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	<title>Masp &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 11 Sep 2026 22:55:20 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Masp &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Masp Transforma Experiência do Visitante com Nova Passagem Subterrânea e Mural Inédito de Beatriz Milhazes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 01:01:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu de Arte de São Paulo (Masp) marca um novo capítulo em sua história e na paisagem cultural da Avenida Paulista com a inauguração, nesta sexta-feira (11), de uma inovadora passagem subterrânea. Projetada para conectar os dois edifícios do museu de forma segura e fluida, a estrutura ganha um diferencial artístico de peso: um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Museu de Arte de São Paulo (Masp) marca um novo capítulo em sua história e na paisagem cultural da Avenida Paulista com a inauguração, nesta sexta-feira (11), de uma inovadora passagem subterrânea. Projetada para conectar os dois edifícios do museu de forma segura e fluida, a estrutura ganha um diferencial artístico de peso: um mural inédito da renomada artista carioca Beatriz Milhazes. A iniciativa não só aprimora a logística do Masp, mas também oferece aos visitantes uma experiência imersiva e singular, redefinindo o percurso museológico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Engenharia e Arte Sob a Avenida Paulista</h2>



<p>Com 50 metros de extensão, a passagem subterrânea foi construída sob a movimentada Avenida Paulista, representando um feito notável de engenharia. Sua concepção priorizou a integração do ambiente externo, incorporando três claraboias estratégicas que permitem a entrada de luz natural e oferecem uma perspectiva única dos pedestres circulando na calçada acima. O processo de construção foi complexo, iniciando-se com a edificação do teto e das paredes laterais, para só então prosseguir com a escavação. Essa metodologia garantiu a estabilidade da obra, que é reconhecida como a primeira construção subterrânea dessa envergadura em um museu na América Latina, estabelecendo um novo padrão para infraestruturas culturais na região.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ampliando a Funcionalidade e a Experiência do Visitante</h2>



<p>A nova conexão subterrânea eleva significativamente a capacidade operacional e a qualidade da visita ao Masp. Segundo Paulo Vicelli, diretor de Experiência e Comunicação do museu, a passagem não se limita a ser um mero corredor; ela desempenha um papel crucial no transporte seguro e eficiente de obras de arte e equipamentos entre os dois prédios. Para o público, o túnel representa um percurso protegido e confortável entre as exposições, transformando-se em um componente integral da jornada cultural. Vicelli enfatiza que a obra, agora completa, passa a oferecer uma experiência enriquecida, com o grande diferencial da instalação imersiva de Beatriz Milhazes, uma das artistas visuais mais importantes do cenário contemporâneo mundial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">“Pietrolina”: A Monumental Criação de Beatriz Milhazes</h2>



<p>A grande atração da passagem é o mural intitulado “Pietrolina”, uma homenagem aos fundadores do Masp, Lina Bo Bardi e Pietro Maria Bardi. Esta obra, a maior já realizada por Beatriz Milhazes, estende-se por impressionantes 98 metros, cobrindo toda a extensão da passagem subterrânea com suas cores vibrantes e formas exuberantes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Inspiração e Processo Criativo</h3>



<p>O ponto de partida para “Pietrolina” foi a tela “Avenida Paulista”, doada pela artista ao Masp em 2020. Milhazes descreve sua intenção de criar um “desfile por imagens”, uma experiência em que o visitante transita pela arte, e não o contrário. O processo criativo foi meticuloso, começando com estudos em planta de arquitetura a lápis, progredindo para o desenvolvimento de uma paleta específica com tinta acrílica – o material final escolhido para facilitar a tradução das cores no grande formato. A artista também utilizou uma maquete física, que se mostrou fundamental para a validação da proposta e o ajuste da composição visual.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Estilo e Execução</h3>



<p>Com um período de elaboração do projeto que superou dois anos, e três meses dedicados à execução da pintura in loco, “Pietrolina” é um testemunho da grandiosidade do trabalho de Milhazes. O mural incorpora elementos que são marcas registradas de sua produção, como referências carnavalescas, arabescos detalhados, listras dinâmicas e florais luxuriantes, todos combinados em uma sinfonia visual que envolve o observador, transformando o trajeto em uma verdadeira obra de arte a ser percorrida.</p>



<p>A inauguração da passagem subterrânea com a monumental obra de Beatriz Milhazes não é apenas um avanço estrutural para o Masp; é uma afirmação de seu papel como centro cultural dinâmico e inovador. Ao unir funcionalidade e arte em um espaço inesperado, o museu oferece à cidade de São Paulo um novo marco, enriquecendo a experiência de todos que o visitam. Para facilitar o acesso à cultura, o Masp mantém sua política de entrada gratuita toda terça-feira, além das sextas-feiras, entre as 18h e as 20h30, convidando a todos para explorar essa nova dimensão artística.</p>

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		<item>
		<title>Agenda Cultural: Exposição “Histórias Indígenas”leva tradições do mundo ao MASP</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/agenda-cultural-exposicao-historias-indigenasleva-tradicoes-do-mundo-ao-masp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Nov 2023 08:03:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Marluci Zanelato]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Masp]]></category>
		<category><![CDATA[Tradições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São 117 artistas e mais de 280 obras que refletem culturas de países da América do Sul, América do Norte, Oceania e Escandinávia. Em uma mistura fantástica de culturas e visões, o MASP, em parceria com o Kode Bergen Art Museum, vai levar todos os visitantes em uma jornada incrível com a exposição “Histórias Indígenas”. Lembrando que essa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="s3"><em>São 117 artistas e mais de 280 obras que refletem culturas de países da América do Sul, América do Norte, Oceania e Escandinávia.</em></h4>
<p class="s4">
<p class="s4">Em uma mistura fantástica de culturas e visões, o <span class="s2">MASP</span>, em parceria com o <a href="https://www.kodebergen.no/en?mtm_kwd=museum%20bergen&amp;mtm_content=664420155288&amp;mtm_medium=cpc&amp;mtm_source=google&amp;mtm_campaign=Google-ads-Engelsk%20\t%20_blank" target="_blank" rel="noopener"><span class="s2">Kode</span> <span class="s2">Bergen</span> <span class="s2">Art</span> <span class="s2">Museum</span></a><span class="s2">, </span>vai levar todos os visitantes em uma jornada incrível com a <span class="s2">exposição “Histórias </span><span class="s2">Indígenas</span><span class="s2">”</span>.</p>
<p class="s4">
<p class="s4">Lembrando que essa é a segunda exposição que trata da temática indígena neste ano no museu.</p>
<p class="s4">
<p class="s4">A mostra ocupa as galerias do primeiro andar e do segundo subsolo do MASP até<span class="s2"> 25 de fevereiro de 2024</span>, um dos museus mais icônicos da capital vai abrir suas portas para uma celebração de histórias e culturas de diferentes partes do mundo, reunindo 170 artistas e 285 obras.</p>
<p class="s4">
Apesar de seu alcance internacional e de sua amplitude temporal, o projeto não assume uma abordagem totalizante nem enciclopédica,<a name="_GoBack"></a>pelo contrário. A esse respeito, é importante levar em consideração o significado específico do termo “histórias” em português, que é bastante diferente de “histories” em inglês. O termo “histórias” abrange tanto a ficção quanto a não-ficção, relatos históricos e pessoais, de natureza pública e privada, em nível micro ou macro, possuindo, assim, um caráter mais polifônico, especulativo, aberto, incompleto, processual e fragmentado do que a noção tradicional de História.</p>
<p class="s4">
<p class="s4">As culturas e tradições de países da <span class="s2">América do Sul, América do Norte</span>, <span class="s5">Oceania</span><span class="s6"> e </span><span class="s5">Escandinávia</span><span class="s6"> promovem diferentes perspectivas sobre as histórias indígenas das regiões,  que vão desde o período anterior à colonização europeia até o presente, com a curadoria de artistas e pesquisadores indígenas ou de ascendência indígena.</span></p>
<p class="s4">
<p class="s4">A exposição será acompanhada por um grande catálogo publicado em edições separadas em português e inglês, reproduzindo as obras da mostra, bem como ensaios escritos por todos os curadores da exposição acompanhando cada uma das seções.</p>
<p class="s4">
<p class="s4">Dividida em oito núcleos, a mostra traz cada um com uma história única e cativante: “<span class="s2">Relações que nutrem: família, comunidade e terra” (Canadá)</span>, “<span class="s2">A construção do ‘eu’</span>” (México), “<span class="s2">Histórias de pintura no deserto</span>” (Austrália), “<span class="s2">Pachakuti</span><span class="s2">: o mundo de cabeça para baixo</span>” (Peru), “<span class="s2">Rompendo a representação</span>” (Maori, Nova Zelândia), “<span class="s2">Tempo não tempo</span>” (Brasil), “<span class="s2">Várveš</span><span class="s2">: escondidos do dia</span>” (Sami, Noruega), e um núcleo temático colaborativo de todos os curadores, intitulado “<span class="s2">Ativismos</span>“.</p>
<p class="s4">
<p class="s4">Histórias indígenas<span class="s7"> tem curadoria de Abraham </span><span class="s7">Cruzvillegas</span><span class="s7"> (Cidade do México); Alexandra </span><span class="s7">Kahsenni</span>: ioNahwegahbow, Jocelyn Piirainen, Michelle LaVallee e Wahsontiio Cross (Ottawa, Canadá); Bruce Johnson-McLean (Camberra, Austrália), Edson Kayapó, KássiaBorges Karajá e Renata Tupinambá, curadores-adjuntos de arte indígena, MASP; Irene Snarby (Tromsø, Noruega; Kode); Nigel Borell (Auckland, Nova Zelândia) e Sandra Gamarra (Lima, Peru), e tem a coordenação curatorial de Adriano Pedrosa, diretor artístico, MASP, e Guilherme Giufrida, curador assistente, MASP.</p>
<p class="s4">
<p class="s4">A visitação é realizada somente com agendamento prévioe as terças, a entrada é gratuita.</p>
<p class="s4">
<p class="s4">Vale a pena conferir!</p>
<p class="s4">
<h4 class="s4"><span class="s8">Exposição “Histórias Indígenas”</span></h4>
<p class="s4"><span class="s2">Quando:</span> Até 25 de fevereiro de 2024 – De Terça á Domingo &#8211; Terça, das 10h às 20h &#8211; Quarta a domingo, das 10h às 18h</p>
<p class="s4">
<p class="s4"><span class="s2">Quanto:</span> Entrada gratuita às terças-feiras | R$ 30 (meia) e R$ 60 (inteira) nos demais dias</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="s4"><span class="s2">Onde:</span> MASP – Museu de Arte de São Paulo &#8211; Avenida Paulista, 1578 &#8211; Bela Vista, SP</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="s4">
<p class="s4">
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			</item>
		<item>
		<title>Agenda Cultural: MASP Traz exposições sobre histórias indígenas</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/agenda-cultural-masp-traz-exposicoes-sobre-historias-indigenas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Apr 2023 10:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Jandira]]></category>
		<category><![CDATA[Marluci Zanelato]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Masp]]></category>
		<category><![CDATA[pintura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dando início à programação anual, três grandes exposições dedicadas às histórias indígenas ocupam o MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand). Nada melhor que unir um momento de distração com aprendizado e cultura! Nos museus, é possível aprender sobre inúmeros assuntos, como arte, história, geografia, biologia, ciências entre outros. Assim, essas visitas além de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="s3">Dando início à programação anual, três grandes exposições dedicadas às histórias indígenas ocupam o <a href="https://www.instagram.com/masp/" target="_blank" rel="noopener">MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand</a>).</p>
<p class="s4">
<p class="s4">Nada melhor que unir um momento de distração com aprendizado e cultura! Nos museus, é possível aprender sobre inúmeros assuntos, como arte, história, geografia, biologia, ciências entre outros. Assim, essas visitas além de ser  uma ótima opção de lazer, também incentivam a curiosidade, a criatividade, o repertório cultural, o pensamento crítico e o raciocínio lógico.</p>
<p class="s4">
<p class="s4">No intuito recorrente de levar o seu público a novas descobertas o <a name="_GoBack"></a><a href="https://www.instagram.com/masp/%20/t%20_blank" target="_blank" rel="noopener">MASP (Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand</a>) abre o seu ano de exposições com mostras fascinantes sobre as culturas dos povos indígenas Macuxie Huni Kuin, além de curta-metragens sobre grafismos dos Mebengokré. Tais exposições pretendem <span class="s5">apresentar a diversidade e complexidade dessas culturas, além de discutir o silêncio da história oficial da arte em relação a essa produção artística.</span></p>
<p class="s4">
<p class="s4"><strong><a href="https://www.instagram.com/carmeziaemiliano/" target="_blank" rel="noopener"><span class="s6">Carmézia</span><span class="s6"> Emiliano</span></a><span class="s6"> – A</span><span class="s6"> árvore da vida</span></strong></p>
<p class="s4">
<p class="s4">A mostra “<a href="https://www.instagram.com/carmeziaemiliano/%20/t%20_blank" target="_blank" rel="noopener"><span class="s6">Carmézia</span><span class="s6"> Emiliano</span></a><span class="s7">: a árvore da vida</span>“<span class="s7"> </span>reúne pinturas que figuram e refletem sobre paisagens, objetos da cultura material e o cotidiano da comunidade da artista indígena Macuxi, localizada na Maloca do Japó, Normandia, Roraima.</p>
<p class="s4">
<p class="s4">Já “<span class="s7">MAHKU: </span><span class="s7">Mirações</span>” apresenta pinturas, desenhos e esculturas – resultado de traduções de cantos, mitos e visões do grupo de etnia Huni Kuin, que vive no estado do Acre, na fronteira com o Peru.</p>
<p class="s4">
<p class="s4">E por fim, o<span class="s7"> Coletivo </span><span class="s7">Bepunu</span> <span class="s7">Mebengokré</span> exibe os curtas-metragens sobre a ancestral arte da pintura corporal, protagonizada pelas mulheres <span class="s7">Mebengokré-Kayapó</span>. As duas mostras ficam em cartaz até 11 de julho, já os curtas-metragens até o dia 18.</p>
<p class="s4">
<p class="s4"><span class="s7">Carmézia</span><span class="s7"> Emiliano</span> é uma artista autodidata de origem Macuxi, nascida em Maloca do Japó, Normandia, Roraima. Sua exposição apresenta 35 pinturas sobre tela, divididas em sete núcleos que abordam temas relacionados à subjetividade da artista e à vida em comunidade, refletindo manifestações culturais macuxis, como a dança do parixara, os jogos e brincadeiras relacionados aos períodos de festas, assim como a vida comunitária manifestada nas pinturas que representam habitações e espaços em comum.</p>
<p class="s4">
<p class="s4">Também se destacam os registros da transmissão de saberes, das redes de apoio entre mulheres e da relação de profundo respeito e cooperação com a natureza.</p>
<p class="s4">
<p class="s4"><strong><span class="s6">“MAHKU: </span><span class="s6">Mirações</span><span class="s6">”</span></strong></p>
<p class="s4">
<p class="s4">Essa exposição reúne cerca de 120 pinturas e desenhos que se originam tanto de traduções e registros de cantos, mitos e histórias de sua ancestralidade, como de experiências visuais geradas pelos rituais de nixi pae, que envolvem a ingestão de ayahuasca , denominadas mirações , que na<span class="s8"> cultura </span><span class="s8">daimista</span><span class="s8">,</span><span class="s8"> designa as visões provocadas pela ayahuasca. </span><span class="s9">É um estado de êxtase, uma experiência transcendental, cognitiva, que se manifesta sob diversas formas</span><span class="s9">.</span></p>
<p class="s4">
<p class="s4">A mostra pretende ampliar o conhecimento sobre e com os <span class="s7">Huni</span> <span class="s7">Kuin</span>, assim como a compreensão da contribuição de sua obra para a arte contemporânea.</p>
<p class="s4">
<p class="s4"><strong><span class="s6">Sala de vídeo: Coletivo </span><span class="s6">Bepunu</span> <span class="s6">Mebengokré</span></strong></p>
<p class="s4">
<p class="s4">A mostra do <span class="s7">Coletivo </span><span class="s7">Bepunu</span> <span class="s7">Mebengokré</span> exibe os curtas-metragens “<span class="s7">Menire</span> <span class="s7">djê</span><span class="s7">: grafismo das mulheres </span><span class="s7">Mebengokré-Kayapó</span>” (2019) e narra o processo de produção da tinta de jenipapo, desde a colheita até a mistura com o carvão moído, que traz a pigmentação e consistência adequadas para aplicá-la nos corpos. Em seguida ao ciclo de preparo da tinta, a protagonista da obra realiza a pintura dos grafismos em sua própria filha e recorda-se de como seus avós e pais tiveram um papel significativo na relação que construiu com seu passado.</p>
<p class="s4">
<p class="s4">Já o curta “<span class="s7">Mê’ok</span><span class="s7">: nossa pintura</span>” (2014) expande o diálogo com as cosmologias Mebengokré a partir do universo dos grafismos, em uma série de entrevistas e registros com pessoas que cresceram com a pintura do jenipapo e urucum feita por suas mães, tornando-se processos de manutenção da tradição até os dias atuais.</p>
<p class="s4">
<p class="s4">Outro destaque dessa exposição é um mural pintado em cores vibrantes nas laterais da rampa vermelha do museu, que interliga o primeiro e o segundo subsolos. Foram feitas aprovações no Iphan (Instituto do PatrimônioHistórico e Artístico Nacional) e no Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) que permitiu essa intervenção provisória de um ano. É uma pintura mural de 200 metros quadrados, somando-se todas as faces da rampa. O grupo veio completo do Acre para fazer essa pintura. Foi um trabalho bem árduo que será bem impactante para o visitante.</p>
<p class="s4">
<p class="s4"><strong><span class="s6">Exposições sobre</span><span class="s6"> Histórias I</span><span class="s6">ndígenas</span></strong></p>
<p class="s4"><span class="s7">Quando:</span> Até 18 de junho de 2023</p>
<p class="s4">Terça, das 10h às 20h<br />
Quarta a domingo, das 10h às 18h</p>
<p class="s4">
<p class="s4"><span class="s7">Quanto:</span></p>
<p class="s4">R$ 30 (meia) e R$ 60 (inteira) | Entrada gratuita as terças e toda primeira quinta-feira do mês</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="s4"><span class="s7">Onde: </span>MASP – Museu de Arte de São Paulo</p>
<p class="s4">Avenida Paulista, 1578 &#8211; Bela Vista – SP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="s4">
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