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	<title>violência contra mulheres &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>violência contra mulheres &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<item>
		<title>Cotia promove pacto interinstitucional de enfrentamento à violência contra mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 13:38:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotia]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento “Cotia por Elas” reúne segurança pública, justiça, educação, saúde e assistência social em mobilização pela proteção das mulheres O enfrentamento à violência contra mulheres será tema de um grande encontro interinstitucional promovido por meio de uma pareceria entre a Prefeitura de Cotia, a Polícia Militar e a Polícia Civil na próxima quinta-feira (28), no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-element elementor-element-25054ba elementor-widget elementor-widget-text-editor" data-id="25054ba" data-element_type="widget" data-e-type="widget" data-widget_type="text-editor.default">
<div class="elementor-widget-container"><em><strong>Evento “Cotia por Elas” reúne segurança pública, justiça, educação, saúde e assistência social em mobilização pela proteção das mulheres</strong></em></div>
</div>
<div>
<p>O enfrentamento à violência contra mulheres será tema de um grande encontro interinstitucional promovido por meio de uma pareceria entre a Prefeitura de Cotia, a Polícia Militar e a Polícia Civil na próxima quinta-feira (28), no Teatro Municipal de Cotia – Regente Antônio Pio.</p>
<p>Com o tema “Cotia por Elas”, o evento reunirá representantes das forças de segurança, sistema de justiça, rede de assistência social, saúde, educação, conselhos municipais e sociedade civil em uma ampla mobilização voltada à proteção das mulheres e ao fortalecimento das políticas públicas de enfrentamento à violência de gênero.</p>
<p>A programação acontece das 8h30 às 17h e contará com palestras, painéis temáticos, apresentações institucionais, intervenções culturais e dramatizações que irão retratar situações reais de violência doméstica e os fluxos de atendimento oferecidos pela rede de proteção.</p>
<p>A proposta do evento é ampliar o diálogo entre os diferentes setores envolvidos no atendimento às mulheres em situação de violência, promovendo integração, qualificação profissional e conscientização social. “O mais importante  é fazer com que as informações cheguem ao público que mais precisa – mulheres vítimas de violência doméstica”, destacou o Comandante da 3ª companhia do 33º Batalhão da Polícia Militar Luis Campanhã.</p>
<p>Entre os destaques da programação estão os painéis sobre a atuação da Patrulha Maria da Penha da Polícia Militar, Guardiã Maria da Penha da Guarda Civil Municipal, Polícia Civil, sistema de justiça e rede municipal de atendimento à mulher.</p>
<p>A programação também contará com palestra magna da chefe do Anexo de Violência Doméstica, Raquel Loureiro Pina, além de debates sobre o papel da educação na prevenção da violência de gênero.</p>
<p>Um dos diferenciais do “Cotia por Elas” será a dramatização integrada apresentada ao longo do evento. As cenas retratarão uma situação de violência doméstica com presença de criança e adolescente, permitindo ao público compreender, na prática, como ocorre o acolhimento da vítima e a atuação de cada órgão da rede de proteção.</p>
<p>Segundo a Scretária das Mulheres, Direitos Humanos e Neurodiversidade Solange Aroeira, o evento busca fortalecer o compromisso institucional do município com a defesa dos direitos das mulheres e consolidar políticas públicas articuladas, permanentes e humanizadas.</p>
<p>A violência contra mulheres segue sendo uma das mais graves violações de direitos humanos no país. Por isso, iniciativas que promovem informação, acolhimento e integração entre os serviços públicos tornam-se fundamentais para romper ciclos de violência e ampliar a proteção às vítimas.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Cotia por Elas – Um pacto interinstitucional para o enfrentamento à violência contra mulheres</strong></p>
<p>📍 Local: Teatro Municipal de Cotia – Regente Antônio Pio<br />
📅 Data: 28 de maio de 2026<br />
⏰ Horário: das 8h30 às 17h<br />
🎟 Entrada gratuita</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p><strong>08h00</strong> – Credenciamento e acolhimento<br />
<strong>09h00</strong> – Abertura institucional</p>
<p><strong>09h10</strong> – Cena 1<br />
<strong>09h20 às 09h45</strong> – Patrulha Maria da Penha – PMESP<br />
<strong>09h50 às 10h20</strong> – Guardiã Maria da Penha – GCM<br />
<strong>10h25 às 11h00</strong> – Painel 1 | Segurança Pública</p>
<p><strong>11h05</strong> – Cena 2<br />
<strong>11h15 às 11h40</strong> – Polícia Civil e enfrentamento à violência doméstica<br />
<strong>11h45 às 12h20</strong> – Painel 2 | Sistema de Justiça e Responsabilização</p>
<p><strong>12h30 às 13h30</strong> – Intervalo para almoço</p>
<p><strong>13h35 às 14h15</strong> – Palestra Magna | Raquel Loureiro Pina<br />
<strong>14h20 às 14h55</strong> – Painel 3 | Rede de Atendimento à Mulher</p>
<p><strong>15h00</strong> – Cena 3<br />
<strong>15h15 às 15h40</strong> – Palestra | Educação<br />
<strong>15h45 às 16h10</strong> – Painel 4 | Educação como Prevenção</p>
<p><strong>17h00</strong> – Encerramento institucional</p>
</div>
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		<item>
		<title>CIOESTE define ações para combater causas da violência contra a mulher em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 17:56:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Cajamar]]></category>
		<category><![CDATA[Cioeste]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 11 de dezembro de 2024, a Câmara Técnica (CT) de Gênero do Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (CIOESTE) reuniu-se para definir o tema central de suas ações para 2025: o combate às causas da violência contra a mulher, com ênfase no enfrentamento do machismo estrutural, capacitação feminina para o mercado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 11 de dezembro de 2024, a Câmara Técnica (CT) de Gênero do Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (CIOESTE) reuniu-se para definir o tema central de suas ações para 2025: o combate às causas da violência contra a mulher, com ênfase no enfrentamento do machismo estrutural, capacitação feminina para o mercado de trabalho e empoderamento das mulheres.</p>
<p>O encontro foi presidido por Rosângela Jesus Batista, diretora vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social de Cajamar e coordenadora da CT de Gênero, com mediação de Carlos Abraão, diretor de Programas e Projetos do CIOESTE, e Elisa Vidal, assistente do Consórcio. Participaram técnicas representantes dos municípios membros e a diretora do Departamento de Bem-Estar Social de São Roque, Ana Cristina Antônio Alda.</p>
<p>Os participantes compartilharam experiências e desafios enfrentados em suas localidades, destacando a necessidade de abordar as causas estruturais do machismo. Uma das propostas foi a elaboração de um manual sobre machismo estrutural, destinado a identificar comportamentos que perpetuam a desigualdade de gênero e contribuem para a violência contra a mulher.</p>
<p>O plano de trabalho para o próximo ano busca atuar nas causas da violência de gênero, complementando iniciativas já existentes que focam nas consequências, como a Casa de Abrigo e a Casa de Passagem para mulheres em situação de violência. As novas ações incluem a capacitação de profissionais de recursos humanos em empresas, promovendo a igualdade de gênero no ambiente de trabalho e incentivando a ascensão de mulheres a cargos de liderança. Além disso, foi discutida a importância de parcerias com o judiciário para aprimorar a atuação nas varas especializadas em violência contra a mulher.</p>
<p>A reunião também enfatizou a desconstrução da cultura machista por meio de encontros formativos para servidores públicos, buscando ampliar o debate de gênero para além dos grupos habituais e engajar setores como a Guarda Civil e profissionais da educação. Ficou acordado que, após a reestruturação do CIOESTE, com a eleição da nova presidência e consequente nomeação de novos coordenadores de grupo, será realizada, ao final de janeiro, a primeira reunião do GT de Gênero de 2025.</p>
<p>Essas iniciativas refletem o compromisso do CIOESTE e de seus municípios membros em promover a igualdade de gênero e combater a violência contra a mulher de forma abrangente e integrada.</p>
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		<item>
		<title>Ligue 180 registra aumento de 43,7% nas denúncias em São Paulo neste ano</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/ligue-180-registra-aumento-de-437-nas-denuncias-em-sao-paulo-neste-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 03:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atendimento a Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[denúncias]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[ministérios]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[vítima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até julho, foram 20,2 mil denúncias no estado. A ligação é gratuita e o serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana O Ligue 180, dispositivo central na estratégia de enfrentamento da violência contra a mulher no país, já recebeu, até o mês de julho, 84,3 mil denúncias, volume que equivale a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><em>Até julho, foram 20,2 mil denúncias no estado. A ligação é gratuita e o serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana</em></h4>
<p>O Ligue 180, dispositivo central na estratégia de enfrentamento da violência contra a mulher no país, já recebeu, até o mês de julho, 84,3 mil denúncias, volume que equivale a um aumento de 33,5% em relação ao mesmo período em 2023. De São Paulo, em 2024, a Central registrou 20,2 mil denúncias — um aumento de 43,7% em relação ao mesmo período do ano passado.<br />
Entre as denúncias realizadas, 11.816 foram apresentadas pela própria vítima, enquanto em 8.436 o denunciante foi uma terceira pessoa. A casa da vítima ainda é o cenário onde mais situações de violência são registradas. Em São Paulo, 8.665 denúncias tinham este contexto.<br />
O maior número de denúncias está relacionado à violência contra mulheres entre 40 e 44 anos (2.860). São as mulheres negras as vítimas mais frequentes nas denúncias (11.783 são pretas ou pardas) e são os seus esposos e companheiros (ou ex-companheiros) aqueles que mais cometem atos violentos (7.422).</p>
<table class="m_5776311555991554692image" width="967" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img decoding="async" class="CToWUd a6T" tabindex="0" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_NZE3Nh55v6BzJn6VCeSEPspMiLIEn8jwUxpVJpW95vwZ-U0nZ6QTjPMLto8GhOM4KhT9a3g8pZ9rkUAmAy-606zH7BSWF8glHoo7QMtzoN36lzilgEXqq4URk2fE7I-IY9M4ckmqmRcogEPb5yYqdw6W3tk5aP4Kut4eZEkhBU8OMcnYOvYDcd6-aIimF4K_IxYglaEpBZVO94UdonJucwygnrv1tD2AWu0q3oJtNrP55hExaFR8lTt-Yrrjkhu=s0-d-e1-ft#https://s2408.imxsnd18.com/6==QO4oTN4M2NlFmOt92YuwWah12ZAVGdzV2bvFWanVmchRGbhRXanlGZsFmby9ma6cjM3YzM0MjM1EjOnBnauczNwgTM5kDOwMjRyUCOwMzb0VXYGJTJ2IDMx8VL1ETLf9VLwITLfpTM" alt="" width="967" data-bit="iit" /></p>
<table border="0" width="967" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="967"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Infográfico 1 &#8211; Dados de São Paulo, relativos ao número de denúncias recebidas no Ligue 180</p>
<p><strong>CAMPANHA</strong> – Nesta primeira quinzena de agosto, o Ministério das Mulheres lançou a campanha “Feminicídio Zero — Nenhuma violência contra a mulher deve ser tolerada”, com o propósito de perceber as situações de violência contra a mulher, bem como de enfrentá-las e interrompê-las, para que não existam atos extremos de violência baseada em gênero, como o feminicídio.</p>
<p>A campanha marca o aniversário de 18 anos da Lei Maria da Penha, no mês dedicado à conscientização para o fim da violência contra a mulher, o &#8220;Agosto Lilás&#8221;. Na noite do dia 7 de agosto (quarta-feira), uma projeção no Congresso Nacional trouxe frases da campanha e divulgou o Ligue 180 — Central de Atendimento à Mulher como principal canal para buscar ajuda, informações e também para registrar denúncias.</p>
<p>&#8220;O 180 tem a característica de ser muito mais preventivo e colaborativo. Gostamos de dizer que se você precisa de informações, Ligue 180. Se você está em uma situação de emergência, ligue 190&#8221;, pontuou a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves. &#8220;Muitas vezes tem um vizinho, uma amiga, que não sabe o que fazer quando vivencia uma situação de violência contra a mulher. O Ligue 180 é essa referência&#8221;, completou a ministra.</p>
<p>O Governo Federal ainda anunciou neste mês mais uma etapa da reestruturação do Ligue 180, que agora passa a atuar de forma totalmente independente à Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos. De acordo com o Ministério das Mulheres, a mudança retoma o Ligue 180 como um serviço de utilidade pública essencial ao enfrentamento à violência contra mulheres. A ligação é gratuita e o serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana.</p>
<ul>
<li><strong>É possível fazer a ligação de qualquer lugar do Brasil ou acionar o </strong><a href="https://wa.link/bjkc8a" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://wa.link/bjkc8a&amp;source=gmail&amp;ust=1724333473318000&amp;usg=AOvVaw247SeFtOxZ9mr2K1YsiVS4">canal via chat no Whatsapp (61) 9610-0180</a></li>
<li><strong>Em casos de emergência, deve ser acionada a Polícia Militar, por meio do telefone 190</strong></li>
<li><a href="https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiZGQwYjc4ZDgtYjY1NS00ZWJjLWEwYzAtYzJlYzAzODhmNzlhIiwidCI6ImEzMzc1ZTI0LTI0OWEtNDBhYS1hMzZhLTA4NjUwMzdlZjQzZSJ9" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://app.powerbi.com/view?r%3DeyJrIjoiZGQwYjc4ZDgtYjY1NS00ZWJjLWEwYzAtYzJlYzAzODhmNzlhIiwidCI6ImEzMzc1ZTI0LTI0OWEtNDBhYS1hMzZhLTA4NjUwMzdlZjQzZSJ9&amp;source=gmail&amp;ust=1724333473318000&amp;usg=AOvVaw1aEXm9mMEmxANopTW8yVhj">Ligue 180 &#8211; Painel de Dados</a></li>
</ul>
<p><strong>REGIONAL</strong> — O Sudeste soma um total de ligações bem superior às demais regiões do país. Até o mês de julho, o Ligue 180 recebeu 121,2 mil ligações dos quatro estados da região, onde residem 42% da população brasileira. As demais regiões, somadas, registram pouco mais de 129 mil ligações para a Central.</p>
<p>Este volume resultou em 44,1 mil denúncias no Sudeste — e o registro de 44,7 mil violações dos direitos das mulheres. Em relação ao mesmo período do ano passado, a Central registrou aumento nas denúncias (36,7%) e violações (37,2%) no Sudeste, ainda que o registro de ligações tenha sido menor: em 2023, de janeiro a julho, foram 155,1 mil.</p>
<p>O Nordeste registrou 65,8 mil ligações em 2024 e, na sequência, aparecem as regiões Sul (23.168), Centro-Oeste (22.328) e Norte (17.694). Em 602 ligações recebidas pelo Ligue 180, o estado não foi identificado.</p>
<p><strong>GÊNERO</strong> — As denúncias apresentadas por meio da Central identificam os homens como suspeitos dos atos de violência, na maioria dos casos (68,6%). Nos dados de 2024 também há casos nos quais são mulheres as que cometem violência contra outras mulheres (20,4%). Ao longo do ano de 2023, 72,4% das denúncias tinham o gênero masculino como suspeito das violações, enquanto 18,7% registravam o gênero feminino.</p>
<p><strong>REFORMULAÇÃO DO SERVIÇO</strong> — O ano de 2023 foi marcado pela reestruturação e maior divulgação da Central em campanhas de utilidade pública. A partir do diagnóstico do Ligue 180, verificou-se que a rede de atendimento para a qual são endereçadas as denúncias recebidas não estava completamente mapeada, o que poderia prejudicar o encaminhamento de denúncias às autoridades ou a indicação de locais de atendimento requeridos pelas usuárias.<br />
No ano passado, o Ministério das Mulheres atualizou essa base de dados, que conta com informações sobre endereços e telefones de mais de 2,5 mil serviços especializados da Rede de Atendimento à Mulher, além de informações que tratam de direitos e garantias da mulher em situação de violência. Foram incluídos desde termos que denominam diferentes tipos de violência de gênero, incluindo conceitos como consentimento, estupro de vulnerável, importunação sexual, violência sexual mediante fraude, estupro corretivo e stalking.<br />
<strong>Acesse os serviços da Rede de Atendimento à Mulher disponíveis em São Paulo</strong></p>
<table class="m_5776311555991554692image" width="660" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><a href="https://www.gov.br/mulheres/pt-br/ligue-180" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.gov.br/mulheres/pt-br/ligue-180&amp;source=gmail&amp;ust=1724333473318000&amp;usg=AOvVaw3vZPD0Ea1J7psrTNb7_x9s"><img decoding="async" class="CToWUd" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_NYmlqia39CgzK-TzMPI2EcpG5S4MdQ0Ni04Y6FH94y9UR4ZPBY3C75MW_eZwFM1x4vYLyk7XvhvD5_t2vyz18qwX7CC9Zqrr2e5idqp2vKVNHirAhoSyn26dk2QmnXUYvp1SNvg9cOUjnlRhO0hHnDJCYjeRxgdNtITkJj2SE6aC3z4pXGUJCXEZJ-Oc9QMH68iM2-fxmo4H43M78IOf0I4mhYsVX59buGON1KbH_2wcFgo1JQTbEA7-3_RST2l=s0-d-e1-ft#https://s2408.imxsnd18.com/8==QO4ojMihTZmJjOt92YuwWah12ZAVGdzV2bvFWanVmchRGbhRXanlGZsFmby9ma6cjM3YzM0MjM1EjOnBnauEzM4IDOxQTNzIjRyUSNzIzb0VXYGJTJ2IDMx8VL1ETLf9VLwITLfpDN" alt="" width="660" data-bit="iit" /></a></p>
<table border="0" width="660" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="660"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a href="https://www.gov.br/mulheres/pt-br/ligue-180" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.gov.br/mulheres/pt-br/ligue-180&amp;source=gmail&amp;ust=1724333473318000&amp;usg=AOvVaw3vZPD0Ea1J7psrTNb7_x9s">Infográfico 2 &#8211; O Ministério das Mulheres atualizou a base de dados, que conta com endereços e telefones de mais de 2,5 mil serviços especializados da Rede de Atendimento à Mulher</a><br />
A partir de abril, o Ligue 180 também passou a ter um canal de atendimento exclusivo no WhatsApp e, até dezembro, foram recebidas 6.689 mensagens com pedidos de informações ou apresentação de denúncias. “O Ligue 180 é um canal que orienta as mulheres sobre os mais diversos direitos que elas têm, além dos serviços especializados que estão mais próximos dela. Às vezes a mulher tem medo de seguir em frente com uma denúncia, porque ela acha que vai perder a casa ou a guarda dos filhos, por exemplo. Então as atendentes do canal repassam informações importantíssimas para que as vítimas se sintam seguras e acolhidas”, explica Ellen Costa, coordenadora-geral da Central de Atendimento à Mulher.<br />
A Central de Atendimento à Mulher recebeu, ao longo de 2023, um total de 522,3 mil ligações, o que representa uma média de 1.431 ligações diárias. A maior procura foi proveniente do Sudeste, com 259,4 mil chamadas, seguida do Nordeste, com quase 130 mil ligações, Sul (52,4 mil), Norte (40 mil) e Centro-Oeste (39,9 mil).<br />
A maior procura pelo Ligue 180 fez com que o volume de denúncias de violência contra mulheres em 2023 fosse 23% maior que as informadas no ano anterior, passando de 95,8 mil para 117,8 mil. A Central presta atendimentos de orientação sobre leis, direitos das mulheres e serviços da rede de atendimento (Casa da Mulher Brasileira, centros de referências, delegacias de atendimento à mulher, defensorias públicas, núcleos Integrados de atendimento às mulheres, entre outros); com informações sobre a localidade dos serviços especializados da rede, assim como o registro e encaminhamento de denúncias aos órgãos competentes ou reclamações e elogios sobre atendimentos prestados.  <i><strong>Fonte:</strong> Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República</i></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brasil sem Misoginia é lançado com mais de 100 parcerias para o combate ao ódio e à violência contra mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Oct 2023 08:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Misoginia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a assinatura de mais de uma centena de acordos de cooperação, Governo Federal, empresas e entidades da sociedade civil se comprometem com ações de combate à misoginia, ao feminicídio e a todas as formas de violências contra mulheres &#160; Resistência, democracia, diálogo, informação e participação social são alguns dos destaques da iniciativa Brasil sem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong><i>Com a assinatura de mais de uma centena de acordos de cooperação, Governo Federal, empresas e entidades da sociedade civil se comprometem com ações de combate à misoginia, ao feminicídio e a todas as formas de violências contra mulheres</i></strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Resistência, democracia, diálogo, informação e participação social são alguns dos destaques da iniciativa Brasil sem Misoginia, lançada nesta quarta-feira, 25 de outubro, pelo Governo Federal, em cerimônia no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Coordenada pelo Ministério das Mulheres, a ação tem o objetivo de mobilizar a sociedade brasileira para o enfrentamento ao ódio, aos feminicídios e à violência doméstica, moral e sexual contra as mulheres, além de estimular práticas de proteção, acolhimento e segurança.</p>
<p>Com a assinatura de mais de 100 acordos de cooperação entre Governo Federal, empresas e entidades, a iniciativa mobilizou governos locais, empresários, instituições de ensino, ONGs, torcidas organizadas, times de futebol, artistas, lideranças religiosas e sociedade civil para levar à população uma mensagem de enfrentamento ao feminicídio e à misoginia — termo que define o ódio e a repulsa contra as mulheres.</p>
<p>Para a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, os acordos são muito importantes para avançar na luta que envolve o esforço de toda a sociedade brasileira. &#8220;A iniciativa segue a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e tem como meta e objetivo construir a igualdade e acabar com o feminicídio e com a violência contra as mulheres em todo o território nacional. O Brasil sem Misoginia é um chamado para as autoridades e toda a sociedade sobre a urgência de enfrentarmos a misoginia em nosso país&#8221;.<br />
&#8220;Tenho insistido que é preciso enfrentar a misoginia para prevenir os feminicídios, que não se resumem ao ato de matar e tirar a vida de uma mulher. Eles começam antes. Começam com as piadas, começam com as brincadeiras, eles começam com o maltrato, a violência psicológica e a violência moral. O discurso de ódio, promovido, cotidianamente, contra a existência de todas as mulheres&#8221;, destacou a ministra.<br />
Cida Gonçalves também fez críticas à violência política sofrida por mulheres que ocupam cargos públicos. &#8220;Recebemos, diariamente, relatos de mulheres que estão sofrendo assédio e discriminação em seus ambientes de trabalho. São situações de misoginia que acontecem no parlamento brasileiro, quando as mulheres eleitas têm a sua atuação desqualificada pela violência política de gênero, ainda tão normalizada no Brasil&#8221;, pontuou. &#8220;Não podemos mais aceitar que as mulheres continuem sendo mortas, discriminadas e silenciadas. Queremos um Brasil seguro, com igualdade de oportunidades e respeito para todas as mulheres&#8221;, clamou.<br />
<strong>LUTA COMPARTILHADA</strong> – A primeira-dama, Janja Lula da Silva, reforçou a importância de os homens também partilharem da luta contra a misoginia e terem voz ativa ao presenciarem injustiças e violências. &#8220;Eles têm que ser parceiros nessa caminhada, nessa marcha. Nós vamos falar, nós vamos falar muito alto, mas a gente também quer que os homens estejam com a gente nessa caminhada. Eles também precisam falar sobre isso&#8221;, salientou.</p>
<p>Janja definiu como cansativo o processo de combate ao discurso de ódio às mulheres nas redes sociais, criticou a violência online e celebrou que grandes empresas de tecnologia também tenham assinado protocolos de cooperação contra a misoginia na internet. &#8220;Quando a gente fala de misoginia e ataques às mulheres, eu sei muito bem o que eu tenho sofrido nesses meses de governo com os ataques nas redes sociais, com a exposição do meu corpo, fotos falsas, agressões e tudo isso&#8221;, relatou.<br />
&#8220;Fico muito feliz que são duas mulheres representando o Google e o Facebook e a gente vai cobrar para que esses ataques nas redes sociais sejam criminalizados e essas contas sejam excluídas&#8221;, finalizou.<br />
A deputada federal Benedita da Silva também celebrou a ação do Governo Federal. &#8220;Estamos diante de um grande desafio. A violência é constante e eu não poderia deixar de dizer que atinge, principalmente, nós, as mulheres negras. É por isso que essa campanha é uma campanha da sociedade como um todo. Não basta ser maioria, porque nós ainda não alcançamos os espaços de decisão e poder para mudar o rumo dessa história, mas podemos amenizar essa nossa cruel situação. Nós vamos dar um basta na misoginia&#8221;, sentenciou.<br />
<strong>AÇÕES NA CULTURA E NOS TRANSPORTES</strong> – Assinados pelas ministras Cida Gonçalves (Mulheres) e Margareth Menezes (Cultura), um protocolo de intenção e acordo de cooperação entre os ministérios preveem ações mútuas contra a misoginia que permitam a participação segura de meninas e mulheres em práticas artísticas e culturais brasileiras.<br />
Margareth Menezes destacou o caráter humanista da iniciativa e reforçou a visão da cultura e do diálogo como ferramentas de transformações sociais. &#8220;Não existe democracia quando a arma de fogo é a maneira que se pensa em resolver as situações que precisamos encarar&#8221;, declarou a ministra da Cultura. &#8220;O que o Brasil precisa é encarar sua história, fazer as reparações necessárias e criar um ambiente verdadeiramente democrático, onde o diálogo seja o portador das lutas, o grande portador da memória das conquistas&#8221;, completou.<br />
A ministra Cida também assinou, com o ministro dos Transportes, Renan Filho, acordo de cooperação para mobilizar concessionárias, agências reguladoras e empresas públicas na luta contra a misoginia.</p>
<p>Também marcaram presença na cerimônia as ministras Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança Climática), Nísia Trindade (Saúde), Anielle Franco (Igualdade Racial), Sonia Guajajara (Povos Indígenas) e a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão.<br />
<strong>IGUALDADE SALARIAL</strong> – Reivindicação histórica das mulheres, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, em julho, a lei nº 14.611/2023, que dispõe sobre a igualdade salarial e de critérios remuneratórios entre mulheres e homens. A iniciativa fez parte das ações do 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, e das políticas públicas do Ministério das Mulheres e do Ministério do Trabalho e Emprego. Tratou-se, à época, do primeiro projeto de lei aprovado de autoria do governo Lula.<br />
A lei alterou o art. 461 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), definiu novos mecanismos de transparência salarial e fiscalização sobre o tema, além de ampliar penalidades para empresas que descumprirem as regras. Com a medida, empresas com 100 ou mais funcionários devem fornecer relatórios semestrais transparentes sobre salários e critérios de remuneração. Esses relatórios devem conter informações que permitam comparar os salários e remunerações entre homens e mulheres de forma objetiva, seguindo as regras de proteção de dados pessoais.<br />
<strong>SEGURANÇA PÚBLICA E VIOLÊNCIA POLÍTICA</strong> – A ministra Cida Gonçalves citou dados do Anuário de Segurança Pública que revelam que, em 2022, 1.400 mulheres foram mortas pelo fato de serem mulheres. Já segundo informações do Tribunal Superior Eleitoral, apesar das mulheres representarem 53% do eleitorado, apenas 17,7% delas ocupam vagas na Câmara dos Deputados e, no Senado, o percentual é de 12,3%. &#8220;Em 958 cidades não tivemos nenhuma vereadora eleita em 2020&#8221;, lamentou Cida Gonçalves.<br />
<strong>BOM DIA, MINISTRA</strong> – O lançamento do Brasil sem Misoginia ocorre no mesmo dia em que a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, participou do programa Bom Dia, Ministra — uma parceria da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) com a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República. Em sua conversa com radialistas de todo o país, a ministra citou a importância de as mulheres terem informação e conhecimento de seus direitos, para que não desistam de denunciar quando forem vítimas de qualquer forma de violência. Ela destacou que o combate enfático ao ódio e ao silêncio em relação à violência contra mulheres precisa fazer parte do cotidiano da sociedade brasileira.<br />
Ao longo do programa, a ministra abordou detalhes do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, que prevê uma série de ações para enfrentamento da discriminação, misoginia e violência contra a mulher em ação conjunta e multiministerial.</p>
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