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	<title>Academia &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>Academia &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Cajamar promove ação especial para mulheres na Academia da Saúde</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 14:00:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Atividade reuniu palestra, orientações e serviços de prevenção em comemoração ao Mês da Mulher A Prefeitura de Cajamar, por meio da Secretaria de Saúde, realizou uma ação de Educação em Saúde na Academia da Saúde de Jordanésia em alusão ao Mês da Mulher. A iniciativa teve como objetivo reforçar a importância do cuidado integral com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="noticia-resumo"><em><strong>Atividade reuniu palestra, orientações e serviços de prevenção em comemoração ao Mês da Mulher</strong></em></div>
<div></div>
<div>
<p>A Prefeitura de Cajamar, por meio da Secretaria de Saúde, realizou uma ação de Educação em Saúde na Academia da Saúde de Jordanésia em alusão ao Mês da Mulher. A iniciativa teve como objetivo reforçar a importância do cuidado integral com a saúde feminina, por meio de informação, prevenção e acolhimento.</p>
<p>Durante a atividade, as participantes acompanharam uma palestra com orientações sobre saúde da mulher, abordando temas essenciais para o bem-estar e a qualidade de vida. Além disso, foram oferecidos serviços como testes rápidos, aferição de pressão arterial e medição de glicemia, ampliando o acesso a cuidados básicos de forma prática e acessível.</p>
<p>A ação reforça o compromisso da Prefeitura em promover a saúde preventiva e levar serviços cada vez mais próximos da população, valorizando o cuidado contínuo com as mulheres cajamarenses.</p>
<p>A Secretaria de Saúde segue desenvolvendo iniciativas que incentivam hábitos saudáveis e fortalecem a atenção básica no município.</p>
</div>
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		<title>Gás tóxico em piscina de SP: vítimas narram tragédia e falhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 08:01:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Academia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma terrível intoxicação em piscina de uma academia na Zona Oeste de São Paulo resultou na morte de uma mulher e deixou outras pessoas gravemente feridas, lançando luz sobre a negligência em procedimentos de segurança e manutenção. O incidente, que vitimou a professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, e seu marido, Vinícius de Oliveira, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma terrível intoxicação em piscina de uma academia na Zona Oeste de São Paulo resultou na morte de uma mulher e deixou outras pessoas gravemente feridas, lançando luz sobre a negligência em procedimentos de segurança e manutenção. O incidente, que vitimou a professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, e seu marido, Vinícius de Oliveira, de 31, revelou uma série de falhas que culminaram na liberação de um gás tóxico na água. Testemunhos das vítimas detalham momentos de pânico, sufocamento e a corrida desesperada por ajuda médica, enquanto a investigação aponta para a falta de qualificação do responsável pela manutenção e o descumprimento de normas básicas de segurança, expondo um risco assumido pelos proprietários do estabelecimento.</p>
<p> Os momentos de terror: relatos das vítimas</p>
<p>Os alunos que participavam da aula de natação na academia C4 Gym, em São Paulo, descreveram um cenário de caos e desespero quando a piscina se tornou o epicentro de uma tragédia. Vinícius de Oliveira, viúvo de Juliana Faustino Bassetto, relembra os instantes cruéis. Após cerca de 15 minutos de aula, percebeu que algo estava errado. &#8220;Eu lembro que eu estava na raia da direita e já encostei na parede sufocando, sentindo o peito ardendo&#8221;, narra. A mistura de produtos químicos, feita momentos antes, transformou o ambiente aquático em um foco de gás tóxico.</p>
<p> O sufocamento na água turva</p>
<p>A reação de Vinícius foi imediata, buscando sair da piscina e pedir socorro. No entanto, ao olhar para trás, viu Juliana apresentando os mesmos sintomas severos. &#8220;Aí eu voltei para ajudar ela. Aí a gente conseguiu subir ela e a gente evacuou ela da piscina&#8221;, conta Vinícius, que também se sentia extremamente mal. Outros alunos também testemunharam a cena chocante. Uma mulher, que preferiu não ser identificada, relatou que a água da piscina estava &#8220;bem turva&#8221;, a ponto de não ser possível ver o fundo. Ela observou pessoas saindo da água em desespero, e sua primeira hipótese foi que alguém havia vomitado na piscina. A situação se agravou com a visão de um adolescente, que também foi intoxicado, realizando movimentos de vômito próximo a um balde, onde supostamente os produtos foram misturados. Uma aluna com conhecimentos em química inorgânica percebeu rapidamente a gravidade. Com os olhos e a garganta ardendo, ela identificou o perigo: &#8220;Eu falei: é gás cloro. Voltei, avisei às duas pessoas que estavam ali&#8221;, descrevendo como se afastou rapidamente do material tóxico em busca de uma saída segura. A proximidade com o balde, que continha o material tóxico, parece ter sido um fator determinante para a severidade da intoxicação de Vinícius, Juliana e do jovem.</p>
<p> A corrida desesperada ao hospital</p>
<p>Após serem evacuados da piscina, Vinícius e Juliana ainda conseguiram caminhar até o saguão da academia, um esforço hercúleo diante do agravamento dos sintomas. Juliana estava com muita falta de ar e sentou-se no chão. Cientes da gravidade da situação, Vinícius pegou suas coisas e os dois seguiram para o hospital. A busca por atendimento médico era urgente, mas infelizmente, para Juliana, a ajuda chegou tarde demais. Ela morreu no hospital. Vinícius, que também foi gravemente afetado pela inalação do gás, passou uma semana internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), lutando pela vida, mas felizmente recebeu alta. O adolescente de 14 anos, que também estava na piscina e chegou a ser hospitalizado em estado grave, também recebeu alta. Os relatos detalham um cenário de negligência que transformou um momento de lazer em uma experiência traumática e fatal.</p>
<p> A investigação: negligência e mistura fatal</p>
<p>A investigação sobre a tragédia na piscina da academia C4 Gym revelou uma série de falhas críticas nos procedimentos de manutenção e segurança, que apontam para a negligência como causa primordial da liberação do gás tóxico. A Polícia Civil abriu um inquérito para apurar o caso, focando na exposição dos frequentadores a substâncias perigosas e na falta de qualificação dos responsáveis pela operação da piscina.</p>
<p> Um piscineiro sem qualificação</p>
<p>Um dos pontos mais alarmantes da investigação é a descoberta de que o responsável pela manutenção da piscina não era um profissional qualificado. Severino José da Silva, que deveria ser o piscineiro, era na verdade o manobrista da academia. Ele recebia instruções diretas do proprietário, Celso Bertolo Cruz, por meio de mensagens de texto, sem qualquer base técnica ou profissional. A advogada de Severino, Bárbara Bonvicini, esclareceu que &#8220;todos os dias pela manhã, ele fazia a medição da água e enviava uma foto do medidor por aplicativo de mensagem para o proprietário, para o Celso. A partir disso, o proprietário, Celso, encaminhava quais eram os produtos e quais as quantidades ele deveria utilizar&#8221;. Essa prática, conhecida como &#8220;olhômetro&#8221;, ou seja, baseada em estimativas visuais e não em conhecimento técnico, é uma grave violação das normas de segurança e manutenção de piscinas, que exigem profissionais capacitados e procedimentos padronizados. A ausência de um especialista com o devido conhecimento para manusear produtos químicos perigosos foi um fator determinante para o incidente fatal.</p>
<p> A química por trás da tragédia</p>
<p>Para entender a causa da liberação do gás tóxico, especialistas do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP) realizaram análises detalhadas. Eles demonstraram que a mistura incorreta de três substâncias comumente usadas em tratamento de piscinas — hipoclorito de cálcio, dicloro isocianurato e um ácido para regular o pH — pode, em determinadas condições, liberar gás cloro. O gás cloro é altamente tóxico e, quando inalado, causa irritação severa nas vias aéreas e nos pulmões, podendo levar a edema pulmonar e, em casos extremos, à morte. A reação em um volume significativo, como em um balde, é capaz de liberar uma quantidade suficiente de gás para provocar intoxicações severas e fatais, como ocorreu na academia. A falta de conhecimento técnico por parte do &#8220;piscineiro&#8221; e a orientação equivocada do proprietário levaram a uma combinação perigosa de produtos químicos, resultando na formação dessa substância letal que transformou a piscina em uma armadilha.</p>
<p> Consequências e a busca por justiça</p>
<p>A tragédia na piscina da academia C4 Gym não apenas ceifou uma vida e causou sofrimento, mas também expôs as falhas na fiscalização e na responsabilidade dos estabelecimentos que oferecem serviços que envolvem riscos à saúde e segurança pública. A busca por justiça e responsabilização é um dos focos principais da continuidade deste caso.</p>
<p> O impacto nas vítimas e na família</p>
<p>A morte de Juliana Faustino Bassetto deixou uma lacuna imensa e um profundo luto para seu marido, Vinícius de Oliveira, e toda a família. Vinícius, que esteve uma semana na UTI, recupera-se fisicamente dos danos causados pela inalação do gás tóxico, mas carrega as marcas emocionais da perda de sua esposa e do trauma vivido. O jovem de 14 anos, que também precisou de internação em estado grave, felizmente recebeu alta, mas a experiência traumática certamente terá repercussões em sua vida. Os relatos detalhados das vítimas evidenciam o desespero e a dor provocados por um evento totalmente evitável. A vida de muitas pessoas foi irremediavelmente alterada devido à negligência nos procedimentos de segurança.</p>
<p> A resposta das autoridades e da academia</p>
<p>Os três sócios da academia — Cesar Bertolo Cruz, Celso Bertolo Cruz e Cezar Miquelof Terração — não se manifestaram publicamente sobre o ocorrido. Seus advogados emitiram uma nota afirmando que os clientes &#8220;permanecem inteiramente à disposição das autoridades, confiando que a investigação prosseguirá de forma técnica, isenta e em estrita observância às garantias constitucionais&#8221;. Embora a Polícia Civil tenha solicitado a prisão temporária dos empresários, a Justiça negou o pedido. A polícia, contudo, prossegue com a investigação sob a perspectiva de negligência e exposição de frequentadores a gases tóxicos. O delegado Alexandre Bento enfatizou as violações legais: &#8220;A legislação prevê que eles têm que ter um registro, com anotação, disponível para qualquer cliente, consumidor, aluno, com as medições do nível de pH, do nível de cloro, do nível de acidez da água, isso não existe. Eles assumiram completamente o risco de expor as pessoas ao contato com gases tóxicos e o resultado, infelizmente, foi a morte da Juliana&#8221;. A ausência de registros e a falta de conformidade com as normas regulatórias reforçam a tese de que a segurança dos alunos não era prioridade, e que os riscos foram conscientemente ignorados pelos responsáveis.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A tragédia na piscina da academia em São Paulo, que resultou na morte de Juliana Faustino Bassetto e deixou outras vítimas gravemente feridas, é um doloroso lembrete da importância vital da segurança e da conformidade com as normas em ambientes públicos. A investigação expôs uma cadeia de negligências, desde a falta de qualificação do pessoal responsável pela manutenção até a ausência de controles básicos de segurança e monitoramento da qualidade da água. Este incidente sublinha a necessidade urgente de fiscalização rigorosa e responsabilização transparente, garantindo que instalações de lazer operem sob os mais altos padrões de segurança para prevenir futuras catástrofes.</p>
<p> FAQ</p>
<p>O que causou a intoxicação na piscina da academia?<br />
A intoxicação foi causada pela mistura incorreta de produtos químicos (hipoclorito de cálcio, dicloro isocianurato e um ácido para regular o pH) na piscina, que liberou gás cloro, uma substância altamente tóxica.</p>
<p>Quem era o responsável pela manutenção da piscina e qual sua qualificação?<br />
O responsável pela manutenção da piscina era Severino José da Silva, que, na verdade, exercia a função de manobrista. Ele não possuía qualificação profissional como piscineiro e recebia instruções de dosagem dos produtos por mensagem de texto do proprietário da academia.</p>
<p>Quais foram as principais falhas apontadas pela investigação policial?<br />
A polícia investiga o caso sob a perspectiva de negligência e exposição de frequentadores a gases tóxicos. As principais falhas incluem a falta de qualificação do responsável pela manutenção, a ausência de registros obrigatórios de medição de pH, cloro e acidez da água, e o descumprimento das normas de segurança.</p>
<p>Quais foram as consequências para as vítimas?<br />
Juliana Faustino Bassetto morreu no hospital. Seu marido, Vinícius de Oliveira, passou uma semana na UTI e foi liberado. Um adolescente de 14 anos também foi internado em estado grave e já recebeu alta hospitalar.</p>
<p>Para se manter informado sobre a evolução deste caso e garantir a segurança em ambientes públicos, acompanhe sempre as últimas notícias sobre regulamentações e fiscalizações.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Proprietários de academia indiciados por homicídio doloso em São Paulo</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/proprietarios-de-academia-indiciados-por-homicidio-doloso-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 16:01:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A trágica morte de uma professora de natação e a intoxicação de outras seis pessoas em uma academia na zona leste de São Paulo resultaram em um grave indiciamento por homicídio doloso contra os três proprietários do estabelecimento. O caso, que chocou a comunidade, revela sérias falhas na segurança e na operação do local. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A trágica morte de uma professora de natação e a intoxicação de outras seis pessoas em uma academia na zona leste de São Paulo resultaram em um grave indiciamento por homicídio doloso contra os três proprietários do estabelecimento. O caso, que chocou a comunidade, revela sérias falhas na segurança e na operação do local. A investigação da Polícia Civil aponta para uma série de negligências, incluindo o manuseio inadequado de produtos químicos e a falta de alvará de funcionamento, levantando questões cruciais sobre a responsabilidade empresarial e a proteção dos frequentadores de espaços públicos. Este incidente levanta um alerta sobre a necessidade de rigor na fiscalização de estabelecimentos que oferecem atividades com risco potencial, garantindo que todas as medidas de segurança sejam estritamente seguidas para evitar novas tragédias.</p>
<p> Acidente fatal e a investigação policial</p>
<p> Detalhes da tragédia e o drama das vítimas</p>
<p>Naquele sábado fatídico, a professora de natação Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, ministrava sua aula na academia C4 Gym, localizada na zona leste de São Paulo, quando, de repente, começou a sentir-se mal. Os sintomas, rapidamente debilitantes, indicavam uma grave intoxicação. Juliana foi prontamente socorrida e levada a um hospital, onde, infelizmente, sofreu uma parada cardíaca e veio a falecer. A tragédia, no entanto, não se limitou a ela. Outras seis pessoas, incluindo o marido da professora, também foram vítimas da mesma intoxicação. Destas, quatro permanecem internadas, algumas em estado grave, lutando pela recuperação e enfrentando as consequências severas do incidente. O drama se estende às famílias, que agora buscam respostas e justiça diante de uma perda tão repentina e evitável. A comunidade local e os familiares das vítimas clamam por uma apuração rigorosa para que os responsáveis sejam devidamente penalizados e que medidas preventivas sejam implementadas em outros estabelecimentos.</p>
<p> O indiciamento por homicídio doloso</p>
<p>Após uma investigação minuciosa, a Polícia Civil concluiu que os três proprietários da academia C4 Gym devem ser responsabilizados criminalmente pela morte de Juliana Faustino Bassetto e pela intoxicação das demais vítimas. O indiciamento por homicídio doloso, caracterizado quando há intenção de matar ou quando se assume o risco de produzir o resultado morte, é uma acusação grave que recai sobre os donos. A polícia entende que as falhas e negligências na gestão e operação do estabelecimento foram tão flagrantes que os proprietários assumiram o risco de um desfecho fatal ao permitir tais condições. Este tipo de indiciamento sublinha a gravidade das omissões e decisões que levaram ao incidente, indicando que os responsáveis deveriam ter previsto e evitado o perigo iminente.</p>
<p> Falhas operacionais e a falta de segurança</p>
<p> Manuseio inadequado de produtos químicos</p>
<p>As investigações revelaram uma sucessão de erros críticos no manuseio de produtos químicos na academia. Um funcionário do estabelecimento foi incumbido de preparar cloro para ser adicionado à água da piscina. Contudo, as informações apuradas indicam que este empregado não possuía a qualificação necessária para a função de piscineiro, profissional treinado para lidar com produtos químicos e manutenção de piscinas. Mais alarmante ainda é o fato de que, mesmo sem utilizar o produto na piscina, o funcionário deixou o material em um local inadequado, próximo às pessoas que frequentavam o espaço. A inalação dos vapores químicos liberados pelo cloro concentrado foi a causa direta da intoxicação e da morte da professora Juliana. Este cenário destaca a falta de treinamento, de supervisão e o desrespeito a normas básicas de segurança que regem o manuseio de substâncias potencialmente perigosas, expondo os usuários a riscos desnecessários e catastróficos.</p>
<p> Irregularidades na academia C4 Gym</p>
<p>Além do manuseio negligente de produtos químicos, a investigação da Polícia Civil trouxe à tona outra irregularidade de peso: a academia C4 Gym operava sem o devido alvará de funcionamento. Este documento é fundamental e atesta que o estabelecimento cumpre todas as exigências legais e de segurança para operar publicamente. A ausência do alvará é um indicativo de que a academia não estava em conformidade com as normas sanitárias, estruturais e de segurança exigidas pelas autoridades, o que pode ter contribuído para o cenário de risco que resultou na tragédia. A falta de licenciamento pode significar que as instalações não foram inspecionadas quanto à adequação de equipamentos, sistemas de ventilação, procedimentos de emergência e qualificação de pessoal. Diante da descoberta, o Ministério Público de São Paulo demonstrou preocupação e já iniciou um processo para averiguar se as outras unidades da rede C4 Gym estão devidamente regularizadas e em conformidade com a legislação vigente, levantando a possibilidade de um problema sistêmico na gestão da rede.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>O trágico episódio na academia C4 Gym, que culminou com a morte de uma professora e a intoxicação de outros frequentadores, sublinha a gravidade da negligência e da falta de responsabilidade empresarial. O indiciamento dos proprietários por homicídio doloso é um passo crucial na busca por justiça e um alerta contundente sobre a importância da conformidade com as normas de segurança e a qualificação profissional em estabelecimentos que lidam com a saúde e bem-estar do público. A investigação revela falhas operacionais e administrativas que não podem ser toleradas. Este caso serve como um lembrete severo para todos os operadores de negócios sobre as consequências de ignorar a segurança e as regulamentações, impactando vidas e exigindo uma reflexão sobre a fiscalização e a legislação aplicáveis.</p>
<p> FAQ</p>
<p>O que significa o indiciamento por homicídio doloso neste caso?<br />
O indiciamento por homicídio doloso significa que a Polícia Civil considerou que os proprietários da academia agiram com intenção de matar ou, no mínimo, assumiram o risco de causar a morte da professora e as intoxicações, dada a gravidade das negligências e falhas de segurança encontradas.</p>
<p>Quais foram as principais falhas apontadas na investigação?<br />
As principais falhas incluem o manuseio inadequado de cloro por um funcionário não qualificado, o posicionamento do produto químico próximo a pessoas, levando à inalação de vapores tóxicos, e, crucialmente, a operação da academia sem o devido alvará de funcionamento, indicando falta de conformidade com normas de segurança.</p>
<p>Qual a situação das outras vítimas intoxicadas?<br />
Além da professora que faleceu, outras seis pessoas foram intoxicadas. O marido da professora está entre elas e permanece internado em estado grave. No total, quatro das vítimas ainda seguem internadas, recebendo tratamento e se recuperando dos efeitos da intoxicação.</p>
<p>Para acompanhar as atualizações sobre este caso e garantir a segurança em espaços públicos, mantenha-se informado e questione as medidas de segurança dos estabelecimentos que você frequenta.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Dono de academia teria alertado manobrista Após morte de aluna em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 02:00:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A morte de uma aluna e a intoxicação de outras cinco pessoas em uma academia de São Paulo, após uma aula de natação, revelam uma série de eventos preocupantes, agora sob investigação policial. O caso, que ganhou destaque, envolve a manipulação de produtos químicos na piscina e o depoimento crucial de um funcionário. Severino José [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A morte de uma aluna e a intoxicação de outras cinco pessoas em uma academia de São Paulo, após uma aula de natação, revelam uma série de eventos preocupantes, agora sob investigação policial. O caso, que ganhou destaque, envolve a manipulação de produtos químicos na piscina e o depoimento crucial de um funcionário. Severino José da Silva, o manobrista responsável pela manutenção da piscina, revelou à polícia detalhes que apontam para uma comunicação inusitada com o proprietário do estabelecimento após o incidente. As autoridades buscam esclarecer as responsabilidades e a sequência dos fatos que culminaram na tragédia e na posterior tentativa de alertar o funcionário sobre a presença policial, buscando desvendar o que realmente aconteceu no ambiente da academia.</p>
<p> As revelações do manobrista e o alerta do proprietário</p>
<p>Severino José da Silva, de 43 anos, funcionário da academia, prestou depoimento detalhado à polícia, expondo uma série de acontecimentos que antecederam e sucederam a morte de Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, e a intoxicação de outros alunos. Segundo Silva, que atua como manobrista, mas também era encarregado da manutenção da piscina, o proprietário do local, identificado como Celso, entrou em contato com ele no domingo, dia 8, dois dias após o incidente, para alertá sobre a investigação policial em andamento. “Vai, sai de casa que a polícia está batendo na porta de todo mundo”, teria dito o proprietário, conforme o relato do manobrista.</p>
<p>No sábado, dia 7, Juliana faleceu após uma aula de natação. Além dela, outros cinco alunos, incluindo o marido da vítima e um adolescente, apresentaram sinais de intoxicação, com dificuldades respiratórias e irritação. Severino, que também se sentiu mal, disse à polícia que, ao perceber que as pessoas estavam passando mal, tentou contatar o proprietário Celso, mas não obteve resposta imediata. O retorno só ocorreu por volta das 14h11, quando a academia já havia sido esvaziada. Ao relatar o ocorrido, Celso teria respondido com um simples &#8220;Paciência&#8221;, o que levanta questionamentos sobre a percepção da gravidade da situação por parte da administração. A ligação com o alerta sobre a polícia teria ocorrido na manhã seguinte, às 10h30. A principal linha de investigação das autoridades aponta para a manipulação inadequada de produtos químicos próximo à área de aulas, em um espaço fechado e com pouca ventilação, como causa provável da intoxicação.</p>
<p>Após seu depoimento no 42º Distrito Policial do Parque São Lucas, Severino falou rapidamente com a imprensa, acompanhado de sua advogada, reiterando sua posição de funcionário que segue ordens e informando que seu celular foi apreendido para averiguações. &#8220;Tenho a declarar que sou funcionário da empresa, sigo ordens, e meu celular foi apreendido para averiguações. É isso que tenho para falar no momento&#8221;, afirmou. Os proprietários da academia também são aguardados pelas autoridades para prestar esclarecimentos sobre o incidente e as práticas de manutenção do local.</p>
<p> Acúmulo de funções e a perigosa falta de preparo</p>
<p>O depoimento do manobrista trouxe à tona uma realidade preocupante sobre as condições de trabalho e a segurança na academia. Severino José da Silva, apesar de registrado em carteira como manobrista há cerca de três anos, acumulava diversas funções, incluindo a de abrir a unidade e realizar a manutenção das piscinas. Essa sobrecarga de responsabilidades, segundo ele, era determinada pelo proprietário Celso, que orientava o uso de produtos químicos à distância, por meio de mensagens de texto e fotos enviadas dos testes de água.</p>
<p>Um dos pontos mais críticos do depoimento de Severino é a ausência total de treinamento, habilitação técnica ou equipamentos de proteção individual (EPIs) para o manuseio de produtos químicos, essenciais para a segurança de quem executa tal tarefa. Ele afirmou que nunca recebeu tal preparo, apesar de ser o responsável pela manutenção rotineira da piscina. Essa falta de capacitação, segundo o funcionário, era de conhecimento do proprietário. Severino relatou que aprendeu os procedimentos de manutenção com o antigo manobrista da academia, que também desempenhava a mesma função sem o devido preparo técnico. A rotina consistia em medir os níveis da água da piscina, fotografar o resultado e enviar a imagem a Celso, que então indicava quais produtos deveriam ser aplicados e em qual quantidade. Essa prática levanta sérias dúvidas sobre a gestão da segurança e saúde ocupacional no estabelecimento.</p>
<p> A aplicação dos produtos químicos no dia do incidente</p>
<p>A cronologia dos eventos que culminaram na tragédia começou na quinta-feira anterior ao incidente, quando Severino percebeu que a água da piscina estava turva e comunicou o fato ao proprietário. Na sexta-feira, após a última aula de natação, ele recebeu ordens para aplicar apenas cloro na piscina maior. No sábado, dia do incidente, a água da piscina ainda apresentava uma aparência turva. Mesmo com alunos já presentes e utilizando a piscina, Celso teria solicitado uma nova testagem e, em seguida, orientado a aplicação de seis a oito medidas do produto HIDROALL Hiperclor 60.</p>
<p>Severino afirmou em depoimento que não despejou o produto diretamente na piscina. Segundo seu relato, ele preparou a solução em um balde, utilizando água da própria piscina, adicionou seis medidas de cloro e deixou o recipiente próximo à área da piscina, a cerca de dois metros da borda, antes de retornar às suas funções como manobrista. Não há informações concretas sobre se alguém chegou a jogar o produto na piscina após a preparação de Severino. Cerca de dez minutos depois da aplicação e do preparo do balde, o funcionário percebeu uma movimentação incomum na academia e sentiu um forte cheiro de cloro no ar. Ele relatou ter visto uma mulher sentada na recepção, amparada pelo marido, e um pai socorrendo o filho adolescente, ambos apresentando sinais de mal-estar. Os professores foram imediatamente avisados e prontamente retiraram todos os alunos da piscina. O próprio Severino disse ter apresentado dificuldades respiratórias e irritação na garganta e nos olhos devido à inalação do produto.</p>
<p> Socorro e evacuação</p>
<p>Uma viatura da Guarda Civil Metropolitana (GCM) que passava pela rua foi acionada para prestar socorro inicial. A recepcionista da academia também realizou ligações para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e para o Corpo de Bombeiros, mas, conforme o depoimento de Severino, nenhuma viatura compareceu ao local. As vítimas foram, portanto, socorridas por meios próprios e por pessoas presentes. Após o atendimento emergencial, o funcionário removeu o balde com o produto químico da área da piscina e o levou para a área externa da academia, que foi evacuada e fechada logo em seguida.</p>
<p>Severino reforçou em seu depoimento que o único produto aplicado por ele naquele dia foi o HIDROALL Hiperclor 60, uma substância que, segundo ele, havia sido adotada recentemente por decisão do proprietário, que estaria testando um &#8220;novo tipo de cloro&#8221;. Anteriormente, outro produto era utilizado para a manutenção da piscina. O manobrista também mencionou que, há cerca de um ano, quando a piscina apresentou um problema, um técnico especializado realizou o serviço para regularizar a qualidade da água. Esse profissional teria oferecido seus serviços de forma permanente, mas o proprietário optou por manter toda a responsabilidade da manutenção sob os cuidados de Severino, sem o devido preparo ou treinamento.</p>
<p> A investigação e as respostas da academia</p>
<p>As autoridades, por meio do 42º Distrito Policial, continuam a investigar minuciosamente o caso, com foco na manipulação dos produtos químicos e nas condições de segurança oferecidas pela academia. A principal suspeita recai sobre a inadequada aplicação e manuseio de substâncias em um ambiente com pouca ventilação, o que pode ter gerado gases tóxicos e causado a intoxicação dos presentes. Há também a informação de que o delegado responsável pelo caso investiga a possibilidade de que o proprietário da academia tenha apagado mensagens que continham as orientações para o funcionário sobre o uso de químicos na piscina, o que, se comprovado, configuraria uma tentativa de obstrução da justiça.</p>
<p>Os advogados que representavam a academia, identificada como C4 Gym, renunciaram ao caso, e até o momento, nenhum outro representante legal da empresa foi encontrado para se manifestar sobre os fatos. Nas redes sociais, a direção da academia divulgou um comunicado em que &#8220;lamenta profundamente o ocorrido em sua unidade no último sábado (07/02) e informa que prestou imediato atendimento a todos os envolvidos e que mantém contato direto com alunos e familiares para oferecer todo o suporte necessário&#8221;. A empresa afirmou estar &#8220;colaborando integralmente com as autoridades competentes, contribuindo com todas as etapas da investigação em andamento&#8221;.</p>
<p>Sobre a permissão de funcionamento, a C4 Gym informou possuir Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), regularidade junto ao Conselho Regional de Educação Física (CREF) e alvará da Vigilância Sanitária válido desde 2023. No entanto, a Prefeitura de São Paulo já iniciou um processo de cassação da licença de funcionamento da academia, demonstrando a seriedade com que o incidente está sendo tratado pelos órgãos públicos. Este caso lança um alerta sobre a necessidade de fiscalização rigorosa e a importância de que estabelecimentos que lidam com produtos químicos e oferecem serviços de saúde e bem-estar sigam todas as normas de segurança e tenham profissionais devidamente capacitados para suas funções. A investigação segue para determinar todas as responsabilidades e garantir que situações como esta não se repitam.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> Quem é a vítima fatal do incidente na academia?<br />
A vítima fatal do incidente é Juliana Faustino Bassetto, uma professora de 27 anos, que faleceu após uma aula de natação na academia.</p>
<p> Qual a principal suspeita da polícia sobre a causa da intoxicação?<br />
A principal suspeita da polícia é que a manipulação e aplicação inadequada de produtos químicos próximo à área da piscina, em um ambiente fechado e com pouca ventilação, causou a intoxicação dos alunos e o óbito da vítima.</p>
<p> O que o manobrista afirmou em seu depoimento?<br />
Severino José da Silva, o manobrista, afirmou que não tinha treinamento ou EPIs para manusear produtos químicos, seguia ordens do proprietário por mensagens e foi alertado por ele a &#8220;sair de casa&#8221; por causa da polícia após o incidente. Ele também detalhou a aplicação do produto no dia da intoxicação.</p>
<p> Quais as consequências para a academia após o ocorrido?<br />
Além da investigação policial em andamento, os advogados da academia renunciaram ao caso, e a Prefeitura de São Paulo iniciou um processo de cassação da licença de funcionamento do estabelecimento.</p>
<p>Acompanhe as atualizações deste caso e garanta a segurança em ambientes com piscinas, informando-se sobre as normas de manutenção e uso de produtos químicos.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Professora morre após intoxicação em piscina de academia na zona leste de</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 07:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[gym]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A trágica morte de uma professora de 27 anos após uma aula de natação na Zona Leste de São Paulo chocou a comunidade e levantou sérias questões sobre a segurança em estabelecimentos comerciais. Juliana Faustino Bassetto, que frequentava a piscina da academia C4 GYM com o marido, Vinicius de Oliveira, há quase um ano, faleceu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A trágica morte de uma professora de 27 anos após uma aula de natação na Zona Leste de São Paulo chocou a comunidade e levantou sérias questões sobre a segurança em estabelecimentos comerciais. Juliana Faustino Bassetto, que frequentava a piscina da academia C4 GYM com o marido, Vinicius de Oliveira, há quase um ano, faleceu depois de apresentar mal-estar grave, supostamente causado pela inalação de produtos químicos. O incidente, ocorrido no último sábado (7), resultou não apenas na perda de Juliana, mas também na internação em estado grave de seu marido e de um adolescente de 14 anos. A investigação, que revelou a ausência de alvará de funcionamento da academia, aponta para uma possível intoxicação por uma mistura de produtos de limpeza, gerando um cenário de profunda consternação e clamor por justiça.</p>
<p> A tragédia na C4 GYM e o perfil da vítima</p>
<p>Juliana Faustino Bassetto, uma jovem professora de 27 anos, teve sua vida abruptamente interrompida após um incidente em uma piscina de academia na Zona Leste de São Paulo. Conhecida por sua dedicação profissional em uma escola particular no bairro Cidade Líder, Juliana era também apaixonada por ioga e membro ativo de uma comunidade espírita, onde encontrava refúgio e conexão. Sua rotina incluía aulas de natação na C4 GYM, local que frequentava assiduamente há 11 meses, sempre na companhia de seu marido, Vinicius de Oliveira. O casal, que havia se casado em dezembro de 2024 e recém-adquirido um apartamento, nutria planos de ter filhos e construir uma família, projetos agora tragicamente interrompidos por um evento inesperado e devastador. A perda de Juliana deixa um vazio imenso em sua família, amigos e na comunidade escolar, que lamentam a partida precoce de uma pessoa tão querida e cheia de vida.</p>
<p> Detalhes do incidente e as primeiras vítimas</p>
<p>No fatídico sábado, 7 de fevereiro, Juliana e Vinicius participavam da aula de natação como de costume, quando ambos notaram uma anomalia preocupante: a água da piscina apresentava um odor forte e incomum, além de um gosto estranho. Sentindo-se indispostos com a situação, prontamente comunicaram o professor responsável pela aula, o que levou à imediata retirada de todos os alunos do local como medida de precaução. O casal, então, buscou atendimento médico no Hospital Santa Helena, em Santo André, esperando por uma rápida recuperação. Infelizmente, o quadro de Juliana se agravou de forma alarmante e rápida, culminando em uma parada cardíaca fatal. Vinicius, seu marido, também necessitou de internação e, até o momento da publicação desta reportagem, permanece em estado grave, lutando pela vida. Além deles, a tragédia atingiu outra vítima: um adolescente de 14 anos, que também estava na piscina e passou mal, foi internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), igualmente em condição séria. Outras duas pessoas que tiveram contato com a água ou o ambiente foram atendidas e liberadas após receberem os devidos cuidados médicos, evidenciando a extensão do risco no local.</p>
<p> Investigação revela falta de alvará e suspeita de intoxicação química</p>
<p>A complexidade do caso se aprofunda com os resultados preliminares da investigação conduzida pela Polícia Civil. A principal linha de apuração, conforme as autoridades, aponta para uma possível e grave intoxicação por inalação de produtos químicos. No local da piscina da C4 GYM, peritos encontraram um balde contendo cerca de 20 litros de uma mistura de substâncias de limpeza, que pode ter reagido de forma perigosa e contaminado o ambiente com vapores tóxicos. O delegado Alexandre Bento, do 42º Distrito Policial (Parque São Lucas), responsável pelo inquérito, afirmou que a perícia inicial sugere uma reação química que intoxicou o ar, gerando o envenenamento das vítimas que frequentavam o espaço. Contudo, a possibilidade de haver produto diretamente na água da piscina, potencializando os riscos, ainda não foi descartada e segue sob análise. A equipe de investigação aguarda a liberação total do espaço para aprofundar a perícia e compreender exatamente quais produtos foram utilizados e como a dinâmica dos fatos se desenrolou para causar tal tragédia. A busca pelos responsáveis e a coleta de depoimentos de testemunhas são prioridades para o esclarecimento completo.</p>
<p> Desdobramentos da perícia e a interdição do estabelecimento</p>
<p>Um dos aspectos mais alarmantes revelados pela investigação policial é que a Academia C4 GYM não possuía alvará de funcionamento, operando de forma irregular. Esta grave irregularidade, somada ao incidente trágico, levou à interdição imediata do estabelecimento pela Vigilância Sanitária no domingo (8), um dia após a ocorrência. O delegado Bento também ressaltou a dificuldade inicial enfrentada pelas autoridades para acessar o local do crime. Segundo ele, os responsáveis pela academia fecharam o estabelecimento logo após o acidente e, de forma preocupante, não informaram a polícia sobre o ocorrido. As autoridades só tomaram conhecimento da gravidade da situação após a morte de Juliana. Para realizar a perícia e apreender os objetos necessários à apuração dos fatos, as equipes policiais tiveram que arrombar o local, que ficava em frente a uma delegacia, o que levanta ainda mais questionamentos sobre a conduta dos gestores. Testemunhas indicaram que a mistura dos produtos químicos era feita por um manobrista, informação que está sendo minuciosamente verificada pela polícia. A direção da C4 GYM, por meio de nota oficial, lamentou profundamente o ocorrido, informou ter prestado atendimento imediato a todos os envolvidos e garantiu total colaboração com as autoridades competentes. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirmou a investigação em andamento pelo 42° Distrito Policial, com foco no esclarecimento total dos fatos e na responsabilização dos envolvidos.</p>
<p> O futuro da investigação e o impacto na comunidade</p>
<p>A morte de Juliana Faustino Bassetto e a grave intoxicação de outras vítimas na Academia C4 GYM abrem um capítulo de dor e questionamentos profundos para a sociedade. A investigação policial prossegue incansavelmente com a busca pelos responsáveis pela tragédia e o detalhamento das substâncias químicas envolvidas, enquanto a academia permanece interditada, aguardando definições judiciais e administrativas devido à ausência de alvará de funcionamento e às violações de segurança. Este lamentável episódio serve como um alerta contundente sobre a importância da fiscalização rigorosa, do cumprimento das normas de segurança e da responsabilidade em ambientes de uso coletivo, onde a vida e a saúde dos cidadãos devem ser prioridade absoluta. A comunidade aguarda com expectativa por respostas claras e justiça para Juliana e sua família, que se despedem da jovem professora em meio a planos e sonhos interrompidos, um reflexo amargo das consequências devastadoras de falhas na segurança e na gestão de estabelecimentos.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre o caso</p>
<p>O que causou a morte da professora Juliana Faustino Bassetto?<br />
A principal suspeita, segundo a investigação policial, é de que Juliana tenha morrido por intoxicação após inalar uma mistura de produtos químicos usados para a limpeza da piscina da academia, que teria reagido e contaminado o ar do local. A investigação ainda avalia se havia produtos tóxicos diretamente na água.</p>
<p>Quantas pessoas foram afetadas pelo incidente na academia?<br />
Até o momento, a polícia confirmou que cinco pessoas foram afetadas. Juliana Faustino Bassetto faleceu, seu marido Vinicius de Oliveira e um adolescente de 14 anos permanecem internados em estado grave, e outras duas pessoas receberam atendimento médico e foram liberadas.</p>
<p>A academia C4 GYM estava regularizada para funcionar?<br />
Não. A investigação revelou que a Academia C4 GYM não possuía alvará de funcionamento e, por isso, foi interditada pela Vigilância Sanitária no dia seguinte ao incidente.</p>
<p>Para se manter atualizado sobre os desdobramentos desta investigação e outras notícias relevantes, continue acompanhando as nossas publicações.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://g1.globo.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://g1.globo.com</a></em></p>
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		<title>Academia Alexan representa Osasco na abertura de jogo da NBA em Orlando, EUA</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jan 2025 23:48:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na noite deste domingo, 19/01, a academia Alexan, do bairro Jardim de Abril, em Osasco, fez a abertura do jogo Orlando Magic X Denver Nuggets, em Orlando nos EUA. A equipe composta por 19 bailarinos encantou o público presente com uma performance de hip hop num estilo futurista, concluindo a apresentação com um robô humano, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na noite deste domingo, 19/01, a academia Alexan, do bairro Jardim de Abril, em Osasco, fez a abertura do jogo Orlando Magic X Denver Nuggets, em Orlando nos EUA.</p>
<p>A equipe composta por 19 bailarinos encantou o público presente com uma performance de hip hop num estilo futurista, concluindo a apresentação com um robô humano, vibrante, evidenciando o talento e a paixão pelo esporte e pela dança.</p>
<p>Os bailarinos após saírem da Arena foram aclamados por pessoas que assistiram a partida elogiando o desempenho e a alegria que só os brasileiros tem.</p>
<p>No próximo domingo, 26/1, a Academia se apresentará com um pocket show no Disney Springs. Serão 25 minutos de dança com temas da Disney.</p>
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		<title>Academia da Bluefit é inaugurada no Shopping Central Park</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 13:45:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Shopping Central Park, localizado entre as cidades de Vargem Grande Paulista e Cotia, inaugurou, na noite de 31 de julho, a unidade da rede de academias Bluefit, que passa a atender toda a região. Fundada em 2015 em Santo André (SP), a Bluefit se lançou ao mercado para ajudar as pessoas a não terem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><span lang="pt"><em>O Shopping Central Park, localizado entre as cidades de Vargem Grande Paulista e Cotia, inaugurou, na noite de 31 de julho, a unidade da rede de academias Bluefit, que passa a atender toda a região.</em></span></h4>
<p><span lang="pt"></p>
<p>Fundada em 2015 em Santo André (SP), a Bluefit se lançou ao mercado para ajudar as pessoas a não terem mais desculpas para não treinar e logo se tornou uma rede. Nos primeiros 4 anos, o grupo se expandiu para mais 8 estados e, atualmente, conta com mais de 130 unidades em todo o país.</p>
<p>A mais nova unidade da Bluefit fica no Shopping Central Park, na Avenida Ivo Mario Isaac Pires, 4.040, no Tijuco Preto, em Vargem Grande Paulista. A empresa traz o conceito “Bluefit, a sua academia” e oferece equipamentos modernos, estrutura de ponta, equipe treinada, horário de atendimento estendido e grade de aulas com mais de 30 modalidades como danças, lutas e ginástica.</p>
<p>Os planos disponíveis podem ser conferidos neste link (</span><a href="https://bluefit.com.br/sobre" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://bluefit.com.br/sobre&amp;source=gmail&amp;ust=1723207043436000&amp;usg=AOvVaw1oiq1aYPzKuTB2F0sXfB33"><span lang="pt">https://bluefit.com.br/sobre</span></a><span lang="pt">)<wbr />. Para os alunos da Bluefit do Shopping Central Park, o estacionamento será gratuito por três horas.</p>
<p>“Ficamos felizes em contar com a rede de academias com o melhor custo-benefício do país. A presença da Bluefit engrandece nosso empreendimento e a população da região está convidada para conhecer essa academia de excelência”, diz Thiago Rabecchi, superintendente do Shopping Central Park, administrado pela WE9.</p>
<p><b>Shopping Central Park</b><br />
<b>Endereço: Av. Ivo Mario Isaac Pires, 4.040, Tijuco Preto, Vargem Grande Paulista/SP</b><br />
Funcionamento:<br />
Lojas &#8211; Seg. a sáb. das 10h às 22h / domingos e feriados das 14h às 20h.<br />
Praça de Alimentação &#8211; Seg. a sáb. das 11h às 22h / domingos e feriados das 14h às 20h.<b><br />
</b>Facebook: shoppingcentralparkcotia<br />
</span>Instagram: @shoppingcentralparkcotia</p>
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