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	<title>coronel &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>coronel &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Polícia militar aposenta tenente-coronel acusado de feminicídio em São Paulo</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 00:01:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Militar de São Paulo acatou o pedido de transferência para a reserva remunerada do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, indiciado por feminicídio da soldado Gisele Alves Santana e por fraude processual. A decisão, que equivale a uma aposentadoria de tenente-coronel com proventos próximos ao salário da ativa, gerou intensa controvérsia e revolta, especialmente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Militar de São Paulo acatou o pedido de transferência para a reserva remunerada do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, indiciado por feminicídio da soldado Gisele Alves Santana e por fraude processual. A decisão, que equivale a uma aposentadoria de tenente-coronel com proventos próximos ao salário da ativa, gerou intensa controvérsia e revolta, especialmente por parte da família da vítima e da opinião pública. A portaria de inatividade foi publicada no Diário Oficial do Estado, oficializando o afastamento do militar que está preso preventivamente desde março. A rapidez com que o processo de inatividade foi concluído levantou questionamentos sobre possíveis privilégios, considerando a gravidade das acusações e a tramitação usualmente mais lenta para outros membros da corporação em situações distintas. O caso, que chocou o país, agora ganha um novo desdobramento com a inatividade do oficial.</p>
<p> A transferência para a reserva em meio a acusações graves</p>
<p>A portaria que oficializa a transferência para a reserva do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto foi publicada na última quinta-feira (2) no Diário Oficial do Estado de São Paulo. A medida, que na prática configura uma aposentadoria, garante ao oficial o recebimento de um salário com valor praticamente idêntico ao que recebia enquanto estava na ativa. O tenente-coronel está detido preventivamente desde o dia 18 de março, sob a acusação de feminicídio da soldado Gisele Alves Santana e por ter supostamente tentado forjar a cena do crime, configurando fraude processual.</p>
<p>A decisão da Polícia Militar de São Paulo de deferir o pedido de inatividade levanta debates sobre a compatibilidade de tal benefício com a seriedade das acusações criminais que pesam sobre o militar. Geraldo Leite Rosa Neto é apontado como o principal suspeito da morte da colega de farda, e a liberação de seus proventos enquanto o processo criminal e administrativo ainda estão em andamento acende um alerta sobre a percepção de justiça. A medida garante ao militar um sustento financeiro considerável, mesmo diante da possibilidade de condenação e das consequências futuras que a carreira militar pode impor.</p>
<p> A velocidade questionável do processo</p>
<p>A agilidade com que a Polícia Militar processou a solicitação de transferência para a reserva do tenente-coronel chamou a atenção e gerou forte crítica por parte da representação legal da família da vítima. O advogado José Miguel da Silva Júnior manifestou estranheza com a celeridade, ressaltando que o pedido teria sido formalizado em menos de uma semana e rapidamente publicado no Diário Oficial.</p>
<p>Em contraste, o advogado apontou que, frequentemente, outros membros da corporação, incluindo oficiais que se encontram doentes ou praças, enfrentam um trâmite burocrático extenso e demorado para conseguir o mesmo benefício. Ele mencionou casos de oficiais que precisam recorrer à justiça para garantir a transferência para a reserva, enquanto praças chegam a esperar mais de 60 dias. A disparidade de tratamento levou a críticas diretas à corporação, que, segundo o advogado, &#8220;vem a público dizer que corta na carne, que não admite a conduta incompatível, sendo que estão dando privilégios&#8221; a oficiais em situações gravíssimas. Essa percepção de tratamento diferenciado alimenta o debate sobre privilégios dentro das forças de segurança, especialmente quando há acusações tão sérias envolvidas.</p>
<p> A defesa e as implicações futuras</p>
<p>Em resposta às acusações e à repercussão do caso, a defesa do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto emitiu uma nota afirmando que a transferência para a reserva se trata de uma decisão particular de seu cliente, tomada após ter cumprido sua missão na salvaguarda dos cidadãos. A justificativa busca enquadrar a inatividade como um direito legítimo do militar, exercido após anos de serviço, e não como uma tentativa de evadir-se das consequências das acusações.</p>
<p>No entanto, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) esclareceu que a aposentadoria do tenente-coronel não interrompe e nem interfere no andamento do processo administrativo disciplinar ao qual ele está sujeito. A pasta informou que, independentemente da situação de inatividade, o processo administrativo continuará seu curso e poderá, ao final, resultar em sanções severas, como a demissão da corporação e a perda do posto e da patente militar. Essa informação é crucial para entender que, apesar de aposentado, o oficial ainda pode enfrentar consequências disciplinares que afetem permanentemente seu status militar e os benefícios inerentes a ele.</p>
<p> A voz da família da vítima e a indignação pública</p>
<p>A notícia da aposentadoria do tenente-coronel acusado provocou uma onda de revolta e indignação entre os familiares da soldado Gisele Alves Santana. Os pais da vítima, José Simonal Teles e Marinalva Vieira Alves de Santana, usaram as redes sociais para expressar seu descontentamento e dor, questionando publicamente a decisão da Polícia Militar.</p>
<p>Em um vídeo emocionado, eles manifestaram a incredulidade e a injustiça percebida na situação. &#8220;Você acha justo a população do Estado de São Paulo pagar um salário para um monstro desse? Covarde, que matou sua mulher, colega de farda, porque disse &#8220;não&#8221; para ele?&#8221;, questionou a mãe, Marinalva. O pai, José Simonal, reforçou a disparidade: &#8220;Para aposentar ele foi rápido; para minha filha, sobrou o caixão e o luto para a família.&#8221; O apelo dos pais reverberou nas redes sociais, ampliando a discussão sobre a moralidade da decisão institucional e a dor de uma família que busca justiça pela perda trágica de sua filha, assassinada em circunstâncias brutais. A voz da família tornou-se um símbolo da busca por equidade e responsabilização diante de crimes que abalam a sociedade.</p>
<p> Os detalhes da investigação e a reviravolta no caso</p>
<p>A soldado Gisele Alves Santana foi encontrada morta em sua residência com um tiro na cabeça no dia 18 de fevereiro. Inicialmente, o próprio tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, que estava no local, teria informado às autoridades a hipótese de suicídio. Contudo, essa versão foi rapidamente descartada pelas investigações subsequentes.</p>
<p>Indícios coletados na cena do crime e análises forenses revelaram que o oficial teria tentado forjar o cenário para simular um ato de suicídio. Laudos do Instituto Médico Legal (IML) foram cruciais para desmentir a narrativa inicial, indicando que a vítima apresentava marcas de agressão que não seriam compatíveis com um autoextermínio. Essas evidências foram fundamentais para a mudança na linha de investigação, que passou a tratar o caso como feminicídio, culminando no indiciamento e na prisão preventiva do tenente-coronel. A reviravolta na investigação expôs a tentativa de ocultar a verdadeira causa da morte e reforçou a gravidade das acusações contra o oficial, transformando um suposto suicídio em um crime brutal.</p>
<p> Perspectivas e o caminho a seguir</p>
<p>A aposentadoria do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de feminicídio e fraude processual, representa um ponto complexo na busca por justiça e responsabilização. Embora a transferência para a reserva seja um direito do militar que cumpriu seu tempo de serviço, a rapidez com que foi concedida, aliada à gravidade das acusações e ao clamor da família da vítima, levanta questões éticas e morais sobre os procedimentos internos da Polícia Militar.</p>
<p>A garantia da SSP-SP de que o processo administrativo prosseguirá é um fator crucial, indicando que a inatividade não significa impunidade. A sociedade e a família de Gisele Alves Santana aguardam que o processo judicial e administrativo caminhem de forma célere e justa, garantindo que todas as responsabilidades sejam apuradas e que, caso comprovada a culpa, as devidas sanções sejam aplicadas, servindo como um reforço à credibilidade das instituições e à proteção das vítimas de violência.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>O que significa &#8220;transferência para a reserva remunerada&#8221;?<br />
Significa que um militar é afastado do serviço ativo, passando a receber proventos (salário) equivalentes ao que recebia na ativa, mantendo seu vínculo com a corporação, mas sem a necessidade de cumprir expediente. É equivalente a uma aposentadoria.</p>
<p>O processo administrativo pode resultar na perda da aposentadoria?<br />
Sim, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, o processo administrativo pode levar à demissão do militar e à perda do posto e da patente, o que pode impactar diretamente seus proventos de aposentadoria, dependendo da legislação específica.</p>
<p>Por que a família da vítima se revoltou com a decisão da Polícia Militar?<br />
A família expressou revolta pela rapidez com que a aposentadoria do tenente-coronel foi concedida, contrastando com a lentidão percebida em outros casos. Eles questionam a moralidade de um acusado de feminicídio receber salário pago pelo estado, enquanto a justiça pela morte de Gisele ainda está sendo buscada.</p>
<p>Para mais informações sobre o desdobramento deste caso e outros temas de segurança pública, continue acompanhando as atualizações jornalísticas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Moraes vota por rejeitar recursos de réus do Núcleo golpista</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/moraes-vota-por-rejeitar-recursos-de-reus-do-nucleo-golpista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 20:01:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tomou uma decisão crucial ao votar pela rejeição dos recursos apresentados por sete indivíduos condenados na Ação Penal (AP) 2696. Esses réus são parte integrante do chamado Núcleo 3 da trama golpista, uma organização responsabilizada por planejar ações táticas destinadas a desestabilizar o Estado Democrático [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tomou uma decisão crucial ao votar pela rejeição dos recursos apresentados por sete indivíduos condenados na Ação Penal (AP) 2696. Esses réus são parte integrante do chamado Núcleo 3 da trama golpista, uma organização responsabilizada por planejar ações táticas destinadas a desestabilizar o Estado Democrático de Direito e, segundo as acusações, tentar sequestrar e assassinar altas autoridades. A deliberação ocorre no âmbito da Primeira Turma do STF, em Plenário Virtual, onde os demais ministros – Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino – têm até o final do dia 24 de fevereiro para manifestarem seus posicionamentos sobre o caso que repercute amplamente na justiça brasileira.</p>
<p> O núcleo 3 da trama golpista e suas ramificações</p>
<p> As acusações e os alvos da conspiração</p>
<p>O Núcleo 3 da trama golpista, cujos membros agora veem seus recursos contestados pelo voto do ministro relator, foi apontado pela Primeira Turma do STF como o grupo encarregado de arquitetar e executar planos táticos para concretizar o golpe de Estado. As investigações e acusações detalham um esquema que visava a anular o resultado das eleições, além de planejar a suposta tentativa de sequestro e assassinato de autoridades da República. Entre os alvos estavam o ministro Alexandre de Moraes, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A gravidade das intenções atribuídas a este grupo ressalta a seriedade do julgamento em curso.</p>
<p>Este núcleo era composto por militares de alta patente, incluindo membros do grupamento de forças especiais do Exército, conhecidos como &#8220;kids pretos&#8221;, e um policial federal. As atividades do grupo não se limitavam apenas aos planos de violência física contra autoridades; eles também teriam se engajado na disseminação de notícias falsas e desinformação sobre o processo eleitoral. Adicionalmente, as investigações apontam para uma intensa pressão exercida sobre o alto comando das Forças Armadas na tentativa de obter apoio para a adesão ao plano golpista. A intenção, conforme a Procuradoria-Geral da República (PGR), revelava propósitos &#8220;homicidas&#8221; e uma clara determinação em subverter a ordem democrática.</p>
<p>Originalmente, foram réus do Núcleo 3 nove militares e um policial federal: Coronel Bernardo Romão Correa Netto; General Estevam Theophilo; Coronel Fabrício Moreira de Bastos; Tenente-Coronel Hélio Ferreira Lima; Coronel Márcio Nunes de Resende Júnior; Tenente-Coronel Rafael Martins de Oliveira; Tenente-Coronel Rodrigo Bezerra de Azevedo; Tenente-Coronel Ronald Ferreira de Araújo Júnior; Tenente-Coronel Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros; e o Policial Federal Wladimir Matos Soares. Deste grupo, apenas o General Estevam Theophilo foi absolvido das acusações que pesavam contra ele, após a análise das provas apresentadas durante o processo.</p>
<p> O processo no Supremo Tribunal Federal e as sentenças</p>
<p> A análise dos recursos e as diferentes condenações</p>
<p>O voto do ministro Alexandre de Moraes, relator da Ação Penal (AP) 2696, é um passo significativo na fase recursal do julgamento. A apreciação dos recursos acontece no Plenário Virtual da Primeira Turma do STF, permitindo que os ministros registrem seus votos eletronicamente dentro do prazo estabelecido. A expectativa agora se volta para os posicionamentos dos ministros Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino, cujos votos são cruciais para a formação da decisão final do colegiado.</p>
<p>A maioria dos sete condenados que apresentaram recursos foram sentenciados a penas rigorosas, variando de 16 a 24 anos de prisão, a serem cumpridas em regime fechado. As condenações se baseiam em crimes de alta gravidade, como organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado, ataque violento ao Estado Democrático de Direito, dano qualificado por violência e grave ameaça, além de deterioração do patrimônio tombado. Essas tipificações refletem a complexidade e a abrangência das ações imputadas aos réus, que buscavam desestabilizar as instituições democráticas brasileiras.</p>
<p>Em contraste com estes, dois membros do Núcleo 3, o Coronel Márcio Nunes de Resende Júnior e o Tenente-Coronel Ronald Ferreira de Araújo Júnior, tiveram desfechos judiciais distintos. Ambos foram condenados por crimes considerados menos graves, como incitação à animosidade das Forças Armadas e associação criminosa. Após confessarem suas participações nos delitos, os dois militares firmaram Acordos de Não Persecução Penal (ANPPs) com o Ministério Público. Estes acordos permitiram a substituição de suas penas por medidas alternativas, resultando em regime aberto de cumprimento de pena, uma condição que difere substancialmente da situação dos demais condenados que optaram por recorrer e agora enfrentam a possibilidade de ter suas condenações em regime fechado mantidas.</p>
<p> A consolidação da justiça e a defesa da democracia</p>
<p>A decisão do ministro Alexandre de Moraes e o subsequente julgamento da Primeira Turma do STF representam um momento fundamental para a consolidação da justiça e a defesa intransigente do Estado Democrático de Direito no Brasil. A rejeição dos recursos pode firmar as condenações por atos que buscaram subverter a ordem institucional, enviando uma mensagem clara sobre a intolerância a qualquer tentativa de ruptura democrática. Este processo reforça a autonomia e a firmeza do Poder Judiciário em assegurar a estabilidade e a integridade das instituições brasileiras contra ameaças internas.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> O que é o Núcleo 3 da trama golpista?<br />
O Núcleo 3 era um grupo, majoritariamente composto por militares, incluindo membros das forças especiais do Exército (&#8220;kids pretos&#8221;), e um policial federal, acusado de planejar ações táticas para concretizar um golpe de Estado e tentar sequestrar e assassinar altas autoridades da República, como o ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p> Quais foram as principais acusações contra os membros do Núcleo 3?<br />
As principais acusações incluíam organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado, ataque violento ao Estado Democrático de Direito, dano qualificado por violência e grave ameaça, e deterioração do patrimônio tombado. Além disso, houve acusações de incitação à animosidade das Forças Armadas e disseminação de notícias falsas.</p>
<p> Qual a diferença entre os réus condenados em regime fechado e os que fizeram acordo?<br />
Os réus condenados em regime fechado foram sentenciados por crimes mais graves, como golpe de Estado, com penas de 16 a 24 anos. Já dois militares que confessaram seus crimes – incitação à animosidade e associação criminosa – fizeram Acordos de Não Persecução Penal (ANPPs) e cumprirão pena em regime aberto.</p>
<p> Quem são os &#8220;kids pretos&#8221; mencionados no contexto da trama?<br />
&#8220;Kids pretos&#8221; é a denominação dada a militares que faziam parte do grupamento de forças especiais do Exército e que teriam sido identificados como membros do Núcleo 3 da trama golpista, envolvidos no planejamento das ações táticas.</p>
<p> Qual a importância da decisão do STF neste caso?<br />
A decisão do STF é crucial para a defesa da democracia brasileira, pois estabelece um precedente forte contra tentativas de subverter a ordem constitucional. Ao julgar e potencialmente manter as condenações, o tribunal reafirma o compromisso do país com a estabilidade institucional e o respeito às leis democráticas.</p>
<p>Acompanhe as próximas atualizações sobre este julgamento crucial para a defesa da democracia brasileira e entenda como as instituições do país reagem a ameaças à sua soberania.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Primeira turma do stf analisa núcleo militar em suposta trama golpista</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/primeira-turma-do-stf-analisa-nucleo-militar-em-suposta-trama-golpista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 06:00:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deu início ao julgamento do Núcleo 3, composto por militares do Exército e um policial federal, acusados de envolvimento em uma suposta trama para manter o ex-presidente no poder após as eleições de 2022. A sessão desta terça-feira foi marcada pelas sustentações orais dos advogados de defesa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deu início ao julgamento do Núcleo 3, composto por militares do Exército e um policial federal, acusados de envolvimento em uma suposta trama para manter o ex-presidente no poder após as eleições de 2022. A sessão desta terça-feira foi marcada pelas sustentações orais dos advogados de defesa dos réus.</p>
<p>Dez indivíduos compõem o grupo, sendo nove militares do Exército e um policial federal. A acusação sustenta que eles monitoraram autoridades e planejaram ações táticas com o objetivo de impedir a transição de poder.</p>
<p>O primeiro advogado a se manifestar foi Ruyter Barcelos, representante do coronel Bernardo Gusmão. A defesa alegou que seu cliente não tinha ligação com uma carta supostamente assinada por militares para pressionar superiores a aderirem ao plano golpista, argumentando que o documento foi repassado ao comando e à inteligência do Exército em cumprimento de dever funcional.</p>
<p>Na sequência, Diogo Musy, advogado do general Estevam Theophilo de Oliveira, negou o envolvimento de seu cliente em atos preparatórios ao golpe. Estevam Theóphilo, à época, comandava a tropa de elite do Exército, o Comando de Operações Terrestres.</p>
<p>Marcelo Cordeiro, defensor do coronel Fabrício Moreira de Bastos, também contestou as acusações da Procuradoria-Geral da República (PGR), ressaltando a trajetória do militar, que atuou como adido de Defesa em Israel, representando as Forças Armadas.</p>
<p>O advogado Luciano Pereira de Sousa, representando o tenente-coronel Hélio Ferreira Lima, considerado pela PGR como um dos responsáveis pelos planos de neutralização de autoridades como o ministro Alexandre de Moraes, o presidente e o vice-presidente, alegou ausência de provas contra seu cliente.</p>
<p>A defesa do coronel Márcio Nunes Júnior, feita pelo advogado Rafael Favetti, retomou a discussão sobre a carta de adesão ao suposto plano de golpe, argumentando que seu cliente foi o menos citado na denúncia e que a reunião para discutir o documento, ocorrida em um salão de festas do condomínio do militar, era apenas uma confraternização.</p>
<p>Juliana Corrente Martins, advogada do coronel Rafael Martins de Oliveira, preso em Brasília, apontou falhas nas provas apresentadas na denúncia.</p>
<p>Em resposta a um questionamento da advogada, o ministro Alexandre de Moraes, relator da ação, afirmou que os militares não serão interrogados trajando farda. Moraes explicou que, embora o Estatuto dos Militares obrigue o uso do uniforme, os investigados têm o direito constitucional de permanecer em silêncio e não se auto incriminar, considerando incompatível o uso da farda com o exercício desse direito.</p>
<p>Para esta quarta-feira, estão previstas as sustentações das defesas do policial federal Wladimir Matos Soares e dos tenentes-coronéis Rodrigo Bezerra de Azevedo, Ronald Ferreira de Araújo Júnior e Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros.</p>
<p>Os réus respondem por crimes como tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, organização criminosa armada, deterioração de patrimônio tombado e dano qualificado contra o patrimônio da União.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<item>
		<title>Gonet pede condenação total de militares e agente da PF por golpe</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/gonet-pede-condenacao-total-de-militares-e-agente-da-pf-por-golpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 20:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[coronel]]></category>
		<category><![CDATA[exercito]]></category>
		<category><![CDATA[Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O procurador-geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se pela condenação de todos os dez integrantes do chamado núcleo 3, acusados de envolvimento em um plano para derrubar o governo democraticamente eleito. O grupo é composto por nove militares de alta patente e um agente da Polícia Federal. Entre os militares acusados, alguns são especialistas em operações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O procurador-geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se pela condenação de todos os dez integrantes do chamado núcleo 3, acusados de envolvimento em um plano para derrubar o governo democraticamente eleito. O grupo é composto por nove militares de alta patente e um agente da Polícia Federal.</p>
<p>Entre os militares acusados, alguns são especialistas em operações especiais, conhecidos como &#8220;kids pretos&#8221;. As acusações que pesam sobre eles incluem tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.</p>
<p>Os nomes dos acusados são: Bernardo Romão Corrêa Netto (coronel do Exército), Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira (general da reserva), Fabrício Moreira de Bastos (coronel do Exército), Hélio Ferreira Lima (tenente-coronel do Exército), Márcio Nunes de Resende Jr. (coronel do Exército), Rafael Martins de Oliveira (tenente-coronel do Exército), Rodrigo Bezerra de Azevedo (tenente-coronel do Exército), Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros (tenente-coronel do Exército) e Wladimir Matos Soares (agente da Polícia Federal).</p>
<p>Uma exceção foi feita ao tenente-coronel Ronald Ferreira de Araujo Jr., para quem o procurador-geral pediu condenação apenas por incitação ao crime, alegando menor participação no plano. A solicitação foi recebida com satisfação pela defesa do militar.</p>
<p>De acordo com Paulo Gonet, o núcleo atuava em duas frentes. A primeira envolvia a neutralização e eliminação de figuras importantes, como o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da República e o vice-presidente. O plano, segundo o procurador, chegou a ser posto em prática, mas não se concretizou devido à não adesão dos chefes do Exército e da Aeronáutica.</p>
<p>&#8220;Seria assustador para a democracia supor que militares de alta patente, especializados em estratégias disruptivas de forças adversas, considerassem ser uma distração corriqueira dos seus sarais o passatempo de gizar pormenorizadamente manobras de tomada de poder por meios heterodoxos, valendo-se da força das armas&#8221;, declarou Gonet.</p>
<p>A segunda frente consistia em pressionar a cúpula das Forças Armadas a aderir ao plano golpista, através de uma carta assinada por militares da ativa.</p>
<p>A defesa do coronel Bernardo Romão alegou que seu cliente não tem relação com a carta, afirmando que ele apenas a repassou para o superior e a inteligência do Exército, cumprindo seu dever. O advogado afirmou que sindicância do Exército e relatório da Polícia Federal apontam outros autores da carta.</p>
<p>O julgamento prosseguirá com a análise das defesas, seguido pela votação dos ministros. Uma das cadeiras permanece vaga devido à mudança do ministro Luiz Fux para outra turma do STF.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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