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	<title>brazão &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>brazão &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Moraes autoriza transferência de condenados do caso Marielle para o Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 20:01:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a transferência de Domingos Brazão e Rivaldo Barbosa para o complexo penitenciário de Gericinó, no Rio de Janeiro (RJ). A decisão, proferida neste sábado (14), marca um novo capítulo no desdobramento do emblemático caso dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a transferência de Domingos Brazão e Rivaldo Barbosa para o complexo penitenciário de Gericinó, no Rio de Janeiro (RJ). A decisão, proferida neste sábado (14), marca um novo capítulo no desdobramento do emblemático caso dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorridos em março de 2018. Ambos os condenados, que até então cumpriam pena em presídios federais de segurança máxima fora do estado, agora serão realocados para o Presídio Pedrolino Werling de Oliveira (Seappo). A medida reflete uma reavaliação das condições de segurança e da necessidade de manutenção dos réus em regimes prisionais diferenciados, conforme justificado pelo magistrado.</p>
<p> O contexto da transferência e as razões da mudança</p>
<p> Da segurança máxima para o sistema prisional carioca<br />
Até a recente decisão do ministro Alexandre de Moraes, Domingos Brazão e Rivaldo Barbosa estavam detidos em estabelecimentos prisionais federais, longe do cenário dos crimes que os levaram à condenação. Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro e condenado a 18 anos por obstrução à Justiça e corrupção passiva, estava na penitenciária federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Já Domingos Brazão, conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ), condenado a 76 anos e três meses de reclusão por crimes graves como organização criminosa armada, dois homicídios qualificados e uma tentativa de homicídio qualificado, cumpria pena em Porto Velho, Rondônia.</p>
<p>A justificativa inicial para a custódia em presídios federais, conforme a própria decisão de Moraes, era que ambos &#8220;integravam o topo de uma estrutura extremamente violenta&#8221; e representavam um risco concreto de interferência e atuação criminosa. Essa medida visava estancar a ação da organização, preservar a colheita de provas e impedir interferências externas no processo. Contudo, o ministro argumentou que o cenário jurídico e factual se modificou. Segundo o documento, não haveria mais uma &#8220;demonstração concreta de risco atual à segurança pública ou à integridade da execução penal que imponha o afastamento do sistema prisional ordinário&#8221;. A fase instrutória do processo foi encerrada, e as provas estão estabilizadas, fazendo com que as razões iniciais para a custódia preventiva perdessem sua força, ou seja, a necessidade de estancar a atuação da organização criminosa, preservar a colheita probatória e impedir interferências externas já não se aplicaria com a mesma intensidade.</p>
<p> As sentenças e o papel dos envolvidos no caso Marielle</p>
<p> Os veredictos da primeira turma do STF<br />
No mês anterior à decisão de transferência, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal havia estabelecido as penas para os envolvidos na participação nos crimes que culminaram nas mortes de Marielle Franco e Anderson Gomes. As condenações representam um marco significativo no longo processo judicial que se estende por mais de seis anos, buscando justiça para as vítimas e seus familiares.</p>
<p>Domingos Brazão, juntamente com seu irmão Chiquinho Brazão, ex-deputado federal, foram sentenciados a 76 anos e três meses de prisão. As acusações incluíram organização criminosa, duplo homicídio qualificado e tentativa de homicídio contra Fernanda Chaves, assessora de Marielle, que sobreviveu ao atentado e testemunhou os crimes. Ambos estavam presos preventivamente há dois anos antes da definição das suas penas, aguardando o julgamento final. Rivaldo Barbosa, que foi denunciado pelos homicídios de Marielle e Anderson, acabou sendo absolvido dessa acusação principal. No entanto, recebeu uma pena de 18 anos de prisão pelos crimes de obstrução de Justiça e corrupção passiva, destacando seu papel em dificultar as investigações e em manipular elementos cruciais para o esclarecimento do caso.</p>
<p>Outros réus também tiveram suas penas definidas. Ronald Alves de Paula, major da Polícia Militar, foi condenado a 56 anos de prisão, por seu envolvimento na trama criminosa. Já Robson Calixto, ex-policial militar, recebeu uma sentença de 9 anos. Além das penas de reclusão, a decisão judicial prevê que os acusados perderão seus cargos públicos após o trânsito em julgado da condenação, ou seja, quando não houver mais possibilidade de recursos e a decisão se tornar definitiva e irrevogável. Este conjunto de sentenças e a recente transferência dos principais condenados ressaltam a complexidade e a extensão da ação criminosa desvendada pelas autoridades, e o compromisso do sistema judiciário em garantir a responsabilização dos culpados.</p>
<p> Conclusão<br />
A transferência de Domingos Brazão e Rivaldo Barbosa para o sistema prisional fluminense marca um ponto crucial na execução das sentenças do caso Marielle Franco e Anderson Gomes. A decisão do ministro Alexandre de Moraes, baseada na reavaliação da necessidade de manutenção em presídios federais, reflete a estabilização da fase instrutória e a consolidação das provas. Este movimento, embora represente uma mudança logística, simboliza a progressão do processo judicial e a transição da fase de investigação e julgamento para a de cumprimento efetivo das penas. A sociedade continua a observar de perto os desdobramentos de um dos crimes mais impactantes da história política recente do Brasil, buscando a completa responsabilização dos envolvidos e a garantia de que a justiça seja plenamente cumprida.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre o caso e a transferência</p>
<p>1.  Quem são Domingos Brazão e Rivaldo Barbosa e qual sua relação com o caso Marielle Franco?<br />
    Domingos Brazão é um conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) e foi condenado por organização criminosa, duplo homicídio e tentativa de homicídio no caso Marielle Franco e Anderson Gomes. Rivaldo Barbosa é um ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, condenado por obstrução de Justiça e corrupção passiva relacionados à investigação do crime.</p>
<p>2.  Por que eles estavam em presídios federais e qual a justificativa para a transferência?<br />
    Eles foram inicialmente detidos em presídios federais (Mossoró e Porto Velho) devido ao risco que representavam como parte de uma &#8220;estrutura extremamente violenta&#8221; e a possibilidade de interferência nas investigações. A transferência para o Rio de Janeiro foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes porque o cenário se modificou: a fase instrutória foi encerrada, as provas estão estabilizadas e não há mais, segundo a decisão, demonstração concreta de risco à segurança pública que justifique a permanência em regime federal.</p>
<p>3.  Quais foram as penas dos principais condenados no caso Marielle Franco e Anderson Gomes?<br />
    Domingos Brazão e Chiquinho Brazão foram condenados a 76 anos e três meses de prisão por organização criminosa, duplo homicídio e tentativa de homicídio. Rivaldo Barbosa recebeu pena de 18 anos por obstrução de Justiça e corrupção passiva (sendo absolvido das acusações de homicídio). Ronald Alves de Paula, major da PM, foi condenado a 56 anos, e Robson Calixto, ex-policial militar, a 9 anos.</p>
<p>4.  O que significa o &#8220;trânsito em julgado&#8221; mencionado nas condenações?<br />
    Trânsito em julgado ocorre quando uma decisão judicial se torna definitiva, ou seja, não cabe mais nenhum tipo de recurso. A partir desse momento, a sentença é considerada imutável e deve ser cumprida integralmente. No contexto do caso, a perda dos cargos públicos pelos condenados está condicionada a esse trânsito em julgado, assegurando a aplicabilidade total da pena.</p>
<p>Para se aprofundar nos desdobramentos do caso Marielle Franco e outras notícias relevantes sobre a justiça brasileira, continue acompanhando nossas publicações e análises.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Supremo tribunal inicia julgamento sobre os mandantes do assassinato de Marielle Franco</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 13:01:35 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta terça-feira, 24 de março de 2026, um dos julgamentos mais aguardados e emblemáticos da história recente do Brasil: o processo contra os indivíduos acusados de orquestrar o assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes. Este julgamento dos acusados de matar Marielle Franco representa um marco crucial na busca por justiça para um crime que chocou o país e o mundo. Entre os réus, destacam-se figuras públicas com influência política significativa, como o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, seu irmão Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Todos foram detidos em março de 2024 e, desde então, negam veementemente qualquer participação nos crimes. A complexidade do caso e o perfil dos envolvidos conferem a este julgamento uma dimensão que transcende o âmbito jurídico, impactando a política, a segurança pública e a percepção de justiça no Brasil.</p>
<p> O início do julgamento no Supremo Tribunal Federal</p>
<p>O Supremo Tribunal Federal, instância máxima da justiça brasileira, assume agora a responsabilidade de analisar as provas e argumentos apresentados contra os acusados de serem os mandantes do brutal assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, ocorrido em 14 de março de 2018. A decisão de levar o caso ao STF decorre, em parte, da prerrogativa de foro de um dos réus, Chiquinho Brazão, que era deputado federal à época de sua prisão. A Primeira Turma, composta por cinco ministros, tem a tarefa hercúlea de mergulhar nos detalhes de uma investigação que se arrastou por anos, marcada por reviravoltas, suspeitas de obstrução e uma imensa pressão pública por respostas. O rito processual no STF para crimes de tamanha envergadura é detalhado, envolvendo a apresentação de denúncias, coleta de provas adicionais, depoimentos e, finalmente, os votos dos ministros. A expectativa é que o julgamento seja longo, com intensos debates jurídicos e a análise minuciosa de um vasto material probatório acumulado ao longo dos anos. A transparência do processo é fundamental para garantir a credibilidade das decisões e a confiança da sociedade na capacidade do sistema judiciário de desvendar crimes complexos.</p>
<p> Os principais réus e as acusações</p>
<p>Os três indivíduos que ocupam o centro das acusações neste julgamento possuem um histórico de atuação pública e política que adiciona camadas de complexidade ao caso. Chiquinho Brazão, ex-deputado federal, é apontado como um dos principais articuladores do plano criminoso. Sua trajetória política, ligada a grupos de influência no Rio de Janeiro, é agora escrutinada sob a ótica das graves acusações de homicídio qualificado e organização criminosa. Ao seu lado, seu irmão, Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, é também acusado de ter um papel central na idealização e execução do plano para assassinar Marielle Franco. A posição de Domingos no TCE-RJ, órgão responsável pela fiscalização das contas públicas, levanta sérias questões sobre a integridade de instituições estatais. As acusações contra os irmãos Brazão remetem a motivações que, conforme as investigações, poderiam estar ligadas a disputas territoriais e interesses imobiliários na Zona Oeste do Rio, áreas de atuação política de Marielle Franco e de influência da família Brazão.</p>
<p>Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, completa o trio de acusados de serem os mandantes. A participação de um ex-alto escalão da segurança pública no planejamento do crime é particularmente chocante e perturbadora, adicionando uma dimensão de traição à confiança pública. Barbosa é acusado não apenas de envolvimento no planejamento, mas também de obstrução das investigações nos primeiros e cruciais momentos após o assassinato. Sua posição de poder teria sido utilizada para desviar o curso da apuração e proteger os verdadeiros mandantes. Os três réus, presos desde março de 2024, continuam a negar todas as acusações, sustentando sua inocência e prometendo lutar para prová-la durante o julgamento. A defesa de cada um deles buscará desqualificar as provas apresentadas pela acusação e questionar a validade dos testemunhos e elementos que os incriminam.</p>
<p> A complexidade do caso Marielle Franco e Anderson Gomes</p>
<p>O assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, ocorrido em 14 de março de 2018, tornou-se um símbolo da violência política e da fragilidade democrática no Brasil. A brutalidade do crime, executado em plena via pública do Rio de Janeiro, e o perfil da vítima – uma vereadora negra, feminista, defensora dos direitos humanos e moradora da Maré – geraram uma onda de indignação e cobrança por respostas que ecoou mundialmente. A resolução deste caso é vista por muitos como um teste crucial para a capacidade do Estado brasileiro de garantir a justiça e proteger aqueles que se dedicam à defesa dos direitos fundamentais. A busca pelos mandantes, em particular, representou um desafio gigantesco, enfrentando silêncios, desvios e, aparentemente, sabotagens internas.</p>
<p> Linha do tempo e investigações</p>
<p>A investigação do caso Marielle Franco se arrastou por longos seis anos, um período marcado por uma série de prisões, reviravoltas e suspeitas de interferência. Inicialmente, as apurações focaram nos executores do crime. Em março de 2019, Ronnie Lessa, ex-policial militar, e Élcio Queiroz, ex-sargento da Polícia Militar, foram presos, acusados de serem o autor dos disparos e o motorista do veículo utilizado no ataque, respectivamente. Ambos foram posteriormente condenados. A confissão de Élcio Queiroz, que detalhou a dinâmica da noite do assassinato, foi um ponto de virada fundamental, confirmando a participação dos executores e abrindo caminho para o aprofundamento das investigações sobre os mandantes. A partir daí, a Polícia Federal e o Ministério Público passaram a atuar de forma mais integrada, revelando o que seria uma intrincada rede de interesses e influências por trás do crime.</p>
<p>A federalização de parte da investigação e a colaboração de outras instâncias foram cruciais para romper com a estagnação que caracterizou os primeiros anos. Documentos, quebras de sigilo, testemunhos e delações premiadas foram gradualmente compondo um quebra-cabeça complexo. A revelação de que figuras com grande poder político estariam envolvidas jogou uma nova luz sobre a verdadeira dimensão do crime, que não era apenas um ato isolado de violência, mas, segundo as acusações, um ato premeditado com profundas raízes na estrutura de poder do Rio de Janeiro. A morosidade e as dificuldades encontradas pelas investigações iniciais são agora alvo de questionamentos, especialmente no que tange à atuação de Rivaldo Barbosa, cujo papel na obstrução da justiça é um dos pontos centrais da acusação.</p>
<p> O papel do STF e a federalização do processo</p>
<p>A decisão de transferir o julgamento dos mandantes para o Supremo Tribunal Federal representa um passo significativo na busca por uma resolução definitiva para o caso. A competência do STF foi acionada principalmente pela presença de Chiquinho Brazão, que, na condição de parlamentar federal, possuía foro privilegiado. Esta prerrogativa legal garante que determinadas autoridades sejam julgadas diretamente por tribunais superiores, visando proteger a independência de suas funções. Contudo, essa mesma prerrogativa é frequentemente alvo de críticas, por poder, em alguns casos, dificultar o andamento de processos.</p>
<p>A atuação da Primeira Turma do STF neste julgamento é crucial. Os ministros, em sua função de guardiões da Constituição, devem conduzir o processo com a máxima imparcialidade e rigor técnico, garantindo o devido processo legal a todos os envolvidos, ao mesmo tempo em que buscam a verdade dos fatos. A alta visibilidade do caso, tanto nacional quanto internacionalmente, coloca sobre os ombros do Supremo a responsabilidade de emitir um veredito que não apenas faça justiça a Marielle e Anderson, mas que também reforce a confiança na capacidade do Estado de punir aqueles que agem acima da lei, independentemente de sua posição social ou política. A decisão do STF terá um impacto duradouro no panorama jurídico e político do Brasil.</p>
<p> Implicações políticas e sociais</p>
<p>O desfecho do julgamento dos mandantes do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes no Supremo Tribunal Federal transcenderá as barreiras jurídicas, reverberando profundamente na esfera política e social do Brasil. Este caso, que já se tornou um símbolo global da luta por direitos humanos e justiça, tem o potencial de redefinir percepções sobre a impunidade, a violência política e a integridade das instituições democráticas brasileiras.</p>
<p> Repercussão nacional e internacional</p>
<p>Desde o primeiro momento, o assassinato de Marielle Franco mobilizou a sociedade civil, movimentos sociais, organizações de direitos humanos e a comunidade internacional. Marielle, com sua trajetória e atuação, representava a voz de comunidades historicamente marginalizadas, tornando seu assassinato um ataque direto à democracia e à pluralidade. A hashtag QuemMandouMatarMarielle se tornou um grito de guerra, ecoando em diversas plataformas e manifestações pelo mundo. O julgamento dos acusados de orquestrar este crime é acompanhado de perto por organismos internacionais e governos estrangeiros, que veem no caso um termômetro da capacidade do Brasil de proteger seus defensores de direitos humanos e de combater a violência política. Um veredito justo e embasado em provas robustas pode ajudar a restaurar parte da confiança abalada na justiça brasileira, enquanto qualquer falha ou percepção de impunidade pode aprofundar a crise de credibilidade e fortalecer a narrativa de que certas figuras estão acima da lei. A repercussão do resultado, seja qual for, será extensa e impactará a imagem do Brasil no cenário global.</p>
<p> O futuro dos acusados e a busca por justiça</p>
<p>Independentemente do veredito final, a jornada judicial dos acusados, Chiquinho Brazão, Domingos Brazão e Rivaldo Barbosa, será complexa. Caso sejam condenados, as penas para homicídio qualificado e organização criminosa são severas, podendo resultar em décadas de prisão. No entanto, o sistema legal brasileiro permite recursos em diferentes instâncias, o que significa que o desfecho no STF pode não ser a palavra final do processo, abrindo caminho para possíveis apelações a outras turmas do próprio Supremo ou a outras instâncias judiciais, a depender dos trâmites específicos.</p>
<p>Para a família de Marielle Franco e Anderson Gomes, e para milhões de brasileiros, o que está em jogo é mais do que a condenação de culpados; é a busca por uma justiça completa e transparente, que revele a verdade por trás de um dos crimes mais sombrios da história recente do país. A resolução definitiva do caso Marielle Franco seria um poderoso sinal de que a impunidade não prevalecerá e de que mesmo os crimes mais intrincados, que envolvem figuras de poder, podem ser desvendados e punidos. A expectativa é que este julgamento represente um passo crucial nessa direção, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e segura.</p>
<p> Conclusão<br />
O início do julgamento dos mandantes do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes no Supremo Tribunal Federal marca um capítulo decisivo em uma saga judicial que se estendeu por anos e capturou a atenção do Brasil e do mundo. Com Chiquinho Brazão, Domingos Brazão e Rivaldo Barbosa no banco dos réus, a Primeira Turma do STF tem a imensa responsabilidade de analisar as provas e proferir um veredito que não apenas faça justiça às vítimas e suas famílias, mas que também reforce a confiança nas instituições democráticas e no sistema de justiça brasileiro. Este julgamento é um teste crucial para a capacidade do Estado de combater a violência política e a corrupção, enviando uma mensagem inequívoca sobre a não tolerância à impunidade, especialmente quando crimes tão hediondos envolvem figuras de poder. O desfecho deste processo moldará a percepção pública sobre a integridade do país e seu compromisso com os direitos humanos e a democracia.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>1. Quem são os principais acusados no caso Marielle Franco em julgamento no STF?<br />
Os principais acusados de serem os mandantes do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes são o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, seu irmão Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Todos eles negam as acusações.</p>
<p>2. Por que o julgamento dos mandantes está ocorrendo no Supremo Tribunal Federal (STF)?<br />
O julgamento ocorre no STF devido à prerrogativa de foro privilegiado de um dos réus, Chiquinho Brazão, que era deputado federal à época de sua prisão. Essa prerrogativa determina que certas autoridades sejam julgadas diretamente por tribunais superiores.</p>
<p>3. Quais são as próximas etapas do processo judicial após o início do julgamento no STF?<br />
Após o início, o julgamento envolverá a apresentação de defesas, a análise detalhada das provas e dos depoimentos, e, finalmente, os votos dos ministros da Primeira Turma. Caso haja condenação, os réus ainda poderão recorrer a outras instâncias do próprio STF ou a outros tribunais, a depender dos trâmites legais, prolongando o processo até um trânsito em julgado.</p>
<p>4. Qual a importância deste julgamento para o Brasil?<br />
Este julgamento é de extrema importância para o Brasil por representar a busca por justiça para um crime que chocou o país e o mundo. Ele testa a capacidade do Estado de desvendar e punir crimes políticos, especialmente aqueles que envolvem figuras de poder, e tem um impacto significativo na percepção da impunidade, na segurança de defensores de direitos humanos e na integridade das instituições democráticas brasileiras.</p>
<p>Para se aprofundar na análise jurídica e nas implicações políticas deste julgamento histórico, acompanhe as próximas atualizações e os detalhes da cobertura jornalística sobre o caso.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://redir.folha.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://redir.folha.com.br</a></em></p>
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		<title>Justiça do Rio condena assassinos de Marielle Franco a indenizar viúva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 03:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[benício]]></category>
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		<category><![CDATA[CRIME]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A justiça do Rio de Janeiro proferiu uma decisão significativa no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, condenando os executores do crime, Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz, a pagar indenização por danos morais e pensão mensal à vereadora Mônica Benício, viúva de Marielle. Este veredito, que surge [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A justiça do Rio de Janeiro proferiu uma decisão significativa no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, condenando os executores do crime, Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz, a pagar indenização por danos morais e pensão mensal à vereadora Mônica Benício, viúva de Marielle. Este veredito, que surge após a condenação criminal dos réus em outubro de 2024, representa um passo crucial na longa e dolorosa busca por justiça, embora, como ressaltou Benício, o verdadeiro objetivo da luta transcenda a esfera financeira. A decisão judicial visa não apenas a reparação material, mas também o reconhecimento do imensurável impacto da perda na vida da companheira da parlamentar brutalmente assassinada.</p>
<p> A decisão judicial e suas implicações</p>
<p>A sentença, emitida pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, aborda a dimensão civil do trágico evento que ceifou a vida de Marielle Franco e Anderson Gomes em março de 2018. Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz, já condenados criminalmente pela emboscada fatal na região central do Rio, foram agora responsabilizados também na esfera cível, em uma ação movida pela viúva da vereadora, Mônica Benício.</p>
<p> Condenação por danos morais e pensão</p>
<p>O juízo acolheu o pedido de reparação e estabeleceu uma indenização de R$ 200 mil por danos morais reflexos. Este valor deverá ser pago solidariamente pelos réus, o que significa que Mônica Benício pode cobrar a totalidade de qualquer um deles, ficando a cargo dos condenados o acerto entre si. A indenização por danos morais reflexos é destinada a compensar o sofrimento e o abalo emocional de pessoas próximas à vítima, que também são afetadas diretamente pelo crime.</p>
<p>Além da reparação por danos morais, a decisão judicial determinou o pagamento de uma pensão mensal. Esta pensão corresponde a dois terços dos rendimentos que Marielle Franco auferia, acrescida de 13º salário e férias com um terço. A particularidade desta pensão reside na sua duração: ela será calculada desde a data do assassinato, em março de 2018, até o limite da expectativa de vida da vítima, que era de 76 anos, ou até o falecimento da beneficiária, Mônica Benício. Marielle tinha apenas 38 anos quando foi assassinada, o que implica um período considerável de reparação financeira projetada.</p>
<p>Adicionalmente, a sentença assegurou o reembolso e o custeio de despesas médicas, psicológicas e psiquiátricas que Mônica Benício possa ter em decorrência do trauma. Os valores exatos destas despesas serão apurados em uma fase de liquidação da sentença, garantindo que o suporte necessário para a saúde mental da viúva seja devidamente coberto.</p>
<p> A perspectiva da viúva</p>
<p>Em nota divulgada após a decisão, Mônica Benício expressou que o veredito possui um caráter profundamente simbólico, indo além da compensação material. &#8220;Essa é uma vitória simbólica, que reconhece a interrupção da história que construíamos juntas e o futuro que nos foi negado&#8221;, afirmou Benício. Ela enfatizou que &#8220;a luta por justiça por Marielle e Anderson não é sobre dinheiro&#8221;, reforçando que o foco principal permanece na responsabilização integral de todos os envolvidos no crime. Para Benício, a elucidação e a punição dos mandantes são condições indispensáveis para a integridade da democracia brasileira, representando uma resposta à altura da brutalidade do assassinato de Marielle e Anderson. Sua declaração sublinha a dimensão política e social do caso, que transcende a individualidade das vítimas e afeta a própria estrutura do Estado de Direito.</p>
<p> A complexa teia dos mandantes do crime</p>
<p>Enquanto a condenação civil dos executores marca uma etapa, o cerne da busca por justiça pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes reside na responsabilização dos mandantes do crime. As investigações avançaram significativamente, apontando para uma complexa rede de interesses e envolvimentos que culminaram na execução da vereadora.</p>
<p> Nomes e acusações</p>
<p>As investigações, em grande parte conduzidas pela Polícia Federal após a federalização do caso, indicaram que os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão teriam sido os encomendadores do assassinato de Marielle. Domingos Brazão é conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, e Chiquinho Brazão é deputado federal. A motivação para o crime estaria ligada ao posicionamento contrário da parlamentar aos interesses políticos e econômicos do grupo liderado pelos irmãos Brazão, especialmente em questões fundiárias em áreas controladas por milícias na capital fluminense.</p>
<p>Além dos irmãos Brazão, o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, é acusado de ter planejado o ato criminoso e, posteriormente, de ter dificultado ativamente as investigações que ele próprio chefiava, antes de o caso ser levado à esfera federal. A participação de um oficial de alta patente na Polícia Civil na obstrução da justiça adiciona uma camada de gravidade e complexidade ao caso, levantando sérias questões sobre a integridade das instituições de segurança pública.</p>
<p>A delação premiada do ex-policial Ronnie Lessa, um dos executores, forneceu informações cruciais para desvendar a trama. Segundo Lessa, os irmãos Brazão e Rivaldo Barbosa atuaram como mandantes, e Barbosa teria tido participação direta nos preparativos da execução. Outros dois indivíduos também são réus neste processo: o major da Polícia Militar Ronald Alves de Paula, acusado de monitorar a rotina da vereadora e repassar informações ao grupo, e o ex-policial militar Robson Calixto, assessor de Domingos Brazão, que supostamente entregou a arma utilizada no crime a Lessa. Todos os acusados estão atualmente presos preventivamente.</p>
<p> O julgamento no Supremo Tribunal Federal</p>
<p>Os três principais réus – Domingos Brazão, Chiquinho Brazão e Rivaldo Barbosa – estão respondendo ao crime em uma ação que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF). A sessão para o julgamento no STF está marcada para 24 de fevereiro. A escolha da Suprema Corte para julgar o caso se deve à prerrogativa de foro de Chiquinho Brazão, que é deputado federal. A expectativa em torno deste julgamento é imensa, pois ele representa a etapa decisiva para a responsabilização dos verdadeiros articuladores do assassinato, um crime que chocou o país e teve repercussão internacional.</p>
<p>A elucidação completa do caso Marielle Franco é vista como um teste para a capacidade do Estado brasileiro de combater o crime organizado e a impunidade, especialmente quando figuras com poder e influência estão envolvidas.</p>
<p> Legado e a busca contínua por justiça</p>
<p>A condenação civil dos executores e o iminente julgamento dos mandantes no Supremo Tribunal Federal são marcos importantes na jornada por justiça no caso Marielle Franco. Este percurso, embora longo e marcado por reviravoltas, reflete a persistência de familiares, ativistas e da sociedade civil em exigir uma resposta completa e definitiva do Estado brasileiro.</p>
<p>Ainda que a indenização financeira e a pensão representem uma forma de reparação material para Mônica Benício, o verdadeiro legado de Marielle Franco e a profundidade do crime continuam a impulsionar a busca por uma justiça que vá além da esfera pecuniária. É a busca pela verdade sobre quem ordenou, planejou e executou o atentado à democracia que ressoa. A responsabilização de todos os envolvidos, do atirador aos mentores intelectuais, é fundamental para que crimes políticos de tamanha gravidade não se repitam e para que o Brasil demonstre seu compromisso com a proteção de seus representantes eleitos e com os valores democráticos. A memória de Marielle Franco e Anderson Gomes permanece viva, um lembrete constante da luta por um país mais justo e seguro.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> Quem foi condenado a indenizar a viúva de Marielle Franco?<br />
Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz, os dois executores do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, foram condenados civilmente pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro a pagar indenização por danos morais e pensão mensal a Mônica Benício, viúva de Marielle.</p>
<p> Qual o valor e a natureza da indenização?<br />
A indenização por danos morais reflexos foi fixada em R$ 200 mil, a ser paga solidariamente pelos réus. Além disso, foi determinada uma pensão mensal correspondente a dois terços dos rendimentos de Marielle, com 13º salário e férias acrescidas de um terço, a ser paga desde a data do crime até a expectativa de vida da vítima ou o falecimento da beneficiária. Também foram assegurados o reembolso e custeio de despesas médicas, psicológicas e psiquiátricas.</p>
<p> Quem são os principais acusados de serem os mandantes do crime?<br />
As investigações apontam os irmãos Domingos Brazão (conselheiro do TCE-RJ) e Chiquinho Brazão (deputado federal) como os supostos encomendadores do assassinato. O ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, é acusado de ter planejado o crime e obstruído as investigações. Todos estão presos preventivamente e serão julgados pelo Supremo Tribunal Federal.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos deste caso crucial para a justiça brasileira.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Instituto marielle franco exige justiça completa com julgamento dos mandantes</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Oct 2025 03:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[brazão]]></category>
		<category><![CDATA[CRIME]]></category>
		<category><![CDATA[franco]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto]]></category>
		<category><![CDATA[marielle]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A busca por justiça nos assassinatos da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, permanece incompleta enquanto os mandantes do crime não forem levados a julgamento. O Instituto Marielle Franco, organização fundada pela família da vereadora, divulgou uma carta nesta sexta-feira, cobrando que os responsáveis intelectuais pelo crime sejam julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Há um ano, os executores do assassinato foram condenados no Rio de Janeiro.</p>
<p>De acordo com o Instituto Marielle Franco e o Comitê Justiça por Marielle e Anderson, a responsabilização completa e definitiva de todos os envolvidos é essencial para que a justiça seja feita.</p>
<p>Luyara Franco, diretora executiva do Instituto e filha de Marielle Franco, afirmou que a condenação dos executores foi um passo importante, mas insuficiente. &#8220;O Brasil e o mundo esperam que o julgamento dos mandantes aconteça, porque sem responsabilização total – de quem mandou e de quem executou – não há justiça e não há democracia&#8221;, declarou.</p>
<p>O Instituto Marielle Franco e outras organizações de direitos humanos defendem que o julgamento dos mandantes é crucial para evitar a impunidade em crimes políticos contra vozes negras, femininas, LGBTQIAPN+ e defensoras de direitos humanos.</p>
<p>O assassinato de Marielle Franco ganhou notoriedade internacional, transformando-a em um símbolo da luta pelos direitos humanos.</p>
<p>As investigações apontam que os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão teriam encomendado o assassinato da vereadora, e que o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, teria planejado o crime e obstruído as investigações.</p>
<p>Os três são réus em uma ação penal que tramita no STF, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. As audiências com testemunhas, defesa e acusação foram finalizadas em 2024, mas o processo ainda está em fase de instrução, sem data definida para o julgamento.</p>
<p>À época das prisões preventivas em 2024, Chiquinho Brazão era deputado federal e Domingos era conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Rio de Janeiro. A motivação para o crime seria a atuação de Marielle contra interesses de um grupo paramilitar ligado à família dos irmãos Brazão.</p>
<p>Chiquinho Brazão já teve seu mandato cassado pela Mesa Diretora da Câmara. Um pedido de impeachment de Domingos Brazão do cargo de conselheiro no TCE foi negado.</p>
<p>O Instituto Marielle Franco ressalta a preocupação com o uso de cargos institucionais para perpetrar violência e ataques à democracia. &#8220;Representantes eleitos, assim como Marielle, devem usar seus mandatos para defender a população e seus direitos e não para planejar a morte de alguém&#8221;, afirma a organização.</p>
<p>No próximo dia 31, completa-se um ano da condenação dos executores do crime, os ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz. Lessa foi condenado a 78 anos, 9 meses e 30 dias de prisão, e Élcio, a 59 anos, 8 meses e 10 dias. Ambos foram considerados culpados por duplo homicídio triplamente qualificado e tentativa de homicídio contra a jornalista Fernanda Chaves, que estava no carro no momento do crime.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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