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	<title>travestis &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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		<title>Marcha trans e travesti no rio clama por direitos e fim da violência</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Nov 2025 03:01:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Manifestantes se reuniram no Rio de Janeiro neste sábado, na 4ª Marcha Trans &#38; Travesti, com o tema “Independência não Morte”. O evento, realizado nos Arcos da Lapa, teve como principal objetivo denunciar e combater a violência contra pessoas trans e travestis no Brasil, país apontado como um dos mais perigosos para essa população. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manifestantes se reuniram no Rio de Janeiro neste sábado, na 4ª Marcha Trans &amp; Travesti, com o tema “Independência não Morte”. O evento, realizado nos Arcos da Lapa, teve como principal objetivo denunciar e combater a violência contra pessoas trans e travestis no Brasil, país apontado como um dos mais perigosos para essa população.</p>
<p>A marcha busca apoio para as organizações que trabalham em defesa dos direitos da comunidade trans, muitas vezes com recursos limitados. A pauta central é a garantia e expansão dos direitos dessa população, que enfrenta diversas formas de discriminação e violência.</p>
<p>Segundo o coordenador-geral da Marcha, Gab Van, os corpos trans continuam sendo alvo de grupos que negam sua existência, com financiamento em escala global.</p>
<p>Durante o evento, a Defensoria Pública do Rio de Janeiro montou um posto para oferecer serviços de retificação civil. Karyn Cruz, uma mulher transexual que procurou o serviço, ressaltou a importância de espaços como este para promover o protagonismo e a inclusão da comunidade trans na sociedade.</p>
<p>A atriz Frida Resende também marcou presença na marcha, celebrando o orgulho de ser uma mulher travesti. Ela destacou a importância da marcha para garantir o futuro e a existência da comunidade trans, afirmando que por muito tempo sua existência foi reprimida, e que estar na marcha representa a afirmação de sua liberdade.</p>
<p>Dados da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) revelam um cenário alarmante. O Dossiê “Assassinatos e Violências contra Travestis e Transexuais Brasileiras em 2024” aponta que a expectativa de vida da população trans é de apenas 35 anos, consideravelmente menor que a média nacional, que ultrapassa os 75 anos. Em 2024, a média de idade das vítimas de assassinato foi de 32 anos, sendo que a maioria das vítimas (78%) eram pessoas trans pretas e pardas, e 49% tinham entre 18 e 29 anos.</p>
<p>Além da retificação do nome civil oferecida pela Defensoria Pública, a Secretaria estadual de Saúde, em parceria com o ambulatório trans do Hospital Universitário Pedro Ernesto, ofereceu serviços de testagem rápida para infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e emissão de ofícios de gratuidade para a obtenção de segunda via de documentos para casamentos e união estável.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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		<title>Ufsm abre 103 vagas de graduação exclusivas para pessoas trans</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 16:00:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), localizada no Rio Grande do Sul, anunciou a abertura de um edital inovador para o ingresso de pessoas trans em seus cursos de graduação. Ao todo, são oferecidas 103 vagas distribuídas em 69 diferentes cursos, com início já no próximo ano. O edital é destinado a candidatos que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), localizada no Rio Grande do Sul, anunciou a abertura de um edital inovador para o ingresso de pessoas trans em seus cursos de graduação. Ao todo, são oferecidas 103 vagas distribuídas em 69 diferentes cursos, com início já no próximo ano.</p>
<p>O edital é destinado a candidatos que concluíram o ensino médio e que realizaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) entre os anos de 2021 e 2025. A iniciativa visa ampliar o acesso à educação superior para travestis, mulheres trans, homens trans e pessoas não binárias, grupos historicamente marginalizados no sistema educacional.</p>
<p>Além da graduação, a UFSM também está disponibilizando 11 vagas para pessoas trans em programas de pós-graduação. As vagas estão distribuídas em seis cursos, abrangendo níveis de doutorado e mestrado nas áreas de Comunicação, Extensão Rural, Filosofia, História e Psicologia, além de mestrado em Saúde Coletiva.</p>
<p>A iniciativa da UFSM ganha relevância em um contexto onde a presença de estudantes trans no ensino superior brasileiro ainda é muito baixa. A Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) avalia que o cenário para estudantes trans no Brasil é marcado pela exclusão e vulnerabilidade.</p>
<p>Dados de pesquisas apontam que apenas uma pequena parcela dos estudantes universitários no Brasil se identificam como trans e travestis, representando entre 0,2% e 0,3% do total. A Antra publicou uma nota técnica no ano passado reunindo diversas pesquisas sobre o tema, evidenciando a escassez de informações detalhadas.</p>
<p>Um estudo de 2015, realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), revelou que menos de 3% das travestis e mulheres transexuais que chegam ao ensino médio conseguem ingressar em uma universidade. A pesquisa também aponta que muitos não conseguem concluir os cursos, tendo como principais causas o preconceito e a violência presentes no ambiente escolar, fatores que levam ao abandono dos estudos.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
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