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	<title>IBGE &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 20 Jun 2026 14:57:46 +0000</lastBuildDate>
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	<title>IBGE &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Brasil Celebra Marco na Erradicação do Analfabetismo e Expande Rede de Saúde com Novos Investimentos</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 23:02:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil alcançou um patamar histórico na luta contra o analfabetismo, com a taxa nacional caindo para 4,9% em 2025 entre pessoas com 15 anos ou mais. Este resultado, divulgado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) do IBGE, marca a primeira vez que o índice fica abaixo de 5% desde o início [&#8230;]</p>
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<p>O Brasil alcançou um patamar histórico na luta contra o analfabetismo, com a taxa nacional caindo para 4,9% em 2025 entre pessoas com 15 anos ou mais. Este resultado, divulgado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) do IBGE, marca a primeira vez que o índice fica abaixo de 5% desde o início da série histórica em 2016. A boa notícia foi celebrada pelo ministro da Educação, Leonardo Barchini, durante a inauguração de um novo hospital universitário em Divinópolis, Minas Gerais, evento que também contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que reforçou a importância estratégica dos investimentos em educação e saúde para o desenvolvimento do país.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um Marco na Luta Contra o Analfabetismo</h2>



<p>Atingir 4,9% de analfabetismo na população acima de 15 anos é um feito significativo, representando uma diminuição de 0,4 ponto percentual em relação a 2024. Este avanço se traduz em aproximadamente 592 mil pessoas a menos em situação de analfabetismo no país, considerando que no ano passado havia 8,4 milhões de brasileiros analfabetos nessa faixa etária. O ministro Barchini destacou a relevância internacional do índice, afirmando que, segundo organismos como a UNESCO, um país com menos de 5% de adultos analfabetos &#039;elimina o problema estrutural do analfabetismo&#039; e &#039;está encaminhado para a erradicação&#039;.</p>



<p>Embora o Plano Nacional de Educação (PNE) previsse a erradicação do analfabetismo (considerado abaixo de 5% da população) até 2024, o resultado para 2025, divulgado agora, indica que a meta em termos percentuais foi, finalmente, alcançada, ainda que com um ligeiro atraso em relação ao prazo original.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fortalecimento da Rede de Saúde em Minas Gerais</h2>



<p>A agenda governamental desta sexta-feira incluiu a inauguração do Hospital Universitário da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), localizado em Divinópolis. Esta nova unidade de saúde, integralmente construída e equipada pelo governo de Minas Gerais – parte dos recursos oriundos do acordo de reparação da tragédia de Brumadinho – foi doada à UFSJ com o objetivo de servir como um polo de atendimento médico para a população de Divinópolis e outras 54 cidades da região, além de ser um centro vital para a formação de novos profissionais da saúde.</p>



<p>A gestão do hospital será feita pela Rede HU Brasil por um período de 20 anos, com um investimento anual de R$ 341 milhões, provenientes dos ministérios da Saúde e da Educação. A expectativa é que a unidade, ao atingir plena capacidade, disponibilize quase 200 leitos, ampliando significativamente a oferta de serviços médicos especializados na região.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Expansão Gradual de Serviços Essenciais</h3>



<p>O presidente da Rede HU Brasil, Arthur Chioro, apresentou o cronograma de funcionamento gradual do novo hospital. A operação será iniciada com 31 leitos clínicos e o ambulatório. Nos 90 dias seguintes, serão ativados mais 57 leitos, incluindo dez de UTI e a ativação dos leitos cirúrgicos. Após mais 90 dias, outros 54 leitos serão implantados, com foco em unidades pediátricas e UTI pediátrica. A etapa final, prevista para antes de março ou abril do próximo ano, culminará com a implementação de 100% da capacidade do hospital, que passará a oferecer atividades completas em neonatologia e obstetrícia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Defesa Presidencial por Investimentos em Educação</h2>



<p>Durante seu discurso na cerimônia de Divinópolis, o presidente Lula reiterou a fundamentalidade dos investimentos em educação para o progresso do Brasil. Ele questionou o custo de não investir, alertando que a falta de recursos nesta área acarreta &quot;atraso, analfabetismo, não competitividade, não produtividade, não qualidade&quot;. O presidente defendeu uma visão de futuro para o país que transcende a exportação de commodities agrícolas, almejando que o Brasil se posicione globalmente pela &quot;exportação de conhecimento, inteligência&quot;, como alicerce para uma nação verdadeiramente rica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Avanços na Oncologia com Apoio ao Hospital Luxemburgo</h2>



<p>No período da tarde, em Belo Horizonte, o presidente Lula anunciou um repasse de aproximadamente R$ 90 milhões para o Hospital Luxemburgo. Com 40 anos de história, este hospital, que integra a filantrópica Rede Mário Penna e é reconhecido por sua atuação no combate ao câncer, tornou-se uma unidade 100% dedicada ao Sistema Único de Saúde (SUS). O investimento permitirá a formalização da aquisição de um acelerador linear para radioterapia e um equipamento de cirurgia robótica para o tratamento do câncer de próstata, modernizando e ampliando a capacidade de atendimento oncológico público na capital mineira.</p>



<p>O conjunto de anúncios e inaugurações desta sexta-feira sublinha um momento de otimismo e reforça a estratégia do governo em priorizar frentes como a educação, com a histórica queda do analfabetismo, e a saúde, com o fortalecimento e a expansão da infraestrutura hospitalar, visando um desenvolvimento mais equitativo e robusto para o Brasil.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/brasil-celebra-marco-na-erradicacao-do-analfabetismo-e-expande-rede-de-saude-com-novos-investimentos/">Brasil Celebra Marco na Erradicação do Analfabetismo e Expande Rede de Saúde com Novos Investimentos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>IBGE lança Censo Nacional inédito para mapear População em Situação de Rua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 17:02:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou o lançamento do primeiro Censo Nacional da População em Situação de Rua, um passo histórico e fundamental na busca por visibilidade e dignidade para um dos grupos mais vulneráveis da sociedade brasileira. Este levantamento inédito tem como objetivo primordial contabilizar e caracterizar demográfica e socioeconomicamente as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou o lançamento do primeiro Censo Nacional da População em Situação de Rua, um passo histórico e fundamental na busca por visibilidade e dignidade para um dos grupos mais vulneráveis da sociedade brasileira. Este levantamento inédito tem como objetivo primordial contabilizar e caracterizar demográfica e socioeconomicamente as pessoas que vivem sem moradia fixa, fornecendo dados cruciais para a formulação e o aprimoramento de políticas públicas eficazes e focadas. A iniciativa representa uma resposta a uma demanda histórica de tornar visível uma população que, por muito tempo, permaneceu à margem das estatísticas oficiais e das atenções governamentais. O lançamento simbólico do censo ocorreu em locais estratégicos, como o Centro Integrado de Atendimento à População em Situação de Rua (CI-POP) no Rio de Janeiro, sublinhando o compromisso de alcançar e compreender as complexas realidades vivenciadas por milhares de brasileiros em todo o território nacional.</p>
<p> O marco do Censo: visibilidade e dignidade para os invisibilizados</p>
<p> A escolha simbólica dos locais de lançamento</p>
<p>A oficialização do primeiro Censo Nacional da População em Situação de Rua pelo IBGE foi estrategicamente planejada para ocorrer em locais que representam a linha de frente do atendimento a este segmento da população. O Centro Integrado de Atendimento à População em Situação de Rua (CI-POP), no centro do Rio de Janeiro, foi o palco para um dos anúncios mais significativos. Este espaço é um ponto crucial de apoio, onde são realizados cerca de duzentos atendimentos diários, oferecendo uma gama de serviços essenciais dos governos federal, estadual e municipal. No CI-POP, as pessoas podem emitir documentos, vital para a cidadania, e se inscrever em programas sociais, abrindo portas para reintegração e apoio. A escolha de um local como o CI-POP não é aleatória; ela ressalta a intenção do IBGE de aproximar o censo da realidade vivenciada por esta população, reconhecendo a importância de uma abordagem sensível e contextualizada. O lançamento do censo, de forma escalonada, começou em Belém (PA) e prosseguiu em outras capitais, como São Paulo, demonstrando a abrangência nacional e o compromisso do IBGE em alcançar todas as regiões do país. Esta abordagem faseada busca adaptar a metodologia às particularidades de cada localidade, garantindo uma coleta de dados mais eficaz e representativa.</p>
<p> O clamor por reconhecimento: a voz da rua</p>
<p>A necessidade de um censo dedicado à população em situação de rua é ecoada pelos próprios indivíduos que vivem essa realidade. Igor dos Santos, que busca assistência no CI-POP, compartilhou seu depoimento, destacando as inúmeras dificuldades enfrentadas. &#8220;Por muitas das vezes, nós que estamos em situação de rua, não é por vontade própria, e sim por atitudes ao qual nos levaram e por circunstâncias ao qual também nos levaram&#8221;, afirmou, desmistificando a percepção comum de que a vida nas ruas é uma escolha. Ele sublinhou a constante discriminação e os &#8220;olhares de menosprezo&#8221; que sofrem diariamente, evidenciando a invisibilidade social e o estigma que acompanham essa condição. A busca de Igor por ajuda para emitir seus documentos é um reflexo direto da exclusão e da perda de acesso a direitos básicos que essa população enfrenta. O censo, ao contabilizar e caracterizar essa parcela da sociedade, busca não apenas trazer números, mas dar voz e dignidade a indivíduos como Igor, cujas histórias e necessidades muitas vezes permanecem silenciadas e desconhecidas pela sociedade e pelos formuladores de políticas. Ao registrar suas existências, o IBGE pretende oferecer um caminho para que o poder público possa, de fato, &#8220;pedir ajuda&#8221; para eles, na forma de políticas eficazes.</p>
<p> Metodologia, desafios e o futuro das políticas públicas</p>
<p> O rigor da coleta de dados e a cronologia do Censo</p>
<p>A realização de um censo para a população em situação de rua exige uma metodologia rigorosa e adaptada às suas particularidades. A coleta de informações está programada para ocorrer no período entre 3 e 7 de julho de 2028. Este intervalo de tempo específico é crucial para assegurar a máxima cobertura e minimizar duplicações, dada a mobilidade característica dessa população. Até a data da coleta, o IBGE dedicará um período extenso a treinamentos intensivos dos recenseadores, que incluirão provas piloto sobre o trabalho de campo. Esta etapa preparatória é fundamental para capacitar os profissionais a lidar com as complexidades e sensibilidades envolvidas no contato com pessoas em situação de rua, garantindo que a abordagem seja respeitosa, eficaz e segura. Os primeiros resultados deste censo histórico são esperados para serem divulgados em dezembro de 2028, prometendo oferecer um panorama inédito e detalhado sobre o perfil demográfico e socioeconômico dessa população em todo o Brasil. A meticulosa preparação e o cronograma bem definido reforçam o compromisso do IBGE com a precisão e a confiabilidade dos dados a serem gerados.</p>
<p> Da invisibilidade à ação: o fortalecimento das políticas públicas</p>
<p>A diretora de Geociências do IBGE, Maria do Carmo Bueno, ressaltou a importância do censo como um instrumento de transformação social. &#8220;A população em situação de rua sempre foi historicamente invisibilizada&#8221;, afirmou, destacando o papel do IBGE em reverter esse quadro. O objetivo é claro: &#8220;o IBGE agora pretende torná-la visível. E mais do que dar visibilidade, pretende também trazer dignidade para essa população&#8221;. A coleta de dados demográficos e socioeconômicos precisos é a base para a criação de políticas públicas verdadeiramente eficazes. Sem dados confiáveis, programas de habitação, saúde, educação, qualificação profissional e assistência social não conseguem atingir seu público-alvo de maneira eficiente, resultando em desperdício de recursos e na perpetuação da vulnerabilidade. Ao fornecer informações detalhadas sobre a idade, sexo, escolaridade, motivos para a situação de rua e necessidades específicas, o censo permitirá aos governos federal, estadual e municipal formular e implementar ações direcionadas que possam, de fato, resolver essa complexa situação. A visibilidade conferida pelo censo é o primeiro passo para o reconhecimento de direitos e a promoção da inclusão social, um avanço fundamental na busca por uma sociedade mais equitativa e justa.</p>
<p> Os desafios únicos de recensear uma população móvel e vulnerável</p>
<p>Recensear a população em situação de rua apresenta desafios singulares que transcendem os levantamentos demográficos convencionais. A mobilidade constante dos indivíduos, a ausência de um endereço fixo e, muitas vezes, a desconfiança em relação às autoridades podem dificultar significativamente a coleta de dados. Há também a diversidade de razões que levam as pessoas à rua, que vão desde a perda de emprego e conflitos familiares até problemas de saúde mental e dependência química, exigindo uma compreensão e sensibilidade aprofundadas por parte dos recenseadores. A garantia da voluntariedade na participação e a proteção da privacidade dos entrevistados são premissas éticas inegociáveis. Para superar esses obstáculos, o IBGE planeja estratégias como a realização de entrevistas noturnas em locais de maior concentração dessa população, o estabelecimento de parcerias com organizações não governamentais (ONGs) e instituições religiosas que já atuam junto a esse público, e o treinamento específico dos recenseadores para abordagens empáticas e não invasivas. A capacidade de construir confiança e adaptar a metodologia às realidades locais será crucial para o sucesso deste censo, garantindo que nenhum cidadão seja deixado para trás nas estatísticas oficiais.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>Qual é o principal objetivo do Censo Nacional da População em Situação de Rua?<br />
O principal objetivo é contabilizar e caracterizar demográfica e socioeconomicamente a população em situação de rua no Brasil, fornecendo dados precisos para o desenvolvimento e aprimoramento de políticas públicas eficazes.</p>
<p>Quando e onde as informações do censo serão coletadas e divulgadas?<br />
A coleta de dados está prevista para ocorrer entre 3 e 7 de julho de 2028, após um período de intensos treinamentos e provas piloto. Os primeiros resultados devem ser divulgados em dezembro de 2028.</p>
<p>Como o censo irá contribuir para as políticas públicas?<br />
Ao tornar essa população visível e fornecer dados detalhados, o censo permitirá que governos federal, estadual e municipal criem políticas públicas mais direcionadas e eficazes em áreas como habitação, saúde, educação, qualificação profissional e assistência social, buscando trazer dignidade e resolver a situação da rua.</p>
<p>Quais são os principais desafios na realização deste censo?<br />
Os principais desafios incluem a mobilidade da população, a ausência de endereços fixos, a necessidade de construir confiança, a diversidade de causas da situação de rua e a garantia de uma abordagem ética e respeitosa por parte dos recenseadores.</p>
<p>Para acompanhar de perto o desenvolvimento deste censo histórico e as futuras ações decorrentes para apoiar a população em situação de rua, consulte regularmente as publicações e o portal oficial do IBGE.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>IBGE: em 2023, 11,8 milhões de pessoas deixaram pobreza e extrema pobreza</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/ibge-em-2023-118-milhoes-de-pessoas-deixaram-pobreza-e-extrema-pobreza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 11:50:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Síntese de Indicadores Sociais mostra que números no país recuaram à menor proporção registrada desde 2012 De 2022 a 2023, o percentual da população do país com rendimento domiciliar per capita abaixo da linha de pobreza adotada pelo Banco Mundial caiu de 31,6% para 27,4%. É a menor proporção registrada desde 2012. Numericamente, a população [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>
<em>Síntese de Indicadores Sociais mostra que números no país recuaram à menor proporção registrada desde 2012</em></h4>
<p>De 2022 a 2023, o percentual da população do país com rendimento domiciliar per capita abaixo da linha de pobreza adotada pelo Banco Mundial caiu de 31,6% para 27,4%. É a menor proporção registrada desde 2012. Numericamente, a população na faixa da pobreza recuou de 67,7 milhões para 59 milhões. Em um ano, 8,7 milhões de pessoas saíram dessa condição. Os dados estão na Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada nesta quarta-feira, 4 de dezembro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<br />
No mesmo período, a proporção da população do país com rendimento domiciliar per capita abaixo da linha de extrema pobreza recuou de 5,9% para 4,4%, também a menor proporção desde 2012 e pela primeira vez abaixo dos 5%. Em números absolutos, o recuo foi de 12,6 milhões para 9,5 milhões. Em um ano, 3,1 milhões de pessoas saíram da extrema pobreza.<br />
Para fazer a análise, o IBGE considerou as linhas do Banco Mundial segundo o Poder de Paridade de Compra (PPC), que monitoram o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 1 (Erradicação da Pobreza). O Banco Mundial leva em conta o valor de R$ 665 per capita por mês no núcleo familiar para identificar a pobreza e R$ 209 para a extrema pobreza.</p>
<h4><strong>PROGRAMAS SOCIAIS</strong> —</h4>
<p>Segundo o estudo, a existência de programas sociais de transferência de renda é diretamente conectada com os resultados. Segundo a projeção, caso não houvesse programas sociais implementados pelo Governo Federal, a proporção de pessoas na extrema pobreza em 2023 teria subido de 4,4% para 11,2% e a proporção da população na pobreza teria subido de 27,4% para 32,4%.</p>
<h4><strong>BENEFÍCIOS</strong> —</h4>
<p>De 2022 para 2023, a proporção de pessoas que viviam em domicílios beneficiados por programas sociais subiu de 25,8% para 27,9%. Em 2020, ponto mais alto da série, essa proporção havia chegado a 36,8%, devido aos benefícios concedidos pelo Governo Federal para aplacar os efeitos da pandemia de Covid-19. Em 2023, cerca de 51% das pessoas em áreas rurais viviam em domicílios beneficiados por programas sociais. Em áreas urbanas, a proporção era de 24,5%.</p>
<h4><strong>BOLSA FAMÍLIA</strong> &#8211;</h4>
<p>Entre as pessoas com 0 a 14 anos, 42,7% viviam em domicílios com benefícios. Ou seja, os programas sociais estão presentes na vida de duas em cada cinco crianças do país. O novo Bolsa Família, por exemplo, passou a contar com adicional mensal de R$ 150 para cada criança de zero a seis anos no núcleo familiar do beneficiário e adicionais de R$ 50 a cada criança e adolescente de sete a 18 anos, além de gestantes e mães em fase de amamentação.<br />
<strong>DESIGUALDADES REGIONAIS</strong> &#8211;</p>
<p>As proporções mais altas de pessoas vivendo abaixo da linha de pobreza foram identificadas nos estratos que abarcam Arcos Metropolitanos e o interior das regiões Norte e Nordeste. Os estratos com maiores valores foram: Vale do Rio Purus (AM), com 66,6%; Litoral e Baixada Maranhense, com 63,8%; e Entorno Metropolitano de Manaus (AM), com 62,3%, acima da média nacional (27,4%). Nas demais regiões do país, destacam-se negativamente os entornos de Cuiabá (MT), Brasília (DF) e Rio de Janeiro (RJ), com proporções de pobres na terceira faixa, de um total de quatro (entre 27,4% e 48,8%), nos seguintes locais: Entorno Metropolitano de Cuiabá (MT), com 29,9%; Integrada de Brasília e Goiás, com 27,6%; e Arco Metropolitano de Nova Iguaçu (RJ), com 33,9%. “O detalhamento por estratos permite ver a desigualdade regional, uma vez que os dados por unidades da federação colocaram todas das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste dentro dos menores valores”, avalia Leonardo Athias, gerente da SIS.</p>
<table class="m_5431820836021085917image" width="750" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img decoding="async" class="CToWUd a6T" tabindex="0" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_NYk5FJEe2CHCepZ9FN9ztYfsaFW_79ft4xS2G_0Mug0_tu8vUCb3oNrUwz2WIMqeICj7z0r1BNhZWOKP4gsLCqqPeYpvDJ8Hyh0ma2D93aWrmaGXCLfPg-WqCQezRJrK6B1VhmmKhJHIV_7D4bNgMqsYSs18fBZ6a7RPOFHy_FX7gFwMr1Y2tMFWZMJGbyP0zlIrmOfPy5nj50QhYIvwp1YlCXJvTdcWeynqwdgonE2vYVrOkTm_7mb3eK3AmPg=s0-d-e1-ft#https://s2412.imxsnd40.com/5==AO5oTNhBzNhljOt92YuwWah12ZAVGdzV2bvFWanVmchRGbhRXanlGZsFmby9ma6gTO2cDN2EDO3EjOn5GcuIzN3gDOygTMxMjRyUSMxMzb0VXYGJTJ2IDMx8VL1ETLf9VLwITLfpTN" alt="" width="750" data-bit="iit" /></p>
<table border="0" width="750" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="750">
<h4>Desigualdades regionais na pobreza e extrema pobreza</h4>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>OCUPAÇÃO</strong> —</h4>
<p>Entre as pessoas ocupadas, menos de 1% foram consideradas extremamente pobres em 2023, enquanto entre os desocupados a proporção chegou a 14,6%. Da mesma forma, a proporção de pessoas ocupadas pobres (14,2%) foi bem inferior à dos desocupados pobres (54,9%). “Os indicadores mostram que há pobreza em parte da população ocupada, provavelmente relacionada à vulnerabilidade social de segmentos do mercado de trabalho. No entanto, a pobreza e a extrema pobreza entre trabalhadores são menos intensas do que na população desocupada”, disse Simões.</p>
<h4><strong>NEM NEM</strong> —</h4>
<p>Em 2023, o total de jovens de 15 a 29 anos que não estudavam e não estavam ocupados atingiu o menor número (10,3 milhões) e a menor taxa (21,2%) desde o início da série, em 2012. Denise Guichard, analista do IBGE, avalia que “a redução se deve à melhora do mercado de trabalho, ao aumento no número de jovens que estudavam e estavam ocupados e às mudanças demográficas que levam a uma gradual diminuição da população mais jovem no país”. Um dos retratos do estudo é que, quanto menor a faixa de rendimento, maior a proporção de jovens de 15 a 29 anos fora do sistema de ensino e do mercado de trabalho. Em 2023, cerca de 21,2% dos jovens não estudavam nem estavam trabalhando. No entanto, entre os 10% dos domicílios do país com maiores rendimentos, apenas 6,6% dos jovens estavam nessa condição, enquanto nos 10% dos domicílios com os menores rendimentos, 49,3% dos jovens (praticamente metade) não estudavam e não estavam ocupados.</p>
<h4><strong>RACIAL</strong> —</h4>
<p>Entre 10,3 milhões de jovens de 15 a 29 anos que não estudavam nem estavam ocupados no Brasil em 2023, as desigualdades de gênero e de raça persistem: as mulheres pretas ou pardas eram 4,6 milhões (ou 45,2% do total de jovens que não estudavam nem estavam trabalhando), enquanto as mulheres brancas eram 1,9 milhão (18,9%). Já os homens pretos ou pardos eram 2,4 milhões (23,4%) e os homens brancos, 1,2 milhão (11,3%).</p>
<h4><strong>OCUPAÇÃO</strong> —</h4>
<p>O total das pessoas ocupadas em 2023 chegou ao maior contingente desde 2012: 100,7 milhões, com aumento de 3,7 milhões de pessoas (ou mais 3,8%) frente a 2022. O aumento ocorreu entre os trabalhadores com vínculo (mais 2 milhões) e também entre os sem vínculo (mais 1,7 milhão). Em 2023, o nível de ocupação para o total da população foi de 57,6%. Para os homens, o indicador alcançou 67,9%, contra 47,9% para as mulheres, diferença de 20 pontos percentuais que, salvo pequenas oscilações, foi praticamente a mesma desde 2012.</p>
<h4><strong>INFORMALIDADE</strong> —</h4>
<p>De 2022 para 2023, a proporção de pessoas com ocupações informais no total de trabalhadores do país variou de 40,9% para 40,7%, o que é considerado estatisticamente estável. Essa taxa de informalidade chegou a 45,8% das pessoas ocupadas de cor ou raça preta ou parda, enquanto era de 34,3% entre as pessoas ocupadas brancas. Os resultados refletem desigualdades historicamente constituídas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><i><strong>Fonte:</strong> Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República</i></p>
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		<title>IBGE estima população de Osasco em 756.952 pessoas</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/ibge-estima-populacao-de-osasco-em-756-952-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 13:43:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[população]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que a população de Osasco para 2024 seja de 756.952 pessoas, segunda a atualização divulgada na última quinta-feira, 29/8. A data de referência é 1º de julho deste ano. Portanto, o número é maior do que os 743.432 habitantes projetados durante a divulgação, em agosto de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que a população de Osasco para 2024 seja de 756.952 pessoas, segunda a atualização divulgada na última quinta-feira, 29/8. A data de referência é 1º de julho deste ano.</p>
<p>Portanto, o número é maior do que os 743.432 habitantes projetados durante a divulgação, em agosto de 2023, do censo demográfico realizado em todo o país entre os dias 1º de agosto de 2022 e 28 de maio do ano passado. Mas a atualização de dados estima agora a população do país em 212,6 milhões de habitantes. O Brasil tem 5.570 municípios.</p>
<p>Então, de acordo com a nova projeção, Osasco figura entre as 48 cidades com até 500 mil habitantes, onde vivem 30% da população nacional. Outros 27,3% dos brasileiros vivem em 339 municípios com 100 mil a 500 mil pessoas.</p>
<p>Porque a população nacional, 20% moram em 15 cidades com mais de 1 milhão de pessoas, sendo 13 delas capitais. O restante está em cidades menores. Outros 2% vivem em municípios com até 5 mil habitantes.</p>
<p>Mas o Estado de São Paulo segue como o maior do país em número de moradores, com 45.973.194, seguido por Minas Gerais (21.322.691) e Rio de Janeiro (17.219.679).</p>
<h4>No censo anterior, realizado pelo IBGE em 2010, a população estimada em Osasco era de 667.740 habitantes.</h4>
<p>As projeções do IBGE servem de parâmetro pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios e servem de referência para indicadores sociais, econômicos e demográficos.</p>
<p>O recenseamento no país é fundamental, porque é com base nessas informações que os governos federal, estaduais e municipais elaboram e executam as políticas públicas direcionadas ao bem-estar da população. Por isso, é essencial que a população confie no trabalho dos recenseadores e os receba e responda com propriedade aos questionamentos nos períodos do censo demográfico.</p>
<p>Osasco é atualmente a segunda maior economia do Estado e a sétima do país e figura entre os municípios brasileiros que mais cresceram e geraram emprego e renda nos últimos anos, sobretudo na retomada da atividade econômica, após o período mais agudo da pandemia de covid-19.</p>
<h4></h4>
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		<title>IBGE informa população estimada de Santana de Parnaíba, veja aqui!</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/ibge-informa-populacao-estimada-de-santana-de-parnaiba-veja-aqui/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 13:33:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Santana do Parnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[população]]></category>
		<category><![CDATA[Santana de Parnaíba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira (29/8) as estimativas das populações residentes nos 5.570 municípios brasileiros. Na data de referência de 1º de julho de 2024, Santana de Parnaíba tinha uma população estimada de 162.341 habitantes. No censo de 2010, a população estimada era de 108.813 pessoas e no de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira (29/8) as estimativas das populações residentes nos 5.570 municípios brasileiros. Na data de referência de 1º de julho de 2024, Santana de Parnaíba tinha uma população estimada de 162.341 habitantes. No censo de 2010, a população estimada era de 108.813 pessoas e no de 2022, 154.103.</p>
<p dir="ltr">O boom populacional da cidade, em muito é atribuído aos investimentos dos últimos 12 anos da gestão, principalmente em políticas públicas voltadas à infraestrutura, segurança, saúde e geração de emprego e renda, entre outros.</p>
<p dir="ltr">De acordo com o instituto, o estudo é um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios, além de referência para indicadores sociais, econômicos e demográficos.</p>
<p dir="ltr">Ainda segundo a divulgação, a população estimada do Brasil é de 212,6 milhões de habitantes, sendo que o país tem 15 municípios com mais de 1 milhão de pessoas, dos quais 13 são capitais.</p>
<p dir="ltr">Ao todo, 42,7 milhões de habitantes estão nestas cidades, representando 20,1% do total do país. São Paulo continua sendo o município mais populoso do país, com 11,9 milhões de habitantes, seguido por Rio de Janeiro (6,7 milhões) e Brasília (3,0 milhões).</p>
<p dir="ltr">
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		<title>Osasco fecha agosto com o melhor índice de admissões do ano </title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/osasco-fecha-agosto-com-o-melhor-indice-de-admissoes-do-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 10:03:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[admissões]]></category>
		<category><![CDATA[agosto]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Osasco fechou o mês de agosto com o melhor índice de admissões do ano. Foram 9.595 contratações com carteira assinada. O mês também teve o maior saldo de empregos: 1.169. Do começo do ano até o final de agosto a cidade registrou 67.811 contratações. Os números são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Osasco fechou o mês de agosto com o melhor índice de admissões do ano. Foram 9.595 contratações com carteira assinada. O mês também teve o maior saldo de empregos: 1.169. Do começo do ano até o final de agosto a cidade registrou 67.811 contratações.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Os números são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia. Novamente os setores que mais empregaram em agosto foram, respectivamente, serviço, comércio, construção civil e indústria.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">A geração de novos empregos na cidade se explica não só pelo trabalho da Administração em políticas fiscais visando atrair novas empresas, mas também pelos investimentos em infraestrutura, como o recapeamento, nova iluminação pública com lâmpadas de LED, reforço na segurança pública com a contratação de novos guardas municipais, criação da Ronda Ostensiva Municipal (ROMU), instalação de câmeras de monitoramento em diversos pontos do município e cursos de qualificação de mão de obra para o mercado de trabalho oferecidos pela Secretaria de Emprego, Trabalho e Renda, seja por meios próprios ou em parceria com instituições.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Somados, tais fatores contribuem para que as empresas se sintam mais seguras para investir na cidade, que tem a segunda maior economia no Estado e a sétima do País, segundo dados divulgados em dezembro do ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">O fato de Osasco estar geograficamente situada entre as principais rodovias do Estado, como Castello Branco, Anhanguera, Raposo Tavares e Rodoanel Mário Covas, também contribuiu para o interesse do setor privado na cidade em razão da maior facilidade para a logística quanto à chegada de insumos, produção, transporte e distribuição do produto já pronto para consumo.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Entre as empresas que escolheram Osasco para tocar seus negócios recentemente estão a Mercado Livre, iFood e Mercadocar, entre outras.</p>
<p style="font-weight: 400;">
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		<item>
		<title>Osasco passa dos 743 mil habitantes, segundo o IBGE  </title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/osasco-passa-dos-743-mil-habitantes-segundo-o-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jul 2023 10:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[população]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na quarta-feira, 28/6, o resultado do censo demográfico 2022 realizado em todo o país entre os dias 1º de agosto do ano passado e o último dia 28 de maio. A população brasileira passou de 190.755.799 pessoas em 2010 para 203.062.512. O censo é feito a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na quarta-feira, 28/6, o resultado do censo demográfico 2022 realizado em todo o país entre os dias 1º de agosto do ano passado e o último dia 28 de maio. A população brasileira passou de 190.755.799 pessoas em 2010 para 203.062.512. O censo é feito a cada dez anos, mas foi realizado somente a partir do segundo semestre do ano passado em razão da pandemia.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">A população osasquense também cresceu nos últimos 12 anos. Passou de 667.740 para 743.432 pessoas. A taxa de crescimento populacional foi de 11,5% (média anual de 0,91%). Ou seja, ganhou no período mais 75.692 moradores. Para efeito ilustrativo, é como se nesse período quase toda a população de Vinhedo (interior paulista), estimada hoje em pouco mais de 76 mil pessoas, tivesse vindo morar em Osasco.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Osasco possui área de 65 km² e sua densidade demográfica, segundo o novo levantamento do instituto, é de 11.445,52 habitantes por km².</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Segundo o IBGE, os demais dados que compõem o levantamento, como educação, saúde, saneamento e infraestrutura, entre outros, serão divulgados gradualmente até o final deste ano. Em Osasco, a coleta de dados foi feita por 416 recenseadores.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">O recenseamento no país é fundamental, porque é com base nessas informações que os governos federal, estaduais e municipais elaboram e executam as políticas públicas direcionadas ao bem-estar da população. Por isso é essencial que a população confie no trabalho dos recenseadores e os receba e responda com propriedade aos questionamentos nos períodos do censo demográfico.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Osasco é atualmente a segunda maior economia do Estado e a sétima do país e figura entre os municípios brasileiros que mais cresceram e geraram emprego e renda nos últimos anos, sobretudo na retomada da atividade econômica após o período mais agudo da pandemia de covid-19.</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/osasco-passa-dos-743-mil-habitantes-segundo-o-ibge/">Osasco passa dos 743 mil habitantes, segundo o IBGE  </a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<item>
		<title>Moradores de Osasco podem agendar  pesquisa do Censo pelo telefone 137</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/moradores-de-osasco-podem-agendar-pesquisa-do-censo-pelo-telefone-137/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2023 10:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Osasco]]></category>
		<category><![CDATA[agendamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cadastro]]></category>
		<category><![CDATA[Censo]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moradores de Osasco que ainda não responderam o Censo 2022 podem ligar para o Disque-Censo 137 e agendar participação na pesquisa. A ligação é gratuita e pode ser feita de qualquer telefone fixo ou celular todos os dias da semana, das 8h às 21h30. Segundo o IBGE, órgão que é responsável pelo estudo, mais de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Moradores de Osasco que ainda não responderam o Censo 2022 podem ligar para o Disque-Censo 137 e agendar participação na pesquisa. A ligação é gratuita e pode ser feita de qualquer telefone fixo ou celular todos os dias da semana, das 8h às 21h30.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Segundo o IBGE, órgão que é responsável pelo estudo, mais de 83% da população já foi recenseada. O instituto espera que com o atendimento telefônico, o fim da coleta seja agilizado. Os agentes censitários iniciaram a pesquisa nos domicílios em agosto do ano passado.</span></p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">Ao receber a ligação, os atendentes pedem que o morador se certifique de que nenhuma outra pessoa que reside no domicílio respondeu ao Censo, pois basta que um morador forneça as informações por todos. Caso o morador confirme que ninguém no domicílio respondeu, a ligação prossegue e o atendente solicita o endereço para verificação.</span></p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">A partir da conferência no banco de dados, o atendente informa ao morador se o endereço consta como visitado ou não. Se o domicílio tiver sido visitado, a informação é passada ao morador e o atendimento é encerrado. Caso o endereço não tenha sido visitado, o atendente informará que um recenseador irá presencialmente ao domicílio.</span></p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">A prévia da população dos municípios com base nos dados coletados pelo Censo Demográfico 2022 até o dia 25 de dezembro, mostra que o Brasil chegou a 207.750.291 habitantes.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><span data-removefontsize="true" data-originalcomputedfontsize="16">O Censo Demográfico, que geralmente é realizado a cada 10 anos, produz informações atualizadas e precisas, que são fundamentais para o desenvolvimento e implementação de políticas públicas e para a realização de investimentos, tanto do governo quanto da iniciativa privada</span></p>
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