<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>tenente &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
	<atom:link href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/tag/tenente/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br</link>
	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Apr 2026 00:01:41 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/wp-content/uploads/2020/05/cropped-facebook1-32x32.jpg</url>
	<title>tenente &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
	<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Polícia militar aposenta tenente-coronel acusado de feminicídio em São Paulo</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/policia-militar-aposenta-tenente-coronel-acusado-de-feminicidio-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 00:01:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[coronel]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[militar]]></category>
		<category><![CDATA[tenente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/policia-militar-aposenta-tenente-coronel-acusado-de-feminicidio-em-sao-paulo/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Polícia Militar de São Paulo acatou o pedido de transferência para a reserva remunerada do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, indiciado por feminicídio da soldado Gisele Alves Santana e por fraude processual. A decisão, que equivale a uma aposentadoria de tenente-coronel com proventos próximos ao salário da ativa, gerou intensa controvérsia e revolta, especialmente [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/policia-militar-aposenta-tenente-coronel-acusado-de-feminicidio-em-sao-paulo/">Polícia militar aposenta tenente-coronel acusado de feminicídio em São Paulo</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Militar de São Paulo acatou o pedido de transferência para a reserva remunerada do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, indiciado por feminicídio da soldado Gisele Alves Santana e por fraude processual. A decisão, que equivale a uma aposentadoria de tenente-coronel com proventos próximos ao salário da ativa, gerou intensa controvérsia e revolta, especialmente por parte da família da vítima e da opinião pública. A portaria de inatividade foi publicada no Diário Oficial do Estado, oficializando o afastamento do militar que está preso preventivamente desde março. A rapidez com que o processo de inatividade foi concluído levantou questionamentos sobre possíveis privilégios, considerando a gravidade das acusações e a tramitação usualmente mais lenta para outros membros da corporação em situações distintas. O caso, que chocou o país, agora ganha um novo desdobramento com a inatividade do oficial.</p>
<p> A transferência para a reserva em meio a acusações graves</p>
<p>A portaria que oficializa a transferência para a reserva do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto foi publicada na última quinta-feira (2) no Diário Oficial do Estado de São Paulo. A medida, que na prática configura uma aposentadoria, garante ao oficial o recebimento de um salário com valor praticamente idêntico ao que recebia enquanto estava na ativa. O tenente-coronel está detido preventivamente desde o dia 18 de março, sob a acusação de feminicídio da soldado Gisele Alves Santana e por ter supostamente tentado forjar a cena do crime, configurando fraude processual.</p>
<p>A decisão da Polícia Militar de São Paulo de deferir o pedido de inatividade levanta debates sobre a compatibilidade de tal benefício com a seriedade das acusações criminais que pesam sobre o militar. Geraldo Leite Rosa Neto é apontado como o principal suspeito da morte da colega de farda, e a liberação de seus proventos enquanto o processo criminal e administrativo ainda estão em andamento acende um alerta sobre a percepção de justiça. A medida garante ao militar um sustento financeiro considerável, mesmo diante da possibilidade de condenação e das consequências futuras que a carreira militar pode impor.</p>
<p> A velocidade questionável do processo</p>
<p>A agilidade com que a Polícia Militar processou a solicitação de transferência para a reserva do tenente-coronel chamou a atenção e gerou forte crítica por parte da representação legal da família da vítima. O advogado José Miguel da Silva Júnior manifestou estranheza com a celeridade, ressaltando que o pedido teria sido formalizado em menos de uma semana e rapidamente publicado no Diário Oficial.</p>
<p>Em contraste, o advogado apontou que, frequentemente, outros membros da corporação, incluindo oficiais que se encontram doentes ou praças, enfrentam um trâmite burocrático extenso e demorado para conseguir o mesmo benefício. Ele mencionou casos de oficiais que precisam recorrer à justiça para garantir a transferência para a reserva, enquanto praças chegam a esperar mais de 60 dias. A disparidade de tratamento levou a críticas diretas à corporação, que, segundo o advogado, &#8220;vem a público dizer que corta na carne, que não admite a conduta incompatível, sendo que estão dando privilégios&#8221; a oficiais em situações gravíssimas. Essa percepção de tratamento diferenciado alimenta o debate sobre privilégios dentro das forças de segurança, especialmente quando há acusações tão sérias envolvidas.</p>
<p> A defesa e as implicações futuras</p>
<p>Em resposta às acusações e à repercussão do caso, a defesa do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto emitiu uma nota afirmando que a transferência para a reserva se trata de uma decisão particular de seu cliente, tomada após ter cumprido sua missão na salvaguarda dos cidadãos. A justificativa busca enquadrar a inatividade como um direito legítimo do militar, exercido após anos de serviço, e não como uma tentativa de evadir-se das consequências das acusações.</p>
<p>No entanto, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) esclareceu que a aposentadoria do tenente-coronel não interrompe e nem interfere no andamento do processo administrativo disciplinar ao qual ele está sujeito. A pasta informou que, independentemente da situação de inatividade, o processo administrativo continuará seu curso e poderá, ao final, resultar em sanções severas, como a demissão da corporação e a perda do posto e da patente militar. Essa informação é crucial para entender que, apesar de aposentado, o oficial ainda pode enfrentar consequências disciplinares que afetem permanentemente seu status militar e os benefícios inerentes a ele.</p>
<p> A voz da família da vítima e a indignação pública</p>
<p>A notícia da aposentadoria do tenente-coronel acusado provocou uma onda de revolta e indignação entre os familiares da soldado Gisele Alves Santana. Os pais da vítima, José Simonal Teles e Marinalva Vieira Alves de Santana, usaram as redes sociais para expressar seu descontentamento e dor, questionando publicamente a decisão da Polícia Militar.</p>
<p>Em um vídeo emocionado, eles manifestaram a incredulidade e a injustiça percebida na situação. &#8220;Você acha justo a população do Estado de São Paulo pagar um salário para um monstro desse? Covarde, que matou sua mulher, colega de farda, porque disse &#8220;não&#8221; para ele?&#8221;, questionou a mãe, Marinalva. O pai, José Simonal, reforçou a disparidade: &#8220;Para aposentar ele foi rápido; para minha filha, sobrou o caixão e o luto para a família.&#8221; O apelo dos pais reverberou nas redes sociais, ampliando a discussão sobre a moralidade da decisão institucional e a dor de uma família que busca justiça pela perda trágica de sua filha, assassinada em circunstâncias brutais. A voz da família tornou-se um símbolo da busca por equidade e responsabilização diante de crimes que abalam a sociedade.</p>
<p> Os detalhes da investigação e a reviravolta no caso</p>
<p>A soldado Gisele Alves Santana foi encontrada morta em sua residência com um tiro na cabeça no dia 18 de fevereiro. Inicialmente, o próprio tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, que estava no local, teria informado às autoridades a hipótese de suicídio. Contudo, essa versão foi rapidamente descartada pelas investigações subsequentes.</p>
<p>Indícios coletados na cena do crime e análises forenses revelaram que o oficial teria tentado forjar o cenário para simular um ato de suicídio. Laudos do Instituto Médico Legal (IML) foram cruciais para desmentir a narrativa inicial, indicando que a vítima apresentava marcas de agressão que não seriam compatíveis com um autoextermínio. Essas evidências foram fundamentais para a mudança na linha de investigação, que passou a tratar o caso como feminicídio, culminando no indiciamento e na prisão preventiva do tenente-coronel. A reviravolta na investigação expôs a tentativa de ocultar a verdadeira causa da morte e reforçou a gravidade das acusações contra o oficial, transformando um suposto suicídio em um crime brutal.</p>
<p> Perspectivas e o caminho a seguir</p>
<p>A aposentadoria do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de feminicídio e fraude processual, representa um ponto complexo na busca por justiça e responsabilização. Embora a transferência para a reserva seja um direito do militar que cumpriu seu tempo de serviço, a rapidez com que foi concedida, aliada à gravidade das acusações e ao clamor da família da vítima, levanta questões éticas e morais sobre os procedimentos internos da Polícia Militar.</p>
<p>A garantia da SSP-SP de que o processo administrativo prosseguirá é um fator crucial, indicando que a inatividade não significa impunidade. A sociedade e a família de Gisele Alves Santana aguardam que o processo judicial e administrativo caminhem de forma célere e justa, garantindo que todas as responsabilidades sejam apuradas e que, caso comprovada a culpa, as devidas sanções sejam aplicadas, servindo como um reforço à credibilidade das instituições e à proteção das vítimas de violência.</p>
<p> Perguntas frequentes</p>
<p>O que significa &#8220;transferência para a reserva remunerada&#8221;?<br />
Significa que um militar é afastado do serviço ativo, passando a receber proventos (salário) equivalentes ao que recebia na ativa, mantendo seu vínculo com a corporação, mas sem a necessidade de cumprir expediente. É equivalente a uma aposentadoria.</p>
<p>O processo administrativo pode resultar na perda da aposentadoria?<br />
Sim, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, o processo administrativo pode levar à demissão do militar e à perda do posto e da patente, o que pode impactar diretamente seus proventos de aposentadoria, dependendo da legislação específica.</p>
<p>Por que a família da vítima se revoltou com a decisão da Polícia Militar?<br />
A família expressou revolta pela rapidez com que a aposentadoria do tenente-coronel foi concedida, contrastando com a lentidão percebida em outros casos. Eles questionam a moralidade de um acusado de feminicídio receber salário pago pelo estado, enquanto a justiça pela morte de Gisele ainda está sendo buscada.</p>
<p>Para mais informações sobre o desdobramento deste caso e outros temas de segurança pública, continue acompanhando as atualizações jornalísticas.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/policia-militar-aposenta-tenente-coronel-acusado-de-feminicidio-em-sao-paulo/">Polícia militar aposenta tenente-coronel acusado de feminicídio em São Paulo</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Defesa de PM morta revela denúncias anteriores contra coronel Geraldo Neto</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/defesa-de-pm-morta-revela-denuncias-anteriores-contra-coronel-geraldo-neto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 03:01:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[gisele]]></category>
		<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Santana]]></category>
		<category><![CDATA[tenente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/defesa-de-pm-morta-revela-denuncias-anteriores-contra-coronel-geraldo-neto/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A morte da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, encontrada sem vida com um disparo na cabeça em 18 de fevereiro, no apartamento que dividia com seu companheiro na capital paulista, tem gerado intensa investigação e repercussão. Inicialmente registrado como suicídio, o caso foi reclassificado para morte suspeita, levantando uma série de questionamentos. Em [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/defesa-de-pm-morta-revela-denuncias-anteriores-contra-coronel-geraldo-neto/">Defesa de PM morta revela denúncias anteriores contra coronel Geraldo Neto</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A morte da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana, encontrada sem vida com um disparo na cabeça em 18 de fevereiro, no apartamento que dividia com seu companheiro na capital paulista, tem gerado intensa investigação e repercussão. Inicialmente registrado como suicídio, o caso foi reclassificado para morte suspeita, levantando uma série de questionamentos. Em um desenvolvimento crucial, a defesa da família de Gisele Alves Santana apresentou denúncias anteriores contra o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, parceiro da policial, alegando um histórico de assédio moral e perseguição. Essas revelações trazem novas perspectivas para a apuração, conectando o trágico evento a um padrão de comportamento previamente atribuído ao oficial militar. A expectativa é que tais informações aprofundem as diligências para elucidar as circunstâncias da morte da PM.</p>
<p> Histórico de denúncias contra o tenente-coronel</p>
<p>O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, que se encontrava no apartamento com Gisele Alves Santana no momento de sua morte, enfrenta agora o escrutínio público e judicial de seu passado. A defesa da policial Gisele, representada por seu advogado, trouxe à tona informações que apontam para um comportamento problemático do oficial em relacionamentos anteriores e no ambiente profissional. Tais denúncias, que datam de anos, adicionam uma camada complexa à investigação da morte de Gisele, sugerindo a possibilidade de que o trágico incidente possa estar inserido em um contexto mais amplo de violência ou perseguição.</p>
<p> O relato da ex-esposa e as ameaças registradas</p>
<p>Entre os documentos apresentados pela defesa de Gisele Alves Santana, destaca-se um boletim de ocorrência lavrado em 2009 por uma ex-esposa do tenente-coronel Geraldo Neto. O depoimento da ex-parceira detalha um padrão de ameaças e comportamento agressivo por parte do militar. Segundo o relato, o tenente-coronel “mantinha vigilância sobre a vítima, impedindo que esta se relacionasse com outra pessoa, ameaçando-a, inclusive, de morte”. Esse testemunho, datado de mais de uma década atrás, delineia um perfil de controle e intimidação que a defesa agora busca conectar às circunstâncias que antecederam a morte da soldado Gisele. A recorrência de tais alegações em diferentes contextos sugere um padrão de comportamento que merece ser investigado com rigor no atual inquérito. A gravidade das ameaças de morte e a vigilância constante, conforme descrito, configuram um cenário de risco que, se comprovado, pode ser um fator relevante para a compreensão do desfecho da vida de Gisele Alves Santana.</p>
<p> Condenação por assédio moral e perseguição no ambiente de trabalho</p>
<p>Além do histórico de denúncias de ameaças em relacionamentos pessoais, a defesa de Gisele Santana também trouxe à luz uma condenação judicial por assédio moral e perseguição contra o tenente-coronel Geraldo Neto. O caso envolve uma policial que era subordinada a ele e que o acusou de condutas indevidas. De acordo com o advogado da família de Gisele, houve uma condenação do Estado, que responde pelos atos de seus agentes, ao pagamento de R$ 5 mil em indenização por danos morais à policial vítima de &#8220;acusações falsas e perseguições&#8221;. A sentença está atualmente em fase de execução, confirmando o reconhecimento judicial de um comportamento abusivo por parte do tenente-coronel em seu ambiente de trabalho. Esta condenação é um precedente significativo, pois estabelece um histórico formal de comportamento prejudicial e abusivo por parte do oficial, reforçando a narrativa da defesa de Gisele sobre um padrão de conduta. A repetição de alegações de perseguição e assédio, tanto em âmbito pessoal quanto profissional, fortalece a tese de que o tenente-coronel possuía um modus operandi que envolvia controle e intimidação, informações cruciais para a investigação da morte de Gisele.</p>
<p> A investigação da morte de Gisele Alves Santana</p>
<p>O caso da morte da soldado Gisele Alves Santana tem sido marcado por reviravoltas desde sua ocorrência. A Polícia Civil de São Paulo, responsável pela apuração, tem trabalhado para reunir todas as evidências e depoimentos necessários para esclarecer as circunstâncias do incidente. A transição da tipificação inicial para &#8220;morte suspeita&#8221; e a autorização para a exumação do corpo da policial indicam a seriedade com que as autoridades estão tratando o inquérito, buscando uma compreensão completa e irrefutável dos fatos.</p>
<p> Da hipótese de suicídio à morte suspeita: a busca por clareza</p>
<p>Inicialmente, a morte de Gisele Alves Santana foi registrada como suicídio, baseada no relato do tenente-coronel Geraldo Neto, que estava presente no apartamento e foi quem acionou o socorro. No entanto, a Polícia Civil, após análise inicial das evidências e informações preliminares, optou por alterar a tipificação para &#8220;morte suspeita&#8221;. Essa mudança é um passo fundamental na investigação, pois amplia o escopo da apuração e permite que todas as possibilidades sejam consideradas, incluindo a de um homicídio ou feminicídio. A Justiça, por sua vez, reforçando essa linha de investigação, autorizou a exumação do corpo de Gisele e encaminhou o caso para a Vara de Feminicídio, evidenciando a seriedade e a possibilidade de que a morte da policial esteja ligada a questões de gênero e violência doméstica. O ex-marido de Gisele também se pronunciou, afirmando que ela não tinha tendências suicidas, o que corrobora a necessidade de uma investigação aprofundada. A busca por clareza é imperativa para a família e para a sociedade, que clama por justiça em casos de violência contra a mulher.</p>
<p> Os próximos passos da investigação e a atuação da Polícia Civil</p>
<p>A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) tem reiterado que a investigação está sendo conduzida com rigor, sob sigilo, para preservar a integridade das provas e dos depoimentos. A Polícia Civil já realizou a coleta de depoimentos de diversas pessoas envolvidas e aguarda a emissão de laudos complementares, que são cruciais para subsidiar as investigações. Entre esses laudos, destacam-se os balísticos, que podem determinar a trajetória e a distância do disparo, e os periciais no local do crime, que podem revelar vestígios importantes sobre a dinâmica dos eventos. A Corregedoria da Polícia Militar também acompanha o caso, o que é um procedimento padrão quando há o envolvimento de policiais militares em ocorrências de tamanha gravidade. A expectativa é que, com a conclusão de todas as análises técnicas e a compilação de todos os dados, a tipificação do crime possa ser revista a qualquer momento, sem prejuízo ao inquérito. A transparência na condução do processo, dentro dos limites do sigilo investigativo, é fundamental para garantir a credibilidade das instituições e a confiança da população na busca pela verdade e pela justiça.</p>
<p> Conclusão</p>
<p>A morte da soldado Gisele Alves Santana configura um caso de grande sensibilidade e complexidade, que exige uma investigação meticulosa e imparcial. As denúncias anteriores contra o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, detalhando histórico de ameaças e condenação por assédio, introduzem elementos cruciais que não podem ser ignorados. A reclassificação do caso para morte suspeita e o acompanhamento pela Vara de Feminicídio sublinham a seriedade das hipóteses em apuração. A sociedade aguarda ansiosamente por respostas claras e definitivas que tragam justiça à memória de Gisele e reforcem o compromisso com a segurança e a integridade de todas as mulheres, especialmente aquelas que dedicam suas vidas à segurança pública.</p>
<p> Perguntas frequentes (FAQ)</p>
<p> Quem era Gisele Alves Santana e como ela morreu?<br />
Gisele Alves Santana era uma soldado da Polícia Militar encontrada morta com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro, no apartamento em que morava com seu companheiro na capital paulista. Inicialmente, o caso foi registrado como suicídio, mas a investigação foi reclassificada para morte suspeita, e a Justiça autorizou a exumação do corpo.</p>
<p> Quais são as denúncias contra o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto?<br />
As denúncias incluem um boletim de ocorrência de 2009, feito por uma ex-esposa, que relata ameaças de morte e vigilância constante. Além disso, há uma condenação judicial por danos morais contra o Estado, em decorrência de acusações de perseguição e assédio moral feitas por uma policial subordinada ao tenente-coronel.</p>
<p> Por que o caso de Gisele Santana foi alterado de suicídio para morte suspeita?<br />
A alteração ocorreu após as autoridades policiais realizarem uma análise inicial das evidências e depoimentos. A decisão de reclassificar o caso permite uma investigação mais abrangente, considerando todas as possibilidades, incluindo homicídio ou feminicídio, e reflete a busca por uma elucidação completa das circunstâncias da morte da soldado. O caso foi, inclusive, encaminhado para a Vara de Feminicídio.</p>
<p>Mantenha-se informado sobre este caso e outros desenvolvimentos na segurança pública acompanhando nossas atualizações.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/defesa-de-pm-morta-revela-denuncias-anteriores-contra-coronel-geraldo-neto/">Defesa de PM morta revela denúncias anteriores contra coronel Geraldo Neto</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gonet pede condenação total de militares e agente da PF por golpe</title>
		<link>https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/gonet-pede-condenacao-total-de-militares-e-agente-da-pf-por-golpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 20:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[coronel]]></category>
		<category><![CDATA[exercito]]></category>
		<category><![CDATA[Federal]]></category>
		<category><![CDATA[militares]]></category>
		<category><![CDATA[tenente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/gonet-pede-condenacao-total-de-militares-e-agente-da-pf-por-golpe/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O procurador-geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se pela condenação de todos os dez integrantes do chamado núcleo 3, acusados de envolvimento em um plano para derrubar o governo democraticamente eleito. O grupo é composto por nove militares de alta patente e um agente da Polícia Federal. Entre os militares acusados, alguns são especialistas em operações [&#8230;]</p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/gonet-pede-condenacao-total-de-militares-e-agente-da-pf-por-golpe/">Gonet pede condenação total de militares e agente da PF por golpe</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O procurador-geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se pela condenação de todos os dez integrantes do chamado núcleo 3, acusados de envolvimento em um plano para derrubar o governo democraticamente eleito. O grupo é composto por nove militares de alta patente e um agente da Polícia Federal.</p>
<p>Entre os militares acusados, alguns são especialistas em operações especiais, conhecidos como &#8220;kids pretos&#8221;. As acusações que pesam sobre eles incluem tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.</p>
<p>Os nomes dos acusados são: Bernardo Romão Corrêa Netto (coronel do Exército), Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira (general da reserva), Fabrício Moreira de Bastos (coronel do Exército), Hélio Ferreira Lima (tenente-coronel do Exército), Márcio Nunes de Resende Jr. (coronel do Exército), Rafael Martins de Oliveira (tenente-coronel do Exército), Rodrigo Bezerra de Azevedo (tenente-coronel do Exército), Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros (tenente-coronel do Exército) e Wladimir Matos Soares (agente da Polícia Federal).</p>
<p>Uma exceção foi feita ao tenente-coronel Ronald Ferreira de Araujo Jr., para quem o procurador-geral pediu condenação apenas por incitação ao crime, alegando menor participação no plano. A solicitação foi recebida com satisfação pela defesa do militar.</p>
<p>De acordo com Paulo Gonet, o núcleo atuava em duas frentes. A primeira envolvia a neutralização e eliminação de figuras importantes, como o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da República e o vice-presidente. O plano, segundo o procurador, chegou a ser posto em prática, mas não se concretizou devido à não adesão dos chefes do Exército e da Aeronáutica.</p>
<p>&#8220;Seria assustador para a democracia supor que militares de alta patente, especializados em estratégias disruptivas de forças adversas, considerassem ser uma distração corriqueira dos seus sarais o passatempo de gizar pormenorizadamente manobras de tomada de poder por meios heterodoxos, valendo-se da força das armas&#8221;, declarou Gonet.</p>
<p>A segunda frente consistia em pressionar a cúpula das Forças Armadas a aderir ao plano golpista, através de uma carta assinada por militares da ativa.</p>
<p>A defesa do coronel Bernardo Romão alegou que seu cliente não tem relação com a carta, afirmando que ele apenas a repassou para o superior e a inteligência do Exército, cumprindo seu dever. O advogado afirmou que sindicância do Exército e relatório da Polícia Federal apontam outros autores da carta.</p>
<p>O julgamento prosseguirá com a análise das defesas, seguido pela votação dos ministros. Uma das cadeiras permanece vaga devido à mudança do ministro Luiz Fux para outra turma do STF.</p>
<p><em>Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br</em></p>
<p>A postagem <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br/gonet-pede-condenacao-total-de-militares-e-agente-da-pf-por-golpe/">Gonet pede condenação total de militares e agente da PF por golpe</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://jornaldigitaldaregiaooeste.com.br">Jornal Digital da Região Oeste</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
