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	<title>silvestre &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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	<description>Notícias atualizadas da Região Oeste com credibilidade e agilidade. Acompanhe política, economia, cultura, esportes e muito mais no Jornal Digital.</description>
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	<title>silvestre &#8211; Jornal Digital da Região Oeste</title>
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		<title>São Paulo busca parcerias para resgate e manejo de fauna silvestre</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 14:47:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil) lançou uma importante iniciativa ao abrir uma consulta pública para identificar a capacidade técnica de empresas e organizações da sociedade civil em atuar no resgate e manejo de fauna silvestre. O objetivo central é mapear as competências existentes no setor privado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil) lançou uma importante iniciativa ao abrir uma consulta pública para identificar a capacidade técnica de empresas e organizações da sociedade civil em atuar no resgate e manejo de fauna silvestre. O objetivo central é mapear as competências existentes no setor privado e no terceiro setor para fortalecer a estrutura de atendimento a ocorrências envolvendo animais selvagens em todo o território paulista. Esta medida estratégica visa subsidiar a elaboração de estudos técnicos preliminares, que serão fundamentais para a futura criação de instrumentos de contratação ou parcerias, garantindo respostas eficientes e especializadas diante do crescente número de interações entre humanos e a vida selvagem. A Semil busca, assim, construir um modelo de resposta mais robusto e abrangente, beneficiando tanto a fauna quanto a segurança da população.</p>
<p> O contexto e a necessidade de uma resposta especializada</p>
<p>Nos últimos anos, a presença de fauna silvestre em áreas urbanas, periurbanas e rurais tem se tornado cada vez mais frequente. Fatores como a expansão urbana, a fragmentação de habitats naturais e, em alguns casos, as mudanças climáticas, têm aproximado a vida selvagem dos centros populacionais. Essa proximidade resulta em um aumento significativo de ocorrências que demandam intervenções qualificadas, como resgates de animais feridos ou em risco, manejo de espécies em ambientes inadequados, atendimento inicial e transporte seguro para centros de reabilitação. Tais situações não apenas representam um desafio para a segurança e o bem-estar dos animais, mas também podem gerar riscos para a população, exigindo, portanto, procedimentos técnicos especializados e uma resposta rápida e coordenada. A falta de uma estrutura formal e abrangente para lidar com esses eventos pode comprometer a recuperação dos animais e a tranquilidade das comunidades envolvidas.</p>
<p> Crescimento das interações com a fauna urbana</p>
<p>O aumento das ocorrências envolvendo animais selvagens em ambientes antrópicos é um reflexo complexo da interação entre o desenvolvimento humano e os ecossistemas naturais. A perda de florestas e áreas verdes, a invasão de corredores ecológicos e a busca por alimentos em lixões e áreas de descarte são alguns dos motivos que levam animais como capivaras, gambás, serpentes, aves de rapina e macacos a se aventurarem em parques, jardins, rodovias e até residências. Este cenário impõe uma demanda crescente por equipes capacitadas não apenas para a captura segura, mas também para o manejo adequado, minimizando o estresse do animal e garantindo sua destinação correta. A Diretoria de Biodiversidade e Biotecnologia (DBB) da Semil reconhece a urgência de fortalecer a rede de atendimento para essas ocorrências, visando não só a proteção da fauna, mas também a educação ambiental e a prevenção de zoonoses. Uma resposta bem estruturada é essencial para equilibrar a coexistência entre seres humanos e a vida selvagem.</p>
<p> A consulta pública: objetivos e alcance</p>
<p>A consulta pública liderada pela Diretoria de Biodiversidade e Biotecnologia (DBB) da Semil representa um passo fundamental na estratégia de gestão ambiental do estado de São Paulo. Seu principal objetivo é levantar um panorama detalhado da capacidade técnica existente no mercado e no terceiro setor para lidar com diversas etapas do atendimento à fauna silvestre. Isso inclui desde o resgate e manejo emergencial no local da ocorrência, passando pelo atendimento inicial veterinário, o transporte seguro e a destinação adequada dos animais para centros de triagem, reabilitação ou soltura, conforme o caso. A Semil busca identificar entidades que possuam experiência comprovada, infraestrutura, equipamentos e equipes especializadas para essas tarefas, que exigem conhecimento aprofundado em biologia, ecologia e comportamento animal, além de protocolos de segurança específicos.</p>
<p> Identificando a capacidade técnica do estado</p>
<p>A iniciativa é vital para que o poder público possa traçar um plano de ação robusto. Conforme Patricia Locosque Ramos, diretora de Biodiversidade e Biotecnologia da Semil, &#8220;a consulta pública é uma etapa importante para entendermos quais são as capacidades técnicas já existentes no estado e como elas podem contribuir para aprimorar o atendimento às ocorrências com fauna silvestre. O objetivo é reunir informações que ajudem o poder público a estruturar soluções mais eficientes e abrangentes para esse tipo de situação&#8221;. As informações coletadas servirão de base para a elaboração de estudos técnicos preliminares, que detalharão as necessidades, os custos e as modalidades de colaboração mais adequadas. A partir desses estudos, a Semil poderá definir os melhores instrumentos jurídicos para formalizar parcerias ou contratações, garantindo que o estado tenha uma rede de apoio qualificada e distribuída geograficamente para atender às demandas de forma eficaz em todas as regiões. A visão é criar um sistema integrado, onde diferentes atores trabalham em conjunto para a proteção da biodiversidade.</p>
<p> Mecanismos de participação e o caráter da iniciativa</p>
<p>A participação nesta consulta pública é um convite aberto a todas as entidades que demonstrem interesse e capacidade técnica em contribuir para a causa da fauna silvestre em São Paulo. Podem participar empresas especializadas em serviços ambientais, organizações não governamentais (ONGs) com experiência em resgate e reabilitação de animais, cooperativas, associações e outras organizações da sociedade civil que atuam ou desejam atuar nas atividades de resgate, manejo, atendimento, transporte e destinação de animais selvagens. A amplitude de participantes visa garantir um mapeamento completo das diversas competências e experiências disponíveis, enriquecendo o diagnóstico da Semil sobre as potencialidades do setor. A contribuição de diferentes atores é fundamental para construir um modelo de atendimento que seja multifacetado, inovador e adaptado às realidades de cada região do estado.</p>
<p> Como empresas e organizações podem contribuir</p>
<p>É importante ressaltar o caráter exclusivamente consultivo e não vinculante da consulta. Isso significa que a manifestação de interesse e a apresentação de capacidades não configuram, de forma alguma, um compromisso imediato de contratação, parceria ou repasse de recursos por parte da administração pública. A iniciativa é um processo de levantamento de dados e informações para planejamento futuro. As manifestações de interesse devem ser registradas por meio de um formulário eletrônico específico, que está disponível no site oficial da Semil. Este formulário foi desenhado para coletar informações detalhadas sobre a experiência, a infraestrutura, os recursos humanos e a capacidade operacional das entidades interessadas. Ao preencher o formulário, as organizações têm a oportunidade de apresentar suas qualificações e demonstrar como podem agregar valor à rede de proteção da fauna silvestre paulista, contribuindo para a construção de um sistema de atendimento mais robusto e eficaz para os próximos anos.</p>
<p> Visão de futuro para a gestão da fauna silvestre</p>
<p>A consulta pública lançada pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo é um marco importante na modernização e no aprimoramento da gestão da fauna silvestre no estado. Ao buscar ativamente a colaboração e a expertise do setor privado e da sociedade civil, a Semil demonstra um compromisso com a construção de soluções mais abrangentes, eficientes e sustentáveis para um desafio ambiental crescente. A estruturação de um modelo de atendimento a ocorrências com animais selvagens, fundamentado em dados técnicos e na capacidade real dos parceiros, promete não apenas garantir o bem-estar dos animais, mas também promover a segurança da população e fortalecer a conscientização sobre a importância da biodiversidade. Este esforço colaborativo é essencial para que São Paulo possa responder de forma proativa às demandas ambientais contemporâneas, estabelecendo um legado de proteção e convivência harmoniosa com a vida selvagem. A iniciativa posiciona o estado na vanguarda das políticas públicas voltadas à conservação e ao manejo inteligente da fauna.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a consulta</p>
<p>Qual o principal objetivo da consulta pública?<br />
O principal objetivo é identificar empresas e organizações da sociedade civil que possuam capacidade técnica para atuar no resgate, manejo emergencial, atendimento inicial, transporte e destinação de fauna silvestre no estado de São Paulo, visando subsidiar a estruturação de um modelo de atendimento mais eficiente.</p>
<p>Quem pode participar desta consulta?<br />
A participação é aberta a todas as empresas e organizações da sociedade civil que atuem ou tenham interesse em atuar em atividades relacionadas ao resgate e manejo de fauna silvestre, e que possam demonstrar capacidade técnica para isso.</p>
<p>A participação nesta consulta garante algum contrato ou parceria futura?<br />
Não. A consulta possui caráter exclusivamente consultivo e não vinculante, o que significa que a participação não representa um compromisso de contratação, parceria ou repasse de recursos por parte da administração pública. Ela serve para levantar informações.</p>
<p>Quais tipos de atividades estão sendo avaliadas pela Semil?<br />
A Semil busca identificar capacidade para atividades como resgate, manejo emergencial, atendimento inicial (como primeiros socorros), transporte seguro e destinação final adequada (soltura, reabilitação ou encaminhamento para centros especializados) de fauna silvestre.</p>
<p>Para saber mais e registrar a manifestação de interesse, acesse o formulário eletrônico disponível no site da Semil e contribua para a proteção da fauna silvestre paulista.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://www.agenciasp.sp.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.agenciasp.sp.gov.br</a></em></p>
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		<title>São Silvestre chega ao centenário com maior edição já realizada</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 00:01:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A icônica Corrida Internacional de São Silvestre, um dos eventos esportivos mais tradicionais do calendário brasileiro, atinge seu grandioso centenário em uma edição histórica. Marcada para iniciar o ano de 2025, esta celebração não apenas recorda décadas de paixão e superação, mas também se firma como a maior já realizada. Com uma participação recorde de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A icônica Corrida Internacional de São Silvestre, um dos eventos esportivos mais tradicionais do calendário brasileiro, atinge seu grandioso centenário em uma edição histórica. Marcada para iniciar o ano de 2025, esta celebração não apenas recorda décadas de paixão e superação, mas também se firma como a maior já realizada. Com uma participação recorde de 55 mil corredores, provenientes de 48 diferentes países, a prova reafirma seu status global. Desde sua concepção visionária em 1924, inspirada nas ruas iluminadas de Paris, até se consolidar como um símbolo de determinação, a São Silvestre transformou a virada do ano em São Paulo em um espetáculo de atletismo. Este marco centenário celebra a resiliência humana e o espírito esportivo que uniu gerações de atletas e entusiastas nas ruas da capital paulista.</p>
<p> A gênese de uma lenda urbana: da inspiração europeia ao pioneirismo brasileiro</p>
<p> O visionário Cásper Líbero e a primeira edição</p>
<p>A história da Corrida de São Silvestre remonta a 1924, quando o jornalista e empresário Cásper Líbero, durante uma viagem a Paris, testemunhou uma corrida noturna onde os atletas empunhavam tochas, criando um espetáculo visual vibrante. Fascinado por aquela energia, Líbero trouxe a ideia para o Brasil, resultando na criação da primeira edição da prova em São Paulo, em 1925. A corrida, que inicialmente ocorria na última noite do ano, rapidamente se estabeleceu como um evento de destaque. O primeiro campeão foi Alfredo Gomes, um atleta negro que, um ano antes, já havia representado o Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris, sublinhando o talento brasileiro no cenário esportivo desde o início da competição.</p>
<p> Internacionalização e o retorno do pódio brasileiro</p>
<p>Em 1945, a São Silvestre deu um passo significativo em sua evolução ao abrir suas portas para participantes estrangeiros, elevando o nível da competição e inserindo-a no circuito internacional. Essa mudança, embora tenha enriquecido a prova, também significou um desafio para os atletas brasileiros. Foram 34 anos até que um corredor nacional voltasse a erguer o troféu. O feito foi alcançado pelo pernambucano José João da Silva, que não apenas quebrou esse jejum histórico, mas conquistou o bicampeonato da prova, consolidando seu nome na galeria dos grandes vencedores. A partir de 1989, a tradicional largada noturna foi alterada para o período diurno, adaptando a logística e o formato da corrida, que passou a ser disputada nas manhãs do dia 31 de dezembro, mantendo, contudo, seu espírito único.</p>
<p> O legado feminino: quebrando barreiras e inspirando gerações</p>
<p> Mulheres na pista: de 1975 à hegemonia de Rosa Mota</p>
<p>Um marco fundamental na trajetória da São Silvestre foi a inclusão das mulheres na competição. Há 50 anos, em 1975, a prova tornou-se mista, permitindo que atletas femininas competissem em igualdade de condições. Essa decisão abriu caminho para a ascensão de grandes nomes do atletismo feminino. Entre elas, destaca-se a portuguesa Rosa Mota, a maior vencedora da história da São Silvestre. Com um feito inédito, Mota conquistou seis títulos consecutivos na década de 1980, estabelecendo um padrão de excelência e inspirando inúmeras mulheres a seguir seus passos no esporte. Sua hegemonia não apenas elevou o patamar da competição, mas também ressaltou a força e a capacidade das atletas femininas no cenário global.</p>
<p> Maria Zeferina Baldaia: a história de superação e inspiração</p>
<p>O impacto de atletas como Rosa Mota ecoou fortemente em Maria Zeferina Baldaia, campeã da São Silvestre em 2001. A história de Maria Zeferina é um testemunho de resiliência e determinação. Vinda do interior de São Paulo, onde trabalhava na roça, ela treinava correndo entre os canaviais em Sertãozinho. &#8220;Corri durante 15 anos descalça porque eu não tinha tênis. O pé queimava, doía, chão quente, mas ali eu estava, engolia o choro e ia, para poder dar uma vida melhor para a minha família&#8221;, relembra Maria Zeferina. Sua vitória em 2001 transformou-a em um símbolo de esperança e inspiração para muitos, que hoje a buscam almejando alcançar seus próprios sonhos na corrida. &#8220;A Rosa Mota foi a minha ídola, minha inspiração, e hoje eu servir de inspiração e motivação, espelho para outras pessoas, isso não tem preço&#8221;, afirma, destacando o ciclo virtuoso de influência no esporte.</p>
<p> O Hall da Fama e a celebração de um centenário recordista</p>
<p> Honrando os ícones da corrida</p>
<p>Em reconhecimento às trajetórias exemplares e às contribuições inestimáveis para a história da São Silvestre, três atletas foram recentemente imortalizados no Hall da Fama da competição. A portuguesa Rosa Mota, com seus seis títulos inigualáveis, foi devidamente homenageada por sua hegemonia e impacto. Ao seu lado, Carmen de Oliveira recebeu o tributo como a primeira brasileira a vencer a prova desde que a participação estrangeira foi permitida, marcando um momento de orgulho nacional. Marílson dos Santos, por sua vez, foi reconhecido como o maior campeão brasileiro na era internacional da prova masculina, com múltiplas vitórias que o consolidaram como uma lenda. Essas homenagens celebram não apenas as conquistas individuais, mas também o espírito de excelência que a São Silvestre representa.</p>
<p> A maior São Silvestre da história: números e diversidade</p>
<p>A edição do centenário da São Silvestre marca um novo recorde em sua rica história, com a adesão de 55 mil participantes. Atletas de 48 países convergem para São Paulo, refletindo o alcance verdadeiramente global do evento. A prova se desdobra em diversas categorias, incluindo feminina, masculina e para pessoas com deficiência, garantindo inclusão e representatividade. Paralelamente, a São Silvestrinha oferece uma oportunidade para crianças e adolescentes experimentarem a emoção de participar, cultivando futuros talentos. Além da elite que disputa os 15 quilômetros em busca da vitória, a São Silvestre é um palco para milhares de corredores amadores que, anualmente, buscam superar seus próprios limites, celebrar a saúde e a confraternização. A largada, tradicionalmente na Avenida Paulista, está programada para a manhã do dia 31 de dezembro, com horários escalonados: cadeirantes às 7h25, elite feminina às 7h40 e elite masculina às 8h05, prometendo um espetáculo de união e desempenho.</p>
<p> Um legado de superação e um futuro promissor</p>
<p>Ao celebrar seu centenário com a maior edição de todos os tempos, a Corrida Internacional de São Silvestre transcende o mero evento esportivo, firmando-se como um patrimônio cultural e social do Brasil. Sua trajetória, desde uma inspiração parisiense até um fenômeno global, é um testemunho da capacidade humana de inovar, incluir e inspirar. A corrida não apenas premia a elite, mas abraça a diversidade de todos que cruzam a linha de chegada, sejam eles campeões olímpicos ou corredores amadores em busca de um desafio pessoal. Que este centenário não seja apenas um ponto de chegada, mas um novo ponto de partida para futuras gerações, mantendo viva a chama da paixão pela corrida e pela celebração da virada do ano em movimento.</p>
<p> Perguntas frequentes sobre a São Silvestre</p>
<p>1. Qual é a origem da Corrida de São Silvestre?<br />
A Corrida de São Silvestre foi idealizada em 1924 pelo jornalista e empresário Cásper Líbero, que se inspirou em uma corrida noturna com tochas que assistiu em Paris. A primeira edição ocorreu em São Paulo, em 1925, com Alfredo Gomes sendo o primeiro campeão.</p>
<p>2. Quando as mulheres foram permitidas a participar da São Silvestre e quem se destacou?<br />
As mulheres foram incluídas na competição em 1975, tornando a prova mista. A portuguesa Rosa Mota é a maior vencedora feminina, com seis títulos consecutivos na década de 1980, e a brasileira Maria Zeferina Baldaia, campeã em 2001, é um símbolo de superação e inspiração.</p>
<p>3. Quem foram os atletas homenageados no Hall da Fama da São Silvestre em seu centenário?<br />
Para marcar o centenário, três grandes nomes foram incluídos no Hall da Fama: Rosa Mota, pela sua hegemonia; Carmen de Oliveira, a primeira brasileira a vencer a prova após sua internacionalização; e Marílson dos Santos, o maior campeão brasileiro na era internacional masculina.</p>
<p>4. Quantos participantes a edição do centenário da São Silvestre terá e quais categorias inclui?<br />
A edição do centenário é a maior da história, com 55 mil participantes de 48 países. Inclui categorias feminina, masculina, para pessoas com deficiência e a São Silvestrinha para crianças e adolescentes. A largada será na Avenida Paulista, em 31 de dezembro, com horários escalonados por categoria.</p>
<p>Não perca a chance de fazer parte da história ou de acompanhar de perto este evento icônico. Prepare-se para vivenciar a emoção da Corrida de São Silvestre, seja nas ruas de São Paulo ou pela torcida, e inspire-se a mover seus próprios limites!</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://agenciabrasil.ebc.com.br</a></em></p>
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		<title>Equipe de zoonoses mobilizada após aparição de gato-mourisco em mogi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Oct 2025 02:00:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um gato-mourisco, também conhecido como jaguarundi, foi avistado no bairro Taboão, em Mogi das Cruzes, mobilizando o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade. O felino, cuja aparição é considerada rara, especialmente em áreas urbanas, acabou fugindo antes da chegada da equipe de resgate. Funcionários de uma obra na região foram os responsáveis por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um gato-mourisco, também conhecido como jaguarundi, foi avistado no bairro Taboão, em Mogi das Cruzes, mobilizando o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade. O felino, cuja aparição é considerada rara, especialmente em áreas urbanas, acabou fugindo antes da chegada da equipe de resgate.</p>
<p>Funcionários de uma obra na região foram os responsáveis por avistar o animal na sexta-feira (24). Segundo informações da Prefeitura, o gato-mourisco repousava à sombra de uma placa solar quando foi notado. A aproximação dos trabalhadores provocou uma reação de defesa por parte do felino, que se evadiu do local.</p>
<p>A presença do gato-mourisco, uma espécie ameaçada de extinção, reacende o debate sobre a importância da preservação ambiental em meio à expansão urbana. A raridade de sua ocorrência em áreas urbanizadas torna o evento ainda mais notável.</p>
<p>Este não é o primeiro registro da presença da espécie no município. Em 2016, um filhote de gato-mourisco foi resgatado pelo CCZ após ser encontrado debilitado em uma área urbana, demonstrando que Mogi das Cruzes ainda abriga fragmentos de mata nativa importantes para a fauna silvestre.</p>
<p>Jefferson Leite, diretor da Vigilância em Saúde de Mogi das Cruzes, enfatiza a necessidade de equilíbrio entre o desenvolvimento urbano e a conservação do meio ambiente. “O aparecimento do gato-mourisco mostra que nossa cidade ainda mantém áreas de mata nativa importantes para a fauna silvestre&#8221;, afirma. Ele apela para que a população respeite esses espaços e alerte o CCZ sempre que avistar um animal silvestre fora de seu habitat.</p>
<p>A colaboração da população é fundamental para a proteção da vida silvestre e a manutenção do equilíbrio ambiental. O CCZ disponibiliza os telefones 4798-6785 e 4798-6917 para acionamento em casos de animais silvestres em áreas urbanas.</p>
<p><em>Fonte: g1.globo.com</em></p>
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