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	<title>violência contra a mulher &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 06 Aug 2026 16:23:27 +0000</lastBuildDate>
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	<title>violência contra a mulher &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Agosto Lilás: Cajamar reforça a campanha de conscientização pelo fim da violência contra a mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cajamar]]></category>
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		<category><![CDATA[campanha de conscientização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campanha reforça o combate à violência em todas as suas formas e incentiva a população a identificar, denunciar e romper o ciclo da agressão Durante o mês de agosto, a Prefeitura de Cajamar promove a campanha Agosto Lilás, voltada à conscientização e combate à violência contra a mulher. A iniciativa tem como principal objetivo sensibilizar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="noticia-resumo"><em><strong>Campanha reforça o combate à violência em todas as suas formas e incentiva a população a identificar, denunciar e romper o ciclo da agressão</strong></em></div>
<div></div>
<div>
<p>Durante o mês de agosto, a Prefeitura de Cajamar promove a campanha Agosto Lilás, voltada à conscientização e combate à violência contra a mulher. A iniciativa tem como principal objetivo sensibilizar a população sobre a importância de identificar e denunciar situações de violência, além de reforçar o compromisso do município com a proteção e a dignidade das mulheres.</p>
<p>Violência contra a mulher é crime e pode se manifestar de diversas formas, afetando não apenas o bem-estar físico, mas também emocional, moral e social das vítimas. A campanha tem como intuito chamar a atenção da sociedade para reforçar a prevenção e o enfrentamento dessas agressões, que muitas vezes acontecem de forma silenciosa e dentro do próprio ambiente familiar.</p>
<p>Entre os tipos mais comuns de violência estão a física, como empurrões, socos e tapas; a psicológica, caracterizada por chantagens, humilhações e ameaças; a patrimonial, quando há destruição ou retenção de objetos e bens da mulher; a sexual, que ocorre quando há relações ou atos forçados sem consentimento; e a moral, por meio de calúnias, difamações e ofensas que comprometem a integridade da vítima.</p>
<p>Alguns sinais podem indicar que uma mulher está em situação de violência, como o isolamento de familiares e amigos, o medo constante, o controle excessivo por parte do parceiro, mudanças no comportamento ou na aparência e a dificuldade em falar sobre a própria vida. Esses indícios não devem ser ignorados. É essencial que a rede de apoio esteja atenta e pronta para acolher e orientar.</p>
<p>Em Cajamar, as denúncias podem ser feitas de forma segura e sigilosa. Basta ligar para o número 180, que funciona 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana e feriados. Em casos de emergência, o número 190 da Polícia Militar deve ser acionado imediatamente. A cidade também conta com a Delegacia da Mulher, que oferece atendimento especializado. Outra opção é o aplicativo “Direitos Humanos Brasil”, disponível gratuitamente para download, que permite realizar denúncias e obter orientações.</p>
<p>Se você sofre ou presenciou qualquer tipo de violência, denuncie. A omissão perpetua o ciclo da agressão. Com diálogo, informação e apoio, é possível transformar realidades e garantir que mais mulheres vivam com liberdade, segurança e respeito. O silêncio também machuca. Não se cale.</p>
</div>
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		<item>
		<title>Agosto Lilás: Fortalecendo a Rede de Proteção e Combatendo a Violência Contra a Mulher em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 23:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[São Paulo / Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto Lilás]]></category>
		<category><![CDATA[Conscientização]]></category>
		<category><![CDATA[Enfrentamento]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Maria da penha]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mês de agosto é um período de intensa mobilização no Brasil, marcado pela campanha Agosto Lilás, dedicada à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher. Em 2024, a iniciativa ganha uma ressonância ainda maior, celebrando os 20 anos da promulgação da Lei Maria da Penha, um marco fundamental na legislação brasileira. Mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mês de agosto é um período de intensa mobilização no Brasil, marcado pela campanha Agosto Lilás, dedicada à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher. Em 2024, a iniciativa ganha uma ressonância ainda maior, celebrando os 20 anos da promulgação da Lei Maria da Penha, um marco fundamental na legislação brasileira. Mais do que informar sobre os direitos das vítimas, a campanha se propõe a capacitar a sociedade, orientando sobre a identificação de diferentes formas de abuso e os caminhos para acessar os serviços de denúncia, acolhimento e proteção disponíveis, especialmente no estado de São Paulo.</p>



<p>É fundamental desmistificar a ideia de que a violência de gênero se manifesta apenas através de agressões físicas. A Lei Maria da Penha, em sua abrangência, reconhece que o ciclo de abuso pode assumir múltiplas facetas, frequentemente invisíveis a um olhar desatento, mas profundamente devastadoras para a integridade da mulher. Conhecer e reconhecer esses sinais é o primeiro e crucial passo para romper o ciclo e buscar o apoio necessário.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As Múltiplas Dimensões da Violência de Gênero na Legislação</h2>



<p>A violência contra a mulher não se restringe a lesões visíveis. A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) é um instrumento robusto que categoriza seis formas distintas de violência doméstica e familiar. Essas manifestações podem ocorrer de forma isolada ou em conjunto, tecendo uma complexa teia de controle e opressão que afeta a vida das vítimas em diversos níveis. Compreender cada uma delas é essencial para uma identificação precisa e uma resposta eficaz.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Os Tipos de Agressão Previstos na Lei Maria da Penha</h3>



<p>A &lt;b&gt;violência física&lt;/b&gt; abrange qualquer conduta que cause lesão corporal, sofrimento físico ou coloque em risco a saúde da mulher, como empurrões, socos, tapas, queimaduras, estrangulamento ou o uso de armas. Paralelamente, a &lt;b&gt;violência psicológica&lt;/b&gt; se manifesta por meio de ameaças, humilhações, isolamento, perseguição constante, controle excessivo da rotina, manipulação e práticas que causam sofrimento emocional, prejudicando a autoestima e a liberdade individual.</p>



<p>A &lt;b&gt;violência sexual&lt;/b&gt; ocorre quando há qualquer constrangimento à mulher para manter ou participar de ato sexual sem seu consentimento, incluindo a imposição de práticas sexuais não desejadas ou a privação do uso de métodos contraceptivos. Já a &lt;b&gt;violência patrimonial&lt;/b&gt; é caracterizada pela retenção, subtração, destruição ou ocultação de bens, dinheiro, documentos, instrumentos de trabalho, cartões bancários e quaisquer recursos econômicos da vítima, visando seu desamparo financeiro.</p>



<p>A &lt;b&gt;violência moral&lt;/b&gt; incide sobre a honra e a imagem da mulher, por meio de calúnia, difamação ou injúria. Por fim, a &lt;b&gt;violência vicária&lt;/b&gt;, uma modalidade particularmente cruel, é direcionada a filhos, familiares ou pessoas próximas à mulher, com o objetivo de causar-lhe sofrimento, intimidá-la, controlá-la ou atingi-la emocionalmente de forma indireta e profunda.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como Denunciar e Acionar a Rede de Apoio</h2>



<p>Diante de uma situação de violência, a agilidade na denúncia é crucial. Em casos de emergência ou flagrante, o número &lt;b&gt;190 da Polícia Militar&lt;/b&gt; deve ser acionado imediatamente. Para registrar ocorrências não emergenciais, a vítima pode se dirigir a uma Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) ou a qualquer outra delegacia de polícia. Para maior comodidade e segurança em situações específicas, o registro de boletim de ocorrência também pode ser feito através da &lt;b&gt;Delegacia Eletrônica&lt;/b&gt;.</p>



<p>Importante ressaltar que a responsabilidade de denunciar não se restringe à vítima. Familiares, amigos, vizinhos ou qualquer pessoa que presencie ou tenha conhecimento de uma situação de violência tem o dever cívico e moral de comunicar às autoridades, contribuindo para a proteção da mulher e a interrupção do ciclo de agressões. Além do atendimento policial, mulheres em situação de violência podem buscar orientação e encaminhamento em serviços especializados que oferecem suporte psicossocial e jurídico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Estrutura de Proteção e Atendimento em São Paulo</h2>



<p>O estado de São Paulo tem investido em uma rede diversificada de serviços e ferramentas para garantir a proteção e o amparo às mulheres em situação de violência, oferecendo desde canais digitais até unidades de atendimento especializadas e monitoramento contínuo. Essa rede atua de forma integrada para oferecer suporte em todas as etapas, desde a denúncia até a proteção contínua.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ferramentas Digitais e Atendimento Imediato</h3>



<p>O &lt;b&gt;aplicativo SP Mulher Segura&lt;/b&gt; centraliza diversos serviços, permitindo o registro de boletins de ocorrência, consulta da rede de atendimento e a utilização do Botão do Pânico para mulheres com medida protetiva. Ele também oferece a funcionalidade de cadastrar um contato de emergência e acessar materiais informativos sobre violência doméstica. Complementar a isso, a &lt;b&gt;Cabine Lilás&lt;/b&gt;, operando no Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), garante que ocorrências de violência doméstica registradas pelo 190 sejam atendidas por policiais femininas treinadas, que fornecem orientação especializada, acompanhamento da equipe policial e encaminhamento para a rede de apoio.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Monitoramento e Proteção Contínua</h3>



<p>Para mulheres que já possuem medidas protetivas, a &lt;b&gt;Patrulha Mulher Segura&lt;/b&gt; realiza o acompanhamento e a fiscalização do cumprimento das determinações judiciais, com equipes dedicadas a visitas e monitoramento de casos de maior vulnerabilidade. Um avanço significativo é o &lt;b&gt;monitoramento eletrônico de agressores&lt;/b&gt;. Por determinação judicial, agressores podem ser monitorados por tornozeleiras eletrônicas, permitindo o acompanhamento da localização em tempo real e a emissão de alertas em caso de aproximação da vítima ou descumprimento das condições impostas, possibilitando uma rápida intervenção policial.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Espaços Especializados de Acolhimento</h3>



<p>As &lt;b&gt;Delegacias de Polícia de Defesa da Mulher (DDMs)&lt;/b&gt; são unidades da Polícia Civil especializadas no atendimento a mulheres em situação de violência, com algumas operando 24 horas. Além disso, as &lt;b&gt;Salas DDM&lt;/b&gt;, instaladas em delegacias e plantões policiais, oferecem atendimento especializado e humanizado, inclusive por videoconferência, durante 24 horas por dia. Para exames periciais e necroscópicos, as &lt;b&gt;Salas Lilás do IML (Instituto Médico Legal)&lt;/b&gt; proporcionam um ambiente mais acolhedor e respeitoso para as vítimas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão: Compromisso Coletivo e Esperança</h2>



<p>O Agosto Lilás, em conjunto com as duas décadas da Lei Maria da Penha, reforça a necessidade de um compromisso contínuo e coletivo no combate à violência contra a mulher. A conscientização sobre as diversas formas de abuso e o conhecimento da rede de proteção são ferramentas poderosas que empoderam as vítimas e capacitam a sociedade a agir. Cada denúncia, cada acolhimento e cada medida protetiva contribuem para a construção de um futuro onde todas as mulheres possam viver com segurança, dignidade e liberdade. É um convite à vigilância, à solidariedade e à certeza de que nenhuma mulher está sozinha.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/agosto-lilas-fortalecendo-a-rede-de-protecao-e-combatendo-a-violencia-contra-a-mulher-em-sp/">Agosto Lilás: Fortalecendo a Rede de Proteção e Combatendo a Violência Contra a Mulher em SP</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Esperança em Movimento: Rompendo o Ciclo da Violência Doméstica e Contra a Mulher</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/esperanca-em-movimento-rompendo-o-ciclo-da-violencia-domestica-e-contra-a-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 13:03:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p> Por Selma Cezar Quando falamos sobre violência doméstica, não estamos tratando apenas de números frios. Estamos falando de vidas, sonhos e histórias que muitas vezes são silenciadas pela dor e pelo medo. Em Santana de Parnaíba, nossa missão tem sido transformar esse cenário, oferecendo às mulheres não apenas atendimento básico, mas ferramentas reais para uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong> Por Selma Cezar</strong></em></p>
<p>Quando falamos sobre violência doméstica, não estamos tratando apenas de números frios. Estamos falando de vidas, sonhos e histórias que muitas vezes são silenciadas pela dor e pelo medo. Em Santana de Parnaíba, nossa missão tem sido transformar esse cenário, oferecendo às mulheres não apenas atendimento básico, mas ferramentas reais<br />
para uma verdadeira mudança.</p>
<p>A libertação começa com informação. Muitas mulheres não percebem que estão presas em um ciclo de violência. Elas carregam o peso da depressão, da ansiedade e da descrença em si mesmas. Vivendo em ambientes tóxicos, têm sua energia vital drenada e sua autoestima fragilizada, o que dificulta enxergar um futuro promissor.</p>
<p>À frente da Secretaria da Mulher e da Família, lidero programas que unem saúde, bem-estar e cidadania. Cada curso, roda de conversa, palestra, aula de dança ou atividade do PML nos polos tem um propósito claro: fortalecer autoestima, autovalor e autoconfiança, conduzindo essas mulheres à independência emocional e financeira.</p>
<p>Nossas estatísticas mostram que muitas mulheres que se separam acabam retornando ao relacionamento por não se sentirem capazes de seguir sozinhas. Isso pode e deve ser mudado. Ninguém aceita ser maltratado por escolha; quando isso acontece, é porque há um adoecimento emocional que precisa ser tratado. Em Santana de Parnaíba, temos trabalhado para combater essa realidade com políticas públicas efetivas e uma rede de proteção<br />
estruturada, incluindo:</p>
<p>● Delegacia da Mulher: um benefício que poucas cidades brasileiras possuem, mas que já está disponível em nosso<br />
município.</p>
<p>● Patrulha Guardiã Maria da Penha: garante proteção às mulheres com medidas protetivas, trazendo mais segurança ao seu cotidiano.</p>
<p>● Casa Abrigo Regional: oferece acolhimento seguro para mulheres em risco iminente, permitindo que reorganizem suas vidas longe do agressor.</p>
<p>● Programa Alô Mulher Parnaibana: O programa é destinado à doação de celulares. Tem como objetivo contribuir para a reparação de danos causados à mulher em situação de violência patrimonial, especialmente as que têm medidas protetivas e as participantes do aluguel social, facilitando o acesso à comunicação com os serviços públicos e redes de apoio.</p>
<p>● CRAM (Centro de Referência de Atendimento à Mulher): localizado na Fazendinha, na Rua Gabriel Jorge Salomão, 13, oferece acolhimento, escuta e apoio especializado, com técnicos capacitados que atuam em parceria com outros órgãos de enfrentamento à violência.</p>
<p>● Aplicativos: Parnaíba + Segura com acesso à Patrulha Maria da Penha e o Botão de Pânico para mulheres com medidas protetivas.</p>
<p>Não para por aí: estamos investindo fortemente em treinamentos dos servidores, capacitando-os para oferecer um atendimento cada vez mais humanizado. Essa preparação é fundamental para que cada mulher se sinta acolhida e apoiada em sua jornada de reconstrução.</p>
<p>Santana de Parnaíba é referência no combate à violência doméstica. Mais do que proteção, estamos oferecendo esperança e oportunidade de recomeço. Cada ação, cada programa e cada parceria reforçam nosso compromisso de romper o ciclo da violência e devolver às mulheres o direito de viver com dignidade e liberdade.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ônibus SP Por Todas percorre litoral paulista levando orientação e acolhimento às mulheres vítimas de violência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 12:00:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ação faz parte do &#8220;Pacto Verão sem Violências&#8221; e compõe a Operação Verão Integrada A Secretaria de Políticas para a Mulher percorre o litoral paulista com o Ônibus SP Por Todas para reforçar ações de apoio e prevenção da violência contra a mulher nas regiões litorâneas durante a alta temporada do verão. A ação faz [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong><i>Ação faz parte do &#8220;Pacto Verão sem Violências&#8221; e compõe a Operação Verão Integrada</i></strong></h4>
<div>
<div>A Secretaria de Políticas para a Mulher percorre o litoral paulista com o Ônibus SP Por Todas para reforçar ações de apoio e prevenção da violência contra a mulher nas regiões litorâneas durante a alta temporada do verão. A ação faz parte do “Pacto Verão sem Violências” e integra a Operação Verão Integrada, que atua desde o dia 20 de dezembro de forma inédita e intersetorial para reforçar a segurança, a saúde, a mobilidade e a proteção ambiental no litoral paulista durante o período de maior fluxo de turistas.</div>
<div></div>
<div><strong>Leia mais:</strong> <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/3f5h" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.agenciasp.sp.gov.br/3f5h&amp;source=gmail&amp;ust=1768419258329000&amp;usg=AOvVaw2sHwmUd__oPvqUljxJT0nQ">https://www.agenciasp.sp.gov.<wbr />br/3f5h</a></div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Agosto Lilás: Cajamar reforça a campanha de conscientização pelo fim da violência contra a mulher</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/agosto-lilas-cajamar-reforca-a-campanha-de-conscientizacao-pelo-fim-da-violencia-contra-a-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 03:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cajamar]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto Lilás]]></category>
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		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campanha reforça o combate à violência em todas as suas formas e incentiva a população a identificar, denunciar e romper o ciclo da agressão Durante o mês de agosto, a Prefeitura de Cajamar promove a campanha Agosto Lilás, voltada à conscientização e combate à violência contra a mulher. A iniciativa tem como principal objetivo sensibilizar [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/agosto-lilas-cajamar-reforca-a-campanha-de-conscientizacao-pelo-fim-da-violencia-contra-a-mulher/">Agosto Lilás: Cajamar reforça a campanha de conscientização pelo fim da violência contra a mulher</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="noticia-resumo"><em>Campanha reforça o combate à violência em todas as suas formas e incentiva a população a identificar, denunciar e romper o ciclo da agressão</em></h4>
<p>Durante o mês de agosto, a Prefeitura de Cajamar promove a campanha Agosto Lilás, voltada à conscientização e combate à violência contra a mulher. A iniciativa tem como principal objetivo sensibilizar a população sobre a importância de identificar e denunciar situações de violência, além de reforçar o compromisso do município com a proteção e a dignidade das mulheres.</p>
<p>Violência contra a mulher é crime e pode se manifestar de diversas formas, afetando não apenas o bem-estar físico, mas também emocional, moral e social das vítimas. A campanha tem como intuito chamar a atenção da sociedade para reforçar a prevenção e o enfrentamento dessas agressões, que muitas vezes acontecem de forma silenciosa e dentro do próprio ambiente familiar.</p>
<p>Entre os tipos mais comuns de violência estão a física, como empurrões, socos e tapas; a psicológica, caracterizada por chantagens, humilhações e ameaças; a patrimonial, quando há destruição ou retenção de objetos e bens da mulher; a sexual, que ocorre quando há relações ou atos forçados sem consentimento; e a moral, por meio de calúnias, difamações e ofensas que comprometem a integridade da vítima.</p>
<p>Alguns sinais podem indicar que uma mulher está em situação de violência, como o isolamento de familiares e amigos, o medo constante, o controle excessivo por parte do parceiro, mudanças no comportamento ou na aparência e a dificuldade em falar sobre a própria vida. Esses indícios não devem ser ignorados. É essencial que a rede de apoio esteja atenta e pronta para acolher e orientar.</p>
<p>Em Cajamar, as denúncias podem ser feitas de forma segura e sigilosa. Basta ligar para o número 180, que funciona 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana e feriados. Em casos de emergência, o número 190 da Polícia Militar deve ser acionado imediatamente. A cidade também conta com a Casa de Acolhimento da Mulher, que oferece atendimento especializado e pode ser acionada através do número (11) 4446-0155. Outra opção é o aplicativo “Direitos Humanos Brasil”, disponível gratuitamente para download, que permite realizar denúncias e obter orientações.</p>
<p>Se você sofre ou presenciou qualquer tipo de violência, denuncie. A omissão perpetua o ciclo da agressão. Com diálogo, informação e apoio, é possível transformar realidades e garantir que mais mulheres vivam com liberdade, segurança e respeito. O silêncio também machuca. Não se cale!</p>
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		<title>Barueri reforça enfrentamento à violência contra a mulher com ações do Agosto Lilás </title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/barueri-reforca-enfrentamento-a-violencia-contra-a-mulher-com-acoes-do-agosto-lilas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 14:59:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[Agoto Lilás]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Barueri, por meio da Secretaria da Mulher, promove ao longo do mês de agosto a campanha Agosto Lilás, em alusão aos 19 anos da Lei Maria da Penha e para celebrar os 10 anos da Lei do Feminicídio. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a conscientização da população e intensificar o enfrentamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
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<p><span lang="PT-BR">A Prefeitura de Barueri, por meio da Secretaria da Mulher, promove ao longo do mês de agosto a campanha Agosto Lilás, em alusão aos 19 anos da Lei Maria da Penha e para celebrar os 10 anos da Lei do Feminicídio. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a conscientização da população e intensificar o enfrentamento à violência contra a mulher. </span></p>
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<h4><span lang="PT-BR">Seminário discute avanços e desafios das legislações </span></h4>
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<p><span lang="PT-BR">No dia 12 de agosto, das 9h às 12h, será realizado o seminário “19 anos da Lei Maria da Penha e 10 anos da Lei do Feminicídio: Desenvolvimento Histórico e Reflexos Práticos”, no Centro de Eventos (Rua Sebastião Davino dos Reis, 672 – Vila Porto). O encontro reunirá especialistas, representantes da rede de proteção e do poder público para debater os avanços, desafios e impactos sociais dessas legislações, que representam marcos fundamentais no combate à violência de gênero no Brasil. </span></p>
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<h4><span lang="PT-BR">Exposição “Elas Estavam Aqui” traz reflexão simbólica </span></h4>
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<p><span lang="PT-BR">Entre os dias 4 e 29 de agosto, o hall da Secretaria da Mulher (Rua Sebastião Davino dos Reis, 756 – Vila Porto) receberá a intervenção simbólica “Elas Estavam Aqui”, inspirada na obra Zapatos Rojos, da artista mexicana Elina Chauvet. </span></p>
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<p><span lang="PT-BR">A instalação contará com cinco pares de sapatos vermelhos, representando mulheres vítimas de feminicídio no Brasil: Daniela Perez, Eloá Cristina Pimentel, Eliza Samudio, Tatiane Spitzner e Mônica Granuzzo. </span></p>
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<p><span lang="PT-BR">A proposta é provocar uma reflexão profunda sobre a ausência deixada por essas vidas interrompidas e os impactos sociais da violência de gênero. </span></p>
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<h4><span lang="PT-BR">Cram oferece acolhimento e suporte especializado </span></h4>
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<p><span lang="PT-BR">A Secretaria da Mulher mantém em funcionamento o Cram – Centro de Referência de Atendimento à Mulher, um espaço de acolhimento e apoio para mulheres em situação de violência. </span></p>
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<p><span lang="PT-BR">O centro oferece atendimento psicológico, acompanhamento social e orientação jurídica, além de atuar em articulação com os demais órgãos da rede municipal. O objetivo é promover a superação da violência, o fortalecimento da mulher e o acesso a oportunidades de capacitação e inserção no mercado de trabalho. </span></p>
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<h4><span lang="PT-BR">Dados reforçam a urgência da causa </span></h4>
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<p><span lang="PT-BR">Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou 1.492 mortes de mulheres vítimas de feminicídio em 2024 – o maior número desde 2015, ano em que a legislação passou a definir o crime no país. O levantamento apontou que 8 em cada 10 vítimas foram mortas por companheiros ou ex-companheiros. Os números evidenciam a urgência de políticas públicas contínuas e efetivas de prevenção e enfrentamento à violência de gênero.</span></p>
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		<title>Em Santana de Parnaíba, violência contra a mulher não tem desculpa, tem cadeia</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/em-santana-de-parnaiba-violencia-contra-a-mulher-nao-tem-desculpa-tem-cadeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 03:03:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Santana do Parnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[cadeia]]></category>
		<category><![CDATA[Santana de Parnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos 11 anos, a cidade passou a contar com serviços especializados para garantir a segurança e proteção das parnaibanas, como a Patrulha Guardiã Maria da Penha, a Delegacia de Defesa da Mulher, o Centro de Referência de Atendimento à Mulher e a Secretaria da Mulher e da Família De cada 10 mulheres brasileiras, três [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Nos últimos 11 anos, a cidade passou a contar com serviços especializados para garantir a segurança e proteção das parnaibanas, como a Patrulha Guardiã Maria da Penha, a Delegacia de Defesa da Mulher, o Centro de Referência de Atendimento à Mulher e a Secretaria da Mulher e da Família</p>
<p dir="ltr">De cada 10 mulheres brasileiras, três já sofreram violência doméstica, e a cada 30 segundos uma mulher é vítima de algum tipo de agressão, segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2024.</p>
<p dir="ltr">Diante do aumento expressivo da violência contra a mulher, a Prefeitura de Santana de Parnaíba tem se preocupado em proteger as mulheres da cidade, investindo em equipamentos e políticas públicas para combater todas as formas de violência contra as parnaibanas.</p>
<p dir="ltr">Nos últimos 11 anos, diversos investimentos foram realizados para a proteção feminina, como a implantação da sede da Delegacia de Defesa da Mulher, na região central do município, que tem como objetivo oferecer um espaço adequado para o registro de queixas e crimes. Simultaneamente, o município implementou um projeto para substituir toda a malha de iluminação pública, trocando as lâmpadas de lítio por luminárias de LED, o que ajuda a inibir atividades criminosas, proporcionando maior segurança, especialmente para as mulheres.</p>
<p dir="ltr">Em 2018, por meio de um convênio com o Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica (GEVID), órgão ligado ao Ministério Público de São Paulo, foi implantada a Patrulha Guardiã Maria da Penha. O serviço visa fiscalizar as medidas protetivas expedidas pela Justiça, além de oferecer orientação e acolhimento às vítimas por meio de visitas periódicas. Desde sua criação, a patrulha atendeu 1.092 casos de mulheres no município, sendo que 520 seguem ativos, com acompanhamento contínuo, garantindo a segurança e o cumprimento efetivo das penalidades contra os agressores.</p>
<p dir="ltr">Já no ano de 2019, foi criada uma Secretaria da Mulher e da Família, que oferece programas e serviços como acompanhamento psicológico, atividades físicas, workshops e cursos. Estas iniciativas visam promover a segurança por meio do fortalecimento e empoderamento feminino. Além disso, o município desenvolve ações em várias frentes, como campanhas de informação e conscientização nas unidades de saúde e escolas municipais, programas de formação e qualificação profissional, e desenvolvimento econômico para promover a independência financeira, por meio das Secretaria da Mulher, Semedes, Desenvolvimento Social e Fundo Social.</p>
<p dir="ltr">A cidade também conta com o Núcleo de Prevenção de Acidentes e Violência (NUPAV), localizado na Rua Coronel Raimundo, 90, no Centro, que oferece acolhimento e apoio psicológico às vítimas de violência em situação de risco.</p>
<p dir="ltr">Em setembro de 2023, a administração municipal inaugurou o Espaço de Proteção e Amparo para as Mulheres (EPAM), atualmente chamado Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), na Rua Nicarágua, 7. O espaço, localizado no mesmo prédio da Delegacia de Defesa da Mulher, oferece abrigo provisório às mulheres vítimas de violência doméstica, acompanhadas ou não de seus dependentes, que precisam deixar seus lares por questões de segurança. O local funciona 24 horas e oferece total apoio, incluindo dormitórios para mães e crianças, equipe de segurança, alimentação, acompanhamento psicológico e uma equipe multidisciplinar para ajudar as vítimas a romperem o ciclo de violência e retomar o controle de suas vidas.</p>
<h4 dir="ltr">CANAIS DE DENÚNCIA</h4>
<p dir="ltr">Para denunciar qualquer violência, basta ligar para o número 180, serviço gratuito e disponível 24 horas para receber denúncias de violência contra a mulher. Também estão disponíveis os números 197 (Polícia Civil), 190 (Polícia Militar) e 153 (Guarda Civil Municipal). Caso a vítima prefira, é possível realizar o boletim de ocorrência online através do site: <a href="http://www.delegaciaeletronica.policiacivil.sp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.delegaciaeletronica.policiacivil.sp.gov.br&amp;source=gmail&amp;ust=1740008667635000&amp;usg=AOvVaw1QqyO3b0rLrzM5Nhmlc3bq">www.delegaciaeletronica.<wbr />policiacivil.sp.gov.br</a>.</p>
<p dir="ltr">Além disso, recentemente, a cidade passou a contar com o aplicativo “Parnaíba Segura”, que permite o registro de denúncias de violência, acidentes e outras ocorrências. O app, que está disponível tanto para Android quanto para IOS, também possui o sistema de Botão do Pânico, onde a vítima pode acionar imediatamente a viatura mais próxima para averiguar a situação. Quando solicitado, a resposta é imediata, com a viatura se deslocando rapidamente para o atendimento.</p>
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		<title>Barueri é referência no combate à violência contra a mulher</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/barueri-e-referencia-no-combate-a-violencia-contra-a-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 10:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[barueri]]></category>
		<category><![CDATA[combate]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[referência]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>
		<category><![CDATA[vítima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em abril deste ano foi sancionada a nova Lei federal nº 14.541 de 2023 que prevê o funcionamento 24 horas das delegacias de atendimento à mulher. Tal avanço já é realidade no município de Barueri desde outubro do ano passado, a primeira da região a garantir o atendimento ininterrupto. Considerado um serviço de referência, o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Em abril deste ano foi sancionada a nova Lei federal nº 14.541 de 2023 que prevê o funcionamento 24 horas das delegacias de atendimento à mulher. Tal avanço já é realidade no município de Barueri desde outubro do ano passado, a primeira da região a garantir o atendimento ininterrupto.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Considerado um serviço de referência, o trabalho de combate à violência contra a mulher de Barueri possui ampla estrutura de proteção à vítima, comandada pela Secretaria da Mulher através do Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (CRAM).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Barueri sai na frente</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A nova lei federal exige que o poder público faça o acompanhamento psicológico e jurídico da vítima de violência &#8211; outro serviço que já existe em Barueri desde a criação do setor de proteção à mulher.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">A partir de uma equipe técnica com psicólogos, advogadas e assistente social, a Secretaria da Mulher atua junto ao poder judiciário, à Secretaria de Segurança Urbana e Defesa Social (SSUDS) e outros órgãos.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Para a delegada da Mulher de Barueri, Carolina Aguiar, o trabalho em conjunto com a Prefeitura é fundamental para o enfretamento à violência.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">“Essa parceria com a Prefeitura é considerada um diferencial no atendimento às mulheres vítimas de violência porque, após o registro da ocorrência e demais medidas judiciárias, a vítima é orientada a se dirigir ao CRAM, onde encontra assistência jurídica, social e psicológica”, disse a delegada. Ela afirma que a unidade policial realizou cerca de 3 mil atendimentos no último ano.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Ações</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">As ações vão desde o acolhimento à vítima com o Boletim de Ocorrência (B.O), já que estrategicamente a DDM (Delegacia de Defsa da Mulher) está anexada à Secretaria da Mulher, até a conscientização por meio palestras, envolvendo empresas, escolas e sociedade civil.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Vale destacar programas como “Construindo novos valores”, para conscientizar homens agressores; o Guardiã Maria da Penha, que habilita agentes da Guarda Civil Municipal para monitorar mulheres agredidas; e o “Mãos Empenhadas”, que treina profissionais de beleza para identificar e acolher casos de violência.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>Emancipação</strong><br />
A Secretaria da Mulher acolhe mulheres incentivando sua capacidade, garantindo que suas escolhas sejam respeitadas e se libertem de qualquer abuso ou violência sofrida. Isso ocorreu com Talita Oliveira, vítima de violência, que fez um curso de manicure pela Secretaria, pode montar o seu próprio negócio e romper o ciclo de violência. “Em meio a tantas dores, um dia o que era cinza foi tomando cor”, fala Talita sobre seu espaço.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>Denuncie</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Qualquer pessoa pode denunciar a violência contra a mulher pelos canais “180”, nos telefones (11) 4198-0522 e 4198-3145 da DDM Barueri; ou no 4194-7562 da Base Guardiã Maria da Penha.</p>
<p style="font-weight: 400;">
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		<item>
		<title>Pelo fim da violência contra a mulher, Barueri inicia campanha “16 dias de ativismo”</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/pelo-fim-da-violencia-contra-a-mulher-barueri-inicia-campanha-16-dias-de-ativismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2022 11:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[barueri]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está em curso em Barueri, desde o dia 22 de novembro, a campanha “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher”. A ação é encabeçada pela Secretaria da Mulher por meio do Cram (Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência). O objetivo é fortalecer o combate à violência, [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/pelo-fim-da-violencia-contra-a-mulher-barueri-inicia-campanha-16-dias-de-ativismo/">Pelo fim da violência contra a mulher, Barueri inicia campanha “16 dias de ativismo”</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Está em curso em Barueri, desde o dia 22 de novembro, a campanha “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher”. A ação é encabeçada pela Secretaria da Mulher por meio do Cram (Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência). O objetivo é fortalecer o combate à violência, dando à comunidade acesso à informação e mais políticas públicas. Vale ressaltar que Barueri é referência no combate à violência de gênero.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Trata-se de uma campanha da ONU (Organização das Nações Unidas) presente em diversos países. No Brasil, a ação abrange o Dia da Consciência Negra (20 de novembro), o Dia Laranja (25 de novembro), de alerta para o fim da violência, e segue até do Dia Internacional dos Direitos Humanos (10 de dezembro).</p>
<p style="font-weight: 400;">
<h4 style="font-weight: 400;"><strong>Programação</strong></h4>
<p style="font-weight: 400;">A agenda conta com seminários, aula de defesa pessoal, palestras, rodas de conversa, dentre outras ações presenciais e on-line transmitidas pelas <a href="https://www.instagram.com/mulherbarueri/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/mulherbarueri/&amp;source=gmail&amp;ust=1669371111096000&amp;usg=AOvVaw2AFk0ZB7WWJWou-o3jVMiQ" target="_blank" rel="noopener">redes sociais</a> da Secretaria da Mulher. Para participar, basta comparecer no dia e horário específicos, ou acompanhar a transmissão on-line, no caso dos eventos remotos. A Secretaria da Mulher fica na rua Sebastião Davino dos Reis, 756, na Vila Porto.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<h4 style="font-weight: 400;"><strong>Confira a programação completa:</strong></h4>
<p style="font-weight: 400;">
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="189"><strong>Data e horário</strong></td>
<td width="189"><strong>Ação</strong></td>
<td width="189"><strong>Local</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="189">25/11 às 9h</td>
<td width="189">Aula de defesa pessoal</td>
<td width="189">Parque Municipal Dom José (rua Ângela Mirella, 500 – Vila Porto)</td>
</tr>
<tr>
<td width="189">25/11 às 10h</td>
<td width="189">Lançamento da campanha</p>
<p>“Dia Laranja: una-se”</td>
<td width="189">Instagram @mulherbarueri</td>
</tr>
<tr>
<td width="189">25/11 às 13h</td>
<td width="189">“Patriarcado, machismo estrutural e violência doméstica”</td>
<td width="189">Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Av. 26 de Março, 1159 – Centro)</td>
</tr>
<tr>
<td width="189">29/11 às 19h</td>
<td width="189">Mobilização pelo fim da violência contra mulher</td>
<td width="189">Feira Noturna</p>
<p>(Av. Guilherme Perereca Guglielmo 1000 – Centro)</td>
</tr>
<tr>
<td width="189">30/11 às 14h</td>
<td width="189">Roda de conversa “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulher”</td>
<td width="189">Cras Parque Imperial</p>
<p>(rua Pero Vaz de Caminha, 08 – Pq. Imperial)</td>
</tr>
<tr>
<td width="189">01/12 às 10h</td>
<td width="189">Roda de conversa “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulher”</td>
<td width="189">UBS Hélio Berzaghi</p>
<p>(Av. Marginal Direita, 486 &#8211; Jardim Paulista/Votupoca)</td>
</tr>
<tr>
<td width="189">05/12 às 10h</td>
<td width="189">Mobilização pelo fim da violência contra mulher</td>
<td width="189">Ganha Tempo</p>
<p>(Av. Henriqueta Mendes Guerra, 550 – Centro)</td>
</tr>
<tr>
<td width="189">06/12 às 9h</td>
<td width="189">Campanha Laço Branco &#8211; Homens pelo fim da violência contra Mulher</td>
<td width="189">Câmara Municipal</p>
<p>(Alameda Wagih Salles Nemer, 200 – Centro)</td>
</tr>
<tr>
<td width="189">08/12 às 11h</td>
<td width="189">Roda de conversa “Violências diretas e indiretas sofridas pelas crianças em lares com violência doméstica”</td>
<td width="189">Centro de Referência pela Primeira Infância (R. Terra, 326 &#8211; Jardim Tupanci)</td>
</tr>
<tr>
<td width="189">08/12 às 18h</td>
<td width="189">Live: “A intersetorialidade e o enfretamento à violência contra Mulher”</td>
<td width="189">Instagram: @mulherbarueri</td>
</tr>
<tr>
<td width="189">09/12 às 14h</td>
<td width="189">Palestra:</p>
<p>“Direitos Humanos”</td>
<td width="189">Sede da Secretaria da Mulher</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">
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			</item>
	</channel>
</rss>
