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	<title>trabalhadores &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>trabalhadores &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>Correios: Greve Nacional por Tempo Indeterminado Pressiona por Negociações Salariais</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 21:18:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os trabalhadores dos Correios em todo o Brasil iniciaram uma greve por tempo indeterminado, paralisando as atividades a partir das 22h da última quinta-feira. O movimento paredista, que impacta diretamente a distribuição de correspondências e encomendas, foi deflagrado após o encerramento das negociações da campanha salarial deste ano sem que se chegasse a um acordo [&#8230;]</p>
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<p>Os trabalhadores dos Correios em todo o Brasil iniciaram uma greve por tempo indeterminado, paralisando as atividades a partir das 22h da última quinta-feira. O movimento paredista, que impacta diretamente a distribuição de correspondências e encomendas, foi deflagrado após o encerramento das negociações da campanha salarial deste ano sem que se chegasse a um acordo satisfatório para a categoria.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Estopim da Paralisação Nacional</h2>



<p>A decisão de cruzar os braços, coordenada pela Federação dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos e das Empresas de Comunicações (Findect), resultou de um longo processo de diálogo. Segundo a federação, a categoria buscou uma solução negociada através de sucessivas rodadas de negociação e até mesmo tentativas de mediação junto ao Tribunal Superior do Trabalho (TST). Contudo, a persistência da empresa em manter sua posição em um tema fundamental para os trabalhadores inviabilizou qualquer avanço, levando à aprovação da greve em assembleias regionais por todo o país.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Plano de Saúde: O Ponto Crucial do Impasse</h2>



<p>O principal entrave que impediu o fechamento do acordo e motivou a paralisação reside na questão do plano de saúde. Para os trabalhadores, aposentados e suas famílias, a manutenção do benefício é um pilar de segurança essencial. A direção dos Correios, no entanto, insiste em alterar sua condição de mantenedora do plano. Essa proposta tem gerado profunda apreensão na categoria, que enxerga grandes riscos ao custeio e à própria garantia da assistência médica caso as mudanças sejam implementadas.</p>



<p>A Findect manifestou publicamente a preocupação dos empregados, destacando que as modificações propostas pela empresa podem comprometer seriamente a sustentabilidade e a qualidade do serviço de saúde, considerado um direito fundamental e não negociável para os funcionários que dedicam suas vidas à estatal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Reivindicações e Expectativas por uma Resposta</h2>



<p>Em meio à paralisação, a Findect mantém-se atenta aos desdobramentos, aguardando um posicionamento da direção dos Correios e do governo federal que possa atender às reivindicações da categoria. Os trabalhadores exigem uma proposta que, acima de tudo, preserve os direitos já conquistados, ofereça proteção integral ao plano de saúde e demonstre o devido respeito por aqueles que diariamente garantem o funcionamento da empresa em todos os cantos do Brasil.</p>



<p>A federação enfatiza a importância de um acordo que não apenas valorize os empregados, mas que também reconheça seu papel crucial na manutenção dos serviços postais, buscando uma solução que evite maiores prejuízos tanto para os trabalhadores quanto para a população usuária dos Correios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perspectivas e Impacto da Paralisação Nacional</h2>



<p>A greve dos Correios, de alcance nacional e com prazo indefinido para seu término, impõe um cenário de incerteza para a logística e a comunicação do país. Enquanto o movimento paredista segue em curso, a Agência Brasil buscou contato com a direção dos Correios para obter um posicionamento oficial a respeito da paralisação e das negociações, mas até o momento não obteve resposta. A falta de diálogo efetivo e a manutenção do impasse deixam em aberto o cronograma para a retomada completa dos serviços e o desfecho das discussões salariais.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/correios-greve-nacional-por-tempo-indeterminado-pressiona-por-negociacoes-salariais/">Correios: Greve Nacional por Tempo Indeterminado Pressiona por Negociações Salariais</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>Abono Salarial: Última Rodada de Pagamentos Começa Para Milhões de Trabalhadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 11:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir desta segunda-feira, 17 de junho, o calendário de pagamentos do abono salarial referente ao ano-base estabelecido para as liberações de 2024 chega à sua etapa final. Mais de quatro milhões de trabalhadores nascidos nos meses de novembro e dezembro serão os beneficiários desta última rodada, que totaliza um montante de R$ 5,2 bilhões [&#8230;]</p>
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<p>A partir desta segunda-feira, 17 de junho, o calendário de pagamentos do abono salarial referente ao ano-base estabelecido para as liberações de 2024 chega à sua etapa final. Mais de quatro milhões de trabalhadores nascidos nos meses de novembro e dezembro serão os beneficiários desta última rodada, que totaliza um montante de R$ 5,2 bilhões em recursos a serem distribuídos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Detalhes da Distribuição e Valores Individuais</h2>



<p>O valor total de R$ 5,2 bilhões será cuidadosamente distribuído entre os mais de quatro milhões de elegíveis. Individualmente, cada trabalhador poderá receber entre R$ 136 e R$ 1.621, cifra que varia conforme a quantidade de meses trabalhados com carteira assinada no ano-base de apuração. Os pagamentos serão efetuados por duas instituições financeiras principais: a Caixa Econômica Federal será a responsável pela liberação para 3,6 milhões de trabalhadores do setor privado, enquanto o Banco do Brasil atenderá a aproximadamente 470 mil servidores públicos. É fundamental que os beneficiários fiquem atentos ao prazo final de saque, pois os valores estarão disponíveis até o dia 30 de dezembro deste ano, após o qual os fundos não reclamados serão devolvidos à União.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Critérios de Elegibilidade para o Benefício</h2>



<p>Para ter direito ao abono salarial, o trabalhador deve atender a um conjunto de condições específicas. É mandatório estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos. Adicionalmente, o rendimento médio mensal do beneficiário no ano-base de referência não poderia ter ultrapassado R$ 2.766. O indivíduo também precisa ter exercido atividade remunerada com carteira assinada por, no mínimo, 30 dias – sejam eles consecutivos ou não – durante o período de apuração. Um critério imprescindível para a liberação do benefício é que o empregador tenha informado corretamente os dados do trabalhador no e-Social, garantindo a base para o cálculo e a efetivação do pagamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Canais de Consulta e Suporte ao Trabalhador</h2>



<p>Em caso de dúvidas sobre a elegibilidade, o valor a receber ou o status do pagamento, os trabalhadores contam com canais oficiais de atendimento. Para informações mais detalhadas ou esclarecimentos presenciais, é possível buscar suporte em qualquer unidade das Superintendências Regionais do Trabalho espalhadas pelo país. Para uma consulta mais ágil e cômoda, o telefone 158 está disponível, oferecendo um canal direto para informações. Recomenda-se que os beneficiários consultem suas informações com antecedência para planejar o saque dentro do prazo estabelecido.</p>



<p>Com o início do pagamento deste último lote, o programa do abono salarial encerra mais um ciclo de apoio financeiro a milhões de brasileiros. Este benefício, crucial para complementar a renda dos trabalhadores que cumprem os critérios, reafirma seu papel na economia e no bem-estar social. Os beneficiários devem se organizar para sacar os valores até o final de dezembro, garantindo o acesso a esse importante recurso antes que o prazo final se esgote.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/abono-salarial-ultima-rodada-de-pagamentos-comeca-para-milhoes-de-trabalhadores/">Abono Salarial: Última Rodada de Pagamentos Começa Para Milhões de Trabalhadores</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>Greve na CPTM: Trabalhadores Cruzam os Braços contra Privatização de Linhas Essenciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 15:30:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Milhares de passageiros que dependem do sistema metroferroviário de São Paulo enfrentam transtornos a partir da meia-noite desta segunda-feira (3), com a deflagração de uma greve nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). A paralisação, aprovada pelos trabalhadores filiados ao Sindicato dos Trabalhadores(as) em Empresas Ferroviárias da Zona Central [&#8230;]</p>
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<p>Milhares de passageiros que dependem do sistema metroferroviário de São Paulo enfrentam transtornos a partir da meia-noite desta segunda-feira (3), com a deflagração de uma greve nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). A paralisação, aprovada pelos trabalhadores filiados ao Sindicato dos Trabalhadores(as) em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil, tem como principal pauta a revisão do processo de privatização dessas linhas, que se tornou um ponto de crescente tensão entre a categoria e o governo estadual.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Estopim da Mobilização</h2>



<p>A decisão de cruzar os braços não é recente, mas o ápice de um processo de mobilização que se arrasta há semanas. A assembleia dos trabalhadores havia aprovado o indicativo de greve há cerca de quinze dias, concedendo um prazo para que as negociações com o governo de São Paulo pudessem avançar. Diante da ausência de um acordo que satisfizesse as demandas da categoria, a paralisação foi confirmada, afetando diretamente uma parte crucial da malha ferroviária metropolitana, mas sem impactar as demais linhas operadas pela CPTM.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Controvérsia da Concessão</h2>



<p>O cerne do conflito reside na privatização das linhas, um processo que foi concluído em julho deste ano, com a empresa Trívia assumindo a concessão. Contudo, o início das operações da nova gestora foi marcado por um incidente: um incêndio que resultou na suspensão temporária das atividades. Este episódio adicionou uma camada de preocupação para os trabalhadores, que já questionavam a lisura e os potenciais impactos da transferência da gestão para a iniciativa privada, levantando dúvidas sobre a qualidade do serviço e a segurança operacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Reivindicações Trabalhistas e o Interesse Público</h2>



<p>Além do pleito central pela anulação da privatização, a categoria exige garantias de emprego para cerca de 4 mil trabalhadores. O sindicato argumenta que o modelo de concessão adotado carece de transparência e, em sua percepção, é lesivo tanto aos interesses dos profissionais envolvidos quanto aos dos cidadãos paulistas, que dependem diariamente do transporte público. A preocupação se estende à manutenção da qualidade e acessibilidade do serviço em um cenário de gestão privada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Visão Governamental sobre as Concessões</h2>



<p>Em contrapartida à posição dos grevistas, o governador Tarcísio de Freitas tem defendido veementemente a concessão das linhas, classificando-a como &#039;essencial&#039; para a expansão e modernização do atendimento na região metropolitana. O governo estadual enxerga este modelo como um padrão a ser seguido para futuras privatizações em outros setores de serviços públicos, visando atrair investimentos e aprimorar a infraestrutura. Essa visão contrasta diretamente com as preocupações levantadas pelos trabalhadores sobre a desestatização.</p>



<p>Com a paralisação em andamento, o impasse entre trabalhadores e governo se aprofunda, deixando milhões de usuários em São Paulo em busca de alternativas de transporte. A greve das linhas 11, 12 e 13 da CPTM não apenas evidencia uma disputa trabalhista, mas também expõe um debate mais amplo sobre o papel do Estado na gestão de serviços essenciais e o futuro das privatizações no transporte público paulista.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/greve-na-cptm-trabalhadores-cruzam-os-bracos-contra-privatizacao-de-linhas-essenciais/">Greve na CPTM: Trabalhadores Cruzam os Braços contra Privatização de Linhas Essenciais</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>PEC 6&#215;1: O Duelo no Senado entre Empresários, Sindicatos e Governo por Novas Regras Trabalhistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 15:01:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresários]]></category>
		<category><![CDATA[jornada de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[PEC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado Federal tornou-se palco de um intenso debate sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa extinguir a jornada de trabalho na escala 6&#215;1. Travada há mais de um mês na mesa do presidente Davi Alcolumbre (União-AP), a PEC reuniu, nesta quarta-feira (1º), representantes do governo, oposição, empresários e sindicatos em uma [&#8230;]</p>
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<p>O Senado Federal tornou-se palco de um intenso debate sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa extinguir a jornada de trabalho na escala 6&#215;1. Travada há mais de um mês na mesa do presidente Davi Alcolumbre (União-AP), a PEC reuniu, nesta quarta-feira (1º), representantes do governo, oposição, empresários e sindicatos em uma audiência pública decisiva, expondo visões conflitantes sobre seus impactos na economia e na vida dos trabalhadores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Detalhes da Proposta e o Ponto Central da Controvérsia</h2>



<p>A PEC em questão propõe mudanças significativas na legislação trabalhista brasileira. Além de instituir dois dias de descanso por semana, o texto prevê a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, mantendo-se o salário do trabalhador. Essa iniciativa busca redefinir o equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho e a vida pessoal, gerando discussões acaloradas sobre a viabilidade de sua implementação e seus desdobramentos em diversos setores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Perspectiva Empresarial e da Oposição: Alerta de Custos</h2>



<p>Empresários dos setores do comércio, transportes e indústria, juntamente com senadores da oposição, expressaram forte preocupação com a aprovação da PEC. O argumento central é que a proposta acarretará um aumento substancial nos custos do trabalho, prejudicando a competitividade das empresas e a economia nacional como um todo. Eles defendem que a definição da jornada de trabalho deveria ser resultado de negociações diretas entre empregados e empregadores, e não uma imposição legislativa.</p>



<p>Ivo Dall’Acqua, presidente da Fecomércio-SP, reforçou essa visão, apontando que o desafio do Brasil não reside na quantidade de horas trabalhadas, mas sim na capacidade de aumentar a produtividade. Segundo ele, é primordial focar na geração de riqueza antes de sua distribuição, um caminho que, em sua análise, foi seguido por economias desenvolvidas. A Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), representada por Paulo Skaf, chegou a apresentar uma contraproposta que manteria a escala 6&#215;1 e não reduziria a jornada, introduzindo contratos por hora trabalhada, além de questionar os impactos da PEC sobre a informalidade e a liberdade individual de negociação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A Defesa da PEC: Equilíbrio Social e Ganhos de Produtividade</h2>



<p>Em contrapartida, representantes de centrais sindicais e o governo federal argumentam que o impacto econômico da PEC seria marginal, comparável aos aumentos do salário mínimo que a economia tem demonstrado capacidade de absorver. O ministro da Secretária-geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, citou um estudo do Ipea que calcula um impacto de 7,8%, equiparando-o a um aumento real do salário mínimo, sem que houvesse falências generalizadas ou aumento do desemprego, que, inclusive, registrou as menores taxas da série histórica.</p>



<p>Além da discussão econômica, os defensores da proposta enfatizam os benefícios humanos. Boulos ressaltou a crescente exaustão dos trabalhadores brasileiros, evidenciada pelo recorde de afastamentos por burnout, depressão e ansiedade em 2023. Ele mencionou os 4,1 milhões de afastamentos temporários por motivos de saúde em 2024 (15% a mais que no ano anterior), muitos relacionados a problemas mentais e de coluna. A redução da jornada, segundo o ministro, não só proporciona mais tempo para a família, estudos e lazer, mas também leva a um aumento da produtividade, pois &#039;um trabalhador mais descansado é um trabalhador mais produtivo&#039;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Apelos por Diálogo e Adiamento da Votação</h2>



<p>Diante das divergências, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, fez um apelo para que a votação da PEC 6&#215;1 seja adiada para depois das eleições de outubro. Sua justificativa é que a discussão e a decisão devem ocorrer sem motivações eleitorais, garantindo a liberdade de os senadores votarem de acordo com suas consciências e o que consideram melhor para o país. Similarmente, a Confederação Nacional do Transporte (CNT), através de seu presidente Vander Costa, além de apontar o aumento dos custos, solicitou um período de transição mais longo para a implementação de qualquer redução de jornada.</p>



<p>A controvérsia em torno da PEC 6&#215;1 ilustra a complexidade de conciliar as demandas por justiça social e bem-estar dos trabalhadores com a necessidade de manter a saúde econômica e a competitividade do país. Enquanto estudos sobre o impacto no PIB, inflação e emprego apresentam resultados divergentes, o debate no Senado permanece em um impasse, aguardando uma solução que consiga equilibrar essas forças opostas em uma legislação que atenda aos anseios de todas as partes envolvidas.</p>


<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p><p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/pec-6x1-o-duelo-no-senado-entre-empresarios-sindicatos-e-governo-por-novas-regras-trabalhistas/">PEC 6&#215;1: O Duelo no Senado entre Empresários, Sindicatos e Governo por Novas Regras Trabalhistas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
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		<title>Emprega + Barueri: nova plataforma conecta empresas, trabalhadores e oportunidades de qualificação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:08:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Barueri]]></category>
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		<category><![CDATA[Emprega+ Barueri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Barueri anunciou recentemente a criação do Emprega + Barueri, uma plataforma digital que visa aproximar empresas e profissionais em busca de oportunidades de trabalho. Embora não lançada oficialmente, a ferramenta, que foi desenvolvida pela Secretaria de Inovação e Tecnologia (SIT), já está disponível gratuitamente para empresas, candidatos e instituições de ensino. O portal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Prefeitura de Barueri anunciou recentemente a criação do Emprega + Barueri, uma plataforma digital que visa aproximar empresas e profissionais em busca de oportunidades de trabalho.</strong> Embora não lançada oficialmente, a ferramenta, que foi desenvolvida pela Secretaria de Inovação e Tecnologia (SIT), já está disponível gratuitamente para empresas, candidatos e instituições de ensino.</p>
<p><strong>O portal reúne vagas de emprego, currículos e cursos de qualificação profissional em um único ambiente digital. </strong>Isso torna o processo de recrutamento e seleção no município e na região mais ágil e eficiente.</p>
<p><strong>De acordo com informações da SIT, o lançamento oficial do Emprega + Barueri será anunciado em breve.</strong></p>
<p><strong>Cadastro gratuito de vagas</strong></p>
<p>Um dos principais objetivos da iniciativa é ampliar a participação das empresas na plataforma. Por meio do sistema, os empregadores podem cadastrar vagas, consultar currículos e gerenciar processos seletivos sem qualquer custo.</p>
<p>A ferramenta foi desenvolvida para facilitar o encontro entre as demandas do mercado de trabalho e os profissionais disponíveis, fortalecendo a geração de emprego e renda na cidade.</p>
<p>As empresas interessadas em contratar novos colaboradores já podem realizar o cadastro e começar a divulgar suas oportunidades.</p>
<p><strong>Mais oportunidades para os trabalhadores</strong></p>
<p>Para os candidatos, o Emprega + Barueri oferece a possibilidade de criar um currículo digital, pesquisar vagas e acessar cursos de qualificação profissional, ampliando as chances de inserção ou recolocação no mercado de trabalho.</p>
<p>A plataforma também contempla públicos como jovens aprendizes, estagiários e pessoas com deficiência (PCDs), ampliando o acesso às oportunidades de emprego e promovendo maior inclusão no mercado de trabalho.</p>
<p><strong>Ferramenta fortalece políticas públicas</strong></p>
<p>Além de aproximar empresas e trabalhadores, o sistema permitirá à Prefeitura acompanhar indicadores relacionados ao mercado de trabalho local. Os dados poderão contribuir para o planejamento de ações de qualificação profissional e para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas à empregabilidade.</p>
<p><strong>Como participar</strong></p>
<p>O acesso ao Emprega + Barueri é gratuito e pode ser feito pelo endereço:</p>
<p><a href="https://servicos.barueri.sp.gov.br/EmpregaMaisBarueri/" target="_blank" rel="noopener">https://servicos.barueri.sp.gov.br/EmpregaMaisBarueri/</a>.</p>
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		<title>Abono salarial: Caixa e Banco do Brasil pagam nascidos em maio e junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 13:21:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Abono]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Benefício]]></category>
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		<category><![CDATA[Salarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os trabalhadores nascidos nos meses de maio e junho já podem celebrar a liberação do abono salarial. Nesta sexta-feira, 15 de março de 2026, o quarto lote de pagamentos do benefício, referente ao ano-base de 2024, foi efetivado pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. A iniciativa representa um aporte financeiro significativo para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os trabalhadores nascidos nos meses de maio e junho já podem celebrar a liberação do abono salarial. Nesta sexta-feira, 15 de março de 2026, o quarto lote de pagamentos do benefício, referente ao ano-base de 2024, foi efetivado pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. A iniciativa representa um aporte financeiro significativo para milhões de brasileiros, totalizando R$ 5,7 bilhões distribuídos a 4.555.924 beneficiários em todo o país. O abono salarial é um direito fundamental que visa complementar a renda de quem trabalhou formalmente, sendo um importante instrumento de apoio econômico para a população. É crucial que os trabalhadores verifiquem sua elegibilidade e os canais de recebimento para garantir o acesso a esses recursos.</p>
<p>Calendário de pagamentos e valores do abono salarial</p>
<p>O abono salarial, um dos benefícios mais aguardados pelos trabalhadores brasileiros, segue um cronograma de pagamentos escalonado ao longo do ano de 2026, baseado no mês de nascimento do beneficiário. O lote atual, direcionado aos nascidos em maio e junho, marca a continuidade dessa importante liberação financeira.</p>
<p>Detalhamento do quarto lote e impacto econômico</p>
<p>Neste quarto ciclo de pagamentos, que se iniciou em 15 de março de 2026, foram destinados R$ 5,7 bilhões para auxiliar mais de 4,5 milhões de trabalhadores. O valor individual do abono salarial varia consideravelmente, podendo ir de R$ 136 a R$ 1.621, dependendo diretamente da quantidade de meses trabalhados com carteira assinada durante o ano-base de 2024. Essa proporcionalidade garante que o benefício seja justo e reflita a contribuição de cada trabalhador no período.</p>
<p>Do total de contemplados neste lote, uma parcela significativa é composta por trabalhadores da iniciativa privada. Aproximadamente 3.970.985 beneficiários, inscritos no Programa de Integração Social (PIS), estão recebendo cerca de R$ 5 bilhões diretamente da Caixa Econômica Federal. Paralelamente, 584.939 servidores públicos, filiados ao Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), têm direito a um montante de aproximadamente R$ 700 milhões, com os pagamentos sendo efetuados pelo Banco do Brasil.</p>
<p>A expectativa geral é que, ao longo de todo o ano de 2026, cerca de 22,2 milhões de trabalhadores sejam agraciados com o abono salarial. Este volume massivo de pagamentos não apenas reforça a importância do benefício como um complemento de renda, mas também injeta bilhões de reais na economia brasileira, estimulando o consumo e contribuindo para o aquecimento de diversos setores. A clareza nas informações e a facilidade de acesso são essenciais para que todos os trabalhadores elegíveis possam usufruir de seus direitos.</p>
<p>Quem tem direito e como receber o benefício</p>
<p>A elegibilidade e os procedimentos para o recebimento do abono salarial são pontos cruciais para os trabalhadores. Compreender os critérios e as diversas formas de acesso ao benefício é fundamental para garantir que ninguém perca essa oportunidade.</p>
<p>Critérios de elegibilidade para o PIS/Pasep</p>
<p>O abono salarial é um direito assegurado pela Lei nº 7.998/90 e se destina a trabalhadores que atendam a requisitos específicos, todos referentes ao ano-base de 2024 para os pagamentos de 2026. São eles:</p>
<p>Inscrição no PIS/Pasep: O trabalhador deve estar cadastrado nos programas PIS ou Pasep há pelo menos cinco anos. Isso significa que a primeira inscrição deve ter ocorrido até 2019, considerando o ano-base 2024.<br />
Tempo de trabalho formal: É preciso ter trabalhado com carteira assinada por, no mínimo, 30 dias, consecutivos ou não, durante o ano-base de 2024.<br />
Remuneração: A média salarial mensal durante o ano-base não deve ter ultrapassado dois salários mínimos vigentes na época. Em 2024, esse teto foi de R$ 2.766.<br />
Dados informados pelo empregador: Os dados do trabalhador devem ter sido corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) ou no eSocial. Erros ou omissões podem impedir o recebimento do benefício.</p>
<p>O valor do abono pode atingir até um salário mínimo, sendo proporcional ao número de meses trabalhados. Os recursos para o pagamento do abono salarial provêm do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), e a habilitação dos beneficiários é realizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, garantindo a fiscalização e a correta distribuição dos valores.</p>
<p>Métodos de pagamento e canais de consulta</p>
<p>Os procedimentos de pagamento e consulta diferem ligeiramente entre os trabalhadores da iniciativa privada (PIS) e os servidores públicos (Pasep), mas ambos os sistemas foram desenhados para oferecer facilidade e segurança.</p>
<p>Para trabalhadores da iniciativa privada (PIS):<br />
A Caixa Econômica Federal, responsável pelos pagamentos do PIS, prioriza as seguintes modalidades:<br />
Crédito em conta: O valor é depositado diretamente em conta corrente ou poupança da Caixa, caso o beneficiário já possua uma.<br />
Poupança Social Digital: O pagamento é feito através do aplicativo Caixa Tem, permitindo que o trabalhador movimente o dinheiro digitalmente e realize pagamentos, transferências ou saques.<br />
Saque presencial: Para aqueles que não possuem conta na Caixa, é possível sacar o benefício em casas lotéricas, caixas eletrônicos ou correspondentes CAIXA Aqui, utilizando o Cartão Social e senha. Alternativamente, nas agências da Caixa, o saque pode ser feito com um documento oficial com foto e, em alguns casos, por meio de biometria cadastrada.</p>
<p>Para servidores públicos (Pasep):<br />
O Banco do Brasil é o responsável pelos pagamentos do Pasep, utilizando os seguintes métodos:<br />
Crédito em conta: Depósito direto em conta bancária do beneficiário.<br />
Transferência eletrônica: É possível solicitar a transferência do valor via TED ou Pix para qualquer conta bancária de titularidade do beneficiário.<br />
Saque presencial: Para quem não é correntista do Banco do Brasil e não possui chave Pix, o saque pode ser efetuado presencialmente em qualquer agência do Banco do Brasil, mediante apresentação de documento de identificação.</p>
<p>Como consultar o abono salarial:<br />
A consulta sobre valor, data de pagamento e status de habilitação do abono salarial pode ser feita por diversos canais oficiais, garantindo transparência e acesso à informação:<br />
Aplicativo Carteira de Trabalho Digital: Disponível para smartphones, oferece informações completas sobre o benefício.<br />
Portal Gov.br: Acessando o site oficial, os trabalhadores podem verificar a situação do seu abono.<br />
Telefone 158: Central de atendimento do Ministério do Trabalho.<br />
Aplicativos Caixa Tem e Benefícios Sociais Caixa: Para beneficiários do PIS, esses apps fornecem detalhes sobre o pagamento.<br />
Atendimento Caixa ao Cidadão: Pelo número 0800-726-0207, é possível obter informações sobre o PIS.</p>
<p>A disponibilidade de múltiplos canais de consulta e recebimento visa facilitar o acesso de todos os trabalhadores ao abono salarial, garantindo que o benefício chegue a quem realmente tem direito, com praticidade e segurança.</p>
<p>A importância do abono salarial para milhões de brasileiros</p>
<p>O abono salarial é mais do que um simples complemento de renda; ele representa um reconhecimento aos trabalhadores de baixa renda que contribuem para a economia formal do país. A liberação de cada lote, como o atual para os nascidos em maio e junho, reitera o compromisso com a proteção social e o fomento econômico. Com bilhões de reais sendo injetados na economia ao longo de 2026, o abono salarial cumpre um papel fundamental no poder de compra dos cidadãos, auxiliando no custeio de despesas básicas e no impulsionamento do comércio. É essencial que os trabalhadores se mantenham informados sobre os critérios de elegibilidade e os canais de consulta e pagamento para assegurar o recebimento de seu benefício, fortalecendo sua condição financeira e contribuindo para a dinâmica econômica nacional.</p>
<p>Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>Qual o ano-base do abono salarial pago em 2026?<br />
O abono salarial que está sendo pago em 2026, conforme o calendário atual, tem como ano-base o período de trabalho de 2024. Isso significa que os requisitos de elegibilidade, como tempo de serviço e remuneração, são referentes às atividades desempenhadas em 2024.</p>
<p>Como consultar se tenho direito ao abono salarial?<br />
Você pode consultar sua elegibilidade e os detalhes do seu abono salarial por meio do aplicativo Carteira de Trabalho Digital, pelo Portal Gov.br, ligando para o telefone 158 (Ministério do Trabalho) ou, para beneficiários do PIS, pelos aplicativos Caixa Tem e Benefícios Sociais Caixa, ou no telefone 0800-726-0207 (Atendimento Caixa ao Cidadão).</p>
<p>O que fazer se meu empregador não informou meus dados corretamente?<br />
Se seus dados não foram informados corretamente pelo empregador no eSocial ou na RAIS, isso pode impedir o recebimento do abono. Nesses casos, o primeiro passo é contatar o seu empregador para que ele realize as retificações necessárias. Após a correção, o benefício poderá ser processado em um lote futuro. Caso o problema persista, procure o Ministério do Trabalho e Emprego.</p>
<p>Qual o valor máximo que posso receber de abono salarial?<br />
O valor do abono salarial pode chegar até um salário mínimo vigente na data do pagamento, que em 2026 é de R$ 1.621. O valor exato que o trabalhador recebe é proporcional à quantidade de meses trabalhados com carteira assinada durante o ano-base (2024). Cada mês trabalhado dá direito a 1/12 do salário mínimo.</p>
<p>Verifique agora mesmo sua elegibilidade e os detalhes do seu pagamento para garantir o seu benefício!</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>São Paulo: protesto pede fim da escala 6&#215;1 e combate ao feminicídio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 15:40:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[escala]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta última sexta-feira, uma expressiva manifestação tomou a Praça Roosevelt, no centro de São Paulo, ecoando demandas cruciais para a sociedade brasileira. Centrais sindicais e diversos movimentos sociais uniram-se em um ato que convergiu a luta por melhores condições de trabalho com a urgência do enfrentamento à violência de gênero. O principal foco do protesto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta última sexta-feira, uma expressiva manifestação tomou a Praça Roosevelt, no centro de São Paulo, ecoando demandas cruciais para a sociedade brasileira. Centrais sindicais e diversos movimentos sociais uniram-se em um ato que convergiu a luta por melhores condições de trabalho com a urgência do enfrentamento à violência de gênero. O principal foco do protesto foi a reivindicação pelo fim da escala 6&#215;1 no Congresso Nacional e a implementação de medidas eficazes contra o feminicídio, pautas que ressoam a necessidade de maior dignidade e segurança para a população. Camisetas e cartazes exibiam críticas contundentes à atuação parlamentar, reforçando a pressão popular por mudanças legislativas significativas e por uma sociedade mais justa.</p>
<p>A luta pelo fim da escala 6&#215;1 e contra a precarização do trabalho</p>
<p>A jornada de trabalho em regime de escala 6&#215;1, onde os trabalhadores folgam apenas um dia após seis dias de expediente, tem sido um ponto central de discórdia e insatisfação para milhões de brasileiros. A manifestação em São Paulo sublinhou a necessidade premente de aprovação de projetos de lei que visem à sua extinção, buscando proporcionar mais tempo para descanso, convívio familiar e atividades de lazer. A pauta reflete um desejo generalizado por um equilíbrio mais saudável entre a vida profissional e pessoal, impactando diretamente a qualidade de vida e o bem-estar dos trabalhadores.</p>
<p>Os desafios da pejotização e a defesa da CLT</p>
<p>Além da questão da escala 6&#215;1, os manifestantes expressaram forte repúdio à crescente &#8220;pejotização&#8221;, modalidade de contratação onde funcionários são formalizados como Pessoa Jurídica (PJ) ou Microempreendedor Individual (MEI) em vez de terem um vínculo empregatício sob a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O professor da rede pública, Marco Antônio Ferreira, um dos participantes do ato, enfatizou a dificuldade de conscientizar as novas gerações sobre a importância da CLT em um cenário onde a pejotização ganha terreno. Segundo Ferreira, muitos jovens, iludidos pela falsa autonomia, acabam perdendo direitos fundamentais.</p>
<p>Nesse modelo de contratação, trabalhadores podem perder benefícios essenciais como férias remuneradas, 13º salário, FGTS e a garantia de salário em caso de doença. A ausência desses direitos representa uma precarização das relações de trabalho, deixando o profissional vulnerável e sem a devida proteção social. Ferreira ressaltou que a pejotização não só afeta a segurança financeira, mas também impede o engajamento cívico. &#8220;Militar, defender seus direitos, correr atrás já é difícil para quem não trabalha em escala 6&#215;1. Nessa escala, é desumano, a pessoa mal consegue cuidar da própria vida. Então, realmente, é uma forma de desorganizar e mesmo de desumanizar&#8221;, observou o educador, destacando como a precarização das condições laborais limita a participação em lutas coletivas por direitos e contra as desigualdades sociais.</p>
<p>O debate sobre a redução da jornada de trabalho e a proteção dos direitos laborais ganha força com o Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), que defende a valorização do tempo livre e a revisão das atuais cargas horárias. Enquanto isso, parte do empresariado e setores da economia se opõem a essas mudanças, argumentando sobre possíveis impactos na produtividade e nos custos. Em resposta a essa discussão, o governo federal enviou ao Congresso, em meados de abril, um projeto de lei com urgência que propõe um regime de 40 horas semanais, proibindo cortes salariais resultantes da redução de jornada.</p>
<p>Pesquisas recentes corroboram a preferência dos trabalhadores pela segurança da CLT. Um levantamento encomendado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Fundação Perseu Abramo e outras entidades sindicais, intitulado &#8220;O Trabalho no Brasil&#8221;, revelou que mais da metade (56%) dos trabalhadores do setor privado sem carteira assinada já teve experiência anterior no regime CLT. Desse grupo, quase dois terços (59,1%) afirmaram que, sem dúvidas, voltariam a ter registro em carteira. A pesquisa da Vox Populi, que ouviu pessoas fora do mercado de trabalho (como mulheres em atividades de cuidado não remunerado e estudantes), apontou que 52,2% gostariam de retornar ao mercado e 57,1% preferiam fazê-lo com carteira assinada. Um dado preocupante do estudo é a confusão entre &#8220;empreendedor&#8221; e &#8220;trabalho autônomo&#8221;, com muitos se declarando empreendedores quando, na realidade, eram PJs atingidos pela precarização.</p>
<p>A urgência do combate ao feminicídio e a defesa dos direitos das mulheres</p>
<p>Paralelamente às reivindicações trabalhistas, a manifestação deste sábado (1º) deu voz à luta contra o feminicídio e a violência de gênero, que assola o país com uma onda crescente de casos. Os direitos das mulheres emergiram como uma agenda crucial e inadiável, pontuando a indignação e a necessidade de ações concretas por parte do poder público.</p>
<p>Misoginia, colonialismo e a necessidade de políticas mais amplas</p>
<p>A pedagoga Silvana Santana, uma das vozes presentes no protesto, conectou a misoginia agravada no Brasil às profundas raízes do projeto colonialista europeu, cujas consequências, segundo ela, ainda reverberam na sociedade atual. Santana reconheceu o valor das medidas protetivas que estão sendo implementadas pelo poder público, mas as considerou tardias e de alcance limitado, especialmente no que tange à urgência de tratar mulheres negras como sujeitos de direito plenos.</p>
<p>Para a pedagoga, a violência contra a mulher transcende o aspecto físico, englobando também a violência patrimonial, intelectual e das subjetividades, além da negação da própria existência e valor desses &#8220;corpos-mulheres&#8221;. Ela defendeu a necessidade de um projeto social e político &#8220;mais ousado&#8221;, focado na emancipação dos afrodescendentes no país. A pauta feminina na manifestação reforça o clamor por uma abordagem sistêmica que desconstrua as bases da desigualdade de gênero e raça, garantindo não apenas a proteção, mas a plena autonomia e dignidade para todas as mulheres.</p>
<p>Perspectivas futuras e a consolidação de direitos</p>
<p>A manifestação em São Paulo, ao unir a luta por direitos trabalhistas e a urgência do combate ao feminicídio, reflete uma articulação social robusta em busca de uma sociedade mais justa e equitativa. As demandas por uma jornada de trabalho mais humana e pelo fim da precarização laboral convergem com a exigência de um país seguro e respeitoso para as mulheres, livre da violência de gênero. A pressão popular por mudanças legislativas, como o projeto de lei para a redução da jornada de trabalho e medidas mais eficazes contra o feminicídio, demonstra a vitalidade da democracia e a necessidade contínua de mobilização. É um chamado para que o Congresso Nacional e o governo federal respondam com celeridade e profundidade às necessidades expressas nas ruas, construindo um futuro onde a dignidade humana e a igualdade de direitos sejam pilares inegociáveis.</p>
<p>Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>O que foi o protesto em São Paulo e quais suas principais reivindicações?<br />
O protesto ocorreu na Praça Roosevelt, em São Paulo, e foi organizado por centrais sindicais e movimentos sociais. As principais reivindicações foram a aprovação do fim da escala de trabalho 6&#215;1 e a implementação de medidas eficazes para o enfrentamento ao feminicídio no país.</p>
<p>Qual a importância do fim da escala 6&#215;1 para os trabalhadores?<br />
O fim da escala 6&#215;1 é considerado crucial para proporcionar aos trabalhadores mais tempo para descanso, lazer e convívio familiar, melhorando a qualidade de vida e combatendo a exaustão. A proposta visa a um equilíbrio mais saudável entre vida profissional e pessoal.</p>
<p>Como a &#8220;pejotização&#8221; afeta os direitos dos trabalhadores no Brasil?<br />
A &#8220;pejotização&#8221; é a contratação de trabalhadores como Pessoa Jurídica (PJ) ou Microempreendedor Individual (MEI) em vez de sob a CLT. Isso resulta na perda de direitos essenciais como férias remuneradas, 13º salário, FGTS e licença médica remunerada, precarizando as relações de trabalho e tornando os profissionais mais vulneráveis.</p>
<p>Por que a luta contra o feminicídio foi um ponto central na manifestação?<br />
Em meio à crescente onda de violência de gênero no país, a luta contra o feminicídio e pela proteção dos direitos das mulheres foi incorporada como uma pauta urgente e fundamental. A manifestação destacou a necessidade de políticas públicas mais abrangentes e eficazes para combater a misoginia e garantir a segurança e emancipação das mulheres.</p>
<p>Quais são as propostas legislativas em discussão relacionadas à jornada de trabalho?<br />
O governo federal enviou ao Congresso um projeto de lei com urgência que propõe um regime de 40 horas semanais, com a garantia de que não haverá corte de salários como resultado da redução da jornada.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre essas importantes discussões e participe do debate para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>PEC da escala 6&#215;1 gera intenso debate sobre trabalho e produtividade</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/pec-da-escala-6x1-gera-intenso-debate-sobre-trabalho-e-produtividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 16:01:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão]]></category>
		<category><![CDATA[hora]]></category>
		<category><![CDATA[proposta]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa alterar a jornada de trabalho, impactando diretamente a controversa escala 6&#215;1, avançou significativamente no Congresso Nacional. Após a aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, a matéria segue para uma Comissão Especial, cuja criação é iminente. Este passo legislativo abre um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa alterar a jornada de trabalho, impactando diretamente a controversa escala 6&#215;1, avançou significativamente no Congresso Nacional. Após a aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, a matéria segue para uma Comissão Especial, cuja criação é iminente. Este passo legislativo abre um período crucial de negociação e discussão sobre os termos de implementação das novas regras, com posições divergentes entre o governo, parlamentares e oposição. O centro do debate reside na busca por um equilíbrio entre a melhoria das condições de trabalho e a manutenção da produtividade, uma questão que promete redefinir as relações trabalhistas no país.</p>
<p> O avanço legislativo e a defesa dos trabalhadores</p>
<p>A aprovação da PEC na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados representa um marco importante para a proposta que busca reformular a jornada de trabalho no Brasil. A CCJ, responsável por analisar a constitucionalidade e a juridicidade dos projetos, deu seu aval, pavimentando o caminho para a próxima etapa legislativa. Este avanço, no entanto, é apenas o início de um processo que promete ser complexo e repleto de debates acalorados.</p>
<p> A voz dos proponentes e a crítica à &#8220;escravidão moderna&#8221;</p>
<p>Entre os principais articuladores e autores das Propostas de Emenda à Constituição que compõem a matéria aprovada, destacam-se os deputados Reginaldo Lopes (PT) e Érika Hilton (PSOL). O deputado Reginaldo Lopes, em particular, tem sido um defensor enfático da mudança, classificando a escala 6&#215;1, tal como praticada no século XXI, como uma &#8220;escravidão moderna&#8221;. Sua argumentação central é que a manutenção de um regime de trabalho que concede apenas um dia de folga por semana é insustentável e prejudicial à dignidade dos trabalhadores, afetando profundamente suas vidas pessoais e familiares. Lopes argumenta que a eliminação dessa escala não apenas beneficiará diretamente os empregados, proporcionando-lhes maior tempo de descanso e convívio familiar, mas também trará ganhos de produtividade para os empregadores. Segundo ele, trabalhadores mais descansados e com melhor qualidade de vida tendem a ser mais eficientes e engajados, configurando-se esse ganho como a verdadeira compensação para as empresas. A proposta, portanto, é vista por seus defensores como um passo fundamental para modernizar as relações de trabalho e garantir direitos básicos.</p>
<p> O governo, a oposição e o modelo &#8220;hora trabalhada, hora paga&#8221;</p>
<p>A discussão sobre a PEC que altera a escala 6&#215;1 não se restringe apenas aos defensores da proposta original. O governo federal tem sinalizado que concorda com a necessidade de uma regra de transição para a implementação das novas diretrizes, reconhecendo os desafios que as empresas podem enfrentar para se adaptar. Contudo, tem se mostrado contrário à ideia de qualquer compensação financeira direta para as empresas em virtude das mudanças, alinhando-se à visão de que os benefícios virão da produtividade e do bem-estar dos trabalhadores.</p>
<p> A proposta da liberdade laboral e o embate no plenário</p>
<p>A oposição, por sua vez, promete um embate intenso. O líder do Partido Liberal (PL), deputado Sóstenes Cavalcante, já manifestou a intenção de aprofundar a discussão para garantir que nenhum lado — nem trabalhadores, nem empresários — saia perdendo com as alterações. Sua principal tese é a defesa do modelo &#8220;hora trabalhada, hora paga&#8221;, que ele considera a relação mais moderna e justa de empregador-trabalho. Esse esquema, segundo Cavalcante, oferece total liberdade ao trabalhador, permitindo-lhe gerenciar seu tempo e suas oportunidades de forma autônoma. Ele exemplifica a possibilidade de um indivíduo trabalhar 10 horas em um emprego e 20 horas em outro, se assim desejar, maximizando sua renda e adaptando a jornada às suas necessidades e ambições. Para os empregadores, o modelo &#8220;hora trabalhada, hora paga&#8221; representaria um ganho em produtividade e flexibilidade, uma vez que a remuneração estaria diretamente atrelada ao tempo efetivamente dedicado ao trabalho, incentivando a eficiência e otimizando os custos. Essa abordagem, que busca um alinhamento com as práticas de mercados de trabalho mais flexíveis internacionalmente, adiciona uma camada de complexidade ao debate, indo além da simples revisão da escala 6&#215;1 para propor uma reestruturação mais ampla do conceito de jornada e remuneração.</p>
<p> Próximos passos e expectativas</p>
<p>Com a aprovação na CCJ, o projeto agora aguarda a criação da Comissão Especial, um colegiado fundamental para aprofundar a análise da PEC. Esta comissão será responsável por debater os termos da implementação, ouvir especialistas, representantes de trabalhadores e empregadores, e negociar um texto final que contemple as diversas visões. A expectativa é que este processo seja marcado por intensas discussões e tentativas de conciliação.</p>
<p> O papel da Comissão Especial e o cronograma legislativo</p>
<p>Ainda sem relator definido, a Comissão Especial terá a árdua tarefa de moldar a proposta antes que ela seja levada ao plenário. O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta, já sinalizou que pretende conduzir os trâmites com equilíbrio, buscando um consenso que permita que a matéria chegue para votação em plenário ainda no mês de maio. Este cronograma apertado demonstra a urgência e a relevância que o tema adquiriu na agenda legislativa. A discussão na Comissão Especial será crucial para definir detalhes como as regras de transição, os setores mais impactados e eventuais salvaguardas para pequenas e médias empresas. O resultado dos trabalhos desta comissão terá implicações profundas nas relações trabalhistas brasileiras, redefinindo padrões de jornada, remuneração e, em última instância, a qualidade de vida de milhões de trabalhadores, ao mesmo tempo em que busca fomentar um ambiente de negócios mais dinâmico e produtivo. A polarização de ideias entre a defesa dos direitos laborais e a busca por maior flexibilidade e produtividade empresarial coloca a Comissão Especial no centro de uma decisão que moldará o futuro do trabalho no Brasil.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>O que é a escala 6&#215;1 e por que ela está sendo debatida?<br />
A escala 6&#215;1 refere-se a um regime de trabalho em que o empregado trabalha seis dias e folga um. Ela está sendo debatida por ser considerada, por muitos, como excessivamente desgastante e prejudicial à qualidade de vida do trabalhador, sendo classificada por alguns como uma &#8220;escravidão moderna&#8221; no contexto atual. A discussão busca uma alternativa mais equilibrada.</p>
<p>Quais são os principais argumentos a favor do fim da escala 6&#215;1?<br />
Os principais argumentos giram em torno da melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores, com mais tempo para descanso, família e lazer. Defende-se que isso resultaria em maior bem-estar e, consequentemente, em um aumento da produtividade para os empregadores, sem a necessidade de compensação financeira direta.</p>
<p>O que significa o modelo &#8220;hora trabalhada, hora paga&#8221; proposto pela oposição?<br />
O modelo &#8220;hora trabalhada, hora paga&#8221; é uma proposta que visa oferecer maior flexibilidade tanto para o trabalhador quanto para o empregador. Ele permite que o trabalhador gerencie sua jornada de forma mais autônoma, podendo inclusive ter múltiplos empregos com cargas horárias variadas. Para o empregador, significa pagar apenas pelas horas efetivamente trabalhadas, otimizando a produtividade.</p>
<p>Qual é o próximo passo para a PEC após a aprovação na CCJ?<br />
Após a aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a PEC será analisada por uma Comissão Especial, que será criada nos próximos dias. Essa comissão terá a responsabilidade de discutir os termos da proposta, negociar sua implementação e elaborar um texto final antes que ela seja levada ao plenário da Câmara para votação.</p>
<p>Acompanhe de perto as novidades e desdobramentos dessa importante discussão que pode redefinir o futuro do trabalho no Brasil.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Regulamentação de trabalho por aplicativo: votação na câmara prevista para abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 21:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[entregadores]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[motoristas]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A proposta de lei complementar que visa regulamentar o trabalho de entregadores e motoristas por aplicativos pode ser levada a votação no plenário da Câmara dos Deputados até o início de abril. A expectativa foi divulgada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, após uma reunião crucial na residência oficial da Presidência. Este projeto representa um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta de lei complementar que visa regulamentar o trabalho de entregadores e motoristas por aplicativos pode ser levada a votação no plenário da Câmara dos Deputados até o início de abril. A expectativa foi divulgada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, após uma reunião crucial na residência oficial da Presidência. Este projeto representa um esforço significativo para estabelecer um equilíbrio entre a proteção dos trabalhadores autônomos e a viabilidade das plataformas digitais. O objetivo central da regulamentação de trabalho por aplicativo é proporcionar condições de trabalho mais dignas, garantias sociais e direitos fundamentais a uma categoria que atualmente soma cerca de 2,2 milhões de profissionais no Brasil, atuando em plataformas como Uber, 99 Táxi, iFood e InDrive, sem que isso resulte em um aumento desproporcional nos custos para os consumidores.</p>
<p> A urgência da regulamentação e o cenário atual</p>
<p> A busca por equilíbrio e dignidade</p>
<p>A necessidade de uma legislação específica para os trabalhadores de plataformas digitais tem sido uma pauta crescente no debate público brasileiro. O presidente da Câmara, Hugo Motta, enfatizou que o principal objetivo é construir uma legislação equilibrada. Essa legislação deverá, ao mesmo tempo, proteger os trabalhadores autônomos e garantir o funcionamento ininterrupto das plataformas. Motta declarou a intenção de entregar ao país um arcabouço legal que assegure garantias e condições de trabalho mais dignas a esses profissionais, sem que isso provoque uma elevação excessiva nos custos para os consumidores finais. A ausência de regras claras tem gerado discussões intensas sobre a precarização do trabalho e a falta de direitos básicos para milhões de pessoas.</p>
<p>Atualmente, o governo federal estima que o Brasil conta com aproximadamente 2,2 milhões de indivíduos que dependem financeiramente de plataformas digitais, como motoristas de aplicativos de transporte e entregadores. O cenário atual, sem uma regulamentação adequada, levanta preocupações sobre a sustentabilidade e a justiça nas relações de trabalho. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, salientou a urgência em resolver essa questão. Ele apontou que a situação atual beneficia predominantemente as grandes plataformas, exemplificando com motoristas de Uber que, segundo ele, podem ter até 50% de taxa de retenção pela plataforma, um percentual que considera irrazoável.</p>
<p> Pontos de divergência: a taxa mínima para entregadores</p>
<p> O debate sobre valores e a realidade regional</p>
<p>Um dos principais impasses na tramitação do Projeto de Lei Complementar (PLP) reside na definição do pagamento da taxa básica do serviço e do adicional pela distância percorrida, especificamente para o transporte de passageiros e a entrega de bens. O governo federal propõe que o valor mínimo do serviço para os entregadores seja de R$ 10, acrescido de R$ 2,50 por quilômetro rodado. Este ponto é considerado crucial pelo Executivo, atendendo a uma demanda expressa dos entregadores de aplicativos e motoqueiros.</p>
<p>No entanto, o relator da matéria na Comissão Especial da Câmara, deputado federal Augusto Coutinho (Republicanos-PE), confirma que este é o único ponto de divergência substancial na regulamentação do trabalho de entregadores por aplicativo. Coutinho expressou preocupação com a aplicação universal desse valor mínimo. Ele argumentou que &#8220;R$ 10, em São Paulo, no Rio ou em Brasília não é igual a R$ 10 no interior de Pernambuco, onde o ticket de um lanche é muito inferior ao daqui&#8221;. Para o relator, essa rigidez nos valores pode inviabilizar o serviço em regiões com menor poder de compra ou custo de vida. Guilherme Boulos, por sua vez, reforçou que, para o governo, esses valores são &#8220;muito caros&#8221; e, caso não sejam incorporados ao relatório final da comissão especial da Câmara, o governo pretende apresentá-los como uma emenda durante a votação.</p>
<p> Consenso e avanços para os trabalhadores</p>
<p> Valor mínimo para motoristas e segurança previdenciária</p>
<p>Apesar das divergências em relação aos entregadores, houve um entendimento entre as partes sobre a questão do valor mínimo para os motoristas de aplicativos. Segundo o relator Augusto Coutinho, durante a reunião, foi acordado que não haverá um valor mínimo de corrida para os motoristas. Essa decisão se baseia na constatação de que aproximadamente 25% das corridas no Brasil são cobradas por menos de R$ 8,50. Na proposta reformulada, este ponto seria retirado do texto para os motoristas, focando o debate da taxa mínima exclusivamente nos entregadores. Essa flexibilidade visa atender à dinâmica específica do transporte de passageiros, que muitas vezes envolve viagens curtas e de baixo custo.</p>
<p>Além disso, o projeto de lei apresenta avanços significativos do ponto de vista previdenciário para todos os trabalhadores por aplicativo. A proposta não isentará os profissionais autônomos da contribuição mensal à Previdência Social. Na visão do relator Coutinho, isso representa uma importante garantia. Ele ressaltou que &#8220;não existe no Brasil nenhum trabalhador que pague a Previdência para ter o agasalho social pelo quanto eles  vão pagar&#8221;, indicando que a contribuição resultará em uma rede de segurança social para a categoria. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, reconheceu que o projeto de lei, embora possa não ser perfeito, representa de fato uma &#8220;segurança mínima&#8221; e tem o potencial de ser atualizado anualmente para se adequar às mudanças e necessidades do setor, corrigindo a atual ausência total de direitos.</p>
<p> O futuro da legislação: segurança mínima e aperfeiçoamento contínuo</p>
<p> Próximos passos e a visão do governo</p>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta, informou que as negociações estão em andamento para a elaboração de uma proposta final do relatório. Este documento será apresentado na Comissão Especial para aprovação antes de seguir para a votação em plenário. A agilidade no processo é vista como essencial, dada a urgência da matéria.</p>
<p>O relator Augusto Coutinho adiantou que a Comissão Especial, presidida pelo deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), deve se reunir em breve com representantes do Executivo e do Legislativo. O objetivo desses encontros é discutir o tema em profundidade e buscar um consenso final que permita a aprovação do projeto. O ministro Luiz Marinho enfatizou que a situação atual é &#8220;o pior dos mundos&#8221; tanto para as empresas quanto para os trabalhadores, destacando a necessidade de uma lei que estabeleça uma base de segurança. A partir dessa base, o governo, o parlamento e os próprios trabalhadores poderão reavaliar e aperfeiçoar a legislação ao longo do tempo, garantindo que ela se mantenha relevante e justa. A expectativa é que este seja um primeiro passo para uma regulamentação mais robusta e adaptável à realidade do trabalho na economia digital.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p> Qual o principal objetivo da regulamentação do trabalho por aplicativo?<br />
O principal objetivo é construir uma legislação equilibrada que proteja os trabalhadores autônomos, garantindo-lhes condições de trabalho mais dignas e direitos sociais, ao mesmo tempo em que assegura a viabilidade e o funcionamento das plataformas digitais e evita aumento excessivo de custos para os consumidores.</p>
<p> Qual é o ponto de divergência mais significativo no projeto de lei?<br />
O ponto de divergência mais significativo é a definição de um valor mínimo de serviço para os entregadores por aplicativo, que o governo propõe em R$ 10, acrescido de R$ 2,50 por quilômetro rodado. Há debates sobre a viabilidade e a aplicação desse valor em diferentes regiões do país.</p>
<p> Como a proposta afeta os motoristas de aplicativo em relação à taxa mínima?<br />
Para os motoristas de aplicativo, houve um consenso de que não haverá um valor mínimo para as corridas, diferentemente do que é proposto para os entregadores. Essa decisão levou em conta que uma parcela significativa das corridas de transporte de passageiros ocorre por valores menores.</p>
<p> O projeto de lei aborda a questão da Previdência Social para esses trabalhadores?<br />
Sim, o projeto de lei estabelece que os profissionais autônomos por aplicativo não serão isentos da contribuição mensal à Previdência Social, o que representa um avanço na garantia de segurança social para a categoria, proporcionando acesso a benefícios previdenciários.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre os desdobramentos desta legislação crucial para milhões de trabalhadores e para o futuro da economia digital no Brasil.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Desemprego no Brasil atinge 5,4%, menor patamar da série histórica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 15:01:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[menor]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Setores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A taxa de desemprego no Brasil alcançou 5,4% no trimestre encerrado em janeiro deste ano, marcando o menor patamar desde o início da série histórica em 2012. Os dados, recém-divulgados, revelam um cenário de recuperação robusta no mercado de trabalho nacional. Além da notável queda do desemprego, o país registrou um contingente recorde de 102,7 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego no Brasil alcançou 5,4% no trimestre encerrado em janeiro deste ano, marcando o menor patamar desde o início da série histórica em 2012. Os dados, recém-divulgados, revelam um cenário de recuperação robusta no mercado de trabalho nacional. Além da notável queda do desemprego, o país registrou um contingente recorde de 102,7 milhões de pessoas ocupadas e um salário médio que atingiu seu pico histórico de R$ 3.652. A informalidade também apresentou um declínio significativo, atingindo 37,5%, o menor índice desde junho de 2020. Estes indicadores sinalizam uma fase de estabilidade e crescimento, consolidando o bom desempenho dos últimos meses e apontando para uma melhora contínua na qualidade de vida dos brasileiros.</p>
<p> Panorama do mercado de trabalho brasileiro</p>
<p> Recordes históricos impulsionam o emprego<br />
A mais recente análise do mercado de trabalho brasileiro aponta para uma série de marcos positivos. A taxa de desemprego, ao atingir 5,4% no trimestre encerrado em janeiro, não apenas representa o menor índice da série histórica iniciada em 2012, mas também reflete uma contínua melhoria no cenário econômico. Esse resultado significa que aproximadamente 5,9 milhões de pessoas estavam à procura de emprego no período, um número consideravelmente menor em comparação com trimestres anteriores. Em contrapartida, a população ocupada atingiu um volume sem precedentes de 102,7 milhões de indivíduos, configurando o maior contingente já registrado. Este aumento expressivo na força de trabalho é um indicativo da capacidade do mercado em absorver novos trabalhadores e reocupar aqueles que estavam desocupados, contribuindo para uma maior dinâmica econômica e social. A consistência desses números sugere que a recuperação não é pontual, mas sim parte de um movimento mais amplo e sustentável, fortalecendo a economia de maneira geral.</p>
<p> Informalidade em declínio e renda em ascensão<br />
Outro ponto de destaque no balanço do mercado de trabalho é a queda da taxa de informalidade, que alcançou 37,5%. Este é o menor índice registrado desde junho de 2020, sinalizando uma transição gradual de trabalhadores do setor informal para o formal, ou a criação de novas vagas formais que são preenchidas. A redução da informalidade é crucial para a estabilidade econômica, pois tende a oferecer maior segurança jurídica, benefícios sociais e acesso a direitos trabalhistas, o que melhora a qualidade de vida e a segurança financeira dos trabalhadores. Paralelamente a essa formalização, o salário médio real também registrou um aumento significativo, chegando a R$ 3.652. Este valor representa o mais alto já observado, refletindo não apenas um aquecimento da economia, mas também uma possível melhoria na qualidade dos empregos e na remuneração dos trabalhadores. O poder de compra da população, consequentemente, é fortalecido, o que pode impulsionar o consumo e o investimento em diversos setores da economia, criando um ciclo virtuoso.</p>
<p> Análise dos fatores e setores impulsionadores</p>
<p> Estabilidade dos indicadores e influência sazonal<br />
Apesar de o mês de janeiro tipicamente apresentar uma redução no contingente de trabalhadores devido à dispensa de temporários pós-festas de fim de ano, a análise dos resultados atuais aponta para uma notável estabilidade nos indicadores de ocupação. Especialistas indicam que os efeitos favoráveis observados em novembro e dezembro do ano anterior foram determinantes para mitigar o impacto desse movimento sazonal. Essa resiliência sugere que a base de crescimento do emprego é mais sólida e menos suscetível às flutuações usuais de determinadas épocas do ano. A permanência de um alto nível de ocupação, mesmo diante de fatores de retração, reforça a percepção de um mercado de trabalho mais robusto e com fundamentos de recuperação bem estabelecidos. A estabilidade contínua é um fator-chave para a confiança de empregadores e empregados, criando um ambiente mais previsível e favorável para investimentos e expansão de negócios.</p>
<p> Setores-chave para o crescimento da ocupação<br />
A análise detalhada dos setores da economia que mais contribuíram para o aumento da ocupação revela tendências importantes. Os segmentos de Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas foram os que registraram maior expansão no número de trabalhadores. Este grupo engloba um vasto leque de serviços de alto valor agregado e reflete a modernização da estrutura produtiva do país, com foco em áreas que demandam conhecimento e especialização. Além deles, o setor de &#8220;Outros serviços&#8221; também se destacou, demonstrando a diversificação das oportunidades de emprego e a vitalidade de áreas menos tradicionais. A concentração do crescimento nessas áreas aponta para uma economia que busca eficiência, inovação e prestação de serviços especializados, características de mercados mais desenvolvidos. O desempenho desses setores é um termômetro da capacidade de adaptação e evolução do mercado de trabalho brasileiro, indicando para onde a demanda por mão de obra qualificada está se direcionando.</p>
<p> Conclusão<br />
O cenário atual do mercado de trabalho brasileiro apresenta-se com indicadores historicamente positivos. A queda da taxa de desemprego para seu menor patamar, o recorde de pessoas ocupadas e o aumento do salário médio sinalizam uma fase de recuperação e consolidação econômica. A diminuição da informalidade e o crescimento em setores estratégicos reforçam a percepção de uma economia em transformação, buscando maior formalização e qualidade nas relações de trabalho. Estes resultados não apenas refletem o dinamismo recente, mas também estabelecem uma base promissora para futuras análises e políticas públicas, indicando um horizonte mais favorável para milhões de brasileiros e a perspectiva de um desenvolvimento econômico mais inclusivo e sustentável.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p>Qual foi a taxa de desemprego registrada no Brasil?<br />
A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro deste ano, o menor patamar registrado desde o início da série histórica em 2012.</p>
<p>O que é a População Ocupada e qual foi o seu volume?<br />
A População Ocupada refere-se ao número de pessoas que estão empregadas, tanto formal quanto informalmente. No período, este contingente atingiu o recorde de 102,7 milhões de pessoas.</p>
<p>Como a informalidade se comportou neste trimestre?<br />
A taxa de informalidade registrou 37,5%, o menor índice desde junho de 2020. Isso indica uma tendência de formalização ou criação de empregos formais, refletindo uma maior segurança para os trabalhadores.</p>
<p>Houve aumento no salário médio?<br />
Sim, o salário médio real alcançou R$ 3.652, o valor mais alto já registrado, refletindo uma melhoria na remuneração dos trabalhadores e no poder de compra da população.</p>
<p>Quais setores contribuíram mais para o aumento da ocupação?<br />
Os setores com maior ocupação foram Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas, além de &#8220;Outros serviços&#8221;.</p>
<p>Mantenha-se atualizado sobre as principais notícias econômicas e as tendências do mercado de trabalho brasileiro para planejar seu futuro profissional e financeiro.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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