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	<title>buzzi &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>STJ afasta cautelarmente ministro acusado de importunação sexual</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 20:01:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta terça-feira, em sessão extraordinária, pelo afastamento cautelar do ministro Marco Aurélio Buzzi, de 68 anos, em meio a graves acusações de importunação sexual. A medida, aprovada por unanimidade pelo plenário do tribunal, é temporária e excepcional, visando garantir a isenção das investigações em curso. Buzzi é alvo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta terça-feira, em sessão extraordinária, pelo afastamento cautelar do ministro Marco Aurélio Buzzi, de 68 anos, em meio a graves acusações de importunação sexual. A medida, aprovada por unanimidade pelo plenário do tribunal, é temporária e excepcional, visando garantir a isenção das investigações em curso. Buzzi é alvo de uma sindicância interna do STJ e de um inquérito criminal no Supremo Tribunal Federal (STF), além de enfrentar denúncias adicionais no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A decisão ressalta a seriedade com que as instituições de justiça abordam alegações de conduta imprópria por parte de seus membros, reforçando a transparência e a responsabilidade no âmbito do Judiciário brasileiro. Este desdobramento segue um período de crescente escrutínio sobre as ações do ministro.</p>
<p>O afastamento cautelar e suas implicações</p>
<p> Decisão do STJ e o processo de sindicância<br />
A decisão de afastar o ministro Marco Aurélio Buzzi foi tomada pelo plenário do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em uma sessão extraordinária, na manhã desta terça-feira. Dos 33 ministros que compõem o tribunal, 27 participaram da votação, que ocorreu de forma secreta e a portas fechadas, resultando em unanimidade pelo afastamento. O STJ esclareceu, em nota oficial, que o afastamento tem caráter &#8220;cautelar, temporário e excepcional&#8221;, indicando que a medida não representa uma punição definitiva, mas sim uma precaução para o andamento das apurações.</p>
<p>O afastamento está diretamente ligado a uma sindicância interna, aberta pelo próprio STJ para investigar as acusações. Três ministros homens – Antonio Carlos Ferreira, Francisco Falcão e Raul Araújo – foram designados como relatores da investigação, escolhidos por sorteio. O plenário estabeleceu um prazo rigoroso, fixado para 10 de março, para a conclusão dessa sindicância. Ao final do processo, dependendo das evidências apuradas, o ministro Buzzi poderá enfrentar penalidades que vão desde uma suspensão até a aposentadoria compulsória, conforme o regimento interno do tribunal.</p>
<p> O que significa o afastamento para o ministro Buzzi<br />
Durante o período de afastamento cautelar, o ministro Marco Aurélio Buzzi terá diversas prerrogativas de sua função suspensas. Segundo informou o tribunal, ele ficará impedido de utilizar seu local de trabalho nas dependências do STJ, não poderá fazer uso de veículo oficial e perderá o acesso a outras prerrogativas inerentes ao exercício do cargo. Essa medida visa desvincular o ministro de qualquer facilidade ou influência que sua posição pudesse oferecer durante o curso das investigações.</p>
<p>Curiosamente, o afastamento cautelar do STJ foi decidido após o próprio ministro ter solicitado uma licença de 90 dias por motivos médicos. Buzzi apresentou um atestado médico assinado por uma psiquiatra. Paralelamente, ele enviou uma mensagem a seus colegas ministros defendendo sua inocência e reiterando sua versão dos fatos. No entanto, a licença médica não impediu a deliberação do plenário, que optou pelo afastamento compulsório, sublinhando a gravidade das denúncias e a necessidade de uma ação institucional imediata.</p>
<p>As denúncias e as investigações em curso</p>
<p> Primeiras acusações e o inquérito no STF<br />
A primeira denúncia que veio a público contra o ministro Marco Aurélio Buzzi foi feita por uma jovem de 18 anos, filha de um casal de amigos do ministro. A jovem o acusa de tentar agarrá-la durante um banho de mar. O episódio, de acordo com o relato, teria ocorrido no mês anterior, enquanto o ministro, a jovem e seus pais passavam férias em Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina. Após o incidente, a mulher prestou depoimento tanto à Polícia Civil quanto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), formalizando as acusações.</p>
<p>Devido à prerrogativa de foro do ministro, uma investigação criminal sobre o caso foi aberta no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Nunes Marques foi designado como relator desse inquérito, sendo o responsável por acompanhar e conduzir as apurações no âmbito da mais alta corte do país. A abertura de um inquérito no STF demonstra a dimensão institucional que o caso adquiriu, envolvendo a atuação de diferentes órgãos do sistema de justiça.</p>
<p> Novas denúncias e o papel do CNJ<br />
O caso ganhou um novo e significativo desdobramento com a confirmação, na segunda-feira anterior à decisão do STJ, de uma segunda denúncia de importunação sexual contra o ministro Buzzi. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão responsável pela fiscalização administrativa e financeira do Poder Judiciário e pelo cumprimento dos deveres funcionais dos juízes, confirmou o recebimento dessa nova alegação. A natureza e os detalhes dessa segunda denúncia não foram amplamente divulgados, mas sua existência reforça a necessidade de uma investigação aprofundada sobre a conduta do ministro.</p>
<p>O papel do CNJ neste cenário é crucial. Além de receber denúncias, o conselho tem a prerrogativa de instaurar processos administrativos disciplinares contra membros do Judiciário, podendo aplicar sanções que variam desde advertências até a aposentadoria compulsória. A atuação do CNJ, em conjunto com as investigações do STJ e do STF, compõe um arcabouço de fiscalização e apuração que busca garantir a integridade e a credibilidade do sistema judicial brasileiro diante de acusações de tamanha gravidade.</p>
<p>Conclusão</p>
<p>O afastamento cautelar do ministro Marco Aurélio Buzzi pelo Superior Tribunal de Justiça representa um passo importante na apuração das graves denúncias de importunação sexual que pesam contra ele. A decisão unânime do plenário, ainda que secreta, sinaliza a postura institucional de não tolerar condutas inadequadas e de assegurar a transparência nos processos investigativos. Com a sindicância interna no STJ, o inquérito criminal no STF e as denúncias no CNJ, múltiplas frentes de investigação estão em andamento, todas convergindo para um esclarecimento completo dos fatos. O prazo estabelecido para a conclusão da sindicância é um indicativo da urgência e seriedade com que o tribunal trata o caso, buscando uma resolução que preserve a honra das instituições e a justiça para todas as partes envolvidas. A sociedade aguarda os desdobramentos, atenta aos desfechos que podem moldar precedentes importantes no combate à impunidade e na defesa da ética no serviço público.</p>
<p>FAQ</p>
<p> 1. Por que o ministro Marco Aurélio Buzzi foi afastado do STJ?<br />
O ministro Marco Aurélio Buzzi foi afastado cautelarmente pelo plenário do Superior Tribunal de Justiça (STJ) devido a acusações de importunação sexual. A decisão é preventiva e visa garantir a isenção das investigações em curso, tanto em uma sindicância interna do STJ quanto em um inquérito criminal no Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p> 2. Qual a duração do afastamento e quais são as consequências imediatas para o ministro?<br />
O afastamento é temporário e sua duração está vinculada à conclusão da sindicância interna do STJ, cujo prazo final foi estabelecido para 10 de março. Durante este período, o ministro Buzzi fica impedido de utilizar seu local de trabalho, veículo oficial e demais prerrogativas inerentes à função.</p>
<p> 3. Quantas denúncias foram feitas contra o ministro e quais órgãos estão envolvidos nas investigações?<br />
Há, pelo menos, duas denúncias de importunação sexual contra o ministro Buzzi. A primeira foi feita por uma jovem de 18 anos, e a segunda foi confirmada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). As investigações estão sendo conduzidas por três órgãos principais: o STJ (por meio de uma sindicância interna), o STF  e o CNJ (que recebeu as denúncias e pode instaurar processos administrativos).</p>
<p> 4. O ministro nega as acusações?<br />
Sim, o ministro Marco Aurélio Buzzi defende sua inocência. Ele enviou uma mensagem a seus colegas ministros reiterando sua versão dos fatos e, antes do afastamento cautelar, havia solicitado uma licença de 90 dias por motivos médicos, apresentando um atestado psiquiátrico.</p>
<p>Para mais informações e acompanhamento detalhado sobre este e outros temas relevantes no cenário jurídico brasileiro, continue acompanhando nossas publicações.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>STJ afasta ministro Marco Aurélio Buzzi por importunação sexual</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 17:00:37 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma decisão de grande repercussão no cenário jurídico nacional, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou o afastamento cautelar do ministro Marco Aurélio Buzzi. A medida, aprovada por unanimidade em uma sessão extraordinária, ocorreu devido a investigações envolvendo o magistrado por importunação sexual contra uma jovem de 18 anos. Este afastamento, de natureza temporária e excepcional, sublinha o rigor com que a corte lida com acusações de conduta imprópria em suas fileiras. A ação visa garantir a imparcialidade e a integridade do processo de sindicância em andamento, permitindo que as apurações sigam seu curso sem quaisquer interferências. A decisão do afastamento do ministro Buzzi ressalta a seriedade das acusações e a postura vigilante do Judiciário em relação à conduta de seus membros, independentemente de sua posição.</p>
<p> A decisão do STJ e o processo cautelar</p>
<p>O Superior Tribunal de Justiça, ao se reunir em sessão extraordinária, tomou uma deliberação unânime que reverberou por todo o sistema judiciário brasileiro: o afastamento do ministro Marco Aurélio Buzzi de suas funções. Esta medida não é meramente uma formalidade; ela carrega o peso de uma postura institucional firme diante de acusações que, se comprovadas, maculariam a imagem da magistratura. A natureza do afastamento, descrita como cautelar, temporária e excepcional, é crucial para entender o contexto e os objetivos da decisão.</p>
<p> Detalhes do afastamento e suas implicações</p>
<p>O afastamento cautelar é uma providência preventiva, adotada para assegurar a lisura de um processo investigatório. No caso do ministro Buzzi, isso significa que, durante o período de sua suspensão, ele perderá o acesso e os privilégios inerentes ao seu cargo. Isso inclui a impossibilidade de utilizar o gabinete oficial, o veículo institucional e quaisquer outros benefícios vinculados à função de ministro do STJ. Tais restrições não são uma forma de punição antecipada, mas sim um mecanismo para garantir que a investigação prossiga sem potenciais obstáculos ou influências que poderiam advir da permanência do investigado em sua posição de poder. A unanimidade na votação do afastamento reforça a seriedade com a qual o tribunal encarou as denúncias e a necessidade de uma resposta institucional rápida e decisiva para preservar a credibilidade da corte.</p>
<p> O papel da comissão de sindicância</p>
<p>O cerne da questão reside na sindicância em curso, que é um procedimento preliminar de apuração interna. A sindicância tem como objetivo colher informações e elementos probatórios que possam confirmar ou refutar as acusações iniciais de importunação sexual. No caso do ministro Buzzi, uma comissão específica foi designada para conduzir essa investigação. O trabalho dessa comissão é minucioso e abrange a coleta de depoimentos, análise de documentos e quaisquer outras diligências necessárias para formar um parecer conclusivo. Ficou agendada para o dia 10 de março uma sessão do Pleno do STJ, ocasião em que os ministros se reunirão para avaliar as conclusões apresentadas pela Comissão de Sindicância. Este é um passo fundamental no processo, pois é a partir desse relatório que serão decididos os próximos passos, que podem incluir o arquivamento do caso por falta de provas, a instauração de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) formal ou outras medidas cabíveis, dependendo da gravidade e da consistência das evidências.</p>
<p> As denúncias e a defesa do ministro</p>
<p>A situação do ministro Marco Aurélio Buzzi se complexifica com a existência não apenas de uma, mas de múltiplas denúncias, e a forma como o próprio magistrado tem buscado se posicionar diante das acusações. A natureza das alegações de importunação sexual exige uma apuração rigorosa e sensível, dadas as implicações éticas e legais envolvidas.</p>
<p> A primeira denúncia e a investigação em curso</p>
<p>A investigação inicial que motivou o afastamento do ministro Marco Aurélio Buzzi refere-se a uma denúncia de importunação sexual envolvendo uma jovem de 18 anos. Embora os detalhes específicos da acusação não tenham sido amplamente divulgados publicamente, a gravidade do ilícito de importunação sexual é reconhecida pelo ordenamento jurídico brasileiro. Esse tipo de conduta, que implica em ato libidinoso contra alguém sem sua anuência, configura crime e é objeto de sérias consequências legais e éticas, especialmente quando o acusado ocupa uma posição de tamanha proeminência no poder judiciário. A sindicância em andamento busca reconstituir os fatos, ouvir as partes envolvidas e testemunhas, e analisar qualquer evidência que possa corroborar ou refutar a versão da denunciante. A seriedade com que o STJ tratou esta primeira acusação demonstra o compromisso do tribunal em não tolerar condutas inadequadas por parte de seus membros.</p>
<p> A segunda denúncia e a postura do ministro</p>
<p>Adicionalmente à primeira acusação, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) confirmou o recebimento de uma segunda denúncia de importunação sexual contra o ministro Buzzi. Esta nova acusação também já está sob a investigação da Corregedoria Nacional de Justiça, órgão responsável por fiscalizar a conduta de magistrados em todo o país. A existência de múltiplas denúncias eleva a gravidade do cenário e adiciona camadas de complexidade à situação do ministro. Diante das crescentes pressões e das investigações em curso, Marco Aurélio Buzzi optou por se manifestar diretamente aos seus pares no STJ. Em uma carta enviada aos demais ministros, ele buscou se defender das acusações, afirmando categoricamente que jamais adotou &#8220;conduta que envergonhasse a família ou maculasse a magistratura&#8221;. Na mesma missiva, o ministro apelou por &#8220;cautela redobrada na apreciação das graves acusações&#8221;, um pedido que reflete a importância do devido processo legal e da presunção de inocência em casos de alta visibilidade.</p>
<p> O pedido de licença médica</p>
<p>Em um desdobramento que antecedeu o afastamento determinado pelo STJ, o ministro Marco Aurélio Buzzi havia solicitado uma licença de 90 dias por motivos psiquiátricos. Este pedido de afastamento por questões de saúde, embora distinto do afastamento cautelar imposto pela corte, ocorreu em um período de grande tensão e pode ser interpretado como um reflexo do estresse e da pressão inerentes às acusações e investigações. A coincidência temporal dos eventos – o pedido de licença e a decisão de afastamento – adiciona uma dimensão humana e complexa ao caso, sem, contudo, alterar a necessidade de rigor na apuração das denúncias.</p>
<p> A seriedade das apurações na cúpula do Judiciário</p>
<p>A situação envolvendo o afastamento cautelar do ministro Marco Aurélio Buzzi pelo Superior Tribunal de Justiça é um episódio de significativa importância para a integridade e a credibilidade do Poder Judiciário brasileiro. A decisão unânime do STJ de afastar um de seus membros, mesmo que preventivamente, sinaliza um compromisso inabalável com a ética e a disciplina interna, demonstrando que nenhum cargo está acima da lei ou da fiscalização. As investigações, conduzidas tanto pela comissão de sindicância do próprio STJ quanto pela Corregedoria Nacional de Justiça, são cruciais para esclarecer os fatos e garantir a aplicação da justiça. A transparência e o rigor processual neste caso de alta visibilidade são fundamentais para reafirmar a confiança da sociedade nas instituições judiciais e na capacidade de auto-regulação do Judiciário. A expectativa agora se volta para a sessão do Pleno do STJ em 10 de março, que avaliará as conclusões da sindicância e definirá os próximos passos desse processo, assegurando a presunção de inocência e o devido processo legal ao ministro, ao mesmo tempo em que protege as potenciais vítimas e a imagem da magistratura.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> 1. O que significa o afastamento cautelar de um ministro do STJ?<br />
O afastamento cautelar é uma medida preventiva e temporária, não punitiva, que impede o ministro de exercer suas funções e usufruir dos benefícios do cargo enquanto uma investigação está em curso. O objetivo é assegurar a imparcialidade da apuração e evitar qualquer tipo de interferência.</p>
<p> 2. Qual a diferença entre sindicância e processo administrativo disciplinar (PAD)?<br />
A sindicância é um procedimento preliminar e informal para coletar informações e verificar a existência de indícios de irregularidade. Se a sindicância encontrar provas suficientes, pode-se instaurar um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), que é mais formal, tem rito específico, amplo direito à defesa e pode resultar em sanções como advertência, suspensão ou, em casos mais graves, aposentadoria compulsória ou demissão.</p>
<p> 3. Qual o papel do CNJ e da Corregedoria Nacional de Justiça nesses casos?<br />
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é responsável por fiscalizar e controlar a atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário e o cumprimento dos deveres funcionais dos magistrados. A Corregedoria Nacional de Justiça, um órgão do CNJ, atua como um braço fiscalizador, recebendo denúncias e instaurando investigações para apurar condutas de magistrados e servidores, garantindo a ética e a disciplina em todo o sistema judicial.</p>
<p>Para mais detalhes sobre as investigações em curso no Superior Tribunal de Justiça e o impacto dessas decisões na magistratura brasileira, continue acompanhando as atualizações.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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