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	<title>eleição &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>eleição &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>STF define 8 de abril para decidir eleição do governo do Rio</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 21:01:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 8 de abril a análise crucial sobre a vacância do cargo de governador do estado do Rio de Janeiro. A decisão, que será tomada em sessão presencial do plenário, definirá se a eleição para governador será conduzida de forma indireta, por meio dos deputados estaduais, ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para o dia 8 de abril a análise crucial sobre a vacância do cargo de governador do estado do Rio de Janeiro. A decisão, que será tomada em sessão presencial do plenário, definirá se a eleição para governador será conduzida de forma indireta, por meio dos deputados estaduais, ou direta, com o voto da população fluminense nas urnas. Este desfecho é aguardado com grande expectativa, dada a complexidade do cenário político e jurídico que se instalou no estado. O comunicado do STF ressalta que a deliberação terá como objetivo fixar a diretriz juridicamente adequada para a sucessão, em conformidade com a Constituição e a legislação eleitoral vigente, buscando a legalidade constitucional, a segurança jurídica e a estabilidade institucional em um momento de incertezas. A situação atual reflete uma série de decisões e contramedidas que mantêm o futuro da governança do Rio em aberto.</p>
<p> O impasse jurídico na sucessão do governo fluminense</p>
<p>A controvérsia sobre a sucessão no governo do Rio de Janeiro teve início com a renúncia do então governador Cláudio Castro, ocorrida em 23 de outubro. Castro alegou sua intenção de concorrer ao Senado nas eleições subsequentes, deflagrando uma série de eventos que culminaram no atual impasse. A linha sucessória tradicional, que prevê a assunção do vice-governador ou do presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), não pôde ser cumprida. O vice-governador, Thiago Pampolha, havia assumido um cargo no Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) em 2025, e o então presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, estava afastado do cargo por decisão judicial.</p>
<p> Decisões conflitantes e a intervenção do STF</p>
<p>Em meio a esse vácuo, a Alerj tentou eleger um novo presidente da Casa em 26 de outubro, que assumiria interinamente o governo. Contudo, horas depois, a presidente em exercício do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), desembargadora Suely Lopes Magalhães, anulou essa votação, adicionando mais um capítulo à incerteza.</p>
<p>Paralelamente, em 27 de outubro, o ministro Cristiano Zanin, do STF, concedeu uma decisão liminar que suspendeu a eleição indireta para o cargo de governador. Essa medida atendeu a uma reclamação do Partido Social Democrático (PSD) no Rio de Janeiro, que defendia a realização de uma votação direta para a escolha do gestor que comandará o &#8220;mandato-tampão&#8221; até 31 de dezembro de 2026. A liminar de Zanin foi proferida no mesmo dia em que outra decisão do próprio STF havia validado a eleição indireta para o governo fluminense, referente à Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7942, criando um conflito de entendimentos.</p>
<p>Na sua decisão, o ministro Zanin fundamentou seu posicionamento em prol do voto direto, divergindo da maioria do STF. Ele classificou a renúncia de Cláudio Castro como uma tentativa de burlar a Justiça Eleitoral, reforçando a necessidade de uma consulta popular. Até que a questão seja definitivamente resolvida pelo plenário do STF, Zanin determinou que o presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), Ricardo Couto de Castro, ocupe interinamente o posto de governador, garantindo a continuidade da administração estadual.</p>
<p> Os desdobramentos eleitorais e os cenários futuros</p>
<p>A complexidade da situação no Rio de Janeiro foi ainda mais acentuada por outras decisões de tribunais eleitorais. Em 24 de outubro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) condenou Cláudio Castro à inelegibilidade por oito anos, a contar do pleito de 2022, devido a abuso de poder político e econômico durante sua campanha à reeleição. Essa condenação impede o ex-governador de disputar eleições até 2030, embora ele tenha anunciado que recorrerá da decisão. Na mesma ação, Thiago Pampolha foi condenado ao pagamento de multa, e o deputado estadual Rodrigo Bacellar, ex-secretário de governo de Castro, também foi declarado inelegível.</p>
<p> Recontagem de votos e a composição da Alerj</p>
<p>Em 26 de outubro, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), Claudio de Mello Tavares, marcou uma sessão para 31 de outubro, às 15h, com o objetivo de recontar os votos para o cargo de deputado estadual nas eleições de 2022. O tribunal determinou que os votos recebidos pelo deputado Ricardo Bacellar deverão ser retotalizados, o que significa que ele poderá perder o cargo. Embora ainda caiba recurso da decisão, essa medida pode ter um impacto significativo na composição da Alerj, alterando o quadro de forças políticas na casa legislativa e influenciando diretamente o debate sobre a eleição para o governo.</p>
<p>Com o STF agendando a deliberação final para 8 de abril, os olhos da política fluminense e nacional se voltam para a Corte. A decisão dos ministros será fundamental para definir o caminho da sucessão: se a população terá o direito de escolher seu próximo governador diretamente, fortalecendo a participação democrática, ou se a eleição ficará a cargo dos deputados estaduais, em um modelo de escolha indireta que tem sido alvo de contestações. O desfecho dessa questão terá implicações duradouras para a estabilidade política e a governança do estado do Rio de Janeiro nos próximos anos.</p>
<p> Os próximos passos para o Rio de Janeiro</p>
<p>A decisão do Supremo Tribunal Federal, prevista para 8 de abril, representa um marco decisivo para a estabilidade política e administrativa do Rio de Janeiro. Em meio a um cenário de decisões conflitantes, renúncias, inelegibilidades e intervenções judiciais, a Corte terá a responsabilidade de traçar a diretriz legal que definirá o futuro da governança estadual. A escolha entre uma eleição direta, que conferiria o poder de decisão diretamente aos cidadãos, e uma eleição indireta, delegando a responsabilidade aos representantes legislativos, não apenas encerrará um ciclo de incertezas, mas também estabelecerá um precedente importante para casos futuros de vacância governamental. A resolução desse impasse é crucial para que o estado possa retomar a normalidade institucional e focar nos desafios de sua gestão, com um líder legitimado e um caminho claro a seguir.</p>
<p> FAQ</p>
<p> Por que a sucessão do governo do Rio de Janeiro se tornou um impasse?<br />
O impasse surgiu após a renúncia do governador Cláudio Castro, em 23 de outubro, e a impossibilidade da linha sucessória tradicional assumir, uma vez que o vice-governador já tinha um cargo no TCE-RJ e o presidente da Alerj estava afastado. Isso gerou uma série de decisões judiciais conflitantes sobre como preencher o cargo vago.</p>
<p> Qual a diferença entre eleição direta e indireta para governador?<br />
Na eleição direta, a população vota diretamente para escolher o governador. Na eleição indireta, a escolha do governador é feita pelos deputados estaduais, sem a participação direta dos eleitores.</p>
<p> Quem é o governador interino do Rio de Janeiro atualmente?<br />
Atualmente, o presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), Ricardo Couto de Castro, ocupa interinamente o posto de governador, conforme determinação liminar do ministro Cristiano Zanin do STF.</p>
<p> O que acontece se o STF decidir pela eleição direta?<br />
Caso o STF decida pela eleição direta, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) ou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) seriam responsáveis por organizar e realizar um novo pleito, em um prazo definido, para que a população do Rio de Janeiro escolha seu governador para o mandato-tampão até 2026.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os próximos capítulos desta importante decisão que moldará o futuro político do Rio de Janeiro. Acompanhe as atualizações em nossos canais.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Zanin, do STF, suspende eleição indireta para governo do Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 21:18:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[eleição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma nova e significativa reviravolta marcou o processo de escolha do governador-tampão do Rio de Janeiro na noite de sexta-feira. O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu uma decisão liminar que suspende a eleição indireta para o cargo. A medida atende a uma reclamação apresentada pelo Partido Social Democrático (PSD) no Rio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova e significativa reviravolta marcou o processo de escolha do governador-tampão do Rio de Janeiro na noite de sexta-feira. O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu uma decisão liminar que suspende a eleição indireta para o cargo. A medida atende a uma reclamação apresentada pelo Partido Social Democrático (PSD) no Rio de Janeiro, que defende, veementemente, a votação direta para a escolha do próximo titular do governo estadual, que cumprirá um mandato-tampão até 31 de dezembro de 2026. Esta decisão insere um novo capítulo de incerteza na já conturbada sucessão política fluminense, com implicações profundas para a governabilidade e a representatividade democrática no estado. O cenário agora exige uma análise mais aprofundada por parte do STF.</p>
<p> Decisão de Zanin paralisa processo eleitoral no Rio</p>
<p>A liminar concedida pelo ministro Cristiano Zanin trouxe uma paralisação abrupta ao processo eleitoral que vinha sendo desenhado para o governo do Rio de Janeiro. A decisão, tomada no mesmo dia em que outra deliberação do próprio STF havia validado a eleição indireta em uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) anterior, a de número 7942, reforça a complexidade do ambiente jurídico e político que cerca a sucessão fluminense. O entendimento de Zanin, que diverge da maioria do Supremo em relação à validade das eleições indiretas para mandatos-tampão em certas circunstâncias, reacende o debate sobre a soberania popular e os mecanismos de preenchimento de cargos eletivos.</p>
<p> Argumentos pela soberania popular</p>
<p>Em sua justificativa para a suspensão, o ministro Zanin fez questão de republicar seu voto proferido em um processo anterior, no qual defende enfaticamente o princípio do voto direto. Ele classificou a renúncia do então governador Cláudio Castro, ocorrida na segunda-feira anterior à sua decisão, como uma tentativa de burlar a Justiça Eleitoral. Segundo o ministro, &#8220;a renúncia do governador eleito surge como mecanismo de burla à autoridade da Justiça Eleitoral, excluindo o eleitor e, em consequência, o exercício da soberania popular, da escolha do titular para o cargo de governador do Estado, ainda que em período residual&#8221;. O magistrado ressaltou que, nos termos do artigo 14 da Constituição Federal, &#8220;a soberania popular é exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos&#8221;, reforçando a primazia da escolha popular em detrimento de arranjos que a excluam.</p>
<p> Segurança jurídica e plenário do STF</p>
<p>Zanin argumenta que a suspensão da eleição indireta é uma medida essencial para a garantia da segurança jurídica. Ele solicitou que a decisão final da corte seja tomada após uma análise aprofundada no plenário do Supremo Tribunal Federal. &#8220;Reforço a necessidade de suspensão dos efeitos dos atos reclamados, em obediência ao princípio da segurança jurídica, para que tanto os fundamentos da ADI 7.942/RJ como os fundamentos deduzidos nesta reclamação sejam analisados de forma verticalizada e o STF assente o alcance daquele precedente vinculante e, por consequência, o formato das eleições a serem realizadas&#8221;, escreveu o ministro em sua liminar. Adicionalmente, Zanin pediu destaque no julgamento da ADI 7942. No meio jurídico, um pedido de destaque retira o processo da votação eletrônica e o transfere para o plenário presencial, permitindo um debate mais amplo entre os ministros. Esta ADI também foi ajuizada pelo PSD e questiona trechos da lei que trata das regras para a eleição indireta do governador, incluindo a controversa determinação de que os parlamentares teriam voto aberto, e não secreto. Até que o assunto seja definitivamente resolvido, Zanin determinou que o presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), Ricardo Couto de Castro, ocupe interinamente o posto de governador.</p>
<p> O intrincado caminho da sucessão fluminense</p>
<p>A crise de sucessão no governo do Rio de Janeiro é resultado de uma série de eventos concatenados, envolvendo renúncias, cassações e prisões, que criaram um cenário de instabilidade sem precedentes. Desde maio de 2025, o estado não possuía vice-governador, com a renúncia de Thiago Pampolha para assumir uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado (TCE). Essa ausência de um vice configurou um dos primeiros elos da cadeia de problemas.</p>
<p> Renúncias, cassações e prisões</p>
<p>Com a vacância da vice-governadoria, o então presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (União), passou a ser o primeiro na linha sucessória. Contudo, em 3 de dezembro de 2025, Bacellar foi detido pela Operação Unha e Carne, da Polícia Federal (PF), que investigou supostas ligações de políticos com o Comando Vermelho (CV), uma das principais organizações criminosas do estado. Por ordem do STF, Bacellar foi afastado da presidência da Alerj, mesmo após ser libertado da prisão, e na sexta-feira (27), foi novamente preso pela mesma operação. Com o afastamento de Bacellar, a Alerj passou a ser presidida, de forma interina, pelo deputado Guilherme Delaroli (PL). No entanto, devido à sua condição de interino, Delaroli não ocupa lugar na linha sucessória, impossibilitando-o de assumir o governo. A crise se aprofundou na segunda-feira (23), quando o então governador Cláudio Castro (PL) renunciou ao cargo, manifestando interesse em disputar uma vaga no Senado na eleição de outubro. A manobra era vista, também, como uma tentativa de escapar de uma eventual inelegibilidade, já que enfrentava um julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder político e econômico na campanha à reeleição em 2022. O julgamento, de fato, terminou de forma desfavorável para Castro, com o TSE o considerando governador cassado e inelegível até 2030. A decisão também cassou e tornou inelegível o deputado estadual Rodrigo Bacellar, ex-secretário de governo de Castro. Na mesma deliberação, a Justiça Eleitoral determinou que a Alerj realizasse eleições indiretas para o governo do estado, o que gerou a mais recente controvérsia.</p>
<p> Impasse na Alerj e a retotalização de votos</p>
<p>No dia anterior à decisão de Zanin, na quinta-feira (26), o deputado estadual Douglas Ruas, do mesmo partido de Cláudio Castro, chegou a ser eleito presidente da Alerj e, consequentemente, alçado ao cargo de governador-tampão. Contudo, no mesmo dia, uma decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) anulou a votação. A desembargadora Suely Lopes Magalhães, presidente em exercício do TJRJ, entendeu que o processo eleitoral na Alerj só poderia ser realizado após a retotalização dos votos pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), conforme havia determinado o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na decisão que cassou o mandato do então presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar. A retotalização consiste em recontar os votos das eleições de 2022 para deputado estadual, desconsiderando os votos recebidos por Rodrigo Bacellar. Esse procedimento é crucial, pois pode alterar a composição do Legislativo estadual, impactando diretamente a correlação de forças e, consequentemente, a eleição de um novo presidente da casa e do governador interino. O TRE marcou a cerimônia para a retotalização para a próxima terça-feira (31), adicionando mais um elemento de espera e incerteza ao cenário político fluminense.</p>
<p> Próximos passos e a busca por definição</p>
<p>A decisão do ministro Cristiano Zanin coloca em xeque a eleição indireta e reinicia o debate sobre a forma mais legítima de se escolher o mandatário do Rio de Janeiro para o período-tampão. Com o Tribunal de Justiça no comando interino do executivo, a expectativa se volta para o plenário do Supremo Tribunal Federal, que deverá analisar de forma definitiva os argumentos em favor do voto direto e a validade de precedentes jurídicos. A retotalização dos votos na Alerj, por sua vez, promete reconfigurar o tabuleiro político local, adicionando mais uma camada de complexidade ao cenário. A busca por estabilidade e uma solução que garanta a soberania popular e a segurança jurídica torna-se a prioridade em um dos estados mais populosos do país.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a crise política no Rio</p>
<p>Qual a decisão mais recente sobre a eleição para o governo do Rio?<br />
O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu uma liminar que suspende a eleição indireta para o cargo de governador-tampão do Rio de Janeiro. A decisão atende a um pedido do PSD, que defende o voto direto.</p>
<p>Quem é o governador interino do Rio de Janeiro atualmente?<br />
Conforme a decisão liminar do ministro Zanin, o presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), Ricardo Couto de Castro, ocupa interinamente o posto de governador até que o STF decida sobre o formato definitivo da eleição.</p>
<p>Por que a eleição indireta foi inicialmente considerada?<br />
A eleição indireta foi determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após a cassação do governador Cláudio Castro e a ausência de um vice-governador e de um presidente da Alerj aptos na linha sucessória. A intenção era preencher o cargo vago até o final do mandato.</p>
<p>O que é a retotalização de votos e por que ela é importante?<br />
A retotalização de votos é o recálculo dos votos das eleições de 2022 para deputado estadual, desconsiderando os votos recebidos por Rodrigo Bacellar, que foi cassado. Esse processo pode alterar a composição da Assembleia Legislativa (Alerj), impactando a eleição do próximo presidente da casa e, consequentemente, o desenrolar da crise sucessória.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos desta complexa crise política no Rio de Janeiro e as decisões que moldarão o futuro do estado. Acesse nossa cobertura completa para atualizações em tempo real.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Justiça do Rio anula eleição para presidência da Alerj</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/justica-do-rio-anula-eleicao-para-presidencia-da-alerj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 01:01:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) foi palco de mais um capítulo de sua conturbada disputa pelo comando, culminando na anulação da sessão que elegeu o deputado Douglas Ruas, do PL, como seu novo presidente. A decisão, proferida pela Justiça do Rio de Janeiro, gerou um novo cenário de incertezas na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) foi palco de mais um capítulo de sua conturbada disputa pelo comando, culminando na anulação da sessão que elegeu o deputado Douglas Ruas, do PL, como seu novo presidente. A decisão, proferida pela Justiça do Rio de Janeiro, gerou um novo cenário de incertezas na política fluminense. A desembargadora Suely Lopes de Magalhães determinou que o processo eleitoral para a mesa diretora da Alerj só poderia ser realizado após a indispensável retotalização dos votos pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), conforme já havia sido estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esta medida é crucial para redefinir a composição legítima do colégio eleitoral, garantindo a lisura e a conformidade com as exigências legais para a escolha do líder da Casa.</p>
<p> A anulação judicial e seus fundamentos</p>
<p>Na noite da última quinta-feira, uma decisão judicial emitida pela desembargadora Suely Lopes de Magalhães, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), reverberou profundamente nos corredores da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A magistrada anulou, em caráter liminar, a 2ª sessão extraordinária que havia eleito o deputado Douglas Ruas (PL) para a presidência da Casa. A base para tal deliberação repousa na constatação de que o procedimento eleitoral não respeitou integralmente determinações prévias do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ).</p>
<p>A essência da decisão judicial é clara: o processo de escolha da nova mesa diretora da Alerj não poderia prosseguir antes que a retotalização dos votos, ordenada pelo TSE, fosse efetivada. Essa retotalização é um desdobramento direto da cassação do mandato do então presidente da Alerj, deputado Rodrigo Bacellar. A magistrada enfatizou que o objetivo primordial de tal medida é assegurar a correta definição da composição do colégio eleitoral da Alerj. Somente após a validação oficial do número e da titularidade dos deputados aptos a votar é que a eleição para o comando da assembleia poderia ser considerada legítima e em conformidade com o arcabouço jurídico. A medida visa garantir a transparência e a legitimidade de um processo eleitoral fundamental para a governabilidade do estado.</p>
<p> A exigência da retotalização de votos</p>
<p>A exigência de retotalização dos votos não é um mero formalismo burocrático, mas uma etapa crucial para a reconstituição da legitimidade do parlamento fluminense. A decisão do TSE que cassou o mandato de Rodrigo Bacellar, por abuso de poder político e econômico na campanha de reeleição de 2022, desencadeou uma série de eventos que impactam diretamente a composição da Alerj. Com a saída de Bacellar e a necessidade de redefinir os suplentes e a distribuição das cadeiras, a retotalização se torna imperativa.</p>
<p>Segundo a desembargadora Suely Lopes de Magalhães, a omissão dessa etapa prévia compromete a integridade do processo eleitoral para a mesa diretora. A Alerj, ao proceder com a eleição sem aguardar essa recontagem oficial, estaria potencialmente elegendo um presidente com uma base eleitoral ainda não completamente validada, abrindo margem para contestações futuras e instabilidade política. A retotalização asseguraria que cada voto e cada assento na assembleia estejam devidamente contabilizados e atribuídos, refletindo a vontade popular e a legalidade eleitoral, garantindo que o novo presidente seja eleito por um corpo legislativo inquestionavelmente constituído.</p>
<p> O cenário político e a eleição contestada</p>
<p>A eleição para a presidência da Alerj, realizada na tarde da quinta-feira anterior à anulação, ocorreu em um ambiente de intensa polarização e contestações. O pleito, que elegeu Douglas Ruas, foi marcado pelo boicote significativo da oposição, que levantou bandeiras sobre a ilegalidade do processo e a necessidade de aguardar as deliberações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ).</p>
<p>Apesar das críticas e da ausência de parte dos parlamentares, a sessão transcorreu, e Douglas Ruas obteve a vitória com 45 dos 47 deputados presentes na votação. No entanto, a força da oposição se manifestou na ausência de 22 deputados, que optaram por não comparecer à sessão, denunciando a ilegitimidade do processo antes da retotalização dos votos. Essa lacuna numérica refletiu uma profunda divisão política e a fragilidade do consenso em torno da eleição. Imediatamente após o resultado, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) formalizou uma ação judicial contestando o resultado, alegando falhas no processo e a desconsideração das orientações judiciais superiores. A anulação subsequente pela Justiça do Rio corroborou as preocupações levantadas pela oposição, evidenciando a instabilidade e as complexidades jurídicas que cercam a governança da Alerj neste momento.</p>
<p> A eleição de Douglas Ruas e o boicote da oposição</p>
<p>A eleição que elegeu Douglas Ruas para a presidência da Alerj foi um evento de grande tensão política. Com a cassação de Rodrigo Bacellar, a cadeira de presidente ficou vaga, dando início a uma corrida para a sucessão. Ruas, do Partido Liberal (PL), emergiu como o vencedor com o apoio expressivo de 45 dos 47 deputados que se fizeram presentes na sessão. Este resultado, à primeira vista, indicaria uma vitória robusta, mas a ausência de um terço do corpo legislativo lançou uma sombra sobre a legitimidade do processo.</p>
<p>Os 22 deputados que boicotaram o pleito representavam uma parcela significativa da Casa e deixaram claro seu descontentamento e suas reservas quanto à validade da eleição. A oposição argumentava que a pressa em eleger um novo presidente, sem aguardar a retotalização dos votos ordenada pelo TSE, desrespeitava as decisões judiciais e poderia viciar todo o processo. O boicote não foi apenas um ato de protesto, mas uma estratégia para deslegitimar a sessão e abrir caminho para contestações legais. A imediata judicialização do caso pelo PDT confirmou a seriedade das objeções, transformando o resultado da eleição em um ponto de discórdia jurídica e política.</p>
<p> Implicações para a governança do estado do Rio</p>
<p>A instabilidade na presidência da Alerj transcende as questões internas do parlamento e tem ramificações diretas para a governabilidade do estado do Rio de Janeiro. A magistrada Suely Lopes de Magalhães ressaltou em sua liminar que o processo eleitoral da Alerj, sem a conformidade integral com a decisão do TSE, interfere não apenas na escolha do novo presidente da assembleia, mas também tem um peso crucial na definição de quem poderá assumir o governo do estado. A linha de sucessão do Executivo fluminense encontra-se em um momento delicado e complexo, com as recentes movimentações e decisões judiciais criando um vácuo de poder.</p>
<p>Desde a renúncia do vice-governador Thiago Pampolha, ocorrida há alguns meses para assumir uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado (TCE), o Rio de Janeiro opera sem vice-governador. Mais recentemente, o governador Cláudio Castro chegou a manifestar a intenção de renunciar ao cargo, buscando disputar uma vaga ao Senado. No entanto, sua situação se complicou drasticamente com a decisão do TSE que o considerou cassado e inelegível até 2030, em virtude de abuso de poder político e econômico durante a campanha de reeleição em 2022. Com a ausência do vice-governador e a situação jurídica do governador, o próximo na linha de sucessão direta é justamente o presidente da Alerj. Atualmente, e de forma interina, o desembargador Ricardo Couto de Castro, presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), exerce a função de governador em exercício, evidenciando a profunda crise política e institucional.</p>
<p> A linha de sucessão e o vácuo de poder</p>
<p>A complexidade da linha de sucessão no governo do Rio de Janeiro é um ponto crítico que amplifica a importância da legalidade na eleição da presidência da Alerj. Com a ausência de um vice-governador, a figura do presidente da Assembleia Legislativa assume um papel central em caso de vacância do cargo de chefe do Executivo. A situação de Cláudio Castro, que teve seu mandato cassado pelo TSE, cria um cenário de incerteza sobre a governança do estado.</p>
<p>Embora Castro tenha manifestado a intenção de renunciar visando uma candidatura ao Senado, a decisão do TSE de cassar seu mandato o torna inelegível, complicando ainda mais o quadro. Assim, a cadeira de governador fica em uma espécie de limbo, com a transição de poder dependendo diretamente da estabilidade e legalidade da presidência da Alerj. A atuação interina do presidente do TJRJ como governador em exercício sublinha a excepcionalidade da situação. A anulação da eleição de Douglas Ruas, portanto, não é apenas uma questão regimental da Alerj, mas um fator que prolonga a incerteza sobre quem governará o Rio de Janeiro, impactando a estabilidade política e administrativa em um momento crucial para o estado.</p>
<p> Desdobramentos e perspectivas futuras</p>
<p>A anulação da eleição para a presidência da Alerj abre um novo capítulo de incertezas para a política fluminense, exigindo dos atores políticos e jurídicos um alinhamento com as determinações da Justiça para restabelecer a normalidade institucional. Os próximos passos incluem a aguardada retotalização dos votos pelo Tribunal Regional Eleitoral, que redefinirá a composição oficial do colégio eleitoral. Somente após essa etapa será possível convocar uma nova e legítima eleição para a mesa diretora.</p>
<p>Este cenário demanda um esforço conjunto para garantir a transparência e a legalidade do processo, visando evitar novas contestações e aprofundar a crise política. A estabilidade da Alerj é fundamental não apenas para o funcionamento do legislativo, mas também para a clareza na linha de sucessão do governo estadual, atualmente em xeque. A atenção se volta agora para as ações do TRE e para a capacidade dos deputados de encontrar um consenso que respeite as decisões judiciais e promova a governabilidade do Rio de Janeiro. O estado precisa de liderança sólida e legitimidade institucional para enfrentar seus desafios.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> Por que a eleição de Douglas Ruas foi anulada?<br />
A eleição foi anulada porque a Justiça considerou que o processo eleitoral na Alerj não poderia ocorrer antes da retotalização dos votos pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), conforme determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após a cassação do ex-presidente Rodrigo Bacellar.</p>
<p> O que significa a retotalização de votos?<br />
A retotalização de votos é o reprocessamento da contagem e distribuição de votos para as cadeiras legislativas. No contexto da Alerj, ela é necessária para definir a composição oficial do colégio eleitoral após a cassação de um deputado, garantindo que os substitutos e a proporção partidária estejam corretamente definidos antes de uma nova eleição.</p>
<p> Como a anulação afeta a governança do Rio de Janeiro?<br />
A anulação da eleição da Alerj afeta diretamente a linha de sucessão do governo do estado. Sem um vice-governador e com a situação jurídica do governador Cláudio Castro (cassado e inelegível pelo TSE), o presidente da Alerj seria o próximo na linha. A instabilidade nessa posição prolonga a incerteza sobre quem governará o Rio de Janeiro.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos desta importante questão política e acompanhe as atualizações sobre o futuro da Alerj e do governo do Rio de Janeiro.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Fux suspende regras da Alerj sobre eleição indireta no Rio</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 16:01:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu uma decisão provisória de grande impacto sobre o futuro político do Rio de Janeiro. A liminar suspende trechos cruciais da lei estadual que regulamenta as normas para uma eventual eleição indireta aos cargos de governador e vice-governador. A medida, que ainda necessita de referendo do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu uma decisão provisória de grande impacto sobre o futuro político do Rio de Janeiro. A liminar suspende trechos cruciais da lei estadual que regulamenta as normas para uma eventual eleição indireta aos cargos de governador e vice-governador. A medida, que ainda necessita de referendo do plenário da Suprema Corte, altera significativamente o processo eleitoral em um momento de incerteza para o executivo fluminense. Entre as regras suspensas estão a permissão para votação aberta, nominal e presencial na Assembleia Legislativa do Estado (Alerj), bem como o prazo reduzido de apenas 24 horas para desincompatibilização de candidatos. Com esta decisão, a votação será obrigatoriamente secreta, e os interessados em concorrer deverão afastar-se de seus cargos públicos com no mínimo 180 dias de antecedência.</p>
<p> A decisão de Fux e suas implicações imediatas</p>
<p>A intervenção do Supremo Tribunal Federal, por meio de uma decisão monocrática do ministro Luiz Fux, redefine as bases para a escolha do próximo governador e vice-governador do Rio de Janeiro, caso uma eleição indireta se faça necessária. A urgência na concessão da liminar foi justificada pela iminente possibilidade de uma dupla vacância no comando do Executivo fluminense, cenário que poderia se concretizar já em abril. Fux enfatizou a necessidade de garantir a estrita observância das regras constitucionais para a validade de qualquer pleito, especialmente diante de um contexto de instabilidade política e do risco de &#8220;violência política&#8221; em eleições indiretas no estado.</p>
<p> Votação secreta e prazo de desincompatibilização</p>
<p>As alterações promovidas pela liminar são substanciais. A regra que permitia a votação aberta, nominal e presencial dos deputados estaduais na Alerj foi revogada. Isso significa que, se houver um processo de eleição indireta, a escolha do novo chefe do executivo estadual deverá ocorrer por meio de voto secreto. Esta mudança visa garantir maior imparcialidade e proteger os parlamentares de pressões externas, evitando a exposição de seus votos e, consequentemente, diminuindo riscos de retaliação política.</p>
<p>Outra modificação fundamental diz respeito ao prazo de desincompatibilização. A lei estadual previa um período exíguo de apenas 24 horas para que os interessados em concorrer aos cargos de governador e vice-governador se afastassem de suas funções públicas. O ministro Fux suspendeu essa regra, restaurando o prazo mínimo de 180 dias exigido pela legislação eleitoral para que um candidato possa disputar um cargo eletivo. Este período é crucial para evitar o uso da máquina pública em benefício de candidaturas e para assegurar a isonomia entre os concorrentes. A decisão impacta diretamente qualquer eventual candidato que ocupe cargo público e não tenha cumprido esse afastamento prévio.</p>
<p> O pedido do PSD e a constitucionalidade do pleito</p>
<p>A decisão liminar do ministro Fux foi proferida em resposta a um pedido de suspensão apresentado pelo Partido Social Democrático (PSD). O partido argumentou que as regras estabelecidas pela lei estadual do Rio de Janeiro, sancionada na semana passada pelo governador Cláudio Castro, violavam princípios constitucionais e eleitorais. A intervenção do STF reforça o papel da Corte como guardiã da Constituição, garantindo que os processos eleitorais, mesmo em situações excepcionais como as eleições indiretas, sigam os ditames da Carta Magna e da legislação eleitoral federal. O questionamento do PSD se baseava na ideia de que as normativas locais não poderiam se sobrepor a princípios federais sobre a matéria, em especial no que tange a transparência e a igualdade de condições entre os participantes.</p>
<p> O cenário de instabilidade política no Rio de Janeiro</p>
<p>A preocupação com a sucessão no governo do Rio de Janeiro não é recente e ganha contornos de urgência com a possibilidade de uma dupla vacância. O atual governador, Cláudio Castro, pode deixar o cargo para disputar outra eleição em 2026, abrindo espaço para a necessidade de um &#8220;mandato tampão&#8221;, que seria preenchido por meio de uma eleição indireta, conforme a Constituição Federal e estadual. Este cenário de incerteza é agravado pela situação da linha sucessória direta, que se encontra comprometida por eventos passados e decisões judiciais.</p>
<p> A iminente dupla vacância do executivo</p>
<p>A possibilidade de Cláudio Castro deixar o Palácio Guanabara para concorrer a outro cargo eletivo gera a primeira lacuna na chefia do Executivo. Contudo, a situação se agrava com a impossibilidade dos nomes seguintes na linha sucessória assumirem a governadoria. O vice-governador eleito na chapa de Castro, Thiago Pampolha, renunciou ao cargo em 2023 para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), o que o impede de ascender ao posto de governador.</p>
<p>A complexidade se aprofunda com o próximo na linha sucessória: o presidente da Assembleia Legislativa, Deputado Estadual Rodrigo Bacelar. No entanto, Bacelar foi afastado de seu cargo por decisão do próprio STF. Essa sequência de eventos — a potencial saída do governador, a renúncia do vice e o afastamento do presidente da Alerj — configura o cenário de &#8220;dupla vacância&#8221; que justifica a necessidade de eleições indiretas para um &#8220;mandato tampão&#8221;, visando completar o período restante do mandato vigente. A ausência de um sucessor natural na linha direta de poder impõe ao estado a responsabilidade de promover um pleito atípico, conduzido pelos parlamentares.</p>
<p> Histórico dos envolvidos e a linha sucessória</p>
<p>O Rio de Janeiro já possui um histórico de instabilidade na sua governança nos últimos anos, com diversos governadores enfrentando processos e afastamentos. Este panorama adiciona uma camada de complexidade à atual situação. A liminar de Fux, ao exigir a observância de normas mais rígidas, busca justamente trazer mais segurança jurídica e legitimidade a um processo eleitoral que já nasce sob o signo da excepcionalidade. A atuação do STF neste contexto é vista como uma garantia de que, mesmo em circunstâncias adversas, os princípios democráticos e constitucionais sejam preservados. A clareza nas regras é fundamental para restaurar a confiança na administração pública fluminense.</p>
<p> Os próximos passos no Supremo Tribunal Federal</p>
<p>A decisão de Luiz Fux possui caráter liminar, ou seja, é provisória e produz efeitos imediatos, mas não é definitiva. Para que as suspensões das regras da lei estadual se tornem permanentes, a medida precisa ser referendada pelo plenário do Supremo Tribunal Federal. O julgamento colegiado será um momento crucial para consolidar as normas que regerão uma potencial eleição indireta no Rio de Janeiro, definindo de vez as condições para o próximo pleito.</p>
<p> Referendo no plenário e a validação das normas</p>
<p>O referendo no plenário do STF envolverá a análise de todos os ministros da Corte sobre a matéria. Eles irão ponderar sobre a constitucionalidade das regras suspensas e sobre a urgência da medida cautelar concedida por Fux. A expectativa é que o julgamento ocorra em breve, dada a relevância e a urgência do tema para a estabilidade política do Rio de Janeiro. A validação das normas pelo plenário conferirá maior segurança jurídica ao processo e evitará contestações futuras sobre a legitimidade do pleito e do novo chefe do executivo estadual. A decisão colegiada solidificará o entendimento sobre como as eleições indiretas devem ser conduzidas.</p>
<p> Implicações para o futuro político do estado</p>
<p>A forma como essa eleição indireta será conduzida, e as regras que a balizarão, terão profundas implicações para o futuro político do Rio de Janeiro. Garantir um processo transparente, justo e em conformidade com a Constituição é essencial para conferir legitimidade ao próximo governador, independentemente de quem seja eleito. A intervenção do STF, ao estabelecer parâmetros mais rigorosos, busca precisamente assegurar que a escolha do &#8220;mandato tampão&#8221; seja incontestável sob o ponto de vista legal e democrático, minimizando riscos de novas crises institucionais. A estabilidade política é um anseio da população e das instituições fluminenses.</p>
<p> FAQ</p>
<p> O que é uma eleição indireta para governador?<br />
Uma eleição indireta para governador ocorre quando o cargo fica vago (por renúncia, impeachment, morte, etc.) e não há vice-governador ou presidente da Assembleia Legislativa aptos a assumir. Nesses casos, a Constituição prevê que os membros da Assembleia Legislativa escolham um novo governador para o &#8220;mandato tampão&#8221;, ou seja, para completar o período restante do mandato original.</p>
<p> Por que o STF está envolvido na eleição indireta do Rio de Janeiro?<br />
O Supremo Tribunal Federal, como guardião da Constituição Federal, intervém para garantir que as leis estaduais que regulamentam processos eleitorais estejam em conformidade com os princípios constitucionais e as normas eleitorais federais. No caso do Rio de Janeiro, o STF atuou para suspender regras que considerou inconstitucionais ou inadequadas, como a votação aberta e o prazo reduzido de desincompatibilização, assegurando a validade e a legitimidade do pleito.</p>
<p> O que mudou com a decisão do ministro Luiz Fux?<br />
Com a decisão do ministro Fux, duas regras principais da lei estadual do Rio de Janeiro foram suspensas:<br />
1.  Votação: Deixou de ser aberta, nominal e presencial na Alerj para se tornar obrigatória e secreta.<br />
2.  Desincompatibilização: O prazo para candidatos se afastarem de cargos públicos foi alterado de 24 horas para o mínimo de 180 dias, conforme a legislação eleitoral federal.</p>
<p> Quem são os indivíduos envolvidos na linha sucessória do governo do Rio de Janeiro?<br />
Os envolvidos são:<br />
   Cláudio Castro: Atual governador, que pode deixar o cargo para disputar outra eleição.<br />
   Thiago Pampolha: Vice-governador eleito na chapa de Castro, que renunciou em 2023 para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado.<br />
   Rodrigo Bacelar: Deputado Estadual e presidente da Assembleia Legislativa, afastado do cargo por decisão do próprio STF.<br />
A impossibilidade de Pampolha e Bacelar assumirem cria o cenário de dupla vacância que exige a eleição indireta.</p>
<p> O que significa &#8220;desincompatibilização&#8221; no contexto eleitoral?<br />
Desincompatibilização é o afastamento de um indivíduo de seu cargo ou função pública dentro de um prazo legalmente estabelecido antes de uma eleição. O objetivo é evitar o uso da máquina pública em benefício da campanha eleitoral do candidato e garantir a igualdade de condições entre todos os concorrentes. Os prazos variam conforme o cargo e a eleição.</p>
<p>Para se manter atualizado sobre os desdobramentos desta importante decisão e suas implicações para o Rio de Janeiro, acompanhe as notícias e análises políticas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>STF invalida norma que permitia eleição antecipada para Mesa da Assembleia Legislativa de Pernambuco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 15:43:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Legislativa de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[eleição]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal (STF)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por unanimidade, Plenário acompanhou o voto do relator, ministro Flávio Dino, e aplicou ao caso a jurisprudência da Corte OPlenário do Supremo Tribunal Federal (STF) invalidou norma da Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (Alepe) que permitia a realização antecipada da eleição para os cargos da mesa diretora a serem ocupados no segundo biênio da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="subtitulo"><em><strong>Por unanimidade, Plenário acompanhou o voto do relator, ministro Flávio Dino, e aplicou ao caso a jurisprudência da Corte</strong></em></h4>
<div class="texto">
<p>OPlenário do Supremo Tribunal Federal (STF) invalidou norma da Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (Alepe) que permitia a realização antecipada da eleição para os cargos da mesa diretora a serem ocupados no segundo biênio da legislatura. A decisão unânime foi proferida na Ação Direta de Inconstitucionalidade <a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=7070358" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="link" data-id="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=7070358">(ADI) 7737</a>, julgada na sessão virtual encerrada em 24/6</p>
<p>A Procuradoria-Geral da República (PGR), autora da ação, questionava trecho da Resolução 1.936/2023 da Alepe, que previa a realização da eleição para o segundo biênio entre 1º de novembro do primeiro ano da legislatura e 1º de fevereiro do terceiro ano. Em outubro do ano passado, o relator, ministro Flávio Dino, concedeu liminar suspendendo os efeitos da eleição para o biênio 2025/2027, realizada em novembro de 2023, e determinou a realização de novo pleito entre dezembro do ano passado e 1º de fevereiro de 2025. Essa liminar foi referendada por unanimidade pelo Plenário do STF. Posteriormente, a Assembleia informou nos autos que a decisão foi integralmente cumprida.</p>
<h5 class="wp-block-heading">Julgamento de mérito</h5>
<p>No julgamento do mérito, o ministro Flávio Dino votou pela procedência do pedido da PGR. Ele ressaltou que o Supremo entende que os estados não têm liberdade irrestrita para definir qualquer forma de eleição para os cargos de direção de seus parlamentos. “Eles devem respeitar os limites impostos pelos princípios republicano e democrático”, afirmou.</p>
<p>Segundo Dino, eliminar o intervalo entre as eleições para as mesas das assembleias legislativas impede a avaliação do desempenho dos ocupantes dos cargos e impossibilita que o processo eleitoral reflita eventuais mudanças na vontade política dos parlamentares ou na composição das forças políticas dentro da casa legislativa. Para o relator, a medida pode provocar uma desconexão entre a direção das assembleias e a realidade política vigente no momento do exercício do mandato. (Gustavo Aguiar, Allan Diego Melo//CF)</p>
</div>
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		<title>Governo estimula candidaturas para eleger deputado do PT ao TCU</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/governo-estimula-candidaturas-para-eleger-deputado-do-pt-ao-tcu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 13:01:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[eleição]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[oposição]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[TCU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Palácio do Planalto tem intensificado suas articulações para a disputa de uma cobiçada vaga no Tribunal de Contas da União (TCU), com o objetivo de eleger deputado do PT ao TCU. A estratégia central do governo é incentivar o lançamento de múltiplos candidatos para a posição, visando fragmentar o voto da oposição e, assim, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Palácio do Planalto tem intensificado suas articulações para a disputa de uma cobiçada vaga no Tribunal de Contas da União (TCU), com o objetivo de eleger deputado do PT ao TCU. A estratégia central do governo é incentivar o lançamento de múltiplos candidatos para a posição, visando fragmentar o voto da oposição e, assim, pavimentar o caminho para Odair Cunha (PT-MG), o nome preferido pela base governista. Essa manobra política busca garantir uma maioria confortável para o deputado petista, capitalizando sobre a dispersão de votos que um cenário com muitos concorrentes tende a gerar. A corrida por essa cadeira no órgão de controle externo promete ser um termômetro da capacidade de articulação do governo no Congresso Nacional.</p>
<p> A estratégica movimentação governista para o TCU</p>
<p>A disputa por uma cadeira no Tribunal de Contas da União é sempre um ponto de intensa articulação política, dada a relevância do órgão para a fiscalização das contas públicas. No atual cenário, o governo Lula tem demonstrado um empenho particular para assegurar a eleição de um aliado, e a tática escolhida é a da fragmentação. Ao incentivar que diversos nomes se apresentem para a vaga, a base governista espera diluir o poder de voto de eventuais blocos de oposição, facilitando a ascensão de seu próprio candidato, o deputado Odair Cunha.</p>
<p> O papel do TCU e a importância da vaga</p>
<p>O Tribunal de Contas da União (TCU) desempenha um papel crucial na República Federativa do Brasil. Atuando como órgão auxiliar do Poder Legislativo, sua principal função é fiscalizar a aplicação dos recursos públicos federais, a regularidade da gestão orçamentária, contábil, financeira, operacional e patrimonial da União. As decisões do TCU têm peso e impacto diretos em grandes obras, programas sociais e na conduta de gestores públicos, podendo resultar em multas, inabilitação e responsabilização por irregularidades. Ter um ministro alinhado politicamente com o governo pode, em tese, garantir um canal de diálogo mais fluído e uma compreensão mais profunda das prioridades e desafios da administração federal, embora o cargo exija independência e imparcialidade. A indicação de um ministro é, portanto, um movimento estratégico de longo alcance, influenciando a governabilidade e a capacidade de execução de políticas públicas.</p>
<p> Mecanismos de eleição e articulação política</p>
<p>A eleição para uma vaga de ministro do TCU, quando ela se abre para indicação pelo Congresso Nacional (há também vagas para indicação presidencial), ocorre por voto secreto entre os parlamentares, o que adiciona uma camada de complexidade e imprevisibilidade ao processo. Deputados e senadores votam na Câmara e no Senado, respectivamente, e a aprovação exige quórum qualificado. Nesse ambiente, a articulação política se torna fundamental. O incentivo a múltiplas candidaturas é uma tática clássica: se a oposição se unir em torno de um único nome, a disputa se torna mais acirrada. No entanto, se houver vários candidatos opositores, os votos se dispersam, diminuindo a força de cada um e aumentando as chances do candidato governista, que conta com a unidade e o suporte da base aliada. A capacidade de convencimento, a distribuição de cargos e emendas, e a construção de coalizões informais são ferramentas amplamente utilizadas nesse tipo de negociação nos corredores do Congresso.</p>
<p> Perfil do candidato e desafios da oposição</p>
<p>Odair Cunha, deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais, é o nome que o governo busca emplacar no TCU. Sua trajetória política e o apoio robusto de sua bancada e da coalizão governista o colocam em uma posição de destaque. Contudo, a oposição, ciente da importância da vaga, tentará reagir a essa manobra. O desafio é justamente superar a fragmentação e apresentar uma alternativa consistente.</p>
<p> Odair Cunha: trajetória e apoio</p>
<p>Odair Cunha possui uma longa e consolidada carreira política. É um nome de peso no PT, com vários mandatos como deputado federal, onde acumulou experiência em diversas comissões e na articulação de pautas importantes. Sua proximidade com a liderança do partido e com o próprio presidente da República confere a ele um capital político significativo. A escolha de seu nome não é aleatória; ele representa um perfil que alia experiência legislativa com lealdade política, atributos considerados valiosos para uma posição no TCU. O apoio à sua candidatura vem de diversos setores da base governista, que veem em sua eleição a garantia de um assento no Tribunal que compreende as dinâmicas e necessidades do Poder Executivo, mantendo o controle externo, mas com uma perspectiva de colaboração institucional.</p>
<p> A fragmentação da oposição e cenários futuros</p>
<p>A estratégia do governo de incentivar a proliferação de candidaturas tem como principal objetivo explorar uma fragilidade histórica da oposição: a dificuldade de se unir em torno de um único nome forte e consensual. Em um cenário com múltiplos candidatos opositores, o risco de diluição dos votos é alto, o que beneficia diretamente o postulante governista. Para a o oposição, o desafio é hercúleo: ou conseguem articular um único nome de consenso, abdicando de interesses individuais e de grupo, ou correm o risco de ver a vaga ser preenchida por um aliado do governo. Os cenários futuros para essa disputa são variados: desde uma vitória relativamente tranquila de Odair Cunha, caso a estratégia de fragmentação funcione plenamente, até uma eleição apertada, se a oposição conseguir uma articulação inesperada e apresentar um nome unificado capaz de angariar votos independentes. O resultado final dependerá da intensidade da negociação política nos próximos dias e da capacidade de cada bloco de se articular eficazmente.</p>
<p> Perspectivas e implicações para a governança</p>
<p>A movimentação governista para eleger um aliado ao Tribunal de Contas da União, pautada pela estratégia de fragmentar o voto da oposição, sublinha a relevância estratégica de ocupar posições-chave em órgãos de controle. A concretização dessa tática pode fortalecer a influência do Poder Executivo em instâncias fiscalizadoras, potencialmente facilitando a tramitação de projetos e a aprovação de contas, desde que sempre dentro dos rigores legais e éticos. Para a governança do país, a composição do TCU é vital, pois seus membros desempenham um papel decisivo na fiscalização da aplicação de recursos públicos e na garantia da probidade administrativa. A eleição de Odair Cunha, se bem-sucedida, não apenas asseguraria uma representação alinhada aos interesses do governo no Tribunal, mas também demonstraria a eficácia da articulação política do Palácio do Planalto em um ambiente congressual complexo, redefinindo o equilíbrio de forças em um dos mais importantes órgãos de controle do Brasil.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>O que é o TCU e qual sua função principal?<br />
O Tribunal de Contas da União (TCU) é um órgão de controle externo que auxilia o Congresso Nacional na fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União. Sua principal função é zelar pela correta aplicação dos recursos públicos federais, garantindo a legalidade e a eficiência da gestão governamental.</p>
<p>Como um ministro do TCU é indicado e eleito?<br />
As vagas de ministro do TCU podem ser preenchidas por indicação do Presidente da República ou por eleição no Congresso Nacional (duas vagas para o Senado e duas para a Câmara dos Deputados). Quando a vaga é do Congresso, os candidatos são apresentados e a eleição ocorre por votação secreta entre os parlamentares das respectivas casas, exigindo maioria qualificada para aprovação.</p>
<p>Qual a vantagem para o governo em ter um aliado no TCU?<br />
Ter um ministro aliado no TCU pode oferecer ao governo um canal de comunicação mais direto e uma compreensão mais aprofundada das prioridades e desafios da administração federal. Embora os ministros do TCU devam ser imparciais, um perfil que entenda a dinâmica do Executivo pode colaborar para decisões mais contextualizadas e para um ambiente institucional mais harmônico.</p>
<p>Para acompanhar de perto o desfecho dessa importante disputa e outras notícias sobre política e governança, continue informado com análises aprofundadas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://redir.folha.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://redir.folha.com.br</a></em></p>
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		<title>Eleição dos novos membros do Conselho do Meio Ambiente para biênio 2026-2027 acontece no próximo dia 14 em Cotia</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/eleicao-dos-novos-membros-do-conselho-do-meio-ambiente-para-bienio-2026-2027-acontece-no-proximo-dia-14-em-cotia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jan 2026 12:59:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cotia]]></category>
		<category><![CDATA[conselho]]></category>
		<category><![CDATA[eleição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acontece no próximo dia 14 (quarta-feira) reunião para escolha dos novos membros do Conselho do Meio Ambiente e Agropecuária de Cotia para o biênio 2026-2027. O prazo para inscrição das entidades encerra no próximo dia 11. A eleição e nomeação dos novos membros ocorre no próximo dia 14.  O Conselho é um espaço fundamental de participação popular, responsável por acompanhar, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-contrast="auto">Acontece no próximo dia 14 (quarta-feira) reunião para escolha dos novos membros do Conselho do Meio Ambiente e Agropecuária de Cotia para o biênio 2026-2027. O prazo para inscrição das entidades encerra no </span><span data-contrast="auto">próximo dia 11</span><span data-contrast="none">. </span><span data-contrast="auto">A eleição e nomeação dos novos membros ocorre no próximo dia 14.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O Conselho é um espaço fundamental de participação popular, responsável por acompanhar, discutir e propor políticas públicas voltadas à preservação ambiental, ao desenvolvimento sustentável e à qualidade de vida no município.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><a href="https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/cmaa-2025.pdf" data-wpel-link="internal" target="_blank" rel="noopener"><strong>Acesse aqui o edital</strong></a></p>
<p aria-level="4"><b><i><span data-contrast="none">Quem pode participar</span></i></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:319,&quot;335559739&quot;:319,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">De acordo como Edital, podem participar do Conselho representantes do poder público que são indicados pelos titulares de cada secretaria municipal e da Câmara Municipal. A sociedade civil é representada pelas organizações sociais que também indicam representantes para concorrer às vagas de conselheiros titulares e suplentes, conforme abaixo: </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p>A)Um representante da Associação de Arquitetos, Engenheiros Técnicos no município;</p>
<p>B) Um representante do Sindicato Rural;</p>
<p>C) Um representante da Ordem dos Advogados do Brasil – OАВ;</p>
<p>D) Um representante da Associação Amigos de Bairro de Cotia; e</p>
<p>E) Um representante do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – CIESP;</p>
<p>F) Um representante da concessionária do serviço público de saneamento no município;</p>
<p>G) Um representante de entidade ambiental (ONG), cadastrada na Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, reconhecida pelo órgão ambiental municipal, o que será feito mediante habilitação neste edital; rurais;</p>
<p>H) Um representante de associação ou cooperativa de produtores</p>
<p>I) Um representante de associações sem fins lucrativos e com interesses ambientais;</p>
<p>J)Um representante de cooperativa de reciclagem no município;</p>
<p>K) Um representante da prestadora de serviço de coleta de resíduos sólidos no município.</p>
<p aria-level="4"><b>Como funciona a eleição</b></p>
<p><span data-contrast="auto">Após a fase de inscrições e análise da documentação, a eleição será realizada em assembleia específica. Apenas as entidades habilitadas poderão votar e ser votadas, respeitando o número de vagas disponíveis e os critérios de representatividade definidos no edital.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ainda de acordo com o edital, a eleição e nomeação dos novos conselheiros, bem como a eleição e nomeação de Vice-Presidente e Secretário Executivo para o Biênio, será realizada em ato único, em reunião ordinária e extraordinária prevista para o próximo dia 14. A reunião é aberta ao público. </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A eleição do Conselho Municipal de Meio Ambiente é uma oportunidade concreta de participação cidadã. É por meio do Conselho que a sociedade civil contribui diretamente para decisões que impactam áreas verdes, recursos naturais, políticas ambientais e o futuro sustentável da cidade.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O edital completo, com todas as regras e orientações, está disponível para consulta pública. <a href="https://cotia.sp.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/cmaa-2025.pdf" data-wpel-link="internal" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a></span></p>
<p><a href="https://cotia.sp.gov.br/conselho-municipal-de-meio-ambiente-e-agropecuaria-cmaa/" data-wpel-link="internal" target="_blank" rel="noopener"><span data-ccp-props="{}">Mais informações:  Conselho Municipal do Meio Ambiente e Agropecuária</span></a></p>
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		<title>Brasileira lidera programa hidrológico da unesco pela primeira vez na história</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/brasileira-lidera-programa-hidrologico-da-unesco-pela-primeira-vez-na-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Nov 2025 09:01:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A engenheira Cristiane Collet Battiston, atual diretora da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), foi eleita presidente do Conselho do Programa Hidrológico Intergovernamental (PHI) da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). A eleição, que ocorreu nesta sexta-feira (28), marca um momento histórico para o programa, que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A engenheira Cristiane Collet Battiston, atual diretora da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), foi eleita presidente do Conselho do Programa Hidrológico Intergovernamental (PHI) da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). A eleição, que ocorreu nesta sexta-feira (28), marca um momento histórico para o programa, que completa cinco décadas, sendo esta a primeira vez que uma mulher assume a presidência do colegiado.</p>
<p>A escolha de Battiston para liderar o PHI é vista como um avanço significativo para a área da hidrologia e para a própria Unesco. O programa desempenha um papel crucial como plataforma de cooperação internacional da agência em questões relacionadas à água. Ele congrega os países-membros em iniciativas que buscam promover políticas públicas embasadas em evidências científicas.</p>
<p>O momento da eleição ganha ainda mais relevância diante do crescente debate global sobre a gestão dos recursos hídricos. A temática foi central durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), realizada em Belém, onde a importância da água foi reafirmada no contexto das estratégias de mitigação e adaptação à crise climática.</p>
<p>A trajetória profissional de Cristiane Battiston é amplamente reconhecida no setor. Formada em engenharia civil, com mestrado e doutorado em hidrologia, ela possui experiência em diferentes órgãos do governo federal, incluindo o Ministério do Planejamento e Orçamento e a Casa Civil da Presidência da República. Em setembro, assumiu o cargo de diretora na ANA. Seu mandato à frente do Conselho do PHI se estenderá até 2027.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Fuvest 2026: especialistas controvérsia em questão de matemática na primeira fase</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/fuvest-2026-especialistas-controversia-em-questao-de-matematica-na-primeira-fase/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 02:01:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma questão da prova de matemática da Fuvest 2026, aplicada neste domingo (23), gerou controvérsia entre professores de cursinhos preparatórios. A falha estaria na questão número 3 da versão V1 do exame, segundo especialistas. De acordo com Giuseppe Nobilioni, coordenador de matemática de um cursinho, o problema reside no fato de que nenhuma das cinco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma questão da prova de matemática da Fuvest 2026, aplicada neste domingo (23), gerou controvérsia entre professores de cursinhos preparatórios. A falha estaria na questão número 3 da versão V1 do exame, segundo especialistas.</p>
<p>De acordo com Giuseppe Nobilioni, coordenador de matemática de um cursinho, o problema reside no fato de que nenhuma das cinco alternativas apresentadas garante uma resposta correta. Ele afirma que cada alternativa pode ou não ser verdadeira, tornando impossível determinar uma opção como sendo indiscutivelmente certa.</p>
<p>Victor Pompeo, professor de matemática de outro curso preparatório, compartilha da mesma opinião. Ele explica que a questão 3 da prova V1 aborda uma eleição para um conselho de cinco membros, com sete candidatos e 35 eleitores. O enunciado menciona um candidato, Aleph, que perde em todos os critérios de desempate e busca determinar quantos votos ele precisa para garantir sua eleição. Pompeo ressalta a importância da palavra &#8220;garantir&#8221; no enunciado, que exige certeza na eleição de Aleph.</p>
<p>O professor argumenta que, ao analisar diferentes cenários eleitorais para determinar a resposta correta, nenhum deles oferece uma análise que garanta a eleição de Aleph, como exigido pelo enunciado.</p>
<p>Pompeo exemplifica com a alternativa C, apontada como correta pela banca da Fuvest, que afirma que Aleph precisaria de cinco votos caso dois eleitores não compareçam. Ele discorda, argumentando que Aleph poderia ser eleito com apenas um voto se os demais candidatos recebessem as seguintes quantidades de votos: 8, 8, 8, 8, 0 e 0. Ele afirma que todas as outras alternativas apresentam problemas semelhantes.</p>
<p>A Fuvest informou que se pronunciará sobre o caso somente se algum candidato entrar com um recurso, que será analisado pela banca examinadora.</p>
<p>A prova, no geral, foi considerada desafiadora e inteligente por professores de cursinhos pré-vestibulares, que destacaram a interdisciplinaridade das questões. Nesta edição, 111.480 candidatos disputam 8.147 vagas, com uma taxa de abstenção de 9,17%.</p>
<p>A prova deste ano apresentou um conteúdo mais focado em questões ambientais, sociais e econômicas contemporâneas, abordando temas em destaque nas redes sociais, como a precarização do trabalho, a politização do carnaval e questões geopolíticas relevantes, como a disputa pelo Essequibo.</p>
<p>A organização do vestibular informou que, das obras de leitura obrigatória, apenas &#8220;Nebulosas&#8221;, de Narcisa Amália, não foi utilizada nas perguntas desta fase, com todas as outras oito obras sendo citadas em pelo menos uma questão.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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		<item>
		<title>Cotia abre inscrições para a eleição do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência até 15/11</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/cotia-abre-inscricoes-para-a-eleicao-do-conselho-de-defesa-dos-direitos-da-pessoa-com-deficiencia-ate-15-11/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 15:04:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotia]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos da Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[eleição]]></category>
		<category><![CDATA[Inscriçoes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 3 e 15 de novembro de 2025 estarão abertas as inscrições para a eleição dos integrantes da sociedade civil para o Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa Com Deficiência de Cotia. As inscrições deverão ser feitas remotamente preenchendo o formulário de inscrição e anexando a documentação listada no Edital 1/2025 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Entre os dias 3 e 15 de novembro de 2025 estarão abertas as inscrições para a eleição dos integrantes da sociedade civil para o Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa Com Deficiência de Cotia. As inscrições deverão ser feitas remotamente preenchendo o formulário de inscrição e anexando a documentação listada no Edital 1/2025 [links abaixo].</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Leia a matéria completa em:</strong> <a href="https://cotia.sp.gov.br/entre-3-e-15-11-estarao-abertas-as-inscricoes-para-a-eleicao-do-conselho-de-defesa-dos-direitos-da-pessoa-com-deficiencia/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://cotia.sp.gov.br/entre-3-e-15-11-estarao-abertas-as-inscricoes-para-a-eleicao-do-conselho-de-defesa-dos-direitos-da-pessoa-com-deficiencia/&amp;source=gmail&amp;ust=1762310589683000&amp;usg=AOvVaw1KfAFnK5rSjMq8kzNRuWjp" target="_blank" rel="noopener">https://cotia.sp.gov.br/entre-3-e-15-11-estarao-abertas-as-inscricoes-para-a-eleicao-do-conselho-de-defesa-dos-direitos-da-pessoa-com-deficiencia/</a></p>
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