo de contrato permitiu que moradores de áreas informais e rurais, que não eram atendidos pela empresa no contrato anterior, passassem a ser contemplados. Desde 2024, 89.791 residentes dessas localidades foram integrados à rede de abastecimento de água tratada e 88.791 à de coleta de esgoto, demonstrando um compromisso com a universalização dos serviços e a melhoria da qualidade de vida para todos os cidadãos da Baixada Santista.</p>



<p>O ciclo de investimentos na Baixada Santista, desencadeado pela desestatização da Sabesp, representa um marco histórico para a infraestrutura de saneamento da região. Com aportes financeiros sem precedentes, a entrega de novos reservatórios, a execução de grandes obras de expansão e a inclusão de populações antes desassistidas, a iniciativa não só garante maior segurança hídrica, mas também pavimenta o caminho para a universalização do acesso à água e esgoto. Este compromisso de longo prazo promete transformar a realidade ambiental e social, assegurando qualidade de vida e desenvolvimento sustentável para milhões de moradores.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/investimentos-historicos-em-saneamento-transformam-a-baixada-santista-pos-desestatizacao-da-sabesp/">Investimentos Históricos em Saneamento Transformam a Baixada Santista Pós-Desestatização da Sabesp</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>Janeiro chuvoso mantém bandeira verde no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 23:01:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cenário energético brasileiro começou o ano de 2024 com uma notícia aliviadora para milhões de consumidores em todo o território nacional. A bandeira tarifária verde foi confirmada para o mês de fevereiro, significando que as faturas de energia elétrica não terão a aplicação de custos adicionais. Essa decisão, aguardada com expectativa, reflete diretamente a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário energético brasileiro começou o ano de 2024 com uma notícia aliviadora para milhões de consumidores em todo o território nacional. A bandeira tarifária verde foi confirmada para o mês de fevereiro, significando que as faturas de energia elétrica não terão a aplicação de custos adicionais. Essa decisão, aguardada com expectativa, reflete diretamente a melhora significativa nas condições hídricas do país, impulsionada pelo volume robusto de chuvas observado nas últimas semanas de janeiro. A recuperação dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas, especialmente nas regiões estratégicas do Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste, foi determinante para a manutenção dessa tarifa mais branda. Com a capacidade de geração de energia hidrelétrica em patamares confortáveis, o sistema evita a necessidade de acionar usinas termelétricas, que possuem um custo de operação consideravelmente mais elevado, impactando diretamente o bolso do consumidor.</p>
<p> Entendendo a bandeira tarifária verde</p>
<p>O sistema de bandeiras tarifárias, implementado no Brasil desde 2015, funciona como um sinalizador para os consumidores, indicando as condições de geração de energia elétrica e os custos associados a elas. Comparável a um semáforo, ele apresenta três modalidades principais: verde, amarela e vermelha  Cada cor reflete o custo para gerar energia naquele momento e, consequentemente, se haverá ou não um acréscimo na conta de luz. A bandeira tarifária verde é o cenário ideal, sinalizando que as condições de geração são favoráveis, predominantemente hidrelétricas, e que não há necessidade de cobrança extra para cobrir custos mais altos de produção. Isso se traduz em alívio financeiro para os lares e empresas, que podem planejar seus orçamentos sem a preocupação de um encargo inesperado na fatura de energia.</p>
<p> O impacto direto na conta de luz</p>
<p>Quando a bandeira tarifária se mantém verde, o consumidor recebe a cobrança apenas pelo consumo de energia elétrica efetivamente utilizado, sem nenhum tipo de acréscimo relacionado à escassez hídrica ou ao acionamento de fontes de energia mais caras. Em contraste, a bandeira amarela indica uma condição menos favorável, resultando em um acréscimo moderado na conta. Já a bandeira vermelha, nos seus dois patamares (1 e 2), sinaliza as condições mais críticas, com acréscimos significativos devido à necessidade de acionar um maior número de usinas termelétricas, que queimam combustíveis fósseis e são consideravelmente mais onerosas. A permanência da bandeira verde em fevereiro demonstra a robustez atual do sistema hidrelétrico e a eficácia das recentes chuvas em repor os estoques de água, afastando temporariamente o risco de tarifas mais elevadas. Essa estabilidade é crucial para a economia doméstica e para o planejamento financeiro das empresas, que dependem da previsibilidade dos custos de energia para operar.</p>
<p> A contribuição das chuvas e a recuperação dos reservatórios</p>
<p>A confirmação da bandeira tarifária verde para fevereiro é um reflexo direto do volume significativo de chuvas que banhou diversas regiões do Brasil, especialmente durante a segunda quinzena de janeiro. Essas precipitações foram cruciais para a recuperação dos níveis dos reservatórios das principais usinas hidrelétricas do país, que são a espinha dorsal da matriz energética brasileira. As regiões Sudeste e Centro-Oeste, por exemplo, que concentram grande parte da capacidade de armazenamento de água para geração de energia, viram seus reservatórios se encherem, garantindo uma margem de segurança para os próximos meses. Da mesma forma, as regiões Norte e Nordeste também registraram volumes de chuva que contribuíram para a melhoria do cenário hídrico regional. A abundância de água permite que as usinas hidrelétricas operem em plena capacidade, gerando energia de forma mais econômica e limpa.</p>
<p> Cenário hidrológico favorável e o futuro da energia</p>
<p>A dependência do Brasil da energia hidrelétrica torna o país particularmente sensível às variações climáticas. Períodos de seca prolongada podem levar à escassez nos reservatórios, forçando o acionamento de termelétricas e, consequentemente, o aumento das tarifas. A situação atual de janeiro, com chuvas intensas e bem distribuídas, reverteu um cenário que poderia se tornar preocupante, reforçando a importância de um monitoramento contínuo das condições meteorológicas. No longo prazo, a diversificação da matriz energética com investimentos em outras fontes renováveis, como a solar e a eólica, é essencial para reduzir essa vulnerabilidade e garantir a segurança energética. Contudo, para o momento, o cenário hidrológico é favorável e proporciona um respiro, tanto para o sistema energético quanto para os consumidores. O planejamento e a gestão inteligente dos recursos hídricos são fundamentais para assegurar a sustentabilidade e a estabilidade do fornecimento de energia no país, minimizando os impactos das variações climáticas.</p>
<p> A importância do consumo consciente</p>
<p>Apesar da boa notícia da bandeira tarifária verde, o órgão regulador do setor elétrico mantém o alerta para a importância do consumo consciente de energia. Mesmo com reservatórios cheios e custos de geração mais baixos, o uso racional da eletricidade permanece fundamental por diversas razões. Em primeiro lugar, a economia de energia contribui diretamente para a preservação do meio ambiente, reduzindo a pegada ecológica e otimizando o uso dos recursos naturais. Em segundo lugar, o consumo consciente ajuda a manter os níveis dos reservatórios mais estáveis por períodos mais longos, colaborando para que a bandeira verde possa ser mantida nos meses seguintes. O desperdício de energia, independentemente da bandeira, é sempre prejudicial e pode acelerar a necessidade de acionamento de termelétricas em um futuro próximo, resultando em um retorno das tarifas mais caras. Pequenas mudanças de hábito, como apagar as luzes ao sair de um cômodo, usar eficientemente o ar-condicionado ou chuveiro elétrico e desligar aparelhos da tomada quando não estão em uso, fazem uma grande diferença no consumo total e na sustentabilidade do sistema energético. A consciência coletiva é um pilar para a segurança energética do país.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a bandeira tarifária</p>
<p>O que significa a bandeira tarifária verde?<br />
A bandeira tarifária verde indica que as condições de geração de energia elétrica são favoráveis, com os reservatórios das hidrelétricas em bons níveis e custos de produção mais baixos. Isso significa que não há nenhum acréscimo na conta de luz.</p>
<p>Como as chuvas influenciam a bandeira tarifária?<br />
O volume de chuvas é crucial porque a maior parte da energia brasileira é gerada por hidrelétricas. Chuvas abundantes enchem os reservatórios, permitindo que essas usinas operem em plena capacidade, reduzindo a necessidade de acionar usinas termelétricas, que são mais caras e poluentes.</p>
<p>Devo continuar economizando energia mesmo com a bandeira verde?<br />
Sim, o consumo consciente é sempre essencial. Economizar energia ajuda a preservar os recursos naturais, contribui para a sustentabilidade do sistema elétrico e evita que os reservatórios atinjam níveis críticos, o que poderia levar a futuras mudanças para bandeiras mais caras.</p>
<p>Qual a diferença entre as bandeiras amarela e vermelha?<br />
A bandeira amarela indica condições menos favoráveis de geração, com um pequeno acréscimo na conta de luz. A bandeira vermelha  sinaliza as condições mais críticas, com custos elevados de geração e acréscimos significativos na fatura, devido ao maior uso de termelétricas.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre as condições energéticas e adote práticas de consumo consciente para contribuir com um futuro mais sustentável e garantir a estabilidade da sua conta de luz.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Sistema Alto Tietê registra 106,2 mm em 16 dias e fica abaixo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 14:01:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Sistema Produtor do Alto Tietê (SPAT), vital para o abastecimento de milhões de pessoas na Grande São Paulo, registrou 106,2 milímetros de chuva nos primeiros 16 dias de janeiro. Apesar de o volume ser superior ao observado no mesmo período do ano anterior, ele representa menos da metade do que é historicamente esperado para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sistema Produtor do Alto Tietê (SPAT), vital para o abastecimento de milhões de pessoas na Grande São Paulo, registrou 106,2 milímetros de chuva nos primeiros 16 dias de janeiro. Apesar de o volume ser superior ao observado no mesmo período do ano anterior, ele representa menos da metade do que é historicamente esperado para o mês completo. Com a capacidade operacional em 21,7%, os níveis dos reservatórios permanecem uma preocupação, estando significativamente abaixo da média histórica e da situação verificada no início do ano anterior. A escassez de precipitações consistentes durante o verão levanta alertas sobre a gestão hídrica na região, enfatizando a necessidade de monitoramento contínuo e conscientização.</p>
<p> Desempenho hídrico do Sistema Alto Tietê em janeiro</p>
<p> Acúmulo de chuvas e sua relevância</p>
<p>Nos primeiros 16 dias de janeiro, o Sistema Produtor do Alto Tietê (SPAT) acumulou 106,2 milímetros de chuva, um dado que, à primeira vista, pode parecer animador por ser 16,8% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. No entanto, uma análise mais aprofundada revela um cenário menos otimista. A média histórica para o mês de janeiro, conforme dados compilados pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, aponta para um volume esperado de 232,1 mm até o dia 30. O volume atual, de 106,2 mm, corresponde a apenas 45,8% desse total, indicando que o sistema está operando com um déficit pluviométrico significativo para o período.</p>
<p>Apesar de estarmos no auge do verão, estação normalmente caracterizada por chuvas abundantes e intensas, o SPAT passou por vários dias sem volumes significativos de precipitação. Em dez dos primeiros 16 dias do ano, a quantidade de chuva foi insuficiente para promover um aumento perceptível nos níveis dos reservatórios. Essa irregularidade das chuvas de verão, com períodos prolongados de estiagem em meio a volumes pontuais, é um fator de preocupação, pois a recuperação dos reservatórios depende de uma distribuição consistente e bem distribuída da chuva ao longo do mês. A ausência de volumes robustos e contínuos impede a elevação dos níveis e a acumulação necessária para garantir a segurança hídrica nos meses seguintes, quando as precipitações tendem a diminuir.</p>
<p> Impacto nos níveis dos reservatórios</p>
<p>Atualmente, o Sistema Produtor do Alto Tietê opera com 21,7% de sua capacidade total. Embora este índice seja ligeiramente superior ao registrado no final do ano anterior, que fechou em 19,9%, e nos primeiros dias de janeiro, ele ainda reflete uma condição de atenção. A diferença mais alarmante surge ao compararmos o cenário atual com o mesmo período do ano passado. Em janeiro do ano anterior, o SPAT operava com 40,7% da capacidade, o que significa que, em apenas um ano, houve uma queda de 19 pontos percentuais. Essa redução expressiva demonstra a vulnerabilidade do sistema às variações climáticas e a importância de um monitoramento constante.</p>
<p>Os níveis baixos dos reservatórios têm implicações diretas para os milhões de habitantes da Grande São Paulo que dependem diretamente do SPAT. Embora 21,7% não configure um colapso iminente, é um volume que exige cautela e uma gestão rigorosa. A capacidade de resposta do sistema a eventuais picos de demanda ou a períodos de seca prolongada fica comprometida. A situação demanda não apenas a observação dos padrões de chuva, mas também a adoção de medidas que possam otimizar o uso da água e conscientizar a população sobre a importância da economia hídrica. A recuperação dos níveis para patamares mais confortáveis depende de um aumento substancial e contínuo das precipitações nas próximas semanas.</p>
<p> O complexo sistema e seus desafios</p>
<p> A abrangência do SPAT e a demanda da Grande São Paulo</p>
<p>O Sistema Produtor do Alto Tietê (SPAT) é uma estrutura hídrica complexa e fundamental, composta por cinco grandes reservatórios estrategicamente localizados entre os municípios de Suzano e Salesópolis, na região metropolitana de São Paulo. Esses reservatórios, interligados por um engenhoso sistema de adutoras e estações de bombeamento, desempenham um papel insubstituível no abastecimento de água potável para mais de 4,5 milhões de pessoas na Grande São Paulo. Sua importância transcende o mero volume de água, sendo um pilar para a saúde pública, o desenvolvimento econômico e a qualidade de vida de uma das maiores concentrações urbanas do mundo.</p>
<p>Entre as cinco represas que formam o SPAT, algumas como Paratininga, Biritiba e Ponte Nova, destacam-se por operar acima dos 20% de sua capacidade na primeira quinzena de janeiro. Contudo, a análise geral mostra que todas as cinco represas encerraram a primeira metade do mês com volumes abaixo dos registrados em 2025. A gestão do SPAT é um desafio contínuo, demandando expertise em engenharia, meteorologia e planejamento estratégico. O sistema já enfrentou períodos de crise hídrica severa no passado, como a de 2014-2015, que expôs a fragilidade do abastecimento diante de prolongados períodos de estiagem e reforçou a necessidade de investimentos em infraestrutura e em políticas de uso consciente da água. A manutenção de seus níveis é, portanto, uma prioridade para garantir a estabilidade e a segurança hídrica da metrópole.</p>
<p> Cenário futuro e a importância da gestão hídrica</p>
<p>O cenário de chuvas abaixo da média histórica no início de janeiro para o Sistema Alto Tietê acende um alerta para as perspectivas futuras. Embora o verão ainda esteja em curso, a irregularidade nas precipitações sugere que a recuperação completa dos níveis dos reservatórios pode ser um desafio se as condições não mudarem. Um verão com chuvas insuficientes pode prolongar o período de atenção para a gestão hídrica, levando a possíveis medidas de conservação e uso racional da água por parte da população e dos setores produtivos. A dependência do ciclo natural de chuvas sublinha a vulnerabilidade do sistema, apesar de sua robustez.</p>
<p>Diante desse panorama, a importância da gestão hídrica torna-se ainda mais evidente. Isso envolve não apenas o monitoramento constante dos níveis dos reservatórios e das previsões meteorológicas, mas também a implementação de estratégias de longo prazo, como o combate a perdas na distribuição, o incentivo ao reuso de água e a educação ambiental. A conscientização pública sobre o consumo responsável de água é crucial. Pequenas ações individuais, multiplicadas por milhões de habitantes, podem fazer uma diferença significativa na sustentabilidade do abastecimento. O desafio é garantir que o SPAT continue a atender à demanda crescente de uma metrópole vibrante, adaptando-se às mudanças climáticas e promovendo um futuro mais seguro em termos hídricos.</p>
<p> Perspectivas e o desafio contínuo</p>
<p>A situação atual do Sistema Produtor do Alto Tietê em janeiro, com volumes de chuva aquém da média histórica, destaca a complexidade e a criticidade da gestão hídrica em uma região metropolitana de grande porte. Embora os níveis dos reservatórios apresentem uma ligeira melhora em relação ao final do ano anterior, a diferença significativa em comparação com o mesmo período do ano passado, aliada à irregularidade das chuvas de verão, mantém o sistema em estado de atenção. A capacidade de abastecer mais de 4,5 milhões de pessoas na Grande São Paulo depende intrinsecamente de um equilíbrio delicado entre as precipitações e o consumo. O acompanhamento contínuo dos indicadores e a promoção de práticas de uso consciente da água são essenciais para assegurar a segurança hídrica da metrópole nos próximos meses e anos.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. Qual a situação atual do Sistema Alto Tietê em relação às chuvas?<br />
O Sistema Produtor do Alto Tietê registrou 106,2 milímetros de chuva nos primeiros 16 dias de janeiro. Este volume é 16,8% maior que o do mesmo período do ano anterior, mas representa menos da metade da média histórica esperada para o mês inteiro (232,1 mm).</p>
<p>2. Qual a capacidade operacional atual dos reservatórios do SPAT?<br />
Atualmente, o Sistema Produtor do Alto Tietê opera com 21,7% de sua capacidade total. Este índice é superior ao final do ano anterior (19,9%), mas é 19 pontos percentuais menor do que o registrado no mesmo período do ano passado (40,7%).</p>
<p>3. Quantas pessoas são abastecidas pelo Sistema Produtor do Alto Tietê?<br />
O SPAT é responsável pelo abastecimento de mais de 4,5 milhões de pessoas na Grande São Paulo, sendo um componente vital para a infraestrutura hídrica da região.</p>
<p>4. Quais reservatórios compõem o Sistema Alto Tietê?<br />
O Sistema Produtor do Alto Tietê é formado por cinco reservatórios localizados entre Suzano e Salesópolis. As represas Paratininga, Biritiba e Ponte Nova foram mencionadas como operando acima dos 20% na primeira quinzena de janeiro.</p>
<p>Mantenha-se informado e contribua para a sustentabilidade hídrica da Grande São Paulo adotando práticas de consumo consciente de água em seu dia a dia.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Chuvas melhoram nível dos reservatórios de São Paulo, diz Sabesp</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/chuvas-melhoram-nivel-dos-reservatorios-de-sao-paulo-diz-sabesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2023 15:02:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As fortes chuvas que têm atingido o estado de São Paulo desde dezembro do ano passado melhoraram o nível dos reservatórios. Principalmente do Cantareira, sistema que abastece a região da Grande São Paulo e que hoje estava operando com 48,5% de sua capacidade. Há um mês, o nível do reservatório estava em 38,3%, em nível [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="clear">As fortes chuvas que têm atingido o estado de São Paulo desde dezembro do ano passado melhoraram o nível dos reservatórios. Principalmente do Cantareira, sistema que abastece a região da Grande São Paulo e que hoje estava operando com 48,5% de sua capacidade. Há um mês, o nível do reservatório estava em 38,3%, em nível de alerta. Isso é o que aponta a situação dos mananciais, que é publicada diariamente no <em>site</em> da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).<img decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?w=620&amp;ssl=1" width="1" height="1" /><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?w=620&amp;ssl=1" width="1" height="1" /></div>
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<p>Apesar de ainda estar distante do nível normal, que é estabelecido acima dos 60%, hoje o Cantareira opera em nível de atenção, uma situação bem melhor do que havia há um mês. A situação também é bem mais confortável ao que era registrado há um ano, quando o sistema estava operando com 29,6% de sua capacidade.</p>
<p>Desde o dia 1º de janeiro até hoje (16), o Cantareira ganhou 6,3% de sua capacidade, variando sempre positivamente a cada dia. A capacidade máxima do Sistema Cantareira (volume útil, sem considerar a reserva técnica) é 982 bilhões de litros. Hoje, esse volume útil estava em 476,3 bilhões de litros. Esse é o maior volume operado pelo sistema desde janeiro de 2017, quando o Cantareira contava com cerca de 49,6% de sua capacidade.</p>
<h2>Demais sistemas</h2>
<p>Além do Cantareira, outros sistemas de São Paulo operam com bons níveis para o mês. O reservatório do Alto Tietê tem operado com nível de 51,2%. O do Guarapiranga com nível próximo dos 80% e, o de Cotia, com nível de quase 68%. O Rio Grande é o que está em melhor situação, operando acima de 102% de seu nível. O São Lourenço está em 98,7%. Já a pior situação é do Rio Claro, com 41,9% de sua capacidade. Somados todos os sistemas, o nível dos mananciais atingiu 57,5% hoje.</p>
<p>Procurada pela <strong>Agência Brasil</strong>, a Sabesp informou “que o período de chuvas beneficiou o Sistema Integrado Metropolitano, que neste momento, opera com 57,5% da capacidade, nível superior aos 45,8% de 2022”.</p>
<p>“Assim, como no ano passado, não há risco de desabastecimento de água na RMSP [região metropolitana de São Paulo] neste período. Mas a companhia segue orientando sobre a importância do uso consciente da água pela população”, disse a Sabesp, por meio de nota.</p>
<h2>Níveis</h2>
<p>A captação de água do Sistema Cantareira é condicionada ao nível de armazenamento de água do manancial observada no último dia de cada mês. Foram criadas cinco faixas, definidas por uma <a href="https://arquivos.ana.gov.br/resolucoes/2017/925-2017.pdf" target="_blank" rel="noopener">resolução conjunta</a> da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e o Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), em 2017, e que devem ser seguidas pela Sabesp.</p>
<p>Os cinco níveis criados pela resolução são: normal, quando o nível do reservatório é igual ou maior que 60%; atenção, quando é igual ou maior que 40% e menor que 60%; alerta, quando está maior que 30% e menor que 40%; restrição, quando é maior que 20% e menor que 30%; e especial, quando o volume acumulado é menor que 20%. Estas faixas orientam os limites de retirada de água do sistema.</p>
<p>Como no último dia 31 de dezembro o Sistema Cantareira estava com 42,2% de sua capacidade total, ele hoje opera na fase de atenção – fase que deve ser mantida se, no dia 31 de janeiro, ele mantiver seu nível entre 40% e 60%. fonte: agência brasil</p>
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