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	<title>motta &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Presidente da câmara defende servidora investigada por emendas parlamentares</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2025 21:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), manifestou-se publicamente em defesa de Mariângela Fialek, conhecida como “Tuca”, uma servidora investigada por emendas parlamentares pela Polícia Federal (PF). Ela foi alvo de mandados de busca e apreensão na última sexta-feira, 12 de maio, em uma operação que mira obras financiadas por verbas parlamentares. Fialek, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), manifestou-se publicamente em defesa de Mariângela Fialek, conhecida como “Tuca”, uma servidora investigada por emendas parlamentares pela Polícia Federal (PF). Ela foi alvo de mandados de busca e apreensão na última sexta-feira, 12 de maio, em uma operação que mira obras financiadas por verbas parlamentares. Fialek, que já atuou como assessora do ex-presidente da Casa, Arthur Lira, é descrita por Motta como uma técnica &#8220;competente, responsável e comprometida&#8221;. A defesa surge em meio a uma complexa investigação que envolve o mecanismo conhecido como &#8220;orçamento secreto&#8221; e o direcionamento de recursos públicos. Motta, no entanto, ressalta que a decisão do ministro Flávio Dino não aponta desvio de verbas, embora admita a necessidade de apuração.</p>
<p> A defesa da servidora e os questionamentos de Motta</p>
<p> A postura do presidente da câmara frente à operação<br />
Em nota oficial divulgada logo após a operação da Polícia Federal, o presidente da Câmara, Hugo Motta, adotou uma postura firme na defesa de Mariângela Fialek. Conhecida como &#8220;Tuca&#8221;, a servidora foi descrita por Motta como uma &#8220;técnica competente, responsável e comprometida com a boa gestão da coisa pública&#8221;. Essa declaração visa a blindar a imagem de Fialek, que anteriormente trabalhou diretamente para o ex-presidente da Câmara, Arthur Lira, e é figura central nas investigações sobre o uso de emendas parlamentares.</p>
<p>Motta também fez questão de ressaltar a relevância do trabalho de Mariângela Fialek no aprimoramento dos sistemas de rastreabilidade da proposição, indicação e execução de emendas parlamentares. Segundo ele, a expertise da servidora foi fundamental para a transparência e eficiência desses processos, sugerindo que sua atuação sempre esteve alinhada com as melhores práticas de gestão pública, apesar das suspeitas levantadas pela PF.</p>
<p> A ausência de desvios diretos na análise de Motta<br />
Um ponto central na argumentação de Hugo Motta é a sua leitura da decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou as diligências contra a servidora. Motta afirmou categoricamente não ter encontrado na decisão do ministro &#8220;nenhum ato de desvio de verbas públicas. Nenhum&#8221;. Essa declaração busca desassociar a servidora de qualquer irregularidade direta na apropriação de recursos, focando na distinção entre a indicação de emendas e a eventual má execução.</p>
<p>O presidente da Câmara argumentou que é crucial não confundir a &#8220;mera indicação de emendas parlamentares&#8221;, que ele considera não impositivas, com a efetiva execução dessas verbas pelos seus destinatários finais. Para Motta, a responsabilidade pela correta aplicação dos recursos públicos – abrangendo não apenas emendas parlamentares, mas também transferências do Poder Executivo – recai estritamente sobre os órgãos de controle e os beneficiários finais. Ele ponderou que, embora desvios devam ser apurados, a servidora, em sua função, não seria a responsável pela má execução que pudesse ocorrer após a indicação.</p>
<p> A complexidade das investigações sobre o orçamento secreto</p>
<p> O mecanismo do orçamento secreto e o papel de &#8220;Tuca&#8221;<br />
As investigações que levaram à operação da Polícia Federal contra Mariângela Fialek giram em torno do controverso &#8220;orçamento secreto&#8221;, termo pelo qual ficou conhecida a destinação de verbas públicas sem a identificação do político que fez a indicação ou dos beneficiários finais. A servidora, apelidada de &#8220;Tuca&#8221;, é apontada como figura-chave nesse esquema. De acordo com as apurações, ela seria responsável por enviar ordens a comissões parlamentares e determinar a liberação de emendas, especialmente direcionadas para Alagoas, estado de origem do ex-presidente da Câmara, Arthur Lira, para quem Fialek trabalhou.</p>
<p>Sua trajetória inclui diversos cargos estratégicos em empresas públicas e no Poder Legislativo desde 2020, sempre por indicação de Arthur Lira, que lhe permitiriam manipular o direcionamento das emendas. Essa posição de influência a colocava no centro da articulação para a destinação de volumes significativos de recursos, levantando suspeitas sobre a transparência e a legalidade dos processos. Atualmente, Fialek ocupa um cargo no gabinete da presidência do Progressistas (PP) na Câmara, evidenciando sua continuidade em posições estratégicas.</p>
<p> Os depoimentos e as evidências da Polícia Federal<br />
As diligências investigativas que miram as ações de Mariângela Fialek foram deflagradas a partir de depoimentos cruciais de seis parlamentares e uma servidora da Câmara. Entre os depoentes estão os deputados Glauber Braga (Psol-RJ), José Rocha (União-BA), Adriana Ventura (Novo-SP), Fernando Marangoni (União-SP), Dr. Francisco (PT-PI) e o senador Cleitinho (Republicanos-MG). Seus relatos convergiram para a indicação de que &#8220;Tuca&#8221; encaminhava ofícios da Presidência da Câmara às comissões, ordenando a liberação de emendas, com especial preferência para o estado de Alagoas.</p>
<p>A Polícia Federal, que já havia obtido a quebra do sigilo telemático da ex-assessora de Lira, deparou-se com um desafio: a ausência de mensagens salvas em seus aparelhos ou nuvens de dados. Contudo, mesmo sem os registros digitais, foram encontrados indícios substanciais da prática de crimes. Esse cenário levou à conclusão de que a realização de buscas físicas era necessária, dada a &#8220;concreta possibilidade de que a representada tenha adotado condutas voltadas a impedir a realização de backup de seus dados mais sensíveis em ambiente de nuvem, mantendo acervo em meios físicos (papéis, máquinas, etc)&#8221;, conforme autorizado pelo ministro Flávio Dino. A PF destacou ainda em relatório parcial que uma anotação à mão, de maneira rudimentar, foi responsável pela realocação de recursos, sublinhando um &#8220;incomum desapego à formalidade&#8221; na formulação do Orçamento da União.</p>
<p> O posicionamento de Flávio Dino e as irregularidades apontadas<br />
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), desempenha um papel central neste caso, tanto como relator da ação que vedou as práticas do &#8220;orçamento secreto&#8221; – impondo à Câmara a adoção de critérios mínimos de transparência e rastreabilidade dos recursos públicos – quanto como o magistrado que autorizou as buscas e apreensões contra Mariângela Fialek. Em sua decisão, Dino frisou que os indícios apontam para &#8220;uma atuação contínua, sistemática e estruturada&#8221; na organização do controverso mecanismo.</p>
<p>As falas e as evidências recolhidas reforçam a suspeita de que havia um &#8220;redirecionamento forçado&#8221; de recursos de emendas, prática atribuída, em parte, à influência do ex-presidente Arthur Lira. A Polícia Federal, em seu relatório, destacou a série de cargos estratégicos que &#8220;Tuca&#8221; ocupou desde 2020, sempre por indicação de Lira, que a capacitavam a manipular o direcionamento das emendas. A informalidade e a falta de rastreabilidade foram apontadas como alarmantes, com investigadores comparando a maneira de controlar e organizar o orçamento secreto coordenado por &#8220;Tuca&#8221; a uma &#8220;conta de padaria&#8221;, lamentando a ausência de rigor e formalidade esperados na gestão de verbas públicas.</p>
<p> Conclusão<br />
A investigação que cerca Mariângela Fialek, e a subsequente defesa de Hugo Motta, ressaltam a complexidade e as tensões inerentes ao uso de emendas parlamentares e ao legado do &#8220;orçamento secreto&#8221;. Enquanto a Polícia Federal e o ministro Flávio Dino apontam para uma atuação sistemática e informal na destinação de recursos, o presidente da Câmara busca proteger a imagem da servidora, distinguindo a indicação de emendas da sua execução final. O caso evidencia a necessidade contínua de transparência e rigor na gestão pública, deixando em aberto os desdobramentos de uma apuração que toca em mecanismos sensíveis do poder legislativo.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> Quem é Mariângela Fialek, a &#8220;Tuca&#8221;?<br />
Mariângela Fialek, conhecida como &#8220;Tuca&#8221;, é uma servidora da Câmara dos Deputados que trabalhou como assessora do ex-presidente da Casa, Arthur Lira. Ela está sendo investigada pela Polícia Federal por suspeitas relacionadas à manipulação e direcionamento de emendas parlamentares do &#8220;orçamento secreto&#8221;.</p>
<p> O que é o &#8220;orçamento secreto&#8221;?<br />
O &#8220;orçamento secreto&#8221; foi um mecanismo de destinação de verbas públicas por meio de emendas parlamentares sem a identificação clara dos deputados ou senadores que as indicavam, tampouco dos beneficiários finais. O Supremo Tribunal Federal (STF) vedou essa prática, exigindo maior transparência e rastreabilidade.</p>
<p> Qual a posição de Hugo Motta sobre a investigação?<br />
Hugo Motta, presidente da Câmara, defende Mariângela Fialek, descrevendo-a como uma servidora &#8220;competente e responsável&#8221;. Ele argumenta que a decisão do ministro Flávio Dino não aponta desvio direto de verbas por parte dela e que a responsabilidade pela execução das emendas recai sobre os destinatários finais e órgãos de controle, não sobre a mera indicação.</p>
<p> Qual o papel do ministro Flávio Dino neste caso?<br />
O ministro Flávio Dino, do STF, é o relator da ação que proibiu o &#8220;orçamento secreto&#8221; e foi quem autorizou os mandados de busca e apreensão contra Mariângela Fialek. Ele destacou que os indícios apontam para uma atuação &#8220;contínua, sistemática e estruturada&#8221; na organização do mecanismo.</p>
<p>Para aprofundar a compreensão sobre os mecanismos de fiscalização e transparência no uso de verbas públicas, continue acompanhando as atualizações sobre este e outros casos relevantes.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>PF alerta sobre perigo em mudanças de projeto contra facções criminosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 10:00:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal manifestou preocupação em relação às alterações propostas no texto do projeto de lei antifacção, que tramita no Congresso Nacional. As mudanças, anunciadas pelo deputado Guilherme Derrite, relator do projeto, condicionam as investigações conjuntas da PF com as forças estaduais sobre crimes ligados a facções criminosas a um pedido formal do governador do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal manifestou preocupação em relação às alterações propostas no texto do projeto de lei antifacção, que tramita no Congresso Nacional. As mudanças, anunciadas pelo deputado Guilherme Derrite, relator do projeto, condicionam as investigações conjuntas da PF com as forças estaduais sobre crimes ligados a facções criminosas a um pedido formal do governador do estado.</p>
<p>Segundo a Polícia Federal, o texto apresentado no relatório de Derrite pode impor restrições significativas ao papel institucional da corporação no combate ao crime organizado. A PF alerta para o risco real de enfraquecimento no combate a essas organizações.</p>
<p>O deputado Derrite defende que o substitutivo busca modernizar a legislação brasileira diante do avanço e da complexidade das facções criminosas no país.</p>
<p>O relatório foi apresentado na última sexta-feira e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, pautou o tema para votação em plenário, gerando críticas de alguns deputados da base governista.</p>
<p>O líder do PT na Câmara, Lindberg Farias, afirmou que o parecer de Derrite &#8220;contaminou politicamente&#8221; o texto original enviado pelo governo federal. O parlamentar também expressou discordância com a equiparação do tratamento penal de integrantes de facções criminosas ao aplicado a pessoas condenadas por terrorismo.</p>
<p>Em suas redes sociais, Derrite defendeu o projeto de lei, afirmando que ele busca enfrentar a &#8220;impunidade&#8221;. Segundo o deputado, o parecer é uma resposta efetiva e resolutiva para os problemas que a população enfrenta, principalmente nas mãos de membros e lideranças de organizações criminosas.</p>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta, também utilizou as redes sociais para rebater as críticas ao projeto. Motta afirmou que quando o tema é segurança, não há direita nem esquerda, mas apenas o dever de proteger a população.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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