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	<title>vigilância &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>vigilância &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Saúde de São Paulo intensifica vigilância da hantavirose e orienta municípios</title>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2026 13:00:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As autoridades de saúde de São Paulo, por meio de seu centro de vigilância epidemiológica, reforçaram as diretrizes para a monitorização contínua da hantavirose em todo o estado. Esta medida visa aprimorar a capacidade de detecção precoce e resposta rápida a possíveis casos, apesar da doença apresentar uma baixa incidência histórica no território paulista. Em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades de saúde de São Paulo, por meio de seu centro de vigilância epidemiológica, reforçaram as diretrizes para a monitorização contínua da hantavirose em todo o estado. Esta medida visa aprimorar a capacidade de detecção precoce e resposta rápida a possíveis casos, apesar da doença apresentar uma baixa incidência histórica no território paulista. Em 2026, até o início de maio, foi confirmado um caso da doença, com provável local de infecção na cidade de Guariba, na região de Ribeirão Preto. Este registro, isolado, não configura um surto, mas ressalta a necessidade de manter a atenção elevada devido à sua gravidade e rápida evolução, que pode comprometer seriamente os sistemas respiratório e cardíaco. A vigilância permanente e a orientação aos municípios são cruciais para garantir a saúde pública.</p>
<p>Aumento da Vigilância e Cenário Atual</p>
<p>A vigilância epidemiológica contínua para a hantavirose foi reforçada em São Paulo, com um foco renovado na capacitação e orientação das equipes de saúde em todos os municípios. A iniciativa busca assegurar que a rede de atenção esteja apta a identificar, notificar e investigar casos suspeitos de forma ágil, minimizando os riscos associados à doença. A hantavirose, embora rara, exige um protocolo rigoroso devido à sua natureza potencialmente fatal.</p>
<p>O caso de 2026</p>
<p>O único caso confirmado em 2026, registrado em 8 de maio, teve como provável local de infecção o município de Guariba. As investigações indicam que este é um evento pontual, sem relação com o genótipo Andes, que foi associado a um recente surto em um cruzeiro com partida da Argentina e ao aumento de registros no país vizinho. A distinção genotípica é importante para entender a epidemiologia local e evitar alarmes desnecessários.</p>
<p>Baixa Incidência, Alta Gravidade</p>
<p>A série histórica recente da doença em residentes paulistas demonstra uma baixa frequência: quatro casos confirmados em 2022, dois em 2023, dois em 2024, nenhum em 2025 e o caso isolado em 2026. No entanto, a baixa incidência não diminui a preocupação das equipes de saúde. A hantavirose é reconhecida por sua evolução rápida e alta gravidade, exigindo atenção imediata para um diagnóstico precoce e manejo adequado, que podem ser determinantes para o prognóstico do paciente.</p>
<p>A Doença: Transmissão, Sintomas e Variantes Locais</p>
<p>A hantavirose é uma zoonose de importância em saúde pública, cuja compreensão dos mecanismos de transmissão e manifestações clínicas é vital para sua prevenção e controle. A doença representa um desafio diagnóstico, dadas as suas características e a necessidade de diferenciação de outras enfermidades com sintomas semelhantes.</p>
<p>Mecanismos de Infecção e Manifestações Clínicas</p>
<p>A transmissão da hantavirose ocorre predominantemente pela inalação de partículas virais presentes na urina, fezes e saliva de roedores silvestres infectados. Essas partículas podem ser aerossolizadas quando há movimentação de poeira em ambientes contaminados, como depósitos, galpões, áreas rurais ou edificações abandonadas. No Brasil, a doença manifesta-se tipicamente como a Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus (SCPH), um quadro clínico grave que afeta primariamente o sistema respiratório, levando a insuficiência pulmonar, e secundariamente o sistema cardiovascular, podendo resultar em choque cardiogênico. Os sintomas iniciais incluem febre, dores musculares, mal-estar, náuseas, vômitos e dor abdominal, que podem evoluir rapidamente para tosse e falta de ar.</p>
<p>Cepas Históricas e Não Transmissão Inter-humana</p>
<p>No Estado de São Paulo, as variantes do hantavírus associadas historicamente aos casos humanos são principalmente as cepas Juquitiba e Araraquara. É fundamental ressaltar que não há evidências de transmissão da hantavirose de pessoa para pessoa. A infecção ocorre exclusivamente a partir do contato com os roedores silvestres ou seus excretas contaminados, diferenciando-a de outras doenças virais que podem se disseminar em ambientes sociais.</p>
<p>Histórico Epidemiológico e Letalidade</p>
<p>Desde 2007, o sistema de vigilância epidemiológica do estado de São Paulo tem acompanhado de perto a hantavirose, registrando notificações e casos confirmados, bem como sua distribuição territorial e o impacto da doença. Os dados acumulados fornecem uma perspectiva clara sobre o comportamento da hantavirose na região.</p>
<p>Dados Acumulados e Impacto</p>
<p>Entre 2007 e 2026, foram registradas 4.820 notificações de hantavirose em moradores paulistas ou com provável local de infecção no estado. Desse total, 200 casos foram confirmados, o que representa uma taxa de confirmação de 4,1%. Esse percentual demonstra a sensibilidade da rede de vigilância para captar uma ampla gama de suspeitas, embora a maioria seja posteriormente descartada após investigação laboratorial e epidemiológica aprofundada. A capacidade de notificação e investigação é um indicativo da robustez do sistema de saúde.</p>
<p>Distribuição Geográfica e Letalidade</p>
<p>A análise territorial dos casos confirmados em São Paulo desde 2007 revela registros em diversas regiões do estado. Historicamente, algumas áreas apresentam maior concentração de ocorrências, como os Grupos de Vigilância Epidemiológica de Ribeirão Preto, Presidente Venceslau, Araraquara e Marília. O principal método de confirmação laboratorial tem sido a detecção de anticorpos IgM reagentes, associada a manifestações clínicas e contexto epidemiológico compatíveis. A letalidade acumulada entre os casos confirmados com Local Provável de Infecção (LPI) registrado é de 53%. Esse índice elevado sublinha a gravidade da doença e a importância crítica da notificação imediata, da investigação ambiental e do acompanhamento rigoroso de todos os casos suspeitos.</p>
<p>Ações da Vigilância e Resposta Rápida</p>
<p>A detecção e o manejo da hantavirose dependem de uma rede de vigilância ativa e responsiva, que atua desde a suspeita inicial até a confirmação e as medidas de controle. A agilidade na comunicação e na investigação é fundamental para limitar a exposição e tratar os pacientes.</p>
<p>Notificação e Investigação de Casos Suspeitos</p>
<p>Diante da suspeita de hantavirose, a comunicação imediata aos serviços municipais de Vigilância Epidemiológica é um passo mandatório. Essa prontidão permite o início rápido da investigação epidemiológica e ambiental, que inclui a definição do local provável de infecção, a identificação de fatores de exposição e a avaliação das medidas necessárias de prevenção e controle. Tais investigações são cruciais para entender as circunstâncias da infecção e implementar ações corretivas no ambiente.</p>
<p>O Papel Essencial do Diagnóstico Precoce</p>
<p>A diretora do centro de vigilância epidemiológica do estado enfatiza a importância do diagnóstico precoce. Segundo ela, o histórico demonstra a capacidade da rede de vigilância em identificar casos suspeitos, mesmo que a maioria seja descartada. O reforço das orientações às equipes da atenção à saúde visa justamente aprimorar essa sensibilidade, garantindo que a hantavirose seja considerada rapidamente diante de um quadro clínico compatível. O diagnóstico em tempo hábil é um fator crítico para o sucesso do tratamento e para a redução da alta letalidade associada à doença.</p>
<p>Medidas Preventivas e Sinais de Alerta</p>
<p>A prevenção da hantavirose baseia-se primordialmente na eliminação do contato com roedores silvestres e seus excretas. A conscientização da população sobre as práticas de higiene e os sinais de alerta é um pilar fundamental para mitigar a propagação da doença e garantir a busca rápida por atendimento médico.</p>
<p>Recomendações para a Prevenção</p>
<p>Para evitar o contato com roedores silvestres, a população deve adotar diversas medidas preventivas: manter ambientes domiciliares e de trabalho limpos e organizados, livres de entulhos e acúmulo de alimentos que possam atrair os animais. É crucial vedar frestas e acessos em paredes e pisos que possam servir de entrada para roedores em edificações. Na limpeza de locais fechados, como galpões, depósitos, paióis e áreas com sinais de infestação de roedores, é fundamental evitar varrer a seco ou levantar poeira, priorizando a limpeza úmida, utilizando água sanitária ou outros desinfetantes. Além disso, é aconselhável ventilar esses ambientes por um período antes de iniciar qualquer atividade.</p>
<p>Sinais de Alerta e Busca por Atendimento Médico</p>
<p>Pessoas que tiveram contato recente com locais que apresentavam presença de roedores silvestres e começarem a manifestar sintomas como febre, dores no corpo, mal-estar generalizado, náuseas, vômitos, dor abdominal, tosse ou falta de ar devem procurar atendimento médico imediatamente. É vital que, ao buscar ajuda, o paciente informe sobre a possível exposição a roedores. A identificação precoce desses sintomas e a comunicação da exposição são cruciais para o manejo clínico adequado, que pode incluir suporte respiratório e cardíaco, e para o início imediato da investigação epidemiológica, visando proteger a saúde individual e coletiva.</p>
<p>Alerta Permanente e Ação Coletiva</p>
<p>A vigilância da hantavirose em São Paulo, embora lide com uma doença de baixa ocorrência, é um exemplo da importância da atenção contínua e da capacidade de resposta do sistema de saúde. A gravidade da doença, evidenciada por sua alta letalidade, justifica o reforço das orientações aos municípios e a constante sensibilização de profissionais e da população. A rede de saúde estadual demonstra sua sensibilidade em detectar casos suspeitos e aprofundar investigações, garantindo que cada evento seja devidamente analisado. A prevenção, através de medidas de higiene ambiental e controle de roedores, juntamente com a busca por atendimento médico ao menor sinal de alerta, são as defesas mais eficazes para proteger a saúde de todos frente a essa ameaça silenciosa.</p>
<p>Perguntas Frequentes</p>
<p>O que é hantavirose e como ela é transmitida?<br />
A hantavirose é uma doença infecciosa grave causada por um vírus transmitido principalmente pela inalação de partículas de urina, fezes e saliva de roedores silvestres infectados. Esses aerossóis são liberados quando há movimentação em locais onde os roedores estiveram presentes. No Brasil, ela geralmente se manifesta como Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus (SCPH).</p>
<p>Quais são os principais sintomas da hantavirose e quando devo procurar um médico?<br />
Os sintomas iniciais incluem febre, dores musculares, mal-estar, náuseas, vômitos e dor abdominal. Podem evoluir rapidamente para tosse e falta de ar. Se você teve contato recente com locais com presença de roedores silvestres e apresentar esses sintomas, procure atendimento médico imediatamente e informe sobre a possível exposição.</p>
<p>A hantavirose pode ser transmitida de pessoa para pessoa?<br />
Não. A hantavirose não é transmitida de pessoa para pessoa. A infecção ocorre exclusivamente através do contato com os roedores silvestres infectados ou seus excretas, ou seja, fezes, urina e saliva.</p>
<p>Como posso prevenir a hantavirose em minha casa ou ambiente de trabalho?<br />
As principais medidas de prevenção incluem: manter ambientes limpos e organizados, livres de entulho e acúmulo de alimentos; vedar frestas e acessos que favoreçam a entrada de roedores; ao limpar locais fechados (galpões, depósitos), evitar varrer a seco, priorizando a limpeza úmida com água sanitária e ventilando o ambiente antes da limpeza.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre a hantavirose e outras doenças de transmissão ambiental. Consulte sempre as orientações oficiais de saúde e contribua para a segurança sanitária de nossa comunidade.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>Moraes amplia restrição de drones em torno da casa de Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 20:01:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF), por meio do ministro Alexandre de Moraes, implementou uma significativa ampliação na área de restrição para voos de drones nas imediações da residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília. A medida, que agora estabelece um perímetro de 1 quilômetro de proibição, visa aprimorar a segurança e prevenir o monitoramento indevido [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF), por meio do ministro Alexandre de Moraes, implementou uma significativa ampliação na área de restrição para voos de drones nas imediações da residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília. A medida, que agora estabelece um perímetro de 1 quilômetro de proibição, visa aprimorar a segurança e prevenir o monitoramento indevido da propriedade. Esta decisão surge após uma solicitação da Polícia Militar, responsável pela vigilância do local durante o período de prisão domiciliar do ex-mandatário. A iniciativa reforça a preocupação com a privacidade e a segurança de figuras públicas sob custódia, especialmente em um cenário onde a tecnologia de drones se torna cada vez mais acessível e capaz de realizar vigilância detalhada. A restrição de voos de drones é uma resposta direta aos desafios impostos pela tecnologia moderna no contexto da segurança de alto nível.</p>
<p> A decisão de Moraes e o aumento da área de segurança</p>
<p>A mais recente determinação do ministro Alexandre de Moraes representa um endurecimento das medidas de segurança em torno da residência do ex-presidente Jair Bolsonaro. O perímetro de restrição para a operação de drones, inicialmente estabelecido em 100 metros, foi agora expandido para 1 quilômetro. Esta ampliação reflete uma avaliação de risco mais abrangente e a necessidade de uma zona de proteção mais robusta diante das capacidades atuais dos equipamentos de vigilância aérea não tripulados.</p>
<p> Da proibição inicial à ampliação</p>
<p>A história da restrição de drones começou com uma ordem prévia do ministro Moraes, que proibiu qualquer voo de aeronaves não tripuladas em um raio de 100 metros da casa de Bolsonaro, autorizando a prisão imediata de qualquer pessoa que operasse tais dispositivos dentro dessa área. No entanto, a Polícia Militar, encarregada da vigilância do ex-presidente durante seu período de prisão domiciliar, avaliou que o limite original era insuficiente. A corporação expressou preocupação com a possibilidade de monitoramento indevido e a vulnerabilidade da área, solicitando uma extensão do perímetro para garantir uma proteção mais eficaz. O pedido da PM destacou que a área anterior não era compatível com a capacidade de alcance e observação dos drones modernos, que podem operar a distâncias consideráveis mantendo alta precisão e qualidade de imagem. A ampliação foi vista como uma necessidade operacional para mitigar riscos de espionagem ou interferência na segurança.</p>
<p> Fundamentação legal e operacional</p>
<p>A decisão de Alexandre de Moraes de ampliar a restrição foi fundamentada em uma recomendação específica do Batalhão de Aviação Operacional (BavOp) da Polícia Militar. O ministro endossou a solicitação, afirmando que a ampliação para um raio de 1 quilômetro &#8220;mostra-se adequada&#8221; e é &#8220;compatível com a realidade operacional e com o nível de proteção exigido no caso concreto&#8221;. Esta justificativa sublinha a importância da expertise técnica das forças de segurança na avaliação de ameaças e na proposição de soluções eficazes. A medida não apenas protege a privacidade e a integridade física do ex-presidente, mas também garante que o trabalho de vigilância da Polícia Militar possa ser executado sem interferências externas, evitando situações que possam comprometer a segurança da operação ou a integridade dos agentes envolvidos. A base legal para tal restrição se ampara no poder de salvaguardar a segurança pública e individual em situações de alta sensibilidade, especialmente quando há um indivíduo sob custódia do Estado.</p>
<p> Contexto da medida: A situação do ex-presidente Bolsonaro</p>
<p>A imposição de restrições tão severas para voos de drones em torno da residência do ex-presidente Jair Bolsonaro não pode ser dissociada de sua atual condição jurídica e do contexto em que se encontra. A medida é um reflexo direto da necessidade de gerenciar a segurança de uma figura pública de alto perfil, que está sob custódia do Estado.</p>
<p> Prisão domiciliar e vigilância policial</p>
<p>Jair Bolsonaro cumpre pena definitiva de 27 anos e três meses de prisão, resultado de sua condenação em uma ação penal relacionada a uma &#8220;trama golpista&#8221;. Atualmente, ele está em prisão domiciliar por um período de 90 dias, o que impõe um regime de vigilância constante. Durante este período, a Polícia Militar é a principal responsável pela segurança e pelo monitoramento de sua residência, garantindo o cumprimento das condições da prisão. A presença policial ostensiva e a necessidade de proteger o local de qualquer tipo de vigilância não autorizada são cruciais. A prisão domiciliar, embora conceda um nível de conforto maior que a detenção em estabelecimento prisional, não isenta o detento das obrigações e monitoramento judiciais. É neste cenário que a segurança perimetral, inclusive aérea, se torna uma prioridade incontornável para as autoridades.</p>
<p> Implicações para a segurança pública e privacidade</p>
<p>A decisão de restringir o espaço aéreo em torno da casa de Bolsonaro tem implicações significativas tanto para a segurança pública quanto para a discussão sobre privacidade. Em primeiro lugar, visa proteger a integridade do processo judicial e a segurança do ex-presidente, evitando que informações ou imagens de sua residência sejam indevidamente coletadas e possivelmente usadas para fins maliciosos ou para alimentar narrativas polarizadoras. Em segundo lugar, a medida destaca o crescente desafio que a tecnologia de drones representa para a segurança de locais sensíveis e de figuras públicas. A facilidade de acesso a esses equipamentos e sua capacidade de operar discretamente levantam questões sobre a linha tênue entre a liberdade de informação e o direito à privacidade e segurança. A restrição serve como um precedente importante para como as autoridades podem abordar a vigilância aérea não autorizada em contextos de alta sensibilidade política e judicial, buscando um equilíbrio que salvaguarde a ordem e a lei.</p>
<p> O papel da Polícia Militar e o monitoramento aéreo</p>
<p>A solicitação da Polícia Militar para a ampliação da área de restrição de drones é um indicativo claro das complexidades e desafios inerentes à vigilância de figuras de alto perfil. A corporação atua na linha de frente para garantir o cumprimento das determinações judiciais e a segurança do ex-presidente sob custódia.</p>
<p> Desafios na vigilância de domicílios</p>
<p>A vigilância de uma residência, especialmente a de uma figura pública controversa como um ex-presidente, apresenta múltiplos desafios. Além da segurança terrestre, a ameaça aérea de drones adiciona uma camada de complexidade sem precedentes. Drones podem ser usados para reconhecimento, coleta de inteligência, assédio ou até mesmo para planejar ações mais graves. A Polícia Militar precisa estar preparada para neutralizar essas ameaças, o que exige não apenas patrulhamento físico, mas também monitoramento do espaço aéreo. A capacidade de um drone de observar a propriedade por cima, sem ser detectado ou interceptado por barreiras físicas, torna a tarefa da PM ainda mais exigente, justificando a necessidade de uma zona de exclusão aérea ampliada para que possam atuar com maior margem de segurança e eficácia.</p>
<p> A tecnologia de drones e a segurança</p>
<p>A proliferação e o avanço da tecnologia de drones democratizaram o acesso a ferramentas de vigilância que antes eram exclusivas de agências de inteligência. Enquanto drones têm usos legítimos e benéficos, seu potencial para abuso em contextos de segurança é inegável. Para as forças de segurança, como a Polícia Militar, isso significa adaptar táticas e estratégias. A restrição de 1 quilômetro para voos de drones é uma dessas adaptações, reconhecendo que os sistemas modernos de drones podem operar e coletar dados eficazmente a uma distância considerável. Medidas como essa são essenciais para evitar o uso mal-intencionado da tecnologia, protegendo a integridade da residência e garantindo que o cumprimento da prisão domiciliar ocorra sem incidentes externos que possam comprometer a segurança ou a privacidade.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A decisão do ministro Alexandre de Moraes de ampliar a restrição para voos de drones em torno da residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, passando de 100 metros para 1 quilômetro, reflete uma crescente preocupação com a segurança e a privacidade de figuras públicas em regimes de custódia. Motivada por um pedido da Polícia Militar e embasada em recomendações técnicas, a medida visa combater o monitoramento indevido e garantir a integridade do processo de prisão domiciliar. Em um cenário onde a tecnologia de drones evolui rapidamente, impondo novos desafios à segurança, a ampliação do perímetro aéreo é uma resposta proativa das autoridades para salvaguardar a ordem e a lei. Esta ação sublinha a complexidade da vigilância moderna e a contínua adaptação das forças de segurança para enfrentar ameaças emergentes, equilibrando a proteção da privacidade com a manutenção da segurança pública em casos de alta sensibilidade.</p>
<p> FAQ</p>
<p>Qual o novo raio de restrição para voos de drones na casa de Bolsonaro?<br />
O novo raio de restrição estabelecido pelo ministro Alexandre de Moraes é de 1 quilômetro.</p>
<p>Por que a área de restrição para drones foi ampliada?<br />
A área foi ampliada após um pedido da Polícia Militar, que identificou a necessidade de aumentar a segurança e evitar o monitoramento indevido da residência, considerando as capacidades dos drones modernos.</p>
<p>Quem solicitou a ampliação da zona de exclusão aérea?<br />
A solicitação de ampliação da zona de exclusão aérea foi feita pela Polícia Militar, responsável pela vigilância da residência do ex-presidente durante o período de prisão domiciliar.</p>
<p>Quais as consequências para quem operar um drone na área restrita?<br />
A decisão anterior do ministro Moraes já autorizava a prisão de quem operasse um aparelho drone dentro da área proibida, e esta medida se mantém válida para o perímetro ampliado.</p>
<p>Para mais informações sobre segurança e desdobramentos jurídicos, acompanhe nossas atualizações.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Governo de SP monitora nova cepa da Mpox e orienta busca de atendimento nos primeiros sintomas</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/governo-de-sp-monitora-nova-cepa-da-mpox-e-orienta-busca-de-atendimento-nos-primeiros-sintomas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 18:26:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Todas as unidades de saúde seguem protocolos técnicos de vigilância, testagem e acompanhamento de casos para garantir uma resposta rápida e eficaz à Mpox O Governo de SP discutiu nesta terça-feira (11) o enfrentamento ao vírus da Mpox com equipes de vigilância em saúde municipais, o Hospital Emílio Ribas e o Ministério da Saúde (MS). [&#8230;]</p>
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<h4 class="elementor-heading-title elementor-size-default"><em><span style="font-size: 16px;">Todas as unidades de saúde seguem protocolos técnicos de vigilância, testagem e acompanhamento de casos para garantir uma resposta rápida e eficaz à Mpox</span></em></h4>
<p>O Governo de SP discutiu nesta terça-feira (11) o enfrentamento ao vírus da Mpox com equipes de vigilância em saúde municipais, o Hospital Emílio Ribas e o Ministério da Saúde (MS). Na reunião, as equipes da Secretaria de Saúde do Estado (SES-SP) destacaram o monitoramento e a assistência ao primeiro caso confirmado da nova cepa clado IB da doença em território paulista.</p>
<p>“A vigilância e a rede de assistência do Estado de São Paulo estão preparadas para o atendimento e monitoramento desses casos, além de reforçar a importância de procurar um serviço de atendimento diante dos primeiros sinais e sintomas da doença”, reforçou a coordenadora em saúde da Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD) da SES, Regiane de Paula.</p>
<p>Desde o primeiro caso de Mpox em 2022, <a role="link" href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/governo-de-sp-reforca-cuidados-e-monitoramento-contra-a-mpox/" target="_blank" rel="noopener">a SES monitora o cenário epidemiológico da doença em todo o estado</a>. A secretaria destaca que todas as unidades de saúde estaduais seguem protocolos técnicos de vigilância, testagem e acompanhamento de casos para garantir uma resposta rápida e eficaz à doença. Como referência no atendimento de casos da Mpox, o Governo de SP conta com o Hospital Emílio Ribas.</p>
<p>Em 2024, foram registrados 1.126 casos de Mpox no estado de São Paulo, sem nenhum óbito associado à doença. Neste ano, até esta terça-feira (11), 121 casos foram confirmados. Os dados atualizados sobre a Mpox estão disponíveis no <a role="link" href="https://nies.saude.sp.gov.br/ses" target="_blank" rel="noopener">portal do Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde</a> da Secretaria de Estado da Saúde.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Transmissão</h2>
<p>A transmissão de Mpox entre seres humanos ocorre, principalmente, por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. O compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectantes também pode transmitir a doença.</p>
<p>Em caso de suspeita, a recomendação é procurar uma unidade de saúde para avaliação. Se o diagnóstico for confirmado, a orientação é adotar medidas preventivas para evitar a transmissão da doença e iniciar o manejo clínico individualizado.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Principais sintomas</h2>
<p>Manifestações cutâneas em qualquer parte do corpo, podendo estar associadas a febre, fraqueza, linfonodos inchados, dores musculares, dores nas costas, dor de cabeça, dor de garganta, congestão nasal ou tosse.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Prevenção contra a Mpox</h2>
<p>• Higienizar as mãos com água e sabão e usar álcool em gel;<br />
• Não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais;<br />
• Evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele;<br />
• Manter isolamento imediato em caso de suspeita ou confirmação de Mpox.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Testagem</h2>
<p>A <strong>Agência SP</strong> mostrou que o Estado de São Paulo, através do Instituto Adolfo Lutz (IAL), <a role="link" href="https://www.agenciasp.sp.gov.br/saude-de-sp-implanta-teste-pioneiro-para-detectar-nova-variante-da-mpox-no-pais/" target="_blank" rel="noopener">foi pioneiro na detecção de casos da nova variante da Mpox</a> com testes PCR. A testagem rápida para o novo clado ainda não estava disponível no Brasil, e o Instituto Adolfo Lutz foi pioneiro na implementação dessa metodologia no país, segundo a Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD) da SES.</p>
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