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	<title>PCC &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>PCC &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Falta integrar polícias contra facções, diz promotor que investiga pcc</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 21:01:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falta de coordenação entre as forças de segurança brasileiras é um obstáculo significativo no combate ao tráfico de drogas e às facções organizadas. A avaliação é de um promotor de São Paulo, especialista em investigar o Primeiro Comando da Capital (PCC), Lincoln Gakiya. Segundo o promotor, há uma necessidade urgente de integrar e coordenar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A falta de coordenação entre as forças de segurança brasileiras é um obstáculo significativo no combate ao tráfico de drogas e às facções organizadas. A avaliação é de um promotor de São Paulo, especialista em investigar o Primeiro Comando da Capital (PCC), Lincoln Gakiya.</p>
<p>Segundo o promotor, há uma necessidade urgente de integrar e coordenar as ações das diversas forças de segurança. Ele lamenta que, em seus 34 anos de experiência, observa mais disputas institucionais entre as polícias e o Ministério Público do que uma atuação conjunta e sinérgica.</p>
<p>Gakiya participou de uma sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o Crime Organizado do Senado, que foi criada após uma operação no Rio de Janeiro que resultou em 122 mortes. Durante sua participação, alertou para o risco de o Brasil se tornar um narcoestado, caso medidas efetivas não sejam tomadas.</p>
<p>Para ele, as facções criminosas estão infiltradas na economia formal, utilizando fintechs, plataformas de apostas online e criptomoedas para lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio, aproveitando a ainda escassa regulamentação desses setores.</p>
<p>O promotor enfatizou que o endurecimento das penas não é suficiente. Ele criticou o projeto de lei Antifacção, aprovado na Câmara, argumentando que o texto não diferencia adequadamente as lideranças dos membros de menor hierarquia dentro das organizações criminosas.</p>
<p>De acordo com Gakiya, o problema central não é a falta de legislação, mas sim a falta de coordenação, integração e cooperação entre os órgãos do Estado.</p>
<p>A polarização política entre diferentes governos também dificulta a integração das forças de segurança, afirmou. Segundo ele, operações bem-sucedidas como a Carbono Oculto, que desmantelou esquemas de lavagem de dinheiro do PCC, ocorreram mais por iniciativa de servidores do que por uma integração estruturada entre as instituições.</p>
<p>Gakiya propôs a criação de uma Autoridade Nacional para combater o crime organizado, com a participação de representantes de todas as polícias e órgãos do Estado, como forma de dar continuidade às políticas de segurança e superar as diferenças institucionais.</p>
<p>O promotor alertou que o Brasil caminha para se tornar um narcoestado devido ao crescimento de grupos como o PCC, que estão atuando na economia formal. Ele ressaltou que o PCC está presente em todas as unidades da federação e em pelo menos 28 países, com um aumento significativo em sua receita anual.</p>
<p>Gakiya citou o caso das empresas de ônibus em São Paulo, controladas pelo PCC, que transportavam milhões de passageiros mensalmente e tinham integrantes do grupo entre os acionistas.</p>
<p>Ele acrescentou que o crime organizado se infiltra no Estado por meio de contratos, principalmente em prefeituras, após financiar campanhas políticas.</p>
<p>O promotor também expressou preocupação com a infiltração das facções no sistema financeiro, especialmente por meio de fintechs, criptomoedas e jogos de apostas online, que são utilizados para lavar dinheiro.</p>
<p>Segundo ele, a pouca regulamentação das fintechs no Brasil tem facilitado a lavagem de dinheiro pelas facções.</p>
<p>Em relação ao projeto de lei Antifacção, Gakiya defendeu que ele deveria diferenciar as organizações criminosas menores das mais estruturadas, que possuem características de &#8220;máfia&#8221;, e que precisam ser tratadas de forma diferente.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Nota de pesar e repúdio: Execução do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 22:16:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Litoral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (SINDPESP) manifesta profundo pesar, perplexidade e indignação diante do bárbaro homicídio do ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, ocorrido na noite desta segunda-feira (15/9), no município de Praia Grande, na Baixada Santista. Ruy Ferraz Fontes foi uma das principais referências na luta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (SINDPESP) manifesta profundo pesar, perplexidade e indignação diante do bárbaro homicídio do ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, <strong>Ruy Ferraz Fontes</strong>, ocorrido na noite desta segunda-feira (15/9), no município de <strong>Praia Grande</strong>, na Baixada Santista.</p>
<p>Ruy Ferraz Fontes foi uma das principais referências na luta contra o crime organizado no estado de São Paulo. Durante sua trajetória como delegado de Polícia, destacou-se por sua atuação firme e corajosa no enfrentamento à facção criminosa <strong>Primeiro Comando da Capital (PCC)</strong>, o que, infelizmente, também o tornou alvo de sucessivas ameaças de morte.</p>
<p>Sua execução, poucos anos após ter ocupado o cargo mais alto da Polícia Civil paulista, é um episódio gravíssimo que escancara não apenas a ousadia do crime organizado, mas também a fragilidade da proteção e valorização dos profissionais que mais se dedicam à segurança pública no estado.</p>
<p>A morte de Ruy Ferraz Fontes <strong>é uma afronta direta ao Estado</strong>, às forças de segurança e à sociedade. Representa um sinal de alerta urgente sobre o atual estado da Polícia Civil, que vem sendo historicamente enfraquecida por sucessivos governos, com falta de investimentos, ausência de valorização profissional, número insuficiente de efetivo e estrutura cada vez mais precária.</p>
<p>A Polícia Civil é a instituição responsável por investigar e combater organizações criminosas. Quando o Estado falha em protegê-la e fortalecê-la, está, por consequência, <strong>abrindo espaço para que o crime avance</strong>.</p>
<p>O SINDPESP exige rigorosa e célere investigação, com a devida responsabilização dos envolvidos neste crime, que não pode, em hipótese alguma, ficar impune. A impunidade neste caso colocaria em risco não apenas a credibilidade da Segurança Pública, mas a própria autoridade do Estado de São Paulo diante do poder paralelo representado pelo crime organizado.</p>
<p>Aos 63 anos, Ruy Ferraz Fontes deixa um legado de coragem, comprometimento e serviço público. Ingressou na Polícia Civil em 1988, atuando em diversas unidades da instituição e chegando ao cargo de <strong>delegado-geral</strong>, exercido entre 2019 e 2022. Também foi professor de Investigação Policial na Academia de Polícia (Acadepol), onde compartilhou seus conhecimentos ao longo de 11 anos.</p>
<p>Atualmente aposentado, exercia o cargo de <strong>secretário municipal de Administração da Prefeitura de Praia Grande</strong>.</p>
<p>Neste momento de luto, o SINDPESP se solidariza com familiares, amigos e colegas de profissão, reafirmando seu compromisso inabalável com a defesa da Polícia Civil e dos delegados de polícia do Estado de São Paulo.</p>
<p><strong>Ruy Ferraz Fontes, presente.</strong></p>
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