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	<title>concertos &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Agenda cultural: MIS traz exposição de um dos maiores gênios do cenário musical mundial o rei do Blues B.B. King</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jul 2023 10:04:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marluci Zanelato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exposição enaltece a vida e o legado de B.B. King, discutindo temas como segregação e inclusão por meio de um acervo fascinante. &#160; Uma exposição inédita dedicada ao Rei do Blues, B.B. King, permitirá que o público tenha acesso a diversos itens relacionados à sua vida e obra. Intitulada “B.B. King: um mundo melhor em algum lugar”, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Exposição enaltece a vida e o legado de B.B. King, discutindo temas como segregação e inclusão por meio de um acervo fascinante.</em></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma exposição inédita dedicada ao Rei do Blues, B.B. King, permitirá que o público tenha acesso a diversos itens relacionados à sua vida e obra. Intitulada “B.B. King: um mundo melhor em algum lugar”, a mostra ocupa o MIS<a href="https://www.mis-sp.org.br/" target="_blank" rel="noopener"> (Museu da Imagem e do Som)</a> e tem ingressos á preços acessíveis, sem contar que toda terça-feira entrada é gratuita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A mostra faz referência ao álbum de 1981, “B.B. King: There Must Be a Better World Somewhere”, e aborda questões de segregação e inclusão, oferecendo uma experiência sensorial aos visitantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É uma oportunidade única para mergulhar na história e legado desse ícone do blues e compreender a importância de sua música na luta por igualdade e justiça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além da trajetória do artista, a exposição sobre B.B King também destaca outros movimentos de combate à segregação ao redor do mundo, proporcionando uma narrativa que interliga a vida do músico, os panoramas das lutas sociais globais e o projeto cenográfico.</p>
<p><u> </u></p>
<p><strong><u>Trajetória:</u></strong></p>
<p>Riley Ben King, mais conhecido como B. B. King, nasceu em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Itta_Bena" target="_blank" rel="noopener">Itta Bena</a>, próximo de Indianola, no Mississipi, EUA em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/16_de_setembro" target="_blank" rel="noopener">16 de setembro</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1925" target="_blank" rel="noopener">1925</a>, foi um guitarrista de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Blues" target="_blank" rel="noopener">blues</a>, compositor e cantor estadunidense. O &#8220;B. B.&#8221; em seu nome significa Blues Boy, seu pseudônimo como moderador na rádio W. Foi considerado, ao lado de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Eric_Clapton" target="_blank" rel="noopener">Eric Clapton</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jimi_Hendrix" target="_blank" rel="noopener">Jimi Hendrix</a>, um dos melhores guitarristas do mundo pela revista norte-americana <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rolling_Stone" target="_blank" rel="noopener">Rolling Stone</a>. Ao longo da sua carreira, B.B. King foi distinguido com 15 prémios <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Grammy" target="_blank" rel="noopener">Grammy</a>, tendo sido o criador de um estilo musical único e que faria dele um dos músicos mais respeitados e influentes de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Blues" target="_blank" rel="noopener">blues</a>, tendo ganho o epíteto de Rei dos Blues.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Era apreciado por seus solos, nos quais, ao contrário de muitos guitarristas, preferia usar poucas notas. Certa vez, B.B. King teria dito: &#8220;posso fazer uma nota valer por mil&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Teve uma infância difícil aos 9 anos, vivia sozinho e colhia algodão para se sustentar. Começou por tocar, a troco de algumas moedas, na esquina da Second Street. Chegou mesmo a tocar em quatro cidades diferentes aos sábados à noite.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No ano de 1947, partia para <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Memphis_(Tennessee)" target="_blank" rel="noopener">Memphis</a>, no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tennessee" target="_blank" rel="noopener">Tennessee</a>, apenas com sua guitarra e $2,50 <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%B3lar" target="_blank" rel="noopener">dólares</a>. Como pretendia seguir a carreira musical, a cidade de Memphis, onde se cruzavam todos os músicos importantes do sul dos Estados Unidos, sustentava uma vasta competitiva comunidade musical em que todos os estilos musicais negros eram ouvidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nomes como <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Django_Reinhardt" target="_blank" rel="noopener">Django Reinhardt</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Blind_Lemon_Jefferson" target="_blank" rel="noopener">Blind Lemon Jefferson</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Lonnie_Johnson&amp;action=edit&amp;redlink=1" target="_blank" rel="noopener">Lonnie Johnson</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Charlie_Christian" target="_blank" rel="noopener">Charlie Christian</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/T-Bone_Walker" target="_blank" rel="noopener">T-Bone Walker</a> tornaram-se ídolos de B. B. King.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A primeira grande oportunidade da sua carreira surgiu em 1948, quando atuou no programa de rádio de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sonny_Boy_Williamson" target="_blank" rel="noopener">Sonny Boy Williamson</a>, na estação KWEM, de Memphis. Sucederam-se atuações fixas no &#8220;Grill&#8221; da Sixteenth Avenue e mais tarde um anúncio publicitário de 10 minutos na estação radiofónica WDIA, com uma equipe e direção exclusivamente negra. &#8220;King’s Sport&#8221;, patrocinado por um tônico, tornou-se então tão popular que aumentou o tempo de transmissão e se transformou no &#8220;Sepia Swing Club&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>King precisou de um nome artístico para a rádio. Ele foi apelidado de &#8220;Beale Blues Boy&#8221;, como referência à música &#8220;Beale Street Blues&#8221;, foi abreviado para &#8220;Blues Boy King&#8221; e eventualmente para B. B. King.<sup><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/B._B._King#cite_note-pc4-2" target="_blank" rel="noopener">[2]</a></sup> Por mera coincidência, o nome de KING já incluía a simples inicial &#8220;B&#8221;, que não correspondia a qualquer abreviatura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pouco depois do seu êxito &#8220;Three O&#8217;Clock Blues&#8221;, em 1951, B. B. King começou a fazer turnês nacionais sem parar, atingindo uma média de 275 concertos por ano. Só em 1956 B. B. King e a sua banda fizeram 342 concertos. Dos pequenos cafés, teatros de &#8220;gueto&#8221;, salões de dança, clubes de jazz e de rock, grandes hotéis e recintos para concertos sinfônicos aos mais prestigiados recintos nacionais e internacionais, B. B. King depressa se tornou o mais conceituado músico de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Blues" target="_blank" rel="noopener">blues</a> dos últimos 40 anos, desenvolvendo um dos mais prontamente identificáveis estilos musicais de guitarra, a nível mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O seu estilo foi inspirador para muitos guitarristas de rock. <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mike_Bloomfield" target="_blank" rel="noopener">Mike Bloomfield</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Collins" target="_blank" rel="noopener">Albert Collins</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Buddy_Guy" target="_blank" rel="noopener">Buddy Guy</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Freddie_King" target="_blank" rel="noopener">Freddie King</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jimi_Hendrix" target="_blank" rel="noopener">Jimi Hendrix</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Otis_Rush" target="_blank" rel="noopener">Otis Rush</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Johnny_Winter" target="_blank" rel="noopener">Johnny Winter</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_King" target="_blank" rel="noopener">Albert King</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Eric_Clapton" target="_blank" rel="noopener">Eric Clapton</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/George_Harrison" target="_blank" rel="noopener">George Harrison</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jeff_Beck" target="_blank" rel="noopener">Jeff Beck</a> foram apenas alguns dos que seguiram a sua técnica como modelo. Era considerado o melhor guitarrista do mundo por Hendrix.</p>
<p>Em 1969, B. B. King foi escolhido para a abertura de 18 concertos dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rolling_Stones" target="_blank" rel="noopener">Rolling Stones</a>. Em 1970 fez uma turnê por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Uganda" target="_blank" rel="noopener">Uganda</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nig%C3%A9ria" target="_blank" rel="noopener">Nigéria</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lib%C3%A9ria" target="_blank" rel="noopener">Libéria</a>, com o patrocínio governamental dos Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Começou a participar da maioria dos festivais de Jazz por todo o mundo, incluindo o Newport Jazz Festival e o Kool Jazz Festival New York, e sua presença tornou-se regular no circuito por universidades e colégios</p>
<p>.</p>
<p>Em 1989 fez uma turnê de três meses pela <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Austr%C3%A1lia" target="_blank" rel="noopener">Austrália</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Zel%C3%A2ndia" target="_blank" rel="noopener">Nova Zelândia</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jap%C3%A3o" target="_blank" rel="noopener">Japão</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7a" target="_blank" rel="noopener">França</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Alemanha_Ocidental" target="_blank" rel="noopener">Alemanha Ocidental</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADses_Baixos" target="_blank" rel="noopener">Países Baixos</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Irlanda" target="_blank" rel="noopener">Irlanda</a>, como convidado especial dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/U2" target="_blank" rel="noopener">U2</a>, participando igualmente no álbum Rattle and Hum, deste grupo, com o tema &#8220;When Love Comes to Town&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 26 de julho de 1996, aproveitando ter um concerto agendado para <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Stuttgart" target="_blank" rel="noopener">Stuttgart</a>, deslocou-se de propósito de avião até à base aérea de Tuzla, para atuar perante tropas da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Su%C3%A9cia" target="_blank" rel="noopener">Suécia</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/R%C3%BAssia" target="_blank" rel="noopener">Rússia</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/B%C3%A9lgica" target="_blank" rel="noopener">Bélgica</a> e Estados Unidos, estacionadas na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/B%C3%B3snia_e_Herzegovina" target="_blank" rel="noopener">Bósnia e Herzegovina</a> num esforço conjunto de manutenção da paz. No dia seguinte, voou para a base aérea de Kapsjak, para nova atuação junto de tropas norte-americanas. B. B. King confessa: &#8220;Foi emocionante atuar para estes homens e mulheres. Apreciamo-los e queremos que eles saibam que têm o nosso total apoio na sua árdua tarefa de manutenção da paz.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>B. King terminou 1996 com uma turnê pela <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9rica_Latina" target="_blank" rel="noopener">América Latina</a>, com concertos no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9xico" target="_blank" rel="noopener">México</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil" target="_blank" rel="noopener">Brasil</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Chile" target="_blank" rel="noopener">Chile</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Argentina" target="_blank" rel="noopener">Argentina</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Uruguai" target="_blank" rel="noopener">Uruguai</a>e, pela primeira vez, no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Peru" target="_blank" rel="noopener">Peru</a>e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paraguai" target="_blank" rel="noopener">Paraguai</a>. O &#8220;Rei dos Blues&#8221; totalizou mais de 90 países onde atuou.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao longo dos anos foi agraciado com diversos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Grammy_Awards" target="_blank" rel="noopener">Grammy Awards</a>: melhor desempenho vocal masculino de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rhythm_%26_Blues" target="_blank" rel="noopener">Rhythm &amp; Blues</a>, em 1970, com &#8220;The Thrill is Gone&#8221;, melhor gravação étnica ou tradicional, em 1981, com &#8220;There Must Be a Better World Somewhere&#8221;, melhor gravação de Blues tradicionais, em 1983, com &#8220;Blues&#8217;N Jazz&#8221; e em 1985 com &#8220;My Guitar Sings the Blues&#8221;. Em 1970, Indianopola Missisipi Seeds concede-lhe o &#8220;Grammy&#8221; de melhor capa de álbum. A <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gibson" target="_blank" rel="noopener">Gibson Guitar Co.</a> nomeou-o &#8220;Embaixador das guitarras Gibson no Mundo&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Baseada na vida e na arte desse gênio do Blues, a exposição é um passeio imperdível sobre a origem desse gigante que, infelizmente, precisou aprender a lidar com questões muito graves de racismo desde o início da sua carreira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vale a pena conferir!</p>
<p><u> </u></p>
<p><strong><u>B.B. King: “Um mundo melhor em algum lugar”</u></strong></p>
<p><strong>Quando:</strong> A partir de 26 de Julho &#8211; De terça á domingo – Terça a sexta das 10h ás 19h – Sábados das 10h ás 20h &#8211; Domingos e feriados  das 10h às 18h</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quanto:</strong> R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada) | Entrada gratuita às terças (retirada na bilheteria física do MIS)</p>
<p><strong><a href="https://www.google.com/maps/search/Avenida%20Europa,%20158%20-%20Jardim%20Europa,%20S%C3%A3o%20Paulo%20-%20SP,%20Brasil" target="_blank" rel="noopener">Onde: MIS – (Museu da Imagem e do Som) &#8211; Avenida Europa, 158 &#8211; Jardim Europa, SP</a></strong></p>
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