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	<title>acompanhamento &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Câncer de mama hereditário: risco e prevenção no brasil</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Oct 2025 20:00:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em torno de 10% dos diagnósticos de câncer de mama possuem uma ligação hereditária, o que corresponde a mais de 7 mil novos casos anuais no Brasil. Em famílias com histórico da doença, cada membro pode ter até 50% de probabilidade de herdar a mutação genética. Durante a campanha Outubro Rosa, a Sociedade Brasileira de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em torno de 10% dos diagnósticos de câncer de mama possuem uma ligação hereditária, o que corresponde a mais de 7 mil novos casos anuais no Brasil. Em famílias com histórico da doença, cada membro pode ter até 50% de probabilidade de herdar a mutação genética.</p>
<p>Durante a campanha Outubro Rosa, a Sociedade Brasileira de Mastologia do Rio de Janeiro enfatiza a importância do acompanhamento médico preventivo e da detecção precoce, visando aumentar as chances de um tratamento eficaz.</p>
<p>De acordo com a presidente da Sociedade, a médica Maria Júlia Calas, a busca por um oncologista o mais cedo possível é fundamental para aumentar as chances de prevenção. Ela recomenda que pessoas com histórico familiar de câncer, especialmente em casos diagnosticados em idades jovens, em homens, ou com múltiplos casos na mesma família, procurem um oncogeneticista. &#8220;Converse sobre a possibilidade de realizar um teste genético. Tire suas dúvidas. Fale com um mastologista, mas não espere os sintomas aparecerem. E quanto mais cedo esse risco for identificado, maiores são as chances de prevenção ou de tratamento em fase inicial&#8221;, afirma.</p>
<p>A capital fluminense se destaca como a primeira cidade no mundo a oficializar uma data dedicada à conscientização sobre o câncer de mama hereditário: 21 de outubro. Segundo a presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, essa iniciativa reforça o reconhecimento da oncogenética como uma área essencial da medicina, permitindo um cuidado mais individualizado e eficiente para pessoas com predisposição genética.</p>
<p>&#8220;Significa que hoje estamos com ferramentas poderosas. Temos testes genéticos acessíveis, um acompanhamento especializado, um rastreamento individualizado do tipo de câncer específico, tratamentos preventivos e medicamentos específicos&#8221;, explica Maria Júlia Calas.</p>
<p>Entre os sinais de alerta que indicam a necessidade de uma investigação genética estão o diagnóstico de câncer de mama antes dos 40 anos, tumores bilaterais (em ambas as mamas), múltiplos casos da doença na mesma família e a ocorrência de câncer de mama em homens. A identificação desses fatores de risco pode direcionar para medidas preventivas e um acompanhamento médico mais próximo.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Governo de SP monitora nova cepa da Mpox e orienta busca de atendimento nos primeiros sintomas</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 18:26:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Todas as unidades de saúde seguem protocolos técnicos de vigilância, testagem e acompanhamento de casos para garantir uma resposta rápida e eficaz à Mpox O Governo de SP discutiu nesta terça-feira (11) o enfrentamento ao vírus da Mpox com equipes de vigilância em saúde municipais, o Hospital Emílio Ribas e o Ministério da Saúde (MS). [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-element elementor-element-2028351 elementor-widget__width-initial titulo-conteudo elementor-widget elementor-widget-theme-post-title elementor-page-title elementor-widget-heading" data-id="2028351" data-element_type="widget" data-widget_type="theme-post-title.default">
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<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default"><em><span style="font-size: 16px;">Todas as unidades de saúde seguem protocolos técnicos de vigilância, testagem e acompanhamento de casos para garantir uma resposta rápida e eficaz à Mpox</span></em></h4>
<p>O Governo de SP discutiu nesta terça-feira (11) o enfrentamento ao vírus da Mpox com equipes de vigilância em saúde municipais, o Hospital Emílio Ribas e o Ministério da Saúde (MS). Na reunião, as equipes da Secretaria de Saúde do Estado (SES-SP) destacaram o monitoramento e a assistência ao primeiro caso confirmado da nova cepa clado IB da doença em território paulista.</p>
<p>“A vigilância e a rede de assistência do Estado de São Paulo estão preparadas para o atendimento e monitoramento desses casos, além de reforçar a importância de procurar um serviço de atendimento diante dos primeiros sinais e sintomas da doença”, reforçou a coordenadora em saúde da Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD) da SES, Regiane de Paula.</p>
<p>Desde o primeiro caso de Mpox em 2022, <a role="link" href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/governo-de-sp-reforca-cuidados-e-monitoramento-contra-a-mpox/" target="_blank" rel="noopener">a SES monitora o cenário epidemiológico da doença em todo o estado</a>. A secretaria destaca que todas as unidades de saúde estaduais seguem protocolos técnicos de vigilância, testagem e acompanhamento de casos para garantir uma resposta rápida e eficaz à doença. Como referência no atendimento de casos da Mpox, o Governo de SP conta com o Hospital Emílio Ribas.</p>
<p>Em 2024, foram registrados 1.126 casos de Mpox no estado de São Paulo, sem nenhum óbito associado à doença. Neste ano, até esta terça-feira (11), 121 casos foram confirmados. Os dados atualizados sobre a Mpox estão disponíveis no <a role="link" href="https://nies.saude.sp.gov.br/ses" target="_blank" rel="noopener">portal do Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde</a> da Secretaria de Estado da Saúde.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Transmissão</h2>
<p>A transmissão de Mpox entre seres humanos ocorre, principalmente, por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. O compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectantes também pode transmitir a doença.</p>
<p>Em caso de suspeita, a recomendação é procurar uma unidade de saúde para avaliação. Se o diagnóstico for confirmado, a orientação é adotar medidas preventivas para evitar a transmissão da doença e iniciar o manejo clínico individualizado.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Principais sintomas</h2>
<p>Manifestações cutâneas em qualquer parte do corpo, podendo estar associadas a febre, fraqueza, linfonodos inchados, dores musculares, dores nas costas, dor de cabeça, dor de garganta, congestão nasal ou tosse.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Prevenção contra a Mpox</h2>
<p>• Higienizar as mãos com água e sabão e usar álcool em gel;<br />
• Não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais;<br />
• Evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele;<br />
• Manter isolamento imediato em caso de suspeita ou confirmação de Mpox.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Testagem</h2>
<p>A <strong>Agência SP</strong> mostrou que o Estado de São Paulo, através do Instituto Adolfo Lutz (IAL), <a role="link" href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/saude-de-sp-implanta-teste-pioneiro-para-detectar-nova-variante-da-mpox-no-pais/" target="_blank" rel="noopener">foi pioneiro na detecção de casos da nova variante da Mpox</a> com testes PCR. A testagem rápida para o novo clado ainda não estava disponível no Brasil, e o Instituto Adolfo Lutz foi pioneiro na implementação dessa metodologia no país, segundo a Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD) da SES.</p>
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