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	<title>engenheira &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>engenheira &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Quadrinhos na EJA: nova ferramenta contra assédio e desigualdade</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 13:01:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Educação de Jovens e Adultos (EJA) está transformando a conscientização social por meio de uma abordagem inovadora: as histórias em quadrinhos. Pedagogos da Universidade do Estado de São Paulo (USP) integraram tirinhas da personagem Engenheira Eugênia em apostilas de aprendizado, visando debater questões cruciais como o assédio moral e a violência de gênero no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Educação de Jovens e Adultos (EJA) está transformando a conscientização social por meio de uma abordagem inovadora: as histórias em quadrinhos. Pedagogos da Universidade do Estado de São Paulo (USP) integraram tirinhas da personagem Engenheira Eugênia em apostilas de aprendizado, visando debater questões cruciais como o assédio moral e a violência de gênero no ambiente de trabalho. Essa iniciativa, introduzida a partir de 2026 na apostila &#8220;Práticas de Alfabetização e de Matemática – anos iniciais do ensino fundamental&#8221;, oferece uma maneira leve e acessível para alunos da EJA confrontarem temas complexos. A utilização de quadrinhos não só facilita a compreensão, mas também incentiva o diálogo e a reflexão sobre respeito, igualdade e direitos no cenário profissional.</p>
<p> Engenheira Eugênia: a voz dos direitos no canteiro de obras</p>
<p> Origem e missão de um ícone da luta feminista</p>
<p>A Engenheira Eugênia, figura central dessa iniciativa pedagógica, foi criada em 2013 pelo coletivo de mulheres da Federação Interestadual de Sindicato de Engenheiros (Fisenge). Sua concepção surgiu da necessidade premente de dar voz às mulheres engenheiras e às suas batalhas por direitos trabalhistas em um setor predominantemente masculino. Simone Baía, diretora do coletivo de mulheres da Fisenge e uma das cocriadoras do projeto, destaca a urgência da demanda na época. &#8220;Em uma categoria que até então, hoje em dia tem mudado um pouco, mas naquela época ainda era muito masculina, era um massacre, a quantidade de homens era muito maior do que agora. Nós tínhamos que ter um instrumento, uma maneira fácil de transmitir a coisa”, explica Baía, sublinhando a dificuldade de se fazer ouvir em um ambiente tão desigual. A solução encontrada foi a criação de uma série de tirinhas publicadas no site da federação, que logo se tornou uma poderosa ferramenta de comunicação e conscientização.</p>
<p> Temas abordados e o alcance da mensagem</p>
<p>As tirinhas da Engenheira Eugênia exploram uma gama diversificada de temas sociais e trabalhistas que afetam diretamente as mulheres e minorias. Entre os assuntos abordados estão o assédio moral e sexual, a violência contra a mulher, a necessidade de instalação de banheiros femininos em canteiros de obras e no campo – uma reivindicação básica de dignidade –, além do combate ao racismo e à LGBTQIAPN+fobia. Segundo Simone Baía, a missão dos sindicatos transcende a defesa de categorias profissionais, estendendo-se à criação de pontes de diálogo com a sociedade e à promoção da educação como ferramenta essencial para a transformação social. É nesse contexto que o projeto da Engenheira Eugênia alcançou a EJA, com o intuito de despertar a conscientização dos alunos sobre a violência de gênero e outras formas de discriminação no ambiente de trabalho, preparando-os para identificar e combater essas realidades.</p>
<p> Impacto na EJA e a quebra de estereótipos</p>
<p> A conscientização através das tirinhas pedagógicas</p>
<p>No material didático da EJA, o quadrinho selecionado para ilustrar a questão do assédio moral é particularmente impactante. Ele retrata a Engenheira Eugênia sofrendo assédio de seu chefe, que a desqualifica explicitamente por ser mulher em um ambiente profissional. A atividade proposta aos estudantes vai além da mera leitura do conteúdo; ela os convida a reconhecerem essas situações no cotidiano, a refletirem coletivamente sobre o respeito mútuo, a igualdade de oportunidades e os direitos intrínsecos a cada trabalhador. Através do diálogo mediado em sala de aula, os alunos são encorajados a debater as implicações desses comportamentos e a buscar soluções, fortalecendo a cultura de denúncia e apoio às vítimas. Essa abordagem pedagógica inovadora demonstra como a arte sequencial pode ser um catalisador para discussões profundas e transformadoras.</p>
<p> Representatividade e a realidade da mulher engenheira</p>
<p>A identidade da Engenheira Eugênia foi cuidadosamente construída para maximizar a representatividade e a identificação do público. Ela é uma mulher negra, com 15 anos de experiência na profissão, mãe de dois filhos e divorciada. Para o coletivo da Fisenge, era crucial que a personagem quebrasse estereótipos associados à engenharia, tradicionalmente vista como uma área &#8220;de gente rica&#8221; e predominantemente branca e masculina. Ao apresentar uma mulher com essa trajetória, o projeto busca gerar identificação com a realidade de muitas mulheres que enfrentam a &#8220;jornada dupla&#8221;, conciliando o trabalho remunerado com as responsabilidades domésticas e familiares. &#8220;Tira essa coisa de que a engenharia é só uma profissão de gente rica e que não se preocupa com os pobres. Você traz para a questão realmente social, que é a nossa preocupação enquanto sindicato de federação”, explica Simone Baía, enfatizando o compromisso do projeto em conectar a engenharia a questões sociais e humanas mais amplas.</p>
<p> Expansão e reconhecimento de uma iniciativa transformadora</p>
<p> Além da sala de aula: Viaduto Literário e alcance internacional</p>
<p>O alcance da Engenheira Eugênia transcendeu as apostilas da EJA e o site da Fisenge. A iniciativa &#8220;Viaduto Literário&#8221;, por exemplo, levou os quadrinhos para crianças do Morro da Providência, na região central do Rio de Janeiro, com o objetivo de conscientizá-las sobre oportunidades e representatividade profissional. Inicialmente, as crianças expressaram o estereótipo de que &#8220;engenheiro&#8221; era uma profissão para &#8220;gente rica&#8221; e não para elas. A apresentação da Engenheira Eugênia, uma mulher negra e mãe, abriu novas perspectivas. Além disso, a personagem ganhou reconhecimento internacional: já foi traduzida para o inglês e apresentada pelo coletivo em fóruns sindicais internacionais, expandindo sua mensagem globalmente. A Engenheira Eugênia também evoluiu para outras mídias, virando animação e estampando tirinhas em marcadores de página, ampliando ainda mais seu alcance e impacto.</p>
<p> Prêmio Anamatra e a perenidade do projeto</p>
<p>O valor e a relevância do trabalho com a Engenheira Eugênia foram formalmente reconhecidos em 2016, quando a iniciativa recebeu o prestigioso Prêmio Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho) de Direitos Humanos, na categoria cidadã em comunicação sindical. Essa honraria reafirmou a importância da abordagem inovadora do coletivo na promoção dos direitos humanos e trabalhistas. A persistência nesse projeto é um testemunho da crença na comunicação como força motriz para a mudança. &#8220;A gente mantém esse trabalho porque nós entendemos que é uma forma importante de comunicação, de discussão, e a gente quer uma sociedade melhor. Então entendemos que ela pode contribuir com isso também. Discutir é o primeiro passo para mudar alguma coisa”, afirma Simone Baía, reiterando a convicção de que o diálogo e a conscientização são fundamentais para construir uma sociedade mais justa e igualitária.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A integração das histórias em quadrinhos da Engenheira Eugênia no currículo da EJA representa um avanço significativo na promoção da conscientização social. Ao transformar temas complexos como assédio moral, violência de gênero e discriminação em narrativas acessíveis e envolventes, a iniciativa pedagógica da USP e da Fisenge demonstra o poder da arte na educação. A personagem, com sua identidade multifacetada, não apenas quebra estereótipos, mas também empodera alunos a reconhecerem e a debaterem desafios reais do ambiente de trabalho. O reconhecimento nacional e a expansão para outras mídias e contextos internacionais atestam a eficácia e a relevância duradoura desse projeto. Continuar a investir em ferramentas como a Engenheira Eugênia é essencial para fomentar o diálogo e a reflexão crítica, pavimentando o caminho para uma sociedade mais equitativa e justa.</p>
<p> FAQ</p>
<p> O que é a Engenheira Eugênia?<br />
A Engenheira Eugênia é uma personagem de histórias em quadrinhos criada em 2013 pelo coletivo de mulheres da Fisenge (Federação Interestadual de Sindicato de Engenheiros). Ela representa uma mulher negra, engenheira, mãe e divorciada, e foi desenvolvida para dar voz às mulheres da profissão e suas lutas por direitos trabalhistas.</p>
<p> Quais temas são abordados pelas tirinhas da Engenheira Eugênia na EJA?<br />
As tirinhas abordam uma variedade de temas sociais e trabalhistas cruciais, incluindo assédio moral, violência contra a mulher, a importância de infraestrutura adequada para mulheres em locais de trabalho (como banheiros femininos em canteiros de obras), combate ao racismo e à LGBTQIAPN+fobia.</p>
<p> Como a iniciativa da Engenheira Eugênia contribui para a conscientização social?<br />
A iniciativa contribui para a conscientização social ao introduzir discussões sobre direitos e igualdade de forma acessível e envolvente, especialmente na Educação de Jovens e Adultos. Ela convida os estudantes a refletirem sobre situações de discriminação, a reconhecerem seus direitos e a dialogarem sobre como construir ambientes de trabalho mais respeitosos e justos, além de quebrar estereótipos de gênero e raça.</p>
<p>Descubra mais sobre como a educação e a conscientização podem transformar realidades em seu ambiente de trabalho e comunidade.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Morte de engenheira no ES: prancha solta pode ter causado lesões fatais</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 08:00:34 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Espírito Santo está conduzindo uma investigação aprofundada sobre as circunstâncias que levaram à trágica morte da engenheira Mariani Gambarini Vassoler, de 31 anos, em um acidente de trânsito ocorrido na rodovia ES-297, em Mimoso do Sul. A fatalidade, registrada na noite de uma sexta-feira chuvosa, chocou a família e levantou questionamentos importantes sobre a segurança no transporte de objetos em veículos. A principal linha de apuração foca em determinar se uma prancha de surfe, que a vítima transportava solta no carro, pode ter provocado ou agravado as lesões que culminaram em seu óbito. Os laudos periciais são aguardados para esclarecer essa hipótese crucial. Mariani, que viajava de Sorocaba (SP) para passar o Natal com a família em Iriri, no litoral capixaba, tinha planos interrompidos por um destino inesperado. O desfecho dessa investigação poderá reforçar a necessidade de medidas preventivas no trânsito.</p>
<p> Acidente trágico na ES-297</p>
<p>O sinistro que tirou a vida de Mariani Gambarini Vassoler aconteceu na noite de sexta-feira (19), na rodovia ES-297, em um trecho da zona rural do município de Mimoso do Sul, no Sul do Espírito Santo. A engenheira, que morava em Sorocaba, São Paulo, estava a caminho de Iriri, no litoral capixaba, onde passaria as festas de fim de ano com sua família. Ela conduzia seu veículo quando, em uma curva da rodovia, perdeu o controle da direção e colidiu com a lateral de um caminhão que transportava cimento a granel. Policiais que atenderam a ocorrência relataram que a pista estava molhada devido à chuva no momento da batida, um fator que pode ter contribuído para a perda de controle do veículo.</p>
<p> Detalhes da colisão e o resgate</p>
<p>De acordo com relatos repassados à família pela polícia e pelo próprio motorista do caminhão, que permaneceu no local e prestou socorro, o carro de Mariani teria rodado na pista antes de atingir a carreta lateralmente, impactando o lado do passageiro. A batida ocorreu por volta das 22h, a poucas horas do destino final da viagem. O motorista do caminhão foi submetido ao teste de alcoolemia, que resultou negativo, afastando a hipótese de embriaguez.</p>
<p>Um detalhe comovente da tragédia foi a presença do cachorro de Mariani, chamado Chopp, da raça Burriler, de 8 anos. O fiel companheiro sobreviveu ao impacto e, heroicamente, permaneceu ao lado de sua tutora até a chegada das equipes de socorro. Após o resgate, Chopp foi acolhido por familiares da engenheira, que garantiram que ele ficará com a família no Espírito Santo. O veículo de Mariani ficou severamente danificado, com o lado do passageiro e o teto afundados, indicando a violência da colisão e a pressão que a vítima sofreu.</p>
<p> A investigação e a hipótese da prancha</p>
<p>A Polícia Civil, através da Delegacia de Polícia de Mimoso do Sul, sob a coordenação do delegado Daniel Correia Sousa, está empenhada em desvendar todas as nuances do acidente. O foco principal da investigação, além de determinar a dinâmica da colisão, é verificar se uma prancha de surfe que estava no interior do carro de Mariani pode ter tido um papel crucial no desfecho fatal. Parentes da vítima, no dia seguinte ao acidente, já haviam levantado a suspeita de que o objeto, transportado solto entre os bancos dianteiros, poderia ter atingido a cabeça da engenheira no momento do impacto.</p>
<p> Laudos periciais em análise</p>
<p>Para esclarecer as causas da morte e as circunstâncias do acidente, a polícia aguarda a conclusão de dois exames periciais fundamentais: o laudo cadavérico e o laudo de local. O delegado Daniel Correia Sousa explicou a importância de cada um: &#8220;O laudo cadavérico tem como objetivo apontar a causa da morte, além de registrar possíveis lesões ou sinais de ferimentos. Ele vai apontar se existe lesão na cabeça compatível com a prancha ou qualquer outra que indique o que houve.&#8221; Este documento será crucial para confirmar ou descartar a hipótese de que a prancha causou um corte profundo na lateral da cabeça de Mariani, conforme relatado pela tia da vítima, Bruna Fonseca Gambarini.</p>
<p>Já o laudo de local é um relatório técnico que descreve as condições da rodovia e o ambiente onde o acidente ocorreu, investigando fatores como a visibilidade, o estado do pavimento e se algo na pista poderia ter contribuído para a perda de controle do veículo. Os prazos para a conclusão desses exames variam entre 10 e 90 dias úteis, dependendo da complexidade das análises e da demanda dos órgãos periciais. A Polícia Civil enfatiza que, embora a suspeita da prancha seja forte, nenhuma conclusão será precipitada antes da análise dos resultados técnicos.</p>
<p> Alerta sobre o transporte de objetos no veículo</p>
<p>Embora a investigação sobre a influência da prancha na morte de Mariani esteja em andamento, o delegado Daniel Correia Sousa aproveitou para reforçar um importante alerta de segurança viária. Ele destacou os perigos de transportar objetos soltos dentro do veículo. &#8220;A gente não pode afirmar nesse momento que a prancha teve alguma influência no óbito da motorista. Mas podemos alertar as pessoas que transportar objetos soltos dentro do veículo é perigoso e pode causar lesões graves mesmo em acidentes simples,&#8221; afirmou o delegado.</p>
<p>A recomendação oficial é clara: objetos pequenos ou grandes devem ser transportados no porta-malas, onde há menos risco de se tornarem projéteis em caso de colisão ou freada brusca. No caso de itens como pranchas de surfe, a orientação é utilizar um rack apropriado no teto do veículo. O delegado também estendeu o alerta para o transporte de animais de estimação, aconselhando que sejam sempre levados presos em caixas de transporte ou cintos de segurança específicos, pois um animal solto pode se assustar e distrair o motorista, causando acidentes.</p>
<p> A jornada de Mariani e o companheiro fiel</p>
<p>Mariani Gambarini Vassoler, uma engenheira de 31 anos, morava há quase um ano em Sorocaba, onde trabalhava em uma empresa de estofados de alto padrão. Ela era descrita pela família como uma pessoa que amava esportes e vivia uma vida ativa. Sua viagem de Sorocaba para Iriri, no Espírito Santo, tinha um motivo especial: passar o Natal e o Réveillon na casa de sua mãe. Mariani já havia feito esse trajeto de avião diversas vezes, mas, nesta ocasião, decidiu ir de carro para poder levar seu amado cachorro Chopp, que ela carinhosamente considerava &#8220;praticamente um filho&#8221;.</p>
<p> Planos de Natal interrompidos</p>
<p>A viagem de Mariani começou cedo, antes das 6h, com previsão de chegada em Iriri por volta das 22h. A engenheira estava ansiosa para reencontrar a família e amigos, com quem mantinha contato constante durante o percurso. Para evitar o Rio de Janeiro, ela optou por um trajeto alternativo, passando pela Estrada do Aço, em Minas Gerais, e por Além Paraíba, na Zona da Mata, antes de chegar à Rodovia ES-297, onde o acidente ocorreu.</p>
<p>Durante o caminho, Mariani fez uma parada especial com Chopp no Santuário de Aparecida, onde tirou fotos e compartilhou a alegria da viagem. Essa parada, segundo a família, indicava que ela chegaria um pouco mais tarde do que o previsto. A família monitorava a viagem de perto, com Mariani fazendo videochamadas com a mãe e enviando sua localização em tempo real para que os parentes pudessem acompanhar seu trajeto. A última comunicação foi um momento de alegria antes da terrível notícia que a polícia traria pouco depois.</p>
<p> O percurso monitorado pela família</p>
<p>O tio de Mariani, Romeu Gambarini, relatou a ansiedade e a alegria da sobrinha em reencontrar a família. &#8220;Ela manteve contato com a gente a viagem inteira. Fez videochamada com a mãe e mandou a localização para a gente acompanhar, monitorar e saber onde ela estava durante todo o trajeto&#8221;, explicou. Infelizmente, a alegria da expectativa foi substituída pela dor da perda quando a ligação da polícia informou sobre o acidente. O corpo de Mariani Gambarini Vassoler foi enterrado no sábado (20), em Iriri, deixando familiares e amigos em luto e à espera de respostas.</p>
<p> Perspectivas futuras e segurança no trânsito</p>
<p>A tragédia que vitimou a engenheira Mariani Gambarini Vassoler em Mimoso do Sul é um lembrete contundente dos perigos inerentes ao trânsito e da importância da segurança veicular. A Polícia Civil continua a trabalhar diligentemente para consolidar todas as provas, aguardando os laudos periciais que serão decisivos para determinar a causa exata da morte e as circunstâncias que levaram ao acidente. O desfecho desta investigação não apenas trará clareza para a família de Mariani, mas também poderá reforçar a conscientização sobre a necessidade de transportar objetos e animais de estimação de forma segura, minimizando riscos em situações inesperadas.</p>
<p> Perguntas Frequentes</p>
<p>Quem era Mariani Gambarini Vassoler e onde ocorreu o acidente?<br />
Mariani Gambarini Vassoler era uma engenheira de 31 anos, moradora de Sorocaba (SP), que faleceu em um acidente de trânsito na rodovia ES-297, em Mimoso do Sul (ES), enquanto viajava para passar o Natal com a família em Iriri.</p>
<p>Qual a principal suspeita que a polícia investiga sobre a causa da morte?<br />
A Polícia Civil investiga se uma prancha de surfe, transportada solta dentro do carro de Mariani, pode ter provocado ou agravado lesões fatais na cabeça da engenheira durante a colisão.</p>
<p>Por que é perigoso transportar objetos soltos no carro?<br />
Objetos soltos no interior do veículo podem se transformar em projéteis perigosos em caso de acidente, freadas bruscas ou impactos, causando lesões graves aos ocupantes, mesmo em acidentes considerados simples. A recomendação é transportá-los no porta-malas ou em racks externos apropriados.</p>
<p>O que aconteceu com o cachorro de Mariani após o acidente?<br />
O cachorro de Mariani, Chopp, sobreviveu ao acidente e permaneceu ao lado de sua tutora até a chegada do socorro. Posteriormente, foi resgatado por familiares e ficará sob os cuidados da família no Espírito Santo.</p>
<p>Para mais informações sobre segurança no trânsito e atualizações sobre este caso, acompanhe nossa cobertura e nossas redes sociais.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Feirantes, veterinários, guarda civil e engenheira recebem homenagem na Câmara parnaibana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 13:08:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>4 Moções de Aplausos homenageiam personalidades do município Durante a 27ª Sessão Ordinária, realizada na tarde desta terça-feira, 12, o parlamento de Santana de Parnaíba rendeu homenagens a munícipes através de 4 Moções de Aplausos. A primeira, Moção nº 86/2023, apresentada pelo vereador tesoureiro Roque da Lenha, de Aplausos ao Dia do Feirante, celebrado em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="font-weight: 400;"><strong><em>4 Moções de Aplausos homenageiam personalidades do município</em></strong></h4>
<p style="font-weight: 400;">Durante a 27ª Sessão Ordinária, realizada na tarde desta terça-feira, 12, o parlamento de Santana de Parnaíba rendeu homenagens a munícipes através de 4 Moções de Aplausos. A primeira, Moção nº 86/2023, apresentada pelo vereador tesoureiro Roque da Lenha, de Aplausos ao Dia do Feirante, celebrado em 25 de agosto de cada ano.</p>
<p style="font-weight: 400;">A Moção nº 90/2023, de autoria do vereador e vice-presidente da Casa de Leis, Adalto Pessoa, foi de Aplausos ao Dia da Guarda Civil, anualmente comemorado em 3 de setembro. O vereador Silvinho Filho apresentou a Moção de Aplausos nº 91/2023 em conjunto com o vereador Nilson Martins, saudando a todos os médicos veterinários pelo seu dia, 9 de setembro. Por último, a Moção de Aplausos nº 92/2023, de autoria do vereador Kadu da Farmácia, homenageou a engenheira Marcinea de Oliveira Mendonça, em reconhecimento aos 21 anos de trabalho prestados no município parnaibano.</p>
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