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	<title>pintura &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>pintura &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Santana de Parnaíba apresenta exposição de pintura e bordado no Centro de Convivência do Idoso</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 12:35:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Santana do Parnaíba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até hoje,  (6) o espaço expositivo “Mariazinha Fernandes”, no Centro Administrativo Bandeirantes (CAB), recebe uma exposição especial promovida pelo Centro de Convivência do Idoso (CCI). A mostra reúne pinturas e bordados produzidos pelos participantes das oficinas, que exploram o universo da arte ao compartilhar histórias de vida, momentos marcantes e até desejos pessoais por meio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Até hoje,  (6) o espaço expositivo “Mariazinha Fernandes”, no Centro Administrativo Bandeirantes (CAB), recebe uma exposição especial promovida pelo Centro de Convivência do Idoso (CCI). A mostra reúne pinturas e bordados produzidos pelos participantes das oficinas, que exploram o universo da arte ao compartilhar histórias de vida, momentos marcantes e até desejos pessoais por meio de suas criações.</p>
<p dir="ltr">A exposição apresenta trabalhos que evidenciam a evolução artística de cada integrante. Alguns idosos já tinham experiência com pintura, mas muitos iniciaram a prática recentemente no CCI, descobrindo novos talentos e habilidades.</p>
<p dir="ltr">Além da produção artística, as oficinas contribuem para o desenvolvimento da paciência, do controle da ansiedade, do intelecto e do equilíbrio emocional.</p>
<p dir="ltr">
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		<title>Agenda Cultural: MASP Traz exposições sobre histórias indígenas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Apr 2023 10:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Jandira]]></category>
		<category><![CDATA[Marluci Zanelato]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Masp]]></category>
		<category><![CDATA[pintura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dando início à programação anual, três grandes exposições dedicadas às histórias indígenas ocupam o MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand). Nada melhor que unir um momento de distração com aprendizado e cultura! Nos museus, é possível aprender sobre inúmeros assuntos, como arte, história, geografia, biologia, ciências entre outros. Assim, essas visitas além de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="s3">Dando início à programação anual, três grandes exposições dedicadas às histórias indígenas ocupam o <a href="https://www.instagram.com/masp/" target="_blank" rel="noopener">MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand</a>).</p>
<p class="s4">
<p class="s4">Nada melhor que unir um momento de distração com aprendizado e cultura! Nos museus, é possível aprender sobre inúmeros assuntos, como arte, história, geografia, biologia, ciências entre outros. Assim, essas visitas além de ser  uma ótima opção de lazer, também incentivam a curiosidade, a criatividade, o repertório cultural, o pensamento crítico e o raciocínio lógico.</p>
<p class="s4">
<p class="s4">No intuito recorrente de levar o seu público a novas descobertas o <a name="_GoBack"></a><a href="https://www.instagram.com/masp/%20/t%20_blank" target="_blank" rel="noopener">MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand</a>) abre o seu ano de exposições com mostras fascinantes sobre as culturas dos povos indígenas Macuxie Huni Kuin, além de curta-metragens sobre grafismos dos Mebengokré. Tais exposições pretendem <span class="s5">apresentar a diversidade e complexidade dessas culturas, além de discutir o silêncio da história oficial da arte em relação a essa produção artística.</span></p>
<p class="s4">
<p class="s4"><strong><a href="https://www.instagram.com/carmeziaemiliano/" target="_blank" rel="noopener"><span class="s6">Carmézia</span><span class="s6"> Emiliano</span></a><span class="s6"> – A</span><span class="s6"> árvore da vida</span></strong></p>
<p class="s4">
<p class="s4">A mostra “<a href="https://www.instagram.com/carmeziaemiliano/%20/t%20_blank" target="_blank" rel="noopener"><span class="s6">Carmézia</span><span class="s6"> Emiliano</span></a><span class="s7">: a árvore da vida</span>“<span class="s7"> </span>reúne pinturas que figuram e refletem sobre paisagens, objetos da cultura material e o cotidiano da comunidade da artista indígena Macuxi, localizada na Maloca do Japó, Normandia, Roraima.</p>
<p class="s4">
<p class="s4">Já “<span class="s7">MAHKU: </span><span class="s7">Mirações</span>” apresenta pinturas, desenhos e esculturas – resultado de traduções de cantos, mitos e visões do grupo de etnia Huni Kuin, que vive no estado do Acre, na fronteira com o Peru.</p>
<p class="s4">
<p class="s4">E por fim, o<span class="s7"> Coletivo </span><span class="s7">Bepunu</span> <span class="s7">Mebengokré</span> exibe os curtas-metragens sobre a ancestral arte da pintura corporal, protagonizada pelas mulheres <span class="s7">Mebengokré-Kayapó</span>. As duas mostras ficam em cartaz até 11 de julho, já os curtas-metragens até o dia 18.</p>
<p class="s4">
<p class="s4"><span class="s7">Carmézia</span><span class="s7"> Emiliano</span> é uma artista autodidata de origem Macuxi, nascida em Maloca do Japó, Normandia, Roraima. Sua exposição apresenta 35 pinturas sobre tela, divididas em sete núcleos que abordam temas relacionados à subjetividade da artista e à vida em comunidade, refletindo manifestações culturais macuxis, como a dança do parixara, os jogos e brincadeiras relacionados aos períodos de festas, assim como a vida comunitária manifestada nas pinturas que representam habitações e espaços em comum.</p>
<p class="s4">
<p class="s4">Também se destacam os registros da transmissão de saberes, das redes de apoio entre mulheres e da relação de profundo respeito e cooperação com a natureza.</p>
<p class="s4">
<p class="s4"><strong><span class="s6">“MAHKU: </span><span class="s6">Mirações</span><span class="s6">”</span></strong></p>
<p class="s4">
<p class="s4">Essa exposição reúne cerca de 120 pinturas e desenhos que se originam tanto de traduções e registros de cantos, mitos e histórias de sua ancestralidade, como de experiências visuais geradas pelos rituais de nixi pae, que envolvem a ingestão de ayahuasca , denominadas mirações , que na<span class="s8"> cultura </span><span class="s8">daimista</span><span class="s8">,</span><span class="s8"> designa as visões provocadas pela ayahuasca. </span><span class="s9">É um estado de êxtase, uma experiência transcendental, cognitiva, que se manifesta sob diversas formas</span><span class="s9">.</span></p>
<p class="s4">
<p class="s4">A mostra pretende ampliar o conhecimento sobre e com os <span class="s7">Huni</span> <span class="s7">Kuin</span>, assim como a compreensão da contribuição de sua obra para a arte contemporânea.</p>
<p class="s4">
<p class="s4"><strong><span class="s6">Sala de vídeo: Coletivo </span><span class="s6">Bepunu</span> <span class="s6">Mebengokré</span></strong></p>
<p class="s4">
<p class="s4">A mostra do <span class="s7">Coletivo </span><span class="s7">Bepunu</span> <span class="s7">Mebengokré</span> exibe os curtas-metragens “<span class="s7">Menire</span> <span class="s7">djê</span><span class="s7">: grafismo das mulheres </span><span class="s7">Mebengokré-Kayapó</span>” (2019) e narra o processo de produção da tinta de jenipapo, desde a colheita até a mistura com o carvão moído, que traz a pigmentação e consistência adequadas para aplicá-la nos corpos. Em seguida ao ciclo de preparo da tinta, a protagonista da obra realiza a pintura dos grafismos em sua própria filha e recorda-se de como seus avós e pais tiveram um papel significativo na relação que construiu com seu passado.</p>
<p class="s4">
<p class="s4">Já o curta “<span class="s7">Mê’ok</span><span class="s7">: nossa pintura</span>” (2014) expande o diálogo com as cosmologias Mebengokré a partir do universo dos grafismos, em uma série de entrevistas e registros com pessoas que cresceram com a pintura do jenipapo e urucum feita por suas mães, tornando-se processos de manutenção da tradição até os dias atuais.</p>
<p class="s4">
<p class="s4">Outro destaque dessa exposição é um mural pintado em cores vibrantes nas laterais da rampa vermelha do museu, que interliga o primeiro e o segundo subsolos. Foram feitas aprovações no Iphan (Instituto do PatrimônioHistórico e Artístico Nacional) e no Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) que permitiu essa intervenção provisória de um ano. É uma pintura mural de 200 metros quadrados, somando-se todas as faces da rampa. O grupo veio completo do Acre para fazer essa pintura. Foi um trabalho bem árduo que será bem impactante para o visitante.</p>
<p class="s4">
<p class="s4"><strong><span class="s6">Exposições sobre</span><span class="s6"> Histórias I</span><span class="s6">ndígenas</span></strong></p>
<p class="s4"><span class="s7">Quando:</span> Até 18 de junho de 2023</p>
<p class="s4">Terça, das 10h às 20h<br />
Quarta a domingo, das 10h às 18h</p>
<p class="s4">
<p class="s4"><span class="s7">Quanto:</span></p>
<p class="s4">R$ 30 (meia) e R$ 60 (inteira) | Entrada gratuita as terças e toda primeira quinta-feira do mês</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="s4"><span class="s7">Onde: </span>MASP – Museu de Arte de São Paulo</p>
<p class="s4">Avenida Paulista, 1578 &#8211; Bela Vista – SP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="s4">
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/agenda-cultural-masp-traz-exposicoes-sobre-historias-indigenas/">Agenda Cultural: MASP Traz exposições sobre histórias indígenas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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